Top PDF BIOMETRIA DE FRUTOS DE ARAÇÁ-BOI (EUGENIA STIPITATA MC VAUGH).

BIOMETRIA DE FRUTOS DE ARAÇÁ-BOI (EUGENIA STIPITATA MC VAUGH).

BIOMETRIA DE FRUTOS DE ARAÇÁ-BOI (EUGENIA STIPITATA MC VAUGH).

Coeficientes de correlação entre peso do fruto, diâmetro, comprimento, número de sementes, peso das sementes, peso da c a s c a e peso da polpa de frutos de araçá-boi.. Variáveis Peso[r]

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Biometria de frutos e sementes, emergência e avaliação de plântulas de Parkia gigantocarpa Ducke

Biometria de frutos e sementes, emergência e avaliação de plântulas de Parkia gigantocarpa Ducke

Entre as inúmeras espécies de leguminosas utilizadas para estes fins, Parkia gigantocarpa Ducke, popularmente conhecida como fava-barriguda, é uma espécie nativa da floresta de terra firme e várzea da Amazônia, muito importante para recuperação de áreas degradadas, devido seu rápido crescimento e por apresentar elevada taxa de sobrevivência em clareiras. Essa espécie também apresenta alto potencial econômico e ambiental, na qual sua madeira é usada para fabricação de móveis, assim como a planta pode ser empregada com sucesso para fins ornamentais de praças. No entanto, devido à existência de poucas informações a respeito da espécie, ela ainda é pouco explorada, necessitando de estudos adicionais principalmente com relação à biometria de frutos e de sementes e à seleção de plantas matrizes fornecedoras de sementes, pois, uma vez realizados possibilitam a caracterização da variabilidade genética dentro de populações e as relações entre essa variabilidade e os fatores ambientais.
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Biometria de frutos e sementes e germinação de Magonia pubescens ST.Hil (sapindaceae).

Biometria de frutos e sementes e germinação de Magonia pubescens ST.Hil (sapindaceae).

RESUMO - Magonia pubescens é uma espécie arbórea típica do cerrado com grande potencial de utilização tanto pelas suas características econômicas quanto ecológicas. O objetivo do trabalho foi o de avaliar as características biométricas de frutos e sementes dessa espécie e seu potencial germinativo. Para as avaliações de biometria, foram utilizados 28 frutos e 293 sementes provenientes de matrizes localizadas em Aquidauana – MS. O estudo foi realizado no laboratório de Fisiologia Vegetal e em viveiro pertencentes à Faculdade de Ciências Agrárias (FCA) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Os frutos apresentam grande variação no tamanho, peso e no número de sementes, tendo em média 6,66 cm de comprimento; 8,14 cm de diâmetro; 248,21g de massa fresca e 13,14 sementes As sementes apresentam pequena variação no tamanho quando comparadas aos frutos, tendo em média 4,81 cm de comprimento; 8,44 cm de largura e 3,5g de massa fresca. Para o estudo da germinação as sementes receberam os seguintes tratamentos: 1) KNO 3 1% 24h; 2) KNO 3 2% 24h; 3) GA 500 mg. L -1 24h; 4) GA 250 mg. L -1 24h; 5) Água 24h; 6) Controle. O experimento
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BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES, EMERGÊNCIA E AVALIAÇÃO DE PLÂNTULAS DE Parkia gigantocarpa Ducke

BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES, EMERGÊNCIA E AVALIAÇÃO DE PLÂNTULAS DE Parkia gigantocarpa Ducke

Entre as inúmeras espécies de leguminosas utilizadas para estes fins, Parkia gigantocarpa Ducke, popularmente conhecida como fava-barriguda, é uma espécie nativa da floresta de terra firme e várzea da Amazônia, muito importante para recuperação de áreas degradadas, devido seu rápido crescimento e por apresentar elevada taxa de sobrevivência em clareiras. Essa espécie também apresenta alto potencial econômico e ambiental, na qual sua madeira é usada para fabricação de móveis, assim como a planta pode ser empregada com sucesso para fins ornamentais de praças. No entanto, devido à existência de poucas informações a respeito da espécie, ela ainda é pouco explorada, necessitando de estudos adicionais principalmente com relação à biometria de frutos e de sementes e à seleção de plantas matrizes fornecedoras de sementes, pois, uma vez realizados possibilitam a caracterização da variabilidade genética dentro de populações e as relações entre essa variabilidade e os fatores ambientais.
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Biometria de frutos e sementes e emergência de plântulas de duas espécies frutíferas do gênero Campomanesia.

