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Acidentes de trânsito em Belo Horizonte

Acidentes de trânsito em Belo Horizonte

para os óbitos ocorridos na cidade. O banco relacionado (n=306) apontou sub-registro de 24% dos óbitos e diferiu estatisticamente na distribuição etária com o BH10 e na caracterização dos usuários da via com o SIM. A taxa de mortalidade dos residentes no perímetro urbano foi de 10,02 por cem mil habitantes, sendo mais elevada entre homens, jovens e idosos. Observou-se maior número médio esperado de óbitos entre ocupantes de motocicleta (Razão de médias-RM:1,81); pedestres (RM:1,32); homens (RM: 1,24); solteiros/separados (RM; 1,27); jovens de 18-29 anos (RM:1,75) e idosos (RM:1,59) e no local do acidente (RM:1,39) quando comparados às respectivas categorias de referência, mantendo-se as demais variáveis constantes. O estudo descortina a violência no trânsito traduzida pela maior ocorrência dos óbitos na via e nas primeiras 24 horas e confirma a relevância do relacionamento de sistemas de informação para caracterizar os grupos vulneráveis e os óbitos por acidentes de trânsito em ambiente urbano. O planejamento do trânsito e da saúde devem se organizar para responder às demandas contemporâneas da população na área de mobilidade e transporte, assegurando a qualidade de vida e a proteção, em especial de pedestres, usuários de transporte não motorizados e motociclistas. Um trânsito sem violência é a expressão de cidadania, traduzida pela responsabilidade social de cada um dos envolvidos - usuários, indústrias automobilísticas, empresas de transporte, em especial as organizadoras do transporte urbano e o poder público, na construção de ambientes seguros. A sociedade civil fortalecida deve atuar convencida que acidentes de trânsito não são mera fatalidade e que intervenções efetivas devem ser implementadas para coibir a vitimização de cidadãos no exercício do direito elementar de ir e vir.
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Acidentes de trânsito em Belo Horizonte: fatores associados ao atendimento pré-hospitalar, internações e óbitos em 1994 e 2003

Acidentes de trânsito em Belo Horizonte: fatores associados ao atendimento pré-hospitalar, internações e óbitos em 1994 e 2003

Em Belo Horizonte, seguindo um modelo de inspiração francesa, o serviço de atendimento pré-hospitalar iniciou suas atividades em 1995, baseado na atuação de trabalhadores do Corpo de Bombeiros e também voltado para atendimento de casos de trauma. Este serviço, conhecido como Resgate, e acionado pelo número telefônico 193 atendia, alguns meses após sua criação, cerca de 500 pessoas/mês, sendo 40,1% deste total composto por vítimas de acidentes de trânsito 7 . A oferta deste serviço foi aperfeiçoada ao longo do tempo, e a composição técnica, feita inicialmente com ambulâncias básicas (sem a presença de médico) passou a contar também com o suporte avançado de vida, onde há um médico compondo a equipe. A disponibilidade do serviço de atendimento pré-hospitalar evoluiu e aumentou a sua cobertura, principalmente em cidades de grande e médio porte. Em 2003, a partir de uma iniciativa do Ministério da Saúde, houve um grande investimento na reestruturação desta área,
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Acidentes de trânsito em Belo Horizonte: o que revelam três diferentes fontes de informações, 2008 a 2010.

Acidentes de trânsito em Belo Horizonte: o que revelam três diferentes fontes de informações, 2008 a 2010.

Entre os óbitos anuais por AT, mais de dois terços (479, em média) ocorreram em estabelecimentos de saúde, sendo a quase totalidade (96%) na rede pública. Observou-se 12% de aumento do número de óbitos ocorridos em via pública, no local do acidente (de 129 em 2008 para 145 em 2010). Veriicou-se maior percentual de óbitos entre pedestres, seguidos dos ocupantes de motocicleta e de automóvel (Tabela 3). No ano de 2009, foi veriicada elevação no número de óbitos por acidentes de trânsito “não especiicados” em relação aos anos de 2008 e 2010, alcançando 26% do total de óbitos. Entretanto, a distribuição dos tipos de usuários da via se manteve semelhante em todos os anos. Em 2010, os automóveis foram os principais veículos envolvidos nos atropelamentos (28%), seguidos dos veículos pesados, ônibus e caminhões (22%) e das motocicletas (21%).
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Caracterização dos acidentes escorpiônicos em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 2005 a 2009.

