Carteiras de crédito

Top PDF Carteiras de crédito:

Os créditos tributários e seus impactos nas carteiras de crédito dos bancos no Brasil frente à entrada em vigor das regras de Basileia III

Os créditos tributários e seus impactos nas carteiras de crédito dos bancos no Brasil frente à entrada em vigor das regras de Basileia III

 YOSHIDA e SCHIOZER (2015), a partir da adaptação dos modelos propostos por BERROSPIDE e EDGE (2010), realizaram um teste empírico relacionando capital dos bancos e crédito no Brasil entre 2003 e 2012. Assim como BLUM (2005), também encontraram relação positiva entre o capital excedente dos bancos e o aumento de suas carteiras de crédito, contudo, apontam um efeito não muito relevante. Adicionalmente a esta questão, este estudo avaliou se havia diferença na relação capital bancário versus aumento do crédito nas instituições públicas e privadas, o que se comprovou. Verificou-se que nos bancos públicos, o crescimento do crédito é menos sensível a variações no capital.
Mostrar mais

54 Ler mais

Avaliação de estratégias para a redução do risco de inadimplência em carteiras de crédito bancário rotativo de pessoas físicas.

Avaliação de estratégias para a redução do risco de inadimplência em carteiras de crédito bancário rotativo de pessoas físicas.

Os principais Bancos Privados brasileiros vêm apresentando crescimento contínuo do número de clientes pessoas físicas em suas carteiras de crédito e, conseqüentemente, aumento do volume de negócios e receitas com as altas taxas de spread, ou retorno, cobradas em empréstimos rotativos (ex.: Limite de Cheque Especial). Como, paralelamente ao aumento da concessão de empréstimos, ocorre uma maior exposição ao risco de inadimplência, espera-se que os Bancos adotem ações preventivas e inibidoras ao não pagamento pontual de empréstimos. Visando contribuir nessa tarefa, este artigo, inicialmente, apresenta três proposições para a redução de risco em carteiras de crédito bancário rotativo às pessoas físicas, quer sejam: 1) “O Agente Desestimulador ao Risco Moral”, 2) “A Determinação da Fronteira Efi ciente Risco-Retorno” e 3) “O Mercado Futuro de Índices de Inadimplência”. Na parte fi nal, apresenta um modelo econométrico desenvolvido para avaliar o impacto de 19 variáveis sistemáticas na inadimplência de pessoas físicas em créditos rotativos. Os resultados extraídos de simulações conduzem à conclusão parcial de que a utilização do modelo econométrico e a implementação das três estratégias contribuiriam para a inibição e melhor monitoramento da inadimplência em carteiras de crédito rotativo de pessoas físicas.
Mostrar mais

12 Ler mais

Desenvolvimento de modelo para administração de carteiras de crédito a pessoas jurídicas em um banco comercial com base na teoria de diversificação de riscos

Desenvolvimento de modelo para administração de carteiras de crédito a pessoas jurídicas em um banco comercial com base na teoria de diversificação de riscos

interessados em saber qual o impacto no índice dos pesos valorizados se o montante de exposição de risco a um determinado cliente se alterar. Neste exemplo fica [r]

161 Ler mais

Avaliação da aplicabilidade de um modelo de credit scoring com varíaveis sistêmicas e não-sistêmicas em carteiras de crédito bancário rotativo de pessoas físicas.

Avaliação da aplicabilidade de um modelo de credit scoring com varíaveis sistêmicas e não-sistêmicas em carteiras de crédito bancário rotativo de pessoas físicas.

