Esclerose múltipla - Sintomas depressivos

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Velocidade de processamento, sintomas depressivos e memória de trabalho: comparação entre idosos e portadores de esclerose múltipla.

Velocidade de processamento, sintomas depressivos e memória de trabalho: comparação entre idosos e portadores de esclerose múltipla.

O uso do IBD em indivíduos com EM também pode ser considerado problemático. Alguns itens do questio- nário interpretam sintomas comuns da EM, tais como fa- diga e disfunções vegetativas, como sendo sintomas de depressão, o que seria responsável por uma estimativa exacerbada de depressão na esclerose múltipla, que não corresponderia à realidade (Arnett et al., 1999; Feinstein, 2006). Por outro lado, estudos realizados com amostras de pacientes com EM e com outras patologias revelam que a utilização do IBD com a esclerose múltipla é confiável e acurada (Haase et al., 2004; Lima, 2005; Pujol et al., 1997). Os resultados do presente estudo favorecem a posição de que o IBD é um instrumento válido para aferir os sintomas de depressão na EM. Caso não fosse assim, isto é, se houvesse confusão entre sintomas neu- rológicos de EM e sintomas depressivos, não teria sido possível detectar os efeitos da depressão sobre o de- sempenho cognitivo de portadores de EM, inclusive de forma mais consistente e com efeitos maiores do que no estudo de Arnett et al. (1999).
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Qualidade de vida em portadores de esclerose múltipla.

Qualidade de vida em portadores de esclerose múltipla.

Não foram observadas correlações entre os domí- nios e componentes do SF-36 com tempo de doen- ça, tempo de diagnóstico e sintomas iniciais. Entre os sintomas relatados no decorrer da doença, os que se correlacionaram mais fortemente e com o maior número de domínios do SF-36 foram sintomas de- pressivos e intolerância ao calor. A intolerância ao calor se correlacionou com os domínios aspectos fí- sicos (r= –0,58; p=0,004), estado geral da saúde (r= –0,48; p=0,02), aspectos emocionais (r= –0,51; p=0,01), vitalidade (r= –0,42, p=0,04) e aspectos sociais (r= –0,42; p=0,04), e com o componente mental (r= –0,49; p=0,02). Observou-se correlação entre presença de sintomas depressivos e escores dos domínios capacidade fun- cional (r= –0,58; p=0,003), estado geral da saúde (r= –0,45; p=0,03), vitalidade (r= –0,42; p=0,04) e saúde mental (r= –0,42; p=0,04).
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Transtornos depressivos e ansiosos em esclerose múltipla

Transtornos depressivos e ansiosos em esclerose múltipla

Ao contrário do que alguns autores apontam [11,13], não houve associação entre ‘não ser casado’ ou ‘morar sozinho’ e sintomas depressivos. Entretanto, a ausência de associação entre ‘morar só’ e depressão poderia resultar do pequeno número de pacientes nessa situação, refletindo um aspecto cultural já previamente citado [108]. Por outro lado, o estudo foi congruente com outros trabalhos [109,110] ao não encontrar associação entre sexo, idade, tempo de doença ou incapacidade neurológica e sintomas depressivos. Assim, ao contrário do que ocorre na população geral, a depressão na esclerose múltipla parece não ser mais comum no sexo feminino, e fatores como doença de longa data e maior incapacidade neurológica parecem não explicar a sintomatologia afetiva. Frente a isso, poderia se pensar que questões relativas ã localização das lesões desmielinizantes e ã carga lesional teriam maior implicação na gênese dos sintomas afetivos nessa população.
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Prevalência de sintomas depressivos em pacientes com demência: correlação com sintomas...

Prevalência de sintomas depressivos em pacientes com demência: correlação com sintomas...

