Top PDF Dieta cetogênica no tratamento de epilepsias farmacorresistentes.

Dieta cetogênica no tratamento de epilepsias farmacorresistentes.

Dieta cetogênica no tratamento de epilepsias farmacorresistentes.

da dieta cetogênica e sua indicação terapêutica; ter cuidado para que outras pessoas, não orientadas, façam sugestões de alimentos à criança; evitar que a criança entre em contato com alimentos proibidos, por exemplo, em festinhas de aniversário; esclarecer à professora a importância do tratamento, para garantir seu cuidado na hora do lanche e recreio; os cardápios são calculados especificamente para cada indivíduo, não sendo indicados para outras crianças.

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Dieta cetogênica no tratamento das epilepsias graves da infância: percepção das mães .

Dieta cetogênica no tratamento das epilepsias graves da infância: percepção das mães .

Este estudo teve como propósito perceber os sentimentos e dificuldades de mães de crianças com epilepsia resistente ao tratamento medicamentoso em relação à adoção e ao seguimento da dieta cetogênica, bem como auxiliar a influência dessa dietoterapia na rotina familiar. A metodologia utilizada foi a da pesquisa qualitativa, tendo como técnica de coleta de dados a entrevista semi-estruturada, realizada com três mães atendidas pelo Centro de Neuropediatria do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná. Em virtude das características da dieta cetogênica, os resultados mostram que o período inicial, o da sua adoção, é bastante difícil, tanto para a criança como para toda a sua família. Entretanto, com a diminuição das crises epilépticas e a adaptação ao tratamento, uma mudança de sentimentos é observada. O estudo revela também a importância da atuação de profissionais, não apenas com competência técnica mas também com sensibilidade e empatia, no apoio às famílias das crianças em tratamento.
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A dieta cetogênica pode auxiliar no tratamento do câncer? Uma análise crítica

A dieta cetogênica pode auxiliar no tratamento do câncer? Uma análise crítica

com uma paciente de 65 anos diagnosticada com glioblastoma multiforme, o tipo mais comum e agressivo de tumor maligno cerebral que acomete os seres humanos. Concomitantemente ao tratamento padrão (quimioterapia) da doença, durante dois meses, foi prescrita a esta paciente uma dieta cetogênica (4:1 de gordura:carboidrato + proteína) fornecendo 600 kcal/dia. Após a intervenção, níveis reduzidos de glicose no sangue e níveis elevados de cetonas na urina foram verificados, atestando a eficácia da dieta em induzir cetose. No entanto, o resultado mais impressionante está relacionado ao fato de que, após a dieta, nenhum tecido tumoral cerebral discernível foi detectado usando imagens de ressonância magnética, e que imagens detectando a recorrência do tumor foram adquiridas 10 semanas após a suspensão da dieta. Dado que a rápida regressão desta doença é rara em pacientes idosos após o tratamento padrão isoladamente, a resposta observada nesse estudo de caso levou os autores a creem que a mesma provavelmente estava relacionada à ação da dieta cetogênica.
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Avaliação do perfil metabólico, nutricional e efeitos adversos de crianças com epilepsia refratária em uso da dieta cetogênica

Avaliação do perfil metabólico, nutricional e efeitos adversos de crianças com epilepsia refratária em uso da dieta cetogênica

e de triglicérides entre o nível pré-dieta e um mês pós-dieta (Tabela 1). Depois desse período, houve queda do colesterol total e de triglicérides, no decorrer do tratamento, atingindo os níveis mensurados antes da dieta em 90% dos pacientes. Houve, ainda, alteração do perfil metabólico do sódio, da glicemia e da uréia, entre o nível pré-dieta e um mês pós-dieta, mantendo a faixa da normalidade e assim permanecendo no decorrer do estudo. Hematoma de pele é um efeito colateral que tem sido discutido por famílias de pacientes, principalmente nos primeiros três meses da dieta, podendo persistir pelo tempo de tratamento 18 . Durante a pesquisa, um paciente
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DIETA CETOGÊNICA PARA PACIENTES ADULTOS: UM GUIA PRÁTICO

