Top PDF Evaporação do tanque classe A e sua relação com os parâmetros climáticos.

Evaporação do tanque classe A e sua relação com os parâmetros climáticos.

Evaporação do tanque classe A e sua relação com os parâmetros climáticos.

(1978) estabeleceu que a razão entre a evapotranspiração potencial calculada segundo a equação de Penman e a evaporação do tanque Classe A é, na região onde foi desenvolvido.. RESUMO.[r]

13 Ler mais

EVAPOTRANSPIRAÇÃO DA CULTURA DO GIRASSOL E SUA RELAÇÃO COM A EVAPORAÇÃO DO TANQUE CLASSE "A"

EVAPOTRANSPIRAÇÃO DA CULTURA DO GIRASSOL E SUA RELAÇÃO COM A EVAPORAÇÃO DO TANQUE CLASSE "A"

O objetivo deste trabalho foi determinar a evapotranspiração máxima da cultura do girassol (ETm) e relacioná-la com a evaporação do tanque classe A (Eo), para obtenção da razão ETm/Eo ([r]

6 Ler mais

EVAPOTRANSPIRAÇÃO DA CULTURA DO FEIJÃO E SUA RELAÇÃO COM A EVAPORAÇÃO DO TANQUE CLASSE "A"

EVAPOTRANSPIRAÇÃO DA CULTURA DO FEIJÃO E SUA RELAÇÃO COM A EVAPORAÇÃO DO TANQUE CLASSE "A"

Com o objetivo de determinar a evapotranspiração máxima da cultura do feijão (ETm) e relacionar com a evaporação do tanque classe A (Eo), para obtenção da razão ETm/Eo (coeficiente Kc)[r]

6 Ler mais

Estimativa da evaporação nos reservatórios de Três Marias – MG e Sobradinho – BA

Estimativa da evaporação nos reservatórios de Três Marias – MG e Sobradinho – BA

Figura 1 - Representação esquemática da relação complementar entre a evapotranspiração real (ETR) e a potencial (ETP), para um constante suprimento de energia radiante. ............................................................ 14 Figura 2 - Representação esquemática da relação entre as evaporações do lago (EW) e potencial (EP) no ambiente de terrestre com constante fornecimento de energia radiante. ......................................................... 15 Figura 3 - Evaporação obtida por evaporímetros em três campos cultivados com algodão.......................................................................................... 17 Figura 4 - Localização espacial dos reservatórios de Sobradinho e Três Marias na bacia do Rio São Francisco. ................................................. 24 Figura 5 - Localização geográfica das Estações no reservatório de Sobradinho e Três Marias e no entorno das barragens. ........................ 26 Figura 6 - Variação da precipitação (a), temperatura média (b), insolação (c) e velocidade do vento (d) na estação Sobradinho – BA, considerando-se o período de 1980 a 2012 e na estação Três Marias – MG para o período 2000, 2001 e 2002. .................................................................. 45 Figura 7 - Evaporação mensal média (mm) no reservatório de Sobradinho para o período de 1980 a 2012 estimada pelos modelos Penman, Linacre, Kohler et al., Thornthwaite e CRLE e pelo método do tanque Classe A. ............................................................................................... 47 Figura 8 - Evaporação mensal média (mm) no reservatório de Três Marias estimada pelos modelos Penman, Linacre, Kohler et al., Thornthwaite e CRLE, para os períodos de 2000, 2001 e 2002..................................... 52 Figura 9 - Análise de sensibilidade relativa dos modelos Penman, Linacre, Kohler et al., Thornthwaite e CRLE aos parâmetros climáticos: insolação (a), temperatura do ar (b), precipitação (c) e velocidade do vento (d). .. 59 Figura 10 - Vazão evaporada (m³ s - ¹) no reservatório de Sobradinho – BA
Mostrar mais

111 Ler mais

Rendimento da pimenteira em função de lâminas de irrigação

Rendimento da pimenteira em função de lâminas de irrigação

A resposta do rendimento das culturas, em relação à condição de umidade adequada, tem sido abordada em várias pesquisas. No tomateiro, em valores absolutos, o maior regime de irrigação, com base na evaporação do tanque classe “A” (ECA), proporcionou um ganho na produção total, comercial e de frutos grandes. Em com- pensação, apresentou a menor eficiência no uso da água (Coelho et al., 1994). Para a cultura do pimentão, a lâmina de 100% da ECA apresentou maior média para o número de frutos e produtividade, apesar de não ter diferido estatisti- camente das demais (Rodrigues e Goto, 2000).
Mostrar mais

6 Ler mais

Manejo da irrigação do meloeiro com base na evaporação do tanque classe A.

