Top PDF Lista atualizada de quirópteros da Amazônia Brasileira.

Lista atualizada de quirópteros da Amazonia Brasileira

Lista atualizada de quirópteros da Amazonia Brasileira

belonging to 51 genera and 9 families: 3 species (Mi- cronycteris hirsuta, Natalus stramineus and Rhcgsssa tumida) are being cited for the first time as present in the Amazon Basin; of[r]

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Compilação atualizada das espécies de morcegos (Chiroptera) para a Amazônia Brasileira.

Compilação atualizada das espécies de morcegos (Chiroptera) para a Amazônia Brasileira.

Não é objetivo deste trabalho a solução dos diversos problemas taxônomicos que envolvem gêneros e espécies de morcegos com ocorrência na Amazônia Brasileira e, de forma a gerar uma lista para a região, frequentemente tivemos que decidir sobre a inclusão ou exclusão de espécies cujo status taxonômico encontra-se incerto. Estas decisões foram tomadas baseadas principalmente em revisões e na argumentação expressa em trabalhos publicados, na consulta direta a especialistas, ou ainda baseadas no nosso melhor discernimento. Neste processo de escolha, a nomenclatura dos registros aqui adotados seguiu Simmons (2005), com exceções de Vampyressa brocki e Vampyressa bidens, aqui tratadas como Vampyriscus (veja Baker et al. 2003), de Natalus, cujos registros previamente atribuídos a N. stramineus para o Brasil reconhecemos como N. espiritosantensis (Tejedor 2006, Tejedor et al. 2005), de Platyrrhinus, em função de significativas revisões recentes e descrições de novas espécies para o gênero (Velazco 2005, Velazco & Gardner 2009, Velazco & Patterson 2008, Velazco et al. 2010), e incluindo ainda Artibeus planirostris e não A. jamaicensis como espécie válida para a Amazônia Brasileira (Lim et al. 2004, Tavares et al. 2008), e Mimon cozumelae como sinônimo júnior de M. bennettii (mas veja Gregorin et al. 2008). Outros esclarecimentos sobre mudanças nomenclaturais desde Simmons (2005) podem ser obtidos em Gardner (2008) e Tavares et al. (2008).
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ADOÇÃO E DIFUSÃO DE INOVAÇÃO NO ESTADO DO PARÁ: UMA ANÁLISE A PARTIR DO SISTEMA REGIONAL DE INOVAÇÃO (1995 – 2006)

ADOÇÃO E DIFUSÃO DE INOVAÇÃO NO ESTADO DO PARÁ: UMA ANÁLISE A PARTIR DO SISTEMA REGIONAL DE INOVAÇÃO (1995 – 2006)

O grande desafio que se coloca para o estado do Pará e, por extensão, para a Amazônia, é o de encontrar formas alternativas de desenvolvimento capazes de contemplar a produção e a utilização de seus recursos com o mínimo impacto ambiental e social possível. No entanto, a dinâmica do desenvolvimento contemporâneo do estado do Pará remete à persistência de uma economia regional assentada em um modelo primário exportador, cuja lógica tem gerado sérios desequilíbrios sociais, culturais, econômicos e ambientais. Essa realidade tem sido agravada pela ausência de uma política de ciência e tecnologia (C&T) consistente com as necessidades e potencialidades naturais da região. Como resultado, a economia paraense caracteriza-se pela especialização em produtos primários de baixo conteúdo tecnológico, reduzida sinergia entre os setores produtivos e fraca competitividade.
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Efeitos de transbordamento da lista de municípios prioritários na Amazônia brasi...

Efeitos de transbordamento da lista de municípios prioritários na Amazônia brasi...

