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Copyright © 2018, FCA – Editora de Informática, Lda. ISBN edição impressa: 978-972-722-886-7
1.ª edição impressa: junho 2018 Impressão e acabamento: Realbase Depósito Legal n.º 442040/18 Capa: José M. Ferrão – Look-Ahead
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AGRADECIMENTOS ... XV 1.INTRODUÇÃO ... 1 1.1. Windows NT ... 1 1.2. Windows 2000 e sucessores ... 2 1.3. Windows Server 2016 ... 4 1.3.1. Cloud computing ... 4 1.3.2. Server roles ... 6 1.3.3. Ferramentas administrativas... 6 1.3.4. Gestão centralizada ... 6 1.3.5. PowerShell ... 6 1.3.6. Aplicações web ... 7 1.3.7. Server Core ... 7 1.3.8. NANO Server ... 8 1.3.9. Hyper-V ... 81.3.10. Alterações de hardware ao vivo ... 9
1.3.11. Implementação de clusters ... 9
1.3.12. Network Load Balancing ... 9
1.3.13. Self-healing New Technology File System (NTFS) ... 10
1.3.14. Resilient File System (ReFS) ... 10
1.3.15. Encriptação de discos BitLocker ... 10
1.3.16. Isolamento do servidor e do domínio ... 11
1.3.17. Read-Only Domain Controller (RODC) ... 11
1.3.18. Firewall do Windows com segurança avançada ... 11
1.3.19. Alta disponibilidade ... 12
1.3.20. Backup do Windows ... 12
1.3.21. Serviços de terminal ... 12
1.3.22. Windows Server 2016 e Windows 10 ... 13
1.4. Edições do Windows Server 2016 ... 13
1.5. Versão Portuguesa ... 14
2.INSTALAÇÃO DE UM SERVIDOR 2016 ... 15
2.1. Pré-requisitos de hardware... 15
2.2. Configurações de discos ... 16
2.2.1. Fontes de problemas: espaço e segurança ... 17
2.2.2. RAID 0 ... 17
2.2.3. RAID 1 ... 18
2.2.4. RAID 5 ... 19
2.2.5. Outros tipos de RAID ... 19
2.3. Opções de instalação ... 19
2.3.1. Nova instalação ou atualização? ... 19
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2.4. Instalação do Windows Server 2016 ... 21
2.5. Conclusão da instalação ... 26
2.6. Server Core: um novo conceito de Windows ... 26
2.6.1. Objetivos e vantagens ... 26
2.6.2. Instalação de um Server Core ... 27
2.6.3. Ambiente de trabalho ... 27
3.CONFIGURAÇÕES E AMBIENTES INICIAIS ... 31
3.1. Configurações iniciais ... 31
3.1.1. Nome e presença na rede ... 32
3.1.2. Firewall do Windows ... 32
3.1.3. Gestão remota ... 35
3.1.4. Ambiente de trabalho remoto ... 36
3.1.5. Network Interface Controller Teaming ... 36
3.1.6. Configuração da rede ... 37
3.1.7. Atualizações automáticas ... 39
3.1.8. Instalação de atualizações automáticas ... 40
3.1.9. Envio de relatórios ... 40
3.1.10. Segurança avançada do Internet Explorer ... 40
3.1.11. Definições horárias ... 40
3.1.12. Ativação do Windows... 42
3.2. Server roles [funções de servidor] ... 44
3.3. Features [Funcionalidades] ... 47
3.4. Ferramentas administrativas: características ... 48
3.5. Ferramentas administrativas de base ... 49
3.5.1. Expansão das ferramentas administrativas ... 51
3.6. Microsoft Management Console [Consola de Gestão da Microsoft] ... 51
3.7. PowerShell ... 54
3.7.1. Cmdlets ... 55
3.7.2. Aliases ... 55
3.7.3. PowerShell em funcionamento ... 56
3.7.4. Trabalhando com comandos e aliases ... 56
3.7.5. Execução de scripts ... 57
3.8. Configuração de um Server Core ... 57
3.8.1. Configurações iniciais ... 58
3.8.2. Instalação de roles e features ... 58
3.8.3. Administração remota ... 58
4. ACTIVE DIRECTORY ... 59
4.1. Introdução ... 59
4.2. Definições ... 59
4.3. Workgroup ou grupo de trabalho ... 60
4.4. Domínio ... 61
4.5. Domain Controller, Stand-alone Server e Member Server ... 62
4.6. Organizational Units [Unidades Organizacionais] ... 62
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EERRAALL VII4.8. Trees [árvores] ... 63
4.9. Forests [florestas] ... 63
4.10. Benefícios do Active Directory ... 63
4.11. Instalação do Active Directory ... 64
4.12. Novas ferramentas administrativas ... 70
4.13. Read-only Domain Controller [Controlador de Domínio Só de Leitura] ... 71
4.13.1. Replicação unidirecional ... 72
