Top PDF Formação do professor em educação inclusiva: desafios e anseios da ação docente na escola regular

Formação do professor em educação inclusiva: desafios e anseios da ação docente na escola regular

Formação do professor em educação inclusiva: desafios e anseios da ação docente na escola regular

Este artigo analisa a relevância da formação do professor de Educação Especial e a aplicação de seus conhecimentos na sua prática pedagógica. Discute aspectos históricos relativos aos princípios para o atendimento a esse direito garantido pela Constituição Federal e reiterado na Lei de Diretrizes e Bases e discorre sobre o trabalho da prática docente junto à alunos especiais, frente aos desafios e anseios do ensino regular, a partir das necessidades apontadas, neste caso, pelas professoras pesquisadas. A pesquisa foi realizada no período de Janeiro à Junho de 2014 , em duas escolas, uma da Rede Pública e outra da Rede Privada, com quatro professoras. A revisão bibliográfica serviu de base teórica para análise das respostas e comentários. A metodologia de estudo de caso, foi aplicada pelo interesse de conhecer como se efetiva a prática educativa que se passa numa sala de aula do ensino regular, que também possui alunos considerados como especiais, oportunizando analisar na prática elementos da teoria. Como aporte teórico buscamos os estudos de Araújo (2005), Carvalho (2000), Gil (2011), Silva (2009), Vade (2009), entre outros. A análise dos dados revela que a Educação Especial na perspectiva da inclusão em nosso país ainda, investe pouco na formação inicial dos professores alfabetizadores. Observou-se que na escola regular, onde se trabalha com alunos especiais, nem sempre existe um planejamento prévio ou proposta de como o professor deve trabalhar pedagogicamente, o processo de desenvolvimento cognitivo do aluno especial. Desta forma, os dados analisados veem confirmar, que nos cursos de formação inicial do professor alfabetizador (Pedagogia) existe um componente curricular, mas, de cunho teórico, nos fazendo entender que a prática desse professor é algo preocupante devido à carência de formação específica para atender essa demanda.
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Formação e desenvolvimento profissional em Educação Física : dilemas e desafios na educação inclusiva.

Formação e desenvolvimento profissional em Educação Física : dilemas e desafios na educação inclusiva.

A escola especial é válida para as deficiências mais severas, pois é difícil a sua integração e/ou inclusão em classes regulares (para não ser utópico), já que necessitam de atendimento especial, fornecido pela classe especial, ou pela escola especial ou instituição especial; Para a integração das outras deficiências em escola regular ou classe regular deve-se: (a) definir o tipo de indivíduo que estamos ou queremos integrar e qual o comportamento da deficiência; (b) integrar os alunos de acordo com suas capacidades em diversas turmas e níveis; (c) ver caso a caso até mesmo entre portadores da mesma deficiência, pois há diferenças observando as possibilidades e oportunidades de cada um; (d) a importância do professor especializado para dar apoio específico aos alunos com deficiência; e (e) a importância do trabalho integrado entre o professor especializado em Educação Especial e o professor de classe para o apoio a turma e ao aluno com deficiência, para um avanço pedagógico nas diferentes áreas. (SCHWARTZMAN, 1997 apud KRUG, 2002, p.21).
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A construção de uma identidade docente  inclusiva e os desafios ao professor-formador

A construção de uma identidade docente inclusiva e os desafios ao professor-formador

O presente trabalho busca compreender como tem se dado o processo de construção da identidade do aluno docente no curso de formação inicial, a partir dos saberes docentes do professor-formador e se essa identidade construída é inclusiva. A pesquisa foi realizada com professores-formadores do curso de Pedagogia e com alunos-docentes do segundo, do quinto e do sétimo períodos do referido curso, onde se utilizou como instrumentos o questionário e a entrevista não-estruturada. A análise de conteúdo dos dados da pesquisa permitiu concluir que, de maneira geral, a grande maioria dos professores-formadores apresenta concepções integradoras, realiza uma prática pedagógica excludente, não mobiliza saberes relacionados à educação da pessoa com deficiência ou quando mobiliza não o faz sob uma perspectiva inclusiva. Entretanto, ao voltar à análise ou o olhar para o aluno-docente foi possível encontrar uma identidade construída ou em processo de construção pautada em princípios inclusivos. Noutras palavras, pode-se dizer que esses alunos em sua grande maioria apresentam concepções inclusivas, o que fica evidente não só pelo fato de considerar que as pessoas com deficiência devem estar na sala de aula regular, mas também por fazer referência à importância de se respeitar as diferenças e fazer com que todos se sintam bem vindos à escola. Observou-se, no entanto, que os saberes mobilizados pelos professores-formadores ao longo do curso tiveram pouco impacto sobre a mudança de concepção construída pelos alunos-docentes em relação à educação das pessoas com deficiência. Pelos depoimentos, esses em sua grande maioria reconheceram que a mudança na forma de ver a pessoa com deficiência não foi proveniente dos saberes teóricos construídos em sua formação, mas atribuem essa mudança à relação estabelecida com os colegas surdos em sala de aula regular, na Universidade. Constata-se, portanto, que as experiências vividas em sala de aula com os colegas surdos abalaram as crenças, as certezas e as representações que os mesmos tinham a respeito das pessoas com deficiência, contribuindo assim para a construção de uma identidade mais inclusiva.
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FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA -  PROFESSOR DE MATEMÁTICA EM FOCO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA - PROFESSOR DE MATEMÁTICA EM FOCO