As concessões de crédito rotativo às pessoas físicas (cheque especial e cartão de crédito) vêm crescendo signifi cativamente nos últimos anos, o que, em parte, é explicado pela relativa estabilização da economia, maior geração de empregos e êxito no controle da infl ação – fatores que interferem diretamente na capacidade de pagamento dos tomadores. Paralelamente, observa-se uma maior exposição histórica dos Bancos ao risco de inadimplência, ou seja, o do não-recebimento (parcial ou total) de créditos rotativos utilizados pelas pessoas físicas. Considerando o tamanho e a importância desse mercado aos grandes Bancos Comerciais e a economia como um todo, direciona-se essa pesquisa para: 1. detalhar os processos de análise subjetiva e objetiva de crédito realizada pelos principais Bancos privados nacionais; 2. abordar a função seletiva das taxas de juros em créditos rotativos; 3. destacar as principais características dos modelos de credit scoring e 4. propor um modelo de credit scoring para créditos rotativos composto por variáveis sistêmicas e não-sistêmicas, direcionado à redução do risco de inadimplência. A aplicabilidade do modelo proposto de credit scoring em uma amostra extraída da carteira de crédito de pessoas físicas de um importante Banco Comercial privado nacional de médio porte (Banco X – nome fi ctício), apresentou satisfatório índice de acerto na identifi cação de clientes prospectivos (96%) e não- prospectivos (92%), levando à conclusão de que incluía e ponderava, adequadamente, as variáveis representativas da capacidade de pagamento dos tomadores.
Mostrar mais

13 Ler mais

Gestão do risco de crédito: análise dos impactos da resolução 2682, do conselho monetário nacional, na transparência do risco da carteira de empréstimo dos bancos comerciais brasileiros

Gestão do risco de crédito: análise dos impactos da resolução 2682, do conselho monetário nacional, na transparência do risco da carteira de empréstimo dos bancos comerciais brasileiros

caráter regulatório realizadas pelas autoridades monetárias. Exemplificando, o Banco do Brasil e os bancos que possuem carteiras de crédito imobiliário, ao captarem [r]

181 Ler mais

Crise económico-financeira e o financiamento bancário às pequenas e médias empresas: o caso do sector da construção

Crise económico-financeira e o financiamento bancário às pequenas e médias empresas: o caso do sector da construção

Em termos de comportamento do crédito concedido a PME no último ano, metade das instituições considerou que este aumentou moderadamente, havendo também uma parte das mesmas que referiu que o crédito concedido a PME se manteve praticamente inalterado ou que aumentou de forma significativa, tendo, neste caso, as respostas sido provenientes de bancos que consideram as PME como um eixo fundamental da sua actividade e que terão aproveitado o clima de contenção imposto por outras instituições de crédito para poderem alargar as suas carteiras de crédito. Importa ainda salientar que uma parte significativa dos questionários recepcionados diz respeito a sucursais de instituições de crédito com sede em países da União Europeia ou a filiais de bancos, cuja casa-mãe também se encontra sedeada em países da Zona Euro e que estas instituições não estão sujeitas às mesmas exigências prudenciais ou económicas que os grupos financeiros portugueses.
Mostrar mais

125 Ler mais

Cultura material da escola: entram em cena as carteiras.

Cultura material da escola: entram em cena as carteiras.

Para este autor, “todo educador, se quiser sê-lo, tem de ser arquiteto. De fato, ele sempre o é, tanto se ele decide modificar o espaço escolar, quanto se o deixa tal e qual está dado” (2001, p. 75). Nesta esteira, pode-se afirmar que, como parte integrante desta base material, as carteiras escolares não são dispostas ao acaso nas salas de aula. A disposição guarda intenções previamente estabe- lecidas, ou pela vontade do professor e acompanhada de métodos de ensino, manuais, regulamentos, ou por lei. Mas a evidência mais forte que se encontrou foi a da relação de alterações neste mobiliário para atender a “demandas” ou a particularidades didático-pedagógicas dos métodos de ensino.
Mostrar mais

18 Ler mais

A rentabilidade das carteiras e a flutuação da taxa de câmbio no Brasil

A rentabilidade das carteiras e a flutuação da taxa de câmbio no Brasil

Muitas das considerações sobre a conjuntura econômica nacional apontam o resultado das contas nacionais como determinantes de expectativas de flutuações do câmbio que, por sua vez, ten[r]

