comércio eletrônico

Top PDF comércio eletrônico:

Framework para comércio eletrônico, via internet móvel, mediado por agente de software

Framework para comércio eletrônico, via internet móvel, mediado por agente de software

A tecnologia emergente de agentes de software vem se tornando popular nos últimos anos, devido ao aumento das aplicações para Internet. Agentes de software foram inicialmente utilizados para filtrar informações, encontrar pessoas com interesses similares e automatizar procedimentos repetitivos. Atualmente eles estão sendo utilizados em aplicações para comércio eletrônico, promovendo uma revolução na forma de conduzir as negociações entre pessoas e empresas. Essa tecnologia automatiza diversos estágios tradicionais do processo de compra e venda pela Internet, minimizando os custos e eliminando barreiras geográficas. Este projeto pesquisou o desenvolvimento de um Framework para Comércio Eletrônico, via Internet Móvel, mediado por Agentes de Software (FCEMAS). O framework baseia-se em padrões de projeto e soluções para Internet Móvel usando o WAP (Wireless Application Protocol). Foram construídos componentes, implementados com a tecnologia Enterprise Java Beans (EJB), para aplicações do domínio de farmácia, que permitiram validar o framework.
Mostrar mais

97 Ler mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CARONISTA NO COMÉRCIO ELETRÔNICO

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CARONISTA NO COMÉRCIO ELETRÔNICO

RESUMO: Esta pesquisa teve como objetivo analisar se os fatores que explicam a adoção do comércio eletrônico são também capazes de explicar o comportamento caronista dos e-consumidores. Para atingir o objetivo proposto, foi realizado um levantamento de campo, com amostra composta por 307 indivíduos. Para a análise dos dados, utilizou- se a Análise Fatorial Exploratória e a Análise de Regressão Múltipla. A partir dos resultados obtidos nas análises estatísticas, constatou-se que existem alguns fatores que motivam a adoção do comércio eletrônico e que influenciam diretamente a adoção do comportamento caronista, sendo eles (1) a percepção de que é possível encontrar preços mais baixos nas compras realizadas pela Internet, (2) a percepção de maior conveniência nas compras efetuadas online, (3) a percepção reduzida de risco associada ao e-commerce, e (4) a pré-disposição em buscar mais informações prévias em redes sociais, com terceiros que fazem dos grupos sociais com os quais se possui contato ou com base em experiências anteriores.
Mostrar mais

16 Ler mais

COMÉRCIO ELETRÔNICO: EVASÃO FISCAL E TRIBUTOS INCIDENTES

COMÉRCIO ELETRÔNICO: EVASÃO FISCAL E TRIBUTOS INCIDENTES

O comércio eletrônico, assim como um comércio tradicional — estabelecido em uma localidade especifica, com seu tipo de tributação, seus objetivos de mercado, razão social, contrato social, com seus ativos e passivos —, não se difere em termos de estrutura. Porém, em vez de um ambiente físico, o estabelecimento se encontra em um ambiente virtual, ou seja, em um site na internet. A empresa pode ser desde um local físico como um empreendedor individual vendendo no varejo produtos por um telefone celular ou notebook, e ainda assim estaria sujeito aos tributos incidentes.
Mostrar mais

18 Ler mais

O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O ICMS: A CONCRETIZAÇÃO DO FEDERALISMO FISCAL À LUZ DA EMENDA CONSTITUCIONAL 87/2015

O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O ICMS: A CONCRETIZAÇÃO DO FEDERALISMO FISCAL À LUZ DA EMENDA CONSTITUCIONAL 87/2015

RESUMO: Este trabalho analisa a concretização do federalismo fiscal em face da expansão do comércio eletrônico na região Nordeste e a pro- mulgação da Emenda Constitucional 87/2015. Para tanto, aborda como o novo rateio da receita de ICMS de operações interestaduais pode con- fluir para a independência financeira dos Estados-membros, a partir de números fornecidos pela Receita Federal e pelo SINDIFERN. Nesse cenário, esta produção também faz ressalvas à política fazendária de arrecadação do novo modelo de ICMS devido das operações menciona- das. Conclui como positiva a inovação do constituinte reformador, nada obstante o deslize fazendário quando da nova política arrecadatória. Palavras-chave: Comércio eletrônico. ICMS. Federalismo fiscal. Emen- da Constitucional 87/15.
Mostrar mais