Caracterização dos acidentes escorpiônicos em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 2005 a 2009.

Foi realizado um estudo epidemiológico ob- servacional retrospectivo baseado nas fontes de dados de notificação de acidentes escorpiônicos do Sistema de Informação de Agravos de Noti- ficação (SINAN) e Sistema de Vigilância Epide- miológica (SISVE) (1.009 casos), ambos de posse da Gerência de Epidemiologia e Informação da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte (SMSA/BH) e compostos de dados coletados na Unidade de Toxicologia do Hospital João XXIII, referentes aos anos 2008 e 2009. Foram também recuperados dados das fichas de atendimento a vítimas de acidentes por escorpião da Unidade de Toxicologia do Hospital João XXIII (1.760 fichas), referentes ao período de 2005 a 2007, até então não digitalizadas. As diferenças de frequências referentes aos acidentes, indivíduos acometidos e atendimentos no período estudado foram ana- lisadas pelo teste do qui-quadrado 6 .
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Impulsividade e acidentes de trânsito.

Impulsividade e acidentes de trânsito.

avaliados 287 motoristas que se envolveram em aciden- tes de trânsito em Monroe, no Condado de Indiana. Após análise dos acidentes por uma equipe multidisciplinar, os motoristas foram separados em dois grupos: um com- posto de 177 indivíduos que cometeram pelo menos um erro que contribuiu para causar acidente e outro com 89 indivíduos que não cometeram erros (grupo-controle). Os autores não encontraram diferenças entre as pontu- ações para impulsividade entre o grupo de motoristas que contribuíram para causalidade dos acidentes em relação ao grupo-controle.
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Morreu na contramão atrapalhando o tráfego: estudo sobre a justiça para crimes de trânsito em Belo Horizonte /MG

Morreu na contramão atrapalhando o tráfego: estudo sobre a justiça para crimes de trânsito em Belo Horizonte /MG

A descrição do Organograma 1 é bastante simplificada, mas demonstra como funciona o fluxo de justiça para os crimes de trânsito. Pode ser iniciado a partir de uma infração no trânsito como, por exemplo, dirigir sob efeito de álcool ou, ainda, com um acidente que gera uma morte. Essa morte ou infração será investigada na DEAV - Delegacia Especializada em Acidentes de Veículos. No caso específico do homicídio de trânsito, e de acordo com o Código de Trânsito, quem entra com a ação é o Estado, configurando uma ação penal pública, pelo entendimento de que a vítima precisa ser representada já que confirma um tipo especial de crime contra pessoa. Se for comprovada a negligência, imperícia ou imprudência do condutor o inquérito será encaminhado ao Fórum para ser analisado pelo promotor que denunciará ou não o condutor pelo homicídio, se houver evidências suficiente da participação culposa, no caso do homicídio ele será julgado numa das varas criminais senão o inquérito será arquivado. Dando prosseguimento aos trâmites, é oferecida a denúncia e o Juiz irá conduzir o caso a partir desse momento, intimando as testemunhas do acidente para serem ouvidas em fase de juízo. Normalmente o réu é acompanhado de um advogado pago. Se isso não for possível, é convidado a participar das oitivas testemunhais o defensor público. Quando todas as testemunhas são ouvidas, o advogado de defesa apresenta a peça de defesa ao juiz, que irá dar a sentença final em primeira instância, pois ainda se pode recorrer da decisão inicial.
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ACIDENTES DE TRÂNSITO ENVOLVENDO ADOLESCENTES: UMA CARACTERIZAÇÃO

ACIDENTES DE TRÂNSITO ENVOLVENDO ADOLESCENTES: UMA CARACTERIZAÇÃO

O Brasil vem demonstrando crescimento no panorama mundial por seu desenvolvimento econômico promissor; entretanto, a morbimortalidade por acidente de trânsito é, reconhecidamente, um fenômeno de grande magnitude e de elevada complexidade. Representa uma expressão tardia da relação de investimentos em segurança viária, política de desenvolvimento econômico centrada na indústria automobilística e educação para o trânsito (ALMEIDA et al., 2013). No Brasil, a magnitude e impacto dos acidentes podem ser conhecidos a partir do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), ambos gerenciados pelo Ministério da Saúde, nos quais são registrados os principais tipos de causas externas (acidentes e violências) que determinam internações e mortes, respectivamente (MELLO JORGE; MARTINS, 2013).
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Caracterização e distribuição espacial dos acidentes escorpiônicos em Belo Horizonte, Minas Gerais, 2005 a 2009

