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Open Volatilidade no mercado de ações brasileiro e seu impacto sobre as regras de política monetária: 2003 2009

Open Volatilidade no mercado de ações brasileiro e seu impacto sobre as regras de política monetária: 2003 2009

Esta dissertação tem como objetivo estimar a relação entre a política monetária e a volatilidade dos preços dos ativos por meio do modelo BEKK, no período de janeiro de 2003 a outubro de 2009. Os objetivos específicos foram: a) modelar a volatilidade do Índice Bovespa (Ibovespa) e da Selic, referentes aos mercados monetário e acionário, por meio de modelos GARCH; b) verificar a aglomeração de volatilidade, presença da persistência dos choques e realizar a análise da meia-vida nas variáveis de mercado financeiro; c) estimar modelos Vetor Autoregressivo com o intuito de testar as relações de causalidade, no sentido de Granger (Granger Causality), entre o mecanismo de transmissão de política monetária (taxa de juros) e o índice acionário; Para atingir tais objetivos foi utilizado o modelo teórico proposto por Bernanke, Gertler (1999, 2000), para descrever os efeitos da volatilidade nas regras de política monetária, e para capturar os efeitos dessa volatilidade nas decisões de política monetária foram utilizados os modelos da família GARCH univariados e multivariados. O resultado do teste de causalidade de Granger mostrou que há causalidade unidirecional do Ibovespa em relação à Selic no período de maior volatilidade no mercado acionário (2003 - 2008), indicando que os retornos no mercado de ações brasileiros afetaram as decisões de política monetária nesse período. A estimação dos modelos TARCH e GARCH apontou a existência de aglomeração da variância, o efeito “leverage” e a persistência na volatilidade por parte dos mercados de ações e monetário. Por meio do modelo BEKK é possível destacar que a volatilidade da Selic é afetada positivamente por choques comuns as suas defasagens e a volatilidade da inflação; a volatilidade do Ibovespa apresentou uma relação direta com a volatilidade da taxa Selic no período (2003 - 2008). Esse fato é condizente com os efeitos dos movimentos nos preços dos ativos sobre a demanda agregada, sugerindo, portanto, que os policymakers estão reagindo às variações no mercado para evitarem possíveis impactos negativos sobre a economia.
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Regras de política monetária para a economia brasileira

Regras de política monetária para a economia brasileira

À medida que o estudo sobre a regra de política monetária foi ganhando espaço nos debates teóricos, começou a surgir tentativa de testar e desenvolver as regras para os países em desenvolvimento. Contudo, contrariamente aos países desenvolvidos, os países em desenvolvimento são em sua maioria dependentes das variáveis externas, sofrendo diversos choques tanto exógenos quanto endógenos. Isso cria dificuldade econométrica para se calcular a regra monetária, já que há muita volatilidade e quebra na série como por exemplo, taxa de inflação, produto, desemprego, câmbio, etc. Desse modo, adicionalmente a dificuldade de encontrar uma regra de política monetária para os países desenvolvidos, os em desenvolvimentos apresentam o desafio estatístico na modelagem, como será destacado no próximo tópico.
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Open Flexibilização do regime de metas inflacionárias por regras de política monetária

Open Flexibilização do regime de metas inflacionárias por regras de política monetária

Admitindo uma política acomodatícia, a presença da bolha provoca um estímulo na demanda agregada levando a aumentos consideráveis da inflação e do produto conduzindo a economia para um aquecimento. A elevação nos preços das ações estimula gastos e produção através do efeito riqueza sobre o consumo e através do impacto no balanço das empresas. No momento em que a bolha estoura, o patrimônio líquido das empresas diminui. O efeito negativo sobre o mercado de crédito eleva o prêmio de financiamento externo e reduz rapidamente o produto. Após o estouro da bolha, a redução da produção supera a expansão inicial. Nessas condições, não havendo mais choques, a produção encerra o ciclo descendente, porém, alcança a estabilidade em um nível abaixo do nível inicial de produção. (Figura 2).
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Regras de preços e efeitos de política monetária e fiscal

