Mapa Estratégico

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Integração de benefícios no mapa estratégico do Balanced Scorecard

Integração de benefícios no mapa estratégico do Balanced Scorecard

O enquadramento proposto releva o "best of" de ambas as abordagens. De um lado a capacidade do Balanced Scorecard para alinhar os seus processos de gestão e concentrar toda a organização na implementação da sua estratégia a longo prazo. Por outro lado, a abordagem de Gestão de Benefícios, que traz para o Mapa Estratégico o processo de identificação e estruturação de benefícios, a respectiva propriedade, forma de gestão e medição ao longo de seu ciclo de vida. Argumenta-se a favor das vantagens da integração da Rede de Dependência de Benefícios com o Mapa Estratégico do Balanced Scorecard. Sustenta-se que a Gestão de Benefícios pode evidenciar como a empresa vai atingir os resultados desejados para satisfazer os clientes, accionistas e funcionários, incluindo a proposta de valor (perspectiva do cliente), a inovação (perspectiva dos processos internos), as competências dos funcionários e capacidades dos sistemas e tecnologias da informação (perspectiva de aprendizagem e crescimento), e, conjuntamente, assegurar que os benefícios identificados sejam realizados de acordo com as expectativas dos vários interessados. Este enquadramento resulta numa clara identificação dos benefícios esperados de um investimento e nos recursos de sistemas e tecnologias de informação necessários para alcançar esses benefícios, estimulando os intervenientes a trabalhar de forma colaborativa, porque nenhum indivíduo ou grupo tem todo o conhecimento necessário para identificar todos os benefícios e mudanças necessárias, evitando despender recursos em projectos que não podem entregar os benefícios desejados.
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MAPA ESTRATÉGICO PARA APOIAR A IMPLANTAÇÃO DE UMA PLATAFORMA LOGÍSTICA: ANÁLISE DOS BENEFÍCIOS NO SETOR CONSERVEIRO GAÚCHO

MAPA ESTRATÉGICO PARA APOIAR A IMPLANTAÇÃO DE UMA PLATAFORMA LOGÍSTICA: ANÁLISE DOS BENEFÍCIOS NO SETOR CONSERVEIRO GAÚCHO

Segundo Duarte (1999a), o assunto Plataforma Logística desperta há alguns anos, o interesse dos governos na Europa. No Brasil, este assunto ainda é pouco divulgado, surgiu com o desenvolvimento de organizações logísticas que agregam grande parte dos serviços logísticos. Como o tema tem despertado interesse, este artigo tem por objetivo apresentar o mapa estratégico desenvolvido na tese de doutorado da autora, para apoiar a implantação de uma Plataforma Logística em um possível usuário/cliente no Rio Grande do Sul (indústrias do setor de produção conserveiro), apontando as necessidades com relação às atividades logísticas desempenhadas na atual situação de transporte, movimentação e armazenagem de produtos além de, diagnosticar de que maneira uma Plataforma Logística beneficiaria este usuário do sistema logístico.
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Mapa estratégico, uma representação gráfica do Balanced Scorecard, ferramenta para otimização da tomada de decisões: estudo de caso de uma indústria de porte médio

Mapa estratégico, uma representação gráfica do Balanced Scorecard, ferramenta para otimização da tomada de decisões: estudo de caso de uma indústria de porte médio

Quanto a sua natureza, o estudo desenvolvido segue a abordagem de uma Pesquisa Aplicada, que, conforme Silva e Menezes (2000, p. 20), “objetiva gerar conhecimentos para aplicação prática dirigidos à solução de problemas específicos”. Considerando-se os objetivos estabelecidos no estudo, esta se caracteriza como uma pesquisa exploratória. Segundo Gil (1991), esta assume, em geral, as formas de Pesquisas Bibliográficas e Estudos de Caso. Esta linha de opção se deu em função da forma de Estudo de Caso que foi adotada para propor um mapa estratégico baseado no Balanced Scorecard.
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Uma proposta de balanced scorecard e mapa estratégico para a gestão estratégica de uma instituição de ensino superior privada

Uma proposta de balanced scorecard e mapa estratégico para a gestão estratégica de uma instituição de ensino superior privada

