Top PDF MADEIRAS DA AMAZÔNIA QUE APRESENTAM RAIOS LARGOS.

Método QFD como Ferramenta para Desenvolvimento Conceitual de Produtos de Madeiras da Amazônia.

Método QFD como Ferramenta para Desenvolvimento Conceitual de Produtos de Madeiras da Amazônia.

O setor moveleiro caracteriza-se como um segmento que oferta produtos de diferentes formas e matérias-primas e estes produtos precisam ter diferenciais para se destacar e atrair o interesse do consumidor. Em Manaus, o comércio de moveis encontra-se num estágio considerado em evolução, podendo notar nos produtos ofertados, a total ausência de características que despertem o interesse de compra nos consumidores. Seguindo este contexto, este artigo tem como objetivo apresentar preferências em termos de produtos de madeiras da Amazônia dos consumidores de três classes econômicas - A1, B2 e C residentes na cidade de Manaus e a aplicação da primeira matriz (casa da qualidade) do método QFD para definição dos conceitos dos produtos identificados como preferidos pelas classes econômicas analisadas. Os resultados revelaram que há pouca variação nas preferências por tipos de produtos por classe econômica, propondo-se conceitualmente que os produtos incorporem os atributos tidos como preferidos por cada uma das classes econômicas analisada. Conclusões importantes: bom acabamento; design – estilo contemporâneo; preferência por madeira maciça e não por painéis (MDF).
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A construção social do mercado de madeiras certificadas na Amazônia brasileira: a atuação das ONGs ambientalistas e das empresas pioneiras.

A construção social do mercado de madeiras certificadas na Amazônia brasileira: a atuação das ONGs ambientalistas e das empresas pioneiras.

bem superior à oferta. Contudo, o que ocorrerá quando essa relação começar a se inverter e os preços iniciarem um processo de queda? Ademais, quais os efeitos que advirão do peso crescente que as importações chinesas – um mercado pouco afeito à sensibilidade ecológica e social – começam a ter sobre as exportações amazônicas? O círculo virtuoso da adoção da tecnologia da EIR será suiciente para mantê-las no campo da boa gestão lorestal? Por conseguinte, pensamos que é necessário considerar a construção do mercado de madeiras tropicais certiicadas na Amazônia como um processo em aberto, cujo desfecho dependerá da convergência dos esforços realizados pelos seus proponentes e das modiicações que porventura venham a ocorrer no quadro institucional da exploração dos recursos lorestais na região.
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Detecção de extração seletiva de madeiras na Amazônia usando dados de RADAR

Detecção de extração seletiva de madeiras na Amazônia usando dados de RADAR

Além de sua importância ecológica, a floresta amazônica proporciona importantes atividades econômicas relacionadas à agricultura, pecuária e extração madeireira. Entretanto, as atividades humanas provocam diversos impactos ambientais na floresta. Mais especificamente, as atividades de extração seletiva de madeiras aumentaram nas últimas décadas, causando vários distúrbios, mesmo quando adotadas técnicas e gerenciamento da extração por impacto reduzido (EIR). Portanto, detectar e monitorar as áreas de florestas nativas exploradas seletivamente é uma tarefa desafiadora, principalmente devido à grande frequência de cobertura de nuvens em imagens obtidas por sensores ópticos, comumente utilizados para esta finalidade. O potencial das imagens de RADAR para monitorar a extração seletiva de madeira é alto e surge como uma ferramenta alternativa e eficiente para o monitoramento ambiental devido à sua capacidade de penetração em nuvens e copas de árvores. O objetivo deste estudo foi avaliar o potencial do sensor ALOS PALSAR (banda L de abertura sintética) para mapear áreas na floresta sob atividades de corte seletivo na Amazônia. As áreas estudadas estão localizadas na Florestal Nacional do Jamari, Floresta Nacional do Jacundá no estado de Rondônia e na Fazenda 4 Ventos, localizada no município de Feliz Natal, no estado do Mato Grosso. Estas áreas representam duas regiões de extração seletiva, em floresta ombrófila, sendo duas Florestas Nacionais (FLONAS) sob Exploração de Impacto Reduzido (EIR) e uma área privada em região de transição de vegetação sob regime de Manejo Florestal Sustentável aprovado pela Secretaria de Meio Ambiente do estado do Mato Grosso. O conjunto de dados consistiu em 09 cenas duplamente polarizadas (modo FBD, HH + HV) adquiridas em 2014, 2015, 2016 e 2017. Todas as cenas foram geo-retificadas, e seu Número Digital (DN
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Avaliação das propriedades de painéis aglomerados produzidos com resíduos de serrarias de nove espécies de madeiras tropicais da Amazônia.

Avaliação das propriedades de painéis aglomerados produzidos com resíduos de serrarias de nove espécies de madeiras tropicais da Amazônia.