Biometria de frutos e sementes e emergência de plântulas de duas espécies frutíferas do gênero Campomanesia.

As espécies C. adamantium Blume e C. pu- bescens O. Berg são morfologicamente semelhantes, mas diferenciam-se pela presença de pubescência nas folhas jovens e nos frutos de C. pubescens (ARAN- TES; MONTEIRO, 2002). Na literatura, há poucos relatos sobre C. adamantium, por vezes confundida com C. pubescens, e muitas características dos frutos de uma espécie, no caso de C. pubescens, são usa- das para caracterizar os frutos de C. adamantium. Contudo, é importante determinar se as diferenças entre as espécies são visíveis ainda em indivíduos jovens e nas características biométricas de frutos e sementes. A biometria é um instrumento importante para detectar variabilidade genética dentro de popu- lações da mesma espécie e as relações com os fatores ambientais, fornecendo subsídios importantes para a diferenciação de espécies do mesmo gênero (CRUZ et al., 2001; GUSMÃO et al., 2006).
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Biometria de frutos e sementes de Melanoxylon brauna Schott. (Fabaceae-Caesalpinioideae).

Biometria de frutos e sementes de Melanoxylon brauna Schott. (Fabaceae-Caesalpinioideae).

Os valores dos parâmetros ajustados para a distribuição de frequência das variáveis e os valores do teste de Kolmogorov-Smirnov estão apresentados na tabela 2. Foi observada aderência dos dados à função Weibull na maioria dos casos, a 5% de significância. Com exceção à da largura da semente, cuja melhor distribuição foi a normal. todas as características biométricas dos frutos de brauna apresentaram distribuição assimétrica à direita (S>0), com distribuição mais achatada do que a normal (platicúrtica), em que k<3 (Figura 2).

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Biometria de frutos e diásporos de Cryptocarya aschersoniana Mez e Cryptocarya moschata Nees (Lauraceae).

Biometria de frutos e diásporos de Cryptocarya aschersoniana Mez e Cryptocarya moschata Nees (Lauraceae).

A partir das medições básicas de comprimento e diâmetro de frutos e diásporos, foram calculadas as respectivas razões entre diâmetro e comprimento, bem como suas superfícies e volumes, com o intuito de melhor representar suas formas e tamanhos. Em média, as dimensões dos frutos inteiros de C. aschersoniana foram significativamente maiores que as de C. moschata. Por outro lado, as dimensões dos diásporos de ambas as espécies mostraram-se, em média, bastante semelhantes ( ), não revelando uma descontinuidade marcante entre as espécies. Os resultados obtidos mostram que as distribuições se sobrepõem, para todas as variáveis, concordando com o fato de que ambas as espécies são bastante similares morfologicamente, o que faz com que a identificação das mesmas, a partir de material herborizado, possa tornar-se difícil. Isto pode ser constatado pela grande confusão encontrada nas identificações desses materiais nos herbários. No campo, as espécies também são confundidas quando ocorrem associadas no mesmo local, promovendo um tratamento similar de nomes populares, tais como: canela-batalha, batalha, batalheira, ou canela- fogo. Adicionalmente, dados isoenzimáticos corroboram as evidências morfológicas e de anatomia de madeira
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ADEQUAÇÃO TECNOLÓGICA DE FRUTOS DA AMAZÔNIA: LICOR DE ARAÇÁ-BOI (Eugenia stiptata) McVAUGH.

ADEQUAÇÃO TECNOLÓGICA DE FRUTOS DA AMAZÔNIA: LICOR DE ARAÇÁ-BOI (Eugenia stiptata) McVAUGH.

