Desenvolvimento infantil

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Desenvolvimento infantil: análise de um novo conceito.

Desenvolvimento infantil: análise de um novo conceito.

Objetivos: realizar análise de conceito do termo desenvolvimento infantil e submeter à análise por peritos. Método: análise de conceito segundo o modelo híbrido, em três fases: fase teórica, com revisão bibliográfica; fase de campo, de pesquisa qualitativa com profissionais que atendem crianças; e fase analítica, de articulação dos dados das etapas anteriores, baseada na teoria bioecológica do desenvolvimento, com produção de nova definição para o conceito. A nova definição foi validada por peritos em um grupo focal. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Resultados: a revisão de 256 artigos, de 12 bases de dados e livros, e entrevistas com 10 profissionais, mostrou que: o conceito desenvolvimento infantil tem como antecedentes aspectos da gestação, fatores próprios da criança, fatores do contexto, destacando as relações e o cuidado à criança, e aspectos sociais; suas consequências podem ser positivas ou negativas, impactando na sociedade; seus atributos são comportamentos e habilidades da criança; suas definições contêm perspectivas maturacionais, contextuais ou ambas. A nova definição, produzida na análise e validada por nove peritos, expressa a magnitude do fenômeno e fatores não apresentados em outras definições. Conclusão: a análise de conceito gerou uma definição para as classificações de enfermagem na atenção integral à criança.
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Avaliação do desenvolvimento infantil: além do neuromotor.

Avaliação do desenvolvimento infantil: além do neuromotor.

Vários são os motivos que dificultam o pediatra se sen- tir responsável, como o profissional de ‘‘primeira linha’’ passível de levantar a suspeita diagnóstica (mesmo que apenas com base clínica) de que seu paciente seja porta- dor de TDAH, TEA, transtorno da aprendizagem, distúrbio da alimentac ¸ão e sono, depressão, abuso de substância ou outras alterac ¸ões comportamentais. Entre essas barrei- ras, destacam-se: a falta de confianc ¸a do pediatra na sua capacitac ¸ão em diagnosticar e acompanhar essas crianc ¸as; falta de tempo nas estressantes atividades do dia a dia para usar instrumentos de triagem validados; carência des- ses instrumentos validados para o Brasil e falta de manuais nacionais práticos e eficazes para guiá-lo nessa área; carên- cia grave de profissionais ou servic ¸os especializados em desenvolvimento infantil (pediatras do desenvolvimento e comportamento, psiquiatras ou neurologistas infantis) para encaminhar as crianc ¸as com dificuldades no seu desen- volvimento e comportamento; falta de interac ¸ão entre os diversos profissionais de saúde, educac ¸ão e assistência social, que estão diretamente ligados ao desenvolvimento e comportamento; e, por último, falta de remunerac ¸ão e adequac ¸ão de carga horária para fazer essa triagem adequadamente. 10,25 Essas dificuldades frustram e sobre-
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Desenvolvimento infantil: concordância entre a caderneta de saúde da criança e o manual para vigilância do desenvolvimento infantil.

Desenvolvimento infantil: concordância entre a caderneta de saúde da criança e o manual para vigilância do desenvolvimento infantil.

na análise e no acompanhamento do DNPM infantil. Tal fato diiculta o estabelecimento de um padrão, tanto de vigilância quanto de conduta a ser tomada com uma criança detectada com atraso. Salienta-se, entretanto, que o presente problema já está em resolução, uma vez que a AIDPI foi incorporada à CSC no processo de suas modi- icações pelo Ministério da Saúde, em 2010. Entretanto, para que essa mudança seja efetiva, alguns problemas de- vem ser sanados. Inicialmente, é preciso haver um melhor preparo dos proissionais que trabalham na atenção básica à saúde no Brasil em relação ao tema desenvolvimento infantil. Há dados na literatura que evidenciam a falta de conhecimento desses, tanto em entender o que é desen- volvimento como em avaliá-lo (15) . Além disso, a anotação
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Monitoramento do desenvolvimento infantil realizado no Brasil.

