Mata Atlântica

Top PDF Mata Atlântica:

O cenário ambiental paulista: no passado e no presente: considerações sobre as condições das unidades de conservação da Mata Atlântica de São Paulo

O cenário ambiental paulista: no passado e no presente: considerações sobre as condições das unidades de conservação da Mata Atlântica de São Paulo

O cenário ambiental paulista: no passado e no presente – considerações sobre as condições das unidades de1. conservação da Mata Atlântica de São Paulo.[r]

90 Ler mais

Composições florística e fitossociológica de uma mata secundária de um trecho da Mata Atlântica.

Composições florística e fitossociológica de uma mata secundária de um trecho da Mata Atlântica.

Estudos da composição florística e da es- trutura fitossociológica das espécies, em especial das tipologias predominantes, podem dar uma contribui- ção substancial para a conservação dos recursos genéticos e recuperação de fragmentos degradados de Mata Atlântica. Assim, este trabalho visou a conhecer a composição florística e a estrutura fitos- sociológica de uma mata de regeneração natural da tipologia de Mata Atlântica, predominante na região do Médio Rio Doce, Minas Gerais.

5 Ler mais

Modelagem de transição florestal na Mata Atlântica

Modelagem de transição florestal na Mata Atlântica

Despite its recognized ecological importance and high anthropogenic pressure to which it is submitted, there are few efforts to model the Atlantic Forest dynamic. This paper contributes proposing a spatially explicit model for the biome, based on publicly available data. The model consists of two parts: i) the estimated rate of deforestation and regeneration based on an econometric model, and ii) the integration of the econometric model with spatial variables, applying changes in a spatially explicit manner. The econometric model was calibrated with data based on Agricultural Census (IBGE, 1998, 2006), yielding a regression of spatial dependence on the error term. The spatial model was calibrated with data from SOS Mata Atlântica / INPE (2000, 2008), for 1995 and 2005, and validated based on the statement of changes from 2005 to 2008. Finally, a simulation for 2030 assesses the behavior of the model on the long term. The results showed that the model is able to represent the contemporary dynamic of the Atlantic Forest, and therefore it can be used to observe the phenomenon of forest transition, to identify priority areas for conservation and recovery and to evaluate the impacts of changes in the national Forestry Code for the conservation of the biome.
Mostrar mais

64 Ler mais

Lei da Mata Atlântica: Retrocesso ambiental.

Lei da Mata Atlântica: Retrocesso ambiental.

Por sua vez, o artigo 17 , referente à compensação ambiental, incorpora pos- tura tecnicamente equivocada que se baseia no entendimento de que a supressão de uma floresta nativa (que também representa a subtração de múltiplas funções e serviços ecossistêmicos essenciais à manutenção da qualidade ambiental) pode ser compensada por florestas nativas remanescentes. Ora, se há subtração de áreas de floresta nativa, essa não deveria ser compensada por floresta que já existe, pois, dessa forma, permanece o passivo ambiental em descoberto. Nesse universo, as contas não fecham, e a área de Mata Atlântica continuará a ser reduzida. Esse tipo de disposição permite uma ampla margem de distorção e indução a equívocos, incluindo o âmbito do licenciamento ambiental.
Mostrar mais

14 Ler mais

Mata Atlântica, paleoterritórios e história ambiental.

Mata Atlântica, paleoterritórios e história ambiental.