Diante do exposto, e sob outro ponto de vista, nossa concepção ao processo de formação de professores procura, primeiramente, levar em conta o conhecimento circundante e o objeto de estudo de outra forma, a partir da base conceitual do pensamento pós-moderno, que envolve epis- temologicamente a complexidade do fenômeno inter e intra-humano, em um conjunto de ações no qual o ensino organizado pela ação docente exige e requer formas diferenciadas e diversificadas de gestar esse ambiente educacional. Buscamos uma proposta educativa capaz de gerar novos ambien- tes de aprendizagem que produza conhecimento e veja a realidade em contextos dinâmicos, com trabalhos que acompanhem a evolução que ocorre no mundo da ciência tecnológica e da técnica, e que se sustentem nas novas pautas educacionais (MORAES, 1997). Ou seja, a missão da escola mudou, o foco são os alunos, usuários específicos, conscientes, que possuem estilos diferentes de aprender a ser e aprender a aprender.
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A formação do professor frente à Educação Inclusiva de pessoas com deficiência

A formação do professor frente à Educação Inclusiva de pessoas com deficiência

O sistema educacional brasileiro vem passando por grandes mudanças nos últimos anos conseguindo cada vez mais respeitar e aproximar-se da diversidade, pois, sabe-se que a diversidade vem a ser um conjunto de diferenças e valores compartilhados pelos seres humanos na vida social, garantindo a socialização e a aprendizagem de todos os alunos, dessa forma é necessário que o professor se insira nesse contexto buscando uma formação continuada, pois, é por meio desse aperfeiçoamento associado a um conjunto de recursos que a escola deve dispor por meio de políticas públicas, como as salas de atendimento especializado (AEE) e profissionais da educação especial por exemplo, que o docente inicia sua trajetória de um verdadeiro mediador de saberes e competências, preparado para o processo da inclusão na rede regular de ensino.
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Formação continuada em Educação Física: desafios e possibilidades com alunos que apresentam deficiência na escola regular

Formação continuada em Educação Física: desafios e possibilidades com alunos que apresentam deficiência na escola regular

Considerando que um dos desafios dos professores de Educação Física, no âmbito escolar, é pensar sua prática pedagógica na perspectiva inclusiva e promover experiências educacionais que considerem as especificidades e a subjetividade de cada educando, entre eles aqueles que apresentam algum tipo de deficiência, torna-se fundamental repensar o processo formativo do professor, a fim de encontrar possibilidades na formação docente, de modo a valorizar as diferenças individuais dos alunos e ampliar sua participação, aprendizagem e desenvolvimento durante a prática pedagógica. Com o objetivo de analisar os aspectos formativos que viabilizam a participação de alunos com deficiência nas aulas de Educação Física, de forma específica, nos propusemos a identificar os conhecimentos prévios dos professores de Educação Física sobre o aluno com deficiência, caracterizar os desafios e as possibilidades da prática pedagógica do professor de Educação Física, no contexto da formação continuada, diante da inclusão de alunos com deficiência na escola regular e aplicar uma formação continuada a partir da necessidade formativa dos professores. Para isso, adotamos uma abordagem qualitativa e descritiva, com base na prática da pesquisa-ação colaborativa, que envolveu 34 professores de Educação Física e 01 coordenador de Educação Física da Secretaria Municipal de Educação Básica (SMEB) do município de Ceará-Mirim/RN. Inicialmente, desenvolvemos a aplicação do questionário e, em seguida, a intervenção da formação continuada na perspectiva inclusiva, sistematizando os encontros a partir da necessidade apontada pelos partícipes, frente à inclusão. Nesse sentido, o entrelaçar de conexões estabelecidas através dos encontros formativos permitiu desconstruir os paradigmas existentes sobre a pessoa com deficiência, ressignificando-os em paradigmas de inclusão a partir do olhar sensível diante das diferenças, viabilizando a reflexão sobre o fazer pedagógico mediante a prática inclusiva e a inserção de todos os educandos nas aulas de Educação Física.
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A Educação Inclusiva: um Estudo sobre a Formação Docente.