Caracterização e distribuição espacial dos acidentes escorpiônicos em Belo Horizonte, Minas Gerais, 2005 a 2009

Tityus serrulatus foi a responsável pela maior parte dos acidentes. As picadas ocorreram mais em ambiente residencial, acometendo em sua maioria as mãos e os pés das vítimas. Não houve diferença estatística entre os gêneros acometidos (p>0,05) e a faixa etária entre 55 e 64 anos foi a que apresentou maior risco para escorpionismo. Os atendimentos médicos, em sua maioria, se deram em até uma hora após a picada, os sintomas apenas locais foram mais frequentes do que a manifestação clínica sistêmica. Noventa e seis por cento dos quadros clínicos evoluiram para a cura, tendo sido observados dois óbitos no período, nos anos de 2005 e 2009, em crianças de 4 e 6 anos, respectivamente. Considerando-se os 1.924 casos de acidente escorpiônico georreferenciados, a maior incidência se deu no Distrito Sanitário (DS) Noroeste, seguido do DS Nordeste, havendo uma grande concentração de casos nas regiões de cemitérios do município. Utilizando-se a Técnica de Densidade por Kernel, observaram-se pontos de concentração de acidentes nos DS Noroeste, Nordeste e Oeste. Foram detectados dois “clusters” no período, sendo um em 2005, localizado nos DS Noroeste e Oeste, e outro entre 2006 e 2007, nos DS Noroeste e Nordeste. Não houve associação entre as áreas de maior incidência de escorpionismo no município de Belo Horizonte e as áreas de maior risco à saúde classificadas pelo IVS. Alerta-se para necessidade de melhorias no processo de notificação e no fluxo de informações relacionadas ao agravo e sugere-se maior mobilização e direcionamento dos serviços de saúde das áreas consideradas prioritárias para que haja melhoria da eficácia das estratégias de vigilância e controle do escorpionismo em Belo Horizonte.
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PERÍCIA NA INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES DE TRÂNSITO: O Caso de Lâmpadas de Viaturas Como Factor contribuinte dos acidentes de Trânsito

PERÍCIA NA INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES DE TRÂNSITO: O Caso de Lâmpadas de Viaturas Como Factor contribuinte dos acidentes de Trânsito

Por outro lado, é importante reco- nhecer que a perícia de acidentes de trânsito caracteriza-se hoje como uma ciência com vida própria, com marcante avanço tecnológico, podendo auxiliar no desenvolvimento de veículos e sistemas viários mais seguros, estas perícias tem papel mui- to importante pois vêm a diagnosti- car as causas de um acidente de transito e traz-nos a prova material dos factos sendo que esta é funda- mental para as decisões do Tribunal tendo assim papel fundamental.

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Utilização do método de captura-recaptura de casos para a melhoria do registro dos acidentes de trabalho fatais em Belo Horizonte, Minas Gerais, 2011.

Utilização do método de captura-recaptura de casos para a melhoria do registro dos acidentes de trabalho fatais em Belo Horizonte, Minas Gerais, 2011.

Objetivo: mensurar o sub-registro de acidentes de trabalho típicos fatais (ATTF) no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, em 2011. Métodos: utilizou-se o método de captura-recaptura para estudo de todos os ATTF registrados no município, por residência e/ou ocorrência, mediante relacionamento probabilístico dos dados de três fontes – SIM, Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e Banco de Necropsias do Instituto Médico Legal de Belo Horizonte. Resultados: entre os 54 casos encontrados, a maioria foi de homens (n=53) e a metade ocorreu com motoristas e trabalhadores da construção civil (n=28); os acidentes de transporte (n=18) e as quedas (n=10) foram as causas mais comuns de óbito; houve subnotificação de 15 óbitos no SIM. Conclusão: a utilização do método de captura-recaptura contribuiu para a detecção do sub-registro de ATTF.
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Distribuição espacial de acidentes escorpiônicos em Belo Horizonte, Minas Gerais, 2005 a 2009.