Monitoramento do desenvolvimento infantil realizado no Brasil.

Uma dissertação de mestrado de Santa Catarina, apre- sentada em 2006, abordou o conhecimento de uma amostra de pediatras brasileiros sobre desenvolvimento e compor- tamento infantis. Dos 1.730 pediatras presentes em um congresso de atualização pediátrica, 1.358 responderam ao questionário, dos quais 983 (80%) possuíam residência em Pediatria. Os dados foram analisados e apresentados por meio de análise descritiva e, para veriicação das associações entre as variáveis independentes e o desfecho, foram realizadas análises bivariada e estratiicada. Os resultados mostraram que 66% dos respondentes consideraram sua formação em desenvolvimento infantil adequada, embora 60% destes não se sentissem habilitados para avaliar temas especíicos dessa área. Questões sobre motricidade ina e aquisição de linguagem mostraram baixos índices de acertos (37) .
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Consumo de tabaco parental e desenvolvimento infantil.

Consumo de tabaco parental e desenvolvimento infantil.

Na medida em que os fatores de risco ambientais parecem estar relacionados com distúrbios desenvolvimen- tais infantis, sobretudo motores, de linguagem, sociais, cognitivos, comportamentais e psicológicos, o estudo do desenvolvimento psicomotor infantil associado a esses fato- res é o foco deste trabalho. Apesar de haver muita literatura associada ao desenvolvimento infantil, a relac ¸ão entre o consumo de tabaco por parte de ambos os progenitores e o desenvolvimento psicomotor da crianc ¸a permanece ainda pouco conhecida. Desse modo, este estudo diverge das pesquisas anteriores pelo fato de (1) analisar vários aspetos do desenvolvimento infantil --- postural, linguagem, coordenac ¸ão visual, motora e social --- e não se limitar ao desenvolvimento global; (2) a maioria dos estudos se centrar nos efeitos desse consumo na saúde infantil e/ou durante a gestac ¸ão, e não a posteriori; (3) ter considerado ambos os progenitores.
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Acompanhamento do desenvolvimento infantil em creches

Acompanhamento do desenvolvimento infantil em creches

O desenvolvimento humano consiste em mudanças físicas, sociais, cognitivas, psíquicas e morais que ocorrem ao longo do ciclo vital. Tais mudanças progridem rumo ao aperfeiçoamento e sofisticação e, em geral, ocorrem de acordo com uma ordem pré-estabelecida. No caso da infância, o desenvolvimento deve ser visto com atenção porque é o alicerce para o restante da vida. Assim, podemos dizer que o desenvolvimento infantil é um “processo vital que engloba crescimento, maturação e aprendizagem. Como resultados da inter-relação íntima entre estes três fenômenos, ocorrem modificações quantitativas e qualitativas no funcionamento da pessoa” (Veríssimo, Sigaud, 1996).
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Gymboree – Programa de Desenvolvimento Infantil

Gymboree – Programa de Desenvolvimento Infantil

Relativamente às atividades que dinamizei, sinto que foi onde me senti com menos liberdade, uma vez que o Gymboree é um projeto que visa o desenvolvimento infantil, tem o seu próprio programa que funciona de igual modo para todo mundo o que faz com que tenhamos que seguir uma planificação já elaborada, não pudendo criar as nossas próprias atividades, apenas adaptá-las. Temos as Lesson plan que funcionam como planificações quinzenais, onde são descritas as atividades a desenvolver através da brincadeira orientada assim como os equipamentos e materiais a utilizar. Senti muita dificuldade para as conseguir entender pois estão todas em inglês e têm de ser traduzidas por nós o que muitas vezes pode não ser feito de uma forma mais correta. Uma vez que se trata de um programa de desenvolvimento a nível mundial devia ter uma única tradução na língua de cada país para tornar as atividades as mais idênticas possíveis uma vez que é esse o objetivo.
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Fibrose Quística e o desenvolvimento infantil

