PROPOSTAS
METODOLÓGICAS E
USO DAS
TECNOLOGIAS EM EAD
P
ÓS
-G
RADUAÇÃO
2011
L
EITURA
F
UNDAMENTAL
–
A
ULA
3
F
ORMAÇÃO DE
E
QUIPE
M
ULTIDISCIPLINAR
CARINA MARIA TERRA ALVES
© DIREITOS RESERVADOS
PROPOSTAS METODOLÓGICAS E
USO DE TECNOLOGIAS EM EAD
P
ÓS
-G
RADUAÇÃO
2011
L
EITURA
F
UNDAMENTAL
–
A
ULA
3
F
ORMAÇÃO DE
E
QUIPE
M
ULTIDISCIPLINAR
CARINA MARIA TERRA ALVES
Como citar esse texto:
ALVES, Carina. Propostas Metodológicas e Uso das Tecnologias em EaD. Diretoria de Extensão e Pós-Graduação. Anhanguera Educacional, 2011.
Publicação: Outubro de 2011.
© DIREITOS RESERVADOS
Proibida a reprodução total ou parcial desta publicação sem o prévio consentimento, por escrito, da Anhanguera Educacional.
DIRETORIA DE EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO
Silvio Cecchi
Correspondência/Contato
Alameda Maria Tereza, 2000, Valinhos, São Paulo CEP. 13.278-181
PREPARAÇÃO GRÁFICA
Lusana Veríssimo
AULA 3
–
FORMAÇÃO DE EQUIPE MULTIDISCIPLINAR
1. INTRODUÇÃO
Para iniciarmos esse capitulo, convido-os para ler o que preconiza
o parágrafo V, dos Referenciais de Qualidade para a Educação Superior a
Distância, da Secretária de Educação a Distância, do Ministério da Educação,
onde tratara da equipe multidisciplinar.
(...) V - Equipe Multidisciplinar
Em educação a distância, há uma diversidade de modelos, que resulta em possibilidades diferenciadas de composição dos recursos humanos necessários à estruturação e funcionamento de cursos nessa modalidade.
No entanto, qualquer que seja a opção estabelecida, os recursos humanos devem configurar uma equipe multidisciplinar com funções de planejamento, implementação e gestão dos cursos a distância, onde três categorias profissionais, que devem estar em constante qualificação, são essenciais para uma oferta de qualidade:
· docentes; · tutores;
· pessoal técnico-administrativo.
Docentes
Em primeiro lugar, é enganoso considerar que programas a distância minimizam o trabalho e a mediação do professor. Muito pelo contrário, nos cursos superiores a distância, os professores veem suas funções se expandirem, o que requer que sejam altamente qualificados. Em uma instituição de ensino superior que promova cursos a distância, os professores devem ser capazes de:
a) estabelecer os fundamentos teóricos do projeto;
b) selecionar e preparar todo o conteúdo curricular articulado a procedimentos e atividades pedagógicas;
c) identificar os objetivos referentes a competências cognitivas, habilidades e atitudes;
d) definir bibliografia, videografia, iconografia, audiografia, tanto básicas quanto complementares;
e) elaborar o material didático para programas a distância;
f) realizar a gestão acadêmica do processo de ensino-aprendizagem, em particular motivar, orientar, acompanhar e avaliar os estudantes;
g) avaliar-se continuamente como profissional participante do coletivo de um projeto de ensino superior a distância.
O projeto pedagógico deve apresentar o quadro de qualificação dos docentes responsáveis pela coordenação do curso como um todo, pela coordenação de cada disciplina do curso, pela coordenação do sistema de tutoria e outras atividades concernentes. É preciso a apresentação dos currículos e outros documentos necessários para comprovação da qualificação dos docentes, inclusive especificando a carga horária semanal dedicada às atividades do curso.
Tutores
O corpo de tutores desempenha papel de fundamental importância no processo educacional de cursos superiores a distância e compõem quadro diferenciado, no interior das instituições. O tutor deve ser compreendido como um dos sujeitos que participa ativamente da prática pedagógica. Suas atividades desenvolvidas a distância e/ou presencialmente devem contribuir para o desenvolvimento dos processos de ensino e de aprendizagem e para o acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico.