Cornell Scale for Depression in Dementia (CSDD) e Neuropsychiatric Inventory (NPI). O diagnóstico de demência foi feito de acordo com os critérios do DSM-IV-TR e dois pontos de corte na CSDD (≥7 e ≥12) foram utilizados para quantificar os sintomas depressivos. RESULTADOS. Nos 102 pacientes com demência, usando um corte de ≥ 7 na CSDD, as taxas de prevalência de sintomas depressivos para os grupos Demência, Doença de Alzheimer (DA) e Demência Vascular (DV) foram, respectivamente, 46.1%, 40.6% e 44.4%. Considerando CSDD ≥ 12, as prevalências foram: 27.5%, 17.2% e 44.4%. O grupo DV apresentou mais sintomas depressivos que o grupo DA. Pacientes deprimidos mostraram maior prejuízo nas Atividades de Vida Diária e mais Sintomas Neuropsiquiátricos em todos os grupos. CONCLUSÃO. Sintomas depressivos foram altamente prevalentes em pacientes com demência no Brasil e sujeitos com DV apresentam mais sintomas que pacientes com DA. Sintomas Neuropsiquiátricos foram associados a sintomas depressivos. Estes resultados sugerem que sintomas depressivos, mesmo quando não preenchem critérios para depressão maior, parecem causar prejuízo funcional em pacientes com demência.
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Rev. Bras. Anestesiol.  vol.67 número4

Rev. Bras. Anestesiol. vol.67 número4

Justificativa e objetivos: As diretrizes atuais para analgesia neuraxial em pacientes com escle- rose múltipla (EM) são ambíguas e oferecem ao clínico apenas uma base limitada para a tomada de decisão. Esta revisão sistemática examina o número de casos nos quais a EM foi exacerbada após analgesia neuraxial central para avaliar racionalmente a seguranc ¸a desses procedimentos. Métodos: Uma busca sistemática da literatura com as palavras-chave ‘‘anestesia ou analgesia’’ e ‘‘epidural, peridural, caudal, espinhal, subaracnóideo ou intratecal’’ em combinac ¸ão com multiple sclerosis foi feita nas bases de dados PubMed e Embase à procura de dados clínicos sobre a efeito da analgesia neuraxial central sobre o curso da esclerose múltipla.
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Consenso Brasileiro para o Tratamento da Esclerose Múltipla: Academia Brasileira de Neurologia e Comitê Brasileiro de Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla

Consenso Brasileiro para o Tratamento da Esclerose Múltipla: Academia Brasileira de Neurologia e Comitê Brasileiro de Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla

O crescent arsenal terapêutico na esclerose múltipla (EM) tem permitido tratamentos mais efetivos e personalizados, mas a escolha e o manejo das terapias modificadoras da doença (TMDs) tem se tornado cada vez mais complexos. Neste contexto, especialistas do Comitê Brasileiro de Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla e do Departamento Científico de Neuroimunologia da Academia Brasileira de Neurologia reuniram-se para estabelecer este Consenso Brasileiro para o Tratamento da EM, baseados no entendimento de que neurologistas devem ter a possibilidade de prescrever TMDs para EM de acordo com o que é melhor para cada paciente, com base em evidências e práticas atualizadas. Por meio deste documento, propomos recomendações práticas para o tratamento da EM, com foco principal na escolha e no manejo das TMDs, e revisamos os argumentos que embasam as estratégias de tratamento na EM.
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Qualidade de vida nos doentes com esclerose múltipla

Qualidade de vida nos doentes com esclerose múltipla

O médico britânico Robert Carswell, segundo os seus desenhos do tronco cerebral e medula espinal que retratavam as lesões por ele observadas durante uma autópsia, que permitiam identificar tecidos endurecidos e descolorados. Também Jean Druveilheir, médico francês, observou áreas semelhantes durante autópsias, a que deu o nome de “ilhas de esclerose”. Refere (Frankel, 1994) que apenas em 1868, Jean Martin Charcot identificou formalmente a Esclerose Múltipla, dando-lhe o nome de esclerose em placas, descrevendo as áreas escurecidas como sendo semelhantes a cicatrizes o que se foi verificando disseminações pelo SNC, nos indivíduos com a doença.
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Qualidade de vida e espiritualidade na esclerose múltipla