Este trabalho avalia os efeitos da Lista de Municípios Prioritários, que indica os principais alvos de Ąscalização da autoridade ambiental, sobre o desmatamento dos municípios na vizinhança dos listados. Argumenta-se que ter um vizinho listado causa uma variação exógena na presença das autoridades ambientais, e um estimador de diferença-em-diferenças é usado para determinar o impacto dessa presença sobre o desmatamento. Uma contribuição deste trabalho é acrescentar uma versão espacial do estimador para corrigir a dependência espacial na variável dependente. Nossos resultados mostram que o efeito líquido do tratamento é reduzir o desmatamento entre 19% e 23%, e que esse efeito enfraquece à medida que a distância até o município prioritário aumenta.
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O desflorestamento na Amazônia brasileira

O desflorestamento na Amazônia brasileira

Os projetos de colonização desenvolvidos na região amazônica sempre privilegiaram e incentivaram as atividades agropecuárias, principalmente a pecuária extensiva. Esta atividade se caracterizou na região pela baixa qualidade dos seus pastos e baixo rendimento das criações, exigindo assim uma área muito maior para suportar um determinado número de animais em relação ao desempenho obtido em outras regiões do Brasil. É exatamente essa necessidade de maiores áreas para a criação que exerce uma pressão sobre a floresta nativa e que torna a atividade pecuária um dos grandes indutores do desflorestamento na Amazônia brasileira (NASCIMENTO, 1990; BECKER, 2001; MARGULIS, 2002.
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O DESFLORESTAMENTO NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

O DESFLORESTAMENTO NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

na Amazônia (NASCIMENTO, 1990; SALES e FONTES, 1993; PFAFF, 1999; SAWYER, 2001). Entretanto, o consenso é de que esse não é o fator de maior importância no processo. A população torna-se mais importante em novas áreas de fronteiras agrícolas, quando a pressão é mais intensa. Esse efeito se atenua com o estabelecimento da população na área e, principalmente, com a mudança das atividades agropecuárias não-sustentáveis por outras mais sustentáveis (ANDERSON, 1990).

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E eu, que já fui uma brasa, se assoprarem posso acender de novo : arqueologia enquanto evento na trajetória de duas pioneiras

E eu, que já fui uma brasa, se assoprarem posso acender de novo : arqueologia enquanto evento na trajetória de duas pioneiras

Nos últimos dez anos, houve um interesse renovado pela arte rupestre, com a realização nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e no Piauí, de levantamentos sistemáticos. Em 1970, um artigo de D. Aytai oferecia, já, uma interpretação estruturalista que apresenta uma nítida convergência de pensamento com as teorias de A. Laming- Emperaire e A. Leroi-gourhan. Os trabalhos mais complexos nesta área são provavelmente os da Missão Franco-Brasileira, a partir de 1973. Um grupo do “Centre Naticional de La Recherche Scientifique”, Frances, orientado por A. Laming-Emperaire, trabalhou em Minas Gerais em convenio com o Museu Nacional e a Universidade Federal de Minas Gerais, e no Piauí em convenio com o Museu Paulista e a Universidade do Piauí. Estas Missões deviam proporcionar as primeiras datações para obras rupestres e sua inserção no contexto cultural pré-histórico. A. Laming-Emperaire faleceu acidentalmente em Curitiba em 1977, mas seu trabalho, apesar de inacabado, permitiu cristalizar os esforços isolados, numa tentativa de unificação metodológica. Suas escavações em Minas Gerais também demonstraram a grande antiguidade da presença do Homem no Brasil, enquanto estudos pioneiros sobre o paleo-ambiente de Lagoa Santa foram iniciados. Vários estudantes e pesquisadores brasileiros estagiaram na escavação principal de Lapa Vermelha em 1973-1974, abrindo-se novas perspectivas em relação às técnicas de escavações. (PROUS, 1979-80: 22)
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Respostas do cacaueiro à aplicação de N, P e K em dois solos da Amazônia Brasileira.

Respostas do cacaueiro à aplicação de N, P e K em dois solos da Amazônia Brasileira.

O plantio do cacaueiro na Amazônia foi iniciado em 1976, conforme acordo celebrado entre a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC) e a Secretaria de Agricultura do Estado do Pará (SAGRI). Existem, atualmente, cerca de 110.000 hectares plantados, distribuídos, principalmente, nos estados do Pará, Rondônia e Mato Grosso, envolvendo 13.000 produtores rurais e um potencial de produção de 165.000 t de amêndoas secas de cacau, no valor estimado de duzentos milhões de reais.

