Top PDF Duas espécies de Digenea de peixes marinhos no Brasil

Duas espécies de Digenea de peixes marinhos no Brasil

Duas espécies de Digenea de peixes marinhos no Brasil

During the course of a study on fish parasites from the coast of Rio de Janeiro State, two species of Digenea, Acanthostomum spiniceps and.. Diplomonorchis sphaerovarium, and a species o[r]

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Ocorrência e caracterização de peixes marinhos da praia de Ponta Negra, Rio Grande do Norte, Brasil

Ocorrência e caracterização de peixes marinhos da praia de Ponta Negra, Rio Grande do Norte, Brasil

A conservação dos estoques de pesca, em seu habitat natural, é normalmente ameaçada pela pesca abusiva de peixes imaturos, que ainda não completaram seu ciclo reprodutivo ( CHELLAPPA et al., 2010) . O Programa REVIZEE SCORE-NE realizou várias pesquisas extensas com o intuito de determinar o estado de conservação dos estoques pesqueiros (LESSA, 2006). As redes de arrasto de praia de malhagens pequenas utilizadas para captura de camarões marinhos, são responsáveis por uma grande captura acidental de peixes imaturos de diferentes espécies de pequeno porte (CHELLAPPA et al., 2010). As comunidades de pescadores dependem da pesca artesanal, em pequena escala, o que reflete seu modo de sustentar seu estilo de vida. Embora seja importante preservar esta pesca tradicional, também é de vital importância à criação de projetos, que permitam uma melhor sustentabilidade, bem como, conservação dos recursos costeiros.
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Prospecção de marcadores citogenéticos em grandes peixes pelágicos marinhos

Prospecção de marcadores citogenéticos em grandes peixes pelágicos marinhos

Conhecidos popularmente no Brasil como tarpões ou camurupins, são peixes marinhos, mas podem habitar estuários, rios e lagoas distribuídos por regiões tropicais costeiras. São espécies predadoras que se alimentam principalmente de peixes e invertebrados, podem ultrapassar 1,80 metros de comprimento cuja longevidade pode atingir os 55 anos de vida (Crabtree et al., 1995). De carne pouco apreciada, geralmente são explorados pela pesca artesanal de subsistência e raramente pela pesca comercial (Ault, 2010). No entanto, estão entre as espécies mais apreciadas para a prática da pesca recreativa ou esportiva. Estudos apontam que a pesca esportiva do tarpão no Golfo do México e sudeste dos Estados Unidos rende para a economia 6 bilhões de dólares americanos e sustenta 100.000 empregos (Ault & Luo, 2013; Chao
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Metacercárias (Platyhelminthes: Digenea) em ESPÉCIES DE PEIXES ORNAMENTAIS de água doce no Sudeste do Brasil: relato de caso

Metacercárias (Platyhelminthes: Digenea) em ESPÉCIES DE PEIXES ORNAMENTAIS de água doce no Sudeste do Brasil: relato de caso

Metacercárias são larvas de trematódeos digenéticos comumente encontradas encapsuladas em brânquias, pele, músculos e órgãos internos. Geralmente não são prejudiciais aos animais quando em baixo número, porém, em altas infestações podem levar a óbito. O presente estudo relata infecções por metacercárias em 58 peixes ornamentais de água doce, provenientes de produtores de dois municípios do estado de São Paulo (Iguape e Jacareí), sudeste do Brasil. Após a análise, 13% dos animais (8/58) apresentaram metacercárias encistadas no tecido subcutâneo e 43% (25/58) apresentaram metacercárias encapsuladas em brânquias. Estes resultados destacam a importância do controle sanitário de peixes e na realização de diagnósticos que possam desenvolver programas de biosseguridade no cultivo de peixes ornamentais. É discutida a importância de assegurar a sanidade de peixes ornamentais de forma a tornar a atividade economicamente viável e reduzir perdas econômicas na produção.
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INDICADORES POPULACIONAIS E ECOLÓGICOS
DE PEIXES-BOIS-MARINHOS (Trichechus manatus
manatus) EM DUAS ÁREAS DE MANGUEZAIS E
MARISMAS NO MARANHÃO