Distribuição espacial de acidentes escorpiônicos em Belo Horizonte, Minas Gerais, 2005 a 2009.

Acidentes por escorpião constituem problema de saúde pública em Belo Horizonte. Realizou-se um estudo epidemiológico observacional retrospectivo para analisar a frequência e distribuição espacial dos acidentes escorpiônicos em Belo Horizonte, entre 2005 e 2009, e associá-las às categorias de risco classificadas pelo Índice de Vulnerabilidade à Saúde (IVS), um índice socioeconômico regional composto. Foram utilizados dados de notificação do Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) e Sistema de Vigilância Epidemiológica (SISVE), referentes aos anos de 2008 e 2009. Para o período de 2005 a 2007, foi necessário o resgate de dados das fichas clínicas do Hospital João XXIII (HPSJXXIII) correspondentes às variáveis encontradas no SINAN e SISVE, uma vez que os mesmos não estavam digitalizados nos referidos sistemas de informação. Para georreferenciamento e análise espacial, foi utilizada a base geográfica EndGeo, o aplicativo de mapeamento MapInfo versão 10.0 e os programas Hotspot Detective e SatScan. Entre 2005 e 2009, ocorreram em Belo Horizonte 2.769 casos de acidentes por escorpião, o que representa uma incidência média de 22,4 casos por 100.000 habitantes. Do total de casos, 1.924 (69,5%) foram georreferenciados e houve predomínio de incidência em dois Distritos Sanitários (DS), com grande concentração de casos nas regiões de cemitérios do município. Foram detectados dois “clusters” no período, sendo um em 2005, nos DS Noroeste e Oeste, e outro entre 2006 e 2007, nos DS Noroeste e Nordeste. Não houve associação entre as áreas de maior incidência de escorpionismo e as áreas de maior risco à saúde classificadas pelo IVS. Com base nos resultados, conclui- se que há necessidade de melhorias no processo de notificação do agravo e que o mapeamento dos casos é uma ferramenta relevante capaz de embasar o direcionamento das ações educativas de controle para as áreas prioritárias de Belo Horizonte.
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Análise da concordância da codificação de causa básica de óbito por acidentes de trânsito.

Análise da concordância da codificação de causa básica de óbito por acidentes de trânsito.

Material e Método Foram estudados 50 óbitos por acidentes de trânsito ocorridos em 5 hospitais de Belo Horizonte, MG.Com base nas informações obtidas através de questio- nário procedeu-se à codificação da causa básica dos óbitos. A seguir foi feita análise de concordância entre esta classificação e a registrada na Declaração do Óbito.

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Representações de motociclistas sobre riscos e acidentes de trânsito, Belo Horizonte, Minas Gerais

Representações de motociclistas sobre riscos e acidentes de trânsito, Belo Horizonte, Minas Gerais

do entrevistado centrada na sua capacidade de rechaçar o risco de acidentes ou de experiências que lhes causem medo. Esse estudo revela a existência de uma distância entre o cumprimento das leis e a transgressão delas, mediada constantemente pelo sabor do risco, pelo gosto da emoção sentida na transgressão, pela sensação de que se é mais forte do que a morte, além das pressões objetivas conjugadas à ‘certeza’ de que se é necessário correr para ganhar mais tempo e dinheiro. Dessa forma, a decisão de obedecer regras de trânsito ou não cumpri-las provém de representações que dizem respeito ao risco, ao trânsito, ao veículo utilizado, mas também de outras, que se encontram em outras esferas, como aquelas sobre o trabalho, o ‘outro’, a vida, as regras ou a sociedade em que se vive. De acordo Velho (2000) na atual conjuntura de violência nas metrópoles o lado predador do individualismo aparece com nitidez, mais ou menos associado ao tipo de capitalismo muito pouco sensível aos chamados problemas sociais, voltado, avidamente, para lucros cada vez maiores e mais rápidos.
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Análise dos fatores associados aos acidentes de trânsito envolvendo ciclistas atendidos nas capitais brasileiras.

Análise dos fatores associados aos acidentes de trânsito envolvendo ciclistas atendidos nas capitais brasileiras.