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TICAS PÚBLICAS PARA UMA INDÚSTRIA (MAIS) SUSTENTÁVEL NO ESTADO DO PARÁ

TICAS PÚBLICAS PARA UMA INDÚSTRIA (MAIS) SUSTENTÁVEL NO ESTADO DO PARÁ

Afora as questões citadas pelos participantes da pesquisa com relação aos entraves para a não adoção da certificação florestal, elencam-se outras barreiras que se entende ser importantes para compreensão desta problemática: No Brasil a demanda por produtos certificados ainda é pequena, sendo o mercado externo o principal indutor deste mecanismo no país (CARNEIRO, 2006). Como as exportações em queda (SFB; IMAZON, 2010), o estimulo a certificação diminui; A Indústria madeireira na Amazônia tem como principal consumidor o mercado interno (SFB; IMAZON, 2010: PEREIRA et al.,2010) e produz prioritariamente produtos com baixo valor agregado, tal fato pode estar dificultando o repasse dos custos com a certificação para o consumidor final, fazendo com que haja perda de competitividade no mercado interno entre quem tem certificação e quem não tem, pois de acordo com Carneiro (2006) a demanda interna por produtos certificados ainda e irrisória.
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Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. Pteridophyta: 22. Thelypteridaceae e lista atualizada dos táxons.

Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. Pteridophyta: 22. Thelypteridaceae e lista atualizada dos táxons.

RESUMO - (Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. Pteridophyta: 22. Thelypteridaceae e lista atualizada dos táxons). Neste trabalho são apresentados os dados referentes ao levantamento florístico da família Thelypteridaceae no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI). A família está representada na área por dois gêneros (Macrothelypteris e Thelypteris ), três subgêneros (Amauropelta, Cyclosorus e Steiropteris), 10 espécies e uma variedade. Macrothelypteris está representada por M. torresiana (Gaudich.) Ching e Thelypteris por uma variedade do subgênero Steiropteris: T. decussata (L.) Proctor var. brasiliensis (C. Chr.) A.R. Sm.; três espécies do subgênero Cyclosorus: T. conspersa (Schrad.) A.R. Sm., T. dentata (Decne.) C.F. Reed e T. patens (Sw.) Small; seis espécies do subgênero Amauropelta: T. amambayensis (Christ) Ponce, T. pachyrhachis (Kunze ex Mett.) Ching, T. raddii (Rosenst.) Ponce, T. regnelliana (C. Chr.) Ponce, T. retusa (Sw.) C.F. Reed e T. rivularioides (Fée) Abbiatti. São apresentadas chaves para identificação dos gêneros e espécies, bem como descrições, distribuição geográfica, comentários e ilustrações para algumas espécies estudadas. Além disso, também é apresentada uma lista atualizada de todos os táxons de samambaias e licófitas registrados para a área do Parque.
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Tema: Probabilidade 21 de setembro de 2015

Tema: Probabilidade 21 de setembro de 2015

Se s˜ao poss´ıveis N eventos mutuamente exclusivos e igualmente prov´ aveis, se m destes eventos tem determinada caracter´ıstica, a probabilidade de que ocorra um evento com essas caract[r]

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Examinadores: Suzana P Machado Mueller – UnB (presidente) Ida Regina C Stumpf – UFRGS (membro) Sely M S Costa – UnB (membro) Maria José Oliveira – EMBRAPA (membro) Emir Suaiden – UnB (membro)

Examinadores: Suzana P Machado Mueller – UnB (presidente) Ida Regina C Stumpf – UFRGS (membro) Sely M S Costa – UnB (membro) Maria José Oliveira – EMBRAPA (membro) Emir Suaiden – UnB (membro)

Os trabalhos até aqui mencionados e alguns outros examinados, na busca da definição do que seriam as questões amazônicas, não nos permitem dizer que estas são isto ou aquilo ou abrangem este ou aquele tema, permitem, no entanto, estabelecer os parâmetros nos quais deveriam se sustentar tais questões. Os parâmetros considerariam então, tanto nos termos de Ruellan (1991) quanto nos de Mendes (1997), o homem ou os povos da Amazônia, seus fabulosos recursos naturais e sua potencialidade econômica e ainda o seu papel no equilíbrio ecológico global. Um quarto elemento de consideração indispensável, no qual os outros se expressam e ganham sentido, é o cenário político e econômico internacional, com destaque para o fenômeno da globalização da economia e seu inerente poder de intervenção nas realidades regionais.
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Doença celíaca atualizada