A Educação Inclusiva: um Estudo sobre a Formação Docente.

A despeito dos problemas relacionados à formação do professor, uma postura dife- renciada do professor como sendo base para uma escola que visa à transformação do homem é apontada por Pedroza (2014). Rosin-Pinola e Del Prete (2014) destacam as habilidades sociais do professor como forma de contribuição no processo de ensino-aprendizagem do aluno. As autoras airmam que há necessidade de mudança nas práticas do professor, atentando para o aprimoramento da qualidade da relação educativa, principalmente quando se trata da educa- ção inclusiva. Destacam ainda a necessidade de reletir sua prática e repensar a ação educativa. Airmam, também, que os professores das salas especiais que devem ter uma formação mais especializada e os da classe comum devem avançar para um formato colaborativo de ensino, denominado coensino (ROSIN-PINOLA; DEL PRETE, 2014; VILARONGA; MENDES, 2014). Também pesquisas que indicam estratégias inclusivas e os saberes necessários à for- mação de professores para a inclusão têm sido desenvolvidas no Brasil (PIMENTEL, 2012; BENITEZ; DOMENICONI, 2014).
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A formação do professor para a educação inclusiva e os desafios da avaliação da aprendizagem para o aluno com deficiência

A formação do professor para a educação inclusiva e os desafios da avaliação da aprendizagem para o aluno com deficiência

A Educação Inclusiva consolida os ideais de igualdade na Educa- ção de qualidade para todos e se revela um dos grandes desafios da sociedade contemporânea. A legislação brasileira determina o acesso e a permanência de pessoas com deficiência nas escolas regulares, o que amplia a complexidade da estrutura educacio- nal. O objetivo do presente trabalho é refletir, com base num estudo bibliográfico, acerca das questões relacionadas ao proces- so de avaliação da aprendizagem, enfatizando a importância da formação do professor a fim de contemplar o público-alvo da Educação Especial incluído no Ensino Regular. Para isso, rela- ciona questionamentos pertinentes à valorização das diferenças individuais dos educandos; discute a avaliação do ensino-apren- dizagem na perspectiva inclusiva e os caminhos da formação do professor na Educação Inclusiva. Conclui indicando a necessi- dade de formação docente específica com vistas a subsidiar uma avaliação inclusiva da aprendizagem.
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Motivação docente para educação inclusiva

Motivação docente para educação inclusiva

Cabe mencionar o relato de S5 quanto à atenção depositada na formação continuada dos docentes, “a formação continuada é uma preocupação significativa, nesta escola, temos apoio aos professores, mas ainda sinto falta de trocas de matérias, temos necessidade de livros.”. S5 sinalizou sua preocupação quanto às questões de material didático para o desenvolvimento da aprendizagem do estudante. Talvez a falta de recursos envolvendo determinados componentes curriculares possa causar excessiva preocupação ao professor. O problema apresentado por S5 aponta que o professor necessita de apoio nas questões de construção de materiais e atividades. Ou seja, esta afirmação adentra as demandas do trabalho em sala de aula. Isso exige estudo e envolvimento entre as pessoas que direcionam a ação desse trabalho. Segundo Pienta (2007, p.61), “direcionar o processo de formação às expectativas dos sujeitos a quem a ela se destina”. Compactuo com a ideia de Pienta, pois a realidade de nossas escolas faz com que trabalhemos em conjunto para que o processo se consolide da melhor forma possível, devemos atentar às colocações presentes nesse relato, criando estratégias para a qualidade geral do ensino e da aprendizagem dos estudantes com deficiência e/ou necessidades educacionais especiais.
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Formação docente em tempos de educação inclusiva: cenários e desafios em uma escola pública

Formação docente em tempos de educação inclusiva: cenários e desafios em uma escola pública