4.13.2. Separação das funções de administrador ... 72
4.13.3. Read-only DNS ... 72
4.13.4. Instalação ... 72
5.GESTÃO DE UTILIZADORES ... 75
5.1. Contas de utilizador ... 75
5.2. Grupos de utilizadores ... 75
5.3. Contas e grupos de utilizadores em Windows Server 2016 ... 76
5.4. Tipos de grupos de utilizadores ... 76
5.5. Criação de utilizadores e grupos locais ... 77
5.6. Criação de utilizadores e grupos de domínio ... 80
5.7. Organizational Units [Unidades Organizacionais] ... 81
5.8. Criação de utilizadores e definição das respetivas propriedades... 84
5.9. Alteração das propriedades de uma conta ... 87
5.10. Criação de grupos de utilizadores ... 99
5.11. Alteração das propriedades de um grupo ... 101
5.12. Adição, edição e eliminação de contas ... 104
5.13. Sufixos alternativos do User Principal Name ... 104
5.14. Active Directory e Azure ... 106
5.14.1. Utilização de um domínio no Azure ... 106
5.14.2. Sincronização com Active Directory local ... 107
6.GESTÃO DE CLIENTES DA REDE ... 111
6.1. Introdução ... 111
6.2. Contas de computador no Active Directory ... 111
6.3. Integração de máquinas Windows 10 ... 112
6.4. Utilitários de linha de comandos ... 115
7.SERVIDOR DE FICHEIROS ... 117
7.1. Partilha de recursos em Windows Server 2016 ... 117
7.1.1. Instalação de novas roles ... 118
7.2. Novas ferramentas administrativas... 119
7.3. Partilha de ficheiros em qualquer pasta ... 119
7.4. Partilha avançada de ficheiros ... 120
7.5. Partilha e segurança ... 124
7.6. Gestão do servidor de ficheiros ... 125
7.6.1. Gestão de quotas por diretório ... 126
7.6.2. File Screening [Filtragem de Ficheiros] ... 128
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7.7. Distributed File System [Sistema de Ficheiros Distribuídos] ... 132
7.8. Implementação do DFS ... 133 7.9. Replicação de dados ... 137 7.10. Acesso ao DFS ... 140 8.SERVIDOR DE IMPRESSÃO ... 141 8.1. Partilha de impressoras ... 141 8.2. Instalação de impressoras ... 142 8.3. Configuração da partilha ... 146
8.4. Exportação e importação de definições de impressoras ... 148
8.5. Agrupamento de impressoras ... 150
8.6. Gestão de prioridades ... 151
9.GESTÃO DE DISCOS E VOLUMES ... 153
9.1. Introdução ... 153
9.2. Sistemas de ficheiros em Windows Server 2016 ... 153
9.2.1. FAT ou FAT 16 ... 154
9.2.2. FAT 32 ... 154
9.2.3. NTFS ... 155
9.2.4. ReFS ... 155
9.2.5. Que sistema de ficheiros usar?... 155
9.3. Discos básicos e discos dinâmicos ... 156
9.4. Gestão de discos ... 157
9.5. Conversão em dynamic disk [disco dinâmico] ... 158
9.6. Criação de volumes simples ... 160
9.7. Criação de um mirrored volume [volume refletido] ... 163
9.8. Disk Duplexing ... 166
9.9. Remoção de um mirrored volume [volume refletido] ... 166
9.10. Remoção de um volume ... 167
9.11. Criação de um striped volume [volume repartido] ... 167
9.12. Criação de um spanned volume [volume span] ... 168
9.13. Criação de um RAID 5 volume [volume RAID 5] ... 169
9.14. Recuperação do sistema ao falhar um disco com um RAID 5 volume [volume RAID 5] ... 171
9.15. Recuperação do sistema ao falhar um disco em Mirroring ... 171
9.16. Mounted volumes [volumes montados] ... 171
9.17. Gestão de quotas de disco ... 173
9.18. Discos rígidos virtuais ... 176
9.19. BitLocker Drive Encryption [Encriptação de Unidades BitLocker] ... 177
9.19.1. Instalação e configuração ... 177
9.19.2. Regeneração de palavras-passe de recuperação e de chaves de arranque ... 179
9.19.3. Desativação do BitLocker ... 179
10.CÓPIAS DE SEGURANÇA ... 181
10.1. Introdução ... 181
10.2. Boas práticas em cópias de segurança ... 182
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EERRAALL IX10.2.2. Armazenamento das cópias de segurança... 182
10.2.3. Rotatividade de dispositivos ... 182
10.3. Windows Server Backup ... 183
10.3.1. Instalação ... 183
10.3.2. Agendamento de um backup ... 185