Qualidade de vida e espiritualidade na esclerose múltipla

A amostra da presente investigação foi constituída por 60 pessoas e teve como critérios de inclusão: idade superior a 18 anos, diagnóstico de EM, ser associado da Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM) e pertencer aos Distritos do Porto ou Aveiro. O protocolo de avaliação, administrado telefonicamente, foi composto pelos seguintes instrumentos: Questionário Sócio-demográfico e Clínico (elaborado para o estudo), WHOQOL–Bref (Vaz Serra et al., 2006) e Escala de Avaliação da Espiritualidade (Pinto & Pais-Ribeiro, 2007). Os resultados alcançados indicam que a amostra apresentava uma percepção de QDV inferior à da população geral Portuguesa e evidenciava índices moderados de Espiritualidade. Verificou- se também que as pessoas que apresentavam melhor QDV eram os doentes mais novos, com menos anos de diagnóstico, que praticavam exercício físico e que evidenciavam índices mais elevados de Espiritualidade. De salientar, que a variável Esperança/Optimismo revelou-se preditora da QDV Geral.
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Qualidade de Vida em doentes com Esclerose Múltipla

Qualidade de Vida em doentes com Esclerose Múltipla

A Esclerose Múltipla é uma doença incapacitante e crónica muito prevalente em Portugal. Surge com maior frequência em pessoas jovens contribuindo para uma diminuição da qualidade de vida dessas pessoas. Tem repercussões ao nível profissional, familiar e social e pode afectar todo o corpo, sendo por isso necessária a intervenção de uma equipa multidisciplinar de modo a prestar uma assistência holística ao doente. O seu conhecimento contribui para melhorar as estratégias de tratamento e acompanhamento destes doentes.
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Sintomas depressivos em adolescentes de um colégio particular.

Sintomas depressivos em adolescentes de um colégio particular.

Este trabalho objetivou avaliar o índice de sintomas depressivos, bem como sua distribuição por gênero e série, dos alunos de um colégio particular, da cidade de Uberaba-MG, no final do segundo e do terceiro ano do Ensino Médio e no ‘cursinho pré-vestibular’, próximo ao concurso vestibular. Foram avaliados 791 estudantes, utilizando o questi- onário SRQ-20 – Self Reporting Questionnaire, um instrumento desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde com 20 questões, que serve para rastrear e avaliar a ocorrência de transtornos mentais comuns, dentre eles a depres- são, na população geral. Foram encontradas duas vezes mais sintomatologia depressiva no sexo feminino e um aumento do indicativo de depressão de acordo com o progresso acadêmico dos sujeitos. Conclui-se que existe a presença de sintomas depressivos em 45,7% da amostra, com maior prevalência de casos no sexo feminino. Foi sugerido acompanhamento psicológico aos alunos.
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Esclerose múltipla: fatores nutricionais e fisiopatologia

Esclerose múltipla: fatores nutricionais e fisiopatologia

A Esclerose Múltipla é uma doença inflamatória auto-imune crónica e neurodegenerativa que afeta o sistema nervoso central principalmente a substância branca. É caracterizada como um distúrbio auto-imune que envolve a infiltração focal de glóbulos brancos que leva ao processo de inflamação, destruição da bainha de mielina (desmielinização), remielinização, degeneração neuronal e axonal. Estes processos conduzem ao atraso ou bloqueio completo da neurotransmissão formando-se tecido cicatricial ("esclerose") em várias áreas no sistema nervoso central ("múltipla"), com subsequente deterioração das funções neurológicas.
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Esclerose múltipla critérios objetivos de diagnóstico.