1 Ler mais

Análise da eficiência no mercado de capitais e a selecção de carteiras

Análise da eficiência no mercado de capitais e a selecção de carteiras

O desenvolvimento do mercado de capitais é uma condição essencial para o futuro da economia portuguesa no âmbito da UEM, com efeito a adopção da moeda única trará grandes implicações a[r]

191 Ler mais

Carteiras de variância mínima no mercado de acções português

Carteiras de variância mínima no mercado de acções português

As carteiras formadas com base nos títulos com menores desvios padrão são no entanto sempre dominadas pelas carteiras mvp, algo que não acontece se o Beta for o critério de selecção. A metodologia dos quintis, como referido anteriormente, utiliza carteiras igualmente ponderadas o que pode resultar em alguma ineficiência e poder-se-iam testar outras formas de ponderação, por exemplo, uma relação inversa entre a volatilidade do título em questão e o seu peso nessa carteira. Esta comparação foi efectuada por Carvalho et al. (2012), mas a diferença obtida face à versão igualmente ponderada foi reduzida. De realçar, no entanto que a carteira constituída pelos títulos com Betas mais reduzidos apresenta resultados globais muito semelhantes à carteira mvp_shrink_cap10, o que reforça a ideia de que ambas as metodologias (Markowitz e Ordenação em quintis) são eficazes na redução de volatilidade e obtenção de rendibilidades iguais ou superiores ao índice de referência. Se por um lado, de acordo com o modelo CAPM, apenas o risco sistemático é compensado e por esse motivo as carteiras construídas com mais risco (medido pela volatilidade total) podem não apresentar as melhores performances em termos de retorno ajustado pelo risco, já se analisarmos apenas as carteiras construídas com base nos Betas, a anomalia dos títulos com menor risco apresentarem melhores resultados continua a verificar-se, mesmo nos períodos de subida generalizada do mercado.
Mostrar mais

69 Ler mais

Teoria de carteiras e a alocação de parques eólicos offshore

Teoria de carteiras e a alocação de parques eólicos offshore

O consumo de energia no planeta é atualmente baseado no uso de combustíveis fósseis. Eles são responsáveis por efeitos negativos sobre o meio-ambiente. As energias renováveis propõem soluções para esse cenário, mas devem encarar questões relacionadas à capacidade de forneci- mento de energia. A energia eólica offshore desponta como uma alternativa promissora. A ve- locidade e estabilidade dos ventos são maiores sobre oceanos, mas a variabilidade dos mesmos pode provocar flutuações inconvenientes à geração de energia elétrica. Para diminuir isso, uma combinação de parques eólicos distribuídos geograficamente foi proposta. Quanto maior a dis- tância entre eles, menor a correlação entre a velocidade dos ventos, aumentando a probabilidade de que produzam conjuntamente um sistema de energia mais estável, com menos flutuações da produção de energia. O uso eficiente da capacidade de produção dos parques eólicos, entretanto, depende da distribuição deles em ambientes marítimos. O objetivo desta pesquisa foi analisar a alocação ótima de parques eólicos offshore na costa leste dos EUA, através da Moderna Teoria de Carteiras. A Moderna Teoria de Carteiras foi empregada de modo que o processo de constru- ção das carteiras de energia eólica offshore contemplasse a particularidade da intermitência dos ventos, através dos cálculos de retorno e risco da produção dos parques eólicos. A pesquisa foi desenvolvida com 25.934 observações de energia, produzidas por 11 parques eólicos offshore hipotéticos, a partir da instalação simulada de 01 turbina oceânica com capacidade máxima de 5 MW. Os dados apresentam resolução de tempo horária e cobrem o período entre 01 de ja- neiro de 1998 até 31 de dezembro de 2002. Por meio do software Matlab , foram calculadas R
Mostrar mais

62 Ler mais

O baixo crescimento nos países ricos é oportunidade ou obstáculo ao desenvolvimento brasileiro? Se é obstáculo, como contornar? Se é oportunidade, o que fazer?