Esta dissertação trata de uma proposta de Balanced Scorecard (BSC) para a gestão estratégica de uma instituição de ensino superior (IES) privada, confessional católica, sem fins lucrativos. O objetivo geral de elaborar uma proposta de BSC, ajustada à gestão estratégica da IES, partiu da identificação da missão, visão e objetivos do seu Plano Estratégico 2001-2010. Em seguida, com base nesses objetivos, foram definidas as perspectivas estratégicas de desempenho, nas quais foram classificados os objetivos, o que deu origem a uma proposta inicial de BSC composta de cinco perspectivas na seguinte ordem: 1) financeira; 2) clientes; 3) processos internos; 4) aprendizado e crescimento; e 5) comunidade. Essa proposta inicial, através de entrevistas de profundidade, passou por um processo de validação da sua estrutura. Os entrevistados, também estabeleceram as relações de causa e efeito entre os objetivos em cada uma das perspectivas. Esse processo deu origem então, ao mapa estratégico da instituição estruturado em quatro perspectivas nesta ordem: 1) financeira; 2) clientes; 3) processos internos; 4) aprendizado e crescimento. Dessa forma, o mapa estratégico da IES resultou da análise de documentos por parte do pesquisador agregada à visão dos entrevistados. Concluiu-se, nesta pesquisa, que o mapa estratégico proposto à IES ajuda a esclarecer a sua estratégia, mostrando com clareza a proposição de valor aos clientes, os processos internos necessários ao atendimento dessa proposição de valor e os ativos intangíveis, que são a base para a execução desses processos de forma excelente. A aplicação do mapa estratégico sob o Plano Estratégico 2001-2010 da IES, também, revelou gaps ou lacunas na estratégia da IES, que devem ser preenchidas. Assim, além de um sistema estratégico, o mapa estratégico revelou-se uma ferramenta de diagnóstico da estratégia da IES, salientando pontos falhos que devem ser revistos e melhorados.
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PROPOSTA DE MAPA ESTRATÉGICO SOB A PERSPECTIVA DOS FATORES CRÍTICOS PARA A MATURIDADE EM GESTÃO DE PROJETOS

PROPOSTA DE MAPA ESTRATÉGICO SOB A PERSPECTIVA DOS FATORES CRÍTICOS PARA A MATURIDADE EM GESTÃO DE PROJETOS

Entretanto, uma forma de lidar com esta questão é através da utilização do Balanced Scorecard (BSC) como ferramenta de auxílio para a relação entre os projetos a estratégia organizacional (BROCK et al., 2003). Neste sentido, Schreiber et al. (2002) afirmam que as iniciativas estratégicas, em ferramentas como o BSC, são as ações que uma organização pretende realizar para alcançar seus objetivos estratégicos, e isto acontece principalmente através da utilização de projetos. No entanto, os próprios criadores do BSC criaram posteriormente outra ferramenta estratégica, que foi denominada por eles de mapa estratégico (KAPLAN e NORTON, 2004). Os autores explicam que o mapa estratégico é uma evolução do BSC, na medida que tem como objetivo descrever, de uma forma gráfica, como uma organização cria valor a partir dos seus ativos intangíveis, afirmando ainda que “o mapa estratégico representa o elo pe rdido entre a formulação e a execução da estratégia” (Kaplan e Norton (2004, p. 10).
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Mapa estratégico para programas de recursos humanos: avaliando o desempenho de redes Bayesianas.

Mapa estratégico para programas de recursos humanos: avaliando o desempenho de redes Bayesianas.