Esclerose múltipla critérios objetivos de diagnóstico.

grande frequência neste estudo ( 9 2 , 5 % ) , incluindo paraparesia, hemiparesia, monopa- resia ou tetraparesia, geralmente com espasticidade, hiperreflexia, clônus aquileu e sinal de Babinski. Em relação aos sintomas sensitivos, dores generalizadas e pares- tesias ocorreram em algum período da doença na maioria dos casos ( 6 7 , 5 % ) , fre- quentemente sob a queixa de formigamento e/ou adormecimento de um lado da face, tronco, membros superiores ou inferiores. Perda sensorial objetiva está presente em pelo menos 5 0 % dos casos, segundo a l i t e r a t u r a 2 8

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Sintomas depressivos e uso de Cannabis em adolescentes.

Sintomas depressivos e uso de Cannabis em adolescentes.

Blore, Schulze e Lessing (2004) realizaram pesquisa com adolescentes de 13 a 17 anos. Em relação à prevalência de sintomas depressivos, as meninas apresentaram um índice mais elevado de sintomas depressivos do que os meninos. Os autores obtiveram resultados que mostraram uma correlação positiva entre sintomas depressivos e a precocidade e freqüência do uso de substâncias psicoativas, entre elas a cannabis, no último mês, não sendo encontrada diferença entre o uso de substâncias psicoativas e o gênero. Os fatores de risco identificados para depressão e uso de substâncias psicoativas incluem: conflito no relacionamento com os pais, experiência de eventos estressantes, insatisfação com as notas escolares e ter amigos que são usuários de substâncias psicoativas. Os sentimentos de agressão, raiva, incapacidade e culpa foram observados por metade da amostra, enquanto ideação suicida foi referida por 75% dos adolescentes.
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SINTOMAS DEPRESSIVOS EM ADOLESCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL

SINTOMAS DEPRESSIVOS EM ADOLESCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL

Resumo: Essa pesquisa teve como objetivo geral descrever os sintomas depressivos em adolescentes, identificando os níveis de sintomatologia apresentada conforme a idade e o sexo. Participaram 153 adolescentes, com idades entre 12 e 17 anos, de uma escola pública localizada em Planaltina, no Distrito Federal. Foram aplicados o questionário sociodemográfico, que contém sete questões que possibilitam caracterizar os participantes nos aspectos sociais e escolares, e o Inventário de Depressão de Beck (BDI-II), que detecta sintomas depressivos, conforme os critérios sintomáticos de Episódio Depressivo Maior. Esses instrumentos foram aplicados coletivamente em uma sala reservada para essa finalidade. Os níveis de sintomatologia depressiva foram aferidos por meio da soma dos pontos de cada item do BDI-II e foram posicionados nos níveis: mínimo, leve, moderado e grave de depressão. Na análise das diferenças entre níveis de sintomas depressivos por sexo, usou-se o Teste t. Quatro participantes apresentaram nível moderado de sintomas depressivos, e cinco adolescentes, nível grave. Desses, sete foram do sexo feminino. Encontraram-se diferenças entre os níveis de sintomas depressivos apresentados pelo sexo feminino e masculino, sendo que as adolescentes apresentaram índices de sintomatologia depressiva mais elevada que os adolescentes.
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A interacção de factores ambientais na génese da esclerose múltipla

A interacção de factores ambientais na génese da esclerose múltipla

A Esclerose Múltipla é uma doença crónica do SNC, de causa ainda não totalmente conhecida, com características auto-imunes, inflamatórias e degenerativas que resulta de uma interacção entre factores genéticos e exógenos; enquanto a herança genética modula a susceptibilidade à doença de toda a população em geral, estudos epidemiológicos sugerem os factores ambientais como tendo um papel fundamental no aparecimento e progressão da EM. Resultados de estudos acerca da sazonalidade do nascimento dos doentes com EM, o início da doença e as exacerbações, assim como tendências temporais aparentes na relação entre a incidência e o género, suportam a ideia da influência dos vírus, dos processos metabólicos e dos estilos de vida no risco de EM. O EBV, o aporte de vitamina D, e o tabaco são os factores que podem explicar tais padrões epidemiológicos. (12)
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Aplicação do teste ADEMd em sujeitos com esclerose múltipla

