Top PDF Composição corporal e alimentar do Matrinxã, Brycon cephalus (Günther, 1869), na Amazônia central.

Composição corporal e alimentar do Matrinxã, Brycon cephalus (Günther, 1869), na Amazônia central.

Composição corporal e alimentar do Matrinxã, Brycon cephalus (Günther, 1869), na Amazônia central.

matrinxã, Brycon cephalus (Günther, 1869), capturados ao longo de um ciclo hidrológico nos rios Negro e Solimões.. Entre as sementes, as duas espécies de Hevea (H. 4).[r]

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Crescimento, desenvolvimento gonadal e composição muscular de matrinxãs (Brycon cephalus) submetidos à restrição alimentar e realimentação durante um ano.

Crescimento, desenvolvimento gonadal e composição muscular de matrinxãs (Brycon cephalus) submetidos à restrição alimentar e realimentação durante um ano.

Neste trabalho, avaliou-se o efeito da restrição de ração alternada com realimentação no crescimento, desenvolvimento gonadal e composição muscular de matrinxãs (Brycon cephalus) adultos, de ambos os sexos, durante um ano (janeiro de 1998 a janeiro de 1999). Foram utilizados 135 peixes, separados em dois grupos: controle, alimentado diariamente até aparente saciação, e experimental, submetido ininterruptamente a ciclos de três dias de alimentação/2 dias de restrição de ração (40% de restrição ao mês). Foram realizadas 7 amostragens, nas quais foram utilizados 8 a 10 peixes por grupo. Após anestesia, os peixes foram pesados e as gônadas foram retiradas para determinação do IGS, sexo e fase do ciclo reprodutivo. Porções dos músculos branco e vermelho foram retiradas para determinação da porcentagem de lipídio total, proteína bruta, matéria seca e umidade. Os resultados mostraram que a estratégia alimentar utilizada não afetou o crescimento, o desenvolvimento gonadal e a composição muscular do matrinxã. A restrição de ração seguida por realimentação parece ter desencadeado mecanismos de ajuste metabólico para melhor utilização do alimento e aporte suficiente de energia para o crescimento, processo de maturação gonadal e composição corporal. É possível estabelecer formas de manejo alimentar mais econômicas para o matrinxã sem que processos fisiológicos importantes sejam afetados.
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Composição corporal de tambaqui, Colossoma macropomum, e matrinxã, Brycon cephalus, em sistemas de cultivo intensivo, em igarapé, e semi-intensivo, em viveiros.

Composição corporal de tambaqui, Colossoma macropomum, e matrinxã, Brycon cephalus, em sistemas de cultivo intensivo, em igarapé, e semi-intensivo, em viveiros.

O desempenho dos peixes nos dois sistemas de cultivo foi determinado por intermédio dos seguintes parâmetros: ganho em peso médio no período, obtido pela diferença do peso médio final e inicial de cada período considerado (o ganho em peso diário, foi obtido pela divisão do ganho em peso médio no período pelo número de indivíduos e de dias do respectivo período); conversão alimentar aparente, obtida dividindo-se a quantidade de ração fornecida aos peixes pela biomassa média existente na unidade experimental e eficiência da utilização protéica da dieta, determinada dividindo-se o ganho em peso pela percentagem de proteína ingerida durante o período experimental. A determinação da composição corporal dos juvenis de tambaqui e matrinxã, nos dois sistemas de cultivo, foi feita em filé e em peixe inteiro. Uma amostra de 5% da população de peixes foi escolhida aleatoriamente de cada unidade experimental, em cada sistema de cultivo, para estas determinações. Estas amostragens foram realizadas no início, meio (78 o dia) e final do experimento (170 o dia). As amostras foram acondicionadas em sacos plásticos, rotuladas e congeladas em freezer a -18 o C para posterior análise. As amostras (filé e peixe inteiro) foram inicialmente moídas e homogeneizadas para a determinação da umidade, em estufa a 105 o C, até peso constante, proteína bruta (método de Kjeldahl), lipídio ou extrato etéreo (método de Soxhlet), cinzas em mufla a 550 o C, até peso constante. Todas estas determinações foram feitas segundo a AOAC (1975) e os valores obtidos representam a média de três determinações por amostra.
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Avaliação de níveis protéicos para a nutrição de juvenis de matrinxã (Brycon cephalus).