Em função das características ecológicas das florestas tropicais e em particular da Mata Atlântica, os conhecimentos produzidos por estas populações sofrem uma verdadeira seleção de práticas e o resultado disso é uma convergência entre processos culturais bastante distantes entre si, no que se refere ao tempo ou ao espaço. Populações seculares ou mile- nares, atuando sobre um mesmo ecossistema, promovem a consolidação de um conjunto de conhecimentos acerca do seu manejo, independente de sua diversidade cultural. O melhor exemplo é a agricultura de coivara, praticada com mínimas diferenças em quase todo o território brasileiro em diferentes escalas de tempo. O sucesso deste método é devido em grande parte às técnicas culturais utilizadas para se contornar o problema da infertilidade do solo das áreas onde é praticado. Embora não faça sentido se descrever uma “típica floresta tropical”, face às grandes variações que lhe são inerentes - notadamente na sua estrutura e composição - existe uma tendência geral que aponta a disponibilidade de nutrientes como um fator de natureza crítica para o funcionamento destes ecossistemas. A maioria dos solos das regiões do domínio da Mata Atlântica encontra-se sob elevada intemperização, o que leva à dominância de colóides minerais de baixa capacidade de troca de cátions, acarre- tando uma baixa fertilidade natural, acentuada pela perda constante de bases durante o seu processo de formação (VARJABEDIAN, 1994). A pobreza de nutrientes estocados no solo de vastas áreas de florestas tropicais constitui um determinante que levou ao desenvol- vimento, através de processos evolutivos, de mecanismos que possibilitam a sobrevivência da comunidade como um todo por meio da minimização de perdas por erosão. Estes meca- nismos de sustentabilidade funcional (referenciados como mecanismos de conservação de nutrientes - HERRERA et al., 1978; JORDAN, 1991) constituem um conjunto de estra- tégias e estruturas de espécies individuais que, em conjunto, minimizam perdas e otimizam a captura das entradas de nutrientes. Como explicar, neste contexto, a sustentabilidade ecológica da agricultura de coivara?
Mostrar mais

13 Ler mais

Inventário florístico de samambaias e licófitas de um remanescente de Mata Atlântica no estado do Rio Grande do Sul, Brasil

Inventário florístico de samambaias e licófitas de um remanescente de Mata Atlântica no estado do Rio Grande do Sul, Brasil

Um inventário de samambaias e licófitas da Reserva Biológica Estadual Mata Paludosa (REBIO Mata Paludosa), Itati, Rio Grande do Sul, Brasil, é apresentado. Durante o período de um ano, as espécies ocorrentes na REBIO foram registradas, com amostras coletadas e incorporadas no herbário HUCS. As espécies foram classificadas quanto ao hábito, grau de ameaça e sua ocorrência nas distintas fitofisionomias do Rio Grande do Sul. No total foram encontradas 79 espécies, sendo uma licófita e 78 samambaias. As famílias de maior riqueza florística foram Polypodiaceae (12), Dryopteridaceae, Pteridaceae e Thelypteridaceae (10 espécies cada) e Aspleniaceae (nove). As plantas terrestres foram as mais representativas (64%), seguidas pelas epífitas (28%) e hemiepífitas (8%). A maioria das espécies tem padrão de distribuição amplo no Rio Grande do Sul (75%). Encontrou-se populações de cinco espécies localmente ameaçadas de extinção. A REBIO Mata Paludosa representa importantes remanescentes da Mata Atlântica no Estado do Rio Grande do Sul, por apresentar elevada riqueza florística de samambaias e licófitas, espécies de distribuição restrita e ameaçadas de extinção localmente.
Mostrar mais

16 Ler mais

Síndromes de dispersão de sementes em estágios sucessionais de mata ciliar, no extremo sul da Mata Atlântica, Arroio do Padre, RS, Brasil.

Síndromes de dispersão de sementes em estágios sucessionais de mata ciliar, no extremo sul da Mata Atlântica, Arroio do Padre, RS, Brasil.

RESUMO – A síndrome de dispersão de sementes está relacionada à migração das espécies e colonização de novos locais adequados para sobrevivência e reprodução. Foram estudados três estágios sucessionais de mata ciliar no domínio da Mata Atlântica (capoeira = cinco anos de regeneração; secundária = 45 anos de regeneração; e floresta madura = sem intervenção há 35 anos). As espécies foram classificadas nas síndromes de zoocoria, anemocoria e autocoria. A zoocoria predominou nos três estágios da sucessão da mata ciliar, com percentuais variáveis de 82% até 93% das espécies e 47% até 92% dos indivíduos. A segunda síndrome de dispersão mais comum foi a anemocoria, prevalecendo com elevada abundância relativa na capoeira (25% dos indivíduos). A autocoria ocorreu no sub-bosque da floresta madura com indivíduos da espécie Gymnanthes concolor. A participação da zoocoria nos três estágios da sucessão demonstra que a relação planta-animal tem elevada importância para a sucessão florestal em ambiente ciliar na região do extremo sul da Mata Atlântica.
Mostrar mais

11 Ler mais

Os gêneros de Bethylidae (Hymenoptera: Chrysidoidea) de quatro áreas de Mata Atlântica do Espírito Santo.

