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Gestão escolar: reflexões na escola pública

Gestão escolar: reflexões na escola pública

Para ele os pontos positivos de uma gestão democrática são estabelecer uma missão e agir para atingir os resultados desejados, alcançar metas para melhoria da escola e da comunidade e ser participante desse desenvolvimento. Ou seja, uma gestão democrática precisa ser aberta para que pais, alunos e professores, posam acompanhar as atividades dos funcionários, o cotidiano escolar, não só com relação ao processo pedagógico, mas também a outras atividades técnicas e burocráticas, como por exemplo, algumas irregularidades cometidas pelos envolvidos no processo educativo e escolar, os recursos financeiros que são repassados pela Secretaria de Educação. Esta por sua se constitui numa parceria, pois além de repassar as verbas federais no período certo, participa dos eventos promovidos pela escola. Além disso, incentiva as iniciativas que articulam a escola e a comunidade, a exemplo, do projeto Mais Educação.
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Gestão, qualidade e premiação: o prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar numa escola pública municipal

Gestão, qualidade e premiação: o prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar numa escola pública municipal

Esta dissertação discute a reforma educativa implementada entre os anos de 1990 e anos iniciais do século XXI, caracterizada pela forte influência das orientações internacionais, que vem instaurando um processo de reestruturação do sistema de ensino com forte expansão e diversificação do acesso, na busca de melhorar a garantia da permanência na escola com aumento da qualidade do ensino e da aprendizagem. Nesse interím, a gestão escolar e educacional foi convocada à instauração de uma cultura avaliativa escolar, entendida nessa conjuntura como forte indutora da qualidade da educação, e de uma política educacional gerencialista, performática e meritocrática, mobilizadora da responsabilização e da auto- responsabilização dos atores sociais quanto à evolução dos índices de desempenho de aprendizagem. A perspectiva produtivista da escola, a imposição de prioridades e as tentativas de homogeneização das práticas escolares têm ameaçado substantivamente os princípios e as experiências da gestão democrática em educação. Este estudo investigou a proposição e a vigência de uma premiação intitulada Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar na relação com as políticas públicas educativas, compreendendo-o como um mecanismo potencializador das mudanças materiais e culturais exigidas da atuação da escola pública para o período histórico atual. A metodologia baseou-se na pesquisa qualitativa adotando a análise documental – documentos oficiais, proposta da escola para participar no prêmio – e entrevistas com docentes e membros da equipe diretiva da escola. O prêmio é inserido nos contextos escolares para forjar o consenso, a adesão, o comprometimento e a responsabilização dos sujeitos acerca dos seus novos papéis e contribuições na implantação das políticas educativas definidas em escala nacional e global. A análise do conteúdo do documento normatizador da premiação conjuntamente com o estudo de um contexto de implementação da mesma apontaram para a avaliação de que tal mecanismo promove a regulação das práticas e dos trabalhos escolares, corroborando com a ampliação das perspectivas do gerencialismo local no campo da educação.
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Gestão escolar - para uma práxis transformadora : uma escola pública inovadora EMEF. Desembargador Amorim Lima

Gestão escolar - para uma práxis transformadora : uma escola pública inovadora EMEF. Desembargador Amorim Lima