Um sistema de tutoria necessário ao estabelecimento de uma educação a distância de qualidade deve prever a atuação de profissionais que ofereçam tutoria a distância e tutoria presencial.
A tutoria a distância atua a partir da instituição, mediando o processo pedagógico junto a estudantes geograficamente distantes, e referenciado aos polos descentralizados de apoio presencial. Sua principal atribuição é o esclarecimento de dúvidas através fóruns de discussão pela Internet, pelo telefone, participação em videoconferências, entre outros, de acordo com o projeto pedagógico. O tutor a distância tem também a responsabilidade de promover espaços de construção coletiva de conhecimento, selecionar material de apoio e sustentação teórica aos conteúdos e, frequentemente, faz parte de suas atribuições participar dos processos avaliativos de ensino-aprendizagem, junto com os docentes.
A tutoria presencial atende os estudantes nos polos, em horários pré-estabelecidos. Este profissional deve conhecer o projeto pedagógico do curso, o material didático e o conteúdo específico dos conteúdos sob sua responsabilidade, a fim de auxiliar os estudantes no desenvolvimento de suas atividades individuais e em grupo, fomentando o hábito da pesquisa, esclarecendo dúvidas em relação a conteúdos específicos, bem como ao uso das tecnologias disponíveis. Participa de momentos presenciais obrigatórios, tais como avaliações, aulas práticas em laboratórios e estágios supervisionados, quando se aplicam. O tutor presencial deve manter-se em permanente comunicação tanto com os estudantes quanto com a equipe pedagógica do curso.
Em qualquer situação, ressalta-se que o domínio do conteúdo é imprescindível, tanto para o tutor presencial quanto para o tutor a distância e permanece como condição essencial para o exercício das funções. Esta condição fundamental deve estar aliada à necessidade de dinamismo, visão crítica e global, capacidade para estimular a busca de conhecimento e habilidade com as novas tecnologias de comunicação e informação. Em função disto, é indispensável que as instituições desenvolvam planos de capacitação de seu corpo de tutores. Um programa de capacitação de tutores deve, no mínimo, prever três dimensões:
capacitação no domínio específico do conteúdo;
capacitação em mídias de comunicação; e
capacitação em fundamentos da EaD e no modelo de tutoria.
Por fim, o quadro de tutores previstos para o processo de mediação pedagógica deve especificar a relação numérica estudantes/tutor capaz de permitir interação no processo de aprendizagem.
O corpo técnico-administrativo
O corpo técnico-administrativo tem por função oferecer o apoio necessário para a plena realização dos cursos ofertados, atuando na sede da instituição junto à equipe docente responsável pela gestão do curso e nos polos descentralizados de apoio presencial. As atividades desempenhadas por esses profissionais envolvem duas dimensões principais: a administrativa e a tecnológica.
Na área tecnológica, os profissionais devem atuar nos polos de apoio presencial em atividades de suporte técnico para laboratórios e bibliotecas, como também nos serviços de manutenção e zeladoria de materiais e equipamentos tecnológicos. A atuação desses profissionais, nas salas de coordenação dos cursos ou nos centros de educação a distância das instituições, tem como principais atribuições o auxílio no planejamento do curso, o apoio aos professores conteudistas na produção de materiais didáticos em diversas mídias, bem como a responsabilidade pelo suporte e desenvolvimento dos sistemas de informática e suporte técnico aos estudantes.
docente e de tutores nas atividades presenciais e a distância, distribuição e recebimento de material didático, atendimento a estudantes usuários de laboratórios e bibliotecas, entre outros.
Entre os profissionais do corpo técnico-administrativo, destaca-se o coordenador do polo de apoio presencial como o principal responsável pelo bom funcionamento dos processos administrativos e pedagógicos que se desenvolvem na unidade. Este coordenador necessita conhecer os projetos pedagógicos dos cursos oferecidos em sua unidade, atentando para os calendários, especialmente no que se refere às atividades de tutoria presencial, zelando para que os equipamentos a serem utilizados estejam disponíveis e em condições de perfeito uso, enfim prezar para que toda a infraestrutura esteja preparada para a viabilização das atividades.
