Top PDF Índice de expansão florística na floresta equatorial de terra-firme.

Índice de expansão florística na floresta equatorial de terra-firme.

Índice de expansão florística na floresta equatorial de terra-firme.

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Níveis de regeneração natural em floresta de terra firme no Amapá Brasil.

Níveis de regeneração natural em floresta de terra firme no Amapá Brasil.

RESUMO – Este trabalho objetivou identificar a regeneração natural na fitofisionomia ombrófila densa da Floresta Estadual do Amapá, descrevendo as relações entre estratos verticais. A área de estudo está localizada no Município de Porto Grande, AP, Amazônia oriental. Foram implantados três conglomerados, equidistantes 2.500 m, para a estimativa da regeneração natural. Foram utilizadas 100 subparcelas de 10 x 10 m para o estudo das arvoretas (5,0 < dap (diâmetro a 1,30 m do solo) < 10,0 cm) e varas (5 x 5 m) (2,5 < dap < 5,0 cm) por conglomerado. Coletaram-se as alturas e nomes populares. As alturas foram divididas em três classes de regeneração, para a estimativa dos parâmetros fitossociológicos de frequência e densidade, bem como da regeneração por classe de tamanho e total. A diversidade foi estimada pelo Índice de Shannon. Também, analisou- se a similaridade florística entre as varas e arvoretas por conglomerado. O inventário contemplou 2.700 indivíduos, pertencentes a 38 famílias botânicas, 93 gêneros e 141 espécies arbóreas, com seis indeterminadas. O índice de Shannon foi de 4,21 (arvoretas) e 4,11 nats.ind. -1 (varas). Foi constatada a ocorrência de 33 espécies comuns
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Mudanças ocorridas na composição florística em decorrência da exploração florestal em uma área de floresta de Terra firme na região de Paragominas, PA.

Mudanças ocorridas na composição florística em decorrência da exploração florestal em uma área de floresta de Terra firme na região de Paragominas, PA.

Foi elaborada uma lista de todas as espécies arbóreas ocorrentes na área de estudo, contendo nome comum, nome científico e família, assim como o número de gêneros e espécies. Foi determinado, também, o quociente de mistura de Jentsch (número médio de plantas para cada espécie), para cada tratamento e testemunha, assim como o índice de Shannon que determina a diversidade de espécies de uma dada comunidade. Para o processamento dos dados utilizaram-se os programas: MFT (Monitoramento de Florestas Tropicais), desenvolvido pela Embrapa Amazônia Oriental, que tem por objetivo analisar os parâmetros referentes à florística e a estrutura da floresta; e o BioEstat 4.0 (Ayres et al., 2005) para a avaliação estatística do estudo.
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Florística e estrutura espacial: 15 hectares de parcelas permanentes na Floresta Densa de Terra Firme na Amazônia Central

Florística e estrutura espacial: 15 hectares de parcelas permanentes na Floresta Densa de Terra Firme na Amazônia Central

A floresta densa de terra firme ocorre em 65% da região Amazônica e é caracterizada por possuir alta diversidade de espécies vegetais e elevada ocorrência de espécies raras. Este trabalho analisou a estrutura horizontal de 15 ha de parcelas aleatoriamente selecionadas de um conjunto de 400 ha de parcelas permanentes, localizadas no Campo Experimental da Embrapa Amazônia Ocidental, Manaus, AM, Brasil. Todos os indivíduos com DAP ≥ 10 cm foram marcados e identificados em nível de espécie em 2005. Os valores de IVI (Índice de Valor de Importância) foram separados em classes de amplitude de um (01) desvio padrão e os indivíduos distribuídos segundo classes de DAP de amplitude de 10 cm. Ao todo foram identificados 8771 indivíduos, distribuídos em 264 espécies e 53 famílias. Um maior número de indivíduos concentra-se em poucas espécies, tais como Protium hebetatum Daly, Eschweilera coriacea (DC.) S.A. Mori e Licania oblongifolia Standl. que somaram 21% do número total de indivíduos e 12% do IVI. Há elevada ocorrência de espécies raras (36%) e as famílias Sapotaceae, Lecythidaceae e Burseraceae somaram 39% do número total de indivíduos. A estrutura diamétrica em forma de J-invertido mostra que 80% dos indivíduos estão concentrados nas primeiras classes de 10-30 cm de DAP. Os resultados são similares aos de outros estudos desenvolvidos em florestas de terra firme na região e chamam a atenção para a elevada ocorrência de espécies raras e daquelas com baixa densidade, mas com distribuição restrita a algumas parcelas, principalmente aquelas pertencentes às menores classes de IVI e que devem merecer atenção especial nas ações de conservação da biodiversidade e manejo florestal.
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Análise multivariada para estratificação volumétrica de uma floresta ombrófila densa de terra firme, Amazônia Oriental.

