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Avaliação do método de inspeção semiótica

Avaliação do método de inspeção semiótica

Avaliar a qualidade da interface de um sistema interativo é uma tarefa importante du- rante o processo de desenvolvimento de software. No entanto, como diferentes métodos de avaliação têm sido propostos, torna-se cada vez mais necessário avaliá-los a fim de identificar qual método é o mais apropriado para certas situações. Os métodos da Engenharia Semiótica podem ser considerados métodos recentes e ainda estão sendo avaliados. O Método de Inspeção Semiótica (MIS), que foi proposto em 2006 e é o nosso objeto de estudo, é um desses métodos. Embora o MIS tenha sido utilizado em diferentes domínios desde a sua formalização, um estudo das suas capacidades e limi- tações ainda não foi realizado. Portanto, este trabalho teve como objetivo realizar uma avaliação do método a fim de compreender suas capacidades e limitações. Esta avali- ação consistiu em apreciá-lo sob três diferentes perspectivas: (1) obter informações sobre sua aplicabilidade; (2) identificar vantagens e desvantagens sob a perspectiva daqueles que usam o método (i.e., os avaliadores); e (3) identificar custos, diferenças e semelhanças em relação a outro método, neste caso, o Método de Avaliação de Comu- nicabilidade (um método de avaliação da Engenharia Semiótica baseado no usuário). Como resultado, encontramos grandes vantagens do método, especialmente em relação à sua aplicabilidade a uma grande variedade de tecnologias e domínios. Alguns custos do método também foram identificados. Entretanto, os custos associados ao MIS são compensados pelos resultados obtidos com a aplicação do método. Portanto, o MIS pode ser considerado um método com uma boa relação custo-benefício. Os resultados apresentados neste estudo contribuem para a Teoria da Engenharia Semiótica, uma vez que geram dados a respeito de como um método baseado em teoria está sendo utilizado e percebido pelos avaliadores. A pesquisa é relevante não apenas para a Engenharia Semiótica, mas também para a área de IHC como um todo, uma vez que já foi iden- tificada a necessidade de novos métodos de pesquisa, bem como as teorias em IHC e métodos baseados nas mesmas. Para a área de IHC as contribuições são: (1) fornece uma visão geral das principais vantagens e desvantagens de um método baseado em teoria; e (2) as principais vantagens e desvantagens encontradas são importantes para
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Avaliação de método instrumental de inspeção de postes de madeira em serviço na rede de distribuição de energia elétrica

Avaliação de método instrumental de inspeção de postes de madeira em serviço na rede de distribuição de energia elétrica

Este trabalho tem por objetivo avaliar um equipamento comercial para a inspeção instrumental de postes de madeira em serviço na rede de distribuição de energia elétrica, baseado em medidas de propriedades físicas (umidade e densidade). Os resultados obtidos foram comparados com o método tradicional de inspeção (não instrumental), baseado na verificação visual, acústica e de resíduos sólidos retirados do interior do poste; e com os testes destrutivos de flexão executados segundo a norma NBR 6231 para postes previamente inspecionados e retirados de serviço. Através da análise dos dados foi possível avaliar o grau de assertividade do método instrumental, bem como indicar a viabilidade técnica de seu uso na rotina de manutenção dessas estruturas pelas empresas do setor elétrico.
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Incerteza da inspeção visual na avaliação de segurança de estruturas de madeira

Incerteza da inspeção visual na avaliação de segurança de estruturas de madeira

Inicialmente a análise da incerteza foi considerada através da incorporação do desvio padrão normalizado, obtido no capítulo 5. Os resultados e a comparação com os valores obtidos sem consideração da incerteza são apresentados na Figura 6.4. Nesta análise verifica-se que os valores do índice de fiabilidade com e sem incorporação da incerteza da inspeção visual são muito semelhantes. Esta situação resulta da definição intrínseca do desvio padrão normalizado, onde o desvio padrão experimental é dividido pelo número de eventos na amostra. Assim, para um desvio padrão experimental estável, o valor da incerteza a incorporar irá fortemente diminuir para amostras de maior tamanho. Neste contexto, o desvio padrão normalizado deverá assim ser compreendido como uma medida da incerteza referente ao método ou ensaio utilizado e não somente à própria grandeza em si. De forma a obter uma análise sobre a incerteza e variabilidade tendo em conta os valores experimentais aferidos nesta dissertação, foi considerada a mesma análise realizada anteriormente, mas com consideração do desvio padrão experimental, que por sua vez foi considerado de duas formas: média do desvio padrão experimental em todas as classes (amostra total), e individualmente por cada classe visual (referente ao respetivo rácio d/l). Os resultados são apresentados na Figura 6.5 onde se verifica uma diferença significativa obtida pela introdução da incerteza na inspeção. Esta diferença é superior quando se considera o valor do desvio padrão experimental médio já que a variabilidade na amostra entre classes é superior comparando com variabilidade dentro de cada classe.
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Degradação in situ da matéria seca e da fração fibrosa do capim marandu obtido por diferentes métodos de amostragem, no período seco do ano.

