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BIOT9MV 3C pag065

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Bioterra

– Viver Melhor na Terra, 3.

ociclo – Cad. Professor

Sistemas neuro-hormonal, cardiorrespiratório,

digestivo e excretor em interacção

Opções que interferem no equilíbrio do

organismo (tabaco, álcool, higiene, droga,

actividade física, alimentação)

(2)

1 7 6 5 2 4 3

3. Indica qual o sistema, não repre-sentado, que tem a função de:

3.1. excreção. 3.2. coordenação.

4. Lê atentamente o texto.

4.1. Relativamente à frase “a maioria dos programas… actualizados os programas” indica: 4.1.1. quais os agentes externos que conheces responsáveis pela melhoria das aptidões

dos computadores;

4.1.2. uma tarefa consciente e outra inconsciente coordenadas pelo encéfalo.

“Há muitas semelhanças entre um encéfalo e um computador: ambos funcionam com tipos semelhantes de dados de entrada e de saída, ambos dispõem de sistemas de grande capacidade de armazenamento – a memória – e ambos invocam uma grande variedade de programas de actuação para a realização de funções e actos específicos. Todavia, enquanto a maioria dos programas de computador são susceptíveis de melhoria apenas por acção de agentes externos ao próprio computador, o encéfalo tem a capacidade de manter permanentemente actualizados os programas graças aos quais executa tarefas, como por exemplo: jogar futebol ou praticar ginástica aeróbica.”

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Bioterra

– Viver Melhor na Terra, 3.

ociclo – Cad. Professor

1. Quem foi o fundador da neurologia?

2. Diz, justificando, se estás ou não de acordo com o título da actividade. 3. Por que razão Pavlov aplicou a designação reacção “reprogramada”?

4. Como se denominam, actualmente, os sinais nervosos a que Pavlov fazia referência? 5. Qual foi a doença do sistema nervoso descoberta por Charcot?

6. Transcreve, do último texto, a diferença entre a psiquiatria e a psicologia. A psiquiatria

Um dos campos da medicina recentemente desenvolvido foi a psiquiatria. O seu grande pioneiro foi o austríaco Sigmund Freud (1856-1939). A psiquiatria envolve o estudo e tratamento dos dis-túrbios mentais e emocionais, especialmente os do inconsciente profundo, afastados do pensamento e da consciência do quoti-diano. Em contrapartida, o estudo dos processos “normais” da mente, e dos comportamentos resultantes, chama-se psicologia.

Um reflexo é uma reacção automática efec-tuada pelos sinais nervosos. Um exemplo disso é o facto de os cães salivarem quando vêem ou sentem o cheiro de uma refeição. Ao fazer experiências sobre

o aparelho digestivo, o cien-tista russo Ivan Pavlov (1849-1936) verificou que os cães salivavam quando viam o tratador, mesmo sem verem alimentos. Pavlov decidiu então treiná-los para associarem os alimentos ao som de um sino. Após algum

tempo, bastava que os cães ouvissem o sino para começarem a salivar. Este tipo de reac-ção “reprogramada” é conhecida como reflexo condicionado.

O fundador da neurologia

O físico francês Jean Martin Charcot (1825-1893) foi um dos especialistas da sua época no sistema nervoso. Descobriu várias doenças de nervos importantes, como a esclerose múltipla. O seu interesse pela histeria e pela hipnose abriram o caminho para um ramo da Medicina conhecido como psiquiatria; um dos alunos foi Sigmund Freud.

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todo o mundo. O problema é que actualmente não existe um bom processo de impedir que as células cerebrais com lesões recentes se transformem em “Kamikazes”: sem qualquer razão aparente, elas segregam um aminoácido que mata as células

cere-brais sãs que estão à sua volta. É por isso que as vítimas de acidentes de viação chegam frequen-temente aos hospitais em condições estáveis e aca-bam por ficar com lesões cerebrais ou morrer. Cientistas de Israel que trabalham para a empresa americana Pharmos con-sideram que a chave está na Cannabis, ou mari-juana. O presidente e administrador Haim Aviv

que dizem inibir a acção de químicos neurotó-xicos e que limita drasticamente as lesões cerebrais, desde que seja administrado nas seis horas seguintes à lesão.

1. O que é um traumatismo cerebral?

2. Refere três factores que possam conduzir a lesões cerebrais.

3. O termo “kamikaze” foi a designação atribuída aos pilotos japoneses que, na Segunda Guerra Mundial, se despenhavam voluntariamente, não receando a morte que os esperava, para terem a certeza que atingiam o alvo pretendido. Por que razão o artigo classifica algumas células cerebrais como “kamikazes”?

4. A Cannabis sp. é uma planta da qual se extrai uma droga. Deve ou não ser utilizada para fins terapêuticos?

5. Justifica a resposta que deste à questão anterior com base em dados da notícia.

6. As imagens são resultantes de ressonância magnética. Que outras técnicas conheces de visualização do interior do cérebro?

Expresso, Novembro de 2000

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Bioterra

– Viver Melhor na Terra, 3.

ociclo – Cad. Professor

comunicativa, nem do contexto através do qual as pessoas se expressam. É, portanto, um movimento acrescido, involuntário e repetitivo – embora de frequência desigual, que implica a mobilização coordenada de uma série de grupos musculares.

Desportistas obsessivos

Um dos colectivos mais propensos a sofre-rem de tiques são os desportistas profissio-nais. A pressão para ganhar a que estão submetidos fá-los desenvolver rituais, que podem transformar-se em tiques. Os tenis-tas, por exemplo, agarram a camisola, antes de usarem a raquete. Os golfistas não batem na bola sem primeiro simularem o golpe várias vezes. No bilhar, os jogadores repro-duzem várias vezes o movimento que vão realizar com o taco. Os boxeurs, quando trei-nam a sós, roçam sempre o braço pelo nariz, como se o atacante os golpeasse.

Escrever com dor

Tem-se conhecimento da existência de uma perturbação antiga, denominada “cãibra dos escrivões”. Este tique consistia numa contrac-ção muscular das extremidades superiores, que chegava, por vezes, a ser incapacitante para o exercício desta profissão tradicional.

se tenha descoberto que, quando o afectado manifestava uma personalidade neurótica, o tique aparecia com maior frequência.

Em frente ao monitor

Ultimamente, os especialistas descobriram tiques nas crianças que excedem o número de horas em frente a um televisor ou a um computador. Existem duas razões para isso: por um lado, os jogos de computador podem desenvolver uma tensão interna forte; e, por outro, esses jogos produzem, durante um espaço de tempo longo, uma tensão gestual contínua ou posições rígidas.

Ranger os dentes

O hábito de ranger os dentes tem algumas características muito semelhantes com os tiques, no entanto, não se deve confundir com estes. Uma das diferenças é que a con-tracção muscular que provoca é mais contida do que a dos tiques. Além disso, pode passar despercebido, porque a sua expressão é interna. É mais frequente do que se pode supor e aumenta em circunstâncias de stress, como os engarrafamentos de trânsito, por exemplo.

Saúde e Bem-Estar, Fevereiro de 2002

1. O que é um tique?

2. Dá exemplos de dois tiques que já tenhas observado. 3. Transcreve do texto um tique que seja frequente nos:

3.1. golfistas. 3.2. boxeurs.

4. Porque se relacionam os tiques com o sistema nervoso?

5. Alguns tiques ocorrem em situações muito específicas e são considerados transitórios, pois desaparecem quando essa situação deixa de se verificar. Transcreve do texto exemplos de tiques que apareçam:

5.1. numa situação de stress.

5.2. quando o indivíduo mantém durante muito tempo uma posição rígida.

6. Por que razão se aconselha os jovens a não jogarem durante muito tempo em consolas ou no computador?

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mental que se segue a um processo humorístico. Agora, os cientistas conse-guiram ver e reproduzir as mudanças cerebrais.

A imagem ou frase chega ao tálamo e ao hipocampo através do córtice cerebral e dirige-se também à amíg-dala, um centro das emoções. Volta ao córtex pré-frontal e ao corpo caloso, sede de processos intelectuais. Por último, dirige-se ao núcleo accumbens, zona emocional onde se pode desen-cadear o sorriso ou a gargalhada, dependendo de factores como o estado de ânimo, a personalidade e a ausência de perturbações psicológicas.

Nesta ilustração, assinalam-se as zonas cerebrais que se activam quando se ouve uma piada, o que se verifica mediante ressonância magnética. Na pergunta, põe-se em funcionamento o córtex pré--frontal, particularmente o do hemisfério direito. Mas também se regista actividade no lóbulo tem-poral e em outras zonas implicadas na memória, onde se procura entre os conhecimentos acumulados uma resposta adequada, embora se preveja que esta será inesperada. Quando se ouve a solução, o córtex pré-frontal, que se encontra por detrás das órbitas oculares, e que está associado à avaliação de informação e aos sentimentos emocionais, desperta a avaliação.