10.3.3. Cópia de segurança a pedido ... 189
10.3.4. Segurança dos objetos do sistema ... 190
10.3.5. Recuperação a partir de um backup ... 191
10.3.6. Recuperação de aplicações ... 195
10.3.7. Recuperação completa do sistema ... 195
10.3.8. Recuperação de sistemas protegidos com BitLocker ... 195
10.3.9. Gestão de backups pela linha de comandos ... 195
11.INTRODUÇÃO AO TCP/IP ... 201
11.1. O TCP/IP ... 201
11.2. Endereços IPv4 ... 201
11.3. Classes de endereços IPv4 ... 202
11.4. Subnet Masks [Máscaras de Sub-rede] ... 203
11.5. Endereços especiais e restrições ... 203
11.6. TCP/IP versão 6 ... 204
11.7. Utilitários ... 205
11.8. Configuração de endereços IPv4 ... 206
11.9. Configuração de endereços IPv6 ... 208
12.POLÍTICAS DE GRUPO ... 209
12.1. Introdução ... 209
12.2. Localização física das políticas de grupo ... 210
12.3. Ordem de precedência das políticas de grupo ... 210
12.4. Criação de políticas de grupo locais ... 210
12.5. Criação de políticas de grupo ... 212
12.6. Organização dos Group Policy Objects (GPO) ... 214
12.6.1. Administrative Templates [Modelos Administrativos] ... 215
12.6.2. Security Templates [Modelos de Segurança] ... 215
12.6.3. User Rights [Direitos de Utilizador] ... 215
12.6.4. Restricted Groups [Grupos Restritos] ... 215
12.6.5. Starter GPO ... 216
12.7. Impor e bloquear herança ... 216
12.8. WMI Filter [Filtro WMI] ... 216
12.9. Scope Filtering [Filtragem do Âmbito] ... 216
12.10. Políticas de palavras-passe ... 217
12.11. Política de bloqueio de contas ... 220
12.12. Instalação de dispositivos ... 221
12.13. Distribuição de software ... 223
12.14. Remoção de software ... 224
12.15. Cópias de segurança de GPO ... 224
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12.17. Resultant Set of Policy (RSoP) ... 225
12.18. Conclusão ... 227
13. FIREWALL DO WINDOWS ... 229
13.1. Introdução ... 229
13.2. Firewall do Windows com segurança avançada ... 230
13.3. Regras de entrada e saída ... 236
13.4. Políticas da firewall do Windows ... 242
14.DNS ... 243
14.1. Introdução ... 243
14.2. Estrutura de um nome de domínio ... 243
14.3. DNS em Windows Server 2016 ... 244
14.4. Lançamento manual de registos ... 249
14.5. Propagação do DNS ... 251
14.6. Propriedades das zonas ... 252
14.7. GlobalNames Zones ... 254
14.8. Delegação de zonas ... 255
14.9. Partições de diretório de aplicação ... 255
14.10. nslookup ... 255
14.11. Resolução de nomes em máquinas clientes ... 256
14.12. Resolver cache ... 258
15.DHCP ... 259
15.1. Gestão de endereços IP ... 259
15.2. Criação de um scope [âmbito] ... 262
15.3. Reservas de endereços ... 270
16.WSUS ... 271
16.1. Introdução ... 271
16.2. Características e nomenclatura ... 272
16.3. Instalação ... 272
16.4. Consola de configuração dos Update Services ... 277
16.4.1. Lista de servidores ... 278
16.4.2. Aprovação de atualizações ... 278
16.4.3. Ramo Computers [Computadores] ... 280
16.4.4. Outras listas ... 282
16.4.5. Relatórios ... 282
16.4.6. Opções ... 282
16.5. Configuração dos clientes ... 285
16.6. Teste da configuração ... 288
17.CONFIGURAÇÃO DO IIS ... 289
17.1. História: a Microsoft na Internet ... 289
17.2. Internet ... 290
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EERRAALL XI17.4. Internet ou World Wide Web? ... 291
17.5. Intranet ... 291 17.6. Internet ou Intranet? ... 292 17.7. Conceitos básicos ... 293 17.7.1. Endereços IP ... 293 17.7.2. Host names e DNS ... 293 17.7.3. URL ... 294
17.8. Instalação do servidor web ... 295
17.9. Teste da instalação do servidor web ... 295
17.10. Criação de um website ... 297
17.11. Configuração de limites ... 300
17.12. Configuração de registo ... 301
17.13. Aplicações web... 302
17.14. Criação de Application pools [Conjuntos aplicacionais] ... 303
17.15. Configuração de diretórios virtuais ... 304
17.16. Ficheiros de configuração ... 304
17.17. Permissões e delegação de direitos administrativos ... 305