Resumo O Brasil possui a sexta maior frota de bicicletas do mundo, sendo esta o veículo de trans- porte individual mais utilizado no país. Porém, poucos estudos abordam a temática envolvendo os acidentes com ciclistas, bem como os fatores que colaboram ou evitam essa ocorrência. Utilizou-se amostragem complexa e posterior análise de da- dos por regressão logística multivariada e cálculo das respectivas razões de chance para estudar o Inquérito de delineamento transversal (VIVA), o qual compõe o Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes do Ministério da Saúde. As razões de chance apontaram maiores chances de ocorrência de acidentes envolvendo ciclistas em indivíduos do sexo masculino, de menor escolaridade e que residem em área urbana e periurbana. Pessoas que não estavam utilizando a bicicleta para ir ao trabalho apresentaram maior chance de acidente. O perfil encontrado no presente estudo corrobora os achados de outros estudos, os quais consideram que a coexistência de ciclistas com os demais meios de transporte, no mesmo espaço urbano, acarreta em maior chance de acidentes. A construção de es- paços exclusivos à circulação de bicicletas e a reali- zação de campanhas educativas são preconizadas. Palavras-chave Acidentes de trânsito, Ciclismo, Inquéritos epidemiológicos, Acidentes, Modela- gem estatística
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Motoboys! Perspectivas quanto à profissão, estresse e acidentes de trânsito: estudo de caso na cidade de Belo Horizonte

Motoboys! Perspectivas quanto à profissão, estresse e acidentes de trânsito: estudo de caso na cidade de Belo Horizonte

Por que que você acha que tem um índice altíssimo de acidentes? Primeiro, falta de preparo, falta de treinamento, tá? A maneira que ele é remunerado. Paga por produção, em algumas empresas aí, em alguns deliveries. Você ganha em cima daquilo que você entregar, daquilo que você produzir. Só que a escala de trabalho, vamos supor, eu tenho cem pedidos, tem cem pizzas pra ‘mim’ entregar de dezoito a meia-noite. Se você for fazer o cálculo de quantos motociclistas você precisa, você vai falar: Bom, cada motociclista entrega três pizzas por hora, eu tenho tantas horas, você vai chegar, sei lá, faz a equação, você vai precisar de quinze motociclistas pra atender àquela demanda. O que que acontece: eles colocam trinta. Então colocam uma quantidade de motociclistas muito maior do que a necessidade que têm. Então, quando um motociclista chega, e ele precisa produzir porque ele quer um salário pra pagar as prestações dele, ele quer fazer a diferença onde? Na rua! Aí começa: Primeiro, ele não está treinado, não é preparado, não conhece direção defensiva, tem um monte de deficiência, então começam as imprudências de trânsito. Começam os problemas que têm. Isso gera o quê? Acidentes, entre outras coisas mais.
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Masculinidades em Trânsito: Processos Identitários de Motoboys em Belo Horizonte – MG

Masculinidades em Trânsito: Processos Identitários de Motoboys em Belo Horizonte – MG

Los motomensajeros tienen participación signifi cativa en la elevación de las tasas de accidente y morta- lidad en el tráfi co y comparten del perfi l general de motociclistas en el país: son hombres de baja rienda. El presente trabajo, basado en la Teoría de la Identidad Social, tubo como objetivo identifi car y analizar como motomensajeros de Belo Horizonte/MG conciben diferentes versiones de masculinidad y cómo esas interactúan con la forma cómo se ven, se sienten y se comportan como motociclistas. Para tanto, se realizaron diez entrevistas semi-estructuradas con motomensajeros residentes en Belo Horizonte, que fueron analizadas a través de la técnica de Análisis de Contenido. Los entrevistados demostraron compartir de un ideal permeado por valores masculinos: un sujeto competente, responsable, heterose- xual, osado, valiente, independente y dominante. Aunque reconozcan convivir con muchos riesgos en el tráfi co, los entrevistados en gran medida se juzgan invulnerables a ellos. El buen motociclista no es solamente un buen conductor y buen trabajador, es un hombre excepcional.
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LEVAMENTAMENTO E ESTUDO 
    DAS VTIMAS DE ACIDENTES DE TRNSITO ENVOLVENDO VECULOS AUTOMOTORES NA 
    CIDADE DE CATALO/GO

LEVAMENTAMENTO E ESTUDO DAS VTIMAS DE ACIDENTES DE TRNSITO ENVOLVENDO VECULOS AUTOMOTORES NA CIDADE DE CATALO/GO

As limitações deste estudo devem ser consideradas, sobretudo por se tratar de um estudo descritivo, que apresenta uma dada realidade em um dado período de tempo. Outro fator é a impossibilidade de não apresentar modelos estatísticos de análise que possa associar os fatores às características das vítimas de acidente de trânsito no período estudado. Sendo assim, sugerem-se estudos futuros mais robus- tos estatisticamente, além de subsidiar futuras hipóteses para análises posteriores.

