Educação do paciente

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Conhecimento sobre terapêutica medicamentosa em diabetes: um desafio na atenção à saúde.

Conhecimento sobre terapêutica medicamentosa em diabetes: um desafio na atenção à saúde.

Objetivo: Avaliar o conhecimento dos pacientes acerca da terapia medicamentosa em uso para o controle do diabetes mellitus. Métodos: Estudo descritivo transversal realizado em um centro universitário do interior paulista, em 2007. Foram entrevistados 46 pacientes com diabetes, mediante questionário que investigou variáveis sociodemográficas, clínicas e referentes à terapia medicamentosa. Foi realizada análise univariada dos dados e cálculo de medidas de tendência central. Resultados: Dos participantes, 89,1% utilizavam antidiabéticos orais, 41,3% insulina e 30,4% terapia combinada com antidiabéticos orais e insulina. Dos 46 investigados, 56,5% apresentaram déficit no conhecimento acerca da terapia medicamentosa para o controle do diabetes mellitus. Conclusão: A maioria dos pacientes apresentou déficit de conhecimento em relação ao medicamento em uso. Os resultados apontam a necessidade de construção de um processo de reorientação da atenção ao paciente nos serviços de saúde, pois não basta oferecer os medicamentos, mas é preciso avaliar a forma como vêm sendo utilizados. Descritores: Enfermagem; Diabetes mellitus; Avaliação; Educação do paciente como assunto
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Uso dos recursos de Internet na Enfermagem: uma revisão.

Uso dos recursos de Internet na Enfermagem: uma revisão.

aplicações voltadas para o ensino à distância. A área de Educação do Paciente é outra área bastante desenvolvida cujo destaque é o papel do enfermeiro como provedor de informação de saúde, enfocando o aspecto da prevenção de doenças e suporte a grupos de pacientes específicos. A área de Assistência é a que apresenta modalidades ou aplicações que enfocam a representação do conhecimento de enferma- gem, algo útil para providenciar a prática baseada em evidências. Estas aplicações, embora ainda embrionárias e em número reduzido, apre-

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Plano de alta hospitalar a pacientes com insuficiência cardíaca congestiva.

Plano de alta hospitalar a pacientes com insuficiência cardíaca congestiva.

Outro modelo proposto tem como foco as necessidades dos domínios físico, social e emocional. Eles se dividem em três fases. A primeira, chamada de Care, diz respeito às atividades diárias prestadas pela enfermagem e, como resultado, diminui a ansiedade e aumenta o conforto do paciente. É nesta fase que se iniciam a educação do paciente e o plano de alta. A segunda fase, Cure, é responsável pelo tratamento, e a terceira fase, Core, refere-se à estrutura emocional e social do paciente. Esse modelo aumenta o conhecimento e a habilidade dos pacientes em gerenciar a própria doença, previne exacerbações e reduz a readmissão hospitalar (24) .
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Fundação oswaldo Cruz Presidente

Fundação oswaldo Cruz Presidente

Não por acaso, quando teve início o primeiro go- verno de Fernando Henrique Cardoso (FHC), o programa de Reforma Agrária foi vinculado ao programa Comunidade Solidária, de caráte[r]

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O INSTITUTO DE EDUCAÇÃO JOSUÉ DE CASTRO E A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

O INSTITUTO DE EDUCAÇÃO JOSUÉ DE CASTRO E A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