Os gêneros de Bethylidae (Hymenoptera: Chrysidoidea) de quatro áreas de Mata Atlântica do Espírito Santo.

O Espírito Santo é uma das unidades federativas brasileiras cobertas pelo bioma de fl oresta tropical úmida Mata Atlântica. Ele tem sido exposto a severas alterações que reduziram suas grandes extensões a pequenos fragmentos fl orestais (Ipema 2005). A fragmentação de habitat é a principal responsável pela perda de diversidade biológica por alterar de forma signifi cativa as condições ecológicas e a composição de espécies (Primack 1992 apud Ipema 2005) e, conseqüentemente, de táxons superiores. Desta forma, estudos que caracterizam a fauna devem ser priorizados por auxiliar a identifi cação de áreas para conservação.
Mostrar mais

7 Ler mais

Estrutura genética populacional de Heliconius erato e Heliconius melpomene (Lepidoptera: Nymphalidae) em fragmentos de Mata Atlântica do Rio Grande do Norte

Estrutura genética populacional de Heliconius erato e Heliconius melpomene (Lepidoptera: Nymphalidae) em fragmentos de Mata Atlântica do Rio Grande do Norte

A Escola Agrícola de Jundiaí (5°53'23"S, 35°21'8"W) localiza-se no Município de Macaíba, a 19 km de Natal. Possui uma área total de 270 ha, mas sua área de Mata Atlântica constitui menos de 70% de sua área distribuídas em pequenos fragmentos. Existem dois tipos de vegetação na área: uma mais rasteira e seca, que domina a área, e outra mais úmida e densa, confinada a áreas mais próximas a uma lagoa artificial existente na área. As coletas nesta área foram realizadas no fragmento maior e mais úmido, que possui cerca de 10 ha. Existe um histórico de ocupação na EAJ por pequenos agricultores, que têm desmatado parte da área próxima à lagoa para fins de agricultura de subsistência. A Escola em si foi criada em dezembro de 1949.
Mostrar mais

56 Ler mais

PREDAÇÃO DE NINHOS ARTIFICIAIS NAS DIFERENTES PAISAGENS DO BIOMA MATA ATLÂNTICA, NO ESTADO DE SÃO PAULO

PREDAÇÃO DE NINHOS ARTIFICIAIS NAS DIFERENTES PAISAGENS DO BIOMA MATA ATLÂNTICA, NO ESTADO DE SÃO PAULO

Por fim, a última área de estudo, caracteriza-se por ser uma propriedade privada, contendo o plantio de um Sistema Agroflorestal (SAF), sendo mantida pelo dono, o Senhor Geraldo Francisco de Aguiar. O SAF está localizado no município de Sete Barras, no Estado de São Paulo, entre as coordenadas geográficas S 24º 11’ 32,3” e W 47º 53’ 15,6” próximo ao Rio Preto, no entorno do Parque Estadual Carlos Botelho, com altitude de 35 metros e área total de aproximadamente 5.000 m 2 (Figura 1). A vegetação predominante é do Bioma Mata Atlântica, mais precisamente de Floresta Ombrófila Densa, e o tipo de clima corresponde ao Cfa, segundo a classificação de Koppen, caracterizado por um clima subtropical com verão quente e temperaturas médias superiores a 22°C no verão e com mais de 30 mm de chuva no mês mais seco (IBGE, 2014).
Mostrar mais

52 Ler mais

Distribuição da água de chuva em Mata Atlântica.