DIETA CETOGÊNICA PARA PACIENTES ADULTOS: UM GUIA PRÁTICO

Introdução: A dieta cetogênica é um tratamento adjuvante para pacientes pediátricos com epilepsia e pode ser vantajoso para adultos. Objetivos: Fazer uma revisão bibliográfica narrativa de estudos envolvendo o tema Dieta Cetogênica (DC) no tratamento de pacientes com epilepsia adultos e disseminar o conhecimento deste tratamento. Métodos: Fez-se uma revisão de artigos publicados, sem limite de tempo, nas bases de dados eletrônicas Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (Medline/PubMed), Google Acadêmico e The Scientific Electronic Library Online (SciELO). O primeiro passo foi a busca pelos descritores “ketogenic diet”, “ketogenic diet for adults”, “modified Atkins diet”, “modified Atkins diet for adults”, “medium chain tryglyceride diet”, “low glycemic index treatment”, “dieta cetogênica”, “dieta cetogênica em adultos”, “dieta de Atkins modificada” e “dieta de Atkins modificada em adultos”. Resultados: Encontrou-se um total de 230 artigos por meio de busca nas bases de dados Medline/PubMed, SciELO e Google Acadêmico. De todos esses 231 artigos apenas 41 deles realmente abordavam o tema “dieta cetogênica em pacientes adultos com epilepsia” e estes foram lidos integralmente. Excluiu-se 189 artigos pois estes não abordavam o tema DC em adultos, abordavam a DC em outras doenças e não somente em epilepsia, utilizavam outra faixa etária que não somente adultos, estavam em outro idioma que não inglês ou português. Dos 41 artigos lidos na íntegra, 17 foram escolhidos para de fato compor o estudo. Conclusão: A dieta cetogênica é um tratamento eficaz e bem tolerado para pacientes adultos com epilepsia.
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EFEITOS DA DIETA CETOGÊNICA À BASE DE TRIENANTINA NOS EPISÓDIOS CONVULSIVOS DE RATOS PORTADORES DE EPILEPSIA INDUZIDA POR PILOCARPINA

EFEITOS DA DIETA CETOGÊNICA À BASE DE TRIENANTINA NOS EPISÓDIOS CONVULSIVOS DE RATOS PORTADORES DE EPILEPSIA INDUZIDA POR PILOCARPINA

Um fato preocupante é que aproximadamente um terço dos pacientes portadores de epilepsia do lobo temporal são refratários ao tratamento medicamentoso disponível atualmente (Waldbaum e Patel, 2010). Nestes casos, precisa-se lançar mão de terapia não medicamentosa, como é o caso da dieta cetogênica (DC). Este tratamento dietético, que foi originalmente descrito como uma terapêutica para epilepsia humana em 1921, por Wilder (Vamecq et al., 2004), consiste de aproximadamente 80% da energia proveniente de lipídeos, em uma proporção média, com o restante dos demais macronutrientes, de 4:1 (lipídeos:carboidrato+proteína). Este alto aporte de calorias derivadas de lipídeos faz com que a produção de ATP seja prioritariamente a partir destes nutrientes, o que induz numerosas alterações no metabolismo de lipídeos, proteínas e carboidratos (Dahlin et al., 2006).
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J. epilepsy clin. neurophysiol.  vol.17 número2

J. epilepsy clin. neurophysiol. vol.17 número2

O uso dessa dieta como tratamento para a epilepsia foi diminuindo gradativamente. Em outubro de 1994, a dieta cetogênica voltou a receber atenção quando uma rede de televisão americana mostrou a história de Charles, um garoto com dois anos de idade que apresentava crises tônico- clônicas, tônica generalizada e mioclônica intratáveis. O pai de Charles, pesquisando por conta própria tratamentos para a epilepsia, encontrou uma referência sobre a dieta cetogênica. Charles iniciou o tratamento com a dieta, ficou livre das crises e logo apresentou progresso em seu desenvolvimento. 80
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS FACULDADE DE NUTRIÇÃO MESTRADO EM NUTRIÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS FACULDADE DE NUTRIÇÃO MESTRADO EM NUTRIÇÃO