Esta pesquisa teve como objetivo avaliar a qualidade de painéis aglomerados produzidos com resíduos de processamento em serraria de nove espécies de madeiras tropicais da Amazônia. As espécies estudadas foram: Scleronema micranthum Ducke (Cardeiro), Ecclinusa guianensis Eyma (Caucho), Scleronema sp. (Castanha-de-paca), Copaifera multijuga Hayne (Copaíba), Ocotea sp. (Louro), Ocotea guianensis Aubl (Louro-espinho), Caryocar villosum Pers. (Piquiarana), Couratari oblongifolia Ducke & R. Knuth (Tauari) e Virola surinamensis Rol. Warb (Virola). Foram produzidos painéis experimentais com densidade nominal de 0,75 g.cm -3 , utilizando a resina uréia-formaldeído na proporção de 8% de sólidos - base peso seco das partículas.
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Caracterização colorimétrica das madeiras de três espécies florestais da amazônia.

Caracterização colorimétrica das madeiras de três espécies florestais da amazônia.

dado pela coordenada b* exerceu maior influência na caracterização da cor das madeiras de Tauari-vermelho e da Pequiarana. A variável h*, que determina o ângulo de tinta da madeira, confirma a influência do pigmento amarelo nas madeiras de Tauari-vermelho e Pequiarana, colocando-as próximas ao eixo b*, seguida pela coordenada C, que também registra essa influência no raio do ângulo. Para a madeira de Breu-vermelho, observa-se maior proximidade ao eixo a*, confirmando maior influência da coloração vermelha na formação da cor desta madeira.

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Utilização de madeiras de espécies nativas e exóticas da Amazônia visando a produção de celulose Kraft.

Utilização de madeiras de espécies nativas e exóticas da Amazônia visando a produção de celulose Kraft.

No que concerne âs características de resistências, basicamen- te, os melhores valores para tração, alongamento e arrebentamento, veri ficados tanto para o Bauer como para o Jokro foram[r]

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Conversão química de madeiras da amazônia - Carvão e briquetes de carvão vegetal.

Conversão química de madeiras da amazônia - Carvão e briquetes de carvão vegetal.

Earl, 1975, menciona que os voláteis do carvão, durante o processo de carbonizaçao, desaparecem antes de começar a oxidação do carbono e sao compostos, prin- cipalmente, por Ηidrocarbo[r]

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Protótipo de móvel incorporando laminados e compensados curvos com madeiras da Amazônia.

Protótipo de móvel incorporando laminados e compensados curvos com madeiras da Amazônia.

In the. òtudy -6ome hardwood épzcies as alteAnative use. design, two òpecies weAe. -selected base.d on ÍX& own caAacteAistics &ach cu>: de.corative. design, pro- totype Light[r]

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Determinação de curvas de correção para medidores elétricos de umidade para madeiras da Amazônia.

Determinação de curvas de correção para medidores elétricos de umidade para madeiras da Amazônia.

de, estrutura anatômica e quantidade de extratívos têm pouca influência na determinação da umidade da madeira com a utilização de aparelhos resisti vos.. the accwiaaj o{ tlvice di^e.Aen[r]

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Anatom ia de madeiras da Amazônia com vistas à polpa e papel

Anatom ia de madeiras da Amazônia com vistas à polpa e papel

excelsa Hymenaea courbaril Anacardium spruceanum Vochysia surinamensis Erisma fuscum Moronobea coccinea Sirnaruba amara Simaruba versicolor Anacardium giganteum Jacarand[r]

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Extração de pregos em madeiras da Amazônia.

Extração de pregos em madeiras da Amazônia.

ηαίΖύ  can  be  haivneAed into (die wood ojj  theAe  ipzctzi, α-i  icfti a »  the. diamzteji o (( títe. drilled hole nzc&òicuiy ^ O A[r]

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Agrupamento de 41 espécies de madeiras da Amazônia para secagem baseado em características anatômicas e físicas

Agrupamento de 41 espécies de madeiras da Amazônia para secagem baseado em características anatômicas e físicas