A análise sensorial indicou como de melhor qualidade, o licor formulado através da extração com álcool de milho na proporção de 1:2 (polpa:líquido extrator) macerado por 5 dias e o u[r]

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Biometria e processamento dos frutos da macaúba (Acrocomia ssp) para a produção de óleos

Biometria e processamento dos frutos da macaúba (Acrocomia ssp) para a produção de óleos

11 palmeira possui porte arbóreo, pereniformes, frutíferas, heliófitas e monóicas, cujo estipe pode atingir acima de 15 m de altura com 20 a 30 cm de diâmetro. A estipe apresenta-se recoberta de espinhos compridos com cerca de 10 cm, oriundos da base das bainhas foliares. As folhas, em número variado de 20 a 30, são em forma de pinos de quatro a cinco metros de comprimento. É considerada uma espécie pioneira, habita áreas abertas e com alta incidência solar, adaptando-se a solos arenosos e com baixo índice hídrico, porém desenvolve-se melhor em locais onde há solos férteis. É uma árvore bastante resistente, não sendo pouco atacada por pragas e doenças, além de suportar grandes variações climáticas. Em um hectare podem ser plantadas até 200 palmeiras com uma produção de até 25 toneladas de cocos por ano. Os frutos maduros são coletados durante cinco a seis meses por ano, em meses que variam de acordo com a região. Essa produtividade é uma das maiores dentre todas as palmeiras cultivadas ou nativas do Brasil (LORENZI, 1992; GRUPO VERDE, 2006; FRUITS FROM AMERICA, 2005; MOBOT, 2006; LORENZI, 2004; MOURA, 2007).
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Biometria de frutos e germinação de sementes de Couratari stellata A. C. Smith (Lecythidaceae).

Biometria de frutos e germinação de sementes de Couratari stellata A. C. Smith (Lecythidaceae).

Foram determinados o comprimento, medido no sentido longitudinal do fruto (Fig. 1) e o número de sementes por fruto, em 100 frutos; as percentagens de sementes completamente formadas e vazias, em 980 sementes; a massa de 100 sementes, em oito repetições com a mesma quantidade de sementes; e o grau de umidade das sementes, em quatro repetições de dez sementes, através de estufa a 105±3 o C, durante 24 horas, de

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Biometria de frutos e sementes de Melanoxylon brauna, da caracterização parcial de genes e expressão do ciclo celular do eixo embrionário

Biometria de frutos e sementes de Melanoxylon brauna, da caracterização parcial de genes e expressão do ciclo celular do eixo embrionário

A grande variabilidade existente nas espécies arbóreas tropicais, em relação às características morfológicas e físicas dos frutos e sementes, vem sendo comprovada por Amorim et al. (2008), Andrade et al. (2008), Gusmão et al. (2006), Macedo et al. (2009), Ramos e Ferraz (2008), Silva et al. (2008) e Vieira e Gusmão (2008). Esse tipo de estudo é importante para auxiliar na caracterização de famílias e/ou espécies do mesmo gênero (CRUZ; CARVALHO, 2003b), na identificação e certificação do material empregado na análise de sementes (AMARO et al., 2006), para dar suporte à produção de sementes e mudas e para contribuir nos estudos de sucessão ecológica e regeneração dos ecossistemas florestais. Entretanto, ainda são poucos os estudos dessa natureza, diante da grande diversidade de espécies arbóreas.
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Caracterização físico-química e biometria de frutos de pequizeiro no Oeste da Bahia

Caracterização físico-química e biometria de frutos de pequizeiro no Oeste da Bahia