Degradação in situ da matéria seca e da fração fibrosa do capim marandu obtido por diferentes métodos de amostragem, no período seco do ano.

O experimento foi instalado em delineamento de blocos casualizados com parcelas subdivididas, com três repetições (piquetes amostrados). As parcelas foram constituídas por cinco métodos de amostragens (método do quadrado metálico; método de avaliação por meio de extrusa de bovino da raça Nelore; método de avaliação por meio de extrusa de bovino Cruzado (Red Angus x Nelore); método de avaliação por meio do pastejo, simulando bovino da raça Nelore; método de avaliação por meio do pastejo, simulando bovino Cruzado (Red Angus x Nelore) e as subparcelas, pelos anos de amostragem, 2003 e 2005. As amostragens referentes aos métodos de disponibilidade total (quadrado metálico), pastejo simulado e extrusa foram realizadas na ocasião do primeiro dia de ocupação, em três piquetes representativos da área, que pertenciam ao sistema de pastejo intermitente do Setor de Forragicultura, no mês de julho, representativo do período seco do ano.
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Rev. soc. bras. fonoaudiol.  vol.12 número2

Rev. soc. bras. fonoaudiol. vol.12 número2

A seguir, Lemos, Tomé, Silva, Lauris e Lopes apresentam o estudo Avaliação do nível mínimo de audição em lactentes de seis a 24 meses por meio do reforço visual que investigou o comportamento auditivo de 30 lactentes ouvintes com idades entre seis e 24 meses. As autoras concluem que o método utilizado mostrou-se eficiente para a faixa etária pesquisada não apenas como um método de triagem, mas também durante o processo de diagnóstico.

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Avaliação das atividades  e antioxidante dos óleos essenciais das folhas dos quimiotipos I, II e III de Lippia alba (Mill.) N. E. Brown

Avaliação das atividades e antioxidante dos óleos essenciais das folhas dos quimiotipos I, II e III de Lippia alba (Mill.) N. E. Brown

A espécie Lippia alba (erva-cidreira) é muito usada na medicina popular. A composição de seu óleo essencial apresenta variações quantitativas e qualitativas, levando à classificação de diferentes quimiotipos. Um rico potencial farmacológico está relacionado à ampla variação na composição química desses óleos, o que desperta o interesse de pesquisadores em estabelecer explicações científicas para tais atividades. O objetivo do trabalho foi avaliar as atividades antimicrobiana e antioxidante dos óleos essenciais dos quimiotipo I, II e III, de folhas, de L. alba, bem como investigar suas possíveis relações com a composição química de seus óleos essenciais. A caracterização química dos constituintes dos óleos essenciais foi realizada utilizando a CG-MS, determinando-se a porcentagem dos constituintes presentes nas amostras. O potencial antimicrobiano dos óleos foi determinado pelo método de difusão em ágar, e as CIM e CLM pelos métodos da microdiluição em caldo de cultura e do plaqueamento em ágar, respectivamente. A atividade antioxidante foi avaliada pela dosagem de TBARS e pela determinação da atividade de remoção de radicais livres pelo DPPH. Os óleos essenciais das folhas de L. alba foram reconhecidos pela presença de seus constituintes majoritários em quimiotipo I (citral-mirceno); quimiotipo II (citral-limoneno) e quimiotipo III (carvona-limoneno). Os três óleos essenciais apresentaram atividade sobre S. aureus, mesmo as multirresistentes, e C. albicans. Para as bactérias Gram-negativas, os três quimiotipos apresentaram ação sobre o A. lwoffi; os quimiotipos II e III inibiram o crescimento do A. baumannii; e apenas o quimiotipo II foi que teve ação sobre E. coli ATCC 10536. As mais baixas CIM e CLM obtidas para os óleos essenciais dos quimiotipos I, II e III, foram de 0,312 e 0,625mg/mL, 0,312 e 0,312mg/mL e 0,625 e 0,625mg/mL, respectivamente. A técnica de difusão em ágar serviu como uma etapa preliminar na determinação do potencial
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Postura de cabeça nas deformidades dentofaciais classe II e classe III.