(–0,944), o tempo de secagem do estado saturado até 30% de teor de umidade (–0,833), a taxa de secagem do estado saturado até 12% de teor de umidade (–0,611), o tempo de secagem de 30% até 12% de teor de umidade (0,598) e o tempo de secagem do estado saturado até 12% de teor de umidade (–0,479). O valor do coeficiente de correlação entre a massa específica básica e o teor de umidade inicial foi o mais alto obtido neste trabalho. Essa relação pode ser constatada nos dados apresentados nas Tabelas 4.3 e 4.4. Observa-se que as madeiras mais densas são as que apresentam os menores valores de teor de umidade inicial e vice-versa. Essa relação também foi confirmada por Simpson e Baah (1989) e por Simpson e Sagoe (1991). De acordo com esses autores, essa relação tornava possível determinar combinações de massa específica e teor de umidade inicial que resultavam em tempos de secagem semelhantes, permitindo o agrupamento de espécies. Martins (1988) e Ponce e Watai (1985) comentam que as madeiras mais densas requerem mais tempo para secar e tendem a apresentar mais defeitos. Entretanto, Casin et al. (1979) e Andrade, Jankowsky e Ducatti (2001) afirmam que a massa específica básica não deve ser considerada isoladamente para a indicação de programas de secagem e agrupamento de espécies, uma vez que ela não foi capaz de explicar sozinha todas as variações observadas em sua pesquisa. Os autores concluem que outros fatores, além da massa específica, afetam o comportamento da madeira em relação à secagem e supõem que as diferenças observadas nas taxas de secagem entre espécies de massas específicas básica similares são decorrentes de diferenças na estrutura anatômica e, conseqüentemente, da permeabilidade da madeira. Zhang, Oliveira e Avramidis (1996) afirmam que, quanto maior a massa específica, menor é a taxa de secagem, o que pode ser constatado pelo coeficiente de correlação de –0,611 obtido neste trabalho. Os autores também afirmam que, quanto menor a massa específica, menor o tempo de secagem. Neste trabalho observa-se que, acima do PSF, essa relação torna-se inversa, ou seja, quanto menor a massa específica, maior o tempo de secagem do estado saturado até 30% de teor de umidade. As madeiras menos densas possuem uma maior quantidade de água livre nos lumens e espaços intercelulares que, durante a secagem, necessitam de mais tempo para ser retirada. Abaixo do PSF, essa relação é direta, indicando que, quanto maior a massa específica básica, maior o tempo de secagem, uma vez que madeiras mais densas possuem células de paredes mais espessas e maior quantidade de água presa, cuja remoção se dá de forma mais lenta, por difusão.
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Lenha e restos de madeiras como fonte de energia na Amazônia

Lenha e restos de madeiras como fonte de energia na Amazônia

Dois t ipos de motores foram observados: locomóvel (máquina a vapor) que utiliza lenha picada ou restos de madeira e o gasogênio que uti liza carvão vegetal.. LOcoMÓ[r]

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ESTUDO DA OCORRÊNCIA DE SCOLYTIDAE E PLATYPODIDAE EM MADEIRAS DA AMAZÔNIA.

ESTUDO DA OCORRÊNCIA DE SCOLYTIDAE E PLATYPODIDAE EM MADEIRAS DA AMAZÔNIA.

Com relação ao ataque do alburno por Platypodidae, apenas três espécies apresentaram- se não resistentes, quatro espécies moderadamente resistentes, uma espécie resistente e oito espéci[r]

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Rendimento e condições de desdobro de 20 espécies de madeiras da Amazônia.

Rendimento e condições de desdobro de 20 espécies de madeiras da Amazônia.

Ut¿Hzou-¿e o mínimo de 5 tonaA pon eipecie pana a coleta daA ÃnfonmaçõeA iobne diãmetAo médio daA tonai, gnau de conicidade dai tonai, gnau de difi- culdade de conte, Zndice de duhabiUd[r]

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Essências papeleiras de reflorestamento: 8 madeiras nativas da Amazônia.

Essências papeleiras de reflorestamento: 8 madeiras nativas da Amazônia.

a a apresentar as características tração e ao estouro inferiores a resistência ao rasgo. Esta hipótese, no caso específico para a resistência ao rasgo, não se verificou haja vista que [r]

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Composição em carbo idr atos de algumas espécies florestais da Amazonia<

Composição em carbo idr atos de algumas espécies florestais da Amazonia<

No presente trabalho, foram estudadas 25 amostras de madeiras da Amazônia, oriundas da região de Maués, cedidas pelo Instituto Na- cional de Pesquisas da Amazônia [r]

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Rev. esc. enferm. USP  vol.3 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.3 número2

Almofadas Elétricas Raios Infravermelhos Condução e Irradiação Lâmpadas de infra - Raios infravermelhos. Raios ultravioletas[r]

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Sérgio Roberto Moraes Corrêa Doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCS-UFCG) Professor do Deptº. de Educação Especializada da Universidade do Estado do Pará E-mail: s

Sérgio Roberto Moraes Corrêa Doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCS-UFCG) Professor do Deptº. de Educação Especializada da Universidade do Estado do Pará E-mail: s

As madeireiras, para Arbex Jr (2005, p, 36-37), constituem uma outra grande área de atuação do crime organizado na Amazônia brasileira, envolvendo praticantes de extração e do comércio ilegal de madeira nativa. Esse autor identifica além das madeireiras e da biopirataria, como áreas de atuação do crime organizado na Amazônia brasileira mais três: a financeira, que envolve grupos locais, associados às redes e operações de fraudes financeiras e práticas lesivas ao Tesouro Nacional, incluindo a evasão de divisas; Narcotráfico, que envolve máfias que promovem o tráfico de drogas proibidas por lei, como maconha e cocaína, muito mais como transportadores do que como centros produtores (caso de Colômbia, Bolívia e Peru); e Atividades Associadas, que envolve formas de comércio ilegal que vive do e para o crime organizado, eventualmente praticado por bandos locais: tráfico de armas, pedras preciosas, material destinado à indústria de alta tecnologia (incluindo nuclear), exploração da prostituição, trabalho escravo, comércio de carros roubados, roubo de carga de caminhões. (ARBEX, 2005, p. 36- 37).
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