This work deals with teacher profile and education as well as the inclusive educational practises and challenges present in publics schools. The research takes place in the suburbs of Natal/Rio Grande do Norte in Brazil. It is seen that special education is a inclusive perspective and that it is realized as an educational mode offered in in the regular school system for students with disabilities, pervasive developmental disorders and those who present high abilities and are considered gifted. The teacher faces a challenge related to an educational practise done regarding psychosocial exchange present in the classroom : all of which done in an reflexive and colaborative manner. These actions enable the formation of new strategies present in the pedagogical actions for all the students, including those with a disability. Thus, the research aims to investigate current conceptions regarding inclusion and educational training needs of teachers relating to their activities with the target audience of special education students. Specifically, the work aims to to further discuss the concept of inclusive education enphasizing the challenges that the target audience presents in Brazilian schools, as well as investigate teacher education in the context of inclusive schools. This is done considering teacher education and the way they deal with students with disabilities in the regular classroom. The research also explores public school teacher profile highlighting their conceptions of inclusion. A qualitative study case was realized and data collection was made in the reseach field through the observation technique, document analysis, the semi-open questionnaire and a semistructured interview. The questionnaire was composed of 25 questions and were applied to 20 participant teachers. Four teachers were
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Representações dos professores do ensino regular: A escola inclusiva e o trabalho do professor de educação especial

Representações dos professores do ensino regular: A escola inclusiva e o trabalho do professor de educação especial

Esta pesquisa investigou as representações sociais (Moscovici, 1961/2012) dos professores em relação à inclusão. O estudo focou-se no problema: Será que as representações dos professores da educação pré-escolar e do ensino básico (1.º, 2.º e 3.º ciclos) sobre a escola inclusiva e o trabalho do professor de educação especial variam consoante o nível de ensino que lecionam? Esta investigação visou analisar se as representações dos professores variam conforme as variáveis idade, tempo de serviço, nível de ensino, formação em necessidades educativas especiais (NEE) e experiência com alunos com NEE. A amostra era composta por 91 professores do ensino regular, que lecionavam na educação pré- escolar e no ensino básico (1.º, 2.º e 3.º ciclos). Na recolha de dados utilizámos um questionário de dados biográficos e uma escala do tipo Likert (M. F. Ventura, 2009). Os dados foram analisados através do programa IBM SPSS Statistics 19. Foi uma pesquisa quantitativa que requereu testes de significância. O estudo utilizou um desenho quase- experimental pois comparou grupos amostrais independentes. Analisou-se a síntese estatística das variáveis relacionadas com o professor. Os dados foram analisados agrupados em dois fatores: colaborador e técnico. Os resultados mostram que os respondentes parecem ser positivos quanto à inclusão. Considerando a amplitude da escala, as pontuações dos participantes são altas, tanto para o total da escala (100%) como para os dois fatores, colaborador (95,6%) e técnico (95,6%). As evidências relativas ao nível de ensino podem ser encaradas como um preditor das representações dos professores para o fator técnico. Nenhuma das demais variáveis é considerada significativamente relacionada com as representações. As restantes variáveis são moderadamente correlacionadas com a média da escala. Embora a análise de correlação não permita estabelecer causalidade, reflete uma tendência, pois os inquiridos mais velhos, com mais anos de ensino, com formação em NEE, com experiência com alunos com NEE e da educação pré-escolar, parecem ser mais positivos.
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FORMAÇÃO DOCENTE: O CAMINHO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA TRAJETÓRIA DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

FORMAÇÃO DOCENTE: O CAMINHO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA TRAJETÓRIA DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

[…] un proceso que comporta la transformación de las escuelas y de otros centros de aprendizaje para atender a todos los niños –esto es, los niños y las niñas, los alumnos que pertenecen a grupos étnicos y lingüísticos minoritarios o a poblaciones rurales, aquellos afectados por el VIH y el SIDA o con discapacidad y dificultades de aprendizaje–, y para brindar también oportunidades de aprendizaje a todos los jóvenes y adultos. Tiene por objetivo acabar con la exclusión que es consecuencia de actitudes negativas y de una falta de atención a la diversidad en materia de raza, situación económica, clase social, origen étnico, idioma, religión, sexo, orientación sexual y aptitudes. La educación tiene lugar en múltiples contextos, tanto formales como no formales, y en el seno de las familias y de la comunidad en su conjunto. Por consiguiente, la educación inclusiva no es un asunto marginal, sino que reviste una importancia crucial para lograr una educación de buena calidad para todos los educandos y para el desarrollo de sociedades más integradoras. La educación inclusiva es fundamental para lograr la equidad social y es un elemento constitutivo del aprendizaje a lo largo de toda la vida.( UNESCO, 2009, p. 4)
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PORTAL DO PROFESSOR E EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: SUGESTÕES PARA A PRÁTICA DOCENTE INCLUSIVA

