Top PDF Mais notícias genealógicas do Rio Grande do Norte

Mais notícias genealógicas do Rio Grande do Norte

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Aos sete de janeiro de mil setecentos e trinta e três anos, na Capela de Nossa Senhora da Soledade de Aldeia Velha da Freguesia de Nossa Senhora da Apresentação do Rio Grande do Norte, feitas as denunciações na Capela de Santo Antonio do Potegi, na Matriz de Nossa Senhora do Rosário de Russas do Jaguaribe, donde é morador o contraente, e apresentando o dito um mandado do muito Reverendo Doutor Vigário Geral, diante de quem justificou ter vindo de seu natural, de menor idade, sendo presentes por testemunhas o capi- tão-mor da Capitania João de Barros Braga, o Provedor da Fazenda Real, o capitão Domingos da Sylveira, Plácida da Sylva Freire, mulher do tenente Faustino da Sylveira e Catherina de Amorim Freyre, mulher do sargento-mor Joseph Martins de Oliveira, em presença do Reverendo Coadjutor João Gomes Freyre, se casaram o tenente- -coronel Mathias Simoens Coelho, filho legítimo de João Simoens Coelho, e de sua mulher Maria Francisca, naturais da Freguesia de São Pedro de Tamengos, Bispado de Coimbra, e Clara Gomes Freyre, filha legítima do coronel Antonio Dias Pereira, já defunto, e de sua mulher Maria Gomes Freyre, natural desta dita Freguesia, nela todos moradores e pessoas conhecidas. Assinam Manuel Correa Gomes e João de Barros Braga.
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A POLÍTICA. A República Velha no Rio Grande do Norte.

A POLÍTICA. A República Velha no Rio Grande do Norte.

Natal, 20 Tendo rebeldes invadido o Ceará, e sendo pos­ sível que já procurem o Rio Grande do Norte, julgo do meu dever guarnecer as nossas fronteiras com aquele Estado com os elementos de que puder dispor com o fim de auxi­ liar as forças federais e as policiais de outros Estados que os combatem. Como sabem, já forneci um contingente de polícia do Estado para o 1’tauí, onde ainda se encontra. I ’equeno como são os elementos de força organizada do Rio (irando do Norte, já destalcados daquele contingente, pre­ ciso que a IJniáo me mande fornecer, com a urgência que o caso reclama, armamento e munição suficiente para, pelo menos, mil homens que necessito colocar nas fronteiras, impedindo assim, a incursáo e ajudando as forças legais. )á ontem telegrafei ao Sr. Ministro da Guerra no mesmo sen­ tido. Estou certo de que V. Exa. atenderá a minba solicitação. Parece indispensável que me sejam enviadas também algu­ mas metralhadoras, sem as quais não é possível agir com eficácia. Cordiais saudações, lose Augusto - Governador. {A República, 1B de fevereiro de P)2(>).
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Coroa Miss Rio Grande do Norte 2020

Coroa Miss Rio Grande do Norte 2020

A metodologia mista, delimitada por fases, tarefas e técnicas distintas, trouxeram para o trabalho um caminho iterativo e incremental, facilitando assim, a chegada no resultado. Uma das técnicas que mais atribuíram clareza para a concepção da peça, foi a técnica experimental de Decodificação de Elementos Gráficos. Essa técnica foi de suma importância para nortear a geração de alternativas. Diferenças extremas são observadas entre um projeto aplicado com metodologia e um projeto sem processos metodológicos. Posso constatar que, o presente projeto, sendo acompanhado por uma metodologia e aplicado dentro de um processo de design, facilitou e obteve resultados que superaram as expectativas, diferente de outros produtos, como a coroa do Miss Rio Grande do Norte 2019, produzida por mim, que em seu conceito, algumas escolhas acabaram sendo defendidas como empíricas da concepção do produto.
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Subjetividade em movimento: o MST no Rio Grande do Norte.

Subjetividade em movimento: o MST no Rio Grande do Norte.

