Top PDF Psoríase na infância e na adolescência.

Psoríase na infância e na adolescência.

Psoríase na infância e na adolescência.

Metotrexato (ametopterina): antagonista do ácido fólico, com o qual apresenta similaridade estrutural. Pode ser administrado por via oral, intramuscular e endoveno- sa, sendo excretado essencialmente por via renal. A bio- disponibilidade da medicação diminui com a ingestão de certos alimentos, especialmente derivados do leite; no entanto, a droga não precisa ser ingerida em jejum. O metotrexato deve ser empregado em casos extensos e resistentes de psoríase na infância ou em casos de psoría- se artropática, eritrodérmica e pustulosa generalizada. A dose utilizada para doentes pediátricos é de 0,2- 0,4mg/kg/semana, até a dose total semanal de 12,5-20mg. Pode ser associado ao ácido fólico (1-5mg per os /dia). Apresenta rápido início de ação. A criança mais jovem tra- tada na literatura tinha quatro anos de idade e psoríase grave desde os dois anos de idade. Recentemente, tem-se associado o metotrexato, em baixas doses, ao uso de bio- lógicos, especialmente o infliximabe, baseado na sua ação inibitória na produção de anticorpos. 42,43 Essa associação
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Tratamento do hipertireoidismo na infância e adolescência.

Tratamento do hipertireoidismo na infância e adolescência.

Como a imensa maioria dos casos de hipertireoidismo na infância e na adolescência é causada pela D G, o tratamento da última será abordado de forma mais aprofundada. O s objetivos primordiais do tratamento são a restauração e a manutenção, de forma rápida e segura, de um estado eutireoideu permanente. O tratamento inicial da D G deve ser com o uso de dro- gas antitireoideanas (D AT) até se obter o eutireoidis- mo, e o tratamento definitivo pode então ser realizado por três formas: uso prolongado de D AT (tionami- das), tireoidectomia ou iodo radioativo. N enhuma das três alternativas preenche todos os critérios de segu- rança, efetividade e estabelecimento de um eutireoidis- mo permanente. N o tratamento medicamentoso, da mesma forma como no hipertireoidismo em pacientes adultos, as tionamidas são a escolha inicial. Mais de 90% dos pacientes são controlados em até 8 semanas. N este ínterim, os pacientes com sintomatologia muito intensa devem ser tratados com β-bloqueadores. O mais largamente utilizado é o propranolol, na dose de 1-2mg/ kg/ dia, dividido em 3 tomadas. As tionamidas bloqueiam a síntese dos hormônios tireoidianos porque inibem a oxidação e a organificação do iodeto tireoideano, exercendo também um efeito supressivo sobre o sistema imune. O propiltiouracil (PTU ) adi- cionalmente diminui a conversão periférica de T 4 a T 3 .
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Carcinoma de tireóide na infância e adolescência.

Carcinoma de tireóide na infância e adolescência.

PAAF são os exames mais importante na elucidação do diagnóstico. O tratamento do câncer diferenciado de tireóide na infância e na adolescência deve ser a tireoidectomia total com esvaziamento ganglionar regional. Após a cirurgia, devemos realizar a PCI e a radioiodoterapia. A medida da Tg plasmática sob estí- mulo do TSH é um bom parâmetro de cura. A terapia de reposição com L-tiroxina deve utilizar dose suficiente para manter o TSH < 0,1 mcU/mL. Com tratamento adequado, o prognóstico é melhor que nos adultos.

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Psicoterapias da depressão na infância e na adolescência.

Psicoterapias da depressão na infância e na adolescência.

A depressão é uma doença comum, freqüentemente crônica, recorrente e familiar, cujo início ocorre, muitas vezes, na infância e na adolescência. E a depressão em crianças e adolescentes aparenta estar aumentando e iniciando cada vez mais precocemente, constituindo atualmente uma das principais preocupações de saúde pública. Pela razão de constituir doença grave e que normalmente prediz sua continuação ou recorrência na idade adulta, sua abordagem terapêutica é de extrema importância. O atendimento adequado da depressão em crianças e adolescentes é realizado com uma aproximação multidisciplinar, envolvendo basicamente recursos psicossociais. Neste artigo revisaremos a condição atual das abordagens psicoterapêuticas empregadas no tratamento da depressão na infância e na adolescência.
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Emergências psiquiátricas na infância e adolescência.