Distribuição da água de chuva em Mata Atlântica.

Com base nos resultados apresentados, pode-se concluir que o fragmento de Mata Atlântica em estudo tem papel importante no ciclo hidrológico. Do total precipitado (1182,6 mm), uma fração é interceptada pela copa das árvores sendo evaporada de volta à atmosfera, outra parte (958,1 mm) correspondendo a 81% da precipitação total passa pelo dossel atingindo o solo. Apesar de apresentar valores muito baixos, o escoamento pelo tronco é importante pelo fato de que a água escoada pelo tronco leva um maior tempo até atingir o solo, o que favorece o processo de infiltração. O escoamento superficial foi de 15,4 mm, o que corresponde a 1,3 % da precipitação em aberto. A cobertura vegetal tem papel importante na redução do volume de água escoada na superfície do solo, diminuindo o seu valor.
Mostrar mais

9 Ler mais

Efeito da fragmentação sobre a persistência de anfíbios anuros (Amphibia: Anura) na Mata Atlântica

Efeito da fragmentação sobre a persistência de anfíbios anuros (Amphibia: Anura) na Mata Atlântica

A distribuição longitudinal explica as diferenças na composição vegetal da floresta, graças à diminuição das chuvas conforme o aumento da distância das costas (efeito da continentalidade e da cadeia de montanhas da Serra do Mar, no sentido leste-oeste), sendo que as áreas costeiras recebem grandes quantidades de chuva durante todo o ano, enquanto as florestas do interior recebem cerca de quatro vezes menos (PEREIRA, 2009; RIBEIRO et al., 2009). Essas características geográficas, combinadas com a grande variedade altitudinal, proporcionaram alta diversidade e endemismos de espécies (MORELLATO; HADDAD, 2000; PEREIRA, 2009; RIBEIRO et al., 2009; HADDAD et al., 2013), fazendo da Mata Atlântica um hotspot para a conservação mundial da biodiversidade, dado também ao seu elevado grau de degradação (MYERS et al., 2000; MITTERMEIER et al., 2005; CONSERVATION INTERNATIONAL, 2012).
Mostrar mais

85 Ler mais

A paisagem da Mata Atlântica do estado do Rio Grande do Norte: remanescentes, configuração espacial e disponibilidade de habitat

A paisagem da Mata Atlântica do estado do Rio Grande do Norte: remanescentes, configuração espacial e disponibilidade de habitat

árvores cauducifólias, que perdem as folhas no período seco (IBGE, 2012). A floresta estacional decidual também ocorre em clima com dupla estacionalidade, no entanto a estação chuvosa é seguida por um longo período seco. Nessa formação florestal mais de 50% das árvores do conjunto florestal perdem as folhas no período de estiagem (IBGE, 2012). De acordo com Cestaro (2002) a transição de floresta semidecidual para Caatinga ocorre, provavelmente, de forma gradual com diminuição progressiva das espécies características de Mata Atlântica e com aumento progressivo da presença de elementos florísticos da Caatinga. Esse fato dificulta o estabelecimento de um limite claro entre os dois biomas. Como consequência o limite oficial estabelecido no Mapa de Aplicação da Lei da Mata Atlântica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE deixa de incluir remanescentes de floresta existentes no estado, em especial os remanescentes de floresta estacional decidual (Maciel, 2011). Um limite alternativo a esse é o estabelecido pela Sociedade Nordestina de Ecologia (SNE, 2002) que inclui áreas mais a Oeste do estado, incluindo as áreas de floresta estacional decidual. O não reconhecimento de parte da área como pertencente ao bioma Mata Alântica pode levar a essa área não ser considerada prioritária para implementação de ações de conservação, como por exemplo a implantação de unidades de conservação.
Mostrar mais