Avaliação de níveis protéicos para a nutrição de juvenis de matrinxã (Brycon cephalus).

O matrinxã (Brycon cephalus – Gunther, 1869), é uma espécie de peixe nativa da bacia Amazônica que tem despertado grande interesse entre pesquisadores e piscicultores de todo o Brasil. A crescente demanda pelo cultivo desta espécie em ambiente controlado se deve, principalmente, à sua pronta adaptação ao cativeiro e à aceitação de alimentos artificiais, tanto de origem vegetal quanto animal, ao lado do seu elevado valor comercial. Contudo, para ser um empreendimento comercial bem sucedido, o alimento a ser fornecido a esta espécie deve atender a suas necessidades em proteína e permitir elevados ganhos de peso em períodos curtos. O experimento foi conduzido na estação de aqüicultura da Embrapa Amazônia Ocidental. Foram testados cinco níveis de proteína bruta (16, 19, 22, 25 e 28%) em dietas isocalóricas (EB = 390 kcal/100g) em um delineamento experimental inteiramente casualizado com três repetições para cada tratamento. Os resultados obtidos após 210 dias de estudo mostraram que a dieta contendo 28 % de proteína bruta promoveu o maior ganho de peso, melhor conversão alimentar e mais alto crescimento corporal entre os níveis testados, indicando que este nível protéico atendeu satisfatoriamente às necessidades de proteína para esta espécie, nas condições deste experimento.
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Efeitos da natação sustentada no crescimento, na densidade de estocagem e na composição corporal em juvenis de matrinxã, Brycon amazonicus. Aspectos adaptativos e respostas metabólicas.

Efeitos da natação sustentada no crescimento, na densidade de estocagem e na composição corporal em juvenis de matrinxã, Brycon amazonicus. Aspectos adaptativos e respostas metabólicas.

Por outro lado, o não aumento de lactato nos juvenis de matrinxã durante os 90 dias de experimento, independente da velocidade de natação, indica que as fibras vermelhas oxidativas foram recrutadas antes das fibras glicolíticas (fibras brancas). As fibras brancas são utilizadas em condições que exigem movimentos rápidos como na fuga de predadores, na caça de presas e na ultrapassagem de obstáculos durante a piracema. Isso sugere que uma significativa parcela do lactato produzido pela glicogenólise muscular, ou pela glicólise anaeróbica no músculo, é metabolizada “in situ” ou seja, durante o exercício de natação sustentado, o músculo esquelético foi o principal local de produção e de remoção de lactato. E a participação do ciclo de Cori, no metabolismo do lactato e no controle da glicemia, é de pouca importância, como relatado por CORNISH & MOON, (1985) e MILLIGAN & McDONALD (1988) para enguias, (Anguilla rostrata). Ainda, a participação de outra via metabólica pouco estudada mesmo em mamíferos, a neoglicogeniogênese, que consiste na utilização do lactato pela própria célula muscular para a formação do glicogênio (XAVIER et al., 2002), possivelmente explicaria o aumento de 3 e 25% no conteúdo de glicogênio do músculo branco e do músculo vermelho nos grupos de peixes que nadaram nas velocidades entre 1,0 a 1,5 cc/seg quando comparados ao grupo controle.
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Population dynamics of matrinxã Brycon amazonicus (Characidae) in Central Amazon.

Population dynamics of matrinxã Brycon amazonicus (Characidae) in Central Amazon.