O baixo crescimento nos países ricos é oportunidade ou obstáculo ao desenvolvimento brasileiro? Se é obstáculo, como contornar? Se é oportunidade, o que fazer?

No crédito consignado, consumidor paga mais de quatro No crédito consignado, consumidor paga mais de quatro vezes este valor uma vez que a taxa nominal é de 27% a.a., que corresponde a um juro real superior a 20% a.a.! Considerando todas as modalidades de crédito pessoal, o valor médio é de absurdos 42% ao ano!

62 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO-ECONOMICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO-ECONOMICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS

Segundo os dados do modelo, para as variáveis com significância estatística mostraram-se importantes variáveis de ajuste do mercado de crédito doméstico destinado as pessoas físicas. Dentre as quais a taxa SELIC, a inadimplência das operações de crédito de pessoa física, a renda e o PIB, segundo a estatística F e a estatística t, essas variáveis apresentaram significativa influência sobre a variável dependente do modelo, ou seja, o volume de crédito as pessoas físicas. Segundo os dados analisados no capitulo 3 a inadimplência, por exemplo, teve alta de 44,93%, em dezembro de 2008, apesar deste aumento da inadimplência ainda observou-se elevação das operações de crédito as pessoas físicas, conforme pode ser constatado no gráfico 2, pag. 38. Contudo a variável que apresentou maior impacto sobre a variação do volume de crédito foi o Produto Interno Bruto. Pois a cada 1% de aumento no PIB corresponde a uma variação percentual no volume de crédito destinado as pessoas físicas de 1,82%. Esta estimativa vem a reforçar a afirmação da teoria econômica, quando esta diz que quanto maior o valor do Produto Interno Bruto maior será o valor do volume dos recursos disponíveis na economia.
Mostrar mais

60 Ler mais

Análise de carteiras de valor no mercado brasileiro

Análise de carteiras de valor no mercado brasileiro

poderia ser aprimorado para o mercado brasileiro no horizonte analisado, retirando-se a restrição do pagamento de dividendos nos últimos cinco anos. Sua relevância, quando retirado isoladamente, muito provavelmente está relacionada ao fato de que muitas empresas brasileiras foram capazes, ao longo dos últimos cinco anos do período de análise, de reduzir os pagamentos de dividendos (ou ainda, pagá-los de forma irregular) e, com o dinheiro mantido na companhia, gerar resultados ainda melhores ao longo do período de verificação. Assim, não se pode dizer que esse seja um critério efetivamente necessário à elaboração de carteiras de valor no mercado brasileiro no período analisado.
Mostrar mais

17 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO - ECONÔMICO CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO - ECONÔMICO CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS

Tal expressão é resultado da observação de Oreiro (2005) em relação ao comportamento da taxa de juros dos depósitos a vista em relação a outras variáveis, na qual foi observado que (i) aumentando-se a taxa de retorno esperada das operações de crédito, o banco reduz as taxas de juros dos depósitos, pois irá aumentar a posição defensiva líquida dos bancos,ou seja, os ativos de alta liquidez e baixa rentabilidade mantidos pelos bancos menos os depósitos compulsórios, esta posição líquida aumenta justamente para compensar o aumento dos empréstimos que passam a ficar mais rentáveis, com isto o banco reduz a taxa de juros dos depósitos dado a sua capacidade de reter depósitos vindos dos empréstimos, (ii) quando a taxa de juros de retorno exigível sobre o capital próprio sobe, os bancos também aumentam a taxa de depósitos a vista, (iii) se o graus de concentração bancário aumentar, tal efeito gera uma redução na taxa de juros paga pelos depósitos a vista, o que significa dizer que aumentando a participação do banco no sistema bancário total sua capacidade de criar depósitos diminui pela redução do volume de empréstimos, isto faz com que os bancos necessitem de menores posições defensivas, que por sua vez reduz a taxa de juros dos depósitos e (iv) uma consideração ainda não feita até o presente momento é que na economia as políticas econômicas interferem na decisão dos bancos de modo que o governo aumentando a taxa de juros das obrigações do governo – taxa de remuneração dos títulos públicos ou taxa básica de juros – leva o banco a decidir a aumentar a sua taxa de remuneração dos depósitos, isto ocorre porque aumentando a taxa básica de juros, o retorno sobre a posição líquida defensiva dos bancos, ou seja, sobre os
Mostrar mais