Se tomarmos os elementos destacados por Bogo (2000) no que diz respeito aos traços que identificam o Sem Terra, como “organização política, identidade, ideologia e va- lores” (p. 22); “melhoramento do comportamento” e “lim- peza dos vícios que se acumularam em cada consciência” (p. 33) e uma superação da dicotomia público-privado, estamos diante de traços que não se resumem ao plano de uma racionalidade egóica (Guattari & Rolnik, 1986), mas implica na participação de instâncias outras (inconscientes, afetivas) que promove um redimensionamento nos modos de agir, sentir, relacionar-se, envolvendo, inclusive, aspec- tos de uma versão privada da subjetividade. Assim, o que comumente é entendido na linguagem do movimento como um processo de conscientização ou formação dos trabalha- dores e militantes, a nosso ver, diz respeito a algo que é mais complexo, mais arrojado na produção dessa subjetividade. A partir do exposto, nosso estudo, realizado em um acam- pamento da região agreste do Estado do Rio Grande do Norte, objetivou investigar em que medida o ambiente socio- cultural inaugurado pelo MST, por meio de seu projeto de produção de um sujeito militante – o Sem Terra – possi- bilita reordenamentos nas subjetividades de seus habitantes: os trabalhadores da base social do movimento.
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A expansão da agroindústria do mel no Rio Grande do Norte

A expansão da agroindústria do mel no Rio Grande do Norte

The beekeeping activity has become in all regions of Brazil until the early 80s and from 2000 to beekeeping Northeast also has developed, becoming a major oil producing honey. The Rio Grande do Norte following these developments happened to occupy fourth place in the ranking of export of honey between the states of the Northeast in 2007. Therefore, the aim of this paper is to present a macro radiography of recent developments in the production chain of honey in the state of Rio Grande do Norte, organizing and discussing the information, collected in the period 2004 to 2007, as well as evaluating the prospect of the honey industry in order to provide a diagnosis able to identify opportunities and enhance the marketing of their products. From the methodological point of view, this study can be classified as a research study exploratory and descriptive by using questionnaires. The group of several studies has been productivity, production and market. Search results indicated the growth of industry in 4 years of activity by the number of beehives full and populated, infrastructure, production and marketing of the state. It can be said that beekeeping of Rio Grande do Norte, despite its potential for developing the activity comes in a different way when compared to other activities, because the actors who play to start the activity through training and to play with it in a professional manner, in addition to support staff who work in the industry.
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Combretaceae no estado do Rio Grande do Norte, Brasil

Combretaceae no estado do Rio Grande do Norte, Brasil

Combretum lanceolatum distingue-se das demais espécies por apresentar hipanto superior crateriforme, pétalas suborbiculares a orbiculares, disco nectarífero protuberante, frutos elípticos (vináceos quando jovens e marrons na maturação) e tricomas lepidotos esbranquiçados a amarelados. A espécie está distribuída exclusivamente na América do Sul ocorrendo na Bolívia, Brasil e Paraguai (Stace 2010). No Brasil, foi registrada nas regiões Centro-Oeste, Norte, Nordeste (maior representatividade) e Sudeste (Marquete 1990; BFG 2015). No Rio Grande do Norte, foi coletada em vegetação de Savana-Estépica e de Restinga. De acordo com Loiola (2009a), esta espécie tem valor econômico no campo da medicina popular, sendo suas cascas utilizadas como adstringentes, e também tem potencial ornamental. Coletada com flores em julho e agosto.
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Guia Cultural Indígena - Rio Grande do Norte

Guia Cultural Indígena - Rio Grande do Norte

Os representantes da Coroa portuguesa entra- ram no território pelo Rio Grande ou Potengi, o “rio de camarão”. Os potiguara que habitavam suas margens falavam uma língua do tronco linguístico tupi-guarani. Como parte deles tinha feito aliança com os franceses, esse grupo apresentou resistência à presença dos agentes da colonização portuguesa. Os índios ocupavam, principalmente, a margem norte do rio, enquanto os portugueses iniciaram a construção da Fortaleza dos Reis Magos e da cida- de do Natal na margem sul. A aproximação entre os potiguara e os portugueses teve início em junho de 1598, por intermédio de Jerônimo de Albuquer- que, que foi amasiado com uma índia da tribo dos Arcoverde do litoral de Pernambuco. O acordo de paz foi firmado pelo principal Potiguaçu ou Ca- marão Grande, na Fortaleza dos Reis Magos, com ratificação em cerimônia solene, em 11 de junho de 1599, na cidade de Filipeia de Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa. Na cerimônia, compa- receram os principais chefes indígenas potiguara: Pau-Seco, Zorobabé e Mar Grande.
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Um retrato dos serviços de saúde no Rio Grande do Norte

Um retrato dos serviços de saúde no Rio Grande do Norte

A metodologia utilizada neste trabalho foi desenvolvida em duas etapas. Inicialmente, foram analisadas quatro categorias de variáveis através de suas distribuições de freqüências, são elas: estabelecimentos, equipamentos, recursos humanos e serviços de apoio à diagnose e terapia (SADT). A análise descritiva dos dados levou em consideração a quantidade disponível em cada subcategoria dessas variáveis nos 166 municípios do estado do Rio Grande Norte no ano de 2002. Desta forma foi possível identificar quais as categorias em maior (ou menor) oferta no Estado.
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A Brincadeira do Teatro de Bonecos no Rio Grande do Norte