Sejam confirmadas como unidades populacionais se- paradas ou não, os resultados indicam que a espécie ainda se encontra sub-explotada para geração de rendimentos máxi- mos. Porém, considerando a insipiência do sistema de contro- le da pesca por parte dos gestores e as deficiências no monitoramento da atividade e dos recursos, recomenda-se que as atuais taxas de explotação pesqueira (F/Z) sejam mantidas. Mais estudos comparativos por sub-sistemas, tanto genéticos quanto de crescimento utilizando estruturas rígidas, são necessários para que se possa fazer comparações estatísti- cas, permitindo inferir com mais segurança sobre aumento ou redução do esforço em cada sub-sistema, além de definir as unidades populacionais mais seguramente. Também deve-se ter clareza na definição dos objetivos do uso da espécie e que rendimentos máximos não são compatíveis com uma pesca de subsistência importante, a qual requer maiores densidades de peixes no ambiente para garantia da segurança alimentar da família (C ADDY & M AHON 1996) ou mesmo com os propósi-
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Variação periódica da triiodotironina (T3) plasmática e sua ação na reprodução induzida do matrinxã, Brycon cephalus (Günther, 1869) em cativeiro.

Variação periódica da triiodotironina (T3) plasmática e sua ação na reprodução induzida do matrinxã, Brycon cephalus (Günther, 1869) em cativeiro.

Utilizaram-se as larvas de Brycon cephalus, provenientes da reprodução induzida para verificação do crescimento e sobrevivência. Com aproximadamente 30 horas após a eclosão, as larvas foram transferidas para 10 aquários de 39,7 L (28 x 33 x 43 cm), com aeração constante, sendo usados dois tratamentos, com cinco repetições, em um delineamento inteiramente casualizado, sendo colocadas 10 larvas por litro de água, ou seja aproxi- madamente 200 larvas/aquário. No início deste acom- panhamento, as larvas apresentavam abertura bucal e absorção parcial do saco vitelínico. Os tratamentos 1 e 2 são descritos a seguir: 1) larvas procedentes de fêmea que recebeu T3 e extrato pituitário de carpa (EPC) e 2) larvas procedentes de fêmea que recebeu apenas o EPC.
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Composição corporal, gasto energético, ingestão e comportamento alimentar em adolescentes atletas de ginástica rítmica da cidade de Ribeirão Preto – SP

Composição corporal, gasto energético, ingestão e comportamento alimentar em adolescentes atletas de ginástica rítmica da cidade de Ribeirão Preto – SP

SIMEÃO JÚNIOR, C. A. Composição corporal, gasto energético, ingestão e comportamento alimentar em adolescentes atletas de ginástica rítmica da cidade de Ribeirão Preto – SP. 2012. 73 f. Tese (Doutorado em Alimentos e Nutrição) – Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Araraquara, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2012. Os transtornos alimentares são doenças altamente associadas ao ideal estético supervalorizado atualmente e afetam principalmente adolescentes do sexo feminino. No contexto competitivo, em modalidades desportivas, como a ginástica rítmica, a prevalência de transtornos alimentares e a percepção distorcida da imagem corporal são muito comuns, devido aos processos de treinamento e competição que geram a necessidade de manipular a alimentação e o peso corporal na tentativa de aperfeiçoar a performance. O objetivo deste estudo foi avaliar: composição corporal; gasto energético em repouso; atividade física habitual; imagem corporal; ingestão e comportamento alimentar de adolescentes atletas de ginástica rítmica na cidade de Ribeirão Preto – SP. A amostra foi composta de 12 sujeitos, todos do sexo feminino, com idades entre 10 e 19 anos. Foram aplicados testes e realizados cálculos para analisar as variáveis: medidas antropométricas, gasto energético, atividade física e a ingestão e comportamento alimentar. Verificaram-se características antropométricas específicas para a modalidade como: ginastas com estatura mediana; baixo percentual de gordura; elevada quantidade de massa livre de gordura; elevado número de horas na semana dedicadas ao treinamento e gasto energético diário em repouso similar aos trabalhos existentes na literatura. Quanto aos hábitos alimentares sugerem atenção especial em relação ao consumo alimentar. Dentre as avaliadas o consumo inferior foi observado nos seguintes grupos de alimentos: 41,66% de leite, queijo e iogurte; 41,66% cereais, pães e tubérculos; 50,00% de verduras e legumes; 41,66% de frutas; 16,66% de carnes; 16,66% de feijões sendo este o percentual de atletas com valores abaixo da recomendação. Apresentaram consumo superior 50,00% das atletas para o grupo de doces e açúcares. Entre as adolescentes 25,00% foi diagnosticado escore positivo para a presença de transtornos alimentares e 58,33% alterações relacionadas à insatisfação de sua imagem corporal. Contudo, sugere-se que sejam realizados estudos mais aprofundados, desenvolvidos com jovens atletas, assim como, avaliações constantes do estado nutricional, dos hábitos alimentares, e a conscientização por parte de familiares e treinadores, a fim de prevenir o desenvolvimento dos distúrbios do comportamento alimentar e dos níveis de satisfação quanto à imagem corporal, evitando que tais comportamentos exerçam influência negativa na saúde e desempenho destas adolescentes atletas.
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Seminal Analysis, Cryogenic Preservation, and Fertility in Matrinxã Fish, Brycon cephalus (Günther, 1869)