No Cerrado existem inúmeras espécies frutíferas nativas que apresentam potencial para a utilização em sistemas tradicionais de produção agrícola. Neste contexto o pequizeiro se destaca neste bioma pelo grande valor econômico na região central do Brasil. Objetivou-se, portanto, com este trabalho, estudar a caracterização física e físico-química de frutos de pequi da região Oeste da Bahia. Foram amostrados 300 frutos de dez matrizes, os quais foram coletados em uma área do município de Angical, BA, e conduzidos ao Laboratório de Sementes da Universidade do Estado da Bahia - UNEB. Foram considerados, para as avaliações físicas, o peso do fruto; diâmetros longitudinal e transversal do fruto; peso total de semente por fruto; peso de polpa, peso de casca e o rendimento de polpa; já para as avaliações físico-químicas a polpa dos frutos foi submetida às determinações do potencial hidrogeniônico (pH); do teor de sólidos solúveis (SS); acidez titulável (AT) e a relação sólidos solúveis e acidez titulável. Para as variáveis diâmetro longitudinal e transversal, peso de polpa, peso de casca, peso de sementes, peso de fruto e rendimento de polpa as médias foram, respectivamente, 63,49 e 61,29 mm, 12,51, 101,91, 27,48, 114,41 g e 11,17% porém no que se refere aos pH, SS, AT e SS/AT, as médias foram 5,32, 11,95 °Brix, 1,76 e 11,53 cujos resultados indicaram haver diferença estatística significativa entre todas as variáveis físicas e físico-químicas avaliadas. Key words:
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Biometria de frutos e sementes e germinação de melão-de-são-caetano.

Biometria de frutos e sementes e germinação de melão-de-são-caetano.

RESUMO: Objetivou-se com este trabalho fazer a caracterização biométrica de frutos e sementes de melão-de-são-caetano (Momordica charantia L.) e determinar as temperaturas cardinais para germinação das sementes desta espécie. A caracterização e a condução do experimento foram realizadas no Laboratório de Análise de Sementes da UFERSA, em Mossoró- RN. Os parâmetros avaliados foram: comprimento, diâmetro, número de sementes por fruto; comprimento, largura e espessura das sementes; grau de umidade, peso de mil sementes, e número de sementes por grama. Para o ensaio sobre as temperaturas, a semeadura foi realizada em caixas plásticas transparentes contendo areia esterilizada como substrato. As sementes foram incubadas nas temperaturas constantes de 10ºC, 15ºC, 20ºC, 25ºC, 30ºC, 35ºC e 40ºC, com fotoperíodo de 8 horas. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com quatro repetições de 50 sementes. Os frutos apresentam cerca de 49,8 mm de comprimento, 19,89 mm de diâmetro, contendo em torno de 18 sementes. As dimensões médias das sementes são: 8,9mm de comprimento, 4,30mm de largura, e 2,65mm de espessura. A germinação ocorre na faixa de 20 a 35ºC, porém as temperaturas ótimas para germinação de sementes de melão-de-são-caetano variam entre 25 e 30ºC.
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Universidade Federal De Uberlândia Instituto de Ciências Agrárias Programa de Pós-graduação em Qualidade Ambiental

Universidade Federal De Uberlândia Instituto de Ciências Agrárias Programa de Pós-graduação em Qualidade Ambiental

Os objetivos do presente trabalho foram: investigar os aspectos da estrutura e a diversidade da regeneração lenhosa em ecossistemas de vereda e avaliar a densidade de espécies invasoras (Capitulo I); e selecionar indivíduos reprodutivos de Mauritia flexuosa L.f. através da biometria de frutos e sementes bem como os padrões ecológicos dos lotes coletados (Capítulo II). O estudo foi conduzido de outubro de 2016 a setembro de 2017 nas sub bacias do Rio Jordão nos municípios de Araguari e Estrela do Sul (Área I) e Rio Uberabinha em Uberlândia-MG (Área II). Para a análise da comunidade lenhosa foram instaladas parcelas de duas dimensões distintas, 4m² (2m x 2m) e 100m² (10m x10m). Foram calculados o índice regeneração natural total (RNT), diversidade (H’) e equabilidade (J’) para as duas comunidades. Para os indivíduos adultos de Pinus caribaea foram estimados os valores de densidade e mensurados o Diâmetro à altura do peito (DAP) (1,3m), altura total (m) e área de copa (m²). A cobertura do solo foi obtida pelo método do intercepto linear. Foram registradas as áreas limítrofes aos fragmentos amostrados, com os valores para o raio mínimo de vegetação nativa (RMVN) a partir de cada matriz. Para cada lote de sementes de buriti (N=80 por matriz) foram obtidos os caracteres biométricos e os percentuais para predação e incidência de fungos. Foi verificada a normalidade dos dados pelo teste de Komolgorov-Smirnov. Para detectar as diferenças entre os lotes foi usado ANOVA e teste t a posteriori. Para identificar padrões morfométricos na alometria das matrizes de buriti e os caracteres de frutos e sementes, foi executada a análise de componentes principais (PCA). Foram amostrados 1.407 indivíduos, sendo 891 e 518 indivíduos nas áreas I e II, respectivamente, distribuídos em 51 espécies. Melastomataceae (7), Myrtaceae (5), Anacardiaceae (3), Rubiaceae (3) e Aquifoliaceae (2) foram as famílias mais importantes. A diversidade alfa (H
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Plantas para o futuro: compilação de dados de composição nutricional do araçá-boi, buriti, cupuaçu, murici e pupunha / Plants for the future: data compilation of nutritional composition of guava-boi, burity, cupuaçu, murici and peach palm