Outra importante atribuição do coordenador do polo é a supervisão do trabalho desenvolvido na secretaria da unidade, providenciando para que o registro dos estudantes e todas as demais ocorrências, tais como notas, disciplinas ou módulos cursados, frequências, transferências, sejam feitas de forma organizada e em tempo hábil. Portanto, para o exercício de suas funções, o coordenador do polo deve possuir prévia experiência acadêmica e administrativa e ser graduado. (BRASIL, 2007).
Nesta aula, trataremos especificamente das figuras que foram aqui citadas e estão em contato direto com o corpo discente.
2. Docentes
Para Shulman (1995 apud Litwin, 2001, p. 103), o saber básico de um docente inclui pelo menos:
conhecimento do conteúdo;
conhecimento pedagógico de tipo real, especialmente no que diz respeito às estratégias e à organização da classe;
conhecimento curricular;
conhecimento pedagógico acerca do conteúdo;
conhecimento sobre os contextos educacionais; e
Porém, avaliando as indicações, temos que considerar que ensino a distância difere completamente, em sua organização e desenvolvimento, do mesmo tipo de curso oferecido de na modalidade presencial. Na educação a distância, a tecnologia está sempre presente e exigindo uma nova postura de ambos, professores e alunos (ALVES; NOVA, 2003).
O papel do docente, nessa nova práxis educativa, conforme Sá (1998), é garantir o aprendizado do seu aluno a distância. Torna-se muito mais complexo esse papel na medida em que, ao invés de “dar aulas” face a face, é preciso lecionar mediante a utilização de outras linguagens, apoiadas em meios informacionais e de comunicação, que atingirão não apenas 30 ou 40 pessoas, mas, às vezes, centenas delas, em uma relação de tempo e espaço diferente daquela da atividade presencial que conhecemos. Desta forma, os docentes precisam saber como fazer EaD, pois ensinar a distância é muito diferente de ensinar presencialmente, mesmo para professores com larga experiência.
Para a educação a distancia, são necessárias diferentes habilidades de apresentação da informação, de planejamento, de desenvolvimento e de avaliação. É necessário criar estratégias de ensino, nas quais professor e aluno estejam distantes fisicamente. Além do mais, é necessário dominar o meio ou o sistema de transmissão da informação adotado. Nas próximas décadas, com o avanço desta modalidade de ensino, veremos uma nova geração de professores que terá se graduado a distância e adquirido experiência real para realizar cursos via EaD.
O docente que se propuser a ensinar na modalidade de EaD deve, segundo Wolcott (1995), refletir sobre alguns aspectos fundamentais, que são:
1. Contexto de ensino – Que é alterado devido à separação física entre os participantes do processo e mediatizado pelo uso da tecnologia; o ambiente de aprendizagem assume nova configuração. O professor, para atuar efetivamente, precisa reconhecer essa mudança no ambiente e sua influência no contexto. Mais especificamente, o professor precisa trabalhar com as potencialidades do meio e adaptá-lo às limitações impostas à sua abordagem instrucional.
enfrentados pelo aluno de cursos via EaD.
4. Métodos – Uma vez que as pesquisas nessa área continuam afirmando que "o que constitui instrução efetiva varia com o contexto" (BROPHY; GOOD apud WOLCOTT, 1995), daí profissionais de EaD deverem ser cuidadosos em não reaplicarem métodos tradicionais de ensino presencial, pois precisam reconhecer que eles não podem ser simplesmente utilizados em situações de EaD. Há necessidade de serem exploradas estratégias alternativas de ensino, contextualizadas no ambiente de EaD. Os métodos de ensino de EaD devem, em geral, buscar reduzir a distância interpessoal, promover a interação, aumentar o feedback e garantir a aprendizagem e a transferência da mensagem.
