Tecnologia da informação - Administração

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Comitês de governança de tecnologia da informação na Administração Pública Federal brasileira : fatores críticos de sucesso

Comitês de governança de tecnologia da informação na Administração Pública Federal brasileira : fatores críticos de sucesso

O uso de Comitês de Governança de Tecnologia da Informação (CGTI) é reconhecido mundialmente como uma das estruturas mais empregadas pelas organizações dos setores público e privado, como meio de implementar e potencializar a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação (GCTI). Renomados autores como Peter Weill, Jeanne Ross, Jerry Luftman, Wim Van Grembergen, Steven De Haes, Erik Guldentops, Richard Nolan e Warren McFarlan, dentre outros, estudam, ratificam e reforçam a adoção dessa estrutura de Governança de Tecnologia da Informação (GTI). Nos últimos anos, na esfera pública federal brasileira, os Órgãos de Controle Externo e Interno e os Órgãos Governantes Superiores (OGS) vêm enfatizando e estimulando a adoção dessas estruturas junto a toda Administração Pública Federal (APF). A presente dissertação identificou, avaliou com a participação de especialistas em GTI na APF, e classificou os Fatores Críticos de Sucesso (FCS) para a atuação dos Comitês de GTI da APF em dois níveis: estratégico e diretivo. Partiu-se de uma lista universal com quarenta FCS, extraída da literatura especializada, e promoveu-se a avaliação destes por meio do Método Delphi. No decorrer das rodadas Delphi, seis novos FCS foram incluídos pelos especialistas na lista original. Ao final da pesquisa obteve-se uma lista ordenada por importância relativa de dez FCS para os Comitês Estratégicos de GTI na APF e doze FCS para os Comitês Diretivos de GTI na APF.
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O alinhamento estratégico da tecnologia da informação na administração pública: o caso Araraquara

O alinhamento estratégico da tecnologia da informação na administração pública: o caso Araraquara

O objetivo desta pesquisa é investigar a implementação do Sistema de Informações Gerenciais (SIG) pela Prefeitura Municipal de Araraquara, durante a gestão 2005-2008, e identificar os fatores intervenientes, facilitadores e inibidores do alinhamento entre as estratégias da tecnologia da informação (TI) e as de governo. Desde a década de 1960, a implementação de soluções de TI na administração pública é vista como uma oportunidade à promoção de melhorias na gestão, uma vez que o uso adequado de tal tecnologia possibilita o acesso a uma informação bem construída, integrada, útil e nos momentos necessários para a elaboração de políticas públicas. Entretanto, é preciso promover o alinhamento de propósitos entre as estratégias da TI e as de governo, sem o qual a efetiva elaboração, implementação e avaliação de políticas governamentais podem ficar comprometidas. Posto isso, o presente trabalho busca evidenciar se há realmente o alinhamento de propósitos entre as estratégias de TI e de governo em Araraquara. Para tanto, é utilizado o método qualitativo com um propósito explanatório quanto ao objeto, adotando-se, como estratégias, a análise de documentos e o estudo de caso único. Desse modo, constata-se a presença parcial dos seguintes elementos de alinhamento estratégico: contexto organizacional; modelo base de Planejamento Estratégico Municipal (PEM) e de Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação (PETI); e formulação do processo de planejamento estratégico. A baixa presença de elementos de alinhamento é encontrada na implementação do planejamento. Portanto, conclui-se que a administração municipal de Araraquara não aproveitou grande parte do potencial da TI, fazendo com que os investimentos realizados nessa área adicionassem um baixo valor à estratégia de governo. Quanto às iniciativas de TI, observa-se a presença de vínculos com as iniciativas estratégicas de governo, tanto na formulação quanto na implementação do planejamento, determinados pela inserção do PETI no PEM, e pela perspectiva de execução estratégica da organização. Contudo, isso não foi suficiente para evitar a duplicação de esforços por políticos e burocratas no desenvolvimento de soluções de TI.
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Comitês de governança de tecnologia da informação na administração pública federal brasileira: fatores críticos de sucesso

Comitês de governança de tecnologia da informação na administração pública federal brasileira: fatores críticos de sucesso