PORTAL DO PROFESSOR E EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: SUGESTÕES PARA A PRÁTICA DOCENTE INCLUSIVA

de aulas da Educação Física Adaptada aconteceram em uma turma do 2º ano do E nsino Fundamental, por meio do recurso complementar da proposta no a tendimento da Sala de Recursos Multifuncionais. Para a coleta e análise de dados, foi utilizada a análise de conteúdo, em três etapas: Observação, Planejamento e Intervenção. Diante dos três momentos desta pesquisa, foi possível levantar dados para alcançar os objetivos propostos e concluir que o Portal do Professor pode colaborar com sugestões de aulas que subsidiam a prática do professor de Educação Física; no entanto, faz-se necessário o estudo da sugestão e adaptação para a realidade do professor e d a turma para as aulas. Para o atendimento na Sala de Recursos Multifuncionais, o us o de recursos indicados em “recursos complementares”, contidos na sugestão de aula do Portal do Professor, deve ser articulado com a necessidade dos estudantes, conteúdo trabalhado pela professora da sala comum e pelo professor de Educação Física.
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Ensino, Educação e Formação Docente do Professor Pesquisador

Ensino, Educação e Formação Docente do Professor Pesquisador

Não há dúvidas de que o professor da atualidade tem ciência da necessidade de qualificação e capacitação profissional contínua para acompanhar as evoluções humanas, sociais, econômicas e tecnológicas, que são importantes nas ações da escola e estão tão presentes na sociedade. Contudo, o professor precisa conhecer sua identidade de docente e, principalmente, construir essa identidade. Basei (2002) complementa que é imprescindível a consideração de diversos tempos e espaços na vida dos sujeitos, uma vez que a identidade não é algo fixo, imutável, com a qual as pessoas nascem e permanecem por toda a vida. A identidade dos indivíduos se constitui e carrega influências históricas do seu mundo da vida, isto é, do lugar de onde esses sujeitos iniciam e discutem suas operações interpretativas, possibilitando tanto a reprodução quanto a renovação de sua cultura.
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O conteúdo da formação escolar e a cultura da EJA: desafios da ação docente

O conteúdo da formação escolar e a cultura da EJA: desafios da ação docente

As políticas públicas de leitura têm atuado quase sempre fragmentadas, não incentivando uma formação continuada específica para os/as educadores/as e para aqueles/as que são responsáveis pelas salas de leitura, que em sua maioria são professores/as readaptados, em desvio de função da regência de sala de aula. Focalizam apenas a necessidade das escolas e dos/as professores/as incentivarem o gosto pelo ato de ler, diante de um acervo predominantemente de livros didáticos. Outra lacuna existente nas escolas, quando da realização de ações para se despertar o prazer pela leitura, é que não se tem explícito a definição sobre que tipo de leitor se pretende formar. Não se reflete sobre os aspectos referentes aos eventos e práticas de letramento que estão ocorrendo nas salas de aula, da mesma forma, não se enfatiza a importância de os professores conhecerem as teorias sobre processamento de leitura, conhecimento esse necessário, mas que na sua maioria, não tiveram na sua formação inicial (FREITAS; CAVALCANTE, 2014, p. 94).
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Diversidade sexual e educação: desafios para a formação docente.

Diversidade sexual e educação: desafios para a formação docente.

As relações entre diversidade sexual e educação serão retomadas neste artigo. Antes disso, gostaria de discorrer acerca das fecundas ligações entre a produção de conhecimento e os movimentos sociais. As relações entre os estudos de gênero e o movimento feminista são bastante conhecidas (Louro, 1999; Piscitelli, 2002; Ma- tos, 2008). O movimento feminista garantiu às mulheres e ampliou uma série de direitos políticos, sociais e civis, alguns dos quais originalmente estavam restritos aos homens, como direito ao voto e acesso ao mercado de trabalho, assegurou a maternidade como opção e não como destino etc. Tais conquistas não apenas alar- garam as oportunidades de estudo e profissionais para as mulheres, proporcionan- do, entre outros, seu ingresso nas universidades e a realização de pesquisas, como, a partir dessa possibilidade construída, inspiraram e mostraram a necessidade de produção de conhecimento sobre as mulheres e aspectos a elas relacionados. A invisibilidade em torno da mulher, no campo social e nos campos de produção de conhecimento, foi aos poucos se dissolvendo. Mais tarde, esse conjunto de pesqui- sas e reflexões deu origem aos estudos de gênero, que atualmente se consolidaram como um campo de pesquisa (Matos, 2008).
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A FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA FRENTE À EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA FRENTE À EDUCAÇÃO INCLUSIVA