Este trabalho propõe uma reflexão acerca do papel dos sujeitos na transformação de uma escola. O campo de investigação foi um projeto em uma escola pública de ensino fundamental da rede municipal, na cidade de São Paulo, capital, que rompeu os paradigmas tradicionais. Inspirados na Escola da Ponte rompeu-se paredes, quebraram-se alambrados e construiu-se um projeto que auxiliasse a escola a se (re)construir em um modelo que atendesse o principal anseio da comunidade interna e externa, uma escola de todos e para todos. Com uma notável participação democrática, com uma estrutura predial modificada a escola possui uma política de ensino diferenciada. Professores são tutores e há um grande corpo de voluntários. Toda essa mudança tem como elemento principal a gestão e sua intenção por uma práxis de transformação naquele espaço, criando identidade, (re)construindo todos os dias a escola que querem ter. Para a pesquisa foram feitas entrevistas semiestruturadas com os familiares, alunos, professores, gestores e servidores no período de abril/maio. Desse modo objetivando cumprir a intencionalidade da pesquisa que é analisar de que forma as mudanças inovadoras que envolvem gestão escolar impactam no desenvolvimento da escola. Na presente dissertação, escolheu-se fazer o uso de uma abordagem exploratória e qualitativa (Barros e Lehfeld, 1990), utilizamos a técnica não probabilística com amostragem por julgamento (Cooper & Schindler, 2011) e com procedimento metodológico de análise de dados apoiados em Bardin (2009) na prerrogativa de entender e analisar de que forma as mudanças inovadoras que envolvem a gestão escolar impactam no desenvolvimento da escola. Ao final do processo de pesquisa e de conclusão desse trabalho, entendemos que a gestão escolar possui uma considerável importância na realização desse projeto. Este projeto está dando certo há quase 20 anos.
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GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

A presente dissertação trata da “Gestão Escolar na Escola Pública: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática”, na perspectiva de apreender a concepção de gestão escolar que norteia as práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual em São Luís-Maranhão. A metodologia orienta-se no materialismo histórico-dialético e utiliza pesquisa bibliográfica, documental e de campo, subsidiada por levantamento dos dados empíricos através da realização de entrevistas semiestruturadas aplicadas a uma amostra constituída por 35 sujeitos, cujas informações possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a realidade social vivenciada pela escola pública e suas relações com o contexto social e educacional, materializado pelo reconhecimento dos discursos contraditórios dos sujeitos na efetivação das políticas de gestão escolar. Dentre os autores que referenciaram o presente estudo, destacam-se: Marx (1979), Gramsci (1999), Piotte (1975), Kosik (1976), Gruppi (1978), Oliveira (2010), Cabral Neto (2007), (2009), (2011), Libâneo (2012), Ferreira (2006), Savianni (2001), (2007), Dourado (2001), (2006), Frigoto (1999), (2003), entre outros. O texto dissertativo está estruturado em capítulos, sendo o primeiro reservado à demarcação inicial do objeto, aos objetivos e às questões norteadoras, ao percurso metodológico e à organização do texto. No segundo, analisam-se as transformações decorrentes do progresso técnico científico e seus impactos na configuração das políticas educacionais e na gestão da educação. No terceiro, reflete-se sobre as concepções de administração e gestão escolar no âmbito do sistema educacional brasileiro. No quarto capítulo, abordam-se as políticas de gestão da educação no estado do Maranhão e realiza-se a caracterização das práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual. A realidade observada revelou que as políticas educacionais de gestão escolar representam mais possibilidades de manutenção de controle do sistema educacional, dos resultados, da flexibilização, das metas e dos indicadores, do que a efetivação da autonomia, participação, do interesse coletivo e da democratização oriundos de uma perspectiva democrática. Concluiu-se que a realidade pesquisada caminha mais alinhada ao controle das concepções gerencialistas do que das orientações democrático-participativas.
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Gestão escolar: organização e funcionamento da escola pública

Gestão escolar: organização e funcionamento da escola pública

A gestão escolar tem sido alvo de muitas discussões na atualidade em virtude das inúmeras mudanças na sociedade, sobretudo no que concerne às práticas administrativas e pedagógicas, vistas como dois processos que estão intimamente imbricados. Diante da necessidade de refletir acerca desses assuntos, este trabalho visa discutir a gestão democrática no âmbito da escola, ressaltando a importância do envolvimento de todos os pares inseridos no ambiente educacional para que haja uma organização e funcionamento pautado na transparência e na qualidade do ensino público. Igualmente, destaca também aspectos inerentes à escola e ao aluno da educação infantil e do ensino fundamental, entendidos como fases de suma importância da vida escolar da criança. O aporte teórico que orientam as nossas discussões têm em GADOTTI (2010)P.45, LDB (2001), VIEIRA (2010)P.67, PARO (2003)P.123, dentre outros, as principais referências. Esta pesquisa aponta para a necessidade de se pensar a escola pública como espaço de construção de conhecimento com qualidade, e que para isto é preciso a participação conjunta de todos os envolvidos, desde o diretor, o professor, aluno, pais e comunidade escolar.
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Gestão escolar e alfabetização de crianças na escola pública