Manejo da irrigação do meloeiro com base na evaporação do tanque classe A.

lâmina de irrigação utilizada; porém, estatisticamente, não houve diferença significativa entre os tratamentos. Em campo, Costa et al.(2002), trabalhando com três lâminas de irrigação, também verificaram efeito linear sobre a pro- dução de melão Cantaloupe. Também Monteiro (2004) verificou uma relação Tabela 1. Lâminas de Irrigação (mm) aplicadas em cada tratamento para o cultivo de melão

5 Ler mais

RELAÇÕES ENTRE A RADIAÇÃO SOLAR E A EVAPORAÇÃO DE ÁGUA MEDIDA EM TANQUE CLASSE-A E EM ABRIGO TERMOMÉTRICO

RELAÇÕES ENTRE A RADIAÇÃO SOLAR E A EVAPORAÇÃO DE ÁGUA MEDIDA EM TANQUE CLASSE-A E EM ABRIGO TERMOMÉTRICO

______________________________________________________________________________ Resumo: O conhecimento da relação entre níveis de distribuição da energia na superfície do solo e os demais fatores ambientais serve como elemento básico para a caracterização do potencial energético de uma região. Na análise aqui proposta, usou-se uma série de dados de cinco anos de quatro variáveis meteorológicas, obtidos numa Estação Climatológica localizada em Sorocaba, SP. Os dados foram submetidos à análise estatística e comparativa. Os maiores valores de correlação foram entre a irradiância solar e a evaporação no abrigo termométrico (0,70) e entre as horas de abertura solar e a evaporação de superfície livre do Tanque Classe A (-0,51). O mês de fevereiro apresentou o maior nível de irradiância solar disponível e o mês de julho apresentou o menor nível. A análise sazonal de correlação entre as variáveis estudadas mostrou-se mais sensível do que a análise anual, com todos os índices de correlação no intervalo 0,8 < r ≤ 0,9. Considerando-se as demais variáveis dependentes da Irradiância Solar direta na superfície, o nível de 11,71 MJ.m -2 .dia -1 é a quantidade mínima para viabilizar o uso do potencial de energia solar para Sorocaba.
Mostrar mais

8 Ler mais

Coeficientes do Tanque Classe A (Kp) par

Coeficientes do Tanque Classe A (Kp) par

Resumo: O coeficiente do tanque classe A (Kp) tem sido empregado para se estimar a evapotranspiração de referência (ETo), importante componente no manejo de água de culturas irrigadas, a partir da evaporação do tanque Classe A (ECA). Existem diversos métodos para se determinar os valores de Kp, cuja maioria é baseada nas informações de velocidade do vento, umidade relativa e extensão e condições da área de bordadura, ao redor do tanque. Neste trabalho foram analisados os seguintes métodos de estimativa do Kp: Doorenbos & Pruitt (1977), Cuenca (1989), Snyder (1992) e Pereira et al. (1995); Raghuwanshi & Wallender (1998) e FAO/56 (Allen et al., 1998). Os valores de Kp, estimados e calculados pela relação entre a ETo medida em lisímetro de pesagem e a ECA, foram comparados por meio de análise de regressão. O mesmo procedimento foi utilizado para se avaliar o desempenho dos diferentes métodos de determinação do Kp na estimativa da ETo, a partir da ECA, cujos resultados mostraram que a concordância entre os valores de Kp calculados e estimados pelos diferentes métodos, foi pequena (R 2 < 0,2),
Mostrar mais

5 Ler mais

Evapotranspiração máxima do capim "Tanzânia" (Panicum maximum J.) em pastejo rotacionado, baseada na evaporação do tanque "Classe A " e no índice de área foliar.