Doença celíaca atualizada

Os indivíduos que possuem esta forma subclínica da doença são diagnosticados essencialmente através do rastreio sorológico em populações de alto risco de desenvolver[r]

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Biblioteconomia no Brasil : análise dos fatos históricos da criação e do desenvolvimento do ensino

Biblioteconomia no Brasil : análise dos fatos históricos da criação e do desenvolvimento do ensino

colaborador de O Globo, redator da Gazeta de Notícias e participou da vida literária da corte. Nomeado oficial da Biblioteca Nacional, aí permaneceu de 1879 a 1883. Nesse ano defendeu a tese O descobrimento do Brasil e o seu desenvolvimento no século 16, em concurso para o Colégio Pedro 2º. Obteve o primeiro lugar. Foi professor de corografia (estudo geográfico de uma região) e história do Brasil até 1899, quando foi posto em disponibilidade, por extinção da cadeira. Em 1887 foi eleito membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Capistrano de Abreu renovou os métodos de investigação e interpretação historiográfica no Brasil. De início baseou-se nos princípios de Comte, Taine, Buckle, Spencer, e afirmou-se adepto do determinismo sociológico, pretendendo com seus estudos descobrir "as leis fatais que regem a sociedade brasileira".
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Exploração florestal na Amazónia

Exploração florestal na Amazónia

1978 — Contratos de utilização florestal com refe- rência especial à Amazônia Brasileira. Região de Curuá-Una[r]

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Chave para identificação de mamíferos da região amazônica brasileira com exceção dos quirópteros e primatas 0)

Chave para identificação de mamíferos da região amazônica brasileira com exceção dos quirópteros e primatas 0)

Pelagem normalmente desde marrom até preta, com a cabeça mais clara, mas alguns exemplares apresentam pelagem uniformemente clara. Eira barbara.[r]

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Open Estudo comparativo de Dois irmãos e Cinzas do Norte, de Milton Hatoum, e A Selva, de Ferreira de Castro

Open Estudo comparativo de Dois irmãos e Cinzas do Norte, de Milton Hatoum, e A Selva, de Ferreira de Castro

No início da narrativa observa-se toda uma arquitetura construída no auge do período da borracha, com casarões, o porto Manaus Harbour à margem do rio Negro, praças, o teatro Amazonas, o edifício antigo da Cervejaria Alemã: “O edifício antigo da Cervejaria Alemã cintilava na Colina, lá no outro lado do Igarapé. Imenso, todo branco, atraía o meu olhar e parecia achatar os casebres que o cercavam” (DI, p. 81), e, na sequência, se observa transformações profundas no cenário da cidade. Segundo Nael, o narrador, essas transformações não levaram em consideração as pessoas que viviam ali. O ser humano fora excluído do processo civilizador da modernidade, onde se contou apenas com cifras, lucros e acumulação de riquezas de grupos que já viviam ali explorando a mão de obra de caboclos, índios, de migrantes de outras regiões do país, ou de outros que foram chegando incentivados pelos projetos de desenvolvimento implementados pelo Estado brasileiro, em vários momentos da história da Amazônia. Durante o período da borracha, no final do século XIX e início do XX, também ocorria a plantação de cacau, da juta, a criação da Zona Franca de Manaus e outros projetos de incentivo econômico do período. Com a implementação desses projetos desenvolvimentistas, muitos imigrantes de várias nacionalidades chegaram à região incentivados pelo desejo de enriquecimento; nas narrativas analisadas destacam-se japoneses e árabes sírio- libaneses, como é o caso do viúvo Galib, sua filha Zana, o mascate ou vendedor ambulante Halim, ou mesmo de portugueses que vieram com intuitos “civilizatórios”, que é o caso da família Mattoso, que comprara uma propriedade de um grupo de japoneses, Oyama, a fim de plantar juta na Vila Amazônia.
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Chave para identificação de mamíferos da região amazônica brasileira com exceção dos quirópteros e primatas

Chave para identificação de mamíferos da região amazônica brasileira com exceção dos quirópteros e primatas

Pelagem normalmente desde marrom até preta, com a cabeça mais clara, mas alguns exemplares apresentam pelagem uniformemente clara. Eira barbara.[r]

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