11 Ler mais

REALIDADE VIRTUAL EM APLICAÇÕES DE COMÉRCIO ELETRÔNICO

REALIDADE VIRTUAL EM APLICAÇÕES DE COMÉRCIO ELETRÔNICO

Este novo paradigma leva o nome de Realidade Virtual. A Realidade Virtual é uma das formas de interface mais avançada existente na atualidade devido ela permitir a visualização, manipulação e exploração de informações tridimensionais em tempo real. O desafio está em apresentar até que ponto ela pode ser empregada no comércio eletrônico. Levando-se em conta equipamentos, tecnologias que dão suporte a sua implementação, definição de ambiente virtual e a navegabilidade dentro de um ambiente virtual definido pelos conceitos da Realidade Virtual.

8 Ler mais

DA NECESSIDADE DE REGULAMENTAÇÃO NAS RELAÇÕES DO COMÉRCIO ELETRÔNICO  João Rodrigo Santana Gomes, Maiara Santana Zerbini

DA NECESSIDADE DE REGULAMENTAÇÃO NAS RELAÇÕES DO COMÉRCIO ELETRÔNICO João Rodrigo Santana Gomes, Maiara Santana Zerbini

Resumo: As normas elencadas no Código de Defesa do Consumidor nem sempre serão suficientes para as situações ensejadoras do comércio eletrônico, por isso a necessidade de regulamentação especifica. Com o advento da internet nota-se um elevado crescimento da utilização dessa ferramenta para o comércio, não se pode negar que a sociedade encontra-se na era digital. A facilidade que o espaço cibernético oferece tanto para o fornecedor que não precisa investir em um espaço físico, devendo apenas criar um cyber espaço para a apresentação de seu comércio, tanto para o consumidor que tem ao seu alcance produtos e serviços 24 horas, facilitando assim, as suas compras e até mesmo pesquisas de melhor preço. Entretanto essa facilidade enseja uma maior vulnerabilidade à pessoa do consumidor ou do potencial consumidor, não podendo este ficar a mercê de legislação correlacionada, sendo que a necessidade de regulamentação especifica se faz necessária para que este individuo encontre segurança jurídica ao realizar seus contratos de compra e venda. O presente trabalho traz a discussão dessa necessidade e os principais pontos a serem observados.
Mostrar mais

15 Ler mais

Uso do comércio eletrônico em órgãos do governo

Uso do comércio eletrônico em órgãos do governo

O estudo do caso do uso do comércio eletrônico no Governo do Estado de São Paulo, mostrou também que um projeto com esta envergadura necessita de uma coordenação a sua ação em vários níveis. O comprometimento pessoal do Governador do Estado e dos seus secretários deu força às equipes técnicas de implementação dos projetos investigados para enfrentar os diversos níveis de resistência. É interessante notar que alguns dos entrevistados anunciaram de início nas suas entrevistas que não eram ligados a partidos políticos (querendo dizer que não tinham vínculos de ordem política no governo) e que a sua ação se devia à crença no modelo de modernização do estado que estava sendo proposta por este governo atualmente no poder.
Mostrar mais

100 Ler mais

O comércio eletrônico evolui e consolida-se no mercado brasileiro.

O comércio eletrônico evolui e consolida-se no mercado brasileiro.

Este artigo analisa o estágio de evolução do CE no Brasil utilizando as principais conclusões da “Pesqui- sa FGV de Comércio Eletrônico no Mercado Brasilei- ro”, edição 2000 (Albertin, 2000d), e do projeto de pes- quisa de Albertin (2000b) “Comércio eletrônico: situ- ação atual e tendências”, realizado entre julho de 1999 e março de 2000, com o apoio do Núcleo de Pesquisas e Publicações (NPP) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP) da Fundação Getu- lio Vargas (FGV).

9 Ler mais

Logística reversa no comércio eletrônico: um estudo de caso.

Logística reversa no comércio eletrônico: um estudo de caso.

