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CADERNO DE ENCARGOS HIDROSSANITÁRIO E GÁS

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Academic year: 2021

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CADERNO DE ENCARGOS

HIDROSSANITÁRIO E GÁS

ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS E MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO DA

ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL RUTHER ALBERTO VON MUHLEN

_______________________________________

Prefeitura Municipal de Erechim.

Proprietário

_______________________________________

Eng. Thiago Miguel Zill - CREA RS nº.166.917

Responsável Técnico

(2)

ÍNDICE

1- INSTALAÇÃO DE ÁGUA

2- CENTRAL DE GÁS

3- INST. SANITÁRIAS, DE ESGOTOS E ÁGUAS PLUVIAIS

(3)

INSTALAÇÃO DE ÁGUA - 1

Materiais

GENERALIDADES: Basicamente a distribuição de água para a edificação a ser ampliada, será através de três reservatórios superiores, assim distribuídos:

• Reservatório 1 (cap. 5.000 litros) = água não potável (água de chuvas) para uso exclusivo nas bacias sanitárias, cujo abastecimento será através de recalque da cisterna com capacidade de 10.000 litros ( 2 caixas de 5.000 litros cada).

• Reservatórios 2 e 3 ( cap. 2 x 5.000 litros) = água potável, ( cap. 2 x 7.500 litros) = PPCI cujo abastecimento será direto da rede CORSAN, serão interligados, sendo divididos de forma que: 15.000 litros sejam reservados para prevenção de incêndio e 10.000 litros para uso geral.

• Para o reuso das águas pluviais, será utilizado sistema completo para armazenar, filtrar e desinfetar. Após a captação da água da chuva, esta é armazenada no tanque de água bruta. Em seguida a água é bombeada para o módulo de filtragem e desinfecção, sendo depositada no tanque de água tratada para utilização final.

- Características do sistema de reaproveitamento das águas pluviais:

O módulo de filtragem e desinfecção tem a função de reter argila, areia, limo, lodo, ferrugens, dentre outros resíduos dissolvidos, bem como a realização da desinfecção para eliminar germes e bactérias. O sistema deverá atuar de forma automática através do painel elétrico que comanda o acionamento das bombas através do monitoramento dos níveis dos tanques.

- O sistema é composto de:

 Eletro-bóia tanque de captação  Extravasor tanque de captação  Registro de saída da água bruta

 Registro de saída auxiliar da água bruta  Mangueira de condução da água bruta  Tubulação de condução da água tratada  Sistema de desinfecção

 Eletro-bóia tanque de água tratada  Extravasor tanque de água tratada  Registro de saída da água tratada  Painel elétrico

 Caixas de ligação das eletro-bóias  Caixa de ligação das bombas  Bombas ( 2 unidades com 1/2 CV)  Filtro de areia

 Registros  Manômetro

 Reservatório água bruta (2 x 5000 litros)  Reservatório água tratada (5000 litros)

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NORMAS :

NBR 5651/1977 – Recebimento de instalações prediais de água fria.

NBR 5657/1977 – Verif. da estanqueidade à pressão interna de instalações prediais de água fria. NBR 5648 /1977 – Tubos de PVC rígido para Instalações prediais de água fria.

NBR 5626/1982 – Instalações prediais de água fria. NBR -7198 – Instalações prediais de água quente.

1. TIPO: Tubulação/Conexões - AGUA FRIA.

1.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 1.1.1. - Material: PVC – NBR 5648 1.1.2. - Conexões e acessórios: PVC 1.2. EXECUÇÃO:

1.2.1. As colunas de canalização correrão embutidas, de preferência em chaminés falsas ou

outros espaços previstos para tal fim (“shafts”), devendo ser fixadas por braçadeira conforme recomendações do fabricante. Quando embutidas diretamente na alvenaria, deverão ser

assenta-das nos tijolos, nunca no revestimento.

1.2.2. Nos casos em que as canalizações devam ser fixadas externamente em paredes ou suspensas em lajes, os tipos, dimensões e quantidades dos elementos suportantes ou de fixação (braçadeiras, perfilados “U”, bandejas, etc.) serão determinados de acordo com o diâmetro, peso e posição das tubulações, conforme recomendações do fabricante.

1.2.3. As derivações correrão embutidas nas paredes ou, de preferência, em vazios, evitando-se a sua inclusão no concreto. Quando indispensável, serão alojadas em reentrâncias (encaixes) para isso previstas na estrutura.

1.2.4. As furações, rasgos e aberturas necessárias em elementos da estrutura de concreto armado, para passagem de tubulações, serão locadas e tomadas com tacos, buchas ou bainhas antes da concretagem. Precauções serão adotadas para que não venham a sofrer esforços não previstos, decorrentes de recalques ou deformações estruturais e para que fique assegurada a possibilidade, de dilatações e contrações. Na passagem através de elementos estruturais de reservatórios, serão empregadas as medidas complementares que assegurem perfeita estan-queidade e facilidade de substituição.