Postura de cabeça nas deformidades dentofaciais classe II e classe III.

Objetivo: este estudo investiga se existe diferença entre grupos com diferentes deformidades dento- faciais (padrão classe II e classe III) e o grupo sem a deformidade em relação à postura de cabeça. Método: participaram deste estudo, voluntariamente, 25 pacientes (entre 16 e 40 anos). Dez pacien- tes com diagnóstico de deformidade dentofacial classe II e 15 pacientes com o diagnóstico de classe III esquelética e 15 voluntários sadios, com equivalência em sexo e idade ao grupo de deformidade, formando o grupo controle. Primeiramente foi realizada a inspeção da postura de cabeça. Logo em seguida foi realizada a avaliação postural de cabeça por meio da fotograia postural (fotogrametria). Resultados: não houve diferença signiicante (p>0,05) entre os grupos em relação à avaliação postu- ral utilizando-se a fotogrametria. Já em relação à avaliação postural pela inspeção clínica, observou- se uma postura anterior de cabeça nos indivíduos com a deformidade dentofacial padrão classe II, comparados ao padrão classe III (p = 0,001) e ao grupo controle (p = 0,001). Foi visto também que o grupo deformidade classe II apresentou um percentual inferior de indivíduos com posição neutra de cabeça comparado ao grupo deformidade classe III (p = 0,008) e ao grupo controle (p = 0,001). Conclusão: indivíduos com deformidade dentofacial classe II podem apresentar uma anteriorização de cabeça. Não há inluência da deformidade no aumento ou na redução do ângulo cabeça-pescoço, analisado por meio da fotogrametria.
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Determinação de um índice da situação do transporte - ist como elemento de suporte ao planejamento de transportes com base em método semiótico para determinação de indicadores sintéticos

Determinação de um índice da situação do transporte - ist como elemento de suporte ao planejamento de transportes com base em método semiótico para determinação de indicadores sintéticos

O dado EG CO2m(t1t2) não existe e precisaria ser coletado em campo. Contudo, apesar de existirem instrumentos portáteis para aferição das emissões gasosas, esses se referem a fontes estacionárias e para a realização das medições seria necessária a colaboração das empresas, o que nem sempre é possível. Por outro lado, a coleta do dado por meio da instalação de estações de monitoramento de emissões em locais específicos, por exemplo, nos terminais, inviabilizaria o índice financeiramente. Outro componente da fórmula que não é disponível no momento é o LEV. Apesar de existirem limites definidos de vibrações permitidos conforme DL 46/2006, do Ministério do Trabalho, estes se referem a períodos de exposição de 8 horas consecutivas, dado o caráter trabalhista. Assim, para o uso do dado é preciso o desenvolvimento de pesquisa para a determinação dos limites de exposição do passageiro no interior de um veículo para períodos equivalentes à duração da viagem. Em relação ao ER m(t1t2) , apesar do dado não estar disponível, existem instrumentos (dosímetros) que mensuram o nível de pressão sonora capazes de aferir as emissões de ruído em decibéis as quais o passageiro está submetido. Uma pesquisa embarcada* com o uso desses instrumentos é viável financeira e operacionalmente, não havendo restrição temporal para a consolidação dos dados. Os limites definidos de tolerância para ruído contínuo ou intermitente da NR-15 do Ministério do Trabalho podem ser utilizados (LER). O dado OE m(t1t2) , obtido por meio de opacímetro é considerado inviável operacionalmente, já que necessita do veículo parado para avaliação e consequentemente da colaboração da empresa, o que nem sempre é possível. Contudo, o uso de Escala Ringelmann, por simplificação, viabiliza a coleta de dados operacionalmente.
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Proposta de método de inspeção de radioproteção aplicada em instalações de medicina nuclear.