Evapotranspiração máxima do capim "Tanzânia" (Panicum maximum J.) em pastejo rotacionado, baseada na evaporação do tanque "Classe A " e no índice de área foliar.

JENSEN (1968), por meio de um modelo multiplicativo, determinou um fator de sensibilidade da cultura à deficiência hídrica do solo para cada fase fenológica da planta, chamando-o de λ. DOORENBOS & KASSAM (1979) também demonstraram que é possível quantificar empiricamente num modelo o efeito da água sobre a planta. Eles encontraram um fator de correlação entre a produtividade relativa (Ya/Ym) e a evapotranspiração relativa (ETa/ETm), sendo Ya a produtividade real, Ym a produtividade máxima e ETa a evapotranspiração real da cultura. Ao resultado dessa relação, os autores chamaram de “fator do efeito da água sobre o rendimento (ky)”.
Mostrar mais

9 Ler mais

Consumo de água pela cultura do crisântemo cultivada em ambiente protegido.

Consumo de água pela cultura do crisântemo cultivada em ambiente protegido.

Nas Figuras 4 e 5, são apresentados os consumos de água pelas cultivares ao longo do ciclo em relação à evaporação do tanque Classe A. Nota-se que o consumo de água pelas plantas é crescente, atingindo ponto de demanda máxima e decrescendo, em seguida, até o ponto de colheita, para ambas as cultivares. Durante a fase vegetativa, os gráficos de barras apresentam crescimento suave, isso porque o consumo de água cresce gradativamente e, na floração, o consumo de água aumenta, decrescendo após a plena abertura das inflorescências.
Mostrar mais

9 Ler mais

Qualificação, sociedade civil e desindentidade de classe: os desafios para o sindicalismo — Outubro Revista

Qualificação, sociedade civil e desindentidade de classe: os desafios para o sindicalismo — Outubro Revista

A partir dessa afirmação, podemos supor que a concepção subjacente àqueles programas adquirem uma característica particular na atual conjuntu- ra. Tais processos não se resumem à aprendizagem de novos conteúdos de trabalho e ao repasse de informações vinculadas à incorporação de novas tecnologias. O que se depreende é que eles consolidam práticas políticas de classe, isto é, vêm se constituindo enquanto estratégias de caráter político na medida em que o Estado interpela os sindicatos a apresentarem suas propos- tas de intervenção nessa área, na condição de “partícipes” da política de qua- lificação/requalificação profissional em uma condição de igualdade formal mas de subalternidade real.
Mostrar mais

17 Ler mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE ESTUDOS SOCIOAMBIENTAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE ESTUDOS SOCIOAMBIENTAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA

A presente Dissertação de Mestrado analisa o processo histórico de disputa do projeto de campo no Brasil e em Goiás. Nessa direção foram desenvolvidos estudos críticos analíticos sobre a expansão do capitalismo no campo, com ênfase à fase do neoliberalismo. Entendemos que a agricultura está relacionada ao modo de produção capitalista, sob a lógica estruturada de classes antagônicas em disputa, e o latifúndio é resultado do processo social e histórico de opção e imposição pela classe dominante, permanecendo até a atualidade como uma chaga de nossa sociedade, que somente poderá ser curada com a democratização da terra, dando-lhe uma função social e ecológica, em contraposição ao modelo hegemônico da agricultura atual, do agronegócio, que consideramos um modelo esgotado, carregado de contradições e responsável pelos problemas socioambientais e socioeconômicos que afetam a maioria da sociedade. Afirmamos a necessidade de superação da dicotomia campo-cidade como caminho para a construção de um projeto de sociedade com justiça social e ecológico. Identificamos o Estado como principal agente indutor e protetor do modelo hegemônico e do latifúndio social e economicamente improdutivo. A ofensiva do capital no campo brasileiro exige novos desafios à luta pela democratização do acesso à terra e pela reforma agrária, um novo enfrentamento, com a saída do confronto direto com o latifúndio economicamente improdutivo, para um enfrentamento de modelos articulados em torno do agronegócio e seus arranjos econômicos, políticos e ideológicos. A luta pela terra adquire um caráter de classe, de disputa de projeto, terra e território como unidade dialética inseparável. Concluímos que os novos elementos da questão agrária e da reforma agrária contemporânea são um desafio a ser enfrentado tanto no campo teórico
Mostrar mais

