Top PDF Agentes branqueadores e os seus possíveis efeitos secundários na cavidade oral

Agentes branqueadores e os seus possíveis efeitos secundários na cavidade oral

Agentes branqueadores e os seus possíveis efeitos secundários na cavidade oral

O branqueamento dentário tem sido cada vez mais procurado por pacientes de todas as idades que têm como objetivo melhorar a estética dos seus dentes no que respeita à sua coloração. Por definição, o branqueamento dentário é um procedimento conservador, e eficaz no tratamento de dentes pigmentados. No entanto, apesar de ser dos procedimentos mais minimamente invasivos utilizados na prática clínica de medicina dentária, não deixa de acarretar efeitos secundários, tais como a sensibilidade dentária e a inflamação gengival, sendo estes dois os efeitos mais relatados. Logo, tendo consciência da existência dessas reações adversas, o médico dentista deve efetuar um diagnóstico detalhado do tipo de pigmentação presente, e uma história clínica que forneça todas as informações necessária para selecionar o melhor método de branqueamento indicado para o paciente. Existem diferenças caso se trate de dentes vitais ou não, os métodos dividem-se em branqueamento em consultório, preconizado pelo médico dentista, o branqueamento em ambulatório acompanhado pelo médico dentista e os produtos de venda livre. Segundo a legislação, estes produtos têm de ter menos de 0,1% de peróxido de hidrogénio, o método mais utilizado hoje em dia é o branqueamento em ambulatório, pois é o que acarreta menos custos, menos efeitos secundários e maior comodidade. Existem vários produtos de branqueamento que incorporam diferentes agentes branqueadores. Em Portugal, atualmente são mais utilizados o peróxido de hidrogénio, e o peróxido de carbamida. Estes penetram no esmalte e dentina, com o objetivo de degradar os compostos cromogéneos que são responsáveis pela pigmentação dentária, os agentes branqueadores quebram as ligações duplas dessas moléculas, tornando-as mais simples, resultando assim numa menor pigmentação. Posto isto, é de elevada relevância o diagnóstico prévio pelo médico dentista, e o seu acompanhamento para evitar ou minimizar os efeitos secundários já conhecidos.
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Branqueamentos dentários: possíveis efeitos secundários e efeitos sobre o esmalte

Branqueamentos dentários: possíveis efeitos secundários e efeitos sobre o esmalte

uma baixa concentração de agente branqueador (3-6% de peróxido de hidrogénio) e são aplicadas pelo paciente nos dentes através de pastilhas elásticas, tiras, produtos aplicados com pincel. Estão também disponíveis como dentífricos branqueadores, moldeiras prefabricadas, tiras de branqueamento e pastas dos dentes.(1, 30) Devem ser aplicados duas vezes por dia durante um período até duas semanas. Os produtos over-the-counter são considerados o sector em crescimento mais rápido do mercado dentário.(1, 31) Contudo, estes agentes branqueadores podem ser de segurança altamente questionável porque alguns não são regulados pela Food and Drug Administration (FDA).(1)
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Efeito dos agentes branqueadores na microdureza das resinas compostas: estudo in vitro

Efeito dos agentes branqueadores na microdureza das resinas compostas: estudo in vitro

O branqueamento em consultório está indicado para pessoas que querem um branqueamento rápido dos seus dentes, e que não querem o usar moldeiras ou produtos de venda livre ou apresentam dificuldades em seguir o calendário imposto pelo branqueamento em ambulatório (Swift, 2004). Esta técnica consiste no isolamento dos dentes com dique de borracha, aplicação do agente branqueador seguido ou não da ativação deste por luz ou calor para ocorrer libertação do peróxido. Por se utilizarem elevadas concentrações de PH, é necessário prevenir queimaduras no tecido gengival, contudo não é necessário recorrer-se a anestesia (Haywood & Heymann, 1991; Perdigão, 2010). Segundo alguns fabricantes deve utilizar-se luz ou calor para ativar a libertação do agente branqueador. A literatura, contudo, contrapõe este facto, referindo que as fontes de energia externa não têm influência na degradação do agente branqueador e que potenciam a sensibilidade dentária (Perdigão, 2010). Buchalla & Attin, 2007 referem que para ocorrer fotólise, a luz deve de ser de alto comprimento de onda, cerca de 248 nm ou inferior, sendo que apenas a luz ultravioleta apresenta estes comprimentos de onda, o que torna a sua utilização cavidade oral muito difícil.
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Agentes anti-enxaqueca – perfil de utilização, efeitos secundários e interações medicamentosas