2- Tálamo 3- Hipocampo 4- Amígdala 6- Córtex pré-frontal 7- Núcleo accumbens caloso Pergunta:

“Quantos psicólogos são precisos para mudar uma lâmpada?”

Resposta:

“Um chega, desde que a lâmpada queira ser mudada.”

Recuperação da informação

armazenada Buscamental

Avaliação emocional

1. Identifica as zonas do cérebro onde:

1.1. se desencadeia o sorriso ou a gargalhada. 1.2. está situado o centro de emoções.

1.3. se localiza a sede de processos intelectuais.

2. Transcreve três factores dos quais dependam o sorriso ou a gargalhada. 3. Qual o processo usado para visualizar o mecanismo da piada?

4. Quantas zonas cerebrais são activadas quando se ouve uma piada? 5. Qual a zona do cérebro que faz a avaliação emocional da piada?

A complexa viagem de uma ideia engraçada pelo interior do cérebro

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Bioterra

– Viver Melhor na Terra, 3.

ociclo – Cad. Professor

PESSOA COM SÍNDROMA X

A pessoa segue um regime rico em açúcares e/ou não pára de comer todo o dia

Glicose Insulina Triglicerídeo Colesterol mau

Efeitos sobre o coração Não surgem problemas circulatórios e o coração

permanece saudável.

As gorduras transformam-se em colesterol mau (LDL).

Risco de enfarte. Efeitos sobre o tecido muscular A insulina torna possível que a

glicose entre nas células musculares, para ser utilizada

como fonte de energia.

O excesso de triglicerídeos torna o músculo resistente à insulina.

Em resposta, o pâncreas produz mais insulina. Efeitos sobre o fígado A insulina activa um interruptor

que impede que o fígado liberte um tipo de gorduras chamadas

triglicerídeos.

O fígado é exposto a um bombardeamento contínuo de insulina, que mutila o interruptor.

O fígado liberta triglicerídeos. Efeitos sobre o pâncreas O pâncreas segrega insulina

para metabolizar a glicose após a refeição.

O pâncreas segrega insulina cada vez que o indivíduo

petisca alguma coisa. A pessoa opta

por uma alimentação moderada em gorduras e não come entre refeições

PESSOA SAUDÁVEL

1. Compara o metabolismo de uma pessoa saudável com uma com síndroma X, relativamente ao funcionamento do:

1.1. pâncreas. 1.2. fígado. 1.3. coração.

2. A síndroma X é responsável por 60% das patologias cardíacas nas mulheres e 25% nos homens e é considerado um problema sério de saúde pública. As pessoas atingidas pela sín-droma correm um risco maior de virem a ser vítimas de diabetes, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e, possivelmente, cancro e doença de Alzheimer.

2.1. O que é uma síndroma?

2.3. Explica por que razão a síndroma X é considerado um problema de saúde pública. 2.2. Refere duas patologias cardíacas que conheças.

3. Um indivíduo com a síndroma X pode entrar num ciclo vicioso. Indica duas formas de se poder sair desse ciclo.

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mentos eram absorvidos, conduzido ao lado direito do coração e passava para o lado esquerdo onde se misturava com o ar... Para este sábio grego, o movimento do sangue era provocado pela acção propulsora dos vasos sanguíneos, a qual seria suficiente para aspirar o sangue do coração e o enviar para o cérebro que, através do sistema nervoso, o faria che-gar a todas as partes do corpo... O sangue cir-culante acabaria por ser “absorvido” pelo organismo, sendo substituído por sangue novo produzido pelo fígado.

William Harvey (1578-1657), físico

inglês e, mais tarde, médico, no decurso de várias observações verificou que todos os ani-mais possuíam um coração e que dele saíam vasos que transportavam sangue. Depois de um longo período de investigação provou que os batimentos do coração impulsionavam o sangue das artérias para as veias regressando através destas de novo ao coração. Harvey pôs

fígado teria de produzir diariamente cerca de 5 litros de sangue, o que ele demonstrou que não era possível, e afirmou que era o mesmo sangue que circulava por todo o organismo. Ao afirmar que Galeno estava errado, muitos dos seus doentes abandonaram-no e era escar-necido e ridicularizado pelas ruas de Londres.

Marcello Malpighi (1628-1694),

médico adepto de Harvey, ao conhecer o microscópio, apercebeu-se da importância deste aparelho para explicar a ligação entre as circulações arterial e venosa. O micros-cópio permitiu-lhe observar, maravilhado, os finos vasos sanguíneos no meio dos quais o sangue das artérias se transformava no sangue venoso. A estes vasos microscópicos chamou Malpighi “capilares”, palavra que tem origem em “capilaris”, que significa cabelo. Malpighi só fez esta descoberta 4 anos depois de Harvey ter morrido.

1. Quem foi o primeiro cientista a tentar explicar a circulação do sangue?

2. Achas que Galeno estava certo ao considerar que os vasos sanguíneos conseguiam aspirar o sangue do coração? Justifica.

3. Porque pensaria Galeno que o fígado produzia sangue novo?

4. Transcreve duas razões que provem que Harvey estava em desacordo com a teoria de Galeno relativa à circulação sanguínea.

5. Comenta a atitude das pessoas relativamente a Harvey, por este ter afirmado que Galeno estava errado.

6. Qual a importância do microscópio para o avanço do estudo da circulação sanguínea? 7. Porque chamou Malpighi capilares aos vasos que uniam as artérias às veias?

8. Relativamente aos grupos sanguíneos, indica:

8.1. o teu grupo sanguíneo. 8.2. o que significa sistema ABO.

8.3. outro sistema que conheças relacionado com o sangue.

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Bioterra

– Viver Melhor na Terra, 3.

ociclo – Cad. Professor

John Benjamin Murphy, em 1897. Murphy era indubitavelmente uma das personalida-des mais vivas na cirurgia americana. Até o seu nome reflecte algo do seu carácter; nas-cera de um humilde casal de irlandeses imi-grantes tendo sido baptizado com o nome de John Murphy. No entanto, quando foi para a escola, reparou que os outros rapazes tinham pelo menos duas iniciais; assim, determinado a não se sentir inferior a eles, acrescentou um “B” ao seu nome. Depois de se formar tornou-se cirurgião-chefe no Mercy Hospi-tal de Chicago. A opor tunidade surgiu quando um vendedor ambulante italiano de 29 anos foi internado com um tiro mesmo abaixo da virilha. Na operação, verificou que tanto a artéria femural como a veia estavam

rada; 13 cm da artéria danificada foi cortada e as duas pontas do

vaso sanguíneo jun-tas com suturas i n t e r r o m p i d a s . Quando os agrafos foram removidos, Murphy declarou o r g u l h o s a m e n t e “Nem uma gota de sangue escapou à

linha de sutura”. O paciente teve uma recu-peração excelente com reconstrução da arté-ria ferida e restauração completa da função do membro inferior.

Roy Porter, Medicina a História da Cura

1. Em que século ocorreu a primeira reconstrução de um vaso sanguíneo?

2. Antes desta operação, que ocorreu com sucesso, as intervenções vasculares limitavam-se à laqueação dos vasos sanguíneos.

2.1. O que acontece quando um vaso sanguíneo é laqueado?

2.2. Prevê uma consequência para o organismo desse tipo de intervenção.

3. Relativamente ao cirurgião que realizou a primeira reconstrução arterial, indica:

3.1. o seu nome.

3.2. a sua nacionalidade.

3.3. um exemplo que demonstre a sua forte personalidade.

4. Transcreve pormenores sobre:

4.1. a denominação da artéria danificada.

4.2. o estado da artéria em consequência do ferimento. 4.3. o tratamento que lhe foi aplicado.

5. Por que motivo Murphy se sentiu orgulhoso no final da operação?

6. Actualmente a cirurgia vascular utiliza técnicas altamente sofisticadas. O cateterismo é uma técnica de desentupimento de vasos sanguíneos obstruídos.

6.1. Refere duas situações que conduzam à obstrução de um vaso sanguíneo. 6.2. Menciona uma consequência para o organismo do entupimento de artérias.

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Como um inimigo furtivo que ataca de sur-presa e, normalmente, sai vencedor. É por isso muito importante apostar na prevenção. E esta passa pela atenção que dispensamos à nossa saúde, pela importância que damos aos factores que nos indicam se somos ou não indivíduos em risco. Felizmente que hoje em dia, e graças aos avanços recentes da tecnolo-gia, os riscos de doenças, como, por exem-plo, a aterosclerose coronária, já podem ser reduzidos, sobretudo se detectados precoce-mente. Um dos exames que o permite é a EBT (Electron Beam Tomography), Tomografia por Feixe de Electrões, que per mite demonstrar com exactidão o estado de saúde das artérias coronárias. A EBT é uma nova forma de exame – que evoluiu da tradicional Tomografia Axial Computorizada, TAC – que quantifica a deposição de cálcio na parede das artérias coronárias.

pequeno “túnel” e suspender a respiração por breves segundos, sujeitando-se a uma série de disparos radiográficos de baixa energia.