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Manual Básico do Policial Militar   M4

Manual Básico do Policial Militar M4

4) Boletim de Registro de Acidentes de Trânsito (BRAT) - destinado ao registro dos acidentes de trânsito. § 2º - O Cmt da RP deve, ao assumir o serviço, procurar verificar se existem e[r]

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Motociclistas acidentados: caracterização, perfil comportamental e sintomas de transtornos mentais

Motociclistas acidentados: caracterização, perfil comportamental e sintomas de transtornos mentais

Introdução: Acidentes de trânsito (AT) são uma das principais causas de trauma no mundo. No Brasil, a taxa de mortalidade de motociclistas envolvidos em AT aumentou de forma significante entre 2004 e 2014: de 2,8 para 6,2 óbitos respectivamente por 100 mil habitantes. Objetivos: caracterizar o perfil sociodemográfico e clínico de motociclistas vítimas de Acidentes de Trânsito atendidos no Hospital de Base de São José do Rio Preto (2016 a 2018); identificar o perfil comportamental desses pacientes e rastrear sintomas de transtornos mentais. Métodos: pacientes envolvidos em acidentes com motocicleta (motoristas), atendidos no Pronto Atendimento da Cirurgia do Hospital de Base de São José do Rio Preto, SP, Brasil, foram convidados a participar do estudo e responderam aos seguintes instrumentos: Mini International Neuropsychiatric Interview (MINI) e Inventário de Auto-Avaliação para Adultos (ASR). O Banco de Dados da Unidade de Trauma do Hospital de Base forneceu as infomações do prontuário para a construção do perfil sociodemográfico e clínico (referentes às lesões do trauma) do paciente. Resultados: Os participantes (n = 40) eram principalmente do sexo masculino, com média de idade de 33,83 anos (± 12,95) e baixa escolaridade; 13 relataram dirigir após ingestão de bebida alcoólica. A maioria apresentou lesões leves. Foram identificados (ASR e MINI) problemas externalizantes e internalizantes, violação de regras, queixas somáticas, abuso de álcool e de crack. Conclusão: Entre os motociclistas acidentados houve predominância de jovens do sexo masculino com baixa escolaridade, maior prevalência de lesões nas extremidades e no abdomem, uso de álcool associado à direção e presença de sintomas de transtornos mentais internalizantes e externalizantes. Palavra-Chave: Acidentes de Trânsito; Comportamento; Transtornos Mentais; Motocicletas.
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Avaliação de estratégia para identificação e mensuração dos acidentes de trabalho fatais.

Avaliação de estratégia para identificação e mensuração dos acidentes de trabalho fatais.

ção compulsória de 11 agravos relacionados ao trabalho. Esta, buscava atender à necessidade de informações consistentes e ágeis sobre a situação da produção, do perfil dos trabalhadores e da ocorrência de agravos relacionados ao trabalho. Buscava também orientar as ações de saúde e con- siderando a constatação de que essas informa- ções estão dispersas, fragmentadas e pouco aces- síveis no âmbito do SUS. Para tal, implantou a Ficha de Investigação (FI) de acidente de trabalho grave, que alimenta o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Por meio desse sistema deve ser feita notificação de todos os aci- dentes de trabalho graves, independentemente da vinculação trabalhista do acidentado, tenham eles ocorrido no exercício da atividade laboral ou no percurso de casa para o trabalho e vice versa. São considerados acidentes de trabalho graves aque- les que resultam em morte, em mutilações e os que acontecem em menores de dezoito anos. Em Belo Horizonte (BH), as Comunicações de Aci- dentes de Trabalho (CAT) são também utilizadas como fontes para preenchimento das Fichas de Investigação que alimentam o SINAN, implanta- do desde 2007 no município.
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