Regras de preços e efeitos de política monetária e fiscal

Para isso, introduzimos heterogeneidade no modelo de regras de preÁos endÛgenas dependentes do tempo proposto por Bonomo e Carvalho (2009). VeriÖcamos que a heterogeneidade ampliÖca os e[r]

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Ensaios em política monetária brasileira

Ensaios em política monetária brasileira

A função de reação do Banco Central é aqui representada pela Regra de Taylor Monetária. Devemos lembrar que ao decidir a taxa de juros da economia, e levando em conta as expectativas de inflação, o produto e a taxa de câmbio, o governo causa impacto na Curva IS, via taxa de juros real e produto, e na Curva de Phillips, via expectativas e taxa de câmbio. Analisando os resultados da Regra de Taylor Monetária, há significância estatística das expectativas de inflação e da taxa de câmbio real para todos os modelos estimados. Isso corrobora a importância destas duas variáveis na condução da política monetária do Banco Central brasileiro e na definição da Curva de Phillips. Além disso, dois modelos ratificam um ponto comum nas estimações das Regras de Taylor Monetárias, que é um alto grau de inércia da taxa de juros ou, em outras palavras, uma suavização considerável da taxa Selic, cujos coeficientes são os maiores da equação. Este mecanismo de “interest rate smoothing” gera discussões controversas. De um lado, as autoridades monetárias podem estar sinalizando que não procedem com choques abruptos na taxa Selic, mas sim com movimentos dosados da mesma. Por outro lado, esta atitude pode indicar um certo receio do Banco Central em realizar quedas mais pronunciadas da taxa de juros de forma a equipará-la a níveis internacionais. Seja qual a razão, o resultado encontrado deixa claro que a suavização da Selic parece ser mais forte que a reação a maiores níveis de inflação futura e a variações cambiais. Em relação ao produto defasado, a significância estatística foi encontrada somente no terceiro modelo, e com sinal invertido. Isso sinaliza que as ações de política monetária não conseguem causar um
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Anais do IV Encontro Nacional Sobre Mercados Financeiros, Política Monetária e Política Cambial - Parte III - Política Monetária

Anais do IV Encontro Nacional Sobre Mercados Financeiros, Política Monetária e Política Cambial - Parte III - Política Monetária

No mais, eu caminhei muito no sentido de não inventar. Como o Dr. Alkimar colocou claramente, o nosso sistema financeiro é sofisticado e funciona bem e, portanto, não cabe ficar inventando. Nós seguimos, na normatização, aquilo que na verdade já está incorporado como bom dentro do sistema financeiro nacional. A única coisa que nós propusemos — e isso é uma coisa que eu defendo com unhas e dentes — é a criação de uma Superintendência para cuidar de previdência privada. Esse passa a ser um órgão forte, incorporado a um corpo de elite, que seria esse Conselho Financeiro Nacional, que vai cuidar da previdência privada fechada, que hoje está numa Secretaria do Ministério da Previdência e que ativos de mais de 80 bilhões de dólares e no qual, de repente, o Conselho Monetário Nacional tem que intervir; então é uma coisa meio parecida com a casa da Mãe Joana, o Governo faz um pacote e muda uma regra fundamental, como fez agora, taxando os ganhos de capital dos fundos de pensão, quer dizer, isso é uma discussão, mas essas coisas sempre me chocam pelo desrespeito às regras que estão estabelecidas numa coisa de longo prazo, porque de repente precisaram de um pouquinho desse dinheiro. Mas essa é outra discussão, mas me parece que é sempre uma mudança de regra, numa coisa que tem que ser permanente.
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O euro, o BCE e a política monetária

O euro, o BCE e a política monetária

Neste sentido, as práticas de muitos outros bancos centrais, desde a FED ao Banco de Inglaterra ou ao Banco Central do Japão, embora nem sempre isentas de erros e/ou hesitações, mostram que não é indispensável uma independência radical do Banco Central em relação aos agentes políticos democraticamente eleitos para que a política monetária seja conduzida num quadro de estabilidade de preços. Elas mostram igualmente que a estabilidade de preços não se reconduz necessariamente à fixação de regras de chumbo como a ortodoxia dos 2% definida pelo BCE, pouco flexível e inadequada a uma economia monetária e creditícia.
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Política monetária e ciclos regionais no Brasil: uma investigação das condições para uma área monetária ótima.

