Top PDF Produtividade de quatro espécies arbóreas de Terra Firme da Amazônia Central.

Produtividade de quatro espécies arbóreas de Terra Firme da Amazônia Central.

Produtividade de quatro espécies arbóreas de Terra Firme da Amazônia Central.

A análise da produtividade individual de espécies permite descrever o comportamento das mesmas em ecossistemas florestais. O objetivo deste trabalho foi analisar a produtividade de quatro espécies arbóreas em um período de seis anos (2000-2006) em uma área de terra firme na região de Manaus, AM. A produtividade foi estimada indiretamente por meio da utilização de equações alométricas individuais geradas e dados de inventários florestais. Foram selecionadas Pouteria reticulata Eyma (Sapotaceae), Micrandra siphonioides Benth. (Euphorbiaceae), Protium hebetatum Daly (Burseraceae) e Eschweilera wachenheimii Sand (Lecythidaceae) por apresentarem alto índice de valor de importância na área. As equações foram geradas a partir de um arquivo de dados; devido ao reduzido número de indivíduos por espécie foi necessária a utilização de um método não paramétrico, sendo escolhido o “Jackknife”. As equações foram aplicadas às árvores das espécies selecionadas localizadas em duas parcelas permanentes com as informações dos inventários florestais dos anos de 2000, 2002, 2004 e 2006. Os resultados mostram indícios de confiabilidade do método, as equações geradas apresentaram altos valores de coeficiente de determinação (R 2 > 0,93) e baixos valores de erro padrão da estimativa (s
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O efeito da fragmentação florestal no recrutamento e estrutura populacional de quatro espécies arbóreas abundantes na Amazônia Central

O efeito da fragmentação florestal no recrutamento e estrutura populacional de quatro espécies arbóreas abundantes na Amazônia Central

A vegetação local é composta por floresta de terra firme com dossel que varia de 30 a 37 m de altura, com árvores emergentes de até 55 m (LOVEJOY & BIERREGAARD 1990). A elevação altitudinal média na região é de 100-150 m acima do nível do mar, o relevo é ondulado e caracterizado por três compartimentos geomorfológicos: áreas de platô, caracterizado por possuir relevo plano, solo bem profundo e com textura argilosa; vertentes, com relevo inclinado e solo argiloso nas partes mais altas e arenosos nas partes mais baixas; e baixios, situados em planícies aluviais ao longo dos igarapés com solo arenoso e encharcado (RIBEIRO et al 1999). A pluviosidade anual varia entre 1900 e 2500 mm, com uma estação seca pronunciada que vai de junho a outubro e caracterizada por precipitações menores de 100 mm/mês. Os solos são ácidos, altamente intemperizados e muito pobres em nutrientes como P, Ca e K (CHAUVEL et al. 1987).
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Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

alternaram-se em quantidades na solução do solo e tenderam a diminuir do período chuvoso para o período de transição (seco-chuvoso), mais intensamente na clareira do que no controle. Considerando que, logo após o corte seletivo, ocorreu uma diminuição da demanda de nutrientes com a remoção de árvores e conseqüente morte de suas raízes, houve uma maior concentração temporária de nutrientes disponíveis no solo de clareiras. No centro das clareiras, o aumento da exposição do solo à entrada de água da chuva e de luz, favoreceu: (1) o estabelecimento de plântulas das espécies arbóreas pioneiras e clímax sobre o solo (Leal-Filho, 2000), que assimilam nutrientes; e (2) o transporte de nutrientes para as camadas mais profundas do solo e, assim, a sua exportação do sistema solo-planta, pelos processos de fluxo de solutos: convectivo, difusão, dispersão hidrodinâmica e o combinado destes ( Hillel, 1998).
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Sobrevivência de espécies arbóreas plantadas em clareiras causadas pela colheita de madeira em uma floresta de terra firme no município de Paragominas na Amazônia brasileira.

Sobrevivência de espécies arbóreas plantadas em clareiras causadas pela colheita de madeira em uma floresta de terra firme no município de Paragominas na Amazônia brasileira.