humanos sobre as fontes derivadas do petróleo e gás industrial. Estes programas são denominados de Programas de Recursos Humanos - PRH - e atingem quase todo o País, envolvendo atualmente 36 projetos em 16 estados. O objetivo geral dos PRHs é recrutar profissionais e treiná-los para funções correlatas às áreas de petróleo, gás natural e biocombustíveis. Especificamente, os objetivos do PRH em questão são de formação profissional para projetar, operar e reparar unidades de processamento de gás. A ANP adota uma política para designar verba aos PRHs da seguinte forma: quanto melhor os resultados de um PRH, maior será a verba a ele destinada. Os resultados considerados positivos são desde pesquisa realizada a partir da graduação até patrocínios provenientes de empresas externas, levando à criação de Universidades-Empresas, por exemplo. Durante os anos de 2006 e 2007, o desempenho do PRH sob estudo no presente trabalho estava entre os dez últimos dentre os 36 mantidos pela ANP. Isto reflete a ineficácia e ineficiência da política administrativa vivida pelo programa nesse período para alcançar as metas exigidas pela ANP. Com o objetivo de contornar este problema, Oliveira (2007) propõe um passo inicial no sentido da administração estratégica, a partir de pontos como a missão do PRH, sua visão, seu mapa estratégico associado e assim por diante. Pode-se observar que, como várias organizações em torno do mundo, o PRH sofre de falhas administrativas, embora esteja naturalmente em busca dos melhores resultados.
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Avaliação do desempenho numa organização desportiva : o balanced scorecard adaptado às piscinas da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Colares

Avaliação do desempenho numa organização desportiva : o balanced scorecard adaptado às piscinas da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Colares

gestores da MAS fizeram sugestões que foram consideradas para a versão final. Este mapa estratégico foi adaptado às necessidades da MAS e neste as perspetivas da aprendizagem e crescimento e dos processos internos foram colocados num nível inicial já que os autores consideraram que estes deviam formar a base da estratégia a longo prazo da MAS. O bom desempenho destas duas perspetivas podem produzir substanciais benefícios para os serviços de desporto e alcançar níveis de excelência que levariam à satisfação dos clientes e assim criar uma imagem positiva. Esta satisfação poderia levar ao aumento do número de clientes, o que iria permitir um aumento dos recursos financeiros da organização e uma melhoria da sua rentabilidade económica.
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O processo de estratégia em uma empresa brasileira sob a ótica da estratégia como prática

O processo de estratégia em uma empresa brasileira sob a ótica da estratégia como prática

O resultado dessa falta de sintonia entre o que é definido no planejamento estratégico e o que realmente se concretiza no orçamento impacta também na utilidade que o próprio mapa estratégico tem no dia a dia dos executivos, enfraquecendo esse produto. Por exemplo, um entrevistado comenta que “na verdade, o mapa corporativo era falado na reunião de desdobramento, mas nunca mais ele era olhado ” (E2). Próximo ao que comenta o entrevistado 5: “a sensação que fica é que aquilo que está escrito lá, ninguém vai cobrar” (E5). Indo na mesma linha de comentários acima: “Os planos de ação que são traçados têm um vínculo muito frado com a estratégia traçada. Não é na estratégia que se baliza o resultado, mas sim no financeiro ” (E9); “Não acontece como o previsto. Não acredito que o mapa seja o documento que sustenta as ações diárias. O orçamento passa a ser mais importante que a marcação estratégica” (E7); “Eu acho que o mapa é pouco utilizado. Tinha um reporte estratégico recorrente até o ano passado. Quando deixaram de fazer esse relatório, ninguém nem questionou o porquê” (E8).
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Dissertação Reformulada

Dissertação Reformulada

Pretende-se com o presente trabalho identificar quais as atividades críticas de negócio tendo em consideração a missão, visão, valores e os objetivos estratégicos a atingir pela empresa. Após selecionar as atividades críticas de negócio, pretende-se perceber de que forma estas poderão estar ameaçadas, revelando em simultâneo algumas vulnerabilidades, o que permitirá concluir acerca dos objetivos de Segurança de Informação e controlos da ISO 27002:2013 a aplicar. Por fim, proceder-se-á à elaboração do mapa estratégico, a partir do qual se definirão alguns indicadores e metas, que deverão ser alvo de monitorização através da ferramenta estratégica do BSC, que avaliará a sua performance.
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Bol. da PM n.º 094 25MAI   Portaria PMERJ n.º 665

Bol. da PM n.º 094 25MAI Portaria PMERJ n.º 665

Art. 2º Ao EPP cabe o desenvolvimento de projetos, ações e programas, de prevenções, em alinhamento ao mapa estratégico da corporação, bem como, o planejamento, a capacitação, a programação, sistematização do conhecimento prático dos programas , e ainda, a execução e a difusão da doutrina de Policia de Proximidade e a avaliação de seu desempenho no âmbito da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