Política monetária e ciclos regionais no Brasil: uma investigação das condições para uma área monetária ótima.

Uma considerável disputa teórica eleva-se acerca da modelagem teórica de rigidez de preços e/ou salários. No tocante a este aspecto, não há sombra de dúvida de que a for- ma como a viscosidade dos preços for modelada implica, freqüentemente, diretrizes de política distintas (ver Sims, 1998). Neste sentido, o questionamento que surge a partir desta disputa teórica é: considerando-se que haja possibilidade de a economia ser mais complexa, de modo a haver diversas regras de ajuste de contratos de preços e salários de forma contemporânea na economia, que diretriz de política deve ser adotada? Tal questão é considerada de forma apropriada por Blinder e Mankiw (1984), que assumem que cada setor industrial escolhe uma regra distinta de ajuste de contratos de preços e salários, em que alguns setores apresentam, por exemplo, regras de ajuste nominal, enquanto outros, regras de ajuste real. Neste sentido, tais autores demons- tram que a única possibilidade de uma política monetária afetar a todos os setores igualmente é se eles estiverem sujeitos a choques perfeitamente simétricos, ou seja, na presença de choques assimétricos haveria uma política monetária ótima para cada setor individualmente, de forma que os benefícios ou prejuízos referentes a uma política monetária seriam de magnitudes distintas para cada setor.
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Globalização, inflação e política monetária no Brasil

Globalização, inflação e política monetária no Brasil

Dados os objetivos da política monetária, nos resta ainda saber como atingir estes objetivos. Ou seja, qual a estratégia a ser seguida. Após os trabalhos pioneiros de Kydland e Prescott (1977), as “regras” passaram a ser tidas como uma melhor forma de condução da política econômica, em detrimento ao comportamento discricionário, devido ao problema de inconsistência temporal a que estão sujeitas as políticas discricionárias. Quando a expectativa de inflação é baixa, o custo de um aumento na inflação é baixo e neste caso a autoridade monetária poderia ser “tentada” a buscar um nível de produto mais alto ao custo de elevar também a inflação. Mas se as pessoas imaginam que a autoridade monetária pode seguir este tipo de comportamento, então não irão esperar que a inflação será baixa. O resultado é um aumento na inflação sem mesmo ter o aumento temporário no produto. Este resultado não ocorre se a política monetária segue uma regra parecida com a proposta por Taylor (1993), onde a taxa de juros é aumentada se a inflação está acima de um determinado nível ou se o produto está acima do potencial. Matematicamente, a regra de Taylor pode ser escrita como:
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Política monetária em tempos de crise.

Política monetária em tempos de crise.

Nesse respeito, as regras de Taylor são preferíveis para aumentar o bem-estar em relação a regras de crescimento constante do agregado monetário, pois estabilizam o juro nominal, que é a fonte de distorção do bem estar em última instância (ver Carlstrom e Fuerst, 1995). No nosso caso, os choques de liquidez externa têm um impacto distorcivo no montante de liquidez do sistema financeiro, e assim sendo uma espécie de choque nominal com efeitos reais. Diante disso, as regras de reação com maior peso à inflação são as que têm melhor desempenho para aumentar o bem estar. Por outro lado, quando a origem do choque é nos termos de troca, a regra que implica em um valor mais alto do bem estar é a que reage mais fortemente a variações no hiato do produto.
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Contas externas e política monetária.

Contas externas e política monetária.

Dessa forma, a taxa de juros nominal tem de ser utilizada para manter a con- fian¸ca na desinfla¸c˜ ao via efeitos do cˆ ambio sobre a taxa de infla¸c˜ ao esperada, o que condiciona o hiato do produto ao n´ıvel de confian¸ca nas contas externas. Em res- posta a uma deteriora¸c˜ao da percep¸c˜ ao dos investidores externos quanto ao risco de financiar o Pa´ıs (mesmo com a infla¸c˜ ao em relativa estabilidade), sa´ıdas l´ıquidas de capital estrangeiros agravam os problemas de financiamento do d´eficit em conta corrente. Nessas circunstˆancias, aumentos da taxa de juros desempenharam um papel importante no esfor¸co de manter o financiamento do balan¸co de pagamentos, atraindo para o Pa´ıs capitais de arbitragem, cujo destino era a aquisi¸c˜ ao de t´ıtulos p´ ublicos de curto prazo. Estes capitais de curto prazo foram valiosos no reestabe- lecimento da confian¸ca nas regras cambiais durante os choques, mas, a cada crise, ocorre um enfraquecimento na sustentabilidade do regime, na medida em que as necessidades de financiamento externo n˜ ao diminu´ıram de forma convincente.
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Política monetária em tempos de crise