Este trabalho buscou identificar os fatores críticos de sucesso (FCS) para os comitês de governança de tecnologia da informação (CGTI) na administração pública federal (APF) brasileira. Partiu-se de um conjunto inicial composto de 40 fatores universais, colhidos na literatura acadêmica relacionada ao tema. Por meio do emprego do método Delphi, esse universo cresceu para 46 fatores e ao final de duas rodadas, com base nas percepções dos especialistas convidados para essa pesquisa, chegou-se aos seguintes resultados: i) para os comitês estratégicos de GTI na APF foram acolhidos como FCS um total de dez fatores; ii) para os comitês diretivos de GTI na APF foram acolhidos como FCS um total de doze fatores. Os demais fatores para ambos os níveis de comitês foram então considerados como fatores de sucesso (FS), excetuando-se um fator para o comitê estratégico, cujas opiniões dos especialistas não foram conclusivas.
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Considerações iniciais para a elaboração de um glossário terminológico da tecnologia da informação aplicada à administração

Considerações iniciais para a elaboração de um glossário terminológico da tecnologia da informação aplicada à administração

nortearão a elaboração de um glossário terminológico da Tecnologia de Informação aplicada à Administração. Como o produto terminológico que será desenvolvido tem como consulente alvo o tradutor de textos técnicos da área em questão, discorreremos a respeito dos aspectos linguísticos que garantirão ao glossário cumprir seu propósito comunicativo, a saber: definições de Lexicologia, Lexicografia e Terminologia; o uso da Linguística de Corpus na elaboração de materiais de consulta terminológica e as relações entre Tradução e Terminologia. Além desses tópicos, também serão abordadas considerações sobre a aplicação da Tecnologia da Informação a sistemas de informação gerenciais. Espera-se assim elaborar uma base teórica e metodológica que possibilitará o trabalho de reconhecimento dos termos técnico-científicos e a produção do dicionário especializado em questão, seguindo os pressupostos da Teoria Comunicativa da Terminologia e contribuindo para a descrição do léxico especializado a partir de um enfoque comunicativo.
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Fatores críticos de sucesso na implantação da governança da tecnologia da informação na administração pública federal

Fatores críticos de sucesso na implantação da governança da tecnologia da informação na administração pública federal

A pesquisa teve como objetivo identificar fatores críticos de sucesso (FCS) na implantação da governança da tecnologia da informação (GTI) na administração pública federal brasileira (APF). Foram extraídos da literatura fatores críticos na implantação da GTI. Por meio do método Delphi, especialistas indicaram o grau de criticidade de cada fator. Foram considerados FCS aqueles que obtiveram consenso e apresentaram menor variação dos resultados. Foram identificados dez FCS, são eles: a alta administração deve apoiar continuamente a implantação; a implantação da GTI deve ser decidida pela alta administração; alinhar a TI aos negócios; deve haver comunicação e cooperação eficiente entre as partes interessadas; identificar e envolver partes interessadas chave; iniciar com alguns processos; a gestão de recursos de TI deve ter dimensão estratégica na organização; reter pessoas chave para a implantação; capacitar a equipe de TI para adotar mudanças; e, monitorar conformidades legais. Os dez FCS foram apresentados, por meio de grupo focal, a gestores de organizações pertencentes à APF para que opinassem sobre a pertinência dos mesmos nesse contexto. Como resultado, constatou-se que os FCS relacionados à alta administração foram considerados os mais relevantes, e que os FCS identificados mostraram- se aderentes ao contexto da APF.
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A TECNOLOGIA DA INFORMÁTICA COMO MEIO DE VIABILIZAR O DIREITO À INFORMAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.  Wallace Leite Nogueira, Luis Renato Vedovato

A TECNOLOGIA DA INFORMÁTICA COMO MEIO DE VIABILIZAR O DIREITO À INFORMAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Wallace Leite Nogueira, Luis Renato Vedovato

Superada esta questão da tecnologia informática é imprescindível destacar que a mesma se tornou de grande importância no cenário mundial na medida em que foi disponibilizada a tecnologia da microinformática dando a oportunidade a boa parte das pessoas no mundo de utilizarem os benefícios, comodidades e a eficiência trazidos por tais máquinas. E maior importância ainda foi dada a este setor na medida em que foi viabilizado uma rede mundial de computadores para que pudesse haver uma interação entre as máquinas, de forma a unir ainda mais as pessoas. Esta rede, conhecida como internet, teve como sua origem o resultado de uma necessidade do Pentágono transmitir informações complexas em tempo real e foi batizada inicialmente como ARPANET pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Departamento de Defesa (REICH, 2008, p. 57).
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Produtividade da tecnologia da informação: evidências e indicadores da administração pública no Paraná