Gestão escolar e alfabetização de crianças na escola pública

No cenário atual de insucesso da escola pública em alfabetizar as crianças, mesmo reconhecendo o caráter multideterminado desse processo, o objetivo desse estudo é analisar, no contexto de uma escola da Rede Pública, cujas crianças, segundo índices oficiais, conseguem se alfabetizar nos três primeiros anos do Ensino Fundamental, ações da gestão escolar que favorecem o processo de alfabetização. Para alcance do objetivo supracitado, assumimos os princípios da abordagem qualitativa e definimos, como metodologia, o Estudo de Caso, sendo nosso campo empírico uma escola pública do município de Parnamirim, RN e, como sujeitos, a diretora, a vice-diretora, três professoras atuantes nos três primeiros anos do Ensino Fundamental, duas coordenadoras pedagógicas, dois pais e seis crianças. Adotamos como procedimentos de construção de dados, o questionário, a análise documental, a entrevista semiestruturada e a observação não-participante. Os fundamentos teóricos que serviram de marco às nossas interpretações encontram-se nas concepções atuais de gestão educacional e de alfabetização, bem como sobre processo de aprendizagem e desenvolvimento e prática educativa. Consideramos, nesse estudo, a concepção de gestão que supera o enfoque limitado, burocrático como condição básica e fundamental da qualidade do ensino e da transformação da própria identidade das escolas, dos sistemas de ensino e da educação brasileira se assentando sobre e a partir da mobilização dinâmica dos sujeitos humanos coletivamente organizados. A alfabetização de crianças é compreendida como o ensino-aprendizado da linguagem escrita em um processo que envolve duas dimensões indissociáveis: a apropriação do sistema de escrita alfabético e o desenvolvimento de habilidades/práticas textuais, cujas especificidades de desenvolvimento
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Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

O presente trabalho teve como objetivo, discutir a gestão escolar sob a perspectiva das dimensões de organização da gestão democrática na escola pública, por meio do Projeto Político Pedagógico e de implementação, por meio dos Conselhos escolares. Tomou-se como objeto de estudo a E.E.E.F. Francisco Costa, Duas Estradas-PB, através da qual se analisou como a gestão democrática tem contribuído com a prática pedagógica da escola, como também, relatou-se as atividades desenvolvidas pela equipe de gestores e sua relevância no processo pedagógico da escola. Utilizou-se no estudo, o método qualitativo tendo como principal instrumento para coleta de dados, o questionário aplicado a uma amostra de dez docentes. Os resultados da pesquisa foram apresentados em quadros contendo a percepção dos entrevistados sobre a gestão da E.E.E.F. Francisco Costa, sentimentos em relação à gestão participativa e democrática, de maneira que o Projeto Político Pedagógico é colocado em prática durante o ano, participação do Conselho Escolar na escola e a as relações deste com a Gestão e, práticas da Gestão na E.E.E.F. Francisco Costa no que se refere à melhoria do ensino e de aprendizagem. Com relação aos resultados, a pesquisa realizada proporcionou a todos os docentes a oportunidade de refletir sobre a importância da participação de todos envolvidos no processo educativo, como também analisar o trabalho feito pela gestão escolar numa perspectiva democrática e participativa, percebendo de que forma essa participação poderá ser otimizada.
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Gestão escolar democrática na escola pública em Pernambuco: uma experiência da década de 80

Gestão escolar democrática na escola pública em Pernambuco: uma experiência da década de 80

A escola Novo Mundo, desde aquela época, funciona em prédio cedido pelo Rotary Club Internacional. 12 É uma escola de médio porte e de lá para cá não sofreu alterações significativas na sua estrutura física, afora o desgaste sofrido pela ação do tempo e depredações. Possui 12 salas de aula, 1 secretaria, 1 diretoria com 1 WC, 1 sala dos professores com 2 WC, 1 sala de coordenação pedagógica, 1 biblioteca, 1 cozinha, 1 gabinete dentário (hoje desativado), 1 almoxarifado, 1 depósito para merenda, 1 pequena área para prática de educação física, 5 WC para alunos e 1 para funcionários.
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Reflexões sobre o provimento do diretor e a gestão democrática de uma escola pública : entre o eleito e o indicado