A primeira questão procurava investigar a evolução dos processos de logística reversa da empresa. Para responder a esta questão foi necessário levar em consideração que o volume de produtos vendidos por meio do comércio eletrônico aumentou consideravelmente nos últimos anos e, consequentemente, o fluxo reverso acompanhou esse crescimento. À medida que o comércio eletrônico cresce, as devoluções também devem crescer de maneira mais acentuada, considerando que o consumidor brasileiro tem ficado cada vez mais exigente. Logo, os processos de logística reversa da empresa sofreram mudanças ao longo do tempo para se adequar a essa realidade. No caso estudado, o varejista de comércio eletrônico migrou de um CD compartilhado com a logística direta para um CD exclusivo de logística reversa, terceirizando o gerenciamento do processo reverso. A proposição 1 se confirma uma vez que foram constatadas mudanças significativas no processo de logística reversa decorrentes do aumento de volume, no caso estudado. Pode-se afirmar que uma tendência futura para o mercado seja mudar para um modelo de gestão de logística reversa multiclientes, ou seja, para o setor como um todo e não mais dedicado exclusivamente para uma única empresa, representando uma economia de escala.
Mostrar mais

18 Ler mais

O COMÉRCIO ELETRÔNICO (ECOMMERCE): UM ESTUDO COM CONSUMIDORES :: Brapci ::

O COMÉRCIO ELETRÔNICO (ECOMMERCE): UM ESTUDO COM CONSUMIDORES :: Brapci ::

Foram observadas também as desvantagens do comércio eletrônico para o consumidor, relacionadas à falta de segurança. Isto impede que o comércio eletrônico possa alcançar um número maior de adeptos. A falta de segurança foi o fator mais apontado entre os pesquisados, pois 57% apontaram a falta de segurança como o principal fator impeditivo para a realização das compras. Nesse sentido, os estudos de Feitosa e Garcia (2015) apontam que devido a necessidade de se conhecer mais o comerciante antes da decisão de compra, isso incentivou a criação de sistemas de identificação da reputação, cujos serviços desempenham um papel relevante no comércio eletrônico. Esses sistemas de reputação visam à redução da assimetria de informações entre consumidores e vendedores, além de atuarem no estabelecimento de selos e escores que atestam o cumprimento de normas necessárias às lojas que atuam no mercado digital.
Mostrar mais

14 Ler mais

Avaliação de usabilidade em comércio eletrônico estudo de caso

Avaliação de usabilidade em comércio eletrônico estudo de caso

Devido à crescente complexidade dos sistemas de informação usados pelas empresas, torna-se fundamental no processo de seu desenvolvimento o uso de teste na usabilidade de software.O acesso à informação de qualidade é essencial para que uma organização obtenha a sua eficácia, e para aquelas que atuam no mercado de comércio eletrônico necessitam que seus sistemas e-commerce sejam agradáveis no ponto de vista do usuário e fáceis de serem usados. Esse trabalho realizou uma avaliação de usabilidade em o e-commerce Americanas.com, utilizando métodos de avaliação de usabilidade combinados e adaptados de Lima (2002): Avaliação Heurística (Especialistas) e Testes de Laboratório (Usuários). O objetivo principal desse trabalho foi avaliar a usabilidade e identificar possíveis falhas. Apesar de o e-commerce ter sido bem avaliado pelos especialistas e usuários, obtivemos indicativos de alguns quesitos que necessitam atenção dos seus projetistas e desenvolvedores com o propósito de melhorarem tais quesitos de usabilidade.
Mostrar mais

60 Ler mais

Comércio eletrônico: fazendo negócios por meio da internet.

Comércio eletrônico: fazendo negócios por meio da internet.