O VE – 3 (figura 2), que abordou o tema “autista”, não contextualizou de maneira di- reta algum elemento relacionado à Educação Inclusiva apenas no ponto de “asserções de conhecimento”, isto é, de uma forma vaga não se tem certeza se os aprendizes, ao men- cionar “articular as questões educacionais (teóricas) com as práticas de ensino aderidas”, estavam relacionando com a Educação Inclusiva ou não. Este VE mostrou que os apren- dizes tiveram uma preocupação maior em como realizar o processo de inclusão do autis- ta tanto do ponto de vista teórico quanto do metodológico, possuindo uma questão bási- ca que realizassee a interação entre esses dois domínios.
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O papel do professor de educação especial na construção da escola inclusiva

O papel do professor de educação especial na construção da escola inclusiva

A perspetiva de um estudo com a realização de entrevistas a profissionais pretende reproduzir a atitude de “vigilância crítica” que exige o rodeio metodológico e o emprego de “técnicas de rutura” que se afigura tanto mais útil para o especialista das ciências humanas, quanto mais ele tenha sempre uma impressão de familiaridade face ao seu objeto de análise (Bardin, 1995). No dizer de Lazarsfeld (citado por Bardin, 1995, p. 28), “é uma tentativa de negar a leitura simples do real, sempre sedutora, forjar conceitos operatórios, aceitar o caráter provisório de hipóteses, definir planos experimentais ou de investigação, a fim de despistar as primeiras impressões.” Conversando com colegas de grupo disciplinar, percebemos que essas questões também lhes eram comuns, pelo que decidimos partir para um estudo envolvendo professores de EE em entrevistas que pretendem aferir quais os seus pareceres sobre qual deve ser o seu papel enquanto docente. Assim, e procurando organizar todas estas questões, chegamos a três dimensões centrais:
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A formação do professor na educação inclusiva: a percepção de docentes de uma escola regular

A formação do professor na educação inclusiva: a percepção de docentes de uma escola regular

Das cinco professoras entrevistadas, apenas três participaram de algum curso ou programa na área de inclusão, destas, duas docentes são da sala de AEE, o que põe em evidência, a partir dos relatos colhidos, duas questões primordiais: a primeira refere-se ao fato de a formação ser oferecida quase que exclusivamente aos professores do atendimento especializado e, a segunda, diz respeito ao entendimento, por parte das docentes, de que não necessitariam se capacitar e/ou apenas os profissionais que apresentam alunos com deficiência em sala de aula deveriam receber um treinamento para esses fins.
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A formação do professor para a educação inclusiva: os anos iniciais em foco

A formação do professor para a educação inclusiva: os anos iniciais em foco

A inclusão escolar de alunos com deficiência vem recebendo, nos últimos anos, uma significativa atenção. Compreendemos que para atuar na classe regular no contexto da educação inclusiva é preciso existir professores capazes de promover a aprendizagem e o desenvolvimento do educando. O objetivo central do presente estudo foi investigar a formação continuada que o professor dos anos iniciais do ensino fundamental I,vem recebendo para atuar na classe regular no contexto da educação inclusiva.No entanto, muitos docentes encontram-se despreparados para contribuir na educação inclusiva. A metodologia que foiutilizada nesse trabalho é de cunho qualitativo. Participaram da presente pesquisa cinco professoras de uma escola regular pública do ensino fundamental I, localizada no município de Campina Grande – PB. Utilizamos como instrumento metodológico uma entrevista semi– estruturada e os dados transcritos foram submetidos à análise de conteúdo. A pesquisa de campo foi realizada nos meses de abril e maio de 2014.As referidas docentes destacaram alguns aspectos que prejudicam a educação inclusiva tais como:afalta de diagnóstico dos educandos, a falta de uma capacitação para os professores, a oferta de formações continuadas de curto prazo para os docentese o desconhecimento dos recursos metodológicos que devem ser utilizados com seu aluno com deficiência. Portanto, compreendemos que alguns dos principais fatores que dificultam a inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares estão associados à falta de uma formação continuada que preparem os educadores, deixando- os capazes de desenvolver práticas pedagógicas de acordo com as necessidades educacionais dos alunos.
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