Reflexões sobre o provimento do diretor e a gestão democrática de uma escola pública : entre o eleito e o indicado

função de magistério era indicada pelos vereadores, um verdadeiro compadrio do poder público municipal, da Prefeitura com a Câmara. Nunca premiando a qualidade, sempre premiando o eleitoralismo barato, sempre se pensando na próxima eleição. E a ‘Frente Popular Muda Praia’ se colocou como arauto das mudanças, e a gente já pregava nos palanques que nós iríamos acabar com os famigerados QVI's ‘que vereador indicou o professor para dar aula para nossos filhos’, isso assumido em praça pública, ou seja, quem votou em mim, votou sabendo que nós iríamos moralizar a educação, fazer concurso público, premiar o mérito e, enfim, nós fomos eleitos. E uma vez na Prefeitura, nós escolhemos a nossa equipe. Escolhi o Professor ‘SECRET – eleição’ para a pasta da Educação. Na ocasião, o professor ‘SECRET – eleição’ era o presidente da ADUFES (Associação dos Docentes da UFES) que tinha um prédio belíssimo na UFES. E o professor ‘SECRET – eleição’ deixou àquele palácio lá na UFES pra vir se instalar aqui precariamente, ali nas instalações do antigo Clube Olímpico, onde funcionava a Secretaria de Educação do Município à época. Aí começamos a fazer o nosso trabalho, trouxemos o CREAD (Centro Regional de Ensino a Distância) em parceria com a UFES, a bancada federal na época nos auxiliou a trazer, sediar aqui no Município Praia. Formamos os professores, investimos na capacitação. Nós tínhamos em torno de 250 professores efetivos da rede que não tinham ensino superior e nós priorizamos esses professores a se formar em Pedagogia pela UFES e assim fizemos. Formamos nossos quadros, partimos para os concursos públicos, especialmente a partir de 2003, após a reforma da previdência ‘pilotada’ pelo então presidente Lula, e aí nomeamos os novos servidores, novos professores pela via do concurso público de provas e títulos. Fizemos cinco concursos ao longo da nossa administração, sempre, investindo na capacitação, na formação, na reciclagem do quadro de magistério. (PREF – eleição). 11
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Reflexões sobre gestão escolar no Estágio Supervisionado I

Reflexões sobre gestão escolar no Estágio Supervisionado I

O Estado de caráter público não estatal é, entre outras coisas, o espaço da democracia participativa direta, que permite a participação dos cidadãos nos assuntos públicos. [...] A idéia de democracia participativa direta significa a implementação de novas formas de representação social, na qual os cidadãos devem estar dispostos a pressionar e contribuir para as transformações necessárias, que, do nosso ponto de vista, levam aos ajustes exigidos pela nova “sociedade do conhecimento”. (MACEDO; LAMOSA, 2015, p 363). Infelizmente quanto a observação feita a cerca do conselho, este não é muito atuante uma vez que deveria trazer inúmeros benefícios sendo responsável pela tomada de decisão quanto aos devidos investimentos dos recursos da escola.
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PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR E SEUS REFLEXOS NO DESEMPENHO DE UMA ESCOLA PÚBLICA: O CASO DA ESCOLA ESTADUAL JOSÉ AMÉRICO BARBOSA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR E SEUS REFLEXOS NO DESEMPENHO DE UMA ESCOLA PÚBLICA: O CASO DA ESCOLA ESTADUAL JOSÉ AMÉRICO BARBOSA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Justificativa: Educar para higiene corporal visa buscar uma prática participativa de modo que as orientações para os alunos sejam coerentes com a linguagem do próprio corpo e de sua realidade, facilitando a apropriação do conhecimento científico a respeito de si mesmo, sobre as condições de vida do lugar onde vive e a importância de colocar em prática certos hábitos que contribuirão decisivamente para o cuidado com ele e o local onde mora. Quando o aluno percebe que estes hábitos o ajudam a viver melhor, sem dúvida alguma ele estará motivado a colocá-los em prática com regularidade. Isso faz com que o educador seja o mediador, renovando e incentivando o interesse em se praticar corretamente os hábitos de higiene. Muitas vezes, nós, educadores, percebemos certo desconforto em nossos alunos, provocando até mesmo um baixo índice de rendimento escolar e autoestima. É neste momento que devemos esclarecer e estimular os alunos, propondo uma tomada de consciência no que diz respeito à saúde, à limpeza corporal, à postura em sala de aula, na escola e na comunidade. Ser saudável é também estabelecer bons hábitos e compreender que o nosso corpo merece um carinho especial, e que esse tratamento nos traz benefícios.
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Gestão educacional: a importância do pedagogo na gestão escolar de uma escola pública do estado da Paraíba