Plantas para o futuro: compilação de dados de composição nutricional do araçá-boi, buriti, cupuaçu, murici e pupunha / Plants for the future: data compilation of nutritional composition of guava-boi, burity, cupuaçu, murici and peach palm

Este trabalho teve por objetivo avaliar a qualidade e compilar dados de composição nutricional das frutas araçá-boi, cupuaçu, murici, buriti e pupunha. O método utilizado para agregação dos dados nutricionais foi o de compilação, realizado seguindo criteriosamente as diretrizes da International Network of Food Data Systems (INFOODS). A denominação dos nutrientes foi atribuída por meio dos Tagnames estabelecidos na metodologia INFOODS. A polpa in natura do cupuaçu maduro possui mais água e menos lipídeos e cinzas comparados à polpa do fruto sem a descrição maduro. A semente, em comparação com a polpa in natura, tem menos umidade, mais proteína, mais lipídeo, mais açúcar total e mais cinzas. A polpa do araçá-boi apresentou 90% de umidade, 0,3% de lipídeos e 0,2g de vitamina C. O buriti contém cerca de 24g de lipídeos e mais fibras insolúveis do que solúveis. Na polpa in natura do murici maduro, o mineral mais presente foi o potássio. Na análise do murici com casca e sem semente, obteve-se 570,00 mcg de β-caroteno, 18,00 mcg de β-criptoxantina, 1454,00 mcg de luteína e 2042,00 mcg de carotenoides. Comparando a pupunha vermelha e amarela, a amarela possui mais lipídeo. Entre a pupunha crua e cozida, a cozida teve detecção maior de carotenoides. E o óleo da pupunha vermelha é fonte de ácidos graxos ômega 6 e 3. Foi possível construir uma base de dados da composição dos frutos, identificando os nutrientes presentes. Consegue-se notar a potencialidade nutricional destes frutos da região Norte e estimular o consumo deles, valorizando assim a produção local.
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Estabilidade físico-químicas de polpas de araçá boi (eugenia stipitata) submetidas a irradiação gama / Physico-chemical stability of araçá boi (eugenia stipitata) pulps submitted to gamma irradiation

Estabilidade físico-químicas de polpas de araçá boi (eugenia stipitata) submetidas a irradiação gama / Physico-chemical stability of araçá boi (eugenia stipitata) pulps submitted to gamma irradiation

Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 6, n.6, p.36861-36874 jun. 2020. ISSN 2525-8761 como alternativa para a preservação anti-microbiana. A maioria das frutas e hortaliças in natura toleram tratamento de irradiação na dose mínima de 0,25 kGy (quilogray) sem sofrer alteração em sua qualidade. A dose 2,25 kGy já pode prejudicar a sua qualidade (Lacroix; Ouattara, 2000). A radiação gama diminuiu significativamente os níveis de contaminação de bactérias aeróbicas e de coliformes em sucos frescos e prontos para consumo de couve e de cenoura estocados a 10°C durante 3 dias, sendo que as doses de 3 a 5 kGy prolongaram sua vida de útil em 3 dias e não provocaram alterações sensoriais e nutricionais (Song et al., 2007). Frutos de buriti-do-brejo submetidos a 1,0 KGy de radiação gama apresentaram melhor conservação (Lima et al., 2009). Os autores observaram que embora tenha ocorrido redução na concentração de carotenoides totais do fruto, o seu teor final ainda pode ser considerado alto (22720,00 µg carotenoides 100 g-1).
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Análise anatômica e histoquímica de sementes maduras de Eugenia stipitata ssp. sororia Mc Vaugh (araçá-boi) - Myrtaceae   / Anatomical and histochemical analysis of mature seeds of Eugenia stipitata ssp. sororia Mc Vaugh (araçá-boi) - Myrtaceae