Analisou-se a sobrevivência de mudas plantadas em 400 clareiras causadas por exploração florestal de impacto reduzido, em floresta de terra firme na Amazônia Oriental. Foram plantadas 3.818 mudas de 17 espécies, das quais apenas Schizolobium amazonicum não ocorre na área de estudo. A distância entre as mudas plantadas foi de aproximadamente 5m. As avaliações ocorreram em 2005 e 2006. Com base na sobrevivência das mudas aos 11 meses após o plantio, as espécies indicadas para o enriquecimento de clareiras são: Schizolobium amazonicum, Cedrela odorata, Jacaranda copaia, Manilkara huberi, Astronium gracile, Pouteria bilocularis, Tabebuia impetiginosa, Pseudopiptadenia suaveolens, Cordia goeldiana, Parkia gigantocarpa, Simarouba amara, Sterculia pilosa, Laetia procera, Dinizia excelsa e Schefflera morototoni. Estudos sobre a taxa de crescimento, em períodos mais longos, são necessários para confirmar a utilização dessas espécies em plantios de enriquecimento de clareiras oriundas de exploração florestal, como alternativa para aumentar a produtividade e o valor econômico das florestas naturais manejadas na Amazônia brasileira.
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Comparação da eficiência de dois métodos de coleta de peixes em igarapés de terra firme da Amazônia Central.

Comparação da eficiência de dois métodos de coleta de peixes em igarapés de terra firme da Amazônia Central.

(diâmetro = 0,60m, malha = 3mm), tomando o cuidado de amostrar exaustivamente os diferentes ambientes encontrados (serapilheira, raízes, areia, barrancos). Em média, as coletas ativas duraram cerca de 1h por trecho de igarapé, que foi considerado esgotado quando após 5 min de coleta não se capturava nenhum indivíduo adicional. Os peixes coletados com ambos os métodos foram colocados em bandejas plásticas, identificados e contados no próprio local e devolvidos ao igarapé no final da amostragem. Após a aplicação dos dois métodos de coleta, surgiu a dúvida de que as armadilhas do tipo covo poderiam estar sofrendo uma alta taxa de escape de peixes, em função do longo intervalo de tempo (24h) entre a instalação e a despesca. Assim, decidiu-se realizar um experimento de campo com o objetivo de averiguar se os escapes realmente ocorriam e com qual freqüência. O experimento foi realizado durante o período matutino e durou cinco horas. Em um trecho de 40m foram colocadas 20 armadilhas regularmente espaçadas. A cada hora todas as armadilhas eram revistadas, anotando-se as espécies e o número de indivíduos capturados. Em função da alta transparência da água do igarapé, essas revisões foram realizadas visualmente, sem que os peixes fossem retirados das armadilhas. Quatro armadilhas foram removidas aleatoriamente a cada hora, como forma de medir as capturas efetivas por período. A taxa de escape foi medida pela diferença de captura em cada armadilha em horários subseqüentes.
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Características básicas para um agrupamento ecológico preliminar de espécies madeireiras da floresta de terra firme da Amazônia Central.

Características básicas para um agrupamento ecológico preliminar de espécies madeireiras da floresta de terra firme da Amazônia Central.

Com base em informações individuais, procurou-se classificar cada espécie em Clímax, Oportunistas e Pioneiras (Tabela 3). Pelas características analisadas, foram consideradas espécies tipicamente clímax somente duas espécies: Vouacapoua pallidor e Corythophora rimosa. Foram classificadas como sendo tipicamente Oportunistas as espécies Cariniana micrantha e Qualea paraensis. A maioria das espécies (53%) ocupou uma posição intermediária no contínuo da sucessão florestal natural denominada Oportunistas-Clímax como p.ex. Scleronema micranthum, Copaifera multijuga, Clarisia racemosa e Dipteryx odorata. Analisando-se este grupo verificou-se que a classificação com base nos agentes dispersores necessita de um melhor detalhamento. A dispersão por aves pode abranger sementes pequenas de espécies Pioneiras com dispersão endozoocórica e também sementes grandes como, por exemplo, as de Aniba rosaeodora que são predadas e dispersas por regurgitamento pelos tucanos. Entre outras, as quatro espécies da família Lauraceae Aniba roaseodora, A. canelilla, Licaria guianensis e Mezilaurus synandra apresentaram todas as características
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Aspectos florísticos e ecológicos de grandes lianas em três ambientes florestais de terra firme na Amazônia Central.

Aspectos florísticos e ecológicos de grandes lianas em três ambientes florestais de terra firme na Amazônia Central.