Gestão educacional: a importância do pedagogo na gestão escolar de uma escola pública do estado da Paraíba

A prática na escola é uma prática coletiva. – os pedagogos são profissionais necessários na escola: seja nas tarefas de administração (entendida como organização racional do processo de ensino e garantia de perpetuação desse processo no sistema de ensino, de forma a consolidar um projeto pedagógico – político de emancipação das camadas populares), seja nas tarefas que ajudem o(s) professor (es) do ato de ensinar, pelo conhecimento não apenas dos processos específicos de aprendizagem, mas também da articulação entre os diversos conteúdos e na busca de um projeto – político coerente. (PIMENTA 1985, p. 34).
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As relações étnico-raciais no cotidiano escolar: reflexões a partir de uma Escola Pública do município de Pilões/PB

As relações étnico-raciais no cotidiano escolar: reflexões a partir de uma Escola Pública do município de Pilões/PB

Este trabalho tem como objetivo refletir sobre as relações étnico-raciais no cotidiano escolar, tentando compreender de que forma as ações que perpassam este ambiente de socialização, como o racismo, práticas discriminatórias, refletem no processo de construção da identidade da criança negra. Pois é fato que a educação no Brasil, sempre aconteceu de forma desigual, direcionando sua prática a cultura eurocêntrica, práticas essas presentes até os dias atuais. O tema em questão foi analisado por meio de uma pesquisa bibliográfica, baseando-se também nos resultados de uma pesquisa de campo, com alunos do 3º ano do Ensino Fundamental de uma escola da rede pública na cidade de Pilões/PB. O estudo apresentado demonstra o quanto ainda é forte e presente os padrões da cultura eurocêntrica, contribuindo para negação da identidade das crianças negras, prejudicando sua autoestima, comprometendo sua relação com o outro e com o mundo que o cerca. A partir da pesquisa podemos perceber como são silenciadas questões que envolvem a temática étnico-racial no contexto escolar, ficando claro também a falta de conhecimento da Lei 10.639/03, a qual torna obrigatório o ensino de Historia e Cultura Africana e Afro-Brasileira na educação básica, lei essa que altera a LDB (Lei de Diretrizes e Bases), tendo como objetivo principal o de promover uma educação na qual se reconheça e valorize a diversidade, valorizando as origens do povo brasileiro, como também a construção e o fortalecimento da identidade negra.
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Reflexões a respeito da Gestão Escolar por meio de estudos de caso

Reflexões a respeito da Gestão Escolar por meio de estudos de caso

É importante ressalvar, também, os aspectos de dimensão ética relacionados à fala da professora. Para ela, na sala de aula, existem grupos formados por alunos “mais lento[s]” e “mais fracos”. Isso significa, então, que, para a docente, há um ranking entre os estudantes. Do ponto de vista ético, esse processo de “seleção” entre os alunos implica a criação de autoimagens fragmentadas. Em vez de amadurecem em um ambiente estimulador e acolhedor, no qual as múltiplas inteligências e capacidades são encorajadas (e desenvolvidas), as crianças percebem-se como sujeitos despreparados à escola. Trata-se de uma postura profissional cujos desdobramentos na vida do aluno não podem, nem mesmo, ser antevistos pela professora, de modo objetivo e localizado no tempo-espaço da situação-problema em jogo.
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Participação na gestão escolar : análise da importância do processo participativo na gestão de uma Escola Pública