Emergências psiquiátricas na infância e adolescência.

Objetivo: A prevalência de transtornos psiquiátricos na infância/adolescência é de 10-15%. As causas mais frequentes de atendimentos psiquiátricos emergenciais nesta faixa etária são: alterações de comportamento sem diagnóstico estabelecido, comportamento suicida e depressão. O objetivo deste estudo é apresentar os principais aspectos clínicos e orientar a conduta inicial das emergências psiquiátricas na infância/adolescência. Método: Artigo de revisão não-sistemática. Resultados: São apresentados aspectos clínicos relevantes para a avaliação psiquiátrica emergencial de crianças/adolescentes. As apresentações clínicas são divididas em grupos de sintomas relevantes, tanto por sua frequência, quanto pelo impacto para o paciente e sua família. Assim, são apresentadas as seguintes síndromes clínicas: comportamento agressivo, intoxicações, comportamento suicida, psicoses, transtornos ansiosos, transtornos alimentares e maus-tratos contra a crianças/adolescente. É descrita a conduta inicial recomendada para cada uma destas condições. Conclusão: Emergências psiquiátricas na infância/adolescência podem ser a reagudização ou a primeira manifestação de um transtorno psiquiátrico. A avaliação emergencial tem como objetivo identiicar o diagnóstico, os riscos para a criança/adolescente, os fatores desencadeantes e mantenedores, e a presença de suporte familiar e social.
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Psoríase pustulosa da infância: relato de caso.

Psoríase pustulosa da infância: relato de caso.

Resumo: A psoríase pustulosa generalizada é tipo raro de psoríase descrita pela primeira vez, em 1910, por Von Zumbusch. A psoríase pustulosa generalizada na criança tende a ter um curso mais benigno que no adulto, entretanto, em sua forma grave, pode por em risco a vida do paciente. Talvez, pela raridade da doença, nenhuma opção terapêutica se mostrou consistentemente eficaz e segura até o momento. Relatos isolados sugerem ser o retinoide a droga de escolha nesses casos, porém trata-se de fármaco que, na primeira infância, traz mais dificuldades no manejo. Relata-se exemplo dessa rara doença em lactente, quadro extenso e grave, com resposta satisfatória ao uso de dapsona, com boa tolerabilidade.
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Maus tratos na infância e na adolescência

Maus tratos na infância e na adolescência

A partir disso, o trabalho teve como objetivo fazer um estudo histórico sobre os maus tratos na infância e na adolescência e analisar, através de um estudo exploratório, a incidência dos mesmos, enfatizando a violência intrafamiliar e o bullying no CIEP estudado. Buscou também correlacionar através de uma casuística, os dados resultantes desta pesquisa com outros descritos na literatura, para junto com propostas e ações já existentes sobre o assunto, dos diversos órgãos do Estado brasileiro, difundir o tema e corroborar no combate a essas práticas e atuar na prevenção da saúde da criança agora e sempre.
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Infância e adolescência na sociedade contemporânea: alguns apontamentos.

Infância e adolescência na sociedade contemporânea: alguns apontamentos.

O questionamento ao “adultocentrismo” da sociedade e o reconhecimento da criança como sujeito e com direitos sociais são uns dos aspectos que configuram a infância e a adolescência na sociedade atual. A criança se torna visível, alvo de ofertas de bens e serviços sociais. Porém, uma certa ambigüidade da sociedade na relação que se estabelece com as crianças, os adolescentes e jovens permanece, e eles não têm, necessariamente, seus direitos sociais reconhecidos. As crianças, os adolescentes e os jovens continuam distantes e excluídos de certas práticas sociais e políticas, permanecendo em espaços sociais próprios. Há uma maior liberdade e autonomia para as crianças e para os jovens, mas o poder do adulto permanece. É o adulto quem assinala o espaço da criança e do jovem e essa designação se dá de acordo com as diferentes classes sociais e de acordo com o gênero, mas a crítica ao adultocentrismo pode estar levando a uma corrosão do poder do adulto, inclusive do poder paterno.
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Psicoses funcionais na infância e adolescência.