INDICADORES POPULACIONAIS E ECOLÓGICOS DE PEIXES-BOIS-MARINHOS (Trichechus manatus manatus) EM DUAS ÁREAS DE MANGUEZAIS E MARISMAS NO MARANHÃO

O litoral norte do Brasil possui a maior área contínua de manguezais do planeta e abriga importantes grupos de peixes-bois-marinhos, mamífero aquático criticamente ameaçado de extinção. Esta pesquisa analisa o esforço da metodologia de observação de peixes-bois por meio de plataformas fixas em sítios de relevante ocorrência, a partir dos dados coletados simultaneamente na praia de Guarapiranga (GUA), São José de Ribamar, e na barra da Ilha do Gato (IGA), Baía do Tubarão. Também é discutida a aplicação de indicadores populacionais e ecológicos para peixes-bois em estudo de caso na barra da Ilha do Gato (02°31’09,81”S; 43°37’09,13”W), estuário do rio Mapari, servindo de base metodológica para ser replicada em outros pontos da costa. A partir da aplicação dos indicadores elaborados com os dados de ponto fixo e da caracterização ambiental da área, a pesquisa fornece elementos para inferir a abundância relativa da população e como esta se comporta ao longo dos anos, discutindo aspectos da utilização espacial e temporal do estuário. Para caracterização ambiental da IGA, foram levantados os seguintes parâmetros: temperatura (ar-água), salinidade, pH, condutividade, profundidade, velocidade de corrente, amplitude de marés, precipitação pluviométrica, biomassa de marisma (Spartina alterniflora), densidade de plântulas de mangue. A região mostrou uma variação sazonal do regime hidrológico: chuva (janeiro-julho) e seca (agosto-dezembro), com precipitação pluviométrica anual de 1704mm. Os parâmetros oceanográficos médios variaram entre as marés: salinidade (ENCH=14,8, VAZ=1,5), condutividade (ENCH=27,1, VAZ=6,3 mS/cm), velocidade de corrente (ENCH=46; VAZ=88 m/s). A altura da maré variou entre 0,0-5,4m. A biomassa de S. alterniflora variou de 860g/m 2 (chuva) a 430g/m 2 (seca) e a densidade de plântulas de 74 ind/m
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Peixes marinhos das águas costeiras de Ponta Negra, Rio Grande do Norte, Brasil

Peixes marinhos das águas costeiras de Ponta Negra, Rio Grande do Norte, Brasil

O litoral do Estado do Rio Grande do Norte é caracterizado por praias arenosas que se estendem desde a cidade de Tibau a Baía Formosa e são intensamente utilizadas pela população humana como fonte de renda através da pesca e para lazer e recreação. A praia de Ponta Negra localizada na zona urbana do município do Rio Grande do Norte é uma área que sofre fortes pressões antrópicas. Com isso, os estoques pesqueiros de peixes desse município se encontram ameaçados pela poluição, e urbanização bem como pela pesca intensiva. Considerando a importância econômica e ecológica dos peixes e a escassez de estudos sobre as espécies de peixes de praias arenosas, o presente trabalho objetivou verificar a composição das espécies de peixes encontradas na região costeira da praia de Ponta Negra, Natal, Rio Grande do Norte.
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Ocorrência e caracterização de peixes marinhos da praia de Ponta Negra, Rio Grande do Norte, Brasil

Ocorrência e caracterização de peixes marinhos da praia de Ponta Negra, Rio Grande do Norte, Brasil

foram depositados na coleção dos peixes do Durante o período de estudo 10 espécies de peixes Laboratório de Ictiologia do Departamento de foram registrados, distribuídos em três ordens Oceanografia e Limnologia, Universidade Federal do (Carcharhiniformes, Siluriformes e Perciformes), e oito Rio Grande do Norte, Natal, Brasil. No presente famílias (Carcharhinidae, Ariidae, Centropomidae, trabalho foi registrada a ocorrência dos peixes Carangidae, Sciaenidae, Ephippidae, Scombridae, marinhos que não foram contemplados no estudo Trichiuridae). A Tabela 1 mostra a distribuição das anterior (GURGEL et al., 2012). espécies registradas.
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PEIXES MARINHOS DAS ÁGUAS COSTEIRAS DE PONTA NEGRA, RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL

PEIXES MARINHOS DAS ÁGUAS COSTEIRAS DE PONTA NEGRA, RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL

RESUMO: A praia de Ponta Negra, localizada no município de Natal, Rio Grande do Norte, abriga uma grande diversidade de peixes de importância econômica e ecológica. Estes recursos vêm sofrendo com a destruição de seus ecossistemas devido às atividades antrópicas, em especial a alta especulação imobiliária, ao despejo de esgoto e a pesca predatória. O objetivo deste trabalho foi verificar a composição das espécies de peixes encontradas na região costeira da praia de Ponta Negra, Natal, Rio Grande do Norte. O período de coleta estendeu-se de abril a julho de 2011, durante o qual foram capturados e analisados 46 espécimes dos peixes marinhos, abordando aspectos referentes à identificação taxonômica das espécies. Observou-se a presença de sete ordens (Clupeiformes, Siluriformes, Beloniformes, Perciformes, Pleuronectiformes, Tetraodontiformes e Mugiliformes), 13 famílias (Pristigasteridae, Clupeidae, Engraulidae, Ariidae, Hemiramphidae, Carangidae, Gerreidae, Haemulidae, Polynemidae, Sciaenidae, Paralichthyidae, Tetraodontidae e Mugilidae) e 20 espécies de peixes marinhos. Os resultados do presente trabalho podem enriquecer o conhecimento da ictiofauna de águas costeiras de Natal, Rio Grande do Norte.
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Concentração e retenção do selênio em peixes marinhos.

Concentração e retenção do selênio em peixes marinhos.

Aleatoriamente, foram adquiridas amostras congeladas em mercados e feiras livres do bairro de Pinheiros, em São Paulo - SP, Brasil, nos períodos de março a novembro de 2005 e 2006: corvina (Micropogonias furnieri) (n = 5), peixe-porco (Balistes capricus) (n = 5), pescada-branca (n = 5) e sardinha (Sardinella brasiliensis) (n = 5) – peixes ósseos –; e, cação-anjo (n = 5), cação-cambeva (n = 10), cação-machote (n = 8) e cação-mangona (n = 12) – peixes cartilaginosos. Cada amostra analisada correspondeu aos filés ou postas, triturados e homogeneizados, derivados de seis espécimes de cada espécie óssea ou cartilaginosa, respectivamente. Por dificuldade técnica, nem todas as espécies puderam ser identificadas zoologicamente. No caso dos cações, deveu-se ao fato de serem comercializados já descabeçados, eviscerados e sem barbatanas ventrais, dorsais e caudal em operações realizadas a bordo das embarcações pesqueiras, impedindo assim a identificação zoológica da espécie.
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Relação biométrica entre tamanho coporal e tamanho do otólito em 15 espécies de peixes marinhos demersais da costa norte do Brasil

Relação biométrica entre tamanho coporal e tamanho do otólito em 15 espécies de peixes marinhos demersais da costa norte do Brasil

As relações entre o tamanho corporal do peixe e as medidas do otólito sagitta foram calculadas pela primeira vez para 15 espécies pertencentes a seis famílias de peixes demersais da costa norte do Brasil. Um total de 220 peixes foi amostrado da captura acidental realizada pelo arrasto de fundo da frota pesqueira industrial de camarão entre agosto e setembro de 2016. Todas as espécies apresentaram fortes relações entre as medidas do otólito e o comprimento total do peixe, com o coeficiente de determinação (r 2 ) variando entre 0,71 e 0,99. A variável mais fortemente relacionada ao comprimento total dos peixes foi o
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Captura de peixes ornamentais marinhos no estado do Ceará