Análise multivariada para estratificação volumétrica de uma floresta ombrófila densa de terra firme, Amazônia Oriental.

ABSTRATCT – The objective of this study was to propose a method for stratification of an unexplored terra firme dense ombrophylous forest into classes of volumetric stocks, by using the techniques of cluster and discriminant analysis. The research was carried out at the Forest Management Unit (FMU) in Tracajás Farm (02 o 35’53” S and 47 o 47’10”W), owned by Nova Era Agroflorestal, in Paragominas, Pará, Brazil. An census

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DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

Na região amazônica, a pluviometria anual é de aproximadamente 2500 mm, podendo atingir 5000 mm aos pés dos Andes. Os Andes e o Equador são as regiões mais irrigadas, com aproximadamente 6000 mm (Dominguez, 1980). No Sul da Amazônia existe uma estação de três meses sem chuva, mas este nível baixa gradualmente à medida em que se vai para o norte, até atingir 3500 mm na região do Rio Negro (Klinge, Furch y Junk, 1987). Pesquisas sublinham que a metade da água da Bacia Amazônica provem do Oceano Atlântico, graças ao sistema de circulação atmosférica tropical, e a outra metade de chuvas produzidas por evapotranspiração. Este processo estabelece um regime hídrico fraco, no qual prospera a cobertura vegetal. Disso resulta que os cortes e queimas da floresta destroem o mecanismo de evapotranspiração e simplificam o equilíbrio hídrico a tal ponto que as precipitações podem tornar-se iguais ao esgotamento, pois a vegetação, através da folhagem, intercepta a água da chuva que evapora e retorna à atmosfera para cair de novo em precipitações (Salati, 1987).
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Estimativa do volume de madeira partindo do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

Estimativa do volume de madeira partindo do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

O objetivo deste estudo foi estimar o volume de árvores de uma floresta tropical de terra firme, considerando apenas o diâmetro da cepa (d 0 ) como variável independente. A área de estudo está localizada no município de Breu Branco, PA. Um total de 113 árvores com DAP = 51 cm, pertencentes a diferentes espécies e classes de diâmetro, foram cubadas rigorosamente. A cubagem rigorosa foi feita pelo método de Hohenadl, considerando a divisão do tronco comercial em dez seções de comprimentos iguais e o cálculo do volume de cada seção da tora foi feito pela fórmula de Smalian. Equações de volume foram ajustadas para estimar o volume comercial das árvores em função de d 0 e também em função do DAP, para efeito de comparação. Os resultados mostraram que d 0 apresentou boa relação com o volume comercial de árvores em floresta de terra firme, e pode ser utilizado no ajuste de modelos matemáticos visando a estimar o volume comercial de árvores. Não foi observada diferença significativa entre os valores reais de volume comercial de árvores e os volumes estimados, gerados partindo de uma equação linear ajustada em função de d 0 , demonstrando que é possível obter com precisão, informações de volume partindo de d 0 .
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ASPECTOS FLORÍSTICOS QUANTITATIVOS E COMPARATIVOS DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

ASPECTOS FLORÍSTICOS QUANTITATIVOS E COMPARATIVOS DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

Inventário ecológico em floresta pluvial tropical de terra firme, Serra Norte, Carajás, Pará. Ecological studies on rain forest in Northern Suriname[r]

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DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