166 Ler mais

OS CONTROLES INTERNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROCESSO DE GESTÃO E PARA A GOVERNANÇA INSTITUCIONAL

OS CONTROLES INTERNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROCESSO DE GESTÃO E PARA A GOVERNANÇA INSTITUCIONAL

Basicamente, os controles estratificam-se em quatro clivagens principais: ―origem, momento, aspecto e amplitude‖ (RAMIS, 2016). O primeiro refere-se ao órgão responsável pelo controle, que poderá ser interno (exercido pelo próprio órgão) ou externo (exercido por outro órgão). O momento é caracterizado pelo espaço temporal em que a atividade de controle é executada em relação aos atos praticados pelos gestores — poderá ser prévio, concomitante ou subsequente. Já o aspecto diz respeito ao diapasão de análise e atuação de quem está exercendo o controle, sendo subclassificado em controle da legitimidade (aspectos legais e normativos) e controle do mérito (aspectos da eficiência, da oportunidade, da conveniência e do resultado do ato controlado). Por fim, temos que a amplitude perfaz os meandros hierárquico (escalonamento vertical dos órgãos) e finalístico (advindo por força de lei onde um órgão tutela e acompanha o outro). Ainda podemos citar o controle judicial sobre os atos da Administração Pública, o qual necessita ser motivado pelo cidadão para que possa surtir efeitos no que tange ao controle das atividades e responsabilidades dos gestores públicos.
Mostrar mais

152 Ler mais

Protótipo de panela circular para fogão solar com aquecimento indireto

Protótipo de panela circular para fogão solar com aquecimento indireto

Porta et al. (1997) construíram e mostraram que a inércia térmica dos sistemas de dessalinização solar de tanque raso reside no tipo de coberta de vidro, na composição dos materiais utilizados no isolamento e na qualidade e quantidade de sais na água utilizada. A combinação destes fatores com as variáveis ambientais e com a radiação solar manteve a eficiência global do tanque. Esses autores observaram também que as condições climáticas influenciavam na variação da taxa de produção em função das diferenças de temperatura, do coeficiente de transferência de calor, e da quantidade inicial de água salgada contida no tanque.
Mostrar mais

67 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA WILLIANS KAIZER DOS SANTOS MACIEL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA WILLIANS KAIZER DOS SANTOS MACIEL

Verificando a questão principal deste trabalho, que é examinar o impacto dos investimentos financeiros nos resultados do Ideb na rede estadual do Ensino Médio, pode-se perceber, pela análise de dados efetuada no capítulo 2, que os índices do Ideb são influenciados pelos recursos aplicados nessa etapa de ensino, quando analisados os dados por estado, no Investimento por Estudante ou no Investimento Público. Há uma relação positiva entre esses dois temas. Constatou-se a importância do investimento financeiro na educação para alcançar resultados relevantes no desempenho e no rendimento dos estudantes. Como o Ideb foi o parâmetro utilizado nesta pesquisa como índice de qualidade, de acordo com os dados, a aplicação de recursos na área educacional gera educação de qualidade.
Mostrar mais

191 Ler mais

Marx e os escafandristas. A pré-história do conceito de subsunção do trabalho ao capital — Outubro Revista

Marx e os escafandristas. A pré-história do conceito de subsunção do trabalho ao capital — Outubro Revista

Este não é o ponto de chegada de Marx, mas seu ponto de partida, reformulando (ou revolucionando) esta concepção quando desenvolve a noção de mais-valia e, portanto, compreendendo que [r]

19 Ler mais

A classe trabalhadora: uma abordagem contemporânea à luz do materialismo histórico — Outubro Revista

A classe trabalhadora: uma abordagem contemporânea à luz do materialismo histórico — Outubro Revista