Captura de peixes ornamentais marinhos no estado do Ceará

O comércio de peixes ornamentais marinhos expande-se mundialmente e, no Brasil, o Ceará desponta como o maior produtor e exportador das espécies comercializadas. Este trabalho descreve a captura de peixes ornamentais marinhos no Ceará, detalhando as técnicas de manuseio, acondicionamento e transporte, e identificando algumas áreas de pesca das embarcações baseadas em portos de Fortaleza. Foram acompanhados quatro embarques e 21 mergulhos nos barcos fornecedores e as produções de 11 desembarques nas empresas exportadoras entre julho e dezembro de 1998. As capturas ocorreram entre 9 e 13 milhas náuticas, em profundidades entre 16 e 25 m, em fundos de cascalho e pedra. A tripulação das embarcações contava com um mestre, um mangueireiro e dois mergulhadores. Os equipamentos para a captura incluíam, além do equipamento de mergulho com compressor, uma tarrafa de malha fina e um reservatório para acondicionamento dos espécimes capturados. Nos 11 desembarques acompanhados, foram coletadas 12 espécies, significando apenas 16% do total de espécies exportadas pelo Ceará. As espécies Holacanthus ciliaris e Pomacanthus paru representaram respectivamente 59,1% e 28,4% do total de 1.564 indivíduos capturados. Os resultados indicam que estas espécies são as mais importantes na produção local e que, possivelmente, as empresas recebem a produção de outros estados para exportação.
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Quantificação das porções do pescado romovidas no processamento industrial de algumas espécies de peixes marinhos do Estado do Ceara (Brasil)

Quantificação das porções do pescado romovidas no processamento industrial de algumas espécies de peixes marinhos do Estado do Ceara (Brasil)

Comparando-se os dados do peso total dos indivíduos que integram o conjunto das 5 amostras de cada uma das espe- cies em estudo, com os apresentados no trabalho de PINTEIRO (1980), pod[r]

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Compartilhamento de recursos por duas espécies de peixes nectobentônicas de riachos na bacia do rio Cachoeira (BA).

Compartilhamento de recursos por duas espécies de peixes nectobentônicas de riachos na bacia do rio Cachoeira (BA).

A maior abundância de ambas as espécies ocorreu em um riacho com entorno formado por cabruca e o aumento no número de indivíduos responde ao gradiente de margem (gramínea-rocha) e de fundo (areia-matacão), ambientes propícios para espécies que ocorrem principalmente em trechos correntosos de riachos, com fundo rochoso (Casatti & Castro 2006, Aranha et al. 2000). A cabruca é um sistema de cultivo agroflorestal (SAF), presente no sudeste baiano, em que ocorre a substituição do sub-bosque da Floresta Atlântica pelo cacaueiro Theobroma cacao. Apesar dos impactos causados por esta alteração estrutural e utilização de fertilizantes e pesticidas, pode-se considerar que este SAF permite a existência de relações mesológicas importantes para a conservação das espécies características da Mata Atlântica nesta região do Brasil (Faria et al. 2006). Neste sentido, a conservação de parte da vegetação no entorno evita a entrada de sedimentos no riacho, mantendo o hábitat das espécies em questão, além de permitir a ocorrência de espécies de invertebrados que têm parte do seu ciclo de vida dentro da água.
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Checklist dos peixes marinhos do Estado de São Paulo, Brasil.

Checklist dos peixes marinhos do Estado de São Paulo, Brasil.

Levando-se em conta a relativa uniformidade ambiental na região costeira do Estado de São Paulo, onde predomina uma ictiofauna marinha constituída por peixes demersais devido a existência de uma ampla plataforma continental com substrato de lama e areia (Rossi-Wongtschowski et al. 2009), a riqueza, considerando-se o número estimado de espécies é razoavelmente alta. Não há abundância de peixes associados à presença de fundos consolidados e recifes coralinos, como acontece em outras regiões do Nordeste do Brasil, mas quando comparada à ictiofauna de regiões mais ao sul, ainda mais pobres de tais formações, a diversidade no litoral de São Paulo é maior. A região costeira do Estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, também caracterizada pela existência de ampla plataforma continental dentro da mesma Província Argentina e com extensão costeira equivalente à do Estado de São Paulo, tem cerca de 350 espécies de peixes marinhos e estuarinos, número estimado através do mesmo critério aqui indicado. A seu favor o estado do Rio Grande do Sul tem os cruzeiros realizados na plataforma continental de março de 1968 a abril de 1969 (GEDIP 1) e em 1977 (GEDIP 2), com a utilização do R/V “Prof. W. Besnard” do Instituto Oceanográfico da USP (vide descrição mais detalhada em Menezes et al. 1997). Os arrastos foram realizados entre 10 e 200 metros de profundidade, capturando-se um grande número de espécies demersais.
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ESPÉCIES DE DIGENEA QUE INFECTAM