Análise anatômica e histoquímica de sementes maduras de Eugenia stipitata ssp. sororia Mc Vaugh (araçá-boi) - Myrtaceae / Anatomical and histochemical analysis of mature seeds of Eugenia stipitata ssp. sororia Mc Vaugh (araçá-boi) - Myrtaceae

A grande importância econômica das mirtáceas brasileiras está nos seus frutos comestíveis, algumas com mercado garantido como Psidium guajava (goiaba), Myrciaria cauliflora (jabuticaba) e Eugenia uniflora (pitanga). Porém outras vêm se destacando como Eugenia stipitata (araçá-boi) com grande potencial de aproveitamento agroindustrial por apresentarem boas características físico- químicas e atributos sensoriais de boa aceitabilidade (ROGEZ et al., 2004; SOUZA FILHO et al., 2002). O araçá-boi é um arbusto de até 2,5 metros de altura, nativa da Amazônia peruana e encontrada em estado silvestre em várias partes da região amazônica. Completamente adaptada ao clima quente e úmido, produz flores e frutos o ano inteiro (MENDONÇA et al., 2001).
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Fenologia e produtividade do araçá-boi (Eugenia stipitata, Myrtaceae) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade do araçá-boi (Eugenia stipitata, Myrtaceae) na Amazônia Central.

Vingamento médio anual (±desvio padrão) dc frutos de araçá-boi (Eugenia stipitata) dc 1985 a 1990, com as médias anuais de pluviosidade mensal (mm) c insolaçào mensal (h) no período...[r]

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Morfologia, germinação e teor de água das sementes De Araçá-boi (Eugenia Stipitata Ssp. Sororia).

Morfologia, germinação e teor de água das sementes De Araçá-boi (Eugenia Stipitata Ssp. Sororia).

A biometria das plântulas baseou-se em 25 indivíduos, escolhidos pelo bom estado fitossanitário, dentro dos seguintes parâmetros: altura da parte aérea, diâmetro do colo, número tota[r]

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Quality of seeds and seedlings of Cedrela fissilis Vell. due to the biometry of berry and seeds in different origins

Quality of seeds and seedlings of Cedrela fissilis Vell. due to the biometry of berry and seeds in different origins

Cedrela fissilis é espécie nativa do Brasil com uso destacado no setor madeireiro e na recuperação de áreas degradadas, existindo a necessidade de melhor entendimento das diferenças e ganhos genéticos que pode haver em relação a diferentes procedências e progênies. O objetivo do estudo foi analisar a biometria de frutos e sementes de Cedrela fissilis em função de diferentes procedências e matrizes relacionando com o crescimento inicial de mudas, além de avaliar o melhor fotoperíodo na germinação. As sementes foram coletadas em matrizes de duas procedências (Fernandes Pinheiro e Lapa) para biometria e peso de mil sementes por matriz. Sementes das duas procedências foram submetidas a distintos fotoperíodos (12, 16 e 24 horas de luz branca e 24 horas no escuro), sendo avaliada a germinação e o Índice de Velocidade de Germinação (IVG). O crescimento inicial das mudas foi avaliado através da medição de características morfológicas a cada 30 dias após a repicagem das plântulas. Os experimentos foram realizados em delineamento inteiramente casualizado e os dados submetidos à análise de variância ao nível de 5%, sendo as médias comparadas pelo teste de Tukey e/ou regressão polinomial. Houve diferença biométrica de frutos e sementes entre as matrizes, não havendo relação com a procedência. Quanto a taxa de germinação e IVG entre as procedências, Fernandes Pinheiro apresentou os melhores resultados. Em relação ao fotoperíodo, não existiu diferença na germinação em relação aos níveis de luz, sendo o IVG maior para sementes germinadas no escuro. A procedência Fernandes Pinheiro obteve maior crescimento inicial das mudas em relação à procedência Lapa e esta
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