Política monetária em tempos de crise

Nesse respeito as regras de Taylor tendem a ser prefer´ıveis para aumentar o bem estar em relac¸˜ao a regras de crescimento constante do agregado monet´ario pois estabilizam o juro nominal, que ´e a fonte de distorc¸˜ao do bem estar em ´ultima instˆancia (ver Carlstrom e Fuerst, 1995). No nosso caso os choques de liquidez externa tˆem um impacto distorcivo no montante de liquidez do sistema financeiro, e assim sendo uma esp´ecie de choque nominal com efeitos reais. Diante disso as regras de reac¸˜ao com maior peso `a inflac¸˜ao s˜ao as que tem melhor performance para aumentar o bem estar. Por outro lado quando a origem do choque ´e nos termos de troca, a regra que implica em um valor mais alto do bem estar ´e a que reage mais fortemente a variac¸˜oes no hiato do produto.
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O reforço da política fiscal face à centralidade da política monetária

O reforço da política fiscal face à centralidade da política monetária

A queda do sistema de Bretton Woods, sistema que mantinha uma relação fixa entre o dólar e o ouro, acontece como uma consequência da crise petrolífera da década de 70. O enfraquecimento do Sistema Monetário Internacional (SMI) teve um impacto negativo na estabilidade económica e monetária Europeia. De forma a combater as margens de flutuação entre as moedas dos Estados Membros, é criado em 1979 o SME, tendo como base 3 pilares essenciais. Para o efeito, foi criada uma moeda cabaz, constituída pelas moedas de todos os Estados Membros, denominada de European Currency Unit (ECU), o Mecanismo de Taxas de Câmbio (MTC) de forma a controlar as flutuações entre as moedas, sendo que cada Estado Membro via a sua moeda afeta por uma taxa de câmbio associada à moeda cabaz e, por último, cada país era obrigado a transferir 20% das suas reservas em divisas de ouro para o Fundo Europeu de Cooperação Monetária (FECOM), como refere Horst Ungerer (1983). De referir que, as taxas de câmbio poderiam flutuar até, aproximadamente, 2,25%, no caso das moedas europeias, com a exceção da lira italiana, sendo que esta poderia atingir uma flutuação de 6%.
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Política monetária e mercado aberto no Brasil

Política monetária e mercado aberto no Brasil

o papel moeda em circula~io, bem como as reservas bancá- rias, formam a base monetária que se constitui no agregado monetá- rio observado diariamente pelo Banco C[r]

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Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC - SP César Antônio Locatelli de Almeida

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC - SP César Antônio Locatelli de Almeida

Quando se discute a possibilidade de manutenção de uma taxa de câmbio depreciada, vista como responsável pelo crescimento asiático e, ultimamente, pelo desempenho argentino, deve-se lembrar que inúmeras tentativas nesse sentido (no Brasil, no Chile, na Colômbia e em outros países) levaram somente a uma inflação mais alta, afirma De Bolle (2007). A Argentina e a Venezuela, que seguem esse modelo, tiveram inflações de 11% e 14% em 2006. Sua argumentação para o sucesso da política de manutenção do câmbio desvalorizado na Ásia é que o viés inflacionário dessa política é contrabalançado por características dessas economias que agem como redutoras da demanda agregada. Esse é o papel de taxas de poupança da ordem de 40% do PIB, da consistência fiscal que ancora preços e expectativas, e, finalmente, do investimento direto que é direcionado principalmente às empresas que precisam importar para exportar, o que faz com que esse fluxo de entrada de divisas tenha menor impacto sobre a absorção interna. Ela reforça que "dada a tendência de crescente deterioração dos fundamentos fiscais no Brasil, as conseqüências de uma política de depreciação real sustentada não seriam nada animadoras".
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O que é necessário para o Brasil crescer mais com estabilidade