Seminal Analysis, Cryogenic Preservation, and Fertility in Matrinxã Fish, Brycon cephalus (Günther, 1869)

Adult specimens (three years-old) of B. cephalus from the broodstock of CEPTA - Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros Continentais - IBAMA, Pirassununga, São Paulo, Brazil were used as semen donors. They were kept in 1000-m 2 tanks and fed with commercial pellets (30% protein content) until the beginning of reproduction. Spermiation was induced by one injection of 1mg of carp pituitary extract (CPE) per kg of body weight. After 6 h, semen was collected by gentle abdominal pressing and stored in sterilized test tubes.
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FILOGENIA CITOGENÉTICA E MOLECULAR DE Brycon devillei, Brycon ferox, Brycon insignis, Brycon opalinus e Brycon vermelha (CHARACIDAE: BRYCONINAE) DO LESTE DO BRASIL

FILOGENIA CITOGENÉTICA E MOLECULAR DE Brycon devillei, Brycon ferox, Brycon insignis, Brycon opalinus e Brycon vermelha (CHARACIDAE: BRYCONINAE) DO LESTE DO BRASIL

A subfamília Bryconinae, pertencente à família Characidae, inclui espécies distribuídas nas bacias hidrográficas da América do Sul e Central [1, 2]. Com históricas exclusões e inclusões de gêneros, esta subfamília é considerada taxonomicamente confusa [3]. Em uma tentativa de agrupar os gêneros Chalceus e Brycon, Eigenmann [4] foi o primeiro a utilizar o termo Bryconinae. Porém, Géry [5] em uma análise prévia, propôs o epíteto Chalceinae para agrupá-los. Em uma reanálise de Chalceus e Brycon em 1977 este mesmo autor [6] retoma o termo Bryconinae e cria três tribos: Bryconini, Salminini e Triportheini. Em 1990 Uj [7] eleva Bryconinae ao nível de família, incluindo também os gêneros Catabasis, Lignobrycon, Salminus, Triportheus, Chilobrycon, Bryconexodon. Em 2003 Lima [1] reconsidera válida a subfamília Bryconinae, formada por 43 espécies subdivididas em três gêneros: Brycon Müller & Troschel, 1844, com 41 espécies; Chilobrycon Géry & de Rham, 1981 e Henochilus Garman, 1980, como gêneros monotípicos, e considera Salminus como incertae sedis.
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Impacto da exposição crônica ao fenol no metabolismo, fisiologia e resposta ao estresse de juvenis de Matrinxã (Brycon cephalus: Teleostei; Characidae).