Participação na gestão escolar : análise da importância do processo participativo na gestão de uma Escola Pública

Prosseguindo na abordagem dos instrumentos, integrando-a aos dados gerados, a análise documental permitiu-me ter acesso ao Projeto Político-Pedagógico da Escola - PPP, às atas de reunião de conselho de classe, às fichas disciplinares dos estudantes e ao livreto que contém as normas disciplinares da escola, entre outros documentos. A análise documental não foi tratada no relato da pesquisa como um instrumento específico; portanto, não mereceu capítulo específico. Ao contrário, os dados gerados por essa fonte consubstanciaram as principais ocorrências em que a percepção e a minha subjetividade estiveram presentes. Assim sendo, ao integrar elementos capturados pelo "olhar-visão", recurso da subjetividade, e documentos escritos, ou estes se complementaram mutuamente, ou serviram de elemento que atendeu aos critérios de validação das informações e considerações apresentadas. A análise documental, portanto, diferente de ser um instrumento-fim, foi um instrumento-meio, perpassando transversalmente, explícita ou implicitamente, por todas as situações de registro.
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Empoderamento na escola: estudo de experiência de gestão escolar em unidade da rede pública de ensino da Bahia

Empoderamento na escola: estudo de experiência de gestão escolar em unidade da rede pública de ensino da Bahia

A discussão sobre autonomia escolar ganhou força nos últimos anos em conseqüência do processo de descentralização administrativo-político pelo qual passou o sistema educacional brasileiro. A legislação educacional brasileira, a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, iniciou um processo de profundas transformações nas concepções e práticas da gestão escolar, a começar pelo princípio da gestão democrática (art. 206), já discutida anteriormente. Esse princípio inspirou uma série de dispositivos da Lei nº 9.394/96 (LDBEN), especialmente aqueles que tratam da autonomia da escola. Gestão democrática e autonomia constituem eixos centrais do novo modelo de gestão da escola pública no Brasil. Para Alonso (2003) a expressão autonomia escolar deve ser sempre compreendida em termos relativos. Essa situação é conseqüência, entre outros aspectos, do fato de a escola estar situada de forma orgânica em um sistema mais amplo. Essa dependência também tem influência sobre o poder existente entre os elementos do sistema. À medida que um ganha mais poder, o outro perde (relação ganha-perde). A LDBEN nº 9.394/96, em seu artigo 15, determina que os sistemas de ensino devem assegurar às unidades escolares públicas que os integram, progressivos graus de autonomia nas dimensões pedagógica, administrativa e de gestão financeira, observadas as normas do direito financeiro público. No entanto, é conveniente ressaltar que a autonomia não é uma simples questão de concessão; é antes de tudo uma conquista. Ela deve ser progressivamente apropriada e exercida na medida em que as unidades escolares que a aspiram vão se tornando competentes, sólidas e equipadas para tal. E os atores sociais que delas fazem parte vão se tornando preparados e empoderados para conseguir lidar com esse novo modelo de gestão da escola pública.
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PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA NA GESTÃO DA ESCOLA PÚBLICA

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA NA GESTÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A instituição passou a fazer parte do projeto Rede de Escolas Referências no Estado de Minas Gerais em virtude da ampliação deste para outras escolas consideradas destaque em suas comunidades; participa também de outros projetos significativos implantados pela SEE, sendo imprescindível a atuação do Colegiado Escolar, tanto na autorização para que os mesmos aconteçam como no acompanhamento e avaliação de seus resultados. É importante tornar claro que nenhuma ação no campo administrativo, financeiro e pedagógico pode fazer parte do cotidiano escolar sem que haja uma aprovação do Colegiado. Igualmente, a escola em estudo apresenta um dinamismo pedagógico que a credenciou ao recebimento do Prêmio Nacional de Referencial em Gestão Escolar no ano de 2009, em grande parte em decorrência da multiplicidade de projetos que contribuem para uma boa formação dos alunos e que tem refletido nos resultados das avaliações externas. Os projetos aqui referidos são: a) Projeto de Desenvolvimento de Ensino: GDP “Brincadeira é coisa séria!”; b) Projeto Alfabetização e letramento: GDP “Como é que se esc reve?”; c) Projeto de Educação Afetivo e Sexual: GDPEAS: “Saber é crescer”; d) Projeto Formação Inicial para o Trabalho FIT e e) Período Integral para alunos da Fase Final do Ciclo da Alfabetização – 3º Ano.
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O provimento ao cargo de direção escolar e suas implicações nos processos de gestão democrática da escola pública.