Fibrose Quística e o desenvolvimento infantil

A perspectiva biológica é um conjunto de teorias sobre o desenvolvimento humano que se baseiam na influência da hereditariedade no desenvolvimento. Um dos nomes mais sonantes desta perspectiva foi Gesell, este autor desenvolveu a teoria da maturação (Robert V. Kaill, 2004). Nesta teoria o desenvolvimento infantil é descrito como num acto planeado. Por outras palavras, todo o ser humano, no seu código genético reúne toda a informação necessária para o seu desenvolvimento e crescimento. O meio, nesta teoria não influência o indivíduo. Segundo Robert V. Kail (2004), uma outra teoria importante, pertence à perspectiva biológica foi a teoria etiológica. Esta teoria apesar de se basear na influência da hereditariedade afirma que o sujeito também se encontra susceptível às influências do meio. Na teoria etiológica para que o indivíduo se desenvolva é necessário que este crie comportamentos adaptativos, que permitam uma melhor integração no meio que o rodeia. A apetência para o desenvolvimento destes comportamentos adaptativos em parte já se encontra “inscrito” no código genético. À medida que o indivíduo se vai integrando no meio, vai ao mesmo tempo desenvolvendo comportamentos adaptativos que irão permitir uma melhor integração no meio. A perspectiva biológica desta forma enfatiza a importância da hereditariedade no desenvolvimento. A hereditariedade é segundo esta perspectiva o principal obstáculo do desenvolvimento, mas ao mesmo tempo proporciona o desenvolvimento da criança. É por esta razão que cada ser humano é diferente do seu par.
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Arte na educação infantil : o desenvolvimento infantil e a criança produtora de cultura

Arte na educação infantil : o desenvolvimento infantil e a criança produtora de cultura

e vivências que permeiam o mundo infantil, por meio de processos imaginativos e criativos, são fundamentais para o desenvolvimento infantil uma vez que possibilitam o estabelecimento de vínculos importantes, processos do saber e do desenvolvimento subjetivo de sua constituição enquanto sujeito. O estudo busca articular três aspectos: a criança como sujeito, as práticas pedagógicas com artes e as singularidades culturais das crianças, analisando os tempos e espaços para a expressão da arte como produção simbólico-emocional. Dessa forma, as complexas nuances que permeiam o processo educacional e as relações humanas serão investigadas como possibilidade de compreensão da emergência de aspectos simbólico-emocionais pela arte. Por meio da Epistemologia Qualitativa pretende-se compreender, no cenário social da pesquisa, como processos culturais são configurados subjetivamente por crianças que se envolvem ativamente nas práticas pedagógicas em arte.
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A avaliação do desenvolvimento infantil: um desafio interdisciplinar.

A avaliação do desenvolvimento infantil: um desafio interdisciplinar.

OBJETIVO: Avaliar o desenvolvimento de crianças de 2 meses a 2 anos de idade por meio da Atenção In- tegrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI), no contexto do Programa de Educação pelo Trabalho em Saúde (PET-Saúde). MÉTODO: Estudo transversal realizado com 122 crianças, com idades entre 2 meses e 2 anos, da área de abrangência do Centro de Saúde São Bernardo (CSSB) – Belo Horizonte (MG), em 2009. Os dados relativos ao desenvolvimento foram obtidos através da aplicação de dois questionários: AIDPI e Caderneta de Saúde da Criança (CSC). Foram comparadas as classificações do desenvolvimento pela AIDPI e pela CSC, a associação entre atraso do desenvolvimento e as variáveis estudadas. RESULTA- DOS: As características com maior frequência na população estudada foram a baixa escolaridade das mães (62,1%), seguida de parentes com deficiência mental (71,3%) e problemas na gestação (71,3%). A AIDPI evidenciou que 61,5% da população estudada encontra-se normal com fator de risco, 16,4% normal sem fator de risco, 11,5% com possível atraso e 10,7% com provável atraso do desenvolvimento infantil. A con- cordância observada entre a classificação da AIDPI e da CSC foi de 0,34, coeficiente Kappa igual a – 0,12 (p = 0,98). Não houve associação estatisticamente significativa entre as variáveis analisadas (frequenta cre- ches; convívio com problemas emocionais; escolaridade da mãe; idade gestacional; e peso ao nascer) e atra- so possível/provável do desenvolvimento identificado pela AIDPI. CONCLUSÃO: O PET-Saúde, como proposta de integração da educação pelo trabalho, permitiu uma oportunidade de convivência e troca de experiências entre alunos e profissionais de diferentes áreas de atuação, trabalhando em um projeto comum.
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Análise de instrumentos para triagem do desenvolvimento infantil.

