Top PDF RECUPERAÇÃO DE DADOS EM BANCO DE DADOS POR MEIO DA LINGUAGEM NATURAL

RECUPERAÇÃO DE DADOS EM BANCO DE DADOS POR MEIO DA LINGUAGEM NATURAL

RECUPERAÇÃO DE DADOS EM BANCO DE DADOS POR MEIO DA LINGUAGEM NATURAL

O estudo de PLN em línguas com morfologia e sintaxe reconhecidamente difíceis, como português ou francês, é um desafio que se impõe para pesquisadores da área de Inteligência Artificial. Entretanto, inúmeras aplicações terão benefícios com a evolução desses resultados. A recuperação de informação em banco de dados por meio da Linguagem Natural, bem como diversas outras áreas de pesquisa em inteligência artificial, não tem o objetivo de substituir o trabalho humano, mas sim garantir níveis mínimos de atendimento a demandas de trabalho não estritamente intelectual.
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Open A teoria da classificação facetada na modelagem de dados em banco de dados

Open A teoria da classificação facetada na modelagem de dados em banco de dados

A insatisfação com os problemas causados pela má ou ausente organização dos materiais da Instituição, mais especificamente do Setor Pedagógico, ficaram nítidas ao longo da pesquisa. Essa insatisfação refletiu-se nos benefícios proporcionados pelo Sistema Facetado, ao verificarmos as falas dos pesquisados, quanto as contribuições que o sistema trouxe às suas necessidades, algumas enfatizando a necessidade de organização do setor, outras destacando a importância da classificação como ponto chave da problemática discutida nesta pesquisa e outras mais chamando a atenção para a recuperação rápida e fácil de informações. Todas as falas representam o benefício que o Setor Pedagógico recebeu em poder organizar todo o conhecimento adquirido e produzido, por meio do sistema de classificação facetado, além de uma rápida e dinâmica recuperação de informação, seja ela personalizada por uma Filtragem de Ocorrência ou pelos filtros selecionados por conceitos (facetas) e instanciados pelas Categorias Fundamentais: PMEST.
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Crystal: uma linguagem de modelagem simplificada para apoiar a especificação de programas procedurais em banco de dados relacionais

Crystal: uma linguagem de modelagem simplificada para apoiar a especificação de programas procedurais em banco de dados relacionais

Subprogramas (ou sub-rotinas) são blocos PL/SQL que realizam uma tarefa específica e possuem a opção de serem chamados com um conjunto de parâmetros de entrada e/ou saída. A linguagem PL/SQL possui três tipos de subprogramas: Blocos Anônimos, Procedimentos e Funções. Os Blocos Anônimos são utilizados para executar um conjunto de comandos PL/SQL na ordem declarada, porém, não são armazenados de forma definitiva no banco de dados ( MURRAY , 2013 ). Um Bloco Anônimo é formado por três partes: uma seção de declaração de variáveis, uma seção executável e uma seção para tratamento de erros. Sua estrutura básica é apresentada no Código 2.1. Em contrapartida, as Funções e os Procedimentos são compilados e armazenados de forma definitiva no banco de dados, estando disponíveis para serem executados posteriomente. Normalmente, Procedimentos são utilizados para realizar uma ação específica de forma segura com uma única transação enquanto que Funções são utilizadas para calcular valores ( MURRAY , 2013 ). Funções devem retornar valores de forma explícita, enquanto que Procedimentos podem retornar valores por meio dos Parâmetros OUT ou IN OUT.
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Uma linguagem visual de consulta a banco de dados utilizando o paradigma de fluxo...

Uma linguagem visual de consulta a banco de dados utilizando o paradigma de fluxo...