Notícias Magazine, Setembro de 2002

1. Explica as expressões do artigo:

1.1. “silenciosas e fulminantes”.

1.2. “inimigo furtivo que ataca de surpresa”.

2. O título do artigo é “Retrato ao coração”.

2.1. Por que razão o jornalista terá escolhido este título? 2.2. Qual a técnica utilizada para “fotografar” o coração?

2.3. Qual a substância que pode ser detectada nas paredes das artérias?

3. Relaciona a EBT com a TAC, referindo:

3.1. uma semelhança. 3.2. uma diferença.

4. No artigo refere-se a importância de sabermos precocemente se somos ou não indivíduos em risco.

4.1. O que são factores de risco para a saúde? 4.2. Indica dois factores de risco da aterosclerose.

5. As imagens obtidas quer por TAC quer por EBT são posteriormente tratadas com software adequado. Qual a importância do uso desta tecnologia para os profissionais de saúde?

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Bioterra

– Viver Melhor na Terra, 3.

ociclo – Cad. Professor

Quando o sangue de um indivíduo é dado a outro indivíduo, algumas moléculas exis-tentes na membrana podem actuar como antigénios. Estes antigénios das membranas dos eritrócitos são conhecidos como agluti-nogénios do tipo A e B e o tipo de sangue é determinado de acordo com a sua presença ou ausência nos glóbulos vermelhos.

No sistema ABO (de classificação do san-gue) existem quatro tipos de sangue: A, B,

AB e O. Um indivíduo é do tipo A se os

aglutinogénios nos seus eritrócitos forem A, e do tipo B se os aglutinogénios forem B. Se uma pessoa tiver nas suas hemácias os dois tipos de aglutinogénios é do tipo AB e é do tipo O se não possuir nenhum destes agluti-nogénios.

(antigénios) que não estão presentes nos gló-bulos vermelhos desse indivíduo. Assim, por exemplo o tipo A tem aglutininas anti-B no plasma. O tipo AB não possui aglutininas, porque ambos os antigénios A e B estão pre-sentes nos eritrócitos. Se não fosse assim ocorreria uma reacção de aglutinação ou agrupamento e coagulação dos glóbulos ver-melhos, o que impediria o sangue de circular nos capilares, originando lesões graves, podendo levar à morte.

Para uma pessoa – receptor – receber san-gue de outra – dador – o sansan-gue do receptor não pode ter aglutininas contra o sangue do dador. Para isso é importante que cada um determine o seu tipo de sangue.

Breve História do Sangue, Porto Editora

1. Quais são os grupos sanguíneos do sistema ABO?

2. Por que razão se considera o sangue do tipo O como dador universal? 3. Qual o tipo de sangue que é receptor universal?

4. Considera um indivíduo com sangue do tipo B.

4.1. Quais os antigénios que este indivíduo tem nas membranas dos glóbulos vermelhos? 4.2. Quais são os anticorpos que ele possui no plasma?

4.3. A que indivíduos pode ele dar sangue seguramente? Justifica. 4.4. Que tipo de sangue pode receber? Justifica.

5. Completa a tabela: Grupo sanguíneo (aglutinogénios) Transfusão que pode dar Anticorpos no plasma (aglutininas) A B AB O A e AB B e AB O, A, B, AB anti-B não tem anti-A e anti-B Transfusão perigosa se for recebida Transfusão que pode receber B e AB A e AB – B e O A, B, AB e O O

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uma tendência para a redução do apareci-mento de novos casos. No entanto, os dados da Eurotrials, Consultores Científicos, revelam que os valores registados em Por-tugal mantêm-se como os mais elevados da União Europeia, sendo a incidência cinco vezes superior à média europeia. As doen-ças do aparelho respiratório constituem uma importante causa de mortalidade e de morbilidade, com graves consequências socioeconómicas. Não é possível dissociar as doenças do aparelho respiratór io, nomeadamente o cancro do pulmão, do consumo do tabaco. Um dado curioso é o facto de Portugal apresentar uma das mais baixas percentagens de fumadores da

países da Europa Central e de Leste – mais de 30% da população.

A pneumonia, que de todas as patologias analisadas neste estudo é a que apresenta maior número de óbitos em Portugal, regista valores elevados em praticamente todas as regiões do país.

Os dados da Eurotrials permitem concluir que, apesar de Portugal ser um dos países da União Europeia com menor taxa de mortali-dade por cancro do pulmão, apresenta uma taxa de mortalidade relativamente elevada quando se consideram todas as causas rela-cionadas com o tabagismo.

Saúde e Bem-Estar, Agosto de 2002

1. O artigo remete para um estudo feito na União Europeia sobre a incidência das doenças res-piratórias.

1.1. Qual a entidade responsável pelo estudo? 1.2. Transcreve duas conclusões desse estudo.

1.3. Qual é a doença que provoca maior taxa de mortalidade em Portugal? 1.4. Que relação é estabelecida entre o tabagismo e as doenças respiratórias?

2. No artigo também é referido que Portugal é um dos países europeus com menor percenta-gem de fumadores com mais de 15 anos. Para conseguir baixar ainda mais a percentapercenta-gem de fumadores, indica duas medidas que deveriam ser tomadas pela(s):

2.1. escolas. 2.2. famílias.

2.3. sociedade em geral.

3. Comenta a frase do artigo: “As doenças respiratórias (...) morbilidade com graves conse-quências socioeconómicas”.

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Bioterra

– Viver Melhor na Terra, 3.

ociclo – Cad. Professor

que os pulmões conseguem absorver, após uma inspiração que atinja o seu máximo, ou seja, a capacidade total dos pulmões, é de cerca de 7 litros. Este volume subdivide-se em quatro componentes:

– O ar residual é a quantidade de ar que permanece nos pulmões mesmo quando se expira o máximo que se pode; trata--se de ar que nunca sai dos pulmões. O seu volume é de cerca de 1,5 L. O ar residual é constituído pelo ar que se encontra nos alvéolos contraídos e pelo ar que permanece nas vias respiratórias, traqueia, brônquios e bronquíolos, não tomando parte nas trocas gasosas ao nível dos alvéolos.

– O ar de reserva ou suplementar. Trata--se de uma quantidade de ar que se pode forçar a sair dos pulmões, após ter

– O terceiro é o ar corrente, ou seja, o ar que se inspira e expira durante uma res-piração normal e tranquila. É de cerca de 0,5 L mas aumenta rapidamente com o exercício.

– O quarto é o ar complementar. Inspira--se ar normalmente, mas depois conti-nua-se a inalá-lo tanto quanto se pode. A quantidade de ar inspirado acima do ar corrente constitui o ar complementar, que representa em média cerca de 3,5 L. A soma dos quatro componentes repre-senta a capacidade total dos pulmões, ou seja, 7 L. O ar de reserva, o ar corrente e o ar complementar constituem a capacidade vital do organismo.

O Corpo Humano,Verbo

1. Qual a quantidade de ar que fica nos pulmões depois de uma expiração forçada? 2. Que relação existe entre capacidade vital e capacidade total dos pulmões? 3. Como se denomina o ar que entra numa inspiração forçada?

4. Atribui a cada uma das letras da figura um dos termos do texto.

Volume de ar nos pulmões / mL

6000 4800 3600 0 2900 2400 1200 Tempo Volume inspiratório de reserva Capacidade inspiratória Capacidade vital

Volume pulmonar total

Volume de ar residual Volume de ar corrente Volume expiratório de reserva Volume de ar residual Capacidade residual D C A B

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médico que o tratou, William Beaumont, verificou que a ferida permitia um acesso fácil ao estômago. Fez então várias observações sobre as diferentes etapas da digestão:

“(...) 7 de Agosto. Às 11 horas, após ter feito um jejum durante 17 horas, retirei uma porção de suco gástrico puro do estômago do paciente. Coloquei então um bom pedaço de carne de boi cozida dentro de um frasco mis-turado com o suco. Fechei hermeticamente o frasco e coloquei-o num banho-maria a 37,8 ºC. Ao fim de 3 horas, a carne tinha sido reduzida a metade. Ao fim de 9 horas, a mistura tinha a cor de soro de leite”.