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Mapa geológico interativo:

Mapa geológico interativo:

próprio responsável (Sperandio & Gomes, 2019). Assim, o Mapa Geológico Interativo do Museu Virtual Geológico do Pampa é ferramenta capaz de suprir um déficit perante a comunidade, de conhecimento geocientífico, em especial no que tange à geologia e geodiversidade do Rio Grande do Sul. O Mapa Geológico Interativo do MVGP deixa em segundo plano os conceitos de exposi- ção museográfica, assume papel de intervenção, integração, interação e participação (Sperandio & Gomes, 2019) e deixa de ser agente passivo de recepção da mensagem. As TIC instigam o visi- tante/internauta a participar e intervir fisicamente no espaço, e a partir desse momento, gerar expe- riências únicas e particulares.
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O mapa de riscos

O mapa de riscos

Na verdade, o resultado principal do Mapa de Riscos não deve ser a planta baixa com círculos coloridos. Deve ir além. Deve ser um instrumento de um processo educativo e organizativo a ser desenvolvido pelos trabalhadores chegando à construção do mapa. Este processo poderá abrir espaço para que as pessoas envolvidas reflitam sobre o seu próprio trabalho e o do colega, quebrando parcialmente o caráter fragmentário do processo de trabalho encontrado nos locais de trabalho.

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um mapa conceitual :: Brapci ::

um mapa conceitual :: Brapci ::

© RDBCI: Rev. Digit. Bibliotecon. Cienc. Inf. Campinas, SP v.16 n.2 AOP maio./ago. 2018 RESUMO: Análise das possibilidades teóricas e práticas da aplicação de modelos de competência em informação nas disciplinas de Fontes de Informação e Serviço de Referência, com base em seus planos de ensino. Pesquisa documental, tendo sido realizada análise comparativa entre a literatura sobre o tema e os planos de ensino das disciplinas de Fontes de Informação e Serviço de Referência oferecidas no curso de graduação em Biblioteconomia da Universidade do estado de Santa Catarina. Os resultados da análise documental apontam para uma estreita relação entre as disciplinas e o modelo de competência em informação escolhido como base teórica em especial com a disciplina de Fontes de Informação. Sua aplicação oportuniza um aprendizado capaz de levar o future bibliotecário a atuar como mediador no processo de desenvolvimento de habilidades para a busca, acesso, assimilação da informação a fim de solucionar problemas e de construir um ambiente de geração e transmissão de conhecimentos junto à comunidade de sua unidade de informação . Apresenta ao final um mapa conceitual desenvolvido a partir da pesquisa bibliográfica e documental.
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Proposta de zoneamento ambiental visando a proteção dos recursos hídricos de uma bacia hidrográfica

Proposta de zoneamento ambiental visando a proteção dos recursos hídricos de uma bacia hidrográfica

Em vista desses problemas das cartas do Projeto RADAMBRASIL, Medeiros, J. (1999) já fez ajustes necessários para utilizar as cartas no seu trabalho, na verdade esse processo produz novas cartas temáticas com melhor acurácia. No geral, o trabalho do autor consistiu em fornecer uma nova forma, através da utilização de banco de dados geográficos, de se conceber o ZEE, uma vez que o mapa de vulnerabilidade utilizado nesse tipo de estudo, conforme indicado indiretamente pelos autores analisados, era feito de forma manual. Para tanto, foi escolhida a folha SD.20-X-A, da carta do Brasil, escala 1:250.000, localizada no Estado de Rondônia, onde foi aplicada a metodologia que vinha sendo usada para a criação do ZEE; ou seja, Crepani et al. (1996) para a análise do meio físico e Becker e Egler (1996) para a análise socioeconômica. Nessa área foi aplicada a álgebra de mapas para se obter as cartas de vulnerabilidade natural à erosão, de potencialidade social e econômica, de sustentabilidade do território e, por último, a de subsídio à gestão do território. Esta terceira carta é obtida cruzando as duas primeiras e a quarta é obtida com a junção da terceira à carta de legislação atual. O autor avaliou ainda uma nova forma de criação da carta de vulnerabilidade à erosão através de redes neurais artificiais. Dessa forma, foram escolhidas mais duas áreas, uma localizada no Estado do Acre e outra no Estado do Pará, com vistas, respectivamente, a estabelecer um conjunto de teste e um conjunto de previsão. Para o conjunto de treinamento das redes neurais, foi utilizada a área de Rondônia.
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Mapa Ambulatorial de Pressão Arterial (MAPA): design para acesso via WEB