Psicoses funcionais na infância e adolescência.

uma fase prodrômica, seguida por uma fase ativa, de crise, com sintomatologia variada, onde normalmente é feito o diagnóstico. Com a evolução, episódios de crise, recupera- ção e fase residual são observados. Na esquizofrenia, normalmente após a estabilização da crise, o indivíduo não volta ao estado anterior; geralmente se percebe alguma alteração na afetividade e no pragmatismo: o chamado “defeito” pós-crise. O prognóstico da doença é reservado, apesar de as novas terapêuticas farmacológicas terem favorecido muito uma melhora da doença. Fatores de um melhor prognóstico são: início tardio, fator precipitante claro, início agudo, antecedente social favorável, como trabalho e relacionamentos interpessoais, presença de sintomas depressivos, ser casado (o que claramente não se aplica aqui), sintomas positivos (delírios e alucinações) e suporte familiar e social favorável. Fatores de um pior prognóstico seriam: início precoce, não existência de fato- res precipitantes, fatores pré-mórbidos, como má adapta- ção social e no trabalho, comportamentos autísticos, sinto- mas negativos, pouco suporte familiar e social, não remis- são no período de 3 anos, muitas recaídas 21 . A esquizofrenia na infância acaba tendo um pior prognóstico principalmente pelo início precoce e pela predominância de sintomas negativos 6,9,21 .
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Transtornos alimentares na infância e na adolescência.

Transtornos alimentares na infância e na adolescência.

O estado psicológico nesta condição clínica foi estudado em uma amostra representativa de adolescentes dos Estados Unidos da América. Os autores concluíram não haver relação entre a AN e as comorbidades mentais, com exceção do ‘transtorno desaiador opositivo’. Uma vez que as comorbidades mentais são altamente prevalentes em adultos anoréxicos, o estudo sugeriu que a ocorrência dos TA na adolescência pode ser um fator causal de tais comorbidades da idade adulta. Ainda no mesmo estudo, os autores encontraram relação signiicante entre a BN e a depressão, o transtorno bipolar e as desordens relacionadas à ansiedade, como fobias sociais e estresse pós-traumático, além de transtornos comportamentais, como hiperatividade, déicit de atenção e transtornos de conduta (15) .
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Dores recorrentes na infância e adolescência.

Dores recorrentes na infância e adolescência.

A úlcera péptica deve ser considerada como uma das causas de DAR na infância, porém estima-se que apresente baixa incidência nesta faixa etária. Há preponderância da úlcera duodenal sobre a gástrica, e os sintomas são variá- veis segundo a idade e, embora a dor de longa duração seja quase sempre referida em crianças menores de sete anos, vômitos e náuseas são manifestações mais freqüentes, se- guidos da hemorragia. Em crianças acima dessa idade, prevalece a dor seguida da hemorragia. Chama a atenção o fato de a dor não ser típica, nem sempre estar relacionada à ingestão de alimentos e não se apresentar com localização característica. Em adolescentes, o quadro costuma ser se- melhante ao dos adultos 11,20 . Em relação ao diagnóstico, a dor abdominal apresenta alta sensibilidade, porém baixa especificidade, ao contrário dos demais sintomas. A histó- ria da doença na família é significativa, e a endoscopia é o exame de escolha para o diagnóstico.
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Fotoproteção tópica na infância e na adolescência.

Fotoproteção tópica na infância e na adolescência.

Há dois fatores básicos que determinam nível elevado de exposição solar na infância e sua relação com o câncer da pele: (I) ao contrário da maioria dos adultos em ambiente urbano, as crianças despendem grande parte do seu tempo diário em ambientes externos e, assim, invariavelmente se encontram expostas ao sol; (II) sabe-se que as queimadu- ras solares na infância constituem um fator fundamental na patogênese do melanoma maligno (MM).

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Osteoporose na infância e na adolescência.