Análise de instrumentos para triagem do desenvolvimento infantil.

Foram avaliadas 68 crianças, de cinco a 30 meses, segui- das pelo Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança do Centro de Saúde Escola da Faculdade de Medicina de Ri- beirão Preto da Universidade de São Paulo. As Escala Bayley do Desenvolvimento Infantil (Escala Mental – B: EDM e a Escala Motora – B: EDP) foram os instrumentos de referên- cia e a Escala de Desenvolvimento Infantil Heloisa Marinho (HM) e a Escala de Avaliação do Desenvolvimento Psicomo- tor Infantil – 0 a 24 meses (EEDP) foram os instrumentos de comparação. Com os resultados obtidos pôde-se verificar a superioridade da EEDP em relação à HM; observou-se “que a HM tende a superestimar o desempenho apresentado pelas crianças através de índices muito elevados em relação à mé- dia, o que pode dificultar a detecção precoce de problemas de desenvolvimento” (Silva, Cursino, & Dias, 1993, p. 532) e, por fim, obteve-se com o referido estudo, “a firme convicção de que um instrumento resumido, de aplicação breve, tal como a EEDP, pode vir a suprir a deficiência usualmente constata- da no acompanhamento do desenvolvimento da primeira in- fância nos serviços públicos de saúde” (p. 533). Esse estudo aponta para o uso da EEDP como um possível instrumento a ser utilizado em serviços de saúde pública, uma vez que ele se mostrou de fácil aplicação quando comparado à Bayley e trouxe melhores indicações de atraso do que a escala HM.
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DESENVOLVIMENTO INFANTIL

DESENVOLVIMENTO INFANTIL

O estudo é sobre o desenvolvimento da linguagem na primeira infância. Aborda o aspecto cognitivo, físico, motor e emocional, todos de suma importância para o surgimento da linguagem. Os objetivos foram compreender o desenvolvimento infantil como processo duradouro n o qual vários ícones estão presentes e identificar e compreender como a aquisição da linguagem pode ser estimulada, em cada fase do desenvolvimento da criança, tendo a participação de diversos componentes como a família, a escola, o ambiente externo e interno e a exposição da criança à sociedade como um todo. Aos cinco anos de idade, as crianças têm o domínio essencial do sistema de sons e da gramática de seu idioma e adquiriram um vocabulário de milhares de palavras. Este trabalho descreve os principais marcos do desenvolvimento da linguagem presentes nos primeiros anos de vida, em crianças monolíngues com desenvolvimento típico, e os mecanismos que têm sido propostos para explicar essas aquisições.
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A IMPORTÂNCIA DE ESTUDAR O MEDO NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DE ESTUDAR O MEDO NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Considerando a importância de se buscar entendimentos acerca das emoções no desenvolvimento infantil, especialmente o medo, que é um sentimento que está presente, em todas as fases do desenvolvimento humano, é que o presente estudo busca identificar os tipos de medos apresentados pelas crianças e suas possíveis causas, como o medo do espaço escolar e o medo no período de adaptação à escola, medos do cotidiano, medos de animais, pessoas e situações. Com tantas mudanças acontecendo no cotidiano da criança, se torna de suma importância esclarecer por que a criança tem medo, as possíveis causas desses medos e como o medo pode interferir no seu desenvolvimento, além de propor formas de lidar com a criança diante dos seus medos, a fim de superá- los.
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Escalas de desenvolvimento infantil e o uso com bebês.