Um aspecto, que em determinadas aplica¸c˜oes pode ser negativo, ´e que a linguagem SQL ´e puramente textual, e n˜ao existe uma maneira natural de estendˆe-la para permitir con- sultas envolvendo dados que n˜ao tenham uma descri¸c˜ao textual adequada. Por exemplo, consultas que envolvam referˆencia a imagens somente podem ser escritas representando-se uma imagem atrav´es de um texto que as identifique, como por exemplo, o nome de um arquivo do sistema operacional que as armazena. Embora isso seja perfeitamente fact´ıvel e adequado a uma linguagem de comando embutida entre um aplicativo e o SGBD, a quebra do paradigma da linguagem para uso como uma linguagem de consulta casual envolvendo usu´arios humanos ´e no m´ınimo desconfort´avel. Numa representa¸c˜ao gr´afica, a integra¸c˜ao com elementos gr´aficos numa linguagem de consulta envolvendo imagens seria mais natural. Da mesma maneira, diagramas de fluxo de dados s˜ao bastante utilizados para a representa¸c˜ao de processos em geral, em v´arios campos de conhecimento. As ativi- dades de data mining e processamento anal´ıtico de dados (On Line Analitical Processing - OLAP) s˜ao tamb´em consideradas processos, e, portanto tamb´em poderiam se beneficiar da possibilidade de nota¸c˜ao em fluxo de dados, incluindo-se a´ı s´ımbolos para representar cada uma de suas tarefas, tais como classifica¸c˜ao, agrupamento (clustering), proje¸c˜oes, etc.
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UM MÉTODO DE SUMARIZAÇÃO AUTOMÁTICA DE TEXTOS ATRAVÉS DE DADOS ESTATÍSTICOS E PROCESSAMENTO DE LINGUAGEM NATURAL

UM MÉTODO DE SUMARIZAÇÃO AUTOMÁTICA DE TEXTOS ATRAVÉS DE DADOS ESTATÍSTICOS E PROCESSAMENTO DE LINGUAGEM NATURAL

RESUMO Este artigo discute a mediação da informação em relação à sumarização automática de textos, examina técnicas de processamento de linguagem natural (PLN), e analisa o uso de técnicas de processamento de texto baseadas em métodos estatísticos de ocorrência de palavras do português brasileiro. Contextualiza o termo sumarização à Ciência da Informação. Propõe e apresenta um método de produção automática de sumários de textos baseado em técnicas de PLN e métodos estatísticos de uso de palavras. Para cada uma dessas técnicas, analisa e exemplifica, e oportunamente, apresenta as equações que governam o uso de tais técnicas. Como resultados obtidos na pesquisa, destaca-se um inédito corpus anotado, composto por aproximadamente meio milhão de palavras do português brasileiro, além dos resultados médios obtidos com os testes empíricos da ferramenta de sumarização, que indicam uma redução da dimensionalidade, para textos com até 500 palavras, da ordem de 53%. A análise geral dos achados da pesquisa indica que os resultados são promissores quanto à capacidade de redução e a preservação do valor semântico dos textos. Palavras-chave: Sumarização automática de textos. Acessibilidade Informacional.
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BANCO DE DADOS DE ACESSO PÚBLICO

BANCO DE DADOS DE ACESSO PÚBLICO

A produção de bases de dados, ou seja, a organização e estruturação de informações em arquivos legíveis pelos softwares de recuperação exige tecnologia adequada, pois na informação para consulta, a organização interna dos arquivos necessita atenção especial, devendo as informações serem tratadas, indexadas, decodificadas, tendo sempre como enfoque o uso, não o processamento. É importante atentar à padronização e à possibilidade de intercâmbio de informações.

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Como Escolher os Campos para um Banco de Dados

Como Escolher os Campos para um Banco de Dados

Partindo de dados obtidos no Arquivo da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e com a finalidade de montar um banco de dados sobre documentação típica de administração de projetos, duas metodologias de bases estatísticas são apresentadas para a definição de campos de informação. Uma, baseada na ordenação dos campos segundo sua freqüência nas consultas dos usuárias, seria cabível quando estes tivessem interesses e atividades comuns. A segunda metodologia — teste do x 2  — seria aplicável

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Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

14) Obter a quantidade total de cada peça fornecida, somente para as peças com qtde total maior que 500: Select SUM (QTDE), cod-peça from fornecimento Group by cod-peça Having SUM (QTD[r]

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Organização de banco de dados zoológicos.