1. Se estivesses no lugar de Saint-Martin deixavas Beaumont realizar a experiência? Defende a tua posição.

2. Porque colocou Beaumont o frasco a 37,8 °C?

3. Quais as observações do processo digestivo feitas por Beaumont?

4. Retira do documento uma frase que apoie a afirmação: “Uma observação fortuita da digestão humana”.

W. Beaumont, Experiments and Observations on the Gastric Juices

Utilizei uma águia, que se destinou a expe-riências para as quais servia qualquer outra ave carnívora. Coloquei num tubo de ferro aberto dos dois lados um bocado de carne (...). O tubo assim guarnecido de carne foi dado à águia para o seu pequeno-almoço às sete horas da manhã. Apenas no dia seguinte consegui observar o tubo que a ave tinha regurgitado: ele estava intacto, sem qualquer

sinal de desgaste. O bocado de carne tinha sido reduzido a um quarto do seu volume e peso iniciais; a carne que restava estava coberta por uma espécie de pasta, resultante das partes que tinham sido dissolvidas e tinha perdido a sua consistência; retirando-a com a ponta de um canivete ela desfazia-se em fios; o seu cheiro era o de carne apodrecida.

Réaumur,Observations Sur la Digestion des Oiseaux

O enigma da digestão

1. Sabendo que Réaumur queria estudar essencialmente a digestão química, comenta a atitude deste cientista ao escolher uma ave.

2. Qual o alimento utilizado por Réaumur? 3. Que conclusão podes tirar da experiência?

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Bioterra

– Viver Melhor na Terra, 3.

ociclo – Cad. Professor

mal (inteiro ou parte) extraído de cadáver ou pessoa viva. Na maior parte das vezes a trans-plantação hepática aplica-se a doentes com afecções crónicas (hepatites, cirroses alcoólicas ou com tumores) que deterioram gravemente a vida do doente e acabam por causar a morte.

Entre nós, a doença dos pezinhos (medica-mente designada como polineuropatia ami-loidótica familiar ou doença de Corino de Andrade, o notável médico português que a descobriu e estudou profundamente) é um exemplo de defeito biomolecular do fígado que, transmitido hereditariamente, vem a ter expressão clínica depois dos 20 anos. É a partir desta altura que se deve proceder à substituição do fígado, sendo esta a única terapêutica possível para evitar a morte pre-matura do doente.

Iniciada em 1965, pelo mais notável cien-tista-cirurgião da história da transplantação, Thomas Starzl, a transplantação do fígado veio a conhecer grande sucesso clínico a par-tir dos anos 80, com o aparecimento de um

No nosso país o doente mais jovem a sofrer uma transplantação do fígado (equipa do Hospital Universitário de Coimbra e do Hos-pital Pediátrico de Coimbra, tendo como cirurgião principal o Dr. Emanuel Furtado) tinha 4 meses e pesava 5,8 kg à data do trans-plante, mantendo excelente função e bom desenvolvimento aos 2 anos e meio de idade.

Linhares Furtado,

Guia do Bem-Estar, Expresso, 2002

1. Em que consiste a transplantação hepática?

2. Refere três casos em que seja necessária a substituição do fígado. 3. Relativamente à doença dos pezinhos, indica:

3.1. os outros dois nomes que lhe são atribuídos. 3.2. o cientista que a identificou e estudou.

3.3. por que razão se costuma dizer que esta doença passa de pais para filhos. 3.4. o único meio de tratamento.

4. Quem foi o primeiro cirurgião a realizar um transplante de fígado?

5. Explica por que razão este tipo de intervenções cirúrgicas só passou a ter mais sucesso a partir da década de 80.

6. A transplantação hepática, nas últimas décadas, tem sido uma terapêutica que tem salvo a vida de muitos milhares de crianças e adultos.

6.1. Transcreve do texto um exemplo deste facto.

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briram que este também pode recordar e ficar nervoso, e até chega a dominar o colega mais “nobre”. “Pensávamos que o aparelho gastrointestinal era um tubo oco com refle-xos simples. A ninguém ocorreu contar as fibras nervosas que o percorrem”, admite David Wingate, professor da Universidade de Londres. Não é segredo para ninguém que o aparelho gastrointestinal é responsável por fornecer ao organismo um abastecimento contínuo de água, electrólitos e elementos nutritivos. Para cumprir esta tarefa, tem de

segregar sucos digestivos, digerir alimentos, absorver nutrientes e finalmente expulsar os desperdícios. Todas estas tarefas são controla-das pelo cérebro abdominal, também conhe-cido como “sistema nervoso entérico” (SNE). Mas a tarefa que executa vai mais longe... produz substâncias psicoactivas que influen-ciam o estado anímico, como os neurotrans-missores serotonina e dopamina, assim como diferentes opiáceos, que regulam a dor.

Super Interessante, Agosto de 2001

1. Propõe outro título para esta notícia.

2. Dá dois exemplos que apoiem o facto de: “recordar e ficar nervoso, e até chega a dominar o seu colega mais “nobre””.

3. Qual a denominação científica para o “cérebro abdominal”?

4. Segundo o autor do artigo, este “cérebro” tem duas funções distintas.

4.1. Identifica-as.

4.2. Transcreve do texto frases que apoiem a tua resposta à questão anterior.

5. Qual será a importância da regulação da dor ao nível deste sistema?

Para se sentir optimista, nada melhor do que começar o dia com uma dose de cereais integrais, com frutos secos, muito ricos em vitamina B1, e tiamina, um grande estimu-lante, que actua sobre o sistema nervoso e prepara os músculos para que desenvolvam o seu trabalho. A tiamina é conhecida como a vitamina do esforço, a sua carência provoca cansaço, debilidade muscular, confusão, apa-tia e perda de apetite.

Também contribuem para levantar o ânimo: os ovos, as ervilhas, as lentilhas, os feijões secos e o peixe. Todos estes alimen-tos, bem como os mariscos de concha pequena, melhoram a memória e a concen-tração e predispõem ao bom humor.

Saúde e Bem-Estar, Agosto de 2000

Os alimentos do bom-humor

1. Qual é o assunto do artigo?

2. Transcreve uma frase que apoie o título do artigo.

3. Dá exemplos de três alimentos que melhorem a memória e a concentração. 4. No artigo é referida a vitamina do esforço.

4.1. Identifica-a.

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a actividade de transplantação estão sujeitas a prévia autorização do Ministro da Saúde, depois de ouvida a Organização Portuguesa de Transplantação, afir ma a por taria 31/2002, publicada no Diário da República de 8 de Janeiro. O objectivo da regulamenta-ção da colheita e transplante de órgãos é o de “garantir a exigência de condições para a sua prática e a existência de um registo que asse-gure de uma forma permanente a rastreabili-dade dos tecidos e órgãos utilizados”, diz a portaria. O diploma regulamenta as condi-ções em que devem ser feitos os vários tipos de transplantes e, em particular, estabelece

com a portaria, deverá funcionar uma uni-dade de transplantação de células hemato-poiéticas (células indiferenciadas do sangue que se transformam em todo o tipo de célu-las sanguíneas) em hospitais centrais universi-tários (dois em Lisboa, um em Coimbra e dois no Porto) e uma unidade em cada um dos centros regionais do Instituto Português de Oncologia. Cada uma destas unidades deverá ter capacidade para efectuar um mínimo de vinte transplantes por ano de células hematopoiéticas, usados para repo-voar a medula em caso de doenças do sangue.

1. O artigo refere uma portaria que regulamenta os transplantes em Portugal.

1.1. Qual o Ministério que a publicou? 1.2. De que portaria se trata?

1.3. Transcreve o teor principal dessa portaria.

2. Menciona, justificando, se estás ou não de acordo com esta regulamentação. 3. Relativamente às doenças de sangue, indica:

3.1. o que foi definido pela portaria.

3.2. as unidades que terão de ser criadas para a sua implementação. 3.3. o número mínimo de transplantes que deverão ser realizados por ano.

4. Para se realizarem transplantes tem de haver dadores.

4.1. Diz, justificando, se estavas ou não disponível para seres dador de um determinado

órgão.

4.2. Quem são actualmente os dadores da maior parte dos órgãos que se transplantam em

Portugal?

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embora habitualmente sejam originadas por disfunções metabólicas, a maioria das quais desconhecidas. Por outras palavras, uma dada disfunção química no organismo dá lugar a uma eliminação anormalmente elevada de uma substância que, perante certas condições,

resultar na formação de litíase renal. Uma vez formadas podem dar lugar a diferentes mani-festações clínicas, como hematúria – sangue na urina, infecção urinária... ou inclusiva-mente não dar qualquer sintoma e descobrir--se por mero acaso, numa radiografia.

Atacar a raiz do problema implica uma dieta concreta, evitando, por exemplo, o leite e seus derivados quando a litíase é cálcica. Por outro lado, há que conseguir que o doente urine 2 L por dia, pelo que é importante que beba cons-tantemente, inclusive durante a noite. Quando

a pedra é muito consistente é necessária uma intervenção cirúrgica. Actualmente abando-nou-se a chamada cirurgia aberta, em favor de um tratamento ultra-sónico.