Escalas de desenvolvimento infantil e o uso com bebês.

Os instrumentos como testes, escalas ou inventários para avaliar o de- senvolvimento de bebês têm sido utilizados em pesquisas aplicadas, clínicas e estabelecimentos educacionais, subsidiando a implementação de programas de estimulação precoce, orientando o planejamento de ações pontuais com crianças e seus cuidadores (NUNES; SISDELLI; FERNANDES, 1995). No entanto, para cumprir esse papel, são necessários instrumentos fidedignos na tarefa de identificar as defasagens comportamentais apresentadas. Os resultados obtidos podem, então, indicar aspectos, no repertório infantil, passíveis de intervenção direta e, também, dar indícios de possíveis causas que podem ser atribuídas a fatores maternos (interação pobre ou inadequada, falta de informações, crenças equivocadas, presença de fatores emocionais como ansiedade, depressão, etc.) ou, ainda, ao contexto social, como falta de creches, serviços de saúde insufi- cientes, entre outros.
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Fatores de risco para problemas de desenvolvimento infantil.

Fatores de risco para problemas de desenvolvimento infantil.

Este estudo descritivo-correlacional teve por objetivo detectar riscos para problemas do desenvolvimento da criança nos quatro primeiros anos, identificar recursos protetores no ambiente familiar e verificar as melhores variáveis preditoras do desenvolvimento em risco, em amostra não-clínica composta por 120 crianças cadastradas em um Programa de Saúde da Família. Utilizaram-se instrumentos de avaliação do desenvolvimento global, da linguagem expressiva da criança e do ambiente familiar. A análise de regressão logística indicou que quanto menor a escolaridade do pai, maior a chance de risco para problemas de desenvolvimento. A história do estado nutricional abaixo do normal aos seis meses de idade e o risco psicossocial no ambiente familiar aumentava a probabilidade de problemas de linguagem expressiva. Conclui-se que a triagem de riscos para problemas de desenvolvimento da criança e a análise dos fatores psicossociais do contexto familiar devem ser incluídas como procedimento de intervenção preventiva em Programas de Saúde da Família.
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Desenvolvimento infantil na fenilcetonúria: atuação fonoaudiológica.

Desenvolvimento infantil na fenilcetonúria: atuação fonoaudiológica.

motora envolve a exploração contínua tanto do espaço quanto dos objetos, que proporcionarão a apreensão das características dos objetos, de suas relações, das habilidades perceptivo-motoras, com a contínua aprendizagem da consciência corpo- ral, direcional, temporal e espacial, que inluem no desenvolvimento da linguagem.

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De auxiliar de desenvolvimento infantil (ADI) a professor de educação infantil -...

De auxiliar de desenvolvimento infantil (ADI) a professor de educação infantil -...

Lógico, ter no grupo crianças ativas é desafio para qualquer educador, há ocasiões em que toda criança necessita de limites claros, não de violência como Eneida mesma repudia, mas de um jeito especial de lidar que só a convivência afetiva pode indicar. Porém, chama a atenção como ela diz que receberia os pequenos: “sem mostrar os dentes”, ou seja, sem sorrir. A simpatia é porta de entrada para a constituição de uma relação prazerosa e afetiva, base da relação educativa como foi trabalhado no programa. Então será que de fato ela compreendeu os pressupostos epistemológicos de desenvolvimento propostos? Mudou sua concepção de educação ou nela prevaleceu a antiga idéia de professor como sendo aquele que não se envolve, que ensina o ignorante, que não deve se comprometer, misturar sentimentos, como se fosse possível lidar com o outro sem com ele se envolver? Ou, talvez, o episódio que viveu e descreve com a criança “hiperativa” tenha sido tão marcante para sua vida profissional que, quando argüida sobre o que faria diferente depois da formação, sempre o relembra, utilizando o caso como referência para balizar suas atitudes, restringindo seu olhar, suas possibilidades de agir diferente, de promover mudanças.
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A segurança da criança na perspectiva das necessidades essenciais.