A dieta cetogênica clássica, rica em triacilgliceróis de cadeia longa (TCL), é caracterizada por uma alta concentração de lipídeos e, ao mesmo tempo, por uma baixa concentração de carboidratos e proteínas para promover cetonemia/cetonúria, propriedade utilizada no tratamento de várias desordens que afetam o metabolismo e a função cerebral, a exemplo da epilepsia resistente ao uso de medicamentos. Os triacilgliceróis de cadeia média (TCM) são considerados um substrato alternativo aos TCL na elaboração desta dieta, por promoverem um aumento mais rápido nos níveis dos corpos cetônicos sanguíneos. A trienantina é um triacilglicerol de cadeia média do ácido graxo enântico (7:0), utilizada com sucesso em crianças portadoras de síndromes metabólicas herdadas, havendo poucos estudos sobre seus efeitos toxicológicos. A presente dissertação teve como objetivo avaliar a toxicidade do consumo subcrônico da dieta cetogênica à base de trienantina em ratos jovens, sendo desenvolvida na forma de dois artigos. No primeiro, denominado Substituição de TCL por TCM na terapia nutricional: uma ênfase no tratamento cetogênico, apresenta-se uma revisão sobre a dieta cetogênica, confrontando-se dados sobre os efeitos dos TCL e dos TCM, em experimentos animais e ensaios clínicos. A mais rápida cetonemia promovida pelos TCM permite utilizar uma menor quantidade de lipídios e maior de proteínas e de carboidratos, aumentando a palatabilidade da dieta. O efeito da substituição de TCL por TCM sobre parâmetros fisiológicos, como o perfil lipídico sérico, é controverso, necessitando-se de pesquisas adicionais para entendimento da repercussão dessa classe de lipídios sobre a saúde humana. O segundo artigo, intitulado Avaliação toxicológica subcrônica de dieta cetogênica à base de trienantina em ratos jovens, trata do estudo experimental realizado em ratos Wistar, em que foram estabelecidos 3 grupos (n=10), denominados, segundo a dieta recebida, em Controle (dieta padrão AIN-93G), CetoTAGC 7
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O teste oral de tolerância à glicose é frequentemente alterado em pacientes com epilepsia de difícil controle

O teste oral de tolerância à glicose é frequentemente alterado em pacientes com epilepsia de difícil controle

Nossos achados atuais de curvas alteradas de TOTG sugerem que para os pacientes com epilepsia de difícil tratamento, a restrição calórica sozinha, não necessariamente cetogênica seria capaz de influenciar a recorrência as crises. De fato, demonstrou-se recentemente que a restrição calórica de branda a moderada sozinha poderia influenciar significativamente a suscetibilidade de crises num modelo de epilepsia idiopática no rato (28) . Similarmente, Bough e colaboradores (29) também relataram que a restrição calórica branda realçou os efeitos anticonvulsivos da dieta cetogênica (28) nas crises pentilenetetrazol induzida. Finalmente, é preciso indicar que a estabilização dos níveis de glicose, evitando os altos e os baixos, poderia ser crítica para um controle adequado das crises, como foi hipotetizado anteriormente (30) . Nosso relato atual é uma forte evidência a favor de tal hipótese.
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J. epilepsy clin. neurophysiol.  vol.14 número2

J. epilepsy clin. neurophysiol. vol.14 número2

Introdução: A dieta cetogênica (DC) e a dieta de Atkins modificada (DAM) são dietas terapêuticas mun- dialmente utilizadas no tratamento da epilepsia refratária em crianças e adultos. No Brasil estas modalidades de tratamento são pouco indicadas, restringindo a poucos centros. Metodologia: Revisão de literatura sobre a utilização da DC e DAM no tratamento da epilepsia refratária. Conclusões: A DC e a DAM são opções terapêuticas eficazes e seguras no tratamento da epilepsia refratária. O acompanhamento destes pacientes deve ser rigoroso, com equipe treinada, prevendo os riscos potenciais e realizando dietas palatáveis e diver- sificadas.
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Porfiria aguda intermitente: relato de caso e revisão da literatura.