O projeto de ambiente saudável é uma estratégia pedagógica que possibilita a turma a agir, a experimentar na prática o que se aprende na teoria. Enquanto a prática de campo dura apenas alguns dias, e acontece em um contexto não escolar, o projeto do ambiente saudável se concretiza em um contexto que é administrado pelos próprios educandos. Os estudantes são desafiados a criar dentro da dinâmica organizativa do IEJC um ambiente onde estejam diminuídos os riscos de danos à saúde, buscando uma educação para a promoção de saúde. Esse projeto necessariamente precisa ser aprovado por toda a coletividade do IEJC. Isso exige um planejamento detalhado dos passos a serem seguidos. Inicialmente a turma reflete sobre o conjunto do IEJC, fazendo um diagnóstico das situações de “risco” presentes na escola. Depois fazem um estudo de quais ações são necessárias e quais são possíveis de serem realizadas. A partir disso cada núcleo de base se responsabiliza por determinados aspectos, tendo metas, tarefas e prazos para sua consecução. Depois o trabalho de cada núcleo é socializado em plenária onde a turma discute e constrói coletivamente o projeto de ambiente saudável que será apresentado ao IEJC. Como já citamos, a primeira turma elaborou o projeto e começou a desenvolver as ações já na terceira etapa enquanto a segunda turma parece ter sido mais lenta, dedicando um tempo maior no diagnóstico da saúde no IEJC e não restando muito tempo para empreender ações concretas de superação dos limites vislumbrados.
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E DA SAÚDE Programa de Estudos Pós-graduados em Educação nas Profissões de Saúde DÉBORA SCHIMMING JARDINI RODRIGUES DA SILVA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E DA SAÚDE Programa de Estudos Pós-graduados em Educação nas Profissões de Saúde DÉBORA SCHIMMING JARDINI RODRIGUES DA SILVA

Segundo Happell, o maior desafio a se enfrentar nos níveis terciários de atenção à saúde é a capacidade do Enfermeiro desprender-se de suas atividades para participar das ações educativas, principalmente para os que trabalham nos atendimentos de urgência e emergência 51 . Bôas corrobora com a ideia ao afirmar que no ambiente hospitalar tais dificuldades são decorrentes à dinâmica intensa e particular deste cenário, resultando em orientações pontuais e desarticuladas, exigindo redimensionamento urgente para atender aos novos arranjos e desenhos do Sistema Único de Saúde 52 . A prática de EPS no contexto hospitalar requer que os Enfermeiros pensem sobre o cotidiano de seus serviços e desenvolvam processos sistematizados e participativos no próprio espaço de atuação, embora muitas vezes as políticas institucionais os levem a assumir funções assistenciais ou burocráticas em excesso, dificultando a realização das ações de educação da equipe de enfermagem 53 .
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EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E ENSINO MÉDIO

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E ENSINO MÉDIO

Realmente, sempre é tempo de estudar, de conhecer, de criar. Ninguém é tão jovem que não consiga ensinar e ninguém é tão velho que não consiga aprender. Estamos na vida em constante movimento, aprendendo e reaprendendo a cada dia. Na aprendizagem dos adultos a participação dos mesmos é muito rica. Eles trazem tantas histórias de vida, tantos conhecimentos construídos, em tantos contextos diferenciados, que isso se torna um aprendizado para os educadores e educadoras e também entre eles. Aqui se comprova, mais uma vez, que os jovens e adultos camponeses não necessitam apenas de uma educação formal, precisam de uma escola que respeite, também, a cultura do campo, suas linguagens e vivências. Porque esses sujeitos, que estão fora da escola há tanto tempo precisam ser entendidos na sua história, nos seus medos e de onde podem recomeçar novamente. Alguns deles precisaram fazer o teste de equivalência do ensino fundamental o que ocasionou muita ansiedade na turma. Foi preciso que a coordenação da turma conversasse e explicasse o processo, desconstruindo o velho paradigma da reprovação. Foi feito um trabalho de preparação emocional e de conteúdos para que fizessem o teste com maior tranqüilidade. Abaixo a fala da turma que expressa o sentimento da mesma em relação ao teste de equivalência (texto escrito no final da etapa um):
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Educação Básica de Nível Médio

Educação Básica de Nível Médio

- 129 -.. A educação vai acontecendo entrelaçada às pressões por outro modelo de sociedade e pela humanização das condições de vida. Conseqüentemente, as políticas de educação deve- rão[r]

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Atenção Farmacêutica: fundamentação conceitual e crítica para um modelo brasileiro.

Atenção Farmacêutica: fundamentação conceitual e crítica para um modelo brasileiro.