17.18. Restrições de acesso ... 306
17.19. Migração de sites e aplicações ... 308
17.20. Configuração do serviço de FTP ... 308 17.20.1. Sessões ativas ... 309 17.20.2. Isolamento do utilizador ... 310 17.20.3. Mensagens ... 310 17.20.4. Teste ao site ... 311 18.VISUALIZAÇÃO DE EVENTOS ... 313
18.1. Razão de ser da auditoria do servidor e da rede ... 313
18.2. Configuração dos eventos a monitorizar ... 314
18.3. Event Viewer [Visualizador de Eventos] ... 316
18.3.1. Application [Aplicação]... 317
18.3.2. Security [Segurança] ... 317
18.3.3. Setup [Configuração] ... 317
18.3.4. System [Sistema] ... 317
18.3.5. Forwarded Events [Eventos Reencaminhados] ... 317
18.3.6. Outras categorias ... 317
18.4. Utilização do Event Viewer ... 317
18.5. Gravidade dos acontecimentos ... 319
18.6. Filtragem de acontecimentos ... 319
18.7. Monitorização de computadores remotos ... 321
18.8. Subscrições ... 322
18.8.1. Linha de comandos ... 323
19.DESEMPENHO E FIABILIDADE ... 325
19.1. Introdução ... 325
19.2. Alguns princípios gerais sobre otimização ... 325
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OOMMPPLLEETTOO XII 19.4. Performance Monitor ... 328 19.5. Contadores de performance ... 329 19.6. Opções do gráfico ... 331 19.7. Relatórios de atividade ... 33419.7.1. Deteção de estrangulamentos no servidor ... 335
19.8. Task Manager [Gestor de Tarefas] ... 335
20.GESTÃO DO SERVIDOR ... 339
20.1. Gestão de computadores ... 339
20.2. Gestão de dispositivos ... 342
20.3. Serviços ... 345
20.4. Conclusão ... 351
21.ACESSO REMOTO E REDE ... 353
21.1. Razão de ser do acesso remoto ... 353
21.2. Acesso remoto em Windows Server 2016 ... 353
21.3. Configuração do servidor de acesso remoto ... 355
21.3.1. Acesso remoto por dial-up ou VPN ... 357
21.3.2. Router de ligação à Internet ... 359
21.3.3. Ligação de duas redes através de VPN ... 360
21.4. Configuração da parte cliente ... 361
21.4.1. Acesso a servidores ou a serviços não Internet ... 362
21.5. Configuração de protocolos de rede para acesso remoto ... 363
21.6. Protocolos de autenticação ... 366
21.7. Protocolos VPN ... 366
22.SERVIÇOS DE TERMINAL ... 367
22.1. Introdução ... 367
22.2. Administração remota ou servidor de aplicações ... 367
22.3. Configuração dos serviços de terminal para administração remota ... 368
22.4. Configuração dos serviços de terminal para servidor de aplicações ... 369
22.5. Instalação na máquina cliente ... 371
22.6. Teste da ligação ... 374
22.7. Configuração dos serviços de terminal ... 375
22.8. Configuração do servidor de licenciamento ... 378
22.9. Gestão das ligações de utilizador ... 379
22.10. Aplicações remotas ... 379
22.11. Acesso web ... 381
22.12. Políticas de grupo ... 381
23.LIGAÇÃO COM LINUX ... 383
23.1. Introdução ... 383
23.2. Pré-requisitos ... 384
23.3. Instalação do Samba ... 385
23.4. Services for Network File System [Serviços para NFS] ... 385
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EERRAALL XIII23.4.2. Criação de recursos NFS ... 388
23.5. Servidor de Telnet ... 389
24.VIRTUALIZAÇÃO ... 391
24.1. Máquinas reais e máquinas virtuais ... 391
24.2. Software de virtualização ... 392
24.3. Benefícios da virtualização ... 392
24.4. Instalação do Hyper-V... 393
24.5. Gestão do Hyper-V ... 395
24.6. Criação de uma máquina virtual ... 396
24.7. Propriedades da máquina virtual ... 398
24.8. Redes virtuais ... 400
24.9. Discos virtuais ... 401
24.10. Integration Services [Serviços de Integração] ... 402
GLOSSÁRIO DE TERMOS INGLÊS/PORTUGUÊS EUROPEU/PORTUGUÊS DO BRASIL ... 403
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Em 1988, a Microsoft contratou uma equipa de programadores da Digital Equipment Corporation (DEC), liderada por David Cutler, com o objetivo de desenvolver de raiz um novo sistema operativo de elevado desempenho, capaz de competir com as funcionali-dades mais avançadas dos sistemas UNIX.