Produtividade da tecnologia da informação: evidências e indicadores da administração pública no Paraná

Ao se analisar o indicador TI3 (gastos em informática pelas despesas de pessoal) e considerando os demais indicadores relativos ao uso da TI, percebe-se que o governo, como empresas priv[r]

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Administração de desempenho de ambientes de tecnologia da informação em organizações do Distrito Federal

Administração de desempenho de ambientes de tecnologia da informação em organizações do Distrito Federal

Obviamente, essa visão é bem condensada e não mostra quais são, realmente, as áreas funcionais da organização envolvidas quando estamos trabalhando em um sistema distribuído. Gitomer [GITOMER,1999] diz que para estudar desempenho quatro fatores devem ser considerados: a utilização da CPU, os I/O dos discos, a utilização da me mória e o desempenho da rede. Mas uma política global de administração de desempenho não se limita, basicamente, aos componentes eletrônicos da arquitetura. Para obtermos o real desempenho, devemos estar incluindo, também, as falhas geradas por mau uso dos meios. Um mau ajuste de banco de dados, estruturas de dados não compatíveis, programas sem qualidade podem trazer custos inesperados e, às vezes, nem observados pelo administrador.
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A utilização da tecnologia da informação como ação estratégica na administração pública: o caso FINEP

A utilização da tecnologia da informação como ação estratégica na administração pública: o caso FINEP

A Financiadora de Estudos e Projetos - Finep, empresa Pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, tem como objetivo promover o desenvolvimento tecnológico [r]

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A estratégia geral de tecnologia da informação da administração pública federal sob a ótica de seus gestores

A estratégia geral de tecnologia da informação da administração pública federal sob a ótica de seus gestores

Neste sentido, embora a Estratégia Geral de TI (EGTI) proposta pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão se constitua em uma diretriz clara, aplicável a todos os [r]

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Auditoria de tecnologia da informação na administração pública no âmbito dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro

Auditoria de tecnologia da informação na administração pública no âmbito dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro

Auditoria como instrumento de Controle e de avaliação das organizações:estudo de Caso envolvendo o fundo de recuperação do estado do espírito santo (FUNRES) com ba[r]

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A tecnologia de informação e a administração de recursos humanos

A tecnologia de informação e a administração de recursos humanos

Nossa premissa básica é a de que somente conhecendo em profundidade os efeitos ou impactos potenciais desta tecnologia sobre a realização do trabalho, poder -se-á ut[r]

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ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: OS DESAFIOS ÉTICOS DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO x SEGURANÇANAVARRO SANCHES BURGO, Rodrigo; YOSHIO TAMAE, Rodrigo.

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: OS DESAFIOS ÉTICOS DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO x SEGURANÇANAVARRO SANCHES BURGO, Rodrigo; YOSHIO TAMAE, Rodrigo.

Sistemas de informação, segurança e os desafios éticos da TI. Desenvolveram-se em razão da evolução do conhecimento humano, e tornaram-se temas muito discutidos por executivos e organizações de órgãos públicos ou privados, a preocupação com eles existe desde o século passado. Questionamentos são feitos quanto aos aspectos, necessidades, métodos, normas, políticas, controles e ética, o que motiva os gestores de segurança da informação buscarem conhecimento técnico e a aplicar mecanismos de gestão cada vez mais complexos e flexíveis, frente aos cenários dinâmicos e heterogêneos de todos os dias, com o único objetivo de proteger o bem maior, o ativo mais valoroso do século XXI, que é a informação.
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Tecnologia da informação na administração pública : vale a pena terceirizar?