Dez anos depois é instituída a Política Nacio- nal de Medicamentos (PNM), que reorienta o conceito de assistência farmacêutica com o pro- pósito de garantir a segurança, a eficácia e a qua- lidade dos medicamentos, bem como a promo- ção do uso racional e o acesso da população aos medicamentos considerados essenciais, respon- dendo à necessidade, discutida internacionalmente há anos, de racionalizar o uso de medicamentos e aumentar o acesso e reafirmando que os far- macêuticos deveriam assumir essa responsabili- dade. Assim, a Assistência Farmacêutica é con- ceituada como um grupo de atividades relaciona- das com o medicamento, destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade. Envolve o abastecimento de medicamentos em to- das e em cada uma de suas etapas constitutivas, a conservação e controle de qualidade, a segurança e a eficácia terapêutica dos medicamentos, o acom- panhamento e avaliação da utilização, a obtenção e a difusão de informação sobre medicamentos e a educação permanente dos profissionais de saúde, do paciente e da comunidade para assegurar o uso racional de medicamentos 8 .
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Os reflexos da educação médica nas atitudes dos estudantes diante do paciente idoso

Os reflexos da educação médica nas atitudes dos estudantes diante do paciente idoso

Os resultados encontrados nesta dissertação coincidem com os estudos da literatura nacional e internacional (NERI, 1991, 2006; REUBEN et al., 1998; RESENDE, 2001; CACHIONI, 2002; NERI; CACHIONI; RESENDE, 2002; FITZGERALD et al., 2003; KISHIMOTO et al., 2005; VARKEY et al., 2006). Os dados desta pesquisa mostram que, entre os estudantes de Medicina da ESCS entrevistados, existe uma heterogeneidade de experiências e de crenças em relação ao paciente idoso. Tal achado reinforça a idéia de que não há uma resposta única no que tange às atitudes diante dos longevos, porque o próprio fenômeno da velhice tem múltiplos significados, contextualizados por fatores individuais, interpessoais, grupais e sócio-culturais (REUBEN et al., 1998; NERI, 2006). Ao crescente acesso a informações científicas sobre o envelhecimento, somou-se a heterogeneidade das experiências sobre a velhice e isso, talvez, possibilitou que os alunos participantes demonstrassem visões plurais e multidimensionais sobre o paciente idoso. Dessa forma, não se pode dizer que as atitudes negativas, os estereótipos e os preconceitos em relação a esses temas sejam universais. É mais adequado concordar com Resende (2001) e Cachioni (2002), que as descrevem como influenciadas por eventos sócio-econômicos, históricos, culturais e por circunstâncias da vida pessoal, familiar e profissional.
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EDUCAÇÃO SOBRE HIV/AIDS AO PACIENTE IDOSO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

EDUCAÇÃO SOBRE HIV/AIDS AO PACIENTE IDOSO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Em relação à abrangência da amostra, se restringiu, neste artigo, a pesquisa bibliográfica em artigos publicados entre os anos 2007 a 2017, cujo tema estava relacionado com o foco da pesquisa e que puderam fornecer base e fundamentação teórica necessária para o desenvolvimento do estudo. Utilizaram-se fontes e artigos da seguinte base de dados: Sientific Eletronic Library Online (SCIELO); Revista Brasileira de Enfermagem (REBEN); Ministério da Saúde; e outras bases de dados que no decorrer da pesquisa forneceram a base e fundamentação teórica necessária para o desenvolvimento do estudo. As palavras-chave das pesquisas foram: Educação, atenção primária ao idoso, idosos e HIV, e os seguintes descritores:
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Avaliação de um programa para prevenção de úlceras neuropáticas em portadores de diabetes.

Avaliação de um programa para prevenção de úlceras neuropáticas em portadores de diabetes.

Contextualização: Úlceras neuropáticas nos pés são um dos grandes problemas de saúde enfrentados por portadores de diabetes mellitus. Objetivo: Avaliar a eficácia preventiva de programa de educação terapêutica e de calçados para proteção dos pés quanto à incidência e recorrência de úlceras neuropáticas por diabetes. Métodos: Um total de 53 pacientes de uma unidade de saúde pública de Porto Alegre/RS, portadores de diabetes e neuropatia, participaram de um ensaio clínico durante dois anos. Os sujeitos foram alocados aleatoriamente em grupo de intervenção (GI) (n=30) ou controle (GC) (n=23). A educação terapêutica foi realizada em grupo, e o calçado para proteção fornecido conforme prescrição individual. Utilizou-se o teste não paramétrico de Mann Whitney para determinar a diferença de incidência e recorrência de ulceração entre os grupos. A análise da tábua de vida e o método de Kaplan-Meier foram usados para medir o tempo de sobrevida sem úlcera. Resultados: A incidência de lesão no GI foi de 38,1% versus 57,1% no GC. Dos sujeitos que apresentaram úlcera, 83% pertenciam ao GC e 16,7% ao GI. Em um ano, os participantes do GI o mostraram 75% de probabilidade de se encontrarem sem lesão, contra 61% do GC, reduzindo para 60% e 52%, respectivamente, em dois anos. Há uma tendência de menor sobrevida em participantes do GC. Conclusão: Embora com índices menores de recorrência e maior sobrevida sem lesão, o programa proposto não foi capaz de prevenir a ocorrência e recorrência de úlceras neuropáticas por diabetes.
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Potencialidades no ensino-aprendizagem da comunicação médico-paciente em três escolas brasileira, espanhola e holandesa.

