Top PDF O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

RESUMO – (O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no Estado do Paraná, Brasil). O presente estudo abrange o gênero Piptocarpha R.Br. (Vernonieae: Asteraceae) no Estado do Paraná, Brasil. A metodologia consistiu no levantamento bibliográfico, coleta de material e observação de campo, estudos morfológicos e taxonômicos do material vivo e herborizado. Foram confirmadas para o Estado do Paraná nove espécies, sendo quatro escandentes: Piptocarpha leprosa (Less.) Baker, P. oblonga (Gardner) Baker, P. quadrangularis (Vell.) Baker e P. sellowii (Sch.Bip.) Baker; e cinco arbóreas: Piptocarpha angustifolia Dusén ex Malme, P. axillaris (Less.) Baker, P. densifolia Dusén ex G.L. Smith, P. macropoda (DC.) Baker e P. regnellii (Sch.Bip.) Cabrera. São apresentadas chave de identificação, descrições morfológicas, época de floração e frutificação, nomes populares, distribuição geográfica, comentários e ilustrações para cada táxon estudado.
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IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Esta dissertação tem por objetivo investigar como se efetivou a implementação dos Laboratórios Básicos Padrão MEC/FNDE. Com a implantação do Programa Brasil Profissionalizado no Estado do Paraná, instituído pelo Decreto Nº 6.302 de 27 de dezembro de 2007, programa do Governo Federal, foram firmados convênios com a Secretaria de Estado da Educação – SEED-PR, com o intuito de modernizar as estruturas das escolas que ofertam a Educação Profissional da Rede Estadual. A partir dos estudos de demanda, exigências estabelecidas pelo programa, as escolas contempladas se propuseram a melhorar as condições de oferta da Educação Profissional e da qualidade na formação de seus alunos. Com a expansão da rede para a oferta da Educação Profissional e Tecnológica, também se fez necessária a adequação dos espaços escolares, proporcionando melhores condições de aprendizagem e a preparação dos profissionais para o desenvolvimento de suas atividades. Os autores que contribuíram para a fundamentação desta dissertação passam por especialistas na Educação Profissional e nos sistemas de avaliação. O instrumento utilizado para o desenvolvimento desta tarefa foi a avaliação executiva, processo pelo qual foi possível apresentar uma visão generalizada da implementação do programa na Rede Pública do Estado do Paraná, conforme as orientações e recomendações do Manual de Orientação e Preenchimento da Situação Escolar – MOPSE, composto por formulários que indicavam os aspectos de infraestrutura dos espaços escolhidos para a instalação dos laboratórios. O intento dessa dissertação é a preparação para o processo de uma avaliação de impacto, ou seja, a construção de um instrumento de investigação mais aprofundado desta ação, buscando conhecer o quanto a implementação dos laboratórios tem contribuído para a melhoria nas condições de oferta para a Educação Profissional.
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O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

RESUMO - (O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil). O objetivo deste estudo foi descrever a espécie de Cordyline que ocorre no Estado do Paraná, Cordyline sellowiana Kunth, a partir de análises de exsicatas de diversos herbários do Estado. C. sellowiana é caracterizada por folhas sésseis, lineares, inflorescências terminais e flores roxas, pediceladas; ápice das sépalas acuminado e das pétalas obtuso. Coletada em 26 municípios do Estado do Paraná, ocorre nos seguintes tipos de vegetação: Estepe Ombrófila, Floresta Estacional Semidecidual Subxérica, Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. A partir dos critérios da lista vermelha da IUCN, foi definido o estado de conservação da espécie, que se enquadra na categoria de preocupação menor (LC). Popularmente conhecida como uvarana, varana, guaraíva ou cordiline, é utilizada na alimentação animal e humana, farmacologia, recuperação ambiental e como planta ornamental. Palavras-chave: distribuição, IUCN, morfologia, taxonomia
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O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil.

Folhas 17-45 × 2-10 cm, lanceoladas a oblanceoladas, agudas, na base atenuadas em pseudo-pecíolo canaliculado, com nervuras espessas. Inflorescência 25‑55 cm compr., basal em arco, 7-25 flores. Brácteas 1,1-1,6 cm compr., triângulo-lanceoladas a obtruladas, apressas. Sépala dorsal 2,7-4,2 × 0,7-1,5 cm, lanceolada a estreito-elíptica, ereta, no ápice acuminada. Sépalas laterais 2,4-4,5 × 0,6-1,7 cm oval-lanceoladas, eretas, na base atenuadas e no ápice acuminadas. Pétalas 2,5‑4 × 1‑1,7 cm, lanceolar-obovaladas, base atenuada, no ápice acuminado, margens denticuladas da metade até o seu ápice. Labelo 1,5-3,4 × 1,5‑4,3 cm, trilobado, profundamente saquiforme côncavo, lobos laterais oblongados a oblongo-elípticos, eretos, frequentemente ciliados ou denticulados, o lobo terminal agudo, na base apresentando calo com ápice agudo 0,3-0,7 × 0,3-0,8 cm, margens profundamente fimbriadas. Coluna 1,8-3,2 cm compr., ereta, com ondulações na margem da base ao seu ápice, rostelo alongado, antenas 1-1,4 cm compr., paralelas. Distribuição geográfica e habitat: Catasetum fimbriatum não é endêmico do Brasil, sendo também citado para Argentina, Bolívia, Guiana, Paraguai, Uruguai e Venezuela (Hoehne 1942, Pabst & Dungs 1975, Barros et al. 2014). No Brasil, ocorre no Distrito Federal e nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (Hoehne 1942, Hoehne & Kullmann 1951, Petini-Benelli 2012, Barros et al. 2014). No Estado do Paraná, foi coletado em cinco municípios, em Floresta Ombrófila Mista, Gramíneo Lenhosa e Estacional Semidecidual. Estado de Conservação: Segundo os critérios da IUCN (2009), C. fimbriatum se enquadra como uma espécie localmente ameaçada, devendo ser incluída na categoria em perigo [EN B2a] no Estado do Paraná, devido ao baixo número de localidades e pela degradação do habitat.
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O gênero Zygostates (Orchidaceae: Oncidiinae) no estado do Paraná, Brasil

O gênero Zygostates (Orchidaceae: Oncidiinae) no estado do Paraná, Brasil

Zygostates consiste de ca. 26 espécies, das quais 15 ocorrem no Brasil. Através de consultas a herbários nacionais e estrangeiros, além da realização de trabalho de campo, oito espécies de Zygostates foram encontradas no Paraná: Zygostates alleniana, Z. bradei, Z. cornuta, Z. dasyrhiza, Z. lunata, Z. multiflora, Z. pellucida e Z. pustulata. O gênero é registrado para 36 dos 399 municípios paranaenses, principalmente na Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista, localizadas na Serra do Mar, Primeiro e Segundo Planaltos. De acordo com os critérios da IUCN, Z. alleniana, com ampla distribuição no estado, é a espécie de menor risco de extinção, enquanto Z. bradei, Z. pellucida e Z. multiflora, presentes somente em uma localidade, são as mais ameaçadas. Zygostates bradei encontra-se “Possivelmente Extinta” no estado; Z. pellucida e Z. multiflora foram avaliadas como “Criticamente em Perigo”. São apresentados uma chave para identificação das espécies, descrições, ilustrações, lista de material examinado, dados sobre distribuição geográfica e estado de conservação dos táxons.
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O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Observações: ocorre no Brasil (MG, RJ, SP, PR, SC). Coletada com flores entre dezembro e junho, e setembro. No Paraná ocorre como epífita em Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas, Submontana e Montana, e em Floresta Ombrófila Mista. Outras espécies afins são citadas por Pabst & Dungs (1975), para o estado do Paraná: E. ecostatum Pabst, E. obergii Hawkes e E. ochrochlorum Barb. Rodr. Todas são muito semelhantes a E. proligerum e entre si, sendo a principal diferença entre elas o formato do labelo, o que pode ser visto nas ilustrações de Pabst & Dungs (1975) para essas espécies. Analisando as exsicatas atribuídas a essas espécies nos herbários, observou-se que todos os materiais identificados como E. ochrochlorum (Leinig 184 e 555; Hatschbach 3144 e 2667; Hatschbach 20710), E. obergii (Klein 9417), E. ecostatum (Handro 2207; Klein 10165; Dusén 3786) e E. proligerum (Reitz 3316; Pabst 2454) correspondiam à mesma espécie. Em análise das descrições dessas espécies, decidiu-se tratá-las, neste trabalho, com o nome E. proligerum, pois E. ochrochlorum apresenta flores com o dobro do tamanho dos espécimes analisados, e E. obergii, assim como E. ecostatum, possuem labelo inteiro. Este é outro grupo dentro do gênero Epidendrum que está necessitando de revisão, a qual poderia resultar em várias sinonimizações.
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O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

A partir dos dados morfológicos qualitativos e quantitativos obtidos, as descrições foram elaboradas seguindo a terminologia usual de Stearn (2004) e Gonçalves & Lorenzi (2011). Os comentários de cada espécie foram baseados nas informações das exsicatas analisadas e em dados complementares de Monteiro et al. (2009, 2010). Os sinônimos aceitos neste trabalho estão de acordo com Monteiro et al. (2010). A distribuição geográfica dos táxons no estado do Paraná foi mapeada em imagem delimitada por quadrículas de 1° × 1° através do programa DIVA-GIS 7.5 (Hijmans et al. 2012). O status de conservação das espécies foi inferido para o estado do Paraná, seguindo as recomendações do sistema IUCN (2014) levando em consideração o número de localidades, área, extensão e qualidade do habitat, sendo também examinada a Lista Vermelha de Plantas Ameaçadas de Extinção no Estado do Paraná (Hatschbach & Ziller 1995).
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O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

Isabelia Barb. Rodr. is a South-american endemic genus, formed by three species and a nototaxon. All taxa are found in Brazil, distributed in the phytogeografic domain of the Cerrado and of the Atlantic Forest, in the South, Southeast, Center-west and in the Northeast regions. A taxonomic study of the Isabelia was presented in Paraná and the results revealed the occurrence of all the described species: Isabelia pulchella (Kraenzl.) Van den Berg & M.W. Chase; Isabelia violacea (Lindl.) Van den Berg & M.W. Chase, Isabelia virginalis Barb. Rodr. and the nototaxon Isabelia × pabstii (Leinig) Van den Berg & M.W. Chase. Identification key, morphological descriptions, geographic distribution, comments, status of conservation and illustration are presented of each species. Key words: South-America, flora of Paraná, nototaxon, taxonomic study.
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O gênero Erythroxylum P. Browne (Erythroxylaceae) do estado do Paraná, Brasil.

O gênero Erythroxylum P. Browne (Erythroxylaceae) do estado do Paraná, Brasil.

Material examinado: PARANÁ: Balsa Nova, Rio Iguaçú, I.1985, P. Berry, T. Plowman & F. Juarez 4490 (MBM). Curitiba, Centro Politécnico, XI.1993, J.O. Mendonça 02 (UPCB). Foz do Iguaçú, P. Nac. do Iguaçú, Macuco, X.1986, G. Hatschbach et al. 50642 (UPCB). Ivaí, Rio Palmital, X.1969, G. Hatschbach 22365 (MBM). Palmeira, Rio dos Papagaios, XI.1986, G. Hatschbach et al. 50826 (MBM). Piên, Poço Frio, X.1987, G. Hatschbach 51482 & J.M. Silva (MBM). Pinhais, Autódromo, XII.1973, G. Hatschbach 33596 (MBM). Piraquara, Rio Iraí, XII.1992, S. R. Ziller 323 (MBM, EFC). Pitanga, X.1991, G. Hatschbach et al. 55745 (MBM). Rio Branco do Sul, X.1975, G. Hatschbach 37299 (MBM). Salto Osório, Rio Iguaçú, XII.1968, G. Hatschbach 20536 (MBM). Santa Helena, Rio São Francisco, XII.1977, G. Hatschbach 40527 (MBM). São Jerônimo da Serra, IX.1970, G. Hatschbach 24833 (MBM). União da Vitória, X.1966, G. Hatschbach 14904 (UEC, MBM). 9. Erythroxylum nanum A. St.-Hil. in Fl. Bras. Merid. II: 97. 1829.
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O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Lauraceae é uma família de Angiospermas que apresenta distribuição majoritariamente pantropical, com poucos membros ocorrendo em clima temperado (Rohwer 1993b). São 50 gêneros e entre 2.500 e 3.000 espécies (Rohwer & Kubitzki 1993), melhor representados nas Américas e Ásia, mas que ocorrem também na Austrália, Madagascar e mais esparsamente na África Central (Werff & Richter 1996). A família pertence à ordem Laurales, que está posicionada entre as linhagens basais de Angiospermas (Cronquist 1988; APG II 2003). O gênero Nectandra foi descrito por Rottboel em 1778, com duas espécies, baseado num manuscrito de Rolander (Rohwer 1993a). Hoje são aceitas 114 espécies com distribuição restrita às Américas tropical e subtropical, sendo 43 brasileiras (Baitello 2003). O nome do gênero provém de uma interpretação errônea, dada
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O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

HNUP, HUPG, MBM, RB, SP, SPF e UPCB (siglas de acordo com Hol- mgren et al. na versão digital do Index Herbariorum disponível em http:// sweetgum.nybg.org/ih/, e ou instituição, para as coleções não indexadas). As principais características taxonômicas utilizadas foram: forma e tamanho dos nectários foliares, número de folíolos e indumento, além das estruturas reprodutivas como: infl orescências, fl ores e frutos. Os termos botânicos utilizados nas descrições foram padronizados com base na lite- ratura especializada para o gênero e em Lawrence (1977) e, os nomes dos autores das espécies abreviados conforme Brummitt & Powell (1992) e o International Plant Names Index (www.ipni.org), conforme recomendação do Código Internacional de Nomenclatura Botânica (McNeill et al., 2006). A lista de todo o material examinado encontra-se disponível com o primeiro autor. As épocas de fl oração e frutifi cação foram obtidas com base nas etiquetas das esxcicatas examinadas. Na ausência de material reprodutivo disponível nas exsicatas do Estado do Paraná foram utilizados materiais de outros estados, citados como “material adicional examinado”.
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O gênero Buddleja (Scrophulariaceae) no estado do Paraná, Brasil

O gênero Buddleja (Scrophulariaceae) no estado do Paraná, Brasil

Amaral-Neto LP 20 (4a). Andrade BO 65 (4a), 92 (4a). Bagliogli V 07 (9). Barbosa JM 378 (4a). Bidá A 480 (9). Botelho A s.n. MBM 70007 (9). Braga A 307 (4a). Braga R s.n. UPCB 2365 (9), s.n. UPCB 2366 (4a), 235 (9), 239 (4a), 1123 (4a). Brotto ML 1370 (4a). Carneiro J 312 (9). Carneiro JS et al. 252 (1). Cervi AC 6147 (9), 6188 (9), 9023 (9). Coelho GP 70 (6), 100 (8), 132 (10). Cordeiro J 128 (9), 134 (3), 278 (9), 1776 (4a), 1834 (3), 2141 (4a), 4653 (4a). Curial O 223 (9). Diapp C 06 (9). Dombrowski L 12685 (9), 13977 (4a). Dunaiski A 643 (4a). Dusén PKH 9354 (5), 11086 (5). Empinotte CB 10 (9). Engels ME 1292 (9), 1639 (4a). Felitto G 105 (9), 394 (4a). Hatschbach G 393 (4a), 3338 (4a), 3430 (7), 4311 (4a), 6325 (4a), 7339 (4a), 8571 (4a), 9830 (4a), 11293 (4a), 14876 (4a), 14986 (4a), 15036 (10), 15173 (6), 16425 (9), 16930 (9), 17141 (9), 17431 (2), 18052 (4a), 19779 (4b), 24427 (9), 24835 (4a), 24952 (4a), 26754 (9), 26899 (9), 27637 (4a), 29815 (9), 30724 (7), 30793 (10), 30827 (10), 32214 (9), 32221 (9), 32312 (9), 32794 (4a), 22622 (4a), 37055 (7), 38566 (4a), 40255 (9), 40453 (4a), 45455 (4a), 45734 (2), 47564 (4a), 50995 (9), 53674 (8), 59674 (4a). Hertel R s.n. MBM 221002 (9). Imaguire N s.n. MBM 171918 (9), 1003 (9), 5331 (3). Isernhagen I 33 (9). Iurk M 257. Jamhour J s.n. MBM 209639 (9). Kozera C 181 (9), 216 (4a), 3283 (4a). Kuchler RM 341 (9). Kummrow R 780 (3). Landrum LR 2308 (9). Lange RB s.n. UPCB 2270 (9), s.n. UPCB 2271 (4a), 98 (9), 147 (4a). Lannoy LC 01 (4a), 03 (9), 04 (9), 05 (9), 06 (9). Lima R 08 (9). Lindeman J 2505 (4a), 3052 (4a). Lisingen 81 (9). Lozano ED 437 (4a), 1578 (4a). Martins AC 11 (4a). Mattos J 11893 (4a), 14037 (4a), 14346 (4a). Meijer A 1979 (9). Melo E 296 (9). Miranda AC 205 (9). Moreira EA 50 (4a). Motta JT 79 (9), 4042 (4a), 4083 (10). Oliveira PI 276 (4a). Possete RFS 395 (9), 374 (9). Rambo B s.n. HUCS 6726 (2). Reginato M 485 (9). Ribas OS 164 (4a), 567 (4a), 7867 (9), 1963 (9). Sakagami CR s.n. UPCB 50265 (9). Santos CB s.n. UPCB 40310 (9). Santos EP 339 (4a). Savarais M 375 (9), 424 (10). Silva EM 7300 (6). Silva JM 2595 (4a), 3800 (4a), 8632 (4a). Silva MG 03 (9). Silva SM et al. s.n. MBM 121618 (9), 1675 (4a). Snak C 230 (4a). Souza LP 123 (4a), 191 (4a). Souza MKF s.n. UPCB 43251 (4a). Svolenski AC 241 (9). Tessmann G s.n. UPCB 1221 (4a), 2744 (4a). Tomé MVF 962 (9), 969 (9), 982 (9). Uchibaba EY s.n. MBM 140054 (9). Urben- Filho A 241 (9). Völtz RR 54 (4a). Ziller SR 272.
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O gênero Ocotea (Lauraceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Ocotea (Lauraceae) no estado do Paraná, Brasil.

No Paraná Ocotea catharinensis é encontrada na FOD Submontana e Montana, na FOM e na FES, entre 50 e 1.100 m, ocupando o dossel. A espécie é amplamente distribuída no Leste do estado, sendo frequente na FOD e rara na FOM e FES. Entre as Lauraceae foi a mais visada na exploração da Serra do Mar. No Parque Estadual das Lauráceas podem ser encontradas populações notáveis dessa espécie em floresta primária no que se refere à abundância e porte dos indivíduos. Também apresenta boa regeneração em florestas secundárias em estágio médio e avançado de sucessão. Ela é categorizada nos critérios da IUCN (2001) como Menor Preocupação (LC), apesar de estar na lista brasileira de extinção (MMA 2008). Em material vivo a coloração das flores é creme- esverdeada, exalando odor suave, e os frutos que levam um ano para se desenvolverem, quando maduros, adquirem coloração preta com cúpulas levemente avermelhadas. A madeira apresenta odor acentuado. Vegetativamente pode ser confundida com O. porosa (Nees & Mart.) Barroso, da qual difere pela disposição das folhas subopostas para o ápice do ramo e pelas domácias com tricomas alvos, e também de O. indecora (Schott.) Mez, da qual pode ser diferenciada por caracteres das flores e inflorescências. Floresce de outubro a junho e frutifica de maio a abril.
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O gênero Miconia (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Miconia (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Arbustos a arvoretas ca 2,5m alt.; ramos jovens, pecíolos, face abaxial das folhas, inflorescências e hipanto moderada a densamente recobertos por tricomas estrelados e dendríticos, face adaxial glabrescente. Folhas com pecíolo 0,7-1,5cm compr.; lâmina 8,4-19,4×3,6-10,8cm, discolor, cartácea a subcoriácea, elíptica a lanceolada, base atenuada, aguda a arredondada, ápice acuminado, remotamente denticulada no terço distal, nervuras 3+2, acródromas basais. Panículas escorpióides, 9,5-22,6cm compr., terminais. Flores 5(-6)-meras; hipanto 2-2,3mm compr.; cálice persistente, lacínias internas 1-1,2mm compr., triangulares, dentículos externos muito reduzidos; pétalas ca. 2,6x1,8mm; estames 10(-12), levemente dimorfos, anteras 1,3-1,6mm compr., brancas, uniporosas, conectivo longamente prolongado abaixo das tecas, com calcar dorsal curto e 2 aurículas ventrais ou apenas 2 aurículas ventrais; ovário trilocular, papiloso, estilete abruptamente alargado no ápice. Baga imatura castanha, madura enegrecida, 30-50 sementes. Material examinado: BRASIL. Paraná: Campina Grande do Sul, XII/1972, Hatschbach 23951 (MBM). Guaraqueçaba, IV/1995, Ziller 800 (MBM). Cerro Azul, II/1961, Hatschbach 7719 (MBM, UPCB).
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O gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná - Brasil.

O gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná - Brasil.

Fig. 3g-k; Apêndice 6a-g Te r r e s t r e , s a x í c o l a , o c a s i o n a l m e n t e escandente; caule geralmente reptante a raro ereto, entrenós longos 0,3–2,2 cm compr. Catafilos e profilos jovens verdes a raro verde-arroxeados; senescentes palha ou castanhos, desmanchando em fibras, decíduo para a base do caule, 1,6–8,8 cm compr. Folhas simples; pecíolo 3,2–37,7 cm compr., verde, raro verde-avermelhado; cilíndrico ou achatado, raro 1-sulcado, margem obtusa a aguda adaxialmente; obtuso, carena ausente, raro 1-sulcado lateralmente abaxialmente; pontuações glandulares ausentes; genículo 0,4–2,2 cm compr., espessura igual ou maior à do pecíolo, verde-amarelado, verde-rosado ou verde em material fresco e verde-escuro a nigrescente em material seco, pontuações glandulares ausentes. Lâmina elíptica a lanceolada, 7–42,2 × 2,2–16,5 cm, ereta a patente em relação ao caule, ápice agudo, obtuso, frequentemente apiculado, raro acuminado, base estreito-cuneada, longo-cuneada ou obtusa, frequentemente curtamente-atenuada na extremidade, geralmente membranácea a cartácea, lustrosa, discolor, verde abaxialmente, margem inteira, pontuações glandulares não visíveis a olho nu, verdes. Nervura principal obtusa na base, aguda no meio e ápice, carena ausente, proeminente apenas no meio adaxialmente; geralmente obtusa, raro aguda, bem proeminente na base abaxialmente. Nervuras secundárias impressas adaxialmente, evidentes a levemente proeminentes abaxialmente, 7–18 pares, nervura coletora inserida na base foliar, raro um pouco acima dela, 0,3–2 cm afastada da margem. Pedúnculo 3,8–73 cm compr., um pouco maior ou menor que o pecíolo, cilíndrico, raro 1-carenado, roxo, róseo ou verde, raro esverdeado- amarelado, base rósea ou roxa, verde em frutificação. Espata 1,4–13,7 × 0,3–2 cm, lanceolada, não revoluta, ápice rostrado, membranácea, persistente a raro decídua na frutificação, geralmente deflexa, raro patente ou ereta; margens se encontrando no pedúnculo em ângulo agudo; roxa, verde, rósea; decorrência no pecíolo presente, 0,2–1,9 cm compr. Espádice 1,9–12,5 × 0,3–0,9 cm, cilíndrico, roxo a verde em pré-antese, roxo, vináceo, avermelhado ou verde em antese, castanho, verde ou verde- amarelado, vináceo em pós-antese; séssil a raro estipitado, estípite 0,1–0,3 cm compr., verde, esverdeado-vináceo, verde-avermelhado; 3–6 flores na espiral principal, 5–9 flores na espiral secundária,
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O gênero Campomanesia (Myrtaceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Campomanesia (Myrtaceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Campomanesia Ruiz & Pav. pode ser reconhecido pelo ovário 4–18–locular, com vários óvulos por lóculo, e parede locular glandular nos frutos maduros, que serve como um falso envoltório das sementes. Normalmente todos ou todos menos um óvulo abortam em cada lóculo. Apresenta pedúnculos unifloros, dicásios ou racemos, e os botões têm cálice desde aberto até completamente fechado. No estado do Paraná, o gênero apresenta 11 espécies (C. adamantium, C. aurea, C. eugenioides, C. guaviroba, C. guazumifolia, C. neriiflora, C. pubescens, C. reitziana, C. schlechtendaliana, C. sessiliflora, C. xanthocarpa), distribuídas por todos os tipos de vegetação. Campomanesia neriiflora teve seus frutos descritos pela primeira vez. Neste trabalho são apresentadas chave de identificação, descrições, ilustrações, dados sobre distribuição geográfica e lista de materiais selecionados para as espécies de Campomanesia do Paraná.
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

A produção colonial-camponesa relativamente rústica vivia da força-de-trabalho familiar e tinha parte de sua produção expropriada pelo Estado, pela produção artesanal e industrial regional e, sobretudo, pelo capital mercantil. Enquanto houve terra disponível, jovens camponeses casados e liberados da tutela familiar abriam novas glebas na região ou, na falta delas, nas colônias novas. No Sul, após ocupar a encosta inferior e superior do planalto, a economia colonial-camponesa expandiu-se para o Planalto Central, para o Alto Uruguai, para as Missões, para o Oeste de Santa Catarina, para o Oeste do Paraná etc., ultrapassando, nesse processo, as próprias fronteiras nacionais. 92
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes Estabelecimentos de Ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude. O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições. Em muitas escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. (PARANÁ, 2010, apud MARTINS, 1999, p. 6)
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Toyotismo e o neocorporativismo no sindicalismo do século XX — Outubro Revista

Toyotismo e o neocorporativismo no sindicalismo do século XX — Outubro Revista

50 - outubro Só que, a partir de meados dos anos 80, com o desenvolvimento da mundialização do capital, da crise do Estado e de um novo padrão de acu- mulação capitalista – a acumulação flexível e seu “momento predominante” (o toyotismo), ocorreram importantes metamorfoses no “arranjo corporativo” social-democrata. A mundialização do capital – ou “globalização”, posta, antes de tudo, como o momento de transformação da produção e da política – surgiu como um processo sócio-histórico de amplo espectro, com profundos rebatimentos políticos e ideológicos. Impulsio- nou-se o neoliberalismo como a ideologia da “globalização”. Nos anos 80, a própria social-democracia foi obrigada a encontrar um novo ponto de equi- líbrio político e ideológico. Ela tendeu a convergir para um discurso cripto- liberal. O discurso (e a prática) social-democrata na Europa – e, mais tarde, no Brasil dos anos 90 – incorporou as novas percepções políticas (e ideoló- gicas) da reprodução sistêmica do capital mundial. É tal novo modelo da social-democracia, que passou a salientar não mais um “corporativismo societal”, mas, sim, um “corporativismo setorial”, que tendeu a deslocar a articulação corporativa para o nível “meso” e o nível “micro”. Na verdade, ocorreu um estreitamento da base de sustentação da articulação fordista clássica. É a nova orientação da social-democracia que constituiu o lastro político (e ideológico) do sindicalismo neocorporativo que passou a influen- ciar a estratégia da CUT dos anos 90. Como observa Costa: “enquanto a idéia de expansão do corporativismo societal implica a ampliação da partici- pação das associações que representam interesse de classe nas arenas decisórias relativas a esse interesse, o corporativismo setorial implica a limi- tação dessa participação aos setores de classe mais organizados.” 12
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

A política para intervir inicialmente no processo de alfabetização adotada no estado do Ceará foi iniciada pelo comitê cearense, já citado anteriormente, diante do grave problema do analfabetismo existente no estado e que deveria ser enfrentado. Diante desse cenário e aproveitando a mobilização de diversos atores da sociedade cível e instituições em torno do combate ao analfabetismo, contando com a parceria técnica e financeira do Unicef, criou-se o Paic. Face às novas necessidades de- mandadas pela sociedade, o governo do estado do Ceará assumiu essa política de intervenção como política governamental e ampliou o programa. Inicialmente, aten- dia apenas 56 municípios, o que passa a atender a todos os municípios da rede pú- blica cearense, cujo objetivo era apoiar os municípios no combate ao analfabetismo, como também na melhoria da qualidade do ensino, da leitura e escrita, principalmen- te nos anos iniciais. O trabalho que vinha sendo desenvolvido anteriormente contri- buiu para a expansão do programa e novas estruturas foram incorporadas ao mes- mo de forma mais dinâmica, estimulando as parcerias que foram importantes atores para a execução do PAIC. A nova estrutura do PAIC visa a uma melhor integração de suas ações e a atender a demanda de uma nova realidade educacional e social.
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