Proposta de método de inspeção de radioproteção aplicada em instalações de medicina nuclear.

Esta mudança pode ser verificada no gráfico da Figura 2, com a redução das doses do pessoal ocupacionalmente expos- to e a diminuição significativa da pontua- ção. As curvas de dose e de pontuação sofreram queda expressiva e assumiram um patamar com tendência de queda, eviden- ciando que as ações de radioproteção im- plementadas pelos SMN foram eficientes. Esta melhora reforça e valida a eficácia do método de pontuação como instrumen- to de avaliação como pode ser observado através do aumento do índice de correla- ção entre as variáveis resultado (pontua- ção) e dose acumulada anual ao longo dos anos (Quadro 7). Em outras palavras, a melhora deste índice a cada inspeção demonstra que o resultado de pontos ob- tidos pelos serviços representa, cada vez de forma mais eficiente, uma redução da ex- posição às radiações a qual se submete o pessoal ocupacionalmente exposto. Por outro lado, a variação do índice de corre- lação a cada ano de inspeção também sig- nifica que se busca uma melhoria contínua (otimização do método), através de ações tais como:
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Extração semiautomática de contornos de telhado de edifícios com base em snakes e programação dinâmica.

Extração semiautomática de contornos de telhado de edifícios com base em snakes e programação dinâmica.

Neste trabalho é proposto um método semiautomático para extrair contornos de telhado de edifícios a partir de imagens digitais. Este método utiliza snakes como base para o desenvolvimento de um modelo matemático representativo desses objetos, cuja solução é obtida através da técnica de otimização por PD. No desenvolvimento do referido modelo é levada em conta a suposição básica de que edifícios se projetam numa imagem como estruturas retilíneas, com seus lados interceptando-se em ângulos aproximadamente retos. A motivação para usar o algoritmo de PD para resolver o problema de otimização baseado em snakes, em vez de usar o método variacional (KASS et al., 1988), vem da possibilidade de se ter um raio de convergência maior, com garantia de convergência. Este artigo está organizado como segue: a Seção 2 apresenta o método proposto. A avaliação experimental e análise dos resultados obtidos é apresentada na Seção 3. Finalmente, as conclusões resultantes da análise dos resultados obtidos nos experimentos realizados são apresentadas na Seção 4.
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Relação do exame físico e ultrassonográfico do segmento lombo-sacro-ilíaco e do disco...

Relação do exame físico e ultrassonográfico do segmento lombo-sacro-ilíaco e do disco...

Nos últimos 30 anos a ultrassonografia tem se mostrado como uma excelente ferramenta para visualização de estruturas integrantes da coluna vertebral equina, atuando como um valioso instrumento de avaliação do grau de comprometimento articular causado por determinadas práticas esportivas. Este método permite ainda acompanhar a evolução de uma enfermidade em particular. Ao diagnosticar-se uma artropatia, por exemplo, é interessante perceber se, ao longo do tempo, houve evolução favorável ou desfavorável do quadro. A ultrassonografia pode ainda atribuir o correto significado aos dados obtidos através da anamnese, como frequentes ou reincidentes queixas de lombalgias ou queda do desempenho atlético (DENOIX, 1999; MIKE; KLIDE, 1999).
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Ficha de inspeção técnica aplicável a edifícios multifamiliares existentes

Ficha de inspeção técnica aplicável a edifícios multifamiliares existentes

No trabalho “Reabilitação de Edifícios - Metodologia de Diagnóstico e Intervenção” (1) propõe-se a avaliação exigêncial do desempenho dos elementos construtivos com o apoio de uma aplicação informática denominada MEXREB. Esta aplicação tem como objetivo facilitar o trabalho do avaliador e determinar o grau de satisfação de 21 exigências relativas à envolvente dos edifícios. No âmbito do referido trabalho são propostas fichas de inspeção visual e de inquérito aos residentes (1). Foi analisado o método proposto pelo LNEC (2) para avaliação das necessidades de reabilitação de um edifício de modo a dotá- lo de características que assegurem a satisfação das exigências funcionais. A metodologia de inspeção proposta pelo DEC da U.A. (3) foi igualmente analisada pois prevê a sua aplicação no âmbito da manutenção preventiva do parque habitacional municipal.
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A CHALLENGE IN NURSING CARE: PREVENTING PRESSURE ULCERS IN THE CLIENT