Porfiria aguda intermitente: relato de caso e revisão da literatura.

crise de PAI, entre estes destaca-se a dieta hipocalórica e pobre em carboidratos. Em relação ao tratamento da obe- sidade mórbida, vale salientar que, todos os procedimen- tos cirúrgicos utilizados (restritivo, disabsortivo ou misto) são passíveis de desencadear crise de PAI em função da restrição dietética a que os pacientes são submetidos no pós-operatório. A dor abdominal é o sintoma mais ca- racterístico e geralmente o mais precoce, sendo difusa e possivelmente acompanhada por náuseas e vômitos. Este quadro clínico é comum em pós-operatórios de cirurgias abdominais, porém, nos casos de PAI, a dor frequente- mente é de forte intensidade e não responde a analgésicos usuais que, quando utilizados, podem piorar a crise. Além disso, outros sinais e sintomas como fraqueza muscular, confusão mental e alucinações podem direcionar para o diagnóstico de acordo com o contexto clínico. Incluir PAI no diagnóstico diferencial de distúrbios neurológicos, psi- quiátricos e gastroenterológicos em crises, no qual todos os demais exames estejam normais, contribui para aumentar a chance diagnóstica bem como adequar o tratamento.
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ABORDAGEM DIAGNÓSTICA À DOENÇA DO TRACTO URINÁRIO INFERIOR FELINO: Um estudo retrospectivo entre 2013 e 2014

ABORDAGEM DIAGNÓSTICA À DOENÇA DO TRACTO URINÁRIO INFERIOR FELINO: Um estudo retrospectivo entre 2013 e 2014

Tipo de dieta. Num estudo realizado em gatos com FIC, a recorrência dos sinais clínicos de FLUTD foi significativamente inferior num grupo alimentado uma dieta húmida acidificante (11%) em relação a outro grupo alimentado com uma dieta seca da mesma composição (39%) (Markwell, Buffington, Chew, Kendall, Harte & DiBartola, 1998). O mecanismo responsável por este efeito não está determinado, mas calcula-se que seja o resultado da alteração na concentração e tipo de solutos na urina, assim como as alterações no seu volume (Buffington, Markwell & Smith, 1998). Outros autores afirmam que as modificações na dieta podem reduzir o risco de recidiva em gatos afectados, mas a acidificação da urina através de dietas secas ou a restrição do magnésio não trazem nenhum benefício em gatos com FIC. Não existem evidências para suportar a ideia que cristais de estruvite possam causar dano do urotélio ou piorar os sinais clínicos de FIC. No entanto os cristais de estruvite podem incorporar plugs uretrais obstructivos, logo a utilização de uma dieta com elevada taxa de humidade parece ser prudente em gatos com esta forma da doença. Actualmente, apenas uma dieta comercial se encontra disponível no mercado, mas não existem estudos que comprovem a sua eficácia (Buffington & Westropp, 2010).
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Suporte familiar nas epilepsias

Suporte familiar nas epilepsias

O protocolo cirúrgico nas epilepsias deveria contemplar a compreensão do suporte social que o paciente possui, que será fundamental após a cirurgia para retomada de uma vida mais ativa, caso as crises diminuam ou cessem. Na ausência de suporte social adequado, o paciente terá mais dificuldade para enfrentar os novos desafios e poderá, em algumas situações, ter sua autonomia inviabilizada. Nas epilepsias refratárias, o suporte familiar insatisfatório tolhe o desenvolvimento pessoal do paciente, pois faltará a este quem incentive e legitime suas conquistas.
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O líquido cefalorraqueano nas epilepsias.

O líquido cefalorraqueano nas epilepsias.

32), a repetição do exame demonstrou normalização no primeiro e no últi- mo, persistindo a hiperproteinorraquia, embora em nível não tão elevado, no caso 27; este não retornou mais para[r]

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Metabolismo do cobre nas epilepsias.

Metabolismo do cobre nas epilepsias.

foram apresentados os primeiros resultados, ressaltando o aumento da cupremia e diminuição da cuprorraquia nos pacientes epilépticos, mantendo-se a ceruloplasmina do san- gue em níveis[r]

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Epilepsias parciais familiares.

Epilepsias parciais familiares.

Vários estudos de genética molecular estão em andamento, visando à localização do defeito específico nas várias síndromes. Até o momento pelo menos 18 loci já foram mapeados nas epilepsias idiopáticas. Quatro genes foram identificados, sendo todos relacionados a subunidades de canais iônicos 12-15 . A identificação de um maior número de famílias pode contribuir para que estes estudos

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A genética das epilepsias.