1.1
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Em 1988, a Microsoft encontrava-se envolvida em dois projetos na área dos
sistemas operativos: o MS-DOS, destinado ao mercado de consumo, e o OS/2, um sistema
de elevado desempenho e funcionalidades avançadas, desenvolvido em parceria com a
International Business Machines (IBM). Inicialmente, a contratação de David Cutler e da
sua equipa tinha como objetivo desenvolver a terceira versão do OS/2, tirando partido da
experiência adquirida por aquela equipa na DEC com o sistema VMS.
Entretanto, em 1990, a Microsoft lança a terceira versão do Windows, que, na
realidade, não era mais do que uma interface gráfica executada em DOS e não um
sistema operativo propriamente dito.
Dado o sucesso obtido com este lançamento, a Microsoft abandonou a sua
participação no projeto OS/2 e concentrou os seus recursos no desenvolvimento de um
novo sistema operativo: o Windows NT (New Technologies).
O Windows NT 3.1, o primeiro sistema da família NT, foi lançado em 1993, após
inúmeros avanços e recuos, e sucessivos adiamentos. Foram disponibilizadas duas
edições com alvos distintos: o Windows NT 3.1, destinado a estações de trabalho de alto
desempenho, e o Windows NT Advanced Server, otimizado para correr em servidores de
rede.
Ambas as edições apresentavam uma interface gráfica herdada do Windows 3.1,
a versão usada no mercado de consumo, como é visível na figura 1.1.
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FIIGGUURRAA11..11––Windows NT 3.1
O segundo membro da família NT foi o Windows NT 3.5, lançado em 1994. As
principais inovações desta versão deram-se ao nível do aumento do desempenho e de
alguns melhoramentos na interface gráfica, a par do que havia sido implementado no
Windows for Workgroups 3.11.
O Windows NT 3.51 foi lançado em 1995, como sucessor do NT 3.5. Em relação
aos seus antecessores, introduziu o suporte para processadores PowerPC e para
aplicações desenvolvidas para o recém-chegado Windows 95.
O Windows NT 4 surgiu em meados de 1996 e marcou o maior salto no
desenvolvimento da família NT desde o lançamento da primeira versão. O que se destacou
imediatamente foi a nova elaborada interface gráfica, partilhada com o Windows 95, bem
como algumas aplicações que o acompanhavam, nomeadamente o Windows Explorer e
aplicações como a calculadora e o Wordpad.
1.2
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Com o lançamento dos sistemas Windows 2000, a Microsoft abandonou a
terminologia NT e introduziu uma série de novas funcionalidades na família Windows, a
maioria delas ainda presente no Windows Server 2016, como o Active Directory, o
I
I
NNTTRROODDUUÇÇÃÃOO 3Ao contrário dos seus antecessores, o Windows 2000 apenas corria em
processadores Intel e compatíveis, abandonando o seu tradicional suporte a plataformas
Alpha, da DEC, e Microprocessor without Interlocked Pipeline Stages (MIPS).