ESPÉCIES DE DIGENEA QUE INFECTAM

Em 1978, Sannia, James e Bowers reexaminam esta espécie, a partir de esporoquistos contendo cercarias e metacercárias enquistadas. Estes autores consideraram a espécie como rara na costa britânica. Observaram-na em C. edule colhido no local onde previamente tinha sido assinalada, Kyle of Tongue, no norte da Escócia (Bowers, 1965) e em duas estações do baixo Tamisa (Boyden,1969). Após um estudo detalhado (Sannia e James, 1978) que incluiu a infestação experimental de peixes teleósteos, concluíram que os resultados obtidos por Lebour (1906, 1907a,b) estavam incorrectos. A obtenção de adultos experimentais não foi conseguida. Redescreveram a espécie, com base nas fases larvares presentes em C. edule, dando- Ihe o nome pelo qual hoje é conhecida, incluindo-a na família Monorchiidae (Odhner,1911). Os teleósteos, hospedeiros intermediário e definitivo, ainda não são conhecidos (Laukner, 1983).
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Levantamento cariotípico em espécies de peixes marinhos costeiros de fundo arenoso (Osteichthypes, Perciformes)

Levantamento cariotípico em espécies de peixes marinhos costeiros de fundo arenoso (Osteichthypes, Perciformes)

Análises citogenéticas em peixes são importantes porque os mesmos compõem um grupo particular entre os vertebrados, ocupando posição central na evolução animal. A Ordem Perciformes, dominante nos ambientes marinhos e dulcícolas, constitui um modelo potencialmente útil na avaliação genética de populações, como também no entendimento de seus processos evolutivos. Apesar disto, ainda são escassos os estudos citogenéticos neste grande grupo, sobretudo para os habitantes de fundo arenoso e hábitos pelágicos. O presente trabalho se propôs a contribuir para a caracterização citogenética de nove espécies de peixes marinhos litorâneos de fundo arenoso do litoral do Rio Grande do Norte (Brasil), identificando os padrões evolutivos relacionados ao cariótipo nestas espécies e a existência de afinidades filogenéticas entre elas e outros Perciformes. Os animais foram coletados nas praias da Redinha, Ponta Negra e Búzios (Litoral do Rio Grande do Norte) e no Arquipélago de São Pedro e São Paulo. Posteriormente foram submetidos às técnicas citogenéticas que consistem em estimulação mitótica, obtenção de cromossomos mitóticos, seguida por técnicas de coloração convencional (Giemsa) e bandamentos cromossômicos (Ag-RONs e bandamento C). Número diplóide e número fundamental iguais a 48 foram observados na maioria das espécies: Menticirrhus americanus, Ophioscion punctatissimus, Pareques acuminatus (Sciaenidae); Chloroscombrus chrysurus (Carangidae); Echeneis sp. 2 (Echeneidae); Archosargus probatocephalus (Sparidae) e Orthopristis ruber (Haemulidae). Trachinotus goodei (NF=52) (Carangidae) e Echeneis sp. 1 (Echeneidae) (NF=54) apresentaram uma variação no NF, mantendo-se constante um número diplóide igual a 48. As RONs estavam situadas em posição pericentromérica em todas os scianídeos, e nas espécies Echeneis sp. 2 (22° par), O. ruber e A. probatocephalus (1q par), coincidindo com grandes blocos heterocromáticos em M. americanus (1q par), P. acuminatus (2q
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Relação peso/comprimento das principais espécies de peixes marinhos capturados no estado do Ceará

Relação peso/comprimento das principais espécies de peixes marinhos capturados no estado do Ceará

As estimativas dos parâmetros a e b utilizadas nas relações peso/comprimento foram compiladas de várias publicações científicas realizadas no Nordeste do Brasil, Cuba, Jamaica, Porto Rico, Colômbia e Sul da Flórida. O número de indivíduos analisados e a amplitude das classes de comprimento foram os critérios de escolha quando havia mais de uma publicação para a mesma espécie. Adotamos o peso total/comprimento furcal, (PT/CF) para a maioria das espécies relacionadas. No entanto, algumas espécies estão representadas por outras relações, quais se- jam: peso total/comprimento total (PT/CT), peso total/com- primento padrão (PT/CP), peso eviscerado/comprimento da maxila inferior até a extremidade furcal (PE/CMF), peso eviscerado/comprimento da margem posterior da órbita até a extremidade furcal, (PE/COF) e peso eviscerado/compri- mento da margem posterior da órbita até o comprimento padrão (PE/COP).
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TESE_Estudo dos efeitos de diferentes estratégias de manejo para duas espécies de peixes economicamente importantes