100 Ler mais

INSPIRAR A SOCIEDADE NA DEFESA DA MATA ATLÂNTICA

INSPIRAR A SOCIEDADE NA DEFESA DA MATA ATLÂNTICA

E ntre os dias 19 e 22 de maio, milhares de pessoas circularam pelas atividades realizadas no Museu do Amanhã, Museu de Arte no Rio (MAR) e Par- que dos Patins, no Rio de Janeiro. Com reuniões técni- cas, seminários e debates, além de atividades culturais e de educação ambiental, gratuitas e abertas ao públi- co, no projeto do caminhão “A Mata Atlântica é Aqui”, o Viva a Mata teve o patrocínio do Bradesco Seguros, apoio da Fundação Roberto Marinho, Museu do Ama- nhã, Instituto de Desenvolvimento e Gestão, Museu de Arte do Rio, Instituto Odeon, Fazenda Culinária e TAM. Em um seminário, apresentado por Serginho Groisman, jovens inovadores com ideias premiadas debateram soluções por um ambiente melhor. Foi o painel “O que podemos fazer pelo meio ambiente do amanhã?”, um dos grandes destaques do evento.
Mostrar mais

53 Ler mais

Diversidade de fungos do solo da Mata Atlântica

Diversidade de fungos do solo da Mata Atlântica

A Mata Atlântica é reconhecida como área de prioridade de conservação na América do Sul, devido ao grande número de espécies endêmicas e constantes ameças à sua biodiversidade em decorrência da substituição da vegetação natural. Embora várias informações sobre a diversidade vegetal e animal estejam disponíveis, pouco se sabe sobre a diversidade de micro‐organismos existentes no solo desse bioma. A diversidade de fungos do solo foi avaliada em três unidades de conservação da Mata Atlântica do estado de São Paulo: Parque Estadual de Carlos Botelho (PECB), Estação Ecológica de Assis (EEA) e Parque Estadual da Ilha do Cardoso (PEIC). Ao todo, foram analisadas 90 amostras de solo, coletadas em épocas de alta e baixa pluviosidade, e sob a copa de três espécies arbóreas: Cabralea canjerana, Guapira opposita e Maytenus robusta. Foram utilizados métodos independentes (PCR-DGGE e pirosequenciamento) e um método dependente do cultivo (lavagem de solo e filtração de partículas) para a análise da diversidade e estrutura das comunidades de fungos do solo. Os resultados obtidos foram analisados conjuntamente com os dados de atributos químicos do solo e frações da matéria orgânica do solo a fim de verificar suas possíveis relações com as comunidades de fungos. Os resultados obtidos sugerem uma grande diversidade de fungos no solo da Mata Atlântica. Através do método de cultivo, um total de 142 espécies de fungos foi identificado nas três áreas, sendo que a estrutura das comunidades de fungos não foi influenciada pelas espécies arbóreas, mas sim pelas áreas e épocas de amostragem. As comunidades de fungos cultiváveis do PECB e do PEIC foram mais similares entre si do que em relação às comunidades de fungos do solo da EEA, assim como os valores dos atributos químicos do solo dessas áreas foram mais semelhantes entre si. Pelo método de PCR-DGGE
Mostrar mais

204 Ler mais

Estrutura de taxocenoses de girinos de Mata Atlântica

Estrutura de taxocenoses de girinos de Mata Atlântica

A diversidade, a ocorrência espacial e a ocorrência sazonal de girinos de anuros foram estudadas ao longo de 13 meses em 11 corpos d’água localizados em área aberta, de borda e interior de floresta em região de Mata Atlântica, em Bertioga, estado de São Paulo. Foram registrados girinos de 23 espécies, sendo que girinos de quatro das espécies ainda não estão descritos. A maior riqueza e diversidade de espécies foi encontrada nos corpos d’água temporários com alta heterogeneidade vegetal. A menor riqueza de espécies foi encontrada em riacho sem vegetação no seu interior. A maioria das espécies foi registrada durante a estação chuvosa, sendo que a riqueza foi positivamente correlacionada com a temperatura e a umidade relativa. A riqueza da anurofauna do Parque das Neblinas é alta, semelhante à da Estação Ecológica de Boracéia, também no município de Bertioga, onde o grau de conservação ambiental é maior.
Mostrar mais