Osteoporose na infância e na adolescência.

juvenil, dermatomiosite juvenil ou neuropatias crônicas resultam em diminuição da tensão mecânica sobre os ossos e conseqüente diminuição do estímulo para sua formação 8 . Na adolescência, o aumento da densidade óssea ocorre principalmente na coluna vertebral, provavelmente como reflexo da atuação de hormônios sexuais (estradiol e testos- terona) no componente trabecular do osso. Situações que cursam com atraso puberal em adolescentes de ambos os sexos – tais como doenças inflamatórias crônicas, hipogo- nadismo, anorexia nervosa ou amenorréia induzida por exercícios – também podem ser apontadas como causado- ras de osteoporose 23,24 .
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Rev. Bras. Psiquiatr.  vol.24 número4

Rev. Bras. Psiquiatr. vol.24 número4

Nesse número, o leitor encontrará também uma ficha para o cadastramento dos psiquiatras que atendem crianças e ado- lescentes em nosso país, elaborada pelo Departamento de Psiquiatria da Infância e Adolescência da ABP. Essa ficha, já publicada no Suplemento de Saúde Mental na Infância e Adolescência [Rev Bras Psiquiatr 2000;22(Supl II)], visa a contínua identificação de profissionais que trabalham com essa faixa etária nos diversos estados brasileiros para futura correspondência.

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O PAPEL DOS ESTILOS EDUCATIVOS PARENTAIS NA SINTOMATOLOGIA ANSIOSA DE ADOLESCENTES DO 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO

O PAPEL DOS ESTILOS EDUCATIVOS PARENTAIS NA SINTOMATOLOGIA ANSIOSA DE ADOLESCENTES DO 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO

(2009) referem que as perturbações de ansiedade na infância e na adolescência não são influenciadas apenas pelo temperamento da criança, mas também pelo estilo educativo dos[r]

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Agrocombustíveis no Brasil e na América Latina: impactos no campo e na cidade

Agrocombustíveis no Brasil e na América Latina: impactos no campo e na cidade

É crescente o esforço da classe dominante no Brasil, seja a partir dos organismos governamentais, seja das grandes empresas privadas nacionais e estrangeiras, de aumentar a oferta de ene[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

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Estas potências, com atuação global secundária, como China, Rússia, Japão e UE (Inglaterra-França-Alemanha) procuram não apenas assegurar seu espaço e autonomia relativa, mas as[r]

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Open Sujeitos de direitos ou sujeitos de tutela?: memórias de jovens egressos sobre o acolhimento institucional em João Pessoa

Open Sujeitos de direitos ou sujeitos de tutela?: memórias de jovens egressos sobre o acolhimento institucional em João Pessoa

[...] propõe articular as áreas da saúde, educação, assistência social, trabalho, segurança pública, justiça, planejamento, orçamento, relações exteriores, promoção da igualdade e respeito à diversidade (CONANDA, 2006, art. 1°), a partir de três eixos de ação (arts. 5°, 7°, 15°, 21°) que agregam diferentes instituições: Defesa dos direitos humanos: destaque para as Varas da Infância e Juventude e suas equipes interprofissionais; promotorias e procuradorias de justiça e corregedorias-gerais do Ministério Público, defensorias públicas, serviços de assessoramento jurídico e assistência judiciária, Advocacia-Geral da União e procuradorias-gerais dos Estados, polícia civil judiciária, inclusive polícia técnica, polícia militar, conselhos tutelares e ouvidorias. [...] Promoção dos direitos humanos: serviços e programas públicos, em especial articulados a políticas sociais; serviços e programas voltados a medidas de promoção e proteção dos direitos humanos e serviços e programas que executem medidas socioeducativas. [...] Controle dos direitos humanos: especialmente os Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente e os Conselhos de Formulação e Controle de Políticas Sociais. Nesta dimensão de atuação está embutida a fiscalização tanto das entidades quanto do atendimento às crianças e adolescentes acolhidos, pelos atores (ASSIS; FARIAS, 2013. p. 222-223).
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Profilaxia Antibiótica Cirúrgica na Criança e no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Profilaxia Antibiótica Cirúrgica na Criança e no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Existe evidência de que no utente a fazer terapêutica antimicrobiana se os antibióticos são apropriados para profilaxia antibiótica cirúrgica, é prescrita uma dose extra nos 60 [r]

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Ensino e Avaliação da Técnica Inalatória na Asma – Normas de Orientação Clínica

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Os dispositivos disponíveis para a terapêutica inalatória incluem os inaladores pressurizados doseáveis (pMDIs), que podem ser utilizados isoladamente ou em associação com câmaras exp[r]

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