Agentes anti-enxaqueca – perfil de utilização, efeitos secundários e interações medicamentosas

Os vários fármacos triptanos diferem entre si na eficácia, no início da ação, frequência e risco de recorrência da crise. Para a sua administração estão disponíveis em várias formulações, entre elas, oral, orodispersível (dispersíveis na cavidade bucal, de fácil administração), subcutânea (útil para doentes com vómitos, atua em minutos, origina resposta terapêutica na grande parte dos casos, mas provoca mais efeitos adversos), intranasal e retal (não comercializada em Portugal). Por outro lado, os triptanos têm um custo elevado e provocam efeitos adversos como sensação de tontura, rubor, parestesias, sensação de fraqueza e outros. Adicionalmente, podem causar dependência e estão contraindicados em gravidez, hipertensão arterial e doença vascular (coronária, cerebral ou periférica) 26,27,30 .
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Fatores prognósticos no carcinoma espinocelular de cavidade oral.

Fatores prognósticos no carcinoma espinocelular de cavidade oral.

R esearchers have been looking for factors that can influence the prognosis of oral cancer, because its outcome is highly uncertain. Aim: To evaluate variables that can impact the survival rate of patients with squamous-cell carcinoma of the oral cavity. Material and Methods: Data analysis of 45 patients from January, 2001 to January, 2006. Survival rate curves have been estimated using the Kaplan- Meier method and they have been compared through the log-rank test and the Cox regression standard. Study design: Retrospective analysis. Results: Total five-year survival rate was of 39% fpr these patients. Only the neck metastases (p=0.017), postoperative radiotherapy (p=0.056) and diseased margin(p=0.004) variables had statistic relevance. Survival rate was lower in patients with neck metastases, margins involved and those who underwent postoperative radiotherapy, in other words, those with the most aggressive tumors. After adjustment, radiotherapy did not prove to be statistically relevant. It is likely that the survival rate of 39% was due to the high number of patients with metastasis (52%) and because the samples were mostly of tongue and mouth floor diseases (82%), which are the hardest to control. Conclusion: Neck metastases and diseased margins of oral cavity carcinomas are the prognostic factors that can most impact the survival rate.
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INFLUÊNCIA DA CAVIDADE ORAL NA PERFORMANCE DESPORTIVA

INFLUÊNCIA DA CAVIDADE ORAL NA PERFORMANCE DESPORTIVA

Os pontos-gatilho são considerados, especialmente na comunidade fisioterapeuta, osteopata e quiropracta, como uma causa comum de dor e disfunção músculo- esquelética. Dentro da comunidade desportiva é extremamente comum e popular a noção destes nódulos dolorosos e a necessidade de tratamento dos mesmos. Este tratamento é maioritariamente efetuado por fisioterapeutas, sendo este, no entanto, apenas paliativo. Um tratamento definitivo parte da procura da etiologia. É cada vez mais frequente a ideia de que os nódulos presentes na zona da cabeça, pescoço, zona cervical e lombar provêm de problemas relacionados com a ATM. DTMs afetam a musculatura associada à cabeça e pescoço criando tensão na mesma. Esta tensão é transmitida a partir das fáscias pelo corpo, podendo criar pontos-gatilho em zonas distais à cavidade oral (Fernández-Carnero et al., 2010).
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Drogas de abuso e sua repercussão na cavidade oral