138 Ler mais

Planos municipais de mata atlântica

Planos municipais de mata atlântica

O PMMA é um convite aos gestores públicos para promover diálogos com o planejamento e execução de políticas que busquem o envolvimento das instâncias de governança local, associando a conservação do bioma à qualidade de vida e práticas sustentáveis. Para tanto, carrega o potencial de gestão ambiental e também instiga a estratégias de conservação da Mata Atlântica que necessitam da articulação e compro- metimento dos diversos setores da sociedade (GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2017). Desta forma, o documento deve ser elaborado quando os diversos atores envolvidos estiverem, de fato, sensibilizados pela sua importância e dispostos a discutir e negociar quais aspectos serão priorizados. Além disso, é imperativo que seja elaborado não apenas por uma equipe multidisciplinar composta por profissio- nais habilitados, mas também membros das associações de bairros e das comunidades tradicionais, ainda que inexperientes nas questões ambientais, mas que estejam dispostos a enriquecer o trabalho com suas vivências e com aspectos da realidade individual local. A presença da comunidade nas discussões garante a transparência e a valorização dos saberes e promove também a legitimidade das decisões, bem como o exercício individual e coletivo da cidadania.
Mostrar mais

19 Ler mais

Fundação SOS Mata Atlântica

Fundação SOS Mata Atlântica

“Lembro do Fabio Feldmann, certo dia na São Francisco (Faculdade de Direito da USP), dizendo que queriam fazer um aeroporto in- ternacional em Caucaia do Alto, uma das últimas reservas fl orestais perto de São Paulo. Quando me dei conta, lá estava eu fazendo reuniões semanais, montando es- tratégias, organizando. Foi por instinto ou por impulso que abra- cei a causa e me tornei militante. Tempos depois criamos a Oikos – União dos Defensores da Terra -, nome que fazia alusão ao plane- ta, à nossa casa”. Roberto Klabin, atual presidente da Fundação SOS Mata Atlântica.
Mostrar mais

25 Ler mais

25 anos de SOS Mata Atlântica

25 anos de SOS Mata Atlântica

Atlântica, mas não se dão conta disso e não se identificam com essa realidade. Por isto, esperamos que as atividades desenvolvidas no Viva a Mata mobilizem a sociedade ao mostrar que a Mata Atlântica está diretamente relacionada ao seu dia a dia e depende de suas atitudes, como separar o lixo em casa ou economizar energia elétrica.” Com a mesma proposta, a Fundação, em paralelo ao Viva a Mata, também apresentou em São Paulo a exposição interativa “Sua Mata, Sua Casa”. A mostra funcionou no Shopping Metrô Tatuapé de 5 a 29 de maio. Inspirada nas partes de uma casa, é dividida por cômodos onde o público encontra artesanato, instalações, painéis informativos, vídeos e apresentações sobre a história da Fundação e a importância do meio ambiente. Além de São Paulo, a exposição está percorrendo outras 11 capitais brasileiras e levará os resultados desta viagem para a Rio+20 em 2012.
Mostrar mais

13 Ler mais

Diversidade de espécies e ecologia da comunidade de lagartos de um fragmento de Mata Atlântica no nordeste do Brasil

Diversidade de espécies e ecologia da comunidade de lagartos de um fragmento de Mata Atlântica no nordeste do Brasil

Com redução de cerca de 92% de sua área original (Feio & Caramaschi 2002; Ayres et al., 2005), a Mata Atlântica é hoje representada por remanescentes florestais de diferentes níveis de perturbação antrópica, isolados entre si. Esta fragmentação torna a dinâmica das comunidades biológicas diferente daquela prevista para sistemas naturais contínuos, já que muitas características ecológicas se alteram, e cada porção restante contém apenas uma fração da biodiversidade original. Isto implica na eliminação das formas especializadas e menos adaptadas às novas condições, diminuindo a capacidade de suporte do ambiente e levando a mudança na estrutura do ecossistema (Garay & Dias 2001).
Mostrar mais

90 Ler mais

Show all 2050 documents...