Saúde e Bem-Estar, Agosto de 2002

1. Como é conhecida vulgarmente a litíase renal?

2. Transcreve do texto a explicação de como pode aparecer a litíase renal. 3. Quais podem ser os sintomas desta doença?

4. Transcreve da tabela:

4.1. a composição da maior parte dos cálculos renais. 4.2. os cálculos:

4.2.1. mais pequenos. 4.2.2. mais duros. 4.2.3. de superfície lisa.

5. Menciona dois tratamentos que o paciente com pedra no rim poderá fazer em casa. 6. Relativamente ao método actual de eliminação dos cálculos renais:

6.1. como se denomina?

6.2. qual a vantagem em comparação com o método anterior?

Cálculos

renais Tamanho Superfície

Oxalato cálcico lisa ou

rugosa variável Frequência (%) Cor 58,5 escuro, negro Opacidade Rx + Fosfato cálcico Dureza lisa muito dura variável branco- 8,9 -amarelado mole + Fosfato

magnésio grande rugosa 0,3

amarelado

escuro +

Cistina lisa

dura

grão de arroz amarelo dureza média + 0,7

Ácido úrico e

uratos Pequeno lisa 0,7

amarelo--avermelhado dura –

Xantina Pequeno amarelo lisa ...

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indiferenciadas colhidas em fetos de vaca clonados. É a empresa de biotecnologia norte-americana Advanced Cell Technology que está a desenvolver este procedimento, mas a experiência não foi ainda publicada nem são conhecidos pormenores, pois foram os jornais britânicos The Times e Daily Mail quem divulgou a história.

O objectivo era verificar se pelo menos o sistema imunitário dos animais não rejeitaria este órgão, meio natural, meio artificial. Os cientistas implantaram estes rins em minia-tura por baixo da pele das vacas, explicou Robert Lanza, vice-presidente da empresa, ao jornal norte-americano The Washington Post. O investigador e empresário não expli-cou quantos animais foram usados nem quantos rins foram fabricados, mas garantiu que o sistema imunitário dos animais não rejeitou os rins híbridos: “Podemos dizer que estes rins produziram urina e sobreviveram durante vários meses nas vacas.”

Desta forma, a empresa pretende provar a validade do conceito de clonagem terapêutica,

colher as células indiferenciadas, que têm o potencial de se transformar em todos os tipos de tecidos – neurónios para a doença de Alzheimer, ou células produtoras de insu-lina para diabéticos, por exemplo, que seriam compatíveis com o doente, uma vez que para as criar foi usado o seu próprio ADN.

O problema é que, para obter as células indi-ferenciadas, é preciso destruir o embrião. Nos Estados Unidos o Congresso está a discutir se vai autorizar ou não este tipo

de investigação e procedimento clínico, e os norte-americanos mostram-se profunda-mente divididos sobre o assunto.

Público, Janeiro de 2002

1. Qual o assunto do artigo?

2. Relativamente à empresa norte-americana que está a levar a cabo a experiência, indica:

2.1. como se denomina.

2.2. o material biológico que está a utilizar. 2.3. a área de investigação.

2.4. o objectivo dessa experiência.

3. O investigador e empresário considera que a experiência foi bem-sucedida. Transcreve a frase por ele proferida e que revela esse sucesso.

4. Qual a importância desta descoberta para:

4.1. os doentes com Alzheimer? 4.2. os diabéticos?

5. Relê o último parágrafo do artigo.

5.1. Identifica o problema ético explícito nesse parágrafo.

(20)

afirma no seu livro O Macaco Perfumado que “todos os testes da anatomia, da química e da psicologia sugerem que o ser humano é de facto o mais perfumado dos símios”. Este toque aromático não é gratuito: cada vez são mais os estudos que colocam em evidência a relação entre o odor corporal e a nossa sexua-lidade. O cheiro característico de cada indiví-duo é dado pelas secreções olorosas de dois tipos de glândulas repar tidas pela pele humana, como pode ver-se no esquema à direita: as glândulas sebáceas, que libertam um líquido oleoso ou sebo, e as apócrinas, que segregam um líquido aquoso.

Trata-se, na realidade, de uma janela singu-lar, já que o sistema olfactivo é o único dos cinco sentidos que tem o privilégio de contac-tar directamente com o sistema límbico, antes denominado “rinencéfalo” ou “cérebro olfac-tivo”. Mediante eléctrodos muito finos e explorações cirúrgicas em animais de labora-tório, os neurologistas conseguiram descobrir

que as fibras nervosas olfactivas estão ligadas à amígdala, uma estrutura límbica em forma de amêndoa que se erige como a sede de emoções, e com o hipocampo, um centro básico da memória.

Super Interessante, Outubro de 2002

Benzaldeído (amêndoas amargas), 0,3 mM 4 – hidroxitonóico lactona (côco) 0,05 mM Pentadecalactona (almíscar) 7 nM 5a–androst-16 en-3-una (urina) 0,6 nM Geosmina (terra) 0,1 nM 2-trans-6-cis--nonadienal (pepino) 0,07 nM }-ionona (violeta) 0,03 nM

1. Qual foi a conclusão a que chegou o zoólogo Michael Stoddart?

2. O cheiro característico de cada indivíduo é dado por secreções de dois tipos de glândulas. Relativamente a essas glândulas específicas:

2.1. identifica-as.

2.2. indica que tipo de líquido segregam. 2.3. refere onde estão situadas.

2.4. localiza-as em três zonas do organismo.

3. Transcreve do artigo o modo como os neurologistas descobriram a ligação do sistema olfac-tivo com o cérebro.

4. Sabendo da ligação entre o olfacto e o cérebro, relaciona o facto de, quando temos o nariz entupido, perdermos o apetite.

CHEIROS COMUNS Lábio superior Pálpebras Canal auditivo Linha média do peito Zona umbilical Prepúcio e glande do pénis Axila Mamilos e auréolas Monte de Vénus Lábios maiores e menores Zonas perinal e anogenital, e períneo Escroto

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tagiosa! Doença que se contagia através da promoção do produto, nem sempre de forma directa, usando, muitas vezes, o patro-cínio a actividades e eventos desportivos. Utilizar o desporto, os recintos onde este é praticado e os seus protagonistas, considera-dos ídolos pelos jovens, é talvez a forma mais condenável de promover este produto.

Foi oficialmente lançada a 31 de Maio último uma campanha promovida pela Comissão Europeia, dirigida aos jovens entre os 12 e os 18 anos, que será desenvol-vida nos próximos três anos nos países da União Europeia. A finalidade desta campa-nha é sensibilizar os jovens para os efeitos negativos do consumo de tabaco e para as estratégias de manipulação que são utiliza-das pela indústria tabaqueira. O “slogan”

Esta campanha faz parte da estratégia de controlo do tabagismo que a Comissão pre-tende implementar nos países da União Europeia. Neste quadro a campanha serve, também, para divulgar as medidas da Comis-são destinadas a controlar o consumo de tabaco e seus efeitos. Um dos aspectos essenciais desta campanha é uma estratégia de alianças. Pretende-se, assim, reflectir, além dos interesses da Comissão, os interes-ses da sociedade como um todo, incluindo profissionais de saúde e sociedade civil.

A campanha terá em especial conta o sec-tor do desporto, tentando obter o apoio expresso de desportistas populares entre os jovens e testemunhos de estrelas de futebol.

Saúde e Bem-Estar, Agosto de 2002

1. Refere, justificando, se estás ou não de acordo com o título do artigo. 2. O que significa o slogan “FEEL FREE TO SAY NO”?

3. A OMS considera o uso do tabaco como uma doença contagiosa.

3.1. Qual a forma de contágio desta doença?

3.2. Identifica dois meios de contágio utilizados pela indústria tabaqueira.

3.3. Consideras, tal como a OMS, condenável a forma de promoção do tabaco? Justifica.

4. A Comissão Europeia pretende implementar nos países da União Europeia uma estratégia de controlo do tabagismo.

4.1. Qual a finalidade desta estratégia?

4.2. Refere a faixa etária do público a que se destina a campanha.

4.3. Transcreve do texto a parte que refere os apoios humanos com que a Comissão conta

para a implementação dessa estratégia.