Drogas de abuso e sua repercussão na cavidade oral

Alguns estudos relacionam o consumo de cannabis a um risco importante para desenvolver cancro bucal, pois o fumo da cannabis é muito mais tóxico que a do cigarro por conter 50% mais de substâncias carcinogénicas como fenóis, hidrocarbonetos, nitrosaminas e outros (Teoh et al., 2019; Joshi e Ashley, 2016; Cho et al., 2005). A deposição pulmonar de alcatrão (que contêm substâncias carcinogéneas) é 4 vezes maior comparado ao fumo de tabaco, já que a cannabis é fumada em menores quantidades, mas com um tempo de inalação mais prolongado (Huang et al., 2015). Se associado aos fatores de risco de cancro oral já conhecidos, como álcool e tabaco, o risco aumentaria significativamente segundo Joshi & Ashley (2016). Não há um consenso na literatura da relação entre o uso de cannabis e o desenvolvimento de cancro bucal. Hashibe et al. (2005) encontraram uma relação dose- dependente entre cancro de cabeça e pescoço e cannabis. Entretanto, Rosenblatt et al. (2004) não encontraram nenhuma associação entre cannabis e cancro oral. A conclusão da meta- análise de Osazuwa-Peters et al. (2016) é de que não existe nenhuma associação entre o uso de cannabis e o cancro de cabeça e pescoço. Estudos mais criteriosos e com fatores de confusão ajustados são necessários para que os resultados sejam mais confiáveis.
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Doenças autoimunes e manifestações na cavidade oral

Doenças autoimunes e manifestações na cavidade oral

É considerada uma doença autoimune dermatológica que ocorre maioritariamente em indivíduos de origem Judaica e Mediterrânica, com idade superior a 40 anos, associa-se, geneticamente ao alelo HLA-II e pode ser despoletada por agentes infeciosos. Indivíduos com PV produzem autoanticorpos IgG circulantes que se ligam à superfície celular do epitélio escamoso estratificado. Estes autoanticorpos ligam-se a proteínas desmossomicas e é despoletada uma reação destrutiva mediada pelo sistema do complemento e enzimas proteolíticas que interferindo na adesão celular levam à formação de bolhas (Parslow et al., 2001).
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Displasia ectodérmica: impactos na cavidade oral

Displasia ectodérmica: impactos na cavidade oral

O atendimento clínico de pacientes com DE é um grande desafio, difícil e único, devido à presença de múltiplas anomalias anatómicas requerendo uma abordagem multidisciplinar para restaurar a função e a estética. O plano de tratamento de Medicina Dentária para pacientes pode incluir inúmeras valências, tais como: Medicina Dentária Preventiva, Cirurgia Oral, Odontopediatria; Ortodontia; Prostodontia; Oclusão; Periodontia; Endodontia ou Dentística (Moshaverinia et al., 2014).

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Ocupação e câncer da cavidade oral e orofaringe.

Ocupação e câncer da cavidade oral e orofaringe.

Estudo caso-controle conduzido para avaliar a asso- ciação de exposições ocupacionais e câncer oral e oro- faringe na Região Metropolitana de São Paulo. Inclui 325 casos e 468 controles, recrutados por freqüência de sexo e faixa etária, entrevistados entre janeiro de 1999 e março de 2002. A análise por ramos de atividade e ocupações foi restrita aos homens (266 casos, 362 con- troles) e os odds ratios (OR), calculados por regressão logística não-condicional, foram controlados por ida- de, tabagismo e consumo de álcool. Observou-se risco em trabalhadores de oficinas mecânicas (26 casos, 12 controles) OR = 2,45 (IC95%: 1,14-5,27), que aumen- tou nos que estavam empregados por dez ou mais anos (OR = 7,90; IC95%: 2,03-30,72). Os mecânicos de veícu-
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Interatómica da cavidade oral : Oralint v2.0

Interatómica da cavidade oral : Oralint v2.0

As glucosyltransferase são enzimas extracelulares que utilizam a sacarose proveniente da dieta do hospedeiro para produzir exopolissacarídeos que ficam a fazer parte do biofilme oral. Os exopolissacarídeos criam locais de ligação para outras espécies microbianas e assim forma-se uma comunidade estruturada e envolvida por uma matriz ricas nos exopolissacarideos. Desta forma o Streptococcus mutans e outros microrganismos acidogénicos, produzem ácidos a partir dos produtos do metabolismo da sacarose, em consequência existe uma diminuição do pH que leva a uma dissolução do esmalte dentário em consequência leva ao aparecimento clínico da cárie (69).
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Manifestações da Diabetes Mellitus na cavidade oral