A adequação dos conceitos só tem sentido quando eles são insuficientes para explicar determinados fenômenos. Alguns efeitos indiretos significativos continuam a operar quando da utilização do conceito tradicional de fertilidade da terra, ou dos solos, quando da omissão da noção de que o ciclo de nutrientes nos trópicos tem uma dinâmica particular. Na prática, a fertilidade do solo em si mesma não faz sentido quando se trata de regiões como a Amazônica, por exemplo. Falar em solos fracos quimicamente distoa da pujança da floresta tropical presente na região. De igual maneira, apresentar trabalhos associando a fertilidade do solo a culturas específicas constitui-se em um limite, uma vez que nutrientes têm não apenas o solo como substrato e armazém por um determinado momento, estando presentes também nas plantas, no ar, na água e nos animais, ou seja, na biomassa e outros elementos que compõe o ecossistema.
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Flebotomíneos (Díptera: Psychodidae) de uma Floresta Primária de Terra Firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, Estado do Amazonas, Brasil.

Flebotomíneos (Díptera: Psychodidae) de uma Floresta Primária de Terra Firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, Estado do Amazonas, Brasil.

Quando comparamos a fauna de flebótomos da área de estudos do presente trabalho, com o trabalho realizado por Arias & Freitas (1982a), também em uma área preservada de floresta primária de terra firme da Reserva Florestal Ducke - INPA, utilizando armadilhas luminosas CDC em diferentes alturas, encontramos 27 espécies em comum: L.amazonensis, L. anduzei, L. aragaoi, L. ayrozai, L. dendrophyla, L. dreisbachi, L. flaviscutellata, L. furcata, L. inpai, L. lutziana, L. migonei, L. monstruosa, L. olmeca nociva, L. pacae, L. paraensis, L. pilosa, L. rorotaensis, L. ruii, L. sericea, L. shannoni, L. squamiventris squamiventris, L. triacantha, L. trichopyga, L. trispinosa, L. tuberculata e L. umbratilis.
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Estimativa do volume de madeira a partir do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

Estimativa do volume de madeira a partir do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

This research was carried within an area of tropical forest of “terra-firme”, in Breu Branco, Pará, in order to estimate the volume of trees, considering only the diameter of the trunks leftovers, which is necessary for the overseers to precisely estimate the volume of trees that were either illegally took away or were inappropriately cut off, even if respected the forest management plan. The area belongs to the company IBL (Izabel Madeiras do Brasil Ltda), which forest management plan was inspected and authorized by IBAMA. A total of 113 trees with DBH • 51 cm, of different species and diameter classes were selected to determine the real cubic volume of commercial trunk. The selection of the species and trees was done according to the company’s forest management plan set. The trees were cubed by the method of Hohenadl considering the division of the commercial trunk in ten sections of equals lengths and the volume of each section of the trunk was determined by the Smalian formula. Equations were adjusted to estimate the commercial volume of the trees in function of trunks leftovers (d 0 ). Equations of commercial volume in function of DBH and DBH and height were
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Ocorrência do gênero Marasmius Fr. (Tricholomataceae, Agaricales) na Reserva Biológica Walter Egler, Amazonas, Brasil.

Ocorrência do gênero Marasmius Fr. (Tricholomataceae, Agaricales) na Reserva Biológica Walter Egler, Amazonas, Brasil.

Camada cortical do píleo himeniforme, equinídios tipo Siccus 12,2-18,33 mm, castanhos em hidróxido de potássio.. Habitat e distribuição geográfica: Floresta de terra firme primária, vert[r]

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FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

Whitmore (1990) reconheceu três fases nesse processo sucessional das florestas tropicais: fase de clareira (gap), fase de (re)construção (building) e fase madura (mature). A fase de clareira se dá pelo início da recomposição florestal, com grande número de plântulas provenientes da germinação de sementes já existentes no solo ou que chegam de fora, após a abertura da clareira ou da regeneração pré-estabelecida no sub-bosque. A fase de (re)construção é onde os indivíduos, com forma de varas estão em intenso crescimento em altura, nesta fase ocorre fortes competições entre os indivíduos e morte de espécies intolerantes à sombra. A última fase, madura, é aonde a maioria dos indivíduos chega à fase reprodutiva, estando a floresta em equilíbrio dinâmico e a biomassa tendendo a se estabilizar na capacidade produtiva do ecossistema (clímax); nesta fase há predomínio do crescimento diamétrico, com a expansão lateral das copas. A rapidez com que a vegetação vai se reconstruir durante o processo sucessinal esta sujeito ao grau e a natureza do distúrbio causado e do período de formação, que poderá indicar quais espécies colonizarão o ambiente (Clark & Clark 1990).
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Sebastião Maciel2 Marcio Roberto Pietrobom

Sebastião Maciel2 Marcio Roberto Pietrobom

Ocorre na Costa Rica, Panamá, Antilhas, Trinidad, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia (Mickel 1995). No Brasil é citada no Amazonas, Pará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (Tryon & Conant 1975; Novelino & Oliveira 1999; Brade, 2003). Na área estudada a espécie foi observada crescendo preferencialmente no interior da floresta de igapó, próximo as margens dos rios.