Aplicação do teste ADEMd em sujeitos com esclerose múltipla

A dor é um sintoma importante na EM onde, se estima que ocorra entre 29 a 86% dos pacientes. (45) Cerca de 23% dos pacientes considera a dor como um dos primeiros sintomas da doença. (46) Uma lesão desmielinizante no SNC é suficiente para dar origem a dor neuropática (dor associada a uma lesão demonstrável do encéfalo ou espinal medula ou do sistema nervoso periférico) (47), sendo que aquando um aumento da incapacidade funcional esta dor poderá avançar para dor do tipo nociceptivo (representa a resposta dolorosa normal e esperada a uma qualquer agressão, através da ativação fisiológica dos recetores nociceptivos), como é o caso de dificuldades de marcha e posturas anómalas. (47) Este tipo de dificuldades pode traduzir-se em isolamento social, depressão e até mesmo aumento da sensação de dor.
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Avaliação da reatividade cardiovascular em pacientes com esclerose múltipla

Avaliação da reatividade cardiovascular em pacientes com esclerose múltipla

Gunal et al. (2002) avaliaram a frequência da disfunção autonômica em 22 pacientes com a forma remitente-recorrente (EDSS médio de 1,8 e duração média da doença de 8 anos) e em 22 voluntários saudáveis, em um estudo tipo caso-controle. Eles estudaram a resposta da FC à respiração profunda e à manobra de Valsalva, e a resposta da PA à mudança ativa de postura e ao teste de preensão manual. A maioria dos pacientes com EM apresentavam sintomas de disfunção autonômica e 45,5% deles tiveram resultados alterados em pelo menos um teste de avaliação da função autonômica cardiovascular. Longa duração da doença, mas não alto score no EDSS, teve associação com o acometimento autonômico 43 .
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Avaliação da função respiratória em pacientes com esclerose múltipla

Avaliação da função respiratória em pacientes com esclerose múltipla

Figura 18 - Função poder do teste de Mann-Whitney para a comparação da variável distância entre Pico de Fluxo Expiratório Mensurado e Estimado entre os grupos controle e pac[r]

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ESCLEROSE MÚLTIPLA COM AUSÊNCIA DE PATOLOGIA ORO FACIAL

ESCLEROSE MÚLTIPLA COM AUSÊNCIA DE PATOLOGIA ORO FACIAL

Alguns dos sintomas mais frequentes incluem a nevralgia do trigémio, a neuropatia trigemi- nal sensitiva, a paralisia facial e o Síndroma de Sjögren (SS) (Borghetti et al., 1999; Chemaly et al., 2000). O SS é uma doença auto-imune sistémica que afecta as glândulas salivares e lacrimais causando xerostomia e xeroftalmia.

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Habilidades sociais e sintomas depressivos em idosos

Habilidades sociais e sintomas depressivos em idosos

Estudos (Dressles, Balieiro, & Santos, 1997; Herculano-Houzel, 2007), apontam que os indivíduos com maior contato social vivem mais e com mais saúde do que aqueles com menor contato social. Baptista, Moraes, Rodrigues e Silva (2006) investigaram a relação entre sintomatologia depressiva em idosos e participação em atividades sociais. Verificaram a existência de uma correlação negativa entre essas variáveis, ou seja, quanto maior o número de atividades sociais nas quais os idosos participavam menor a intensidade de sintomas depressivos. Da mesma maneira, o estudo de Demura e Sato (2003) evidenciou que a participação de idosos em atividades sociais e o seu número de amigos se correlacionavam negativamente com os sintomas de depressão, ou seja, quanto mais amigos e mais atividades sociais realizadas pelos idosos, menor a sintomatologia depressiva.
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