Manifestações da Diabetes Mellitus na cavidade oral

Também há estudos que não encontram associação entre estas duas doenças, como há outros em que a incidência de cárie é maior em pacientes diabéticos relativamente aos não diabéticos (Negrato e Tarzia, 2010). A justificação para esta incidência relaciona-se com o facto de haver um aumento da concentração de glicose salivar na cavidade oral dos pacientes diabéticos. O cálcio e o fosfato ajudam na remineralização do dente e a saliva possui componentes que atacam diretamente as bactérias cariogénicas, portanto ao haver a ausência de saliva, o paciente apresentará um maior risco de cárie. Os pacientes diabéticos em comparação com os saudáveis têm poucos cuidados com a higiene oral, logo estão mais suscetíveis ao desenvolvimento de cárie dentária (Moin e Malik, 2015).
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PRESENÇA DE MESIODENS ERUPCIONADO E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA CAVIDADE ORAL

PRESENÇA DE MESIODENS ERUPCIONADO E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA CAVIDADE ORAL

Esse tipo de desordem é considerado uma dos mais frequentes da cavidade oral, sendo mais comum na dentição permanente do que na dentição primária. O diagnóstico pode ser determinado pelo exame clínico ou pode ser descoberto acidentalmente durante um exame radiológico. Sendo mais comum nos homens do que nas mulheres, e afeta, frequentemente, os incisivos permanentes (SEGURA, 1998).

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Novas terapias antimicrobianas em doenças da cavidade oral

Novas terapias antimicrobianas em doenças da cavidade oral

Além de todas estas capacidades, Stp. mutans obtém energia de vários alimentos que ingerimos, devido à sua flexibilidade genética que permite degradar uma vasta gama de hidratos de carbono. Entre as substâncias aproveitadas encontram-se a glucose, frutose, sacarose, galactose, maltose, rafinose, ribulose, melibiose e o amido. A bactéria fermenta todos estes compostos dispondo de uma vasta gama de enzimas, ou seja, proteínas que rompem as moléculas de hidratos de carbono e as convertem em vários subprodutos do seu metabolismo, como o etanol e o ácido láctico. Todos estes subprodutos acidificam o pH da cavidade oral, o que inibe outras bactérias de proliferarem, permitindo à Streptococcus manter uma posição de domínio ecológico. O passo mais importante para que se produza a cárie é a adesão inicial da Stp. mutans à superfície do dente. Esta adesão é mediada pela interacção entre uma proteína do microrganismo (PAc - surface protein antigen) e algumas da saliva que são adsorvidas pelo esmalte, e a capacidade de acumulação da placa, processo que ocorre quando o Stp. mutans produz glucanos solúveis e insolúveis utilizando as enzimas glucosiltransferases (GTF), a partir dos açúcares da dieta (Riverón et al., 2006).
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Diagnóstico diferencial de lesões pigmentadas da cavidade oral

Diagnóstico diferencial de lesões pigmentadas da cavidade oral

Quanto ao envolvimento oral, esta lesão apresenta-se como manchas castanhas e difusas na gengiva, mucosa oral, palato e língua e podem parecer pigmentação fisiológica (Neville BW. et al., 2002). No entanto, a pigmentação da mucosa oral associada à doença de Addison desenvolve e progride durante a vida adulta e geralmente é acompanhada por manifestações sistémicas, incluindo náuseas, dor abdominal, perda de peso e hipotensão.