Organização de banco de dados zoológicos.

O sistema MEKA permite saber os caracteres comuns a determinados taxa e além de ser muito flexível é muito rápido, exige pouca quantidade de memória no compu- tador (6[r]

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I Banco de Dados I

I Banco de Dados I

Enunciado de requisitos – entrevista com o usuário do banco de dados para entender e usuário do banco de dados para entender e documentar seus requerimentos de dados. Projeto Conceitual dados os requisitos do Projeto Conceitual – dados os requisitos do sistema, o esquema conceitual é uma

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Como escolher os campos para um banco de dados

Como escolher os campos para um banco de dados

No atual contexto, sistema de recuperação de informações deve ser compreendido como o conjunto ideal de campos que comporão o banco de dados e aos quais a indexação deverá se estender para a caracterização exata de cada documento. Desde que o propósito de qualquer sistema de informação é prover o usuário com documentos relevantes ao seu interesse, ele deve ser solicitado a estabelecer os parâmetros da recuperação e a julgar o produto recebido. As medidas mais comumente usadas para avaliar a relevância da recuperação são precisão e revocação ("recall"). Precisão refer-se à capacidade do sistema de rejeitar os documentos não-relevantes à pergunta, enquanto revocação mede sua capacidade de recuperar todos os documentos relevantes ( 5 ) .
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Projeto de Banco de Dados Relacional

Projeto de Banco de Dados Relacional

Isto é usado quando poucas instâncias do relacionamento existem, evitando valores nulos nas chaves estrangeiras... Regra 5: Relacionamentos N:M[r]

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Capítulo 11. Banco de Dados

Capítulo 11. Banco de Dados

Atualmente o Project já vem com suporte nativo a ODBC (Open Data Base Connectivity ou Conectividade Aberta de Banco de Dados) que possibilita a conexão dos arquivos do project com diversos bancos de dados com suporte a ODBC. Essa conexão é estabelecida a partir do DSN (Data Source Name ou Nome da Fonte de Dados). O DSN é a conexão que possibilita a comunicação entre o aplicativo e a base de dados.

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Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Uma empresa de agenciamento de mão de obra pretende informatizar o cadastro de profissionais candidatos a empregos temporários. Pretende construir um banco de dados onde possa manter os dados cadastrais dos profissionais e seus contratos temporários com as

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TRANSFORME SUA INFRAESTRUTURA DE BANCO DE DADOS

TRANSFORME SUA INFRAESTRUTURA DE BANCO DE DADOS

Com uma arquitetura exclusiva e fácil de dimensionar, o XtremIO All- Flash Array oferece desempenho consistente para ambientes de bancos de dados que exigem centenas de milhares de IOPS (Input/Output per Second, I/O por segundo) e latência consistente abaixo de um milésimo de segundo. O XtremIO está integrado em suas soluções favoritas da EMC para proteção de dados, disponibilidade e virtualização, tornando o

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PLANO DE CONTINGÊNCIA DE BANCO DE DADOS

PLANO DE CONTINGÊNCIA DE BANCO DE DADOS

O Plano de Contingência tem como o seu objetivo principal a tomada de providências imediatas o qual invoca os procedimentos de recuperação do seu sistema corporativo sendo considerado um certo tempo previsto pra se restabelecer as atividades definidas pelos gestores do sistema sendo que cada sistema ter uma hierarquia definida com o seu grau de criticidade e processamento que são o tempo previsto da sua paralisação possível e tomando ações que subsequentemente irão restabelecer o sistema [PINHEIRO 2004].