1.2.5. As canalizações de distribuição de água nunca serão inteiramente horizontais, devendo apresentar declividade mínima de 2% no sentido do escoamento, não se admitindo sentido inver-so.

1.2.6. As canalizações enterradas serão devidamente protegidas contra o eventual acesso de água poluída.

1.2.7. O recobrimento mínimo das tubulações enterradas será o seguinte:

- tubulação de aço galvanizado: 50 cm sob o leito das vias trafegáveis e de 30 cm nos demais casos;

- tubulação de PVC rígido: 80 cm sob o leito de vias trafegáveis; 60 cm quando em passeios e 30 cm no interior dos lotes.

1.2.8. As canalizações não poderão passar dentro das fossas, poços absorventes, poços de visitas, caixas de inspeção ou valas.

1.2.9. Apesar de admitidas em normas, é vedada a execução de curvaturas nos tubos. As mudanças de direção serão efetuadas sempre por meio de conexões.

1.2.10. As canalizações de água quente, quando enterradas, serão instaladas em canaletas inspecionáveis e providas de registro de descarga para limpeza.

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1.2.11. Caberá ao CONSTRUTOR todas as despesas, providências e serviços para ligação da instalação de água do prédio à rede urbana.

1.2.12. O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos da instalação de água, tais como: construção de reservatório e sua impermeabilização, abrigos para hidrômetros, isolamentos de aparelhos ou canalizações contra vibrações, bem como aberturas e recomposi-ções de rasgos para canalizarecomposi-ções, conforme projetos e demais especificarecomposi-ções.

1.2.13. Durante a construção e até a montagem dos aparelhos, as extremidades livres das canalizações serão vedadas com bujões (rosqueados) convenientemente apertados, não

sen-do admitisen-do para tal fim o uso de buchas de madeira ou papel.

1.2.14. Com a exclusão dos elementos niquelados, cromados ou de latão polido, todas as demais partes aparentes serão em aço galvanizado, tais como canalizações, conexões, acessórios, bra-çadeiras, suportes, tampas, etc., serão pintadas com benzina, depois da prévia limpeza das superfícies.

1.2.15. No caso de PVC, será utilizado envelopamento com areia grossa.

1.2.16. Todas as alterações processadas no decorrer da obra, as quais só poderão ter ocorrido após aprovação pela FISCALIZAÇÃO, serão objeto de registro para permitir a apresentação do cadastro completo por ocasião do recebimento da instalação.

1.2.17. Após o término da execução da instalação de água, serão atualizados todos os dese-nhos do respectivo projeto pelo projetista, com ônus para o CONSTRUTOR. Tal procedimento permitirá a representação do serviço “as built” e servirá de cadastro para a operação e ma-nutenção dessa mesma instalação.

1.2.18. Antes de eventual pintura ou fechamento dos rasgos das alvenarias, ou de seu envolvi-mento por capas de argamassa ou de isolaenvolvi-mento térmico, a instalação deverá ser testada e a-provada pela FISCALIZAÇÃO.

1.2.19. Compete à FISCALIZAÇÃO selecionar pontos de água ou fração, adotando o critério de representatividade, no mínimo 3 de cada conjunto de 100, executando-se válvulas e caixas de descarga, as quais, dentro do mesmo critério, serão selecionadas 3 de cada 15. Nesses pontos selecionados, que constituem a amostra da instalação, serão executados os ensaios adiante relacionados.

1.2.20 Cabe ao CONSTRUTOR, antes dos ensaios, limpar toda a tubulação com descargas excessivas de água e enche-la, deixando os pontos de água selecionados na amostragem em condições de uso. O enchimento da tubulação será lento para evitar golpes de aríetes e eliminar o ar existente em seu interior.

1.3. APLICAÇÃO:

1.3.1. – Rede de distribuição e alimentação de água fria conforme projeto específico em anexo.

2. TIPO: Sistema de pressurização - AGUA FRIA.

2.1. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Conjunto completo com 1(um) Comando Geral e 2(duas) bombas. Os Sistemas Integrados de Pressurização, operam com 2 (duas) bombas, sendo 1(uma) Atuante e 1(uma) Reserva, sendo que a vazão de projeto será atingida com o uso de 1(uma) bomba, portanto o conceito operacional é o de 1 operante e 1 reserva. A bomba Reserva entrará em operação alternadamen-te e automaticamenalternadamen-te de acordo com os ciclos de atuação do equipamento, visando que nunca nenhuma das duas bombas fique inativa por longos períodos, eliminando o travamento e minimizando os custos de manutenção. Como CICLO o equipamento, que tem sua operação através de comandos eletrônicos, entende ser os pontos de descanso devido a ausência de demanda. A cada parada – desligamento total do Sistema por ausência de demanda - a bomba

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acionada na próxima entrada em operação é trocada automaticamente. Ambas as bombas sem-pre serão acionadas via Inversor de Freqüência. O equipamento já vem com as válvulas de reten-ção e manômetro.