Potencialidades no ensino-aprendizagem da comunicação médico-paciente em três escolas brasileira, espanhola e holandesa.

Está bem estabelecida a necessidade de incluir o ensino da comunicação no currículo das escolas mé- dicas de forma sistemática. Objetivo: Conhecer a percepção de estudantes de Medicina de três escolas médicas de países diferentes (Brasil, Espanha e Holanda) e as potencialidades de cada uma destas escolas no processo de ensino-aprendizagem da comunicação médico-paciente. Método: Estudo explo- ratório qualitativo, com estudantes do último ano de Medicina, mediante entrevista semiestrutura- da, observação direta e análise temática de conteúdo. No Brasil, foram utilizados dados secundários de pesquisa similar. Resultados: As principais potencialidades encontradas foram a aprendizagem por modelos, com pacientes simulados, uso de videogravação e a Atenção Primária da Saúde (APS) como ambiente de ensino. Conclusão: A associação dessas potencialidades no ensino, com inserção do estudante na APS desde o início do curso, inclusão de pacientes simulados e videogravação, pode maximizar a aprendizagem da comunicação-médico paciente.
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O processo de cuidar de enfermagem ao portador de doença crônica cardíaca.

O processo de cuidar de enfermagem ao portador de doença crônica cardíaca.

A orientação visa à continuidade do tratamento, e uma das possibilidades de esta ocorrer é oferecida pelo uso dos recursos já existentes na comunidade. Quando o paciente estiver se sentido mal, deverá procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Ele também deve conhecer melhor a UBS do seu bairro, não se consultar com um médico ou outro, e sim ter seu médico como referencial. É preciso que faça da UBS uma ponte para o hospital, ou seja, uma via de mão dupla. Isso se observa nas expressões a seguir.

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Escuta psicológica ao paciente da comunicação - paco escuta

Escuta psicológica ao paciente da comunicação - paco escuta

0913 - ESCUTA PSICOLÓGICA AO PACIENTE DA COMUNICAÇÃO - PACO ESCUTA - Paloma Roberta Rodrigues da Silva (Marília, UNESP, Faculdade de Filosofia e Ciências), Maria da Graça Chamma Ferraz e Ferraz (Marília, UNESP, Faculdade de Filosofia e Ciências) - palomarodrigues.f@gmail.com.

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Gerenciando práticas educativas para o cuidado de enfermagem qualificado em cardiologia.

Gerenciando práticas educativas para o cuidado de enfermagem qualificado em cardiologia.

Objetivo: compreender os signifi cados atribuídos por enfermeiros gestores do cuidado de enfermagem ao indivíduo acometido por doença cardiovascular às relações, interações e associações das práticas educativas em um hospital referência cardiovascular. Elaborar um modelo teórico explicativo com base nos signifi cados atribuídos à luz do pensamento complexo. Método: estudo qualitativo, o qual utilizou a Teoria Fundamentada nos Dados (TFD) como referencial metodológico. Participaram do estudo 22 profi ssionais de enfermagem. Resultados: os resultados apontam a necessidade de qualifi cação profi ssional para garantia da segurança do paciente, apoio institucional para a efetivação das práticas educativas, atitude de abertura e disponibilidade dialógica dos profi ssionais de saúde e de outras conformações institucionais para o desenvolvimento dos trabalhadores. Conclusão: o estudo apresenta um novo espaço de atuação para o enfermeiro que pode ser utilizado de forma a qualifi car e potencializar a práxis em enfermagem, por conferir visibilidade à gestão do cuidado de enfermagem nas instituições de saúde. Descritores: Enfermagem; Gestão em Saúde; Educação Permanente; Serviço Hospitalar de Educação; Cardiologia.
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Pontos básicos de um programa de educação ao paciente com diabetes melito tipo 1.