O que é necessário para o Brasil crescer mais com estabilidade

V. É necessário reformular a política macroeconômica, com nova combinação de políticas monetária fiscal e com nova combinação de políticas monetária, fiscal e cambial, para tornando consistente com uma nova estratégia e com o novo contexto de crise global. VI.Esta crise financeira é o ápice de uma sucessão de

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Classes sociais e política monetária no Brasil

Classes sociais e política monetária no Brasil

A importância da ação política da classe trabalhadora, portanto, não significava aprovar o Estado burguês, a disputa parlamentar burguesa e os seus meios burgueses de agir politicamente. Diferente da ação que visa à disputa por vantagens na estrutura no aparelho de dominação política, a ação dos trabalhadores organizados tinha por objetivo a emancipação e o fim da própria dominação de classes, com seus aparelhos inclusos. Por essa razão, como já mencionamos, Engels deixou clara a classe trabalhadora deveria se organizar de maneira independente, não sendo caudatária de partidos e práticas políticas burguesas. Essa crítica engelsiana é desenvolvida em sua análise da questão da moradia dos trabalhadores alemães. Engels (2015) evidencia os limites da posição do reformista pequeno-burguesa que visava aplicar paliativos aos problemas de habitação dos trabalhadores, sem exigir a transformação do próprio modo de produção, o qual continuamente gerava as circunstâncias reprodutoras dos problemas habitacionais vivenciados pela classe trabalhadora alemã. Assim, criticou o socialismo pequeno-burguês de inspiração proudhoniana, o qual tentava solucionar a questão da moradia sem tocar nas contradições fundamentais da exploração especificamente capitalista. Entre os vários elementos da rica análise de Engels, destacamos a sua crítica à especulação utópica dos proudhonianos acerca de uma sociedade futura, quando Engels argumentava que num processo de superação da sociedade capitalista, “[...] mesmo as medidas transitórias terão de orientar-se, em toda parte, pelas condições momentaneamente vigentes, devendo ser essencialmente distintas em países de pequenas propriedades fundiárias
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A política da política monetária no Brasil, 1930-1993

A política da política monetária no Brasil, 1930-1993

Ministry) also retained an Amortization Facility (Caixa de Amortização) with prerogative to print or amortize money, but Treasury could not directly place or remove m[r]

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O que a política industrial pode aprender com a política monetária?.

O que a política industrial pode aprender com a política monetária?.

entre uma política industrial com viés ricardiano, voltada para a manu- tenção das atuais vantagens competitivas, e uma política industrial com viés schumpeteriano, voltada para a criação de novas vantagens competitivas, pode ser arbitrado em favor do primeiro tipo de polí- tica. Neste caso, pode haver benefícios de curto prazo, mas custos de oportunidade de longo prazo. A superação de problemas como esse demanda um ambiente institucional que imponha maior ônus para o tomador de decisão, garantindo assim decisões administrativas de maior qualidade e consistência. Para tanto, são relevantes rotinas ins- titucionais que compreendam, entre outros, a explicitação dos crité- rios de escolha e dos objetivos traçados e também a constituição de mecanismos de mensuração dos impactos esperados.
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A inércia da taxa de juros na política monetária

A inércia da taxa de juros na política monetária

O trabalho está organizado do seguinte modo: a Seção 2 analisa a estabilidade de um modelo que contém três ingredientes, uma regra de política monetária à la Taylor, uma curva IS e uma curva de Phillips com nível de preços predeterminado e inércia na taxa de inflação; a Seção 3 analisa a dinâmica do modelo da seção anterior quando adiciona-se a hipótese de inércia na taxa de juros através de um mecanismo de ajustamento parcial; a Seção 4 analisa a questão de inércia da taxa de juros num modelo novo-keynesiano com a curva de Phillips, que supõe o nível de preços predeterminado mas no qual a taxa de inflação pode mudar instantaneamente de valor; a Seção 5 conclui o trabalho.
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