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Síndrome de Treacher Collins e implicações na cavidade oral

Síndrome de Treacher Collins e implicações na cavidade oral

A síndrome de Treacher Collins também chamada de disostose mandibulofacial, é uma desordem congénita. A maioria dos casos possui transmissão autossómica dominante e expressividade variável. A sua etiologia está geralmente associada a mutações no gene TCOF1, localizado no cromossoma 5. As características craniofaciais fenotípicas são: micrognatia, hipoplasia maxilar com fenda do palato, hipoplasia malar, inclinação antimongoloide das fissuras palpebrais, coloboma da pálpebra inferior e microtia. Problemas na cavidade oral são frequentes pois as deficiências das bases ósseas levam a apinhamento podendo conduzir a mordida incorreta. Outras manifestações orais incluem redução do fluxo salivar, altos níveis de cáries e placa bacteriana. O diagnóstico e o tratamento devem ser precoces e são importantes para o restabelecimento das funções mastigatória, respiratória e auditiva.
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Síndrome de Sjögren: impacto na cavidade oral dos pacientes

Síndrome de Sjögren: impacto na cavidade oral dos pacientes

Estima-se que a cavidade oral contém quase metade das bactérias comensais do corpo humano, aproximadamente 6 biliões. Em determinadas condições, alguns destes microrganismos, podem tornar-se espécies oportunistas dando origem a infecções locais ou sistémicas. Sendo do conhecimento geral que o ecossistema oral microbiota é altamente dinâmico, a cavidade oral enfrenta um desafio constante a infecções oportunistas e a variadas complicações orais decorrentes de doenças ou desordens sistémicas. (Holmgren et al. 1994 cit in Jin et al. 2003).
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Síndrome de Sjögren Primário: implicações na cavidade oral

Síndrome de Sjögren Primário: implicações na cavidade oral

O médico dentista deve ensinar aos doentes com SSp como fazer uma higiene oral cuidada e até aconselhar o uso de pastas fluoretadas uma vez que existem estudos sobre os seus benefícios para controlar a aparição e a progressão da cárie dentária (López- Pintor et al., 2015). Por outro lado, é recomendável que pacientes com SSp diminuam o consumo de produtos açucarados, assim como a ingestão de bebidas ricas em açúcar e gaseificadas (González et al., 2014).

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Hábitos Parafuncionais Infantis e o seu Impacto na Cavidade Oral

Hábitos Parafuncionais Infantis e o seu Impacto na Cavidade Oral

Em relação às bochechas, estas estendem-se a nível intra-oral desde as comissuras labiais anteriores até à depressão da mucosa que recobre a nível posterior os ramos ascendentes da mandíbula. São delimitadas quer superiormente, quer inferiormente pelos sulcos superior e inferior do vestíbulo. A sua mucosa é não queratinizada sendo a mesma aderida ao músculo bucinador. Podem ser encontradas glândulas sebáceas ectópicas nesta mucosa, sob a forma de pontos amarelos, que adoptam o nome de grânulos de Fordyce. As estruturas presentes nas bochechas são o ducto parotídeo ao nível do segundo molar superior. Para além desta estrutura podemos visualizar a linha alba, uma linha hiperqueratinizada que pode ser encontrada numa posição relacionada com o plano oclusal dentário. Na região retromolar encontramos, em frente aos pilares das fauces, uma prega de mucosa que contém a rafe pterigomandibular estendendo-se desde os alvéolos inferiores aos superiores. O espaço pterigomandibular encontra-se lateralmente a esta prega e medialmente à crista produzida pelo ramo mandibular (Berkovitz et al., 2004).
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Fisiopatologia da osteorradionecrose da mandibula e as consequências na cavidade oral

Fisiopatologia da osteorradionecrose da mandibula e as consequências na cavidade oral

Mas o médico-dentista deve sempre de ter em mente que a realização das extrações antes da radioterapia pode ser mais seguro mesmo com o risco de avulsão traumática do que realizar uma extração após a terapia (Wang, Liu, Chao, Chen, & Hu, 2017). Como já mencionado nos fatores de riscos (no paragrafo, III.4.3), um estilo de vida saudável favorece o sucesso do tratamento. É imperativo que o paciente cessa todo o consumo de álcool e tabaco (Pointreau e al., 2016). Os profissionais devem garantir que os pacientes mantenham uma boa higiene oral, explicando novamente as regras de escovagem se esta deficiente. Por fim, é absolutamente essencial que exista uma colaboração entre todos os prestadores de cuidados. Mas também entre estes e o doente é de grande importância a adesão do paciente ao tratamento antes, durante, após a radioterapia e durante o tratamento da ORN, para aumentar a eficiência do tratamento.
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