As lianas, ou trepadeiras lenhosas são importantes componentes estruturais de muitos ambientes florestais. O estudo objetivou investigar os aspectos florísticos e ecológicos de grandes lianas em três ambientes florestais de terra firme na Amazônia Central (2º35’ S e 60º12’ W). Para o levantamento florístico, foram alocadas 20 parcelas de 50 x 10 m em cada um dos ambientes florestais (platô, vertente e baixio), nas quais foram mensurados todos os espécimes lianescentes com diâmetro à altura do peito (DAP) ≥ 10 cm. Na floresta de platô foram inventariados 17 indivíduos, pertencentes a nove famílias, dez gêneros e treze espécies. Fabaceae e Combretaceae foram as famílias com maior número de espécies, representando juntas mais de 46% do total amostrado. As espécies com os maiores Índices de Valor de Importância (IVI) foram Doliocarpus brevipedicellatus Garcke (IVI = 55,2) e Abuta candollei Triana & Planch. (IVI = 33,3). Um total de doze espécimes, compreendendo quatro famílias, quatro gêneros e oito espécies foram registrados na floresta de vertente. Nesse ambiente florestal, Caesalpiniaceae foi a família mais rica, representando cerca de 38% das espécies identificadas. Abuta rufescens Aubl. (IVI = 68,8) e Bauhinia alata Ducke (IVI = 49,2) foram as espécies com os maiores valores de importância. Na floresta de baixio foram registrados quatro indivíduos, distribuídos em quatro famílias, quatro gêneros e quatro espécies. Nos três ambientes florestais estudados, sete indivíduos atingiram DAP ≥ 20 cm. Quanto às espécies, a similaridade florística entre os ambientes florestais foi muita baixa, com a menor dissimilidaridade anotada entre as florestas de vertente e baixio (Is = 0,17). Nesse estudo, de acordo com os índices de diversidade de Shannon-Wiener, Simpson e alfa de Fisher, a floresta de platô mostrou-se mais diversa em lianas de maior porte que as florestas de vertente, o mesmo ocorrendo quando comparado com os dois primeiros índices de diversidade em relação ao baixio.
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Florística e estrutura espacial: 15 hectares de parcelas permanentes na Floresta Densa de Terra Firme na Amazônia Central

Florística e estrutura espacial: 15 hectares de parcelas permanentes na Floresta Densa de Terra Firme na Amazônia Central

Our results contribute to the knowledge of the spatial structure of the Amazon tropical tree community, in particular for the “terra firme” tropical rainforests. Our findings showed that the spatial structure of the tree species has been driven both by ecological processes (dispersal, competition) and by soil variables mainly, and that the species respond differently to these factors. The observed soil gradients of fertility and texture seem to repeat the same tendency observed at broad and regional scales noted in several studies across the Amazon Basin. The species are organized in general along the gradient of OM, moisture, and texture, and spatial structure was better revealed when the patterns were investigated in plots that met the species requirements. However, the effect of these factors was only observable from sample unit sizes larger than 10,000 m 2 , which reflected the environmental heterogeneity, characterized by the soil variables and topographic position. These results provide important information for the design of sampling units used in studies of forest dynamics for management purposes and also conservation programs. Such studies must include the environmental heterogeneity based on an appropriate scale of analysis, in order to better understand, characterize, and protect the structure of “terra firme” tree species communities in the Amazon region.
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As espécies de tauari (Lecythidaceae) em florestas de terra firme da Amazônia: padrões de distribuição geográfica, abundâncias e implicações para a conservação.

As espécies de tauari (Lecythidaceae) em florestas de terra firme da Amazônia: padrões de distribuição geográfica, abundâncias e implicações para a conservação.

Ao CNPq, pela bolsa de doutorado cedida a primeira autora; à FAPEAM- INPA (Proj. Ecologia e Manejo de Sementes e Mudas) e ao CIRAD (Projeto Floresta em Pé), pelos recursos para coleta de dados. Às instituições de pes- quisa: INPA-CPST (em especial ao Dr. Niro Higuchi e sua equipe), Embrapa Amazônia Oriental (Dr. Ademir Ruschel e equipe do Projeto Bom Manejo e ao Dr. Milton Kanashiro e equipe do Projeto Dendrogene), IBAMA, núcleo Santarém e ao CIRAD, núcleo Kurou (Dr. Lilian Blanc e equipe do Projeto ECOFOG); e às empresas madeireiras Precious Woods/Mil Madeireiras, Mafl ops e Cikel, pelo apóio logístico, pela disponibilização dos dados de inventário e pela atenção dispensada a este trabalho; aos assistentes de campo (mateiros) das seis áreas inventariadas, em especial à memória de Raimundo Feitosa (Raimundinho da Flona); ao Dr. Scott Mori, pela determinação das amostras e atenção imediata diante das dúvidas; aos meus orientadores e aos revisores anônimos, que enriqueceram o conteúdo deste artigo.
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Floristic composition and community structure of epiphytic angiosperms in a terra firme forest in central Amazonia