A CHALLENGE IN NURSING CARE: PREVENTING PRESSURE ULCERS IN THE CLIENT

Objetivo: Refletir sobre a atuação da enfermagem junto ao cliente centrada na prevenção de úlceras por pressão. Método: Trata-se de estudo descritivo abordando a úlcera por pressão, que se transformou em um sério problema de saúde pública, a exigir políticas públicas para sua prevenção. Resultados: Apresenta-se a importância da avaliação do cliente e os cuidados preventivos fundamentados em recomendações de órgãos públicos e em resultados de produção científica, inclusive da área de dermatologia, visando um atendimento sem riscos para a integridade física, mental e espiritual do cliente e para o profissional de enfermagem. Conclusão: Conclui-se ser indispensável implementar programas educacionais que sejam estruturados, organizados, compreensivos e direcionados para todos os níveis de serviços de saúde. A atualização dos profissionais possibilitará a aquisição de recursos, visando um atendimento compatível com a dignidade humana e para o profissional que fica vulnerável às críticas e processos judiciais. Descritores: Enfermagem, Dermatologia, Úlceras por pressão.
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Videolaparoscopia no trauma abdominal.

Videolaparoscopia no trauma abdominal.

Outra limitação do método é a dificuldade existente na visualização da face diafragmática do baço e posterior do fígado, minimizada hoje pela utilização de afastadores e óticas oblíquas. A presença de hemoperitônio, por sua vez, não prediz a necessidade de laparotomia, podendo ser ma- nejado, em casos selecionados, pelos dados clínicos e méto- dos de imagem. A VL permite também maior segurança na avaliação de um hemoperitônio de volume moderado, uma

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Inspeção Semiótica do ColabWeb: Proposta de Adaptações para o Contexto da Aprendizagem de Programação

Inspeção Semiótica do ColabWeb: Proposta de Adaptações para o Contexto da Aprendizagem de Programação

Após o desenvolvimento do artefato de software su- pracitado para registro da evolução de códigos, o grupo de pesquisa da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) desenvolveu um groupware, o ColabWeb, o qual se destina ao gerenciamento da aprendizagem utili- zado em cursos de graduação e pós-graduação presenci- ais, como ferramenta de apoio. Ainda que não tenha sido alvo de atenção inicial por parte dos desenvolvedores, houve um projeto de interface para o ColabWeb, privile- giando a funcionalidade. Portanto, os primeiros cursos ocorreram, uns com maior aproveitamento de seus recur- sos e outros com menos. Em vista dessa diferença em termos de sucesso no uso do groupware, evidenciada neste trabalho através do gerenciamento de cursos de computação introdutória, decidiu-se fazer uma inspeção que evidenciasse o poder de comunicação do artefato de software (ColabWeb). Para isso, é utilizado o Método de Inspeção Semiótica (MIS) [6].
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Marquises de concreto armado da cidade de Viçosa-MG: manifestações patológicas, inspeção e avaliação de grau de deterioração

Marquises de concreto armado da cidade de Viçosa-MG: manifestações patológicas, inspeção e avaliação de grau de deterioração

Vale ressaltar que, mesmo com as adaptações feitas à metodologia conforme descrito no item 4.3.6, a aplicação desta mostrou a necessidade de mais algumas revisões. A primeira se refere à ausência de armadura negativa. No caso das marquises JCR 158 e BA 88, principalmente no caso da primeira, a avaliação dos itens propostos pela metodologia podem não descrever o risco real, já que nestas não foram identificadas as armaduras negativas das lajes. No caso da marquise PEJ 79, outros itens avaliados pela metodologia já classificam a mesma no nível de deterioração crítico. O mesmo vale para os casos onde a armadura negativa estiver fora de posicionamento, como por exemplo, a o caso da marquise MB 355. Isto implica em risco, mas não altera em nada o cálculo do Grau de Deterioração Global da Estrutura (G d ).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A pesquisadora trabalha há 27 anos na SEEDUC/RJ. Atuou como regente da Educação Infantil ao Ensino Médio e, a partir de 2000, foi convidada para atuar na Coordenadoria Regional e, desde então, ocupa cargos de Assessoria ligados diretamente com a atuação dos gestores escolares. Atualmente, é Coordenadora Regional de Inspeção Escolar – Centro Sul, órgão responsável pela supervisão das escolas estaduais e privadas dos municípios de: Areal, Barra do Piraí, Comendador Levy Gasparian, Engenheiro Paulo de Frontin, Itaguaí, Mendes, Miguel Pereira, Paracambi, Paraíba do Sul, Paty de Alferes, Rio das Flores, Sapucaia, Seropédica, Três Rios, Valença e Vassouras.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