Impacto da exposição crônica ao fenol no metabolismo, fisiologia e resposta ao estresse de juvenis de Matrinxã (Brycon cephalus: Teleostei; Characidae).

são os aminoácidos (MORAES et al., 2002). Neste trabalho verificamos que o conteúdo de aminoácidos no fígado e no plasma diminuiu significantemente. Isso pode significar que parte dos aminoácidos produzidos pela hidrólise de proteínas está sendo utilizada como substrato para neoglicogênese. A glicose resultante é utilizada principalmente para manter a glicemia. Um estudo com O. mossambicus mostra que as concentrações de aminoácidos hepáticos aumentam após 24 horas de exposição ao fenol e depois caem gradualmente em 48 e 96 horas (RAVICHANDRAN et al., 1994). Nesse estudo, as concentrações não chegam a ser menores que as do controle, mas isso pode estar relacionado com os diferentes hábitos dos peixes em questão. A tilápia é uma espécie mais calma, enquanto o matrinxã é um peixe que apresenta constante atividade e, portanto, uma maior demanda metabólica. Esses dados também podem ajudar a entender porque apesar de haver um aumento significativo na atividade das duas transaminases no músculo branco, indicando aumento de proteólise, não houve aumento na concentração muscular de aminoácidos livres. Pode ser que os aminoácidos liberados pela proteólise estejam sendo consumidos para gerar energia.
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Efeito da dieta suplementada com vitamina E e cobre nas respostas metabólicas e antioxidantes de matrinxã, Brycon cephalus (Gunther, 1869), frente à hipóxia.

Efeito da dieta suplementada com vitamina E e cobre nas respostas metabólicas e antioxidantes de matrinxã, Brycon cephalus (Gunther, 1869), frente à hipóxia.

hematological variables [hematocrit (Hct), hemoglobin concentration ([Hb]), red blood cells (RBC), mean corpuscular volume (MCV), mean hemoglobin concentration (MHC) and mean corpuscular hemoglobin concentratrion (MCHC)]; metabolic changes such as concentrations of glucose, lactate, piruvate, ammonia, glycogen and protein in liver, red and white muscles and plasma (exception of glycogen) and, the oxidative stress parameters as concentration of peroxide lipids (HP), activity of superoxide dismutase (SOD), glutathione peroxidase (GHS-Px) and catalase (CAT) (exception in plasma) in the same tissues, including the gills and heart. The diets E and E+Cu may increase the aerobic capability of matrinxã when in hypoxic condition as there were increases of [Hb] and MCHC in group E+Cu and an increase in MCHC in E accompanied by an increase in the pyruvate and no change in lactate in most of tissues of fish fed wit supplemented diets. These results support the view that the both supplemented diets, and mainly the E+Cu, seem to increased the aerobic capacity of matrinxã during hypoxia. Hypoxia increased HP concentration only in the plasma and the supplemented diet change the oxidative stress, hematological and metabolical parameters. The diet E reduced HP concentration in the heart and red muscles during hypoxia and the diet E+Cu increased the enzyme concentration and activity without generated HP increase, even in conditions of higher aerobic metabolism. The obtained results suggest that the supplemented diets increased the aerobic capacity of matrinxã during hypoxia without increasing oxidative stress, while the metabolic adjustments front to the reduced concentration of O 2 had been efficient to maintain the O 2 delivery to the tissues since
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Tocoferois do músculo dorsal e cavidade ocular do matrinxã (Brycon cephalus) proveniente da Bacia Amazônica em diferentes épocas sazonais.

Tocoferois do músculo dorsal e cavidade ocular do matrinxã (Brycon cephalus) proveniente da Bacia Amazônica em diferentes épocas sazonais.