O provimento ao cargo de direção escolar e suas implicações nos processos de gestão democrática da escola pública.

No segundo período, de 1996 a 2000, após a aprovação da LDB/96, Maia e Manfio (2010) destacam que a maioria das produções pontua contradições quanto ao processo de eleição pela comunidade, mas são unânimes na defesa desta forma de provimento e estabelecem relação entre a eleição, a democratização e a qualidade do ensino. “Tais estudos apontam para posicionamentos diferentes com relação a gestão escolar, mas a maioria afirmam a necessidade de ampliar a gestão democrática para além da participação da comunidade no pleito eleitoral” (MAIA; MANFIO, 2010, p. 486). Desta fase, fazemos referência aos estudos de Paro (1996) que, ao produzir uma análise sobre a eleição, afirma que esta proporciona uma mudança na relação entre o diretor eleito com Estado, uma vez que o diretor eleito passa a não mais se comportar como representante do governo, ademais, o Estado não o vê como seu funcionário. Porém, este autor também faz críticas à eleição, discorre sobre seus aspectos positivos e negativos e afirma que na maioria dos casos o clientelismo e o favorecimento se manifestam mesmo com o diretor eleito. No terceiro e último período, compreendido entre os anos 2001 a 2005, em apenas quatro obras foram abordados o provimento ao cargo de direção escolar: “(SOUZA, 2001; LIBÂNEO, 2001; ABRANCHES, 2003; DOURADO, 2003)” (MAIA; MANFIO, 2010, p. 489). Para estes autores esse período
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Liderança e gestão democrática na organização escolar: o papel do gestor em uma escola pública de Santa Izabel-PA

Liderança e gestão democrática na organização escolar: o papel do gestor em uma escola pública de Santa Izabel-PA

Nessa perspectiva, ao participar do programa de mestrado e finalizá-lo a partir desta dissertação, pude compreender a relevância da gestão democrática na busca de uma educação de qualidade, porque sem a participação de todos os segmentos atuantes no ambiente escolar se torna mais difícil resolver problemas e criar novas alternativas para vencer os desafios. Todavia, é preciso ter a plena convicção que as mudanças no cenário educativo da escola pública no Brasil não depende apenas do processo de gestão escolar, porque a escola é uma instituição aberta, influenciada pelas políticas, normas, conjunturas políticas e econômicas e a dinâmica social de um modo geral. As variáveis envolvidas nessa relação entre escola e meio fogem a seu controle, impossibilitando à gestão interna de dar certas respostas. Por exemplo, a violência urbana tem crescido no Brasil por conta da desestruturação familiar, o tráfico de drogas, o desemprego, entre outros fatores, afetando as relações intraescolares.
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Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

[...] o colegiado escolar configura-se como estratégia para assegurar a política pública de democratização da gestão da escola. No entanto, este órgão é trata- do como fim em si mesmo e não como meio, devido à ausência de outras estra- tégias igualmente consistentes para a mesma finalidade (SILVA, 2007, p. 1). Nos preceitos de uma ação coletiva, tem-se a composição da gestão colegiada, nada mais é do que, um órgão representativo da comunidade escolar, com funções de- liberativa, consultiva, de monitoramento e avaliação das ações da gestão escolar, con- substanciando na constituição de uma gestão participativa propiciando o alcance dos objetivos da comunidade escolar, claro, em obediência às normas vigentes.
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