Tecnologia da informação na administração pública : vale a pena terceirizar?

projeto e desenvolvimento de aplicativos, são fundamentais para esta área, quando se pensa. na terceirização[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ORGANIZAÇÕES E SISTEMAS PÚBLICOS GESTÃO ESTRATÉGICA DE TECNOLOGIA DA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ORGANIZAÇÕES E SISTEMAS PÚBLICOS GESTÃO ESTRATÉGICA DE TECNOLOGIA DA

A Escola Nacional de Administração Pública 24 (ENAP) apresenta o curso de capacitação nesta área, na modalidade de ensino a distância com tutoria, denominado “PDTI – Elaboração do Plano Diretor de Tecnologia da Informação”, porém o mesmo apresenta vagas limitadas. Desta forma, sugerimos que, na impossibilidade da capacitação de todos os membros das CTIs do IFSP (o que seria ideal), alguns membros fossem capacitados e, em seguida, multiplicassem o treinamento recebido entre seus colegas de Comitê e também seus colegas de setor, em cada campus. Isto diminuiria a cisão entre planejamento e ação, reduziria o aspecto incremental e operacional da gestão da TI na organização e contribuiria para formar valores organizacionais diferenciados, na área de TI, mais próximos da cultura do planejamento estratégico e do alinhamento com as metas institucionais, para além da gestão de questões operacionais e de rotina. Também resultaria na possibilidade de um PDTI mais abrangente e coerente com a instituição a partir das análises que são necessárias para o desenvolvimento deste documento.
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Análise da conformidade dos órgãos do GDF com a estratégia geral de TI do DF

Análise da conformidade dos órgãos do GDF com a estratégia geral de TI do DF

Por conta dos gastos expressivos na área de Tecnologia da Informação (TI), casos de prevaricação, o Governo do Distrito Federal (GDF) vem colocando em prática algumas ações relacionadas à Governança e Gestão de TI com a finalidade de reestruturar esta importante área. Como exemplo, tem-se a criação da Estratégia Geral de TI do DF, a qual tem como proposta prover aos órgãos do Distrito Federal (DF) de diretrizes para as ações tecnológicas, inclusive para a elaboração dos planejamentos estratégicos de TI dos órgãos, essenciais para o cumprimento da missão do governo. Este trabalho fez uma análise da conformidade dos órgãos do GDF com a Estratégia Geral da Tecnologia da Informação (EGTI) do DF, que completou um ano em 2013. Para tanto, foi realizado um levantamento on-line, por meio de um questionário com 76 questões, que contou com a participação de 61 órgãos da administração do GDF. Após o levantamento, foi feito uma análise estatística dos dados e que subsidiará as ações de Governança e Gestão de TI do GDF em 2014. Dentre os principais achados do levantamento estão o percentual de conformidade dos órgãos em relação à EGTI que é de 51%, metade dos órgãos não possui um plano de gestão de risco, 40% dos órgãos não possuem a inteligência negocial dos sistemas sob sua responsabilidade, 45% dos órgãos não garantem a alta disponibilidade, confiabilidade e escalabilidade da sua infraestrutura de rede e, por fim, 30% dos órgãos afirmaram que os seus planos diretores não estão alinhados com a EGTI do DF. Esses são dados relevantes que podem acarretar falta de entrega de valor da TI ao Estado e consequentemente à população.
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Diagnóstico do Sistema de Tecnologia da Informação do Estado do Rio de Janeiro