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EFEITO DA CONVERSÃO DE FLORESTA AMAZÔNICA DE TERRA FIRME EM PLANTAÇÃO DE PALMA DE DENDÊ (ELAEIS GUINEENSIS JACQ.) SOBRE A FAUNA DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE

EFEITO DA CONVERSÃO DE FLORESTA AMAZÔNICA DE TERRA FIRME EM PLANTAÇÃO DE PALMA DE DENDÊ (ELAEIS GUINEENSIS JACQ.) SOBRE A FAUNA DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE

Neste contexto, este trabalho de pesquisa investigou como o efeito das diferenças estruturais entre áreas de floresta amazônica de terra firme e plantações de palma de dendê podem afetar a comunidade de mamíferos terrestres de médio e grande porte em uma mesma localização geográfica. O trabalho discutiu ainda as diferenças estruturais e ambientais dos dois tipos de habitats estudados (plantação de palma de dendê e floresta) e investigou quais as variáveis ambientais contribuem para o efeito da conversão sobre a fauna de mamíferos de médio e grande porte na área de estudo. O artigo foi formatado nos moldes da revista científica “Biodiversity and Conservation”, para onde será submetido.
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A pesquisa em etnobotânica e o retorno do conhecimento sistematizado à comunidade: um assunto complexo.

A pesquisa em etnobotânica e o retorno do conhecimento sistematizado à comunidade: um assunto complexo.

Soler (2005), ao planejar a sua pesquisa Levantamento Florístico e Etnobotânico em um Hectare de Floresta de Terra Firme na Região do Médio Rio Negro (RR), Brasil, (publicado sob a forma de dois artigos: Soler, Peixoto, 2007, 2008), optou, como forma de retorno do saber apreendido na comunidade pesquisada, pela elaboração de uma listagem de espécies da floresta, ordenadas por nomes comuns e dados sobre o uso informado pela comunidade. O projeto foi apresentado à comunidade, que se autodefine como cabocla, na única escola da localidade. Nessa ocasião, foi formalizado o consentimento da comunidade para o desenvolvimento da pesquisa e feita a indicação dos informantes, por ela considerados detentores de maior saber sobre as espécies da floresta local.
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Diversidade, taxonomia e distribuição por estados brasileiros das famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará, Brasil.

Diversidade, taxonomia e distribuição por estados brasileiros das famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará, Brasil.

The inventory of the species of mosses (Bryophyta) was conducted in the Scientific Station Ferreira Penna, municipality of Melgaço, state of Pará. This station possesses 85% of its area of well conserved, terra-firme vegetation. Although the phanerogams are relatively well studied, the mosses are only now moving forward with this work. Besides inventorying the species of mosses inhabiting the area, other objectives are to expand knowledge regarding the geographical distribution of the species reported for the area, and to register the substratum type and ecosystem where they occur. There were identified 84 species, 37 genera and 19 families. This work is part of a series of studies accomplished with the mosses of ECFPn, just treating the 47 species belonging to the families Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae and Leucobryaceae. For each táxon they were mentioned place-type, herbarium, references of descriptions, comments regarding morphological characteristics, Brazilian geographical distribution and examined material. Herein we include new references for Amazonian Brazilian, Fissidens pauperculus M.Howe and Octoblepharum costatum H.A.Crum and for the state of Pará, Syrrhopodon incompletus Schwägr. var. berteroanus (Brid.) W.D.Reese and Leucobryum crispum Müll.Hal.
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Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme

Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme

A s s i m , considerando-se esses aspectos, em que se supõe que os valores da evapotrans- piração real e potencial sejam muito seme- lhantes para o local estudado ou mesmo outros cober[r]

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