Os sistemas Windows Server lançados em 2003 adotaram a nomenclatura
Windows Server 2003. Contrariamente ao Windows 2000, que introduziu uma série de
novas tecnologias e processos, o Windows Server 2003 poderá ser definido como um
grande upgrade, consistindo primariamente em melhoramentos ao nível do desempenho,
da segurança e da usabilidade.
Dois anos após o lançamento do Windows Server 2003, a Microsoft lançou uma
nova Release, chamada R2, que veio substituir as versões originais. Foi então comunicado
que este procedimento seria seguido nos sistemas vindouros, ou seja, a meio do ciclo de
vida de um sistema operativo seria lançado um produto distinto do original, atualizado,
mas que não seria uma nova versão. A finalidade consiste em incorporar novas
tecnologias e melhoramentos, mantendo as funcionalidades e compatibilidades do
produto base.
Estas Releases não devem ser confundidas com Service Packs, pois, ao contrário
destes, são um produto distinto, que tem de ser licenciado, e não uma atualização que
pode ser obtida através de um download e instalada gratuitamente.
Lançado com pompa e circunstância em fevereiro de 2008, o Windows Server
2008 marca mais um passo na família de servidores da Microsoft, englobando as
inovações introduzidas pelo Windows Vista, o seu cliente de eleição. Embora esta seja a
face mais visível do sistema operativo – pelo menos à primeira vista –, esta nova versão,
como é hábito, engloba uma panóplia de melhoramentos e novas funcionalidades. De
entre essas novidades, foi dado grande ênfase por parte da Microsoft ao suporte nativo
para virtualização e à instalação do Server Core.
A primeira consiste em simular um computador inteiro por software e permitir
que, nessas máquinas virtuais, sejam instalados sistemas operativos e outras aplicações.
A segunda define-se pela capacidade de instalar uma versão base sem interface gráfica e
apenas com o indispensável para executar algumas funções bem definidas.
Marcado para ser o último sistema compatível com processadores de 32 bits, o
Windows Server 2008 pode correr em sistemas Intel x86, x64 e Itanium compatíveis.
Anunciado em 2009 como sendo a versão servidora do Windows 7, o Windows
Server 2008 R2 expande algumas funcionalidades do seu antecessor e implementa novas
tecnologias, um pouco à imagem do que tinha acontecido com o Windows Server 2003.
Ao nível dos requisitos de hardware, a inovação mais notável consiste no
abandono do suporte a processadores de 32 bits. Para correr a R2, precisa de um
processador x64, AMD64 ou Itanium de 64 bits.
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Quanto à introdução de novas funcionalidades, foram implementados
melhora-mentos diversos nas capacidades de virtualização do Windows Server, novas ferramentas
de administração, novas funcionalidades do Active Directory, como a reciclagem de
objetos eliminados, e a nova versão 7.5 dos Internet Information Services (IIS), no qual se
destacam o novo servidor de File Transfer Protocol (FTP) e suporte para Domain Name
Service (DNS) seguro.
O sistema seguinte na família, o Windows Server 2012, foi desenvolvido com o
intuito de suportar a tendência do momento: o cloud computing, ou computação na
nuvem, e a convergência de equipamentos como computadores, tablets e smartphones.
1.3
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Seguindo a tradição criada pelos seus antecessores, o Windows Server 2016 foi
desenhado para garantir um servidor de rede caracterizado pelo seu desempenho,
segurança, funcionalidades e facilidade de utilização e de manutenção. De seguida,
fazemos uma apresentação sumária das suas características. Ao longo deste livro, os
temas mencionados serão discutidos em detalhe e enquadrados em situações práticas,
típicas do trabalho de gestão e de implementação de uma rede baseada em servidores
Windows.
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O cloud computing, ou, na terminologia portuguesa, computação na nuvem,
consiste na implementação de uma arquitetura que proporciona o acesso a sistemas de
informação independentemente do local onde se encontram os utilizadores.
A figura 1.2 exemplifica uma implementação deste tipo. Na imagem é possível
identificar uma série de serviços, dentro da nuvem, e diversos tipos de dispositivos à sua
volta, no exterior.
Entre os serviços que podem ser disponibilizados encontram-se, por exemplo,
aplicações de software, espaço para armazenamento de ficheiros ou bases de dados. Todos
esses serviços podem ser disponibilizados, através da Internet, a clientes como
computadores com arquiteturas e sistemas operativos distintos, smartphones ou tablets.
Tudo isto independentemente do local onde se encontrem os clientes e mantendo uma
experiência de utilização comum quando acedem de um dispositivo diferente.