TESE_Estudo dos efeitos de diferentes estratégias de manejo para duas espécies de peixes economicamente importantes

Vários autores utilizaram o modelo proposto por Santos, Martins e Pompeu ( 2012 ): An- jos ( 2017 ) estudou o comportamento do modelo para a pesca seletiva mediante mudanças de parâmetros biológicos e relativos à pesca, Gonzalez ( 2014 ) aplicou o modelo em duas importan- tes espécies do Pantanal, o Barbado (Pinirampus pirinampu) e o Jaú (Paulicea luetkeni), com o objetivo de estudar os efeitos da pesca seletiva e reforçar a proposta de se definir limites, mí- nimo e máximo, de captura. Anjos ( 2013 ) avaliou o impacto das mudanças nas resoluções e leis que regulamentam a pesca na bacia do Rio Paraguai, no estado de Mato Grosso. Ribeiro ( 2012 ) estudou a dinâmica populacional do pintado para analisar os efeitos dos parâmetros: taxa de mutação para o fenótipo e esforço de pesca, isoladamente e conjuntamente. Souza, Martins e Pompeu ( 2012 ), considerando diferentes cenários de pesca, simularam a dinâmica populacional do pintado e também ressaltaram a necessidade de, além do tamanho mínimo de captura, definir um limite máximo.
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Análise da expressão da metalotioneína em duas espécies de peixes, Oreochromis niloticus e Prochilodus lineatus

Análise da expressão da metalotioneína em duas espécies de peixes, Oreochromis niloticus e Prochilodus lineatus

Figura 8 Alinhamento de MTs de peixes. gi|33090207| MT B de Salvelinus alpinus; gi|30421163| MT A de Salvelinus alpinus; gi|18201961| MTB CHIHA MT B; gi|8099055| MT Dicentrarchus labrax; gi|3292988| MT Pagothenia borchgrevinki; gi|1323543| MT Trematomus bernacchii; gi|1322376| MT Chaenocephalus aceratus; gi MT Pagothenia borchgrevinki; gi|3201536| MT I Notothenia coriiceps; gi|3676135| MT Chionodraco rastrospinosus; gi|3334767| MT Parachaenichthys charcoti; gi|3676090| MT Chaenocephalus aceratus; gi| 27261572| de Carassius cuvieri; gi|27261557| Carassius cuvieri.
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Marcadores moleculares na análise de espécies e composição populacional de peixes marinhos de recifes de corais da família Pomacanthidae (Perciformes).

Marcadores moleculares na análise de espécies e composição populacional de peixes marinhos de recifes de corais da família Pomacanthidae (Perciformes).

Janeiro. Nessa região, águas profundas do Atlântico Central atingem a superfície, determinando uma mudança significativa dos parâmetros oceanográficos e de produtividade na região Sudeste-Sul (Vazzoler et al., 1999, MMA, 2003) que provavelmente limitam a dispersão de organismos aquáticos entre o Norte-Nordeste e Sudeste-Sul. Evidências similares foram identificadas em outras espécies aquáticas, como no camarão Litopenaeus schmitti (Maggioni et al., 2003) e no mexilhão Perna perna (Solé-Cava et al., 1992, Silva, 2002). Quanto às diferenças entre a população da Bahia em relação às demais localidades no Nordeste é possível que um conjunto de parâmetros ambientais (descarga de águas continentais e sedimentos de sistemas hidrográficos como o rio Doce, extensão de plataforma, etc.) exerça uma pressão seletiva diferenciada entre as regiões. Argumentos similares foram utilizados para explicar a variação geográfica nas assembléias de peixes recifais da costa brasileira (Floeter & Gasparini, 2000, Floeter et al., 2001, Joyeux et al., 2001). Além desses fatores, eventos históricos podem também ter um papel importante na estruturação populacional, como descrito em várias espécies marinhas (Bahri-Sfar et al., 2000, Aurelle et al., 2003, Barrell et al., 2004).
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