(22)

sivos, apresentam um perfil de afastamento em relação à família, à escola e ao convívio com os colegas em meio escolar. Simultanea-mente, admitem envolver-se com maior fre-quência em situações de violência na escola, reconhecem consumir mais tabaco e outras drogas ilícitas e afirmam-se menos felizes, referindo igualmente com maior frequência sintomas de mal-estar físico e psicológico. Em síntese, estes são os principais resultados do estudo mais recente sobre consumo de álcool entre os jovens – um inquérito condu-zido por investigadores da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Téc-nica de Lisboa junto de 6903 jovens dos 6.º, 8.º e 10.º anos de 191 escolas de todo o país. Uma parte significativa dos jovens inquiri-dos (71 por cento) já tinham experimentado álcool, ainda que apenas 12 por cento destes tivessem admitido ser consumidores regula-res (o que significa que bebem cerveja, vinho ou bebidas espirituosas uma vez por semana

ou mais, 11 por cento do total) são consumi-dores habituais com maior frequência. E se os rapazes, particularmente os mais velhos, parecem ser aqueles para quem se torna mais difícil resistir à tentação de experimen-tar bebidas alcoólicas, é preciso destacar que, no conjunto dos consumidores regula-res de bebidas alcoólicas, quase 40 por cento tinha 15 anos e 13,5 tinha apenas 13 anos.

O inquérito integra-se num vasto estudo colaborativo da Organização Mundial de Saúde sobre o comportamento dos jovens em idade escolar, com o objectivo de compreender os estilos de vida dos adolescentes e os hábitos relacionados com a saúde e o risco. Realizado de quatro em quatro anos por uma rede euro-peia de profissionais de saúde, conta com a par-ticipação de Portugal, desde 1994, através da equipa do projecto Aventura Social e Saúde da Faculdade de Motricidade Humana.

Público, Maio de 2002

1. O artigo refere o resultado de um estudo realizado a adolescentes portugueses.

1.1. Qual o assunto do estudo? 1.2. Quem realizou o inquérito?

1.3. Refere duas conclusões desse estudo.

2. O consumo de álcool tem graves consequências para a saúde individual. Refere dois proble-mas ao nível da saúde:

2.1. física. 2.2. psíquica. 2.3. familiar.

3. Embora seja proibido por lei vender álcool a menores de 16 anos, na prática tal não se verifica.

3.1. Qual a principal razão deste facto?

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ção, em particular nos que envolvem mor-tos ou feridos graves, é muito significativo e bem documentado. O gráfico mostra como o risco de acidente aumenta com o aumento de TAS (taxa de alcoolemia san-guínea), particularmente nos consumido-res e condutoconsumido-res mais jovens e menos experientes.

O Álcool no Corpo Humano, DGV

1. Para uma concentração de álcool no ar expirado de 15%, indica o aumento de risco para os indivíduos:

1.1. mais susceptíveis ao álcool. 1.2. menos susceptíveis ao álcool.

2. Para uma concentração de álcool no ar expirado de 35%, indica o aumento de risco para os indivíduos:

2.1. mais susceptíveis ao álcool. 2.2. menos susceptíveis ao álcool.

3. Retira conclusões das tuas respostas às questões anteriores.

4. Menciona uma razão para o facto de o risco aumentar quando os condutores são mais jovens e menos experientes. Os mais susceptíveis ao álcool Os menos susceptíveis ao álcool Risco de acidente sem ingestão de álcool

Concentração de álcool no ar expirado (%) 85 75 65 55 45 35 25 15 5 5 vezes 10 vezes 2 3 4

O desporto faz parte da vida de quase todos nós, como praticantes, como espectadores, ou, simplesmente, para manter a forma.

Os atletas trabalham hoje mais do que nunca, e todos os anos batem recordes. Tal como o ano passado, actualmente também poucos são os que conseguem chegar ao topo sem muita dedicação e muito treino.

Mas hoje há mais um ingrediente indispen-sável para atingir o sucesso – o apoio e o conhecimento que a ciência proporciona.

Cientistas e técnicos oferecem aos atletas a pequena margem de que necessitam para vencer. A ciência permite-lhes uma melhor compreensão do seu próprio corpo e das suas capacidades.

Ciência e desporto

1. Constrói uma frase em que relaciones o desporto com a:

1.1. vida quotidiana. 1.3. ciência.

1.2. escola. 1.4. doença.

2. Exemplifica de que modo o desenvolvimento científico e tecnológico permitiu o avanço de práticas desportivas como:

2.1. o futebol. 2.2. a natação. 2.3. o automobilismo.

3. Dá exemplo de um desportista português que tenha sido galardoado.

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desvios da ingestão de vitaminas em relação à Tabela Portuguesa de Necessidades Nutricionais (TPNN).

Com base nos gráficos, responde às questões:

1. Indica qual das vitaminas é ingerida com maior desvio. Justifica.

2. Quais as vitaminas que um adolescente entre os 11 e 14 anos ingere em quantidade deficiente? 3. Refere algumas das consequências resultantes da carência de vitaminas.

4. Relativamente à vitamina A:

4.1. em que idades se regista um maior desvio? 4.2. justifica a resposta que deste à questão anterior.

Desvio (%) 250 200 150 100 50 0 -50 A D E B1 B2 C PP B6 B12 Á.f. Vitaminas Rapazes Raparigas Á.f. = Ác. fólico

Desvio da ingestão de vitaminas em relação à TPNN – 11 a 14 anos de idade.

Desvio (%) 350 300 250 200 150 100 50 0 -50 A D E B1 B2 C PP B6 B12 Á.f. Vitaminas Rapazes Raparigas Á.f. = Ác. fólico

Desvio da ingestão de vitaminas em relação à TPNN – 15 a 19 anos de idade.

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realizadas pela revista Pais & Filhos a especia-listas nesta área:

Daniel Sampaio, psiquiatra

Pais & Filhos: Que tipo de distúrbios

ali-mentares são mais comuns nos jovens?

Daniel Sampaio: Antes de responder,

gostava de dizer que quando se fala de crian-ças e jovens, os problemas de comportamento alimentar não são os mais importantes (...). A grande preocupação dos pais deve centrar-se na auto-estima dos filhos. Como eles se sen-tem em relação a si próprios (...). Mas, de qualquer forma, os problemas de comporta-mento alimentar podem surgir, sobretudo, na adolescência (...) uma perda de peso acen-tuada, uma restrição para certo tipo de ali-mentos, uma preocupação muito excessiva com a imagem corporal, o uso de dietas de uma forma controlada. A mensagem deve ser: nenhuma criança e nenhum adolescente deve fazer dieta sem supervisão médica.

peso, actualmente, é bastante mais impor-tante do que a questão da magreza, em ter-mos de saúde pública?

Isabel do Carmo: Muito mais importante. P&F: O que é que se pode fazer para

con-trariar as tendências mais pessimistas?

IC: A força dos grupos económicos é

muito maior do que a nossa. Apesar disso, podemos fazer o discurso da contracor-rente. Os pais deviam abdicar um pouqui-nho da sua passividade, da rotina do trabalho, da televisão e organizar-se. Lutar por pequenos espaços entre os prédios onde as crianças possam brincar e fazer exercício físico, lutar para os bares das escolas não venderem determinados ali-mentos e para que à volta das escolas tam-bém não os haja. Objectivos simples que se atingem quando as pessoas se organizam.

Pais & Filhos, Alimentação, 2002-2003

1. Quem foram os especialistas entrevistados?

2. Por que razão um psiquiatra dá consultas de comportamento alimentar?

3. Os dois especialistas referem a família como sendo fundamental para o equilíbrio dos jovens. Qual o conselho dado aos pais pelo(a):

3.1. psiquiatra? 3.2. endocrinologista?

4. Também no artigo é referida a alimentação ao nível das escolas.

4.1. Indica, justificando, se é mais saudável comer na cantina ou no bufete.

4.2. Relativamente à venda de alimentos ricos em gordura, como panikes e donuts: 4.2.1. concordas com a sua venda nas escolas?

4.2.2. justifica a tua resposta à questão anterior. 4.2.3. propõe alimentos substitutos e mais saudáveis.

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sódios de grande voracidade alimentar, segui-dos de manobras compensatórias; terá que os ter pelo menos duas vezes por semana durante pelo menos três meses para ser con-siderada bulímica. Uma boa e sensível descri-ção destes episódios foi a da Princesa Diana de Inglaterra na entrevista que deu à televi-são. Contou que entrava em casa, estava triste, ia à cozinha e durante algum tempo ela ficava sozinha com o frigorífico. E enchia-se, como se tivesse um vazio dentro...

É espantoso como é que uma princesa, que imaginamos rodeada duma corte num palácio, pôde estar, a dado momento, tão solitária e sentindo-se tão abandonada como qualquer pequena burguesinha das cidades-dormitó-rios dos arredores de Lisboa ou do Porto. Ou mesmo como qualquer jovem alentejana, perdida no interior, mas atingida pela doença, porque atingida pela comunicação

comprar aquela comida toda, para ela depois vomitar”. Estes vómitos são provocados como manobra compensatória com o objec-tivo de manter o peso ou emagrecer.

Isabel do Carmo, Magros, Gordinhos e Assim-Assim

1. Qual o assunto do texto?

2. Por que razão se considera a bulimia como uma alteração de comportamento alimentar? 3. Qual a manobra compensatória a que os bulímicos recorrem para manter o peso? 4. O texto faz referência a uma personalidade que sofria de bulimia.