O trabalho do docente, nesse contexto de EaD, caracteriza-se pela parceria, que se desenvolve com a participação da tutoria, reservada a um profissional da mesma área, o qual se encontra na “ponta” do processo de ensino-aprendizagem, garantindo a qualidade do processo de apropriação do conhecimento.
Na próxima aula, trataremos sobre diferentes papeis dos docentes, como: professor autor e professor palestrante, adotados distintamente por muitas instituições.
3. TUTORES
A ligação aluno-professor ainda é, no imaginário pedagógico, uma dominante, o que torna a tutoria um ponto-chave em um sistema de ensino a distância (MAIA, 1998 apud NISKIER, 1999, p.391).
professor procede da palavra “professore”, que significa “aquele que ensina ou professa um saber” (ALVES; NOVA, 2003).
O tutor tem o papel didático-pedagógico de acompanhar, motivar, orientar e estimular o aprendizado de um aluno, separado fisicamente do professor, na EaD. Seu trabalho torna-se mais qualificado com o conhecimento, com profundidade, do material didático produzido pelo professor, muitas vezes, podendo até participar, com sugestões, de sua produção e/ou de sua reformulação, sobremodo se estiver inteirado do projeto político-pedagógico do curso.
A função essencial do tutor é, portanto, a orientação didática, pois grande parte dos alunos não possui hábito de autoestudo nem autodisciplina, característicos dessa modalidade de educação. É preciso que o tutor seja flexível, perseverante, persistente e sensível para lidar com eventuais dificuldades encontradas por parte dos alunos.
O tutor é um profissional que atua no apoio ao estudante e dará
orientações para os momentos de autoestudo e a compreensão das propostas
de atividade educacionais. Seu papel é fundamental ao processo educacional
do curso em que atua. Por
participar ativamente da
prática pedagógica e estar
no polo ou no AVA, o tutor
realiza o acompanhamento
dos alunos contribuindo
para o desenvolvimento dos
processos de ensino e de
aprendizagem. Por isso, é
essencial
que
possua
formação
superior
na
mesma área do curso em
que atua.
Uma das atribuições
do profissional que realiza
tutoria
é
promover
a
construção
coletiva
do
Afinal, o que significa tutor?
conhecimento, incentivando a formação de grupos de estudo e o acesso ao
material de apoio e participar de orientações dos processos avaliativos como,
por exemplo: auxiliando os estudantes a acessar o Ambiente Virtual de
Aprendizagem; orientando as leituras; incentivando a participação nas aulas,
fóruns e plantões; bem como na formação de grupo de estudos.
Atribuições dos tutores:
Preparar a sala para recepcionar os acadêmicos, para os tutores
presenciais e streaming live, ou seja, ao vivo (equipamentos).
Mediar à aula interativa, para os tutores presenciais ou streaming live,
ou seja, ao vivo.
Orientar o desenvolvimento das atividades (presencialmente ou no
AVA).
Estimular a interação e a participação nas atividades propostas em aulas
ao vivo ou nos fóruns e mensagens do AVA.
Passar as listas de presença, para os tutores presenciais, durante as
aulas.
Conduzir os acadêmicos a um bom aproveitamento nos momentos de
autoestudo.
Aplicar as avaliações; realizar sua correção, quando solicitado, por meio
de gabaritos; e atribuir as notas, através dos critérios definidos pela
Coordenação Pedagógica.
Aplicar, em consonância com o desenho pedagógico do curso, a
metodologia de trabalho desenvolvida pela Instituição, pois o trabalho é
integrado a toda a equipe.
Conhecer o perfil dos acadêmicos presencialmente ou pelo AVA e saber
se estão realizando as atividades e conseguindo atingir os objetivos da
aprendizagem.
Atualizar-se constantemente e desenvolver a habilidade comunicativa
através das ferramentas disponíveis para comunicação e colaboração
na Instituição.
Registrar as atividades realizadas pelos acadêmicos, quando solicitado.
Auxiliar o orientador da disciplina de estágio na orientação dos alunos no
que tange à organização.
Conhecer os regulamentos que normatizam as atividades dos
estudantes (Regulamento de Estágio, TCC, Avaliação, Normas de Uso
do AVA, Atendimento as Pessoas com Necessidades Especiais, etc.).