A Brincadeira do Teatro de Bonecos no Rio Grande do Norte

e o Mamulengo atual conteria em suas bases elementos da Commedia Dell’Arte e depois ficou conhecido como títeres. Ele acrescenta, ainda, que esse teatro chegou ao Brasil por meio dos padres ou das Companhias de Minas Gerais e popularmente ficou conhecido como bonecos de luva, fantoche: “O João Redondo, aqui no Rio Grande do Norte, recebeu esse nome devido aos primeiros personagens que foram criados pelos bonequei- ros antigos do Estado, era o Capitão João Redondo, Baltazar, Minervina”. As falas desses brincantes apontam para uma das vertentes que exploram uma linhagem europeizante dessa tradição. Por outro lado, como o mestre Emanoel diz, chegando ao Nordeste, especificamente no RN, ganhou nome próprio, devido aos primeiros personagens, nos quais podemos observar uma regionalização da brincadeira, o que faz entrever histórias que fundam e fundamentam essa tradição como algo peculiar e nascido nessas terras.
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LIGA DE ENSINO DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO UNIVERSITÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE EDITAL DE DISTRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

LIGA DE ENSINO DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO UNIVERSITÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE EDITAL DE DISTRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

O Reitor do Centro Universitário do Rio Grande do Norte – UNI-RN, torna público o presente Edital de acordo com a RN 017/2006-CNPq, visando regulamentar os critérios para distribuição de cotas de Bolsas IC / PIBIC e Bolsa Institucional do UNI-RN, para o período 2015-2016.

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Território e reforma agrária no Rio Grande do Norte

Território e reforma agrária no Rio Grande do Norte

Historicamente marcado por desigualdades sociais, concentração fundiária e luta pela terra, o estado do Rio Grande do Norte (RN) ainda resguarda em sua trajetória agrária as heranças contraditórias da exclusão no campo. Soma-se a isto, a compreensão de que as ações estabelecidas pelo Estado, em se tratando da implementação da política de reforma agrária, pouco avançaram no sentido de permitir, primeiramente, a quebra do monopólio da propriedade privada para, em seguida, garantir a democratização do acesso à terra e a reestruturação das dinâmicas territoriais no estado potiguar. Sendo a reforma agrária um instrumento capaz de garantir justiça social, cidadania e melhores condições de vida no campo, se aplicada plenamente, objetivamos analisar a política pública da concepção à execução, com ênfase no processo de implantação dos assentamentos rurais, nos rebatimentos na estrutura fundiária, assim como, nos resultados socioeconômicos para as famílias assentadas. Nesta perspectiva, os desdobramentos da pesquisa permeiam a discussão da política de reforma agrária no Rio Grande do Norte a partir de análises que evidenciam: a constituição dos movimentos sociais e a territorialização da luta pela reforma agrária; as descontinuidades institucionais que marcaram à sua execução; a viabilidade dos lotes dos assentamentos rurais implantados; os impactos na malha fundiária estadual e municipal e; a capacidade da política pública em garantir autonomia social, econômica e política para a população rural demandante. Para tanto, o caminho metodológico adotado agrupou procedimentos de caráter qualitativo e quantitativo, partindo de ampla pesquisa e revisão bibliográfica, em que, buscamos sistematizar pressupostos teóricos que versam sobre o uso do território, a luta pela terra e a reforma agrária enquanto política pública. Ademais, realizamos o levantamento e compilação dos dados secundários da pesquisa com vistas à representar – espacial e temporalmente – os desdobramentos da reforma agrária no RN. Por fim, os resultados da pesquisa evidenciam que, apesar dos avanços ocorridos, em todos os momentos da questão agrária potiguar a política de reforma agrária foi sendo implementada de maneira superficial e descontinuada. Esta, não foi capaz de possibilitar reestruturações significativas no quadro fundiário local, nem tampouco, permitiu que os trabalhadores rurais beneficiados tivessem garantida a sua autonomia socioeconômica plena.
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Território, técnica e agricultura no Rio Grande do Norte