Floristic composition and community structure of epiphytic angiosperms in a terra firme forest in central Amazonia

The richness of bromeliads was also higher than previ- ously reported for the Brazilian Amazon in studies of terra firme forests (Ribeiro et al. 1999) and floodplain forests (Quaresma & Jardim 2012). On the other hand, the family was not even recorded in studies in a terra firme forest in the Brazilian state of Pará (Pos & Sleegers 2010), nor in a savanna in Humaitá, Brazil (Gottsberger & Morawetz 1993). The high occurence of Bromeliaceae in surveys of the epiphytic community is expected for the Atlantic forest, as this is one of the main centers of diversity of this family (Wanderley et al. 2007), where Bromeliaceae is often cited as the second most diverse (Kersten 2010). In the Brazil- ian Amazon, the bromeliads are found more frequently in floodplains (baixios), low whitesand forests (campinas), high whitesand forests (campinaranas) and seasonally blackwater-flooded Amazon forests (igapó) (Sousa & Wan- derley 2007). Nonetheless, in the present study the family was well represented in number of species and individuals in all environments studied.
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DELCIO FERNANDO DA ROCHA A ATUAÇÃO DO NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL DE CARATINGA: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REALIDADE DE QUATRO ESCOLAS ESTADUAIS DE SUA CIRCUNSCRIÇÃO

DELCIO FERNANDO DA ROCHA A ATUAÇÃO DO NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL DE CARATINGA: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REALIDADE DE QUATRO ESCOLAS ESTADUAIS DE SUA CIRCUNSCRIÇÃO

Gestão e Avaliação da Educação Pública (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O objetivo principal deste estudo é analisar os desafios que dificultam a atuação do Núcleo de Tecnologia Educacional de Caratinga (NTE) junto às escolas da circunscrição da Superintendência Regional de Ensino de Caratinga (SRE Caratinga) para o uso pedagógico das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Atualmente as tecnologias estão presentes nas escolas públicas estaduais, que contam com equipamentos distribuídos por iniciativa de Programas dos Governos Federal e Estadual. O NTE se destaca nesse contexto por atuar diretamente com as escolas no desenvolvimento de ações relacionadas à manutenção dos equipamentos e, sobretudo, à capacitação docente para o uso pedagógico dos recursos tecnológicos, entretanto, esse trabalho vem enfrentando dificuldades que comprometem os resultados esperados. Nesse sentido, esta dissertação propõe realizar uma pesquisa qualitativa com abordagem de estudo de caso em quatro escolas representativas do município de Caratinga, selecionadas por meio de critérios específicos, para responder a seguinte questão: Quais estratégias o NTE de Caratinga pode adotar para aprimorar o atendimento pedagógico às escolas estaduais da circunscrição da SRE? No intuito de trazer respostas a essa indagação, optou-se pela ida a campo por compreendermos a importância de se conhecer a realidade das escolas, e, a partir disso, propor ações que estejam em sintonia com as suas necessidades. A pesquisa empírica foi realizada por meio de questionários aplicados aos professores e de entrevista semiestruturada com a coordenadora do NTE de Caratinga e com os diretores das escolas selecionadas. A análise dos dados obtidos mostrou que as TIC não são utilizadas de maneira sistemática pelos professores em sua prática pedagógica. Os resultados da pesquisa aliados aos referenciais teóricos que discutiram os eixos relacionados ao uso das TIC e à formação continuada dos professores serviram de base para a elaboração do Plano de Ação Educacional (PAE), o qual contém um conjunto de proposições que pretende dinamizar a atuação do NTE junto às escolas, contribuindo dessa forma para a inserção das TIC como instrumentos de aprendizagem.
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Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

A distribuição das chuvas na Amazônia é bastante irregular, apresentando variabilidade espacial e temporal. As médias anuais de precipitações variam de mais de 6000 mm nas encostas dos Andes a aproximadamente 1600 mm na interface da Amazônia com o cerrado do Planalto Central Brasileiro (Salati, 1983), sendo a média geral da ordem de 2300 mm anuais (Fisch et al., 1998). Apesar da distribuição de chuvas ser assim tão variada, toda a região amazônica é essencialmente marcada por dois períodos – alto (cheia) e baixo nível das águas dos rios (vazante) – que têm um papel fundamental na região e cuja dinâmica é profundamente afetada pelo regime hidrológico. Na cidade de Manaus, a média anual de chuva no período 1911 até 1985 foi de 2107 mm; a estação chuvosa (dezembro-maio) teve precipitação média de 1546 mm (73,4 %) enquanto que a estação mais seca (junho-novembro) apresentou média de 561 mm (26,6 %) (Ribeiro, 1991). Para a região amazônica, o período de chuvas ou forte atividade convectiva é compreendido entre Novembro e Março, sendo que o período de seca é entre os meses de Maio e Setembro, sem grande atividade convectiva. Os meses de Abril e Outubro são meses de transição entre um regime e outro. A distribuição de chuva no trimestre Dezembro- Janeiro-Fevereiro apresenta uma região de precipitação alta (acima de 900 mm) situada na parte oeste e central da Amazônia e o máximo da chuva na região central da Amazônia (próximo de 5 ºS) pode estar sendo associado com à penetração de sistemas frontais da região sul, interagindo e organizando a convecção local (Fisch et al., 1998).
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Diplotropis Bentham (Leguminosae - Faboideae) - Estudo dos táxons infragenéricos.

Diplotropis Bentham (Leguminosae - Faboideae) - Estudo dos táxons infragenéricos.

Esta variedade ê freqüente nas matas de terra firme ou em capoeiras oriundas destas formações, desde a Amazônia guianense até a sua área mais ocidental na fronteira do Brasil com o Per[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NUCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TRÓPICO ÚMIDO RAIMUNDO DA COSTA ALMEIDA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NUCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TRÓPICO ÚMIDO RAIMUNDO DA COSTA ALMEIDA

Desenvolvimento e sustentabilidade são dois fatores fundamentais para o futuro da humanidade, pois para que as pessoas tenham condições dignas de vida na terra o desenvolvimento se faz necessário nos mais diversos segmentos, em especial o desenvolvimento socioeconômico, que precisa acontecer, porém conciliando a utilização dos recursos naturais de maneira sustentável, ou seja, sem comprometer a possibilidade do usufruto desses recursos pelas gerações futuras. Nesse sentido, o relatório elaborado pela Comissão Mundial para o Meio Ambiente e o desenvolvimento (CMMAD), trás a seguinte afirmação:
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FÁBIA NAPOLEÃO ANDRADE NIVELAMENTO DA APRENDIZAGEM: A EXPERIÊNCIA DE QUATRO ESCOLAS PROFISSIONAIS NO CEARÁ

FÁBIA NAPOLEÃO ANDRADE NIVELAMENTO DA APRENDIZAGEM: A EXPERIÊNCIA DE QUATRO ESCOLAS PROFISSIONAIS NO CEARÁ

O quantitativo do corpo docente das disciplinas da base comum é padronizado, segundo orientação da COEDP, de acordo com a quantidade de turmas da escola. O modelo de lotação é assim definido: 12 (doze) turmas, 19 (dezenove) professores; 10 (dez) turmas, 17 (dezessete) professores; 8 (oito) turmas, 15 (quinze) professores. Das quatro escolas, três têm doze turmas. São dezenove professores nas disciplinas da base nacional curricular comum, mais um professor laboratorista, três professores para suporte à biblioteca, sendo um regente e dois para apoio, além de dois professores para suporte dos laboratórios educacionais de informática. A equipe de professores responsável pela base técnica é definida de acordo com a necessidade dos cursos ofertados em cada unidade de ensino, tendo um coordenador de curso, como responsável principalmente por fazer a articulação curricular, o contato com o setor produtivo, e junto com os orientadores, realizar acompanhamento de estágio dos alunos ao final do curso.
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Interceptação de radiação solar e distribuição espacial de área foliar em floresta de terra firme da Amazônia Central, Brasil.

Interceptação de radiação solar e distribuição espacial de área foliar em floresta de terra firme da Amazônia Central, Brasil.

Solar Radiation Interception and Spatial Leaf Area Distribution in 'Terra Firme' Forest of the Central Amazonia, Brazil. ABSTRACT — The occurrence of solar radiation in forest medium an[r]

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Uso de análise exploratória de dados e de regressão robusta na avaliação do crescimento de espécies comerciais de terra firme da Amazônia.

Uso de análise exploratória de dados e de regressão robusta na avaliação do crescimento de espécies comerciais de terra firme da Amazônia.

A Floresta Ombrófila Densa, subdividida pelos quadrantes ecológicos (litologia, morfologia e clima), em termos de aspectos fisionômicos e florísticos, caracteriza a tipologia florestal dominante na região. Apresenta-se também na área uma fisionomia florestal densa, com indi- víduos emergentes ocupando as áreas aplainadas dos platôs do Xingu-Tapajós, caracterizada não só por apre- sentar alto volume, como também pela presença de espécies de alta cotação de preços nos mercados externo e interno (IBAMA/PNUD, 1997).

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SOLOS DA AMAZÔNIA: CARACTERIZAÇÃO DOS SOLOS DO ECOSSISTEMA DE TERRA FIRME E VÁRZEA

SOLOS DA AMAZÔNIA: CARACTERIZAÇÃO DOS SOLOS DO ECOSSISTEMA DE TERRA FIRME E VÁRZEA

Considerando os horizontes e o perfil dos solos da Amazônia e observando a carta Munsell, pode-se afirmar que as cores dos solos da Amazônia estão balanceados entre os componentes da cor que constitui uma característica importante quanto a observação de horizontes e do perfil do solo. Nesse contexto, a classificação dos solos da Amazônia segundo a carta de Munsell, pode-se constatar que o matiz (hue) refere-se à combinação dos pigmentos vermelho e amarelo condizendo com a melhor expressão dos solos de Terra Firme, das áreas cobertas de florestas como Latossolos, Argissolos e Plintossolos. E que a luminosidade (value) do preto e do branco, e a pureza da cor (chroma), com a intensidade,
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CRESCIMENTO DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM UMA FLORESTA NATURAL DE TERRA FIRME APÓS A COLHEITA DE MADEIRA E TRATAMENTOS SILVICULTURAIS, NO MUNICÍPIO DE PARAGOMINAS, PARÁ, BRASIL.

CRESCIMENTO DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM UMA FLORESTA NATURAL DE TERRA FIRME APÓS A COLHEITA DE MADEIRA E TRATAMENTOS SILVICULTURAIS, NO MUNICÍPIO DE PARAGOMINAS, PARÁ, BRASIL.

A área experimental na qual está inserido este estudo é constituída de sete tratamentos distribuídos em 6 UTs (Unidades de Trabalho) na UPA 07 (Unidade Produção Anual) e 8 UTs na UPA 08, da Área de Manejo Florestal da Fazenda Rio Capim, perfazendo uma amostra total de 700 ha, dos quais 600 ha foram explorados (exploração de impacto reduzido – EIR). Contudo, no presente estudo foram avaliadas as taxas de crescimento das árvores apenas em cinco tratamentos (T1, T2, T3, T6 e T7), totalizando 500 hectares. O delineamento foi inteiramente ao acaso. Cada tratamento teve quatro repetições. Cada UT foi dividida em quadrantes (quatro parcelas quadradas de 25 ha), que constituíram as repetições dos tratamentos, nas quais foram realizados os tratamentos silviculturais. Cada repetição de 25 ha tem uma bordadura de 4,75 ha (25 m para cada lado). A área efetiva, no centro da repetição, tem, portanto, 20,25 ha (450 m x 450 m). Em suma, cada tratamento consistiu em:
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3º lugar na Categoria Social em 2011

3º lugar na Categoria Social em 2011

É observada, nas duas últimas décadas, uma tendência em inovar na construção habitacional, tornando-se a construção sustentável a principal prioridade como alternativa inovadora, buscando aplicação de ecomateriais e de soluções tecnológicas fundamentadas nos padrões da sustentabilidade. Esta pesquisa pretende desenvolver tecnologia de produtos originários de matérias-primas vegetais na construção habitacional sustentável, substituindo a madeira de espécies arbóreas nativas da Amazônia utilizadas em forros, em paredes e em divisórias das habitações, como também dos tijolos convencionais ou blocos cerâmicos de vedação. Esse pode representar um aporte para a redução de custos da construção e do déficit habitacional no Brasil. O processo de confecção das chapas irá contribuir para colocar à disposição do setor da construção civil um novo material que não causa impacto ao meio ambiente em sua produção, utilização e disposição final, sendo, portanto, opção viável para substituição da madeira e da alvenaria na construção habitacional.
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