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[PDF] Top 20 Rev. esc. enferm. USP vol.8 número2

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Rev. esc. enferm. USP  vol.8 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.8 número2

... Prosseguem os estudos do valor das misturas de milho opaco— 2 com milho comum e com farinha de mandioca e da mistura desta última com farinha de feijão. Esta Revista, que é de enfermag[r] ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.8 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.8 número2

... ESTUDO SOBRE O VALOR NUTRITIVO DE FARINHAS MISTAS À BASE DE FARINHA DE TRIGO: COM FUBÁ DE MILHO OPACO-2, COM FUBÁ DE MILHO COMUM OU COM FARINHA DE MANDIOCA.. Leda Ubon Mattos * Maria [r] ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.8 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.8 número2

... — Histórico de enfermagem - é o instrumento usado pela enfermeira que consiste no registro escrito do levantamento de dados do paciente que sejam significativos para a enfermeira, torn[r] ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.8 número2

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... Colheita, tabulação e análise dos dados. A Unidade Regional de Pinheiros e Lapa contava com um total de 87 monitores, dos quais 56 (64%) responde- ram ao questionário (Anexo II), elaborado para a colheita dos dados. Na ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.8 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.8 número2

... As quatro primeiras drogas são usadas na terapêutica e seu tempo de ação varia de 2 a 8 horas. Freqüentemente as drogas são usadas associadas. O cloreto de edrofonio tem ação duradoura máxima de 5 a 10 minutos e é ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.8 número2

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... Realizamos um estudo experimental em ratos albinos machos, com o intuito de avaliar o valor nutritivo de misturas de feijão com farinha de mandioca, usando os métodos da Curva de Cresc[r] ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.7 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.7 número2

... Alguns dos resultados obtidos nesses trabalhos são apresentados no presente artigo, entre os quais aqueles referentes à idade, sexo, origem geográfica, nível de instrução dos pais, at[r] ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.3 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.3 número2

... H a m u i t a s f o r m a s d e e n e r g i a r a d i a n t e , m a s t o d a s a p r e s e n t a m c a r a c t e r í s t i c a s e m c o m u m . A s s i m e s t a s r a d i a ç õ e s s a o t r a n s m i t i d a s a t r ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.3 número2

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... 7 a . e 8 a . s e m a n a s - p l a n e j a r e d a r a s s i s t ê n c i a d e e n á e r m a g e m à s c r i a n ç a s h o s p i t a l i z a d a s , i d e n t i f i c a n d o o s p r o b í e m a s e a s n e c e s ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.3 número2

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... 6 8 , p a g i n a 6 9 , c o m o t í t u l o " N u r s i n g H i s t o r y o n e m e a n s t o p e r s o n a l i z e c a r e d e L ...o 8 c u r s o s p r o m o v i d o s p o r S e c ç õ e s E s t a d u a ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.3 número2

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Rev. esc. enferm. USP  vol.3 número2

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... o 8 t i p o s d e d i e t a s t e r a p ê u t i c a s , t o d a s d i f e r e n t e s d a a l i m e n t a ç ã o n o r m a l , o q u e c o n s t i t u i u m f a t o r c a u s a d o r d e c e r t a r e s i s t ê n c ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.3 número2

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... 6 8 , t o m a m o s c o n h e c i m e n t o d a r o t i n a d e s e r v i ç o e d o a t e n d i m e n t o r e c e b i d o p e l o s p a c i e n t e s , d i v i d i d o s e m d o i s g r u p o s : o s d i a b é t i ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.5 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.5 número2

... Em trabalhos anteriores, MATTOS e DE ANGE LIS (1970), determinaram o PER do milho opaco-2, caseína, fubá e carne administrados a ratos em um teor proteico de 6%. A car ne e o milho opaco-2 tiveram o mesmo PER (2, 5) ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.3 número2

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Rev. esc. enferm. USP  vol.5 número2

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... e 8 , o u t r a b a l h o s d e p e s q u i s a e e x p e r i ê n c i a d o c e n t e e p r o f i s s i o n a l q u e d e m o n s t r e m s u a a l t a q u a l i f i c a ç ã o n a m a t e r i a ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.5 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.5 número2

... O t e r m o o u o " c a r g o d e s u p e r v i s o r a " n e m s e m p r e e b e m a c e i t o e c o m p r e e n d i d o p e l a s e n f e r m e i r a s . E m m u i t o s hosp_i t a i s a m e r i c a n o s o c a ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.5 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.5 número2

... N a c a s t a n h a f o r a m e n c o n t r a d a s 2 1 , 0 9 g . d e p r o t í d e o s e 4 5 , 2 g . d e l i p í d e o s p o r l O O g . Ja n a c a s t a n h a v e r d e e n c o n t r a m o s 7 , 8 7 g . d e p r ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.7 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.7 número2

... O seu reinicio foi retardado não só pelas naturais dificuldades de organização e manutenção (estas últimas mais uma vez dirimidas com doa- ção da Fundação Kellogg), como pela demora em sua aprovação pelo órgão competente ... See full document

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Rev. esc. enferm. USP  vol.7 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.7 número2

... Se a placa dispersiva não for conectada à unidade de eletrocirurgia e ao fio terra, não poderá atuar como uma passagem para a corrente elétrica de alta freqüência; esta corrente se dir[r] ... See full document

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