Território, técnica e agricultura no Rio Grande do Norte

Conforme podemos verificar no cartograma 01, concordando com Santos (1996; 1997a), essa expansão da fronteira agrícola moderna consiste em um evento emblemático da dispersão seletiva do meio técnico-científico-informacional no Brasil, sobretudo quando se pode verificar a instalação de uma agricultura propriamente científica em determinadas porções do território, não só na região concentrada, mas também no norte e nordeste do Mato Grosso, leste de Rondônia, nordeste do Pará e em Tocantins, bem como envolvendo ainda os estados da região Nordeste, sobretudo o sudoeste do Piauí e as regiões nordeste e sul do Maranhão e o oeste da Bahia. Além destes, pode-se apontar também os perímetros irrigados no semiárido nordestino, que se destacam a partir do desenvolvimento da fruticultura, como é o caso do Perímetro Irrigado Juazeiro (BA)/Petrolina(PE), o Perímetro irrigado Tabuleiro de Russas, no Vale do Jaguaribe (CE) e o Perímetro irrigado do Baixo-Açu, no Vale do Açu – Rio Grande do Norte. Não obstante, destaca-se também a área de produção de cana-de-açúcar na porção leste de estados do Nordeste, especialmente em Alagoas e Pernambuco e a Região de Vitória da Conquista (BA), com o cultivo do café.
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Spermacoceae (Rubiaceae) no Rio Grande do Norte, Brasil

Spermacoceae (Rubiaceae) no Rio Grande do Norte, Brasil

Material selecionado: BRASIL, Rio Grande do Norte: Acari, estrada vicinal para o Sítio Talhado, 26.II.2011, fl. fr., A.B. Jardim et al. 244 (UFRN); Caicó, vicinal para a Serra da Formiga, 15.VIII.2009, fl. fr., J.G. Jardim et al. 5498 (UFRN); Canguaretama, vicinal entre cultivos de cana, 11.V.2012, fl. fr., J.G. Jardim et al. 6285 (UFRN); Extremoz, APA Jenipabu, 03.VIII.2012, fl., T.P. Boeira et al. 06 (UFRN); Jucurutu, RPPN Stoessel de Britto, 01.VI.2008, fl. fr., A.A. Roque 587 (UFRN); Macau, RDS Estadual Ponta do Tubarão, 27.II.2009, fl. fr., J.L. Costa-Lima 131 (UFRN); Natal, Parque das Dunas, entorno da Av. Engenheiro Roberto Freire, 12.X.2012, fl. fr., A.A. Roque et al. 1429 (UFRN); Paraú, Mata de carnaúba próxima à RN 233, 19.IV.2015, fl. fr., T.P. Boeira et al. 85 (UFRN); São João do Sabugi, Sítio Chá, 18.III.2011, fl.fr., A.A. Roque et al. 939 (UFRN); Serra de São Bento, Serra do Cruzeiro ca. 1km da cidade, 28.VII.2012, fl. fr., J.G. Jardim et al. 6312 (UFRN).
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Paspalum (Poaceae) no Rio Grande do Norte, Brasil.

Paspalum (Poaceae) no Rio Grande do Norte, Brasil.

Paspalum L. (Poaceae) apresenta elevada riqueza e importância econômica no Brasil. Diante da importância de estudos regionalizados para ampliar o conhecimento taxonômico das espécies e atualizar a lista da flora do Brasil, o presente trabalho descreve o gênero e as espécies de Paspalum do estado do Rio Grande do Norte. Foram realizadas coletas por quatro anos em todas as regiões fitogeográficas do Rio Grande do Norte e levantamento em herbários com coleções representativas da flora local. O estado de conservação das espécies foi avaliada segundo critérios regionais da IUCN. Foram registradas 16 espécies de Paspalum no Rio Grande do Norte. Paspalum carinatum Humb. & Bonpl. ex Flüggé, P. gardnerianum Nees e P. pumilum Nees são consideradas vulneráveis no estado do Rio Grande do Norte, pela pressão antrópica sobre os ambientes em que ocorrem, porém, não são ameaçadas quando avaliadas em escala global. Com base na análise de populações no campo e em cultivo, propõe-se a sinonimização de P. pleostachyum Döll sob P. ligulare Nees. Ao contrário do que está difundido na literatura, justifica-se a preferência de utilização do nome Paspalum crassum Chase sobre P. tumidum Kuhlm. O trabalho inclui chave para identificação das espécies, descrições, comentários taxonômicos e nomenclaturais, informações sobre distribuição e grau de ameaça regional, bem como comentários ecológicos e ilustrações. Palavras-chave: gramíneas, conservação, Região Nordeste do Brasil, Panicoideae, taxonomia.
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Diagnóstico da indústria de confecções do Rio Grande do Norte