A percepção da complexidade do conceito de classe pelo mate- rialismo histórico deve levar a que não nos contentemos com uma dimensão da classe para entendê-la, pois que suas dimensões econô- micas possuem um sentido ampliado (na produção, na circulação das mercadorias e na divisão desigual do produto do trabalho, ou seja, na reprodução ampliada do capital) e Marx nunca restringiu sua de- finição de classe a uma dimensão econômica, ao contrário, valorizou seu papel político, algo que só conseguia definir a partir da ideia de uma consciência de classe, cujo desenvolvimento não se dá isolada- mente, mas na luta de classes. Combinando essas questões, é inte- ressante perceber como um dos melhores leitores de Marx tratou de demonstrar a formação da classe trabalhadora – e da sua consciência de classe – no período do fim do século XVIII e primeiras décadas do XIX, ou seja, numa época em que ainda predominava a subsunção formal. Refiro-me a E. P. Thompson em seu magistral estudo sobre a formação da classe trabalhadora na Inglaterra (1987-1988). É por isso que Thompson, a meu juízo, completamente baseado em Marx, declarou que:
Mostrar mais

37 Ler mais

O partido revolucionário e sua degeneração: a crítica de Gramsci a Michels — Outubro Revista

O partido revolucionário e sua degeneração: a crítica de Gramsci a Michels — Outubro Revista

O Estado italiano surgido no Risorgimento era um Estado que não somente estava separado das massas, mas que era sujeito ativo na separação dos dirigentes dos partidos políticos das massas. Nesta passagem, a análise de Gramsci sobre o parlamentarismo como um fenômeno do transformismo é importante: aqui há uma coincidência com a crítica de Michels à social-democracia. O parlamentarismo ita- liano serviu enquanto mecanismo de autonomização dos partidos em relação às classes representadas. Neste parlamentarismo, a burocracia se alienava do país e tornava-se o “pior dos partidos políticos (…) o partido estatal-bonapartista” (idem, ibidem, p. 388). Não é à toa que o término da nota faz referência ao estudo análogo de Weber sobre o parlamentarismo na Alemanha (Weber, 1974). Apesar da coincidên- cia com Michels em relação ao parlamentarismo como fenômeno de autonomização dos partidos políticos, há uma grande diferença na elaboração da análise dos autores: Michels generaliza este fenômeno como lei geral da política; Gramsci chega a este fenômeno a partir da análise histórica, da gênese da separação entre intelectuais e povo na história italiana. Foi devido à formação do Estado italiano que o parlamentarismo jogou um papel regressivo na hegemonia da classe burguesa. O cenário em que se produz o transformismo é o da falta de desenvolvimento teórico do Partido Socialista, da falta de formação de novos quadros dirigentes e de que, em lugar de grandes livros e re- vistas, o partido operasse com jornais e panfletos – o que caracteriza, na opinião de Gramsci, a preocupação somente com uma pequena política (Q. 3, § 119, p. 388).
Mostrar mais

27 Ler mais

Raça, classe e marxismo — Outubro Revista

Raça, classe e marxismo — Outubro Revista

Mais do que isso, como veremos, ele ignora a talvez mais importante lição política com relação à interação de raça e classe: a saber, a de que a maior razão pela qual há tão pouca consciência e unidade de classe nos Estado Unidos (e, assim, por que programas de classe para elevar o nível de vida de todos os que precisam são tão mais fracos aqui do que no resto do mundo industrializado), é justamente por causa do racismo e do modo como o racismo branco foi deliberadamente inculcado entre a gente trabalhadora branca.
Mostrar mais

20 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Raphael Diego Comesanha e Silva

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Raphael Diego Comesanha e Silva

Cada simulação consistiu a uma coleta de dados com cem mil amostras e duração de três mil cento e vinte e cinco segundos. Esse tempo de simulação está adequado a percepção dos resultados esperados para os pontos de operação 1, 2 e 3, que correspondem, respectivamente, a 115,34 cm 3 /s, 127,74 cm 3 /s e 137,36 cm 3 /s de vazão de entrada no tanque 1.

118 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados