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Gestão democrática e a participação da família

Gestão democrática e a participação da família

A escola pública tem passado por algumas mudanças nos últimos anos, em especial em aspectos que dizem respeito à compreensão do papel social da escola, da importância da participação da família no processo educacional de seus filhos, do poder de transformação aferido a educação e da compreensão do processo de democratização da gestão das escolas públicas. Por esta razão, a nossa pesquisa teve por objetivo evidenciar a importância da gestão democrática das escolas públicas, da participação dos pais e da comunidade escolar neste processo de democratização, vislumbrando as experiências adquiridas através do Componente Curricular Estágio Supervisionado em Gestão Escolar, que nos deu a oportunidade de vivenciar o dia a dia de uma gestão escolar e intervir apresentando um projeto que buscou refletir sobre a gestão democrática. A partir dessa temática e das experiências do Estágio supervisionado, sentimos a necessidade de buscar aprofundar as nossas pesquisas neste campo de estudando, procurando a partir de uma pesquisa bibliográfica e da experiência do Estágio Supervisionado, evidenciar a importância da participação da família e da comunidade escolar neste processo de gestão democrática. Buscamos fundamentar o nosso trabalho em BRASIL (2011), LÜCK (2009), SANTOS (2016) e outros textos acadêmicos científicos que se fizeram relevantes para a construção do nosso trabalho. Nos propomos em nossa pesquisa, apresentar algumas concepções de gestão democrática, evidenciar a importância da participação de todos os que compõem a comunidade escolar e sugestões de como desenvolver uma gestão escolar democrática, apresentando as concepções que foram desenvolvidas a partir do Estágio Supervisionado e apresentadas aos professores da escola campo em que o estágio aconteceu, resultando na busca de aprofundamos os nossos conhecimentos no assunto e na produção desta pesquisa.
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Gestão participativa: reflexões sobre a participação da família na escola

Gestão participativa: reflexões sobre a participação da família na escola

Esta pesquisa tem como objetivo analisar a participação das famílias na vida escolar dos filhos e discutir quais as concepções e expectativas da comunidade escolar em relação a sua responsabilidade no processo educativo e nas tomadas de decisões no cotidiano da escola. Para isto foi realizada uma pesquisa com questionários direcionado as mães, pais e demais responsáveis e análise das atas de reuniões do Conselho Escolar, em uma escola da rede municipal de ensino de Foz do Iguaçu. Segundo a pesquisa realizada, a participação da família na vida escolar acontece principalmente no apoio aos deveres de casa e comparecimento à escola quando solicitada e, com menos frequência, a participação em reuniões de pais e em eventos culturais promovidos pela escola, observou-se também que a educação escolar ainda é, majoritariamente, papel das mães, que se esforçam para participar da vida escolar de seus filhos na medida em que podem, conciliando o trabalho fora de casa, o trabalho no lar e a educação dos filhos, há também algumas mães estudantes. De acordo com os participantes e análise das atas do Conselho Escolar, escola pouco tem desenvolvido ações e projetos que incentivem a participação familiar e promovam uma parceria entre escola e família na melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem. Nesse sentido, amparados em autores como Paro (1992), Falsarella (2018) e Bertan (2005), compreende-se a necessidade de que a instituição escolar propicie e fomente espaços para uma participação mais ampla da família nas atividades escolares, para além do apoio nos estudos de casa e a presença em eventos culturais, que as famílias sejam inseridas também na participação dos processos de tomadas de decisões dentro da escola.
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Gestão democrática: autonomia e participação na Escola Estadual 11 de Agosto Umarizal/RN

Gestão democrática: autonomia e participação na Escola Estadual 11 de Agosto Umarizal/RN

A diretora, ao ser questionada como a eleição de diretor pode contribuir para assegurar a participação da comunidade escolar, apresenta um discurso permeado de afirmativas como “[...] educar é responsabilidade de todos [...]”, que apesar de ser o ideal, não é o real no interior da escola. Afirmações dessa natureza já viraram jargões uma vez que estão propostos nos documentos oficiais, a exemplo da legislação que rege o ensino – LDB/1996 que atribui a responsabilidade da educação à família e ao Estado, conforme explicita o art. 2º . “A educação, é dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação par o trabalho ” (BRASIL, 2001a). A diretora se contradiz, em relação à resposta dada no inicio da entrevista – descrita no capítulo anterior – na qual emite uma posição muito pessimista no que diz respeito à gestão democrática. A princípio ela não via muita possibilidade de participação coletiva que realmente envolvesse os agentes educacionais. Ao contrário das afirmações posteriores, considerou a relação entre a escola e a família primordial, enxerga, portanto um objetivo para a eleição de diretor, porém não explicita como realmente, ocorre ou deve ocorrer a participação na escola.
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Gestão democrática na escola: em busca da participação e da liderança

Gestão democrática na escola: em busca da participação e da liderança

Ao contrário, afirma o referido autor que se trata de entender o papel do diretor como um líder, uma pessoa que consegue aglutinar as aspirações, os desejos, as ex- pectativas da comunidade escolar e articular a decisão e a participação de todos os segmentos da escola na gestão de um projeto comum, pois, como gestor da escola, dirigente, e líder, o diretor tem uma visão de conjunto e uma atuação que apreen- de a escola nos seus aspectos pedagógicos, culturais, administrativos, financeiros (LIBÂNEO, 2008). Partindo desses pressupostos, a escolha do dirigente da escola requer muita responsabilidade do sistema de ensino, bem como da comunidade. Porém, o que geralmente ocorre nas escolas públicas ainda é a “nomeação” arbitrá- ria de diretores para atender conveniências e interesses político-partidários, o que coloca o diretor representante dessa convivência, que inibe seu papel como coorde- nador e articulador de sua equipe docente. Portanto, a gestão democrática que deve ser implementada até 2016 é de extrema importância, mas a mesma não se reduz apenas a processos de eleição para diretor.
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A gestão democrática escolar como promotora da participação familiar

A gestão democrática escolar como promotora da participação familiar

Este estudo tem como objetivo investigar a gestão democrática, como incentivadora da participação familiar na escola, sabendo o quão necessário é para o processo educativo atual. Esta pesquisa surgiu da observação no campo de estágio realizado em uma escola municipal, onde leva o nome de Centro Educacional Raul de Freitas Mousinho situada na cidade de Guarabira-PB, onde era notória a pouca participação das famílias e comunidade nas atividades escolares. Para tentar compreender a ação desse processo, se faz necessário á realização da pesquisa que parte da seguinte problematização: como podemos descentralizar a gestão educacional para promover a participação familiar? Utilizamos os seguintes estudos teóricos para subsidiar este estudo: Oliveira (2007), Luck (2010), Dalberio (2009), Oliveira (2008) e Paro (2007), para discutir os aspectos relativos á gestão escolar, a importância da participação da família na escola e a hierarquia recorrente nas instituições. Para a construção deste trabalho utilizamos a metodologia qualitativa, inicialmente caracterizada como observação participante e posteriormente um estudo de caso. Durante a coleta dos dados conseguimos perceber que é possível realizar uma gestão democrática, porém as dificuldades para que isso ocorra são gigantescas no ambiente educacional, pois tenta-se envolver a sociedade, família, alunos, gestores e o corpo docente, transformando o que deveria ser um convívio saudável, em conflitos mediantes a tantos outros problemas que essa sociedade enfrenta, sendo a falta de tempo um dos motivos para a causa desse distanciamento.
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Participação da família na gestão escolar: um caminho de desafios e possibilidades

Participação da família na gestão escolar: um caminho de desafios e possibilidades

O presente artigo tem como objetivo investigar a participação da família na gestão participativa da escola, elencando desafios e possibilidades. Visto que esta participação é de grande relevância, sentiu-se a necessidade de investigar os motivos que desencadeiam o distanciamento da escola e família, uma vez que procuramos entender este problema que afeta a educação e o processo de aprendizagem. Este estudo configura-se como sendo qualitativo em educação, com base em uma pesquisa exploratória e de campo, procurou-se entender a relação família e escola, a partir da gestão escolar. Apresentamos como sujeitos da pesquisa: a equipe gestora, pais e a equipe técnica, utilizamos como instrumento para a coleta de dados um questionário semiestruturado. Os principais autores utilizados para embasamento deste estudo foram: Libâneo (2001,2004, 2008, 2012), Paro (2003, 2016 e 2017) e Luck (2008 e 2010), proporcionando discussões e análises, para concluirmos que a gestão democrática-participativa não acontece verdadeiramente nesta instituição, porém um conhecimento maior de ambas as partes seria capaz de facilitar o envolvimento da família e gestão.
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Diretores e gestão democrática: participação da comunidade na escola

Diretores e gestão democrática: participação da comunidade na escola

Nas cidades, segundo os depoentes, os diretores também tiveram algum tipo de formação em relação a garantir e ampliar a participação da comunidade na gestão escolar; ou seja, a realização de atividades que pudessem atrair os pais à participação na escola. No entanto, as entrevistas mostraram que este conhecimento trabalhado aconteceu de forma superficial. Em alguns casos, tratava-se de algumas estratégias ou “truques” para aproximar os pais da escola. Entre essas ações estavam a indicação de agendamento de reuniões periódicas com os pais (para informar os pais, elogiar as crianças, pedir participação); a organização de eventos para a família (exposições, festa junina, feiras do livro); a motivação para o uso de atividades para casa (dever de casa, solicitando o auxílio dos pais com os filhos) para que os familiares adquirissem o hábito de participar da vida escolar do filho; a utilização das redes sociais para a comunicação com as famílias.
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Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

A gestão democrática é aqui compreendida, então, como um processo político no qual as pessoas que atuam na/sobre a escola identificam problemas, discutem, deliberam e planejam, encaminham, acompanham, controlam e avaliam o conjunto das ações voltadas ao desenvolvimento da própria escola na busca da solução daqueles problemas. Esse processo, sustentado no diálogo, na alteridade e no reconhecimento às especificidades técnicas das diversas funções presentes na escola, tem como base a participação efetiva de todos os segmentos da comunidade escolar, o respeito às normas coletivamente construídas para os processos de tomada de decisões e a garantia de amplo acesso às informações aos sujeitos da escola. Isso quer dizer que a gestão da escola públicapode ser entendida pretensamente como um processo democrático, no qual a democracia é compreendida como princípio, posto que se tem em contaque essa é a escola financiada por todos e para atender ao interesse que é de todos; e também como método, como um processo democratizante, uma vez que a democracia é também uma ação educativa, no sentido da conformação de práticas coletivas na educação política dos sujeitos. É certo que essas ideias não expressam a realidade da gestão das escolas públicas, mas, se tomamos o conceito como hipótese ou como matriz a ser cotejada com a realidade, sua amplitude democrática pode nos ser bastante útil na observação do fenômeno.
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Gestão democrática e participativa: os desafios em consolidar a participação popular em Poá SP

Gestão democrática e participativa: os desafios em consolidar a participação popular em Poá SP

Através de um estudo de caso na cidade de Poá SP, este estudo buscou compreender os desafios enfrentados pelos gestores públicos em tornar a população corresponsável pela gestão da cidade. Para tanto, a partir de estudos feitos por outros pesquisadores sobre o assunto, foi conceituado o tema Gestão Democrática e Participativa como sendo a forma de os gestores públicos administrem os recursos disponíveis em conjunto com a sociedade, foram ainda identificados alguns instrumentos de participação popular, discutido a importância da participação da sociedade na Gestão Pública e o papel e postura dos gestores públicos frente a estes desafios. Utilizando-se da pesquisa qualitativa, foram realizadas pesquisas bibliográficas sobre o tema Gestão Democrática e Participativa, bem como entrevistas com oito vereadores e um chefe de gabinete da Câmara Municipal. Nos resultados apresentados notou-se que parte das dificuldades identificadas, como a falta de disponibilidade, a falta de incentivo e a falta de instrução política da população podem ser superados, a princípio, pelos representantes sem, no entanto descartar a necessidade do interesse da população como um dos fatores do processo de consolidação. Sugere-se por fim a realização de novas pesquisas sobre o tema e o objeto de estudo desta pesquisa sob o ponto de vista dos demais atores envolvidos no processo de Gestão Democrática e Participativa no Município.
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Gestão democrática da educação e participação popular

Gestão democrática da educação e participação popular

isso as pessoas ficam na esfera de que as decisões venham de “cima”, mesmo porque essa tem sido a prática das elites políticas e econômicas dominantes. As formas convencionais de representação política (voto) continuam em vigor, mas, as camadas populares levam desvantagem na efetivação da participação política em relação às classes dominantes que detém maior manipulação, dentre várias razões, a mídia é uma dela. E isso acaba por ressaltar entre o tipo de relação que a família mantém entre as escolas públicas das escolas privadas. Evidentemente, acabam por inibir as reivindicações, as práticas de participação e controle, em relação às ações praticadas pelas escolas.
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Conselhos municipais de educação: participação, qualidade e gestão democrática como objeto de recorrência

Conselhos municipais de educação: participação, qualidade e gestão democrática como objeto de recorrência

da educação não está garantido apenas pela existência legal dos conselhos, mas pela qualidade das discussões e práticas do colegiado, que a partir da leitura do seu real pode ressignificá-lo substancialmente. Bordingnon (2009; 2010) amplia a visão e orienta que um CME que dialoga e busca representar efetivamente os munícipes tem condições de contribuir efeti- vamente não somente para a construção do Plano Municipal de Educação, mas na pontuação de prioridades que poderão melhor atender ao direi- to educacional em sua oferta, condições e distribuição de recursos. Cury (2006) observa que, diante das leis e normativas do país, do direito cons- titucional da cidadania, a relevância da formação dos conselheiros para ações democráticas deve evidenciar-se e garantir espaços colegiados como canais efetivos de participação. Lima, Aranda e Lima (2012) ampliam o entendimento a respeito de participação como canal de processo demo- crático e gestão democrática.
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Gestão democrática na escola pública: um olhar sobre a participação popular

Gestão democrática na escola pública: um olhar sobre a participação popular

Como vemos a gestão democrática tem um longo caminho a percorrer no espaço educativo começando com a incorporação de novas práticas de gestão, por meio da participação de todos que formam a escola na busca do desenvolvimento e aperfeiçoamento da qualidade do ensino. Essa mobilização é imprescindível para conseguirmos consolidar os objetivos educacionais estabelecidos no currículo escolar, ampliando cada vez mais as potencialidades dos alunos possibilitando assim a participação destes na utilização das realidades técnicas do mundo globalizado. Baseado nos estudos do pesquisador Sander (2009, p. 84), asseveramos que gestão democrática tem a missão de dedicar-se inteiramente na busca de métodos adequados para que venham suprimir os déficits da escola atual em torno da precariedade do ensino, com ações que viabilizem as propostas pedagógicas que convergem para os objetivos de uma educação de qualidade para todos com total igualdade de direitos nas instituições escolares.
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Vista do Gestão Democrática: processo de participação nas escolas primárias de Cacuaco

Vista do Gestão Democrática: processo de participação nas escolas primárias de Cacuaco

Em guisa de conclusão, podemos afirmar que, tem em conta o atual contexto, onde a mídia coloca grandes desafios a sociedade, a escola não pode sozinha educar, sem a participação ativa das famílias e de outras pessoas quer singulares ou coletiva, para que sua ação responda aos ventos da contemporaneidade. Para a gestão democrática e de parceria é inevitável para se dar outro rosta as nossas escolas, pois unidos poderíamos investir no processo e assim o produto seria um cidadão ativo capaz de revolucionar o seu meio.

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Gestão democrática na educação básica: políticas e formas de participação

Gestão democrática na educação básica: políticas e formas de participação

Por este cenário, indagamos: como os processos de participação social podem contribuir para a efetivação dos direitos assumidos pela EC nº 59/2009, através da im- plantação de políticas públicas norteadas pelo PNE, tendo como um dos principais parâmetros a gestão democrática da educação em todos os espaços de planejamento, execução e avaliação? As deliberações materializadas na Conae/2010 apontam possi- bilidades interessantes para este tema, considerando que a participação da sociedade civil e política e dos trabalhadores em educação na Conae/2010 configurou um sig- nificativo processo de democratização nas discussões acerca educação nacional, ten- do como principais bandeiras a regulamentação do sistema nacional de educação e a construção do PNE 2011-2020 enquanto política de Estado. Nestes dois critérios, a Conae/2010 materializou os espaços para a elaboração das diretrizes, que expressam as mudanças esperadas na educação básica e superior.
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POLÍTICAS EDUCACIONAIS, PARTICIPAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA NA CONTEMPORANEIDADE BRASILEIRA.

POLÍTICAS EDUCACIONAIS, PARTICIPAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA NA CONTEMPORANEIDADE BRASILEIRA.

RESUMO: Este artigo tem como objetivo analisar os condicionantes sócio-históricos das políticas educacionais no Brasil, o entendimento da participação como um dos canais do processo democrático e a gestão democrática da escola a partir da década de 1990. Utilizamos como caminho metodológico o materialismo histórico-dialético com o intuito recorrente de problematizar os elementos desveladores do objeto or- ganizados em três eixos, a saber, a) políticas educacionais no Brasil: consensualidade e naturalização; b) participação e democracia induzidas na e para a escola no Brasil; e c) gestão democrática: olhares e leituras de mundo. O estudo evidenciou a necessi- dade de processos emancipatórios e políticos da escola no Brasil não condicionados por sua redução à lógica do mercado, mas orientados pelo processo de construção permanente da consciência coletiva e emancipação na razão libertadora do homem. Palavras-chave: políticas educacionais, gestão democrática, participação
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Participação e gestão democrática da educação: o legislado é o praticado?

Participação e gestão democrática da educação: o legislado é o praticado?

Resumo: O presente estudo tem por objetivo discutir a concepção de participação como princípio da gestão democrática na legislação educacional do nacional ao local. Pautado na metodologia de caráter qualitativa, delineada pela pesquisa bibliográfica e documental. Como aportes bibliográficos faz uso da literatura que traz a gestão democrática da educação e a participação como objetos de análise e como aportes documentais, faz destaque para imperativos legais que normatizam os temas em relevo. Na pesquisa maior com a finalidade de materializar uma Dissertação de Mestrado, a empiria tem o PME como objeto de investigação e os lócus, o Município de Dourados, MS. A problemática que aqui se coloca é em relação ao que é legislado e ao que de fato é praticado e traz para o debate a prevalência de concepções várias que permeiam projetos em disputa e a meritocracia. Em resumo, gestão democrática e participação, se concebidas apenas pela legislação, pelo “cumpra-se”, podem vir a ser “letra morta”.
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CONSELHO ESCOLAR E GESTÃO DEMOCRÁTICA: ANÁLISE DA PARTICIPAÇÃO DOS CONSELHEIROS NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE SÃO CARLOS

CONSELHO ESCOLAR E GESTÃO DEMOCRÁTICA: ANÁLISE DA PARTICIPAÇÃO DOS CONSELHEIROS NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE SÃO CARLOS

Nesta mesma perspectiva, o caderno cinco trata da gestão democrática da educação e aborda os processos de escolha do diretor por meio da participação cidadã na escola; o caderno seis trata dos círculos de cultura e qualidade da educação. Neste caderno é apresentada uma metodologia fundada nos círculos de cultura, enfatizando as fases de problematização e investigação rigorosa do problema, teorização, que envolve o estudo para fundamentação de alternativas de solução e planejamento da intervenção e acompanhamento da execução; o caderno sete aborda a temática sobre o financiamento da educação no Brasil. O caderno oito discute sobre a valorização dos trabalhadores da educação básica como um imperativo histórico. Foca-se, neste caso, a importância desses trabalhadores no campo educacional, contribuindo, assim, para que a escola possa tornar-se um espaço efetivo de mediação, de formação humana e de exercício da democracia participativa, visando à construção de uma sociedade igualitária e justa; no caderno nove o assunto é referente à educação de campo e as escolas do campo e tem como objetivo contribuir para que o Conselho Escolar possa atuar como um dos instrumentos de gestão democrática nas escolas do campo; o caderno dez trata do Conselho Escolar e a relação entre a escola e o desenvolvimento com igualdade social e busca ampliar o debate em torno do princípio da igualdade e do desenvolvimento, focalizando algumas questões cruciais para a educação no cotidiano das escolas; no caderno onze aborda aspectos fundamentais para a compreensão da Educação em Direitos Humanos enquanto política pública atravessada por valores éticos, subjetividades, relações, práticas sociais e institucionais e finalmente o caderno doze se constitui como um mapa para criação e movimentação dos Conselhos Escolares e sua organização em fórum.
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A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

RESUMO: A educação no campo emerge no movimento por uma educação pública do/no campo. Sendo assim, o movimento é constituído por famílias camponesas que lutam por direitos humanos básicos, inalienáveis e indivisíveis, como a educação, a moradia, a terra, a segurança, o trabalho, a saúde e outros direitos. Nesta perspectiva a família é essencial neste processo viabilizando assim processos de participação democrática. A problemática que suscita este estudo é como que se dá a participação das famílias nas escolas do campo? A finalidade desta pesquisa é compreender como que se dá a participação das famílias nas escolas do campo do município de Canhotinho-PE, e mais especificamente, identificar o comportamento das famílias na participação escolar dos filhos e conhecer os momentos que as famílias participam dos processos educativos de seus filhos. Metodologicamente é uma pesquisa qualitativa que se desenvolveu por meio da observação e da entrevista com os professores sobre a participação da família, a gestão democrática e os processos educativos. O marco teórico desta pesquisa subsidia-se a luz de autores como: Paro (2000); Maldonado (1997); Tiba (2002) e outros. Este estudo teve como resultado a limitação da participação da família nos processos formativos dos seus filhos, inviabilizando assim a essência da gestão democrática, o que acarreta um trabalho pedagógico solitário do educador atuante nas escolas campo de pesquisa deste trabalho.
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Participação e gestão democrática

Participação e gestão democrática

Este artigo tem o propósito de suscitar algumas reflexões sobre o histórico do movimento de participação nas escolas e as contribuições para melhoria da qualidade de ensino resultantes da gestão democrática marcada pela organização escolar; pela autonomia escolar conquistada; e pela descentralização do ensino, garantida pelo planejamento participativo — de forma a integrar interesses para garantia da representação de conquistas coletivas, propondo alternativas de acordo com práticas reflexivas, no sentido de viabilizar uma ação social transformadora. Busca também discutir o projeto educativo como um instrumento resultante de um processo de decisão com a participação não apenas dos profissionais da escola, mas também da comunidade onde a escola se insere.
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Gestão escolar democrática e a participação da família na educação infantil

Gestão escolar democrática e a participação da família na educação infantil

Gestão escolar democrática e a participação da família na Educação Infantil, tem os objetivos de compreender como o atendimento da educação infantil foi acontecendo no Brasil, promover uma reflexão a cerca dos fatores que dificultam ou impedem uma participação efetiva dos pais na vida escolar dos filhos e as contribuições do gestor neste contexto educativo. Como método de pesquisa foi utilizado uma pesquisa de campo com a aplicação de questionários em três Centros Municipais de Educação Infantil do município de Concordia – SC, localizados em diferentes regiões, dois na área urbana, comtemplando centro bairro, e meio rural. Sendo a família o primeiro contexto de educação da criança, na Educação Infantil a parceria deve ser o ponto inicial do trabalho. No entanto para que isso aconteça o gestor deve compartilhar este espaço com as famílias, em um trabalho coletivo, que demonstre um olhar atento para o contexto em que estão inseridas construindo relações mais democráticas. Para isso deve-se aproveitar o máximo todas as possibilidades de estreitamento de relações abrindo espaço de convivência, socialização e parceria para o desenvolvimento de uma educação de qualidade e uma gestão democrática.
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