Mapa Ambulatorial de Pressão Arterial (MAPA): design para acesso via WEB

MAPA é uma técnica que permite obter medidas múltiplas e indiretas da pressão arterial, a utili- zação do MAPA permite estudar o padrão normal de PA, as lesões em órgão-alvo decorrentes da hipertensão, o prognóstico de eventos cardiovasculares e mortalidade e a análise da eficácia das drogas anti-hipertensivas. Assim, o uso da MAPA com o registro ao longo de 24 horas possibilita o melhor entendimento do comportamento da pressão arterial, assim como de outras variáveis que podem ser analisadas e do impacto desses parâmetros sobre a estratificação do risco cardiovas- cular, sugerindo suas indicações para algumas situações específicas (Ortega, et al., 2009). Para Alessi, Brandão e Pierin (2005), a MAPA é uma técnica não-invasiva que permite a monitori- zação da PA durante o sono, sendo o principal instrumento de acompanhamento e avaliação, pois permite estabelecer os valores de normalidade, advém dos resultados de estudos prospectivos longitudinais, considerando-se valores normais como aqueles que não se associam com risco aumentado de ocorrência de eventos cardiovasculares.
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Mapa das vasculites

Mapa das vasculites

18. Lightfoot RW Jr, Michel BA, Bloch DA, et al. The American College of Rheumatology 1990 criteria for the classification of polyarteritis nodosa. Dajani AS, Taubert KA, Gerber MA, Diag[r]

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O PLANEJAMENTO EM UNIDADES ARQUIVÍSTICAS: USO DA TÉCNICA SWOT NA ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO

O PLANEJAMENTO EM UNIDADES ARQUIVÍSTICAS: USO DA TÉCNICA SWOT NA ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO

Para uma correta determinação da estratégia competitiva nas empresas, segundo McGee & Prusak (1994), devem ser considerados todos os recursos necessários a serem envolvidos, desde o capital, conhecimento, capacitação das pessoas até a informação. Assim, o gerenciamento estratégico da informação deve ser capaz de subsidiar não apenas a escolha da estratégia corporativa, mas também o gerenciamento dos sistemas de informação responsáveis pela coleta, processamento e disseminação sistemática da informação na organização, ou seja, o dia-a-dia do uso da informação como subsídio ao processo decisório.
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Desenvolvimento de balanced scorecard num grupo empresarial de tecnologias de informação

Desenvolvimento de balanced scorecard num grupo empresarial de tecnologias de informação

Em termos de implementação do BSC, o nível menos profundo de utilização é como ferramenta de medição de indicadores estratégicos nas quatro perspectivas do modelo, terminando o processo com o reporte das medições efectuadas. Posteriormente, as empresas adoptaram esta metodologia como elemento de suporte à gestão e ao processo de tomada de decisão. O terceiro nível de utilização do BSC está associado à comunicação a todos os funcionários dos objectivos estratégicos da empresa, no sentido de criar um maior foco estratégico por todos os colaboradores e níveis de estrutura organizacional. Por último, o nível mais profundo de desenvolvimento e implementação da metodologia de BSC faz-se pelo seu desdobramento a todas as unidades intermédias da empresa como sejam os seus departamentos e equipas até ao nível dos colaboradores. Estes diferentes BSC de nível intermédio devem estar alinhados com o BSC da empresa, que no caso de pertencer a um GE, deve estar alinhado ao seu BSC. Com este nível de implementação pretende-se que cada colaborador tenha os seus objectivos definidos alinhados com a estratégia corporativa, no sentido de poder avaliar a sua contribuição individual para a criação de valor da empresa e em última instância do GE, sendo possível utilizar esta ferramenta como um sistema de avaliação de desempenho.
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