Divulgar, para os estudantes e comunidade em geral, as informações
que são disseminadas pelos informativos e pelo AVA, tanto nos
encontros presenciais, como através das ferramentas de colaboração e
comunicação disponíveis.
E, conforme Niskier (1999, p. 393), também é papel do tutor:
Comentar os trabalhos realizados pelos alunos;
Ajudá-los a compreender os materiais do curso, através das discussões e explicações;
Responder às questões sobre a Instituição;
ajudar os alunos a planejarem seus trabalhos;
Fornecer informações por e-mail;
Supervisionar trabalhos práticos e projetos;
Atualizar informações sobre o progresso dos estudantes;
Fornecer feedback aos coordenadores sobre os materiais dos cursos e as dificuldades dos estudantes; e
Servir de intermediário entre a Instituição e os alunos.
EDUCAÇÃO PRESENCIAL
–
Papel do Professor
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
–
Papel do Tutor
Conduzida pelo professor. Acompanhada pelo tutor.
Predomínio de exposições o tempo inteiro.
Atendimento ao aluno, em consultas
individualizadas ou em grupo, em situações em que o tutor mais ouve do que fala.
Processo centrado no professor. Processo centrado no aluno. Processo como fonte central de
informação.
Diversificadas fontes de informações (material impresso e multimeios).
Convivência, em um mesmo ambiente físico, de professores e alunos, o tempo inteiro.
Interatividade entre aluno e tutor, sob outras formas, não descartada a ocasião para os “momentos presenciais”.
Ritmo de processo ditado pelo professor.
Ritmo determinado pelo aluno, dentro de seus próprios parâmetros.
Contato face a face entre professor e aluno.
Múltiplas formas de contato, incluída a ocasional face a face.
Elaboração, controle e correção das avaliações pelo professor.
Avaliação de acordo com parâmetros definidos pela coordenação pedagógica do curso.
Atendimento, pelo professor, nos rígidos horários de orientação e sala de aula.
Atendimento pelo tutor, com horários flexíveis, lugares distintos e meios diversos.
Fonte: Adaptado de Sá (1998, p. 47).
4. VAMOS PENSAR?
O interessado em fazer um curso a distância não pode ser dependente
do professor e precisa ter disciplina. O próprio presidente de Abed (Associação
Brasileira de Educação a Distância), Frederic Michael Litto, 65 anos, admite
que a modalidade "não é para todos".
Disponível em:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u16136.shtml
.
5. PONTUANDO
Os Referenciais de Qualidade para a Educação a Distancia do MEC
trazem exigências no perfil dos profissionais que deverão atender os
alunos.
Os professores, na EaD, apresentam variações em suas práticas, em
função da nova modalidade de ensino.
6. REFERÊNCIAS BILIOGRÁFICAS
ALMEIDA, F. J. et al. Educação a Distância: Formação de Professores em Ambientes Virtuais e Colaborativos de Aprendizagem. São Paulo: Projeto NAVE, 2001.
ALVES, L.; NOVA, C. Educação a Distância: Uma Nova Concepção de Aprendizagem e Interatividade. São Paulo: Futura, 2003.
BRASIL. Ministério da Educação. Referenciais de Qualidade para a Educação Superior a Distância. Brasília: Ministério da Educação, 2007. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/referenciaisead.pdf. Acesso em: 21 set. 2011.
LITWIN, E. (Org.). Educação a Distância: Temas para Debate de uma Nova Agenda Educativa. Porto Alegre: Artmed, 2001.
NISKIER, A. Educação a Distância: A Tecnologia da Esperança. São Paulo: Loyola, 1999.
PALLOFF, R.; PRATT, K. Construindo Comunidades de Aprendizagem no Ciberespaço. Porto Alegre: Artmed, 2002.
SÁ, I. M. A. Educação a Distância: Processo Contínuo de Inclusão Social. Fortaleza: C.E.C., 1998.
WOLCOTT, L. L. The Distance Teacher as Reflective Pratictioner. Educational Technology, jan./feb., 1995, 39-43.