4.1. Identifica essa personalidade.

4.2. Refere a possível razão que a levava a ter esse comportamento.

4.3. Outras celebridades, como, por exemplo, Kate Moss, sofrem de anorexia nervosa. 4.3.1. O que é a anorexia nervosa?

4.3.2. Menciona uma diferença em termos de comportamentos alimentares entre a

buli-mia e a anorexia.

4.3.3. Tenta encontrar uma explicação para pessoas célebres como as citadas, a quem

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O Cancro, Biblioteca Médica da Família

1. Quais os cancros directamente relacionados com o consumo de alimentos? 2. Refere dois tipos de alimentos que previnem o cancro:

2.1. do estômago. 2.2. do cólon.

3. O cálcio previne o aparecimento de cancro no cólon e na mama. Indica dois alimentos ricos neste nutriente.

4. Menciona dois tipos de alimentos que podem contribuir para o cancro:

4.1. da mama. 4.2. do estômago.

5. Comenta a afirmação: “Pela boca morre o peixe e o ser humano também”. Alimentos a consumir em menor ou maior quantidade e hábitos menos saudáveis.

T i p o d e c a n c r o M e n o s M a i s

Mama Gordura, carne

verme-lha, calorias

Pão, massas, frutas, vegetais, azeite, ali-mentos com vitaminas C e D, cálcio.

Cólon Carne vermelha, calorias

Fibras, frango sem pele, peixe, vegetais ver-des, couve galega, nabo, agrião, frutas,

ali-mentos com vitaminas E e D e cálcio.

Pulmão Tabaco Alimentos com antioxidantes: vitaminas A,

C, E, betacarotenos e selénio.

Estômago Salgados, fumados e

alimentos em vinagrete

Alimentos com vitaminas A e C, cebolas, alhos, frutas, citrinos e fibras.

Colo do útero __________ Vitaminas C e E e betacarotenos.

Cavidade oral Álcool, tabaco Alimentos com vitamina A e carotenóides,

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novos conceitos em nutrição, devido aos novos estilos de vida e à preocupação de aumentar a qualidade de vida dos indivíduos. Deste modo o conceito de alimento “são” deu lugar ao conceito de alimento “funcional”, produto modificado que promove melhores benefícios para a saúde em comparação com os alimentos tradicionais.

Qualquer definição de alimento funcional deve convergir para: aquele alimento que tem um impacto positivo na saúde do indiví-duo, quer na prevenção, quer na cura de uma patologia, ou seja, assume uma função especí-fica, para além da função básica de nutrir. Assim, dentro da gama de alimentos funcio-nais, estão incluídos os prebióticos, os pro-bióticos, os simbióticos e outros.

Prebióticos

São alimentos/nutrimentos não digeríveis da alimentação. São hidratos de carbono com-plexos não digeríveis, existentes nos vegetais e legumes. Produzem efeitos benéficos, esti-mulando selectivamente o crescimento e/ou

do cólon, beneficiando assim a saúde do hos-pedeiro.

Probióticos

São os microrganismos vivos que, ao serem fornecidos como suplemento da alimentação, afectam de forma benéfica o crescimento da flora bacteriana do intestino. São também conhecidos como bioterapêuticos, bioprotec-tores e bioprofilácticos e são usados para pre-venir infecções entéricas e gastrointestinais. O iogurte tem as condições para ser conside-rado um alimento probiótico.

Simbióticos

Foi da combinação dos alimentos prebióti-cos e probiótiprebióti-cos que resultou o termo “ali-mentos simbióticos”. Neste caso o hospedeiro beneficia da protecção dos pre-bióticos e dos propre-bióticos. Um exemplo desta sinergia é a relação entre a quantidade de fibra dietética que provém da alimentação e a microflora intestinal.

Saúde e Bem-Estar, Outubro 2003

1. O que é um “alimento funcional”?

2. Retira do texto um efeito de um alimento:

2.1. prebiótico. 2.2. probiótico.

3. Quais as outras denominações dos alimentos probióticos? 4. Como surgiu o termo “alimento simbiótico”?

5. O nutricionista Dr. Alexandre Fernandes, autor do artigo desta revista, afirma: “Os alimentos funcionais deverão fazer parte da alimentação oferecida nos infantários, hospitais, centros de saúde, escolas e outros locais, quer estatais quer privados, bem como a convalescentes, idosos e consumidores em geral.” Comenta esta afirmação.

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pradores tentam comprar os maços “normais” que ainda restam nos quiosques, apenas com o discreto rodapé no fundo da embalagem. A procura de cigarreiras aumenta, e já há marcas a oferecer latas para guardar os maços.

Mas à medida que se estuda a aplicação de medidas mais fortes para evitar o consumo de tabaco, é cada vez mais discutida a sua eficácia. Alguns fumadores confessam um choque ini-cial, mas a maior parte logo esconde o aviso pondo um telemóvel em cima do maço, ou pura e simplesmente ignorando o que lá está escrito.

O sociólogo João Teixeira Lopes, que é muito crítico da publicidade normativa – que pre-tende impor, de forma explícita, comportamentos sociais –, considera que o efeito sobre os fumadores “é praticamente nulo” já que

“eles estão informados sobre os malefí-cios”. E sobre os futuros fumadores, principalmente adolescentes e jovens, tem até um “efeito inverso ou perverso”, afirma. A publicidade normativa é tão evidente, representa o lado da ordem estabelecida, que impõe regras. Nos grupos juvenis poderá ter um efeito contrário: “fumar é um acto de desafio, é ir contra as regras.”

Diz o sociólogo que para levar as pes-soas a deixar de fumar deve analisar-se a forma como o hábito foi propagado na cultura ocidental – através da sedução. “Talvez devêssemos perceber o que leva as pessoas a começar a fumar para, depois, vermos o que podemos fazer para que façam o contrário”.

Pública, Outubro de 2003

1. Qual o assunto do artigo?

2. Retira uma frase que apoie o título.

3. Relativamente à publicidade normativa, refere:

3.1. em que consiste.

3.2. justificando, se concordas ou não com este tipo de publicidade. 3.3. a posição do sociólogo.

4. Dá um exemplo que ilustre a frase do texto: “... foi propagado na cultura ocidental – através da sedução”.

5. Se fosses responsável por este tipo de campanhas, qual seria a tua proposta para evitar que os jovens se iniciem no hábito de fumar?

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Vais precisar de:

• moedas de diversos tamanhos • um amigo

– Põe as moedas nos bolsos. Em seguida mete a mão nos bolsos e apalpa as moedas. És capaz de as distinguir umas das outras?

– Pede ao teu amigo que escolha uma das moedas e vê se és capaz de lhe dar a moeda que ele escolheu. Continua até lhe dares todas as moedas pela sequência que ele as pedir. – Podes em seguida fazer a mesma coisa, mas trocando de lugar com o teu amigo. – Em seguida coloca as moedas em fila, numa mesa. Fecha os olhos.

– Pede ao teu amigo que altere a ordem das moedas de modo a que não saibas o lugar de cada uma. Toca nas moedas com a ponta dos dedos. Podes tocar nas faces e nas arestas, mas não as podes levantar da mesa.

– Tenta adivinhar o valor da moeda em que estás a tocar.

Provavelmente achaste muito mais difícil distinguir as moedas postas na mesa. Quando as tinhas nos bolsos, podias mexer nelas, tomar-lhes o peso, tocar nelas e comparar umas com as outras. A partir de toda essa informação, transmitida pelos receptores nervosos situados nos dedos, o cérebro elabora uma imagem mental do conteúdo do teu bolso – toque háptico.

O cerebelo em acção

Vais conseguir visualizar uma das coisas valiosas que o teu cerebelo consegue fazer. – Mantém o dedo indicador levantado, em frente da cara, a cerca de 15 cm de distância. – Move a mão de um lado para o outro o mais depressa que puderes. O teu dedo não parece

pouco nítido?

– Agora mantém o dedo imóvel, a cerca de 15 cm da cara. Vira a cabeça de um lado para o outro o mais depressa que puderes. Mantém os olhos fixos no dedo. Já consegues ver o dedo mais nitidamente?

Mesmo que a cabeça se mova repentinamente, o nosso cerebelo assegura a fixação dos olhos no objecto em observação. Chama-se o reflexo vestíbulo-ocular. Este reflexo pode evitar--nos acidentes. Imagina que estás a andar de bicicleta. De repente há um desnível na estrada. Todo o teu corpo sofre um esticão, sobe e desce. Contudo, és capaz de distinguir um ramo caído na estrada e vais evitá-lo sem problemas.

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ociclo – Cad. Professor

A espiral Fraser – A ilusão é a de uma espiral descendo até ao infinito.