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NNTTRROODDUUÇÇÃÃOO 5F
FIIGGUURRAA11..22––Configuração de uma cloud
Tipicamente, esses serviços são fornecidos com elevados padrões de desempenho
e disponibilidade, graças a configurações distribuídas. Outra característica interessante é
que uma configuração deste tipo permite a redução de custos em relação a configurações
convencionais, em que tudo era local.
Hoje em dia, é muito provável que já faça uso desta tecnologia: serviços de
correio eletrónico como o Gmail ou o Outlook.com, de armazenamento de ficheiros na
cloud, como o OneDrive ou o Dropbox, ou de partilha de fotografias, como o Flickr ou o
Picasa, ser-lhe-ão certamente familiares.
Quanto à abrangência de uma cloud, esta pode ser pública, como nos exemplos
atrás citados, privada, se apenas servir uma empresa, por exemplo, ou híbrida, no caso de
uma solução mista.
O Windows Server 2016 possui excelentes recursos para o auxiliar na construção
de uma solução de cloud, sendo que a maioria das tecnologias que o suportam já existiam
nas versões anteriores. No entanto, foram feitos grandes melhoramentos nessas mesmas
tecnologias, principalmente ao nível da facilidade de implementação.
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Tal como era habitual nos seus antecessores, o Windows Server 2016 é um
sistema modular. Quer isto dizer que cada sistema pode ser configurado com os
componentes de que vamos necessitar, conforme o servidor esteja destinado a validar
contas de utilizadores, a partilhar ficheiros ou a desempenhar o papel de servidor de
impressoras. De base, ou seja, após a instalação inicial, essas funções opcionais não são
instaladas e devem ser adicionadas à configuração, à medida que vão sendo necessárias.
Este esquema de funcionamento garante que a máquina não está a correr serviços que
não são necessários, o que, logo à partida, traz poupança de recursos e aumento de
segurança.
1.3.3
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As ferramentas administrativas, ou Administrative Tools, são o conjunto de
aplicações que permitem configurar e gerir os vários componentes do servidor. À medida
que for avançando na leitura deste livro, irá reparar que estas ferramentas possuem uma
interface gráfica comum, visto que são baseadas na Microsoft Management Console (MMC).
Estas ferramentas permitem, de forma bastante intuitiva, efetuar as diversas tarefas a que
se propõem, facultando numerosos assistentes e tendo a ajuda sempre disponível.
1.3.4
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A administração de uma máquina a correr o Windows Server 2016 pode ser feita
de forma centralizada a partir de uma ferramenta chamada Server Manager, ou gestor do
servidor. Esta ferramenta engloba, na mesma consola, algumas ferramentas que se
encontram disponíveis no menu de ferramentas administrativas, permitindo ainda
adicionar e remover funcionalidades do Windows.
1.3.5
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A PowerShell é uma interface de linha de comando e uma linguagem de script,
criada com o propósito de efetuar operações sem recurso à interface gráfica.
Os comandos suportados podem ser usados em scripts para automatizar diversas
tarefas administrativas de rotina. Embora este tipo de ferramentas em modo de texto
exista desde os primórdios do Windows, esta nova versão está muito mais otimizada
para a administração de sistemas e inclui inúmeros utilitários.
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NNTTRROODDUUÇÇÃÃOO 71.3.6
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Outra das funcionalidades do Windows Server 2016 é a de servidor de aplicações
Web, suportada pelos IIS 10.0. Este componente opcional torna um servidor Windows
numa plataforma segura, de fácil manutenção e de elevado desempenho para
desenvolvimento e exploração de aplicações que correm num browser como o Internet
Explorer.
O IIS 10.0 é composto por vários componentes, que podem ser instalados de
forma modular, ou seja, à medida das suas necessidades, e trabalha de forma integrada a
plataforma .NET. A nova ferramenta de administração do IIS Manager permite configurar
de forma centralizada as definições do IIS, do ASP.NET e dos dados dos utilizadores.
1.3.7
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O Server Core foi uma das novas funcionalidades mais badaladas aquando do
lançamento do Windows Server 2008 e consiste numa variante da instalação normal, na
qual é instalado apenas o núcleo do sistema operativo.