A genética das epilepsias.

dar os mecanismos básicos da epileptogênese, especial- mente a base genética para a expressão patológica em regiões cerebrais localizadas. É muito interessante observar que, ape- sar da pressuposição comum que há um efeito genético maior em epilepsias generalizadas, houve mais progresso na loca- lização dos genes para epilepsias focais do que para epilep- sias generalizadas. 8 .

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Epilepsias generalizadas idiopáticas diagnosticadas incorretamente como epilepsias parciais.

Epilepsias generalizadas idiopáticas diagnosticadas incorretamente como epilepsias parciais.

tanto, o uso destas medicações em pacientes com EGI em geral não controla adequadamente as crises podendo paradoxalmente aumentar a frequência de crises, levando a aumento progressivo das dosagens ou uso de politerapia, proporcionando aumento dos efeitos colaterais e qualidade de vida insatisfatória . O tratamento de escolha das EGI, em particular da EMJ, é o ácido valpróico ou valproato de sódio, que possibilita o controle completo de todos os tipos de crises nesta síndrome em 90-95% dos pacientes 16 .

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Detecção de farinha de vísceras nas fases de alimentação em frangos de corte pela técnica de isótopos estáveis

Detecção de farinha de vísceras nas fases de alimentação em frangos de corte pela técnica de isótopos estáveis

Resumo - O presente trabalho objetivou, identificar a utilização de farinha de vísceras de aves (FV) na dieta de alguma período de criação (pré-inicial, inicial, crescimento e/ou final) de frangos de corte, utilizando os isótopos estáveis do carbono e nitrogênio na análise de sangue e músculo peitoral das aves, coletados semanalmente. Foram utilizados 448 pintos machos (Cobb), com um dia de idade. Os tratamentos experimentais foram: dieta controle (sem inclusão de FV) durante todo o período experimental; dieta com 4% de FV durante todo o período experimental; dieta vegetal até 7 dias e a partir do 8º dia dieta com 4% FV; dieta vegetal até 21 dias, sendo alterada para dieta com 4% FV; dieta vegetal até 35 dias e substituída por dieta com 4% FV; dieta com 4% FV até 7 dias, sendo substituída por dieta vegetal; dieta com 4% FV até os 21 dias, seguida de dieta vegetal; dieta com 4% FV até 35 dias, alterada para dieta vegetal até o final do período experimental. Aos 42 dias, foram separadas ao acaso oito aves (n = 8) por tratamento e coletados sangue e músculo peitoral para realização da análise isotópica. A presença de FV na dieta de algum período de criação das aves foi identificada, a não ser quando a alimentação com FV aconteceu até os 7 dias. A utilização de dois tecidos (sangue e músculo peitoral) é necessária para garantir a detecção da FV na alimentação de frangos de corte nas fases de criação (pré-inicial, inicial, crescimento e final). Para identificar a presença de FV em algum período da alimentação de frangos de corte é necessária a coleta de amostras ao longo dos períodos de criação. A análise estatística linear discriminante é adequada para detectar de FV na alimentação de frangos de corte.
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Efeito do fenofibrato sobre o metabolismo de ratos com ousem indução de esteatose hepática

Efeito do fenofibrato sobre o metabolismo de ratos com ousem indução de esteatose hepática

atividade da enzima por induzir sua expressão no fígado e inibir a expressão hepática da ApoC-III, um inibidor da atividade catalítica da enzima (BOCHER et al, 2002). Esses efeitos sobre a hidrólise e o catabolismo das lipoproteínas ricas em triacilgliceróis contribuem assim, para a redução dos níveis plasmáticos desses lipídios. Estudos recentes têm demonstrado que o tratamento com fenofibrato induz a expressão da LPL em tecidos com altas taxas de oxidação de ácidos graxos como fígado, músculo e coração (BOCHER et al, 2002). Existem poucos e controversos estudos reportando a influência do fenofibrato sobre a atividade da LPL do tecido adiposo. SCHOONJANS et al (1996) relataram que o tratamento com fenofibrato induz a expressão da LPL exclusivamente no fígado, ao passo que STAELS & AUWERX (1992) relataram que a expressão do gene da enzima no tecido adiposo permanece inalterada após tratamento com fenofibrato, e os trabalhos de RIZVI et al. (1997) mostraram que a ativação do PPARα através do fenofibrato causou aumento da atividade da LPL no
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