Pontos básicos de um programa de educação ao paciente com diabetes melito tipo 1.

Há diversos trabalhos publicados sobre a efetividade da educação em diabetes, porém os estudos são heterogê- neos quanto aos tipos de intervenção para populações específicas, não havendo um programa universal de educação em diabetes que possa ser padronizado e re- conhecido como eficaz em todo o mundo. Ao contrá- rio, os estudos que mostram os melhores resultados do processo educacional no controle glicêmico, tanto em adolescentes quanto em adultos, combinaram interven- ção educacional e comportamental, adaptados ao con- texto sociocultural do paciente, aliado a suporte para o tratamento insulínico intensivo (7,8).
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Conduta fisioterapêutica no tratamento da esclerose lateral amiotrófica: atualização

Conduta fisioterapêutica no tratamento da esclerose lateral amiotrófica: atualização

Com base na vigente literatura, concluiu-se que a fisioterapia, como um tratamento coadjuvante, busca melhorar a qualidade de vida, regredir a perda de funcionalidade e a manifestação de complicações, além de amenizar o sofrimento e aumentar o tempo de sobrevida dos acometidos pela ELA. Contudo, é importante enfatizar que o sucesso de qualquer conduta da fisioterapia depende da fase da doença, dessa forma quanto mais precoce o paciente for encaminhado, melhor o prognóstico fisioterapêutico.

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UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MESTRADO NÍVEL MESTRADO ARIELE PRIEBE REISDORFER

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MESTRADO NÍVEL MESTRADO ARIELE PRIEBE REISDORFER

A cirurgia cardíaca é indicada como tratamento para doenças cardiovasculares. A realização desse procedimento é complexa e exige que todo o cuidado do pós- operatório imediato e parte do mediato sejam realizados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Nesse sentido, o serviço prestado pela equipe de enfermagem contribui para garantir a recuperação do indivíduo submetido à cirurgia cardíaca. O objetivo desta pesquisa é elaborar um programa de Educação Permanente em Saúde para a equipe de enfermagem da UTI Adulto do Hospital Geral de Caxias do Sul/RS acerca do cuidado ao paciente no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Esta pesquisa, de caráter qualitativo, contou com a participação de vinte e sete integrantes da equipe de enfermagem (enfermeiros e técnicos) que prestam cuidado ao paciente no pós-operatório do hospital em estudo. A coleta de dados ocorreu por meio de uma entrevista semiestruturada. Para o tratamento dos dados, foi utilizada a análise temática, da qual emergiram quatro categorias: desafios da equipe em relação aos cuidados específicos ao paciente no pós-operatório de cirurgia cardíaca; o medo da admissão na UTI de paciente no pós-operatório de cirurgia cardíaca; relações multiprofissionais; e necessidade de educação permanente em saúde. Os resultados apontaram que os profissionais que iniciaram suas atividades nesse cenário há pouco tempo sentem dificuldade na prestação de cuidados ao paciente, enquanto os mais antigos percebem a fragilidade dos novos colegas e relembram das suas quando iniciaram. Além disso, todos sentem a necessidade de qualificar a prática profissional. Nesse contexto, as propostas de intervenção deste estudo foram a elaboração do Programa de Educação Permanente em Saúde, uma cartilha de orientação sobre os cuidados no pós-operatório de cirurgia cardíaca e um checklist para guiar a passagem do plantão do bloco cirúrgico para a UTI.
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A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde com Foco na Segurança do Paciente

A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde com Foco na Segurança do Paciente

Nos hospitais, a implantação das metas está ocorrendo gradativamente, sendo que 80% já têm implantada a Meta 1 de Identificação do Paciente; 60% implantaram a Meta 3 para Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos; 54% têm implantada a Meta 6 que visa a redução de risco de quedas e úlceras por pressão; 47% afirmam que a Meta 4 para Cirurgia Segura está implantada; 47% aderiram à Meta 2 para uma melhor comunicação entre os profissionais de saúde e 40% apenas com a Meta 5, que mobiliza para a adequada higienização das mãos para prevenir infecções 20 .
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