Diagnóstico do Sistema de Tecnologia da Informação do Estado do Rio de Janeiro

Entrevistado 3 – Leandro, me permita fazer uma parte aqui em relação ao que nós estamos conversando sobre o CONSETI e sobre PRODERJ. A função do CONSETI e a função do PRODERJ são duas tarefas extremamente nobres, que deveriam funcionar em âmbito estadual, se eles fizessem ou se eles conseguissem fazer o que se propõe, eu acho que o Estado ia se beneficiar muito do resultado do trabalho deles. Respondendo a sua pergunta. Há uma intenção do PRODERJ em fazer o que se supõe que ele deveria fazer. Ele infelizmente não consegue, como ele já não consegue há muito tempo, há um distanciamento real de quem consegue fazer sem o PRODERJ e uma hiper-dependência, de quem não consegue fazer sem o PRODERJ. Efetivamente falando, se vocês pegar as unidades estaduais da administração direta ou indireta que tem verba própria, elas ignoram o PRODERJ e fazem devolução ambiente. Todas as outras unidades que não conseguem se desvencilhar do PRODERJ, sobrecarregam o PRODERJ com as suas demandas. Então infelizmente, nem o que tange a gestão do negócio, especialistas de negócios do PRODERJ ou do CONSETI, do PRODERJ, não é? Que seria o caso prático, especialista de negócios do PRODERJ atuando com muita proximidade as unidades, as demais unidades estaduais, isso não acontece. Não há a semelhança do que há na IPLAN do Município do Rio de Janeiro, especialistas de negócios da IPLAN, dentro das unidades estaduais, para alinhar as iniciativas estaduais ao IPLAN e vice-versa. Também não há um alinhamento entre as iniciativas da infraestrutura dentro do PRODERJ para trabalhar com essas unidades estaduais. Há raras e nobres exceções, eu posso citar, por exemplo, o SIPLAG, o SIGFIS e o Sistema da Secretaria de Planejamento, que existem dentro do PRODERJ para atender uma secretaria específica. Com muita reclamação dessa secretaria, mas existe. Mas efetivamente, o PRODERJ executando a tarefa para o qual ele foi criado, prover soluções de tecnologia daquela secretaria. Outra caso prático que é... Eu não sei se o secretário da tecnologia da educação, desculpa, saúde. Diversos ativos de tecnologia da saúde existem dentro do PRODERJ, com uma fissura enorme, entre o secretário da tecnologia da Saúde e o PRODERJ. E aí, os órgãos operacionais do PRODERJ, ao ponto de, praticamente não se falarem. Mas existe essa interação. Na minha opinião, uma das que mais deram benefício para o Estado, que eu acho que é a perfeição do trabalho, CONSETI e PRODERJ, unidades estaduais, é a Rede de Governo, onde o CONSETI estabeleceu padrões, onde o PRODERJ executou essa contratação, criou um grande contrato e onde todo mundo do Governo pode utilizar aquele contrato.
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Enfoque gerencial dos benefícios e desafios da tecnologia de informação para o desempenho empresarial

Enfoque gerencial dos benefícios e desafios da tecnologia de informação para o desempenho empresarial

Pode-se concluir a partir da avaliação que o cético faz dos processos de administração de TI que sua preocupação não é de forma alguma com relação a como são elaborados os produtos e serviços e sim que eles precisam ser entregues. Outra característica interessante é a avaliação que o positivo faz da aquisição e implementação, ficando muitas vezes caracterizado pela indicação que a TI é importante, com uma perspectiva mais próxima da tecnológica, com a utilização da TI pela TI. Com relação à importância atribuída na tabela 2, a distribuição por atitude está coerente. A tabela 6 confirma, na maioria das atitudes dos CEO’s, a entrega e suporte como mais importante.
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Rev. adm. contemp.  vol.19 número1

Rev. adm. contemp. vol.19 número1

Ainda sob a perspectiva de tecnologia de informação ligada à administração, mais particularmente, para a área de marketing, no sexto artigo, Motivações da Comunicação Boca a Boca Eletrônica Positiva entre Consumidores no Facebook, Daniel Buarque Tubenchlak, Diego de Faveri, Marco Tulio Zanini e Rafael Goldszmidt investigam “as motivações subjacentes ao comportamento de comunicação boca a boca eletrônica (BAB-e) positiva sobre produtos, serviços e marcas no site de redes sociais Facebook, no contexto brasileiro. ” Resultados da pesquisa apontam para o “papel moderador da força dos laços sociais na relação entre preocupação com outros consumidores e comunicação BAB-e positiva. ”
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Sistemas de gestão de contéúdo web como ferramenta para gestão do conhecimento organizacional

Sistemas de gestão de contéúdo web como ferramenta para gestão do conhecimento organizacional

A gestão de conteúdo permite que as informações postas em linha sigam um circuito de validação que reduz os riscos de erros de publicação (trâmite documental, ou workflow). Pode-se assim rejeitar um conteúdo, que uma vez corrigido, está novamente sujeito à validação, tudo com bastante agilidade. Torna-se também possível comentar um conteúdo, bem como acrescentar informações complementares ou expandir o seu contexto. Outros benefícios importantes ligados à melhora da qualidade da informação no site são: a normalização dos gabaritos de páginas; o acompanhamento da vida dos documentos no tempo; a possibilidade de volta a trás nas alterações realizadas, e a arquivagem automática. Estas funções garantem a melhor experiência do usuário com o sítio, beneficiando o incremento de sua audiência. (PEREIRA; BAX, 2002, p. 10 )
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