As razões para o maior acúmulo de α- tocoferol em tecidos animais constituem-se, atualmente, assunto de investigação. Baseando-se nas pesquisas atuais, há um consenso entre cientistas de que a preferência de acumulação de α-tocoferol ocorre na maior parte no fígado onde proteína de transferência (α-TTP) foi identificada nos ratos (PACKER et al., 2001). Verifica-se que a α-TTP apresenta elevada afinidade pelo α-tocoferol, resultando na incorporação preferencial desta forma isomérica nas lipoproteínas, que as transportam aos demais tecidos. Segundo NG et al. (2004), a possível existência da α-TTP no fígado de African catfish (Clarias gariepinus), embora a isolação de tal proteína em peixes ainda não tenha sido relatada, constitui-se na provável explicação para o maior acúmulo de α-tocoferol no músculo de African catfish. Essa consideração, também poderá cogitada para uma possível explicação do maior teor de α- tocoferol encontrado no músculo de matrinxã, tanto
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A alimentação de juvenis de matrinxã, Brycon amazonicum (Pisces, Characidae), em áreas inundadas da Ilha de Marchantaria, Amazonas, Brasil.

A alimentação de juvenis de matrinxã, Brycon amazonicum (Pisces, Characidae), em áreas inundadas da Ilha de Marchantaria, Amazonas, Brasil.

Estudou-se a dieta de 44 exemplares de juvenis de Brycon amazonicum (de 15 a 50mm de C.P), em áreas inundadas da Ilha de Marchantaria, no rio Solimões. Os peixes foram capturados com rede-de-mão com 30cm de diâmetro e cabo de 2 metros de comprimento. As análises foram baseadas em Freqüência de Ocorrência (%) e no número de presas. A dieta foi analisada pelo tamanho (C.P. (mm)) e por data de captura usando uma ANOVA com dois fatores. A data de captura explicou a oscilação no número de presas ingeridas pelos juvenis. A análise qualitativa mostrou poucas mudanças na dieta nesta fase de desenvolvimento. Verificou-se que B. amazonicum apresenta amplo espectro alimentar e que regula o número de presas na dieta de acordo com a disponibilidade dessas presas no ambiente.
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Alterações da concentração plasmática de leptina e sua associação com a insulina:...

Alterações da concentração plasmática de leptina e sua associação com a insulina:...

BASKIN, 2000) que aumentam (orexígenos) ou diminuem (anorexígenos) a ingestão alimentar (NEGRÃO & LICINIO, 2000). Os neuropeptídeos orexígenos não apenas estimulam a ingestão alimentar, mas também diminuem o gasto energético. Os neuropeptídeos anorexígenos agem de forma oposta, diminuindo o consumo alimentar e aumentam o gasto energético (BENOIT et al., 2004). Os neuropeptídeos orexígenos primários são o neuropeptídeo Y (NPY) e o peptídeo agouti (AgRP); já os neuropeptídeos anorexígenos são da família das melanocortinas: o precursor POMC (pró-opiomelanocortina), com seu produto de clivagem α -MSH (hormônio alfa- melanócito-estimulante) e o transcrito relacionado à cocaína e à anfetamina (CART) (HALPERN, RODRIGUES & DA COSTA, 2004). Os neuropeptídeos α -MSH e CART do núcleo arqueado possuem conexões inibitórias curtas com os neuropeptídeos NPY e AgRP e conexões inibitórias longas com neurônios localizados no núcleo hipotalâmico lateral (LH), além de possuírem conexões excitatórias longas com neurônios do núcleo paraventricular (PVN). Já os neuropeptídeos NPY e AgRP parecem possuir apenas conexões inibitórias longas com o PVN e excitatórias longas com o LH (VELLOSO, 2006). As conexões de ambos os tipos de neuropeptídeos se fazem com duas sub- populações distintas de neurônios de secundários, tanto do PVN quanto no LH (SCHWARTZ et al., 2000). No PVN, existem neurônios que expressam neurotransmissores CRH (hormônio liberador da corticotrofina) e TRH (hormônio liberador da tireotrofina), os quais têm funções anorexigênicas e pró-termogênicas, aumentando o gasto energético (VELLOSO, 2006). Já no LH, há também duas sub- populações distintas que expressam a orexina e a MCH (hormônio concentrador de melanina), as quais desempenham funções orexigênicas e anti-termogênicas (VELLOSO, 2006).
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Enriquecimento da alimentação das larvas de matrinxã (Brycon amazonicus) com aminoácidos: influência no crescimento inicial e sobrevivência das larvas