99 Ler mais

Aspectos operacionais e análise do desempenho de três fundos mútuos: estudo de caso

Aspectos operacionais e análise do desempenho de três fundos mútuos: estudo de caso

ticas para os três fundos mútuos... Cálculo dos Indicadores de avaliação de desempenho. -de carteiras.[r]

155 Ler mais

Efeitos da internacionalização de carteiras no mercado de capitais brasileiro

Efeitos da internacionalização de carteiras no mercado de capitais brasileiro

No tocante à legislação internacional, salvo exceções, investimentos diretos no exterior são permitidos, conforme pode ser observado na Tabela 8. A aplicação de parte dos recursos em outros países reflete o emprego da teoria de seleção ótima de carteiras (diversificação) em nível global. Em alguns países, os ativos internacionais representam menos de 10% dos recursos (como na França e na Alemanha), enquanto em outros, como Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Canadá, Suíça e Austrália, as entidades de previdência têm aproximadamente 20% de seus recursos aplicados em ativos internacionais (Boulier, 2003). De acordo com a legislação brasileira, aplicações diretas no exterior sempre foram proibidas, talvez em função da dificuldade de fiscalizar tais investimentos e da necessidade de formação de poupança interna 1 . Seguindo os moldes observados internacionalmente, há restrição de inversão de 10% em títulos emitidos pela patrocinadora, além de restrições quanto a aplicações conjuntas realizadas pelo fundo de pensão e sua patrocinadora (Rieche, 2005).
Mostrar mais

255 Ler mais

Estratégias de diversificação de carteiras de ações com dependência assimétrica

Estratégias de diversificação de carteiras de ações com dependência assimétrica

O objetivo principal desta tese é verificar se as carteiras de ações formadas pelas estratégias com dependência assimétrica apresentam maior desempenho do que quando são formadas pela regra de Talmud. Leal e Mendes (2010) e Patton (2004) afirmam que os valores extremos das variáveis tendem a se localizar nos cantos da sua distribuição o que proprociona uma superestimação do coeficiente de correlação fl, pois há um desvio da condição de distribuição gaussiana. Em outras palavras, o grau de associação entre os retornos dos ativos pode ser realmente muito menor em condições normais de mercado do que o demonstrado pelo coeficiente de correlação fl quando da presença de eventos extremos. A escolha de métodos que possam aferir a dependência em momentos extremos são trabalhados nesta tese na tentativa de obter carteiras com maior utilidade (retorno ajustado ao risco). Em relação aos objetivos específicos, pretende-se: (i) Determinar a dependência assimétrica dos retornos das ações por meio do índice caudal inferior da cópula de Joe-Clayton Simetrizada (BERGMANN et al., 2011; PATTON, 2006). A medida ⁄ servirá de instrumento para a determinação da dependência assimétrica dos ativos conforme preconizado na teoria de cópulas. Dessa forma, o índice ⁄ U mede como
Mostrar mais

115 Ler mais

TEORIA MODERNA DE CARTEIRAS - UMA VISÃO CONCEITUAL COM APLICAÇÕES

TEORIA MODERNA DE CARTEIRAS - UMA VISÃO CONCEITUAL COM APLICAÇÕES

No meio dos investimentos, percebe-se uma falta de conhecimento sobre os métodos que auxiliam na formação de carteiras, por meio dos números divulgados pela Bolsa de Valores Brasileira, a B3, sobre a representação popular no âmbito do mercado de capitais e financeiro. Dados disponíveis publicamente mostram que existem aproximadamente 600 mil contas ativas (pessoas físicas), o que representa um número muito pequeno em comparação com o tamanho da população brasileira (B3, 2017).

57 Ler mais

Show all 6612 documents...