Degraus diabólicos – Aonde é que podes chegar subindo estes degraus? Tenta agora descê-los.

Diverte-te com os reflexos

Treina e ganha dinheiro

Pede a um colega para dobrar o polegar e o indicador como se fosse uma pinça. Segura uma nota entre os dedos do teu colega e diz-lhe para os fechar assim que tu soltares a nota. Tenta explicar o que acontece.

Enganando o cérebro

Pede a alguém para cruzar as mãos como mostra a figura. Agora, aponta um dedo qualquer (não encostes o dedo, aponta só) e pede à pessoa para o mexer. Na maioria dos casos, a pessoa mexe o dedo da mão oposta, porque o cérebro manda o impulso para onde a pessoa pensa que é ou o lado direito ou o lado esquerdo (repara que as mãos estão em posição invertida).

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• lâmpada ou lanterna • mesa

• martelo de borracha

Esta actividade deve ser realizada em grupos de dois alunos.

Método I

A – O(A) teu(tua) companheiro(a) deve sentar-se no bordo de uma mesa com uma das pernas a abanar.

B – Localiza o seu joelho e sente o tendão que está logo abaixo dele. C – Com um martelo de borracha bate, cuidadosamente, no tendão.

D – Repete a experiência com o(a) teu (tua) companheiro(a) a tentar impedir a resposta.

Método II

A – O(A) teu(tua) companheiro(a) deve fechar os olhos durante 2 minutos.

B – Logo que ele(a) os abra, regista, num desenho, o tamanho das pupilas e das íris.

C – Dirige o foco de luz para os olhos do(a) teu(tua) colega durante alguns segundos, enquanto observas as pupilas (tem cuidado, não o(a) encandeies). Regista, num desenho, o tamanho das pupilas e das íris.

D – Agora o(a) teu(tua) companheiro(a) deve fechar os olhos durante 2 minutos, mas man-tendo uma mão sobre o olho esquerdo.

E – Mantendo o olho esquerdo fechado e tapado, deve abrir o olho direito. Imediatamente, dirige-lhe o foco de luz para os olhos. Observa a resposta do olho direito. Depois de des-tapado, olha para o olho esquerdo e observa-o. Regista o que observaste.

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• microscópio óptico composto; preparação definitiva de esfregaço sanguíneo.

– Ilumina e foca o microscópio.

– Coloca a preparação e observa com as três ampliações. – Faz um esquema legendado e compara com a figura.

Observação do sistema respiratório do coelho

Quando a tua mãe comprar um coelho inteiro para cozinhar, aproveita para o observares internamente.

Vais precisar de:

• tesoura de cozinha

• uma ou duas pinças de cozinha

– Abre o coelho longitudinalmente sem danificar os órgãos internos. – Compara o interior com o esquema.

– Identifica os órgãos do sistema respiratório.

Leucócito Plasma Hemácia Traqueia Coração Diafragma Fígado Fígado Intestino grosso Intestino delgado Esófago Pulmões Coração Bexiga Estômago

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• uma garrafa de plástico de 1,5 L com tampa; um prego; uma pinça de madeira; 10 cm de tubo de borracha com 0,8 cm de diâmetro; lacre; fósforos; algodão; elástico; uma tina de vidro; um suporte (por exemplo, outra tina); um cigarro.

– Aquece o prego ao lume com a ajuda da pinça de madeira e faz um furo na parte inferior da garrafa. – Aquece de novo o prego e fura a tampa.

– Adapta o tubo de borracha à tampa e sela-o com lacre (consulta a figura).

– Coloca um pouco de algodão formando uma pequena bola na extremidade do tubo, que ficará dentro da garrafa, e prende com um elástico. Na outra extremi-dade coloca um cigarro.

– Enche a garrafa com água, tapando o furo do fundo com o dedo.

– Coloca cuidadosamente a tampa com o cigarro. – Sem retirares o dedo, coloca a garrafa no suporte

com o furo voltado para a tina (quando retirares o dedo, a água começará a sair).

– Pede a um colega teu que acenda com um fósforo a ponta do cigarro. Retira agora o dedo do furo.

A garrafa está pronta a fumar!

Vai observando o que se passa no seu interior à medida que a água vai saindo. Anota a cor da água, dos resíduos nas paredes da garrafa e do algodão. Quando todo o cigarro estiver consu-mido, retira com cuidado a tampa, retira o algodão e coloca outro. Procede do mesmo modo, mas agora deixa a garrafa “fumar” dois cigarros com o mesmo algodão. Procede do mesmo modo com 3, 4, 5... e compara as cores dos diferentes algodões.

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• suporte com tubos de ensaio; conta-gotas; vidros de relógio; espátula; pipeta de 10 cm; bolacha; um pedaço de pão branco de amido; amido em pó; açúcar; batata; lugol; cozi-mento de amido; saliva.

Para fazeres o cozimento de amido junta 1 g de amido a 20 mL de água quente. Mexe até o amido se dissolver e deixa arrefecer.

– Coloca, com a ajuda da espátula, uma pequena porção de amido, açúcar, batata, pão e bolacha nos vidros de relógio. Verte uma gota de lugol em cada uma das substâncias. – Deita em dois tubos de ensaio aproximadamente 5 mL de cozimento de amido. Num dos

tubos verte um pouco da tua saliva e agita.

– Coloca os tubos nas axilas ou em banho-maria a 37 °C durante, aproximadamente, 40 minutos.

– Deita uma gota de lugol em cada um dos tubos.

Absorção intestinal

Vais precisar de:

• 20 cm de tripa seca de porco (artificial); 5 mL de água açucarada; 5 mL de água salgada; 5 mL de cozimento de amido; 5 mL de gelatina (ou clara de ovo dissolvida em água); proveta de 10 mL; gobelé de 200 mL; vareta; fio; esguicho com água destilada; suporte para tubos de ensaio; reagente de Benedict; lugol; nitrato de prata; reagente do biureto; conta-gotas; lamparina de álcool; mola de madeira; termómetro; tubo de vidro.

– Ata uma das extremidades da tripa com o fio. – Enche a tripa com água da torneira,

verifi-cando se não existe qualquer furo (1). – Junta no gobelé as soluções que

prepa-raste e mexe com a vareta, de modo a obteres uma mistura uniforme.

– Verte parte do conteúdo do gobelé para o interior da tripa até a encher, deixando uma pequena porção para atar (2). Ata-a com o fio (3).

– Lava a tripa cheia em água corrente (4). – Enche um tubo de vidro com água destilada

aquecida a 37 ºC e coloca a tripa no seu interior (5) .

– Passado uma hora retira com o conta-gotas uma pequena amostra para cada um dos tubos de ensaio.

– Faz a detecção das substâncias utilizando os indicadores. 1 2 3 4 5 Solução de amido e glucose Tripa Solução de amido e glucose Água

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veja com o vedante retirado; um tubo de ensaio vulgar; uma rolha de cortiça de quartola (pipa pequena) ou outro suporte; um termómetro com escala de 0 a 100 °C; uma balança de precisão. – Monta o dispositivo como mostra a figura. A lata terá de ser preparada como se indica.

Qual-quer funileiro ou serralheiro poderá executar o trabalho em pouco tempo. Se tiveres uma tesoura de cortar chapa, brocas e berbequim, podes tentar, com ajuda de um adulto, prepa-rar a lata.

Termómetro Tubo de ensaio

Orifícios pequenos cápsula de garrafa suporte de madeira ou cortiça Lata

– Anota com precisão a temperatura da água (15 cm3) do tubo (Ti).

– Pesa convenientemente a tara da cápsula e pesa nela cerca de 0,2 g de gordura (banha, toucinho, manteiga, azeite ou outra).

– Anota o peso exacto da amostra (Pt).

– Incendeia a amostra com um fósforo. O início da combustão será difícil, mas uma vez ini-ciada mantém-se.

– Assim que a combustão começar, coloca o dispositivo por cima da cápsula, de modo que o fundo do tubo fique a cerca de 1 cm da amostra.

– Deixa a combustão prosseguir até a chama se extinguir. Agita a água com o termómetro (cuidado, o termómetro é muito frágil).

– Anota a temperatura final da água (Tf).

– Pesa a cápsula com o material não queimado (Pnq). Para calcular o peso do material queimado:

Pq = Pt - Pnq

A quantidade de calor libertada pode calcular-se a partir do aumento de temperatura da água. Caloria é a unidade de energia (quantidade de energia necessária para elevar de 1 °C a temperatura de 1 g de água). Então, a quantidade de calor libertada, ou quantidade de calor ganha pela água, é:

Q = (Tf - Ti) * 15 calorias.

Para determinar o valor calórico (ou energético) de um grama de substância, basta dividir o número calculado (em cal) pelo peso (em g) do material queimado.

Valor energético por grama = Q (cal)/P (g).

Referências

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