Enriquecimento da alimentação das larvas de matrinxã (Brycon amazonicus) com aminoácidos: influência no crescimento inicial e sobrevivência das larvas

O matrinxã (Brycon amazonicus) (SPIX & AGASSIZ, 1829) é um peixe da Bacia Amazônica, muito apreciado pela qualidade da carne e por sua esportividade na pesca. A espécie tem hábito alimentar onívoro, alimentando-se de frutos, sementes e insetos. É um peixe que, no ambiente natural, migra para reproduzir-se, depois que sai de pequenos afluentes de água preta para rios de águas brancas ou turvas, no período que antecede a desova (GOULDING, 1979). Destaca-se pelo crescimento rápido e aceitação de ração artificial. Embora a reprodução induzida do matrinxã já seja realizada com sucesso (BERNARDINO et al., 1993), ainda existem dificuldades na larvicultura, durante a alimentação inicial das larvas, especialmente na primeira semana de vida (SENHORINI et al., 1998). Esta dificuldade gera altas taxas de mortalidade e está relacionada, entre outros aspectos, ao canibalismo que chega, muitas vezes, a inviabilizar a produção. Esse comportamento tem causado prejuízo econômico para a piscicultura (SMITH & REAY, 1991).
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Tempo de migração dos macrófagos em matrinxã, Brycon amazonicus, por meio da técnica de inoculação de leveduras Saccharomyces cerevisiae.

Tempo de migração dos macrófagos em matrinxã, Brycon amazonicus, por meio da técnica de inoculação de leveduras Saccharomyces cerevisiae.

Na aquicultura são utilizados análises da ativação e incremento da migração de macrófagos, com intuito de verificar a capacidade imunológica inespecífica dos peixes frente a um desafio. Neste sentido, o objetivo deste estudo foi determinar o tempo de migração de monócitos/macrófagos para a cavidade peritoneal em matrinxã, Brycon amazonicus, por meio da técnica de inoculação de leveduras Saccharomyces cerevisiae, e verificar as possíveis alterações dos parâmetros hematológicos após o estímulo. Foram utilizados 30 matrinxãs com peso médio de 101,55 ± 24,50 g e comprimento médio de 19,75 ± 1,72 cm. os tempos de inoculação utilizados foram 2, 4, 8 e 12 horas, sendo utilizados 6 animais por tempo. após os períodos de incubação (2, 4, 8 e 12 horas), os exemplares foram anestesiados e alíquotas de sangue foram coletadas por punção do vaso caudal, para a análise: número total de células, contagem diferencial e total dos leucócitos e contagem total de trombócitos, hematócrito, taxa de hemoglobina e índices hematimétricos (vCM, HCM e CHCM). os resultados mostram que a capacidade fagocítica do macrófago não apresentou diferenças significativas entre os tempos experimentais. Com relação ao índice fagocítico, o tempo de 2 horas representa o tempo em que os macrófagos fagocitaram maior número de leveduras com diferenças significativas em relação aos outros tempos experimentais, indicando que este tempo (2 horas) de incubação foi suficiente para a migração e ativação máxima dos macrófagos da cavidade peritoneal, da espécie estudada. os valores do número de eritrócitos apresentaram diferenças entre os tempos de incubação. entretanto, os valores dos outros parâmetros hematológicos não apresentaram diferenças significativas.
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Avaliação de três anestésicos para espécies de peixes reprodutores utilizando o método de imersão

Avaliação de três anestésicos para espécies de peixes reprodutores utilizando o método de imersão