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BANCO DE DADOS DE DESASTRES NATURAIS: ANÁLISE DE DADOS GLOBAIS E REGIONAIS / Natural disaster databases: global and regional analysis

BANCO DE DADOS DE DESASTRES NATURAIS: ANÁLISE DE DADOS GLOBAIS E REGIONAIS / Natural disaster databases: global and regional analysis

Caminhos de Geografia Uberlândia v. 6, n. 19 out/2006 p. 130-149 Página 132 diferenças regionais, que estão associadas às características geofísicas e socioeconômicas, à qualificação e experiência das instituições responsáveis pela prevenção e resposta aos desastres, à disponibilidade e acurácia de dados demográficos e à ausência ou omissão de registros decorrentes de pressões políticas (JONKMAN, 2005). Por exemplo, Degg (1992), ao fazer uma análise das ocorrências de desastres para o período 1947-1989, deixa claro que existe grande variação entre as regiões 1, 2 e 3, que correspondem a América do Norte, Europa Ocidental e os Demais Países, respectivamente. O autor comenta que a média de vítimas fatais por desastre, para o período 1969-1989, foi de 2.066 para a Região 3, contra 99 e 19 para as regiões 1 e 2. Esse elevado número de mortes nos países do Terceiro Mundo 3 , deve-se as condições socioeconômicas adversas, que repercutem na baixa renda, na carência de políticas educacionais, na pressão sobre os recursos naturais, na ineficiência do ordenamento territorial que, conseqüentemente, resulta na ocupação de áreas de risco, como as planícies de inundação. O autor também menciona que, em virtude do tipo de administração política, alguns países não divulgam seus dados, como os do então bloco comunista. Tais práticas ainda perduram em alguns países, como no caso da China, Coréia do Norte e Cuba.
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Banco de Dados I. Projeto de Banco de Dados e o Modelo E-R Parte 2. Fabricio Breve

Banco de Dados I. Projeto de Banco de Dados e o Modelo E-R Parte 2. Fabricio Breve

• Restrição sobre se ou não as entidades podem pertencer a mais de um conjunto de entidades de nível inferior dentro de uma única. generalização[r]

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Banco de dados geográfico do meio físico e climático do estado de São Paulo. - Portal Embrapa

Banco de dados geográfico do meio físico e climático do estado de São Paulo. - Portal Embrapa

O modelo SRTM apresentando resolução diferente (0,05’ latitude X 0,05’ longitude) ao mapa de solos, teve sua dimensão e resolução uniformizada com as características da imagem pedológica, apresentando 1129 colunas e 668 linhas e resolução de 0,5’ da latitude e 0,5’ de longitude. A declividade foi dividida em sete classes: 0-3%, 3-6%, 6-9%, 9-12%, 12-15%, 15- 18%, 18-25% e >25%, utilizando as classes definidas por Ramalho Filho; Beek (1995). No SIG os dados climáticos foram convertidos para o datum Córrego Alegre para padronização das informações, posteriormente foram inseridos na imagem de solos, através do método de Krigagen do software Surfer 8. Por fim, como foi realizada uma conversão do formato vetorial para raster, para que se padronizasse a resolução (0,5’ de latitude X 0,5’ de longitude) dos dados pedológicos, declive e climático.
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Análise inteligente de dados em um banco de dados de procedimentos em cardiologia intervencionista

Análise inteligente de dados em um banco de dados de procedimentos em cardiologia intervencionista

Jaisankar & Gayathri da School of Computing Science and Engineering do Vellore Institute of Technology India 22 apresenta uma ampla revisão de artigos, comentando 47 trabalhos publicados no período entre 2005 e 2013 sobre o uso de diversas técnicas de IA voltadas ao diagnóstico e prognóstico das doenças cardíacas. Este artigo apresenta um enfoque técnico, voltado aos diferentes algoritmos propostos, que, para serem avaliados e comparados, utilizam, em sua maioria, bases de dados de referência disponíveis no site da UCI (University of California, Irvine – machine learning
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