Sistema com Comando Geral + 1 Bomba Ativa.

Conjunto integrado para pressurização em regime de velocidade variável, com acionamen-to da moacionamen-to bomba através de inversor de freqüência controle PID em malha fechada com transmissor de pressão, com as seguintes características.

BOMBA – 1,50cv. – 21,60m3/h X 10,0mca. – Bombas centrifugas nacionais, mono estágio horizontais, corpo em ferro fundido, IP 55, 3.500rpm , 60Hz. Trifásico (2 unidades).

- Conjunto hidráulico com válvula de retenção e manômetro digital via Inversor de Freqüência. - Estrutura em aço zincado a quente e pintura de acabamento.

- Conjunto eletro-eletrônico, com:

- Alimentação 220V. Bifásica ou Trifásica ou 380V. – (confirmar)

- Inversores de freqüência com controle PID, completamente configurado, com proteção elétrica do motor.

- Transmissor de pressão 4 a 20 mA, escala 0 a 10 bar.

- Controle de vazão mínima e operação em modo latente, com parada total do equipamento com vazão tendendo a nula. Função Sleep.

- Potenciômetro ajuste fino da pressão, escala 90% a 110% - Interruptor liga-desliga.

- Sinaleiros de operação e falta de água.

- Tanque hidropneumático de 24 litros agregado ao Sistema. - Sapatas ante vibração – Vibrachock

2.2. APLICAÇÃO:

2.2.1. – Rede de distribuição água potável e água não potável (2 sistemas completos - um para cada rede)

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CENTRAL DE GÁS - 2

6. CENTRAL PREDIAL DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) (NBR-13.523)

A central predial de GLP deverá ser executada com materiais incombustíveis e com suas paredes em tijolos maciços com 20cm de espessura, de tal modo que resistam a no mínimo 2 horas de fogo. Em seu interior não poderá ser depositado nada além dos bujões de GLP previsto para a central. Deverá ser protegida por portão de grade de ferro 3/8” cada 6cm.

A central deverá possuir um registro para fechamento do GLP na parte externa, em local apropri-ado de modo que se possa interromper a passagem de gás de forma segura e rápida em caso de vazamento ou incêndio.

A tubulação deverá ser em tubo de aço conforme NBR – 13.523, a tubulação aparente deverá ser pintada com tinta esmalte sintético na cor amarela, livre de ferrugens e corrosões.

O distanciamento de segurança mínimo por ponto de ignição deverá ser de três metros, e um metro e meio de ralos,valos,fossas ou aberturas inferiores que possam dar acesso ao GLP. Em caso de vazamento, por se tratar de produto mais pesado que o ar, o material empregado na construção do abrigo deverá ser de boa qualidade atendendo as normas da construção civil. Deverão ser realizados os devidos testes de estanqueidade em todo o sistema de GLP.

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INSTALAÇÕES SANITÁRIAS, DE ESGOTOS E ÁGUAS PLUVIAIS - 3

Canalização/Diversos

1. TIPO: TUBULAÇÃO/CONEXÕES 1.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 1.1.1. - MATERIAL: PVC - NBR5688 1.1.2. - CONEXÕES E ACESSÓRIOS: PVC 1.1.3. - JUNTA 1.1.4. - Tipo: Soldáveis 1.2. EXECUÇÃO:

1.2.1. As colunas de canalização do esgoto correrão embutidas, de preferência em chaminés falsas ou outros espaços previstos para tal fim (“shafts”), devendo ser fixadas por braçadeiras conforme recomendações do fabricante. Quando embutidas diretamente na alvenaria, deverão ser assentadas nos tijolos, nunca no revestimento.

1.2.2. Nos casos em que as canalizações devam ser fixadas externamente em paredes ou sus-pensas em lajes, os tipos, dimensões e quantidades dos elementos suportantes ou de fixação (braçadeiras, perfilados “U”, bandejas, etc.) serão determinados de acordo com o diâmetro, peso e posição das tubulações, conforme recomendações do fabricante.

1.2.3. As derivações serão embutidas nas paredes. Quando indispensável,serão alojadas em reentrâncias (encaixes) para isso previstas na estrutura.