Todos os pacus, matrinxãs e tilápias tailandesas, para os três anestésicos testados, em todas as concentrações avaliadas, ao serem acondicionados nas caixas de isopor contendo os fármacos e suas respectivas concentrações, inicialmente ficaram hiperativos. Devido a essa hiperatividade, assim que os peixes foram acondicionados nas caixas, estas foram imediatamente fechadas para evitar o desperdício das concentrações anestésicas. Após a tranquilização dos animais, as tampas das caixas foram retiradas, para posterior observação do comportamento, o qual foi evidenciado pela perda dos movimentos das nadadeiras até que os peixes ficassem sem equilíbrio, posicionando-se para um lado. Devido à necessidade de fechar as caixas logo que os peixes foram acondicionados para serem induzidos à anestesia, os movimentos operculares destes animais não foram observados nesta etapa. VIDAL et al. (2007a) e VIDAL et al. (2008) ao estudarem, respectivamente, juvenis de matrinxã com 3,31 ± 0,57 g e juvenis de tilápia-do- nilo, com peso médio de 5,34 g, também observaram essa hiperatividade utilizando o eugenol como anestésico. Segundo Collins (1978), essa hiperatividade é o primeiro comportamento observado em um animal submetido à anestesia geral.
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Efeitos do exercício físico moderado e da suplementação da dieta com vitamina C no crescimento e no metabolismo de matrinxã, Brycon cephalus (Günter, 1869) (Teleostei:Characidae).

Efeitos do exercício físico moderado e da suplementação da dieta com vitamina C no crescimento e no metabolismo de matrinxã, Brycon cephalus (Günter, 1869) (Teleostei:Characidae).

Nos grupos Exe ocorreu diminuição significativa do ILS, acompanhados pelo aumento do fator de condição aparente (FCA) (Tabela 6). Assim, pode-se supor que o crescimento dos animais que foram mantidos em exercício foi promovido pelo aumento das reservas nutricionais, tanto no músculo quanto no fígado, e não pelo aumento da gordura perivisceral. Este aumento das reservas nutricionais no músculo é de grande importância para o produtor, por ser a obtenção da carne dos peixes o objetivo final principal. Devido a algumas alterações na composição da musculatura dos animais mantidos em exercício, pode ocorrer também melhora no sabor da carne, além de mudanças em sua textura (JOHNSTON, 1999; JOHNSTON et al., 2000 a,b; BJØRNEVIK et al., 2003). Segundo CHRISTIANSEN et al. (1989), Salvelinus alpinus exercitados entre 1,1 a 2,3 BL.s -1 , apresentaram aumento na taxa de crescimento e isto, provavelmente, estava associado com a diminuição dos níveis totais de lipídios corporais e com os níveis elevados de proteína corporal. Isto sugere que o aumento do crescimento resultante do exercício sustentado pode ser, em parte, conseqüência da mudança induzida pela natação na alocação de energia dos depósitos de gordura para a produção de tecido muscular. Este processo acima citado pode ter ocorrido nos matrinxãs dos grupos exercitados no presente estudo, já que houve tanto crescimento, quanto diminuição do ILS nestes animais (Tabelas 4, 5 e 6).
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Impacto da dieta dissociada no índice internacional de qualidade da dieta e nos biomarcadores de estresse oxidativo

Impacto da dieta dissociada no índice internacional de qualidade da dieta e nos biomarcadores de estresse oxidativo

Portanto, o controle da ingestão alimentar evita sobrecargas metabólicas e é extremamente importante para manter as concentrações de EROS/ERNS dentro da faixa fisiológica normal (Droge, 2002; Paravicini e Touyz, 2008). Além disso, várias vias de geração de estresse oxidativo são ativadas pela hiperglicemia observada na obesidade e associado ou não com o diabetes mellitus tipo 2 (Mohanty et al., 2000). Por exemplo, é possível constatar que uma avançada glicosilação de produtos finais formados de proteínas, lipídios e ácidos nucléicos, permite que estes produtos se liguem aos receptores na superfície celular e ativem fatores de transcrição intracelulares, como fator nuclear kappa B (NFkB) (Meigs et al., 2007). Este fator é responsável por ativar a proteína C quinase e a transcrição de moléculas de adesão (VCAM-1 e ICAM-1). A ativação destas moléculas, por sua vez, resulta na produção de EROS/ERNS, especialmente no endotélio (Qatanani e Lazar, 2007).
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