O comércio eletrônico favorece novas formas de obtenção de ganhos de competitividade nos negócios, interferindo na cadeia de valor adicionado a produtos e serviços dirigidos ao consumi- dor ou em transações entre empresas. Sendo global em sua essência, o comércio eletrônico está expandindo-se rapidamente em todo o mundo; no entanto essa velocidade e o alcance do comér- cio eletrônico enfrentam obstáculos de vários tipos. Existem obstáculos tecnológicos, culturais, organizacionais e estruturais para o pleno desenvolvimento do comércio eletrônico. Estas barrei- ras para o pleno desenvolvimento do comércio on-line devem ser também analisadas, para se entenderem mais claramente os possíveis efeitos no ambiente de negócios.
Mostrar mais

16 Ler mais

Análise da (in) do ICMS em sede de comércio eletrônico indireto

Análise da (in) do ICMS em sede de comércio eletrônico indireto

Por ser um processo mais informal e consequentemente menos burocrático, o comércio eletrônico é mais difícil de ser fiscalizado, principalmente na parte tributária, já que qualquer pessoa pode comprar uma mercadoria e vender na internet por meio de aplicativos para smartphone como o OLX, o Mercado Livre, entre outros, impossibilitando ao Estado de fiscalizar e tributar as transações. Principalmente em compras feitas através de sites de outros países, já que grande parte das vezes a mercadoria passa pela Receita Federal sem ser tributada, gerando um prejuízo para a arrecadação. Como, normalmente, em estabelecimentos online, não há livro de registro de transações e as informações ficam retidas num banco de dados da internet, são mais fáceis de ser perdidas e o acesso a essas informações é dificultado, sendo um grande problema para o governo fazer a tributação de maneira correta sem gerar nenhum prejuízo.
Mostrar mais

55 Ler mais

Comércio eletrônico: aspectos e benefícios

Comércio eletrônico: aspectos e benefícios

Este relatório apresenta as principais conclusões do projeto de pesquisa Comércio Eletrônico: Aspectos e Benefícios. Este projeto teve como seu principal objetivo a identificação da situação atual da utilização das aplicações de comércio eletrônico nos vários setores, mais especificamente sob a visão de administração, ou seja, como estão sendo considerados os vários aspectos gerenciais e estratégicos da utilização de comércio eletrônico, bem como o seu valor, benefícios estratégicos e contribuições para o sucesso das organizações.
Mostrar mais

43 Ler mais

E-Commerce – Análise do Comércio eletrônico

E-Commerce – Análise do Comércio eletrônico

Os números apresentados na pesquisa mostram que, quando o assunto é comércio eletrônico, o Brasil está em sintonia com as tendências internacionais. Segundo o Instituto Forrester Research, nos Estados Unidos as vendas do varejo online este ano devem superar os US$ 204 bilhões, contra US$ 175 bilhões obtidos em 2008. A expectativa é que, nos EUA, os consumidores troquem cada vez mais as idas às lojas físicas e as compras via catálogo pelos cliques na Internet.

11 Ler mais

Distribuição de serviços de comércio eletrônico

Distribuição de serviços de comércio eletrônico

Apesar de as CDNs suprirem diversas deficiências dos servidores Proxy/Cache, ambos ap- resentam uma limitação que restringe fortemente o âmbito de atuação das duas estratégias: to- dos os objetos replicados são tratados como unidades atômicas, indivisíveis e não atualizáveis. Em outras palavras, ambas trabalham exclusivamente com objetos estáticos. Quando a Web ainda estava em seus primeiros anos, as funcionalidades providas pelos servidores WWW e navegadores limitavam-se a enviar, receber e visualizar documentos no formato hipertexto e imagens. Entretanto, à medida que as necessidades dos usuários e os serviços oferecidos foram se sofisticando, as páginas e os objetos disponibilizados pelos provedores passaram a ser gera- dos em tempo real, de acordo com a interação entre os usuários e os websites. Tornou-se, então, cada vez mais frequente a utilização de linguagens e protocolos para construção de páginas dinamicamente, tanto do lado dos navegadores (através das applets Java ou linguagens inter- pretadas como JavaScript e VBScript) quanto do lado dos servidores (através de plugins como CGI e Servlets, ou de trechos de código embutidos no hipertexto, como ASP, JSP ou PHP). As aplicações de Comércio Eletrônico, em especial, alavancaram estas tecnologias por utilizar in- tensamente as funcionalidades de geração dinâmica de conteúdo para adicionar processamento e inteligência aos serviços oferecidos e ao mesmo tempo garantir as restrições de consistência e segurança de dados que são próprias desta classe de aplicações.
Mostrar mais