Diagnóstico da indústria de confecções do Rio Grande do Norte

Observou-se que a indústria de confecções do Rio Grande do Norte usa, como in­ centivo aos seus operários, o pagamento por peça ou unidade produzida. Tal sistema é uti­ lizado quando se quer manter uma produção mais ou menos constante, bastante alta e com operações repetidas durante vários dias pelo mesmo operário. É bom lembrar que este tipo de incentivo requer revisão periódica para aferição dos padrões utilizados e, se ne­ cessário, a introdução de modificações que evitem acomodação dos operários aos níveis fixados.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

Art. 17. A Execução Orçamentária será acompanhada pela Coordenação de Orçamento da Pró-Reitoria de Planejamento e Coordenação Geral, que será responsável pelo estabelecimento de um calendário para fornecimento de informações atualizadas às demais Unidades Orçamentárias da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO RIO GRANDE DO NORTE (restructuring production in Rio Grande do Norte, Brazil)

REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO RIO GRANDE DO NORTE (restructuring production in Rio Grande do Norte, Brazil)

A maior parte dessas atividades evidencia uma notável capacidade de abertura da economia do Rio Grande do Norte, em relação aos investimentos privados de agentes nacionais e/ou mundiais do capital, ditos globalizados. Nota-se forte capacidade técnica no interior desse processo, com a introdução no território potiguar de ações e objetos técnicos marcados por conteúdos nunca antes vistos. Exemplo disso observa-se na agricultura irrigada, na atividade petrolífera, no comércio e no setor de serviços, incluindo o turismo, vetores esses que passaram a receber fortes investimentos de grupos econômicos estrangeiros, bem como vários incentivos governamentais, fortemente imbuídos de conteúdos técnicos, financeiros, portanto econômicos e políticos. Novas materialidades surgiram ou foram redimensionadas no território como forma de assegurar os fixos para garantirem os fluxos materiais e imateriais, dinheiro, informação, tecnologia, mão-de-obra, etc.
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Capparaceae no Rio Grande do Norte, Brasil.

Capparaceae no Rio Grande do Norte, Brasil.

This study consists in the floristic-taxonomic survey of the Capparaceae species in the state of Rio Grande do Norte (RN), Northeastern Brazil. Five genera and six species of Capparaceae were registered: Capparidastrum (1 sp.); Crateva (1 sp.); Cynophalla (2 sp.); Mesocapparis (1 sp.) and Neocalyptrocalyx (1 sp.). The species occur more frequently in vegetation of Caatinga sensu lato and in Seasonal Semideciduous Forest. Capparidastrum frondosum and Mesocapparis lineata are new records for the state, with last one being restricted to a single locality. Descriptions, identification key for species, illustrations and images are presented. Key words: Brassicales, taxonomy, flora, Cynophalla, Northeastern Brazil.
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Erythroxylaceae no Rio Grande do Norte, Brasil.

Erythroxylaceae no Rio Grande do Norte, Brasil.

Segundo Loiola & Costa-Lima (2014), essa espécie tem registro apenas para a Região Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Sergipe), em vegetação de caatinga. No Rio Grande do Norte, onde é registrada pela primeira vez, é amplamente distribuída e está mais frequentemente associada às formações das Caatingas, ocorrendo tanto em hábitats serranos com afloramentos granito-gnáissicos, quanto em áreas de caatinga hiperxerófila em solo arenoso, em geral formando densas populações. Destaca-se aqui o registro inédito para as formações do Domínio da Mata Atlântica, onde foi registrada em floresta estacional semidecídua e em vegetação de restinga. Foi encontrada com flores em fevereiro, março, maio e dezembro e com frutos em julho.
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Atletas paraolímpicos do Rio Grande do Norte

Atletas paraolímpicos do Rio Grande do Norte

A possibilidade de desenvolver um estudo referente ao esporte paraolímpico no Rio Grande do Norte, tendo como foco, especificamente na modalidade de para- halterofilismo, além dessas experiências anteriormente citadas, surgiu com o nosso ingresso como aluno regular no curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCSa) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no ano de 2011 e integrante do Laboratório de Pesquisa do Movimento Humano, coordenado pelo Professor Doutor Paulo Moreira da Silva Dantas, nosso orientador, o qual nos levou a estimular e incentivar a pesquisa e a ciência, fundamentando nossa experiência e vivência prática na área do movimento paraolímpico e, em especial, no esporte na modalidade do halterofilismo para pessoas com deficiência.
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