A segurança da criança na perspectiva das necessidades essenciais.

pode ser visto como apropriado, dada a faixa etária das crianças, neste estudo. Contudo, percebe-se uma ideia de que a criança pequena é totalmente incapaz de se proteger, culminando em comportamentos maternos, por exemplo, de colocá-la para dormir junto. Isso aponta para a compreensão sobre o desenvolvimento infantil que pode ser aprimorada, tendo em vista promover relações que, gradativamente, favoreçam a autonomia da criança e garantam sua segurança. A família precisa estar preparada para reconhecer as fases do desenvolvimento e as demandas da criança, ajudando-a a diminuir e a enfrentar frustrações.
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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE PSICOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE PSICOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA

Esta dissertação aborda, como objeto, a constituição do sujeito, embasada na teoria psicanalítica pós-lacaniana, em especial por meio dos Indicadores Clínicos de Risco para o Desenvolvimento Infantil (IRDI). A partir daí, discuto as formas como os indicadores lidam com os pontos de impasse advindos do desenvolvimento psíquico. Reflito, também, acerca das tensões (1) entre o método clínico e o método experimental; (2) entre sujeito do inconsciente e subjetividade e; (3) entre o saber decantado da clínica psicanalítica e da saúde mental quanto ao cuidado com crianças. Nesta pesquisa, o objetivo foi refletir acerca das produções acadêmicas existentes sobre os Indicadores de Risco e os rastros do sujeito do inconsciente nos IRDI. A hipótese norteadora disserta a respeito do rastro que só é possível naquilo que o sujeito do inconsciente impõe, de si, no campo da representação – ou seja, no semidito, na meia-verdade –, tolhendo qualquer objetivo de completude ou de juízo nos aspectos metodológicos dos Indicadores. Foram abarcadas, na fundamentação teórica, as noções de detecção de risco, intervenção precoce, primeira infância, crescimento, maturação, desenvolvimento e constituição do sujeito pertinentes à construção dos IRDI e sua relevância nos trabalhos acadêmicos que lhe rendem referência. Com relação aos eixos de constituição, esta investigação fundamentou-se na suposição do sujeito, no estabelecimento de demanda, na alternância entre presença e ausência e na função paterna. Foi possível perceber diversos movimentos frente às tensões problematizadas, alguns no sentido de tamponar a diferença entre os diversos campos de saberes, outros no sentido de escancará-los a uma prática. Entendo que é possível bordear os rastros do sujeito como proposto neste trabalho, mesmo nos movimentos de tamponamento. Para a fundamentação teórica, foram imprescindíveis estudos de Jacques Lacan, Julieta Jerusalinsky e Ângela Vorcaro.
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HABILIDADE DE COMUNICAÇÃO INTENCIONAL DE BEBÊS: CONCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

HABILIDADE DE COMUNICAÇÃO INTENCIONAL DE BEBÊS: CONCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A presente pesquisa considera fundamental o papel do outro social, marcadamente de adultos que atuam em contexto de desenvolvimento e educação, destacando o valor de mediações intencionalmente pedagógicas que podem ser engendradas por membros mais experientes de uma cultura, com vistas ao desenvolvimento da cognição social infantil desde os primeiros anos de vida. Salienta-se, ainda, a importância do conhecimento de profissionais da educação (professores, monitores e psicólogos) acerca das habilidades de comunicação intencional de bebês visando promover interações que potencializem o desenvolvimento infantil e torne os espaços de educação infantil favorecedores de práticas profissionais conscientes, críticas e intencionais. Uma vez que os profissionais entendam a importância da habilidade de comunicação intencional infantil para o desenvolvimento sociocognitivo e global da criança, poderão planejar atividades que explorem essa habilidade, com vistas a potencializá-la. Nesse sentido, apontamos o profissional de psicologia escolar como aquele que pode mediar esse conhecimento junto a professores e monitores que atuam em espaços de educação infantil.
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