Não existe interface gráfica como a conhecemos e toda a gestão é feita a partir da
linha de comandos ou mediante acesso remoto. Após a instalação, o sistema operativo
pode ser configurado para desempenhar uma ou mais das seguintes funções:
Servidor de virtualização;
Servidor Dynamic Host Configuration Protocol (DHCP);
Servidor DNS;
Servidor de ficheiros;
Servidor de Active Directory;
Servidor de Active Directory Lightweight Directory Services;
Servidor de Active Directory Certificate Services;
Servidor de Active Directory Rights Management Services;
Servidor de Windows Server Update Services;
Servidor de Routing and Remote Access Services;
Servidor de Media;
Servidor de impressão;
Servidor Web (IIS).
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As grandes vantagens numa instalação deste tipo dizem respeito às áreas do
desempenho, da segurança e da disponibilidade. Ao nível do desempenho, visto que os
serviços instalados são mínimos e não existe interface gráfica, não ocorre grande carga,
pelo menos inicial, sobre o servidor.
Relativamente à segurança, a superfície de ataque para exploração de
vulnerabilidades é também, obviamente, reduzida. Finalmente, visto que as necessidades
de aplicação de atualizações são também menores, não são necessárias tantas
reinicializa-ções do sistema.
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O Windows Server 2016 introduz um novo modo de instalação que, tal como o
Server Core, não está dotado de interface gráfica. Dá pelo nome de Nano Server e leva ao
mínimo a utilização dos recursos do servidor, exigindo menos de 1 GB de espaço em
disco para a sua instalação.
Sendo bastante mais pequeno do que o Server Core, a utilidade do Nano é também
mais limitada, estando restringido às seguintes funções:
Servidor de virtualização;
Storage host;
Servidor DNS;
Servidor Web (IIS);
Servidor de containers;
Servidor de aplicações específicas.
A administração pode ser feita através das ferramentas gráficas das respetivas
funções, executadas remotamente a partir de uma máquina dotada de interface gráfica ou
através da PowerShell.
1.3.9
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O Hyper-V é a tecnologia de virtualização da Microsoft incorporada no Windows
Server 2016. Fazendo uso desta funcionalidade, é possível emular uma ou várias
máquinas virtuais baseadas em software, nas quais é possível instalar sistemas operativos
e outras aplicações como se estivéssemos a trabalhar com uma máquina real.
Esta capacidade é bastante apreciada em ambientes de teste e de produção, pois
permite correr mais do que um sistema operativo simultaneamente na mesma máquina
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NNTTRROODDUUÇÇÃÃOO 9física, maximizando, assim, o uso do equipamento. Neste caso, o Windows Server 2016
funciona como host, ou seja, hospeda as máquinas virtuais, que, na realidade, consistem
principalmente num ficheiro de configuração e num ficheiro de disco virtual por cada
disco rígido.
Nos últimos tempos, tornou-se bastante popular a implementação de sistemas
virtuais em ambientes de produção; às vantagens referidas, há a acrescentar a otimização
do consumo energético.
Este aumento da popularidade da virtualização fez com que a Microsoft
investisse bastante no seu desenvolvimento, tornando-a numa das áreas em que houve
maior progresso no Windows Server 2016.
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O Windows Server 2016, quando instalado em hardware que suporte esta
tecno-logia, pode permitir alterações de hardware sem que o servidor tenha de ser reinicializado,
num processo chamado de hotswap (troca a quente). Assim, é possível substituir uma
memória avariada, acrescentar uma placa de rede ou retirar um modem, só para dar
alguns exemplos. Melhor é impossível!
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Um cluster é uma implementação de redundância que consiste no agrupamento
de um grupo de computadores ligados entre si, vistos na rede como um único. Cada um
dos computadores que constituem o cluster é denominado nó; sempre que um destes nós
tem uma falha, outro assume as suas funções, garantindo um nível mínimo de paragens.
O Windows Server 2016 inclui ferramentas de implementação e gestão de clusters
que os torna mais seguros e fiáveis, possuindo a capacidade de efetuar testes aos nós, à
rede e ao sistema de armazenamento.
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O Network Load Balancing (NLB) é uma funcionalidade que permite a distribuição
da carga das aplicações de clientes por múltiplos servidores, garantido, assim,
disponi-bilidade e desempenho elevados. Uma das utilizações típicas é em servidores Web de
elevado tráfego, em que vários servidores garantem sempre tempos de resposta
satisfa-tórios. Esta solução é escalável, ou seja, é possível acrescentar novos servidores à medida
que as necessidades aumentam.
C M Y CM MY CY CMY K Windows_Server_2016_04.pdf 1 25/05/18 14:04