1.2.4. As furações, rasgos e aberturas necessárias em elementos da estrutura de concreto armado, para passagem de tubulações, serão locadas e tomadas com tacos, buchas ou bainhas antes da concretagem. Precauções serão adotadas para que não venham a sofrer esfor-ços não previstos, decorrentes de recalques ou deformações estruturais e para que fique assegu-rada a possibilidade, de dilatações e contrações. Na passagem através de elementos estrutu-rais de reservatórios, serão empregadas as medidas complementares que assegurem perfei-ta esperfei-tanqueidade e facilidade de substituição.

1.2.5. As canalizações de esgoto nunca serão inteiramente horizontais, devendo apresentar declividade mínima de 2% no sentido do escoamento, não se admitindo sentido inverso.

1.2.6. O recobrimento mínimo das tubulações enterradas será o seguinte:

- tubulação de PVC rígido e concreto : 80 cm sob o leito de vias trafegáveis; 60 cm quando em passeios e 30 cm no interior dos lotes.

1.2.7. Apesar de admitidas em normas, é vedada a execução de curvaturas nos tubos. As mu-danças de direção serão efetuadas sempre por meio de conexões.

1.2.8 Caberá ao CONSTRUTOR todas as despesas, providências e serviços para ligação da instalação do esgoto à rede urbana.

1.2.9 O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos da instalação do esgoto, tais como: construção de caixas de passagem, caixas de gordura, fossa séptica e filtro anaeróbico devidamente impermeabilizados, bem como aberturas e recomposições de ras-gos para canalizações, conforme projetos e demais especificações.

1.2.10 Durante a construção e até a montagem dos aparelhos, as extremidades livres das canalizações serão vedadas.

1.2.11 No caso de PVC, será utilizado envelopamento com areia grossa.

1.2.12 Todas as alterações processadas no decorrer da obra, as quais só poderão ter ocorrido após aprovação pela FISCALIZAÇÃO, serão objeto de registro para permitir a apresenta-ção do cadastro completo por ocasião do recebimento da instalaapresenta-ção.

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1.2.13 Após o término da execução da instalação da rede de esgoto, serão atualizados todos os desenhos do respectivo projeto pelo projetista, com ônus para o CONSTRUTOR. Tal procedimento permitirá a representação do serviço “as built” e servirá de cadastro para a operação e manutenção dessa mesma instalação.

1.2.14 Antes de eventual pintura ou fechamento dos rasgos das alvenarias, ou de seu envolvi-mento por capas de argamassa ou de isolaenvolvi-mento térmico, a instalação deverá ser testada e aprovada pela FISCALIZAÇÃO.

1.3. APLICAÇÃO:

1.3.1. Conforme plantas específicas em anexo.

2. TIPO: FOSSA SÉPTICA E FILTRO ANAERÓBICO.

2.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

2.1.1. - MATERIAL: Concreto armado “in loco” .

2.2. EXECUÇÃO:

2.2.1. De acordo com NBR 7229.

2.2.2. Executar observando as dimensões de acordo com projeto, para que seja obedecida a capacidade dos mesmos.

2.2.3. O Construtor poderá optar por um sistema pré- moldado(anéis de concreto), ou executar os mesmos em concreto armado(in loco), sendo de sua responsabilidade o projeto estrutural. 2.2.4. O sistema constituído de fossa séptica e filtro anaeróbico, deverá ser estanque para que de forma alguma possa existir vazamentos que venham contaminar o meio ambiente.

2.3. APLICAÇÃO:

2.3.1. Conforme plantas específicas em anexo.

3. TIPO: CAIXAS DE INSPEÇÃO.

3.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 3.1.1. - MATERIAL: Alvenaria tijolos maciços

3.1.2. - TAMPA: concreto armado com altura mínima de 5 cm. 3.2. EXECUÇÃO :

3.2.1. As caixas serão executadas nas dimensões especificadas em projeto, podendo sua altura variar em função da profundidade da tubulação.

3.2.2. Serão executadas com tijolos maciços revestidas com salpique e emboço no traço de cimento, cal e areia 1:2:8. O piso em concreto no fundo das caixas, deverá ser conformado, de maneira a recolher todo o esgoto que chega na caixa e conduzir o mesmo para a saída.

3.3. APLICAÇÃO:

3.3.1. Conforme plantas específicas em anexo.

4. TIPO: CAIXA DE GORDURA.

4.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 4.1.1. - MATERIAL: Alvenaria tijolos maciços

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4.2. EXECUÇÃO :

4.2.1. As caixas serão executadas nas dimensões especificadas em projeto, podendo sua altura variar em função da profundidade da tubulação.

4.2.2. Serão executadas com tijolos maciços revestidas com salpique e emboço no traço de cimento, cal e areia 1:2:8. O piso em concreto no fundo das caixas, deverá ser conformado, de maneira a recolher todo o esgoto que chega na caixa e conduzir o mesmo para a saída.

4.3. APLICAÇÃO:

4.3.1. Conforme plantas específicas em anexo.

Referências

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