64 Ler mais

A incidência do ICMS no comércio eletrônico

A incidência do ICMS no comércio eletrônico

Objetiva-se analisar com precisão a incidência do ICMS no comércio eletrônico, trabalhando seus principais efeitos, com ênfase nos conflitos interestaduais que envolvem a regulamentação desse encargo estatal. Inicialmente, realiza-se um estudo sobre as principais características do ICMS e seu processo histórico de formação, compreendendo os contornos legais traçados pela Constituição Federal de 1988, bem como sobre a sua regra matriz de incidência. Então, passa-se a análise do comércio eletrônico e seu desenvolvimento histórico, examinando as principais consequências sócio-econômico-fiscais do seu crescimento. Nesta mesma etapa, busca-se ainda entender como ocorre a sistemática fiscal atual de incidência tributária sobre e-commerce. Por fim, é realizado o estudo dos principais conflitos fiscais atinente ao tema, para então, apreciar as propostas legais e políticas de apaziguamento dessa guerra fiscal.
Mostrar mais

54 Ler mais

PROTEÇÃO JURÍDICA DO CONSUMIDOR NO COMÉRCIO ELETRÔNICO

PROTEÇÃO JURÍDICA DO CONSUMIDOR NO COMÉRCIO ELETRÔNICO

O Projeto de Lei nº 1.589/99 foi elaborado pela comissão de informática da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de São Paulo, tendo sido entregue pelo Presidente da OAB/CE ao Presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer. É importante salientar que esse sofreu forte influência da Lei Modelo da UNCITRAL. Esse projeto dispõe sobre o comércio eletrônico, a validade jurídica do documento e sobre a assinatura digital. Entre os pontos tratados, pode- se destacar a obrigatoriedade de que a oferta ―pública de bens, serviços ou informações à distância deve ser realizada em ambiente seguro, devidamente certificado‖; a definição do provedor como intermediário ―que forneça serviços de conexão ou de transmissão de informações, ao ofertante ou ao adquirente e que não será responsável pelo conteúdo das informações transmitidas‖; a não obrigatoriedade do provedor em ―vigiar ou fiscalizar o conteúdo das informações transmitidas ou armazenadas‖; ‖a regulamentação do sistema criptográfico de chave pública‖; a falsidade do documento eletrônico considerado ―quando assinado com chaves fraudulentamente geradas em nome de outrem‖. No que se refere à assinatura digital, esse projeto de lei estabelece, conforme modelo italiano, que deve ser cifrada pelo sistema de chaves.
Mostrar mais

130 Ler mais

O ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL NA ATUALIDADE: O COMÉRCIO ELETRÔNICO E A NORMATIZAÇÃO DA INTERNET

O ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL NA ATUALIDADE: O COMÉRCIO ELETRÔNICO E A NORMATIZAÇÃO DA INTERNET

Como fatores subjetivos presentes no contexto jurídico do co- mércio, dentre eles a existência do ponto comercial, do aviamento, da cláu- sula de não-restabelecimento e até a alienação do estabelecimento empre- sarial podem ser aplicados a um comércio que ocorre em um ambiente ex- tremamente subjetivo e não passível de delimitações, como a rede mundial de computadores por meio do Comércio Eletrônico, buscando ainda ex- pressar casos práticos de possível ocorrência no plano social, sem amparo normativo específico que possibilite sua solução, assim como, localizar de que maneira, no atual contexto social, se dão as transações comerciais que outrora ocorriam nas vias entre feudos.
Mostrar mais

15 Ler mais

Comércio eletrônico ou canal de vendas eletrônico? :: Brapci ::

Comércio eletrônico ou canal de vendas eletrônico? :: Brapci ::

A partir de uma proposta tímida de interligação de computadores dispersos geograficamente e a estruturação de uma camada de software (TCP/IP), surge a Internet. Rapidamente atinge um alcance global em função de suas facilidades e simplicidade até o ponto de ser considerada por vários autores como uma nova mídia de massa. Pretende-se uma reflexão acerca dessa tecnologia e dessa mídia inserindo- a no contexto da sociedade da informação, verificando algumas convergências importantes, encontrando o comércio eletrônico como um novo canal de distribuição de bens, produtos e serviços.
Mostrar mais

11 Ler mais

Show all 2524 documents...