Olha, professor, no tempo que trabalho na escola, desconheço se alguma vez houve um momento especifico voltado à discussão desses resultados. A gente vê nas revistas, mas tenho dificuldade de entender. Acho que a escola deveria incluir, em seu plano de ação, momentos para discutir esses resultados. Só ouvimos falar em avaliação do SADEAM na época da aplicação (PROFESSORA LINGUA PORTUGUESA B, entrevista concedida em março de 2017). Os dois anos que atuei na escola, não houve esses momentos para discutirmos os resultados do SADEAM. O que via era que a gestora não dava importância para esses dados. Não tenho muito que falar sobre isso, o que sei é que fui comunicada perto do dia que iria acontecer as provas que tinha que avisar os alunos para participarem (PROFESSORA DE LINGUA PORTUGUESA C, entrevista concedida em março de 2017).
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IV – QUADRO RESUMO DA SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO – 2º COC DE 2017 63

IV – QUADRO RESUMO DA SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO – 2º COC DE 2017 63

A avaliação, à luz da concepção aqui t rabalhada, t em a finalidade única de det ect ar o que o aluno precisa para escrever cada vez melhor (Para quê?) e isso deverá ocorrer através do det alhamento dos cont eúdos de Língua Port uguesa em crit érios de avaliação (Como). Isso significa compreender que cada cont eúdo dest a área do conheciment o t em muitos e diferent es níveis de complexidade, que precisarão ser t rabalhados at ravés de dist int as est rat égias e diferent es prát icas de ensino. É o crit ério (o cont eúdo em uso) que det erminará o como e a forma da elaboração didática que receberá o t rat ament o daquele cont eúdo em sala de aula.
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Sba Controle & Automação  vol.23 número5

Sba Controle & Automação vol.23 número5

O Capítulo 6 – Redes de funções de base radial, considera uma classe particular de redes com arquitetura feedforward com uma única camada intermediária e neurônios artifici- ais cuja função de ativação são Gaussianas. O algoritmo de treinamento sugerido neste capítulo tem dois estágios. O primeiro estágio faz um agrupamento dos dados de entrada para determinar o centro e a dispersão, parâmetros necessá- rios para definir as funções de Gaussianas. O segundo está- gio é um algoritmo supervisionado do tipo gradiente. Não se faz uma referência ao método dos mínimos quadrados, uma alternativa eficiente em muitas circunstâncias práticas. O ca- pítulo mostra de forma didática como o neurônio com função de ativação base radial se difere do neurônio tradicional com função de ativação sigmoidal em problemas de classificação e aproximação funcional. Analogamente aos capítulos ante- riores, este termina com sugestões de projetos práticos sobre aproximação de funções e reconhecimento de padrões. O Capítulo 7 – Redes de Hopfield, discute redes recorren- tes com arquitetura de reticulado proposta por Hopfield. Pri- meiramente consideram-se redes com dinâmica contínua e os respectivos modelos, neste caso equações diferenciais. A seguir o modelo contínuo é traduzido em uma equação a dife- renças correspondente, o que fornece uma versão discreta do modelo da rede neural consistente com a ilustração do texto. O capítulo discute a estabilidade do modelo contínuo, as re- des como memórias associativas binárias e a capacidade de memória. Sugestão de projeto prático sobre armazenagem e recuperação de imagens binárias termina o capítulo. O Capítulo 8 – Redes auto-organizáveis de Kohonen, consi- dera redes com arquiteturas de um reticulado, mas ao con- trário dos capítulos anteriores, com métodos não supervisio- nados, com destaque para algoritmos competitivos de treina- mento. A ênfase é problemas de agrupamento e classificação, objeto de projeto prático sugerido no fim do capítulo. O Capítulo 9 – Redes LVQ e counter-propagation, aborda duas outras arquiteturas de redes neurais. A primeira (LVQ) é uma rede com uma única camada e aprendizagem não su-
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