Top PDF Telefone celular como recurso didático no ensino de física

Telefone celular como recurso didático no ensino de física

Telefone celular como recurso didático no ensino de física

Parágrafo único - Os telefones celulares deverão ser mantidos desligados, enquanto as aulas estiverem sendo ministradas. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 03 de janeiro de 2008. Quanto a estes aspectos legais sinalizados, Prensky (2004) e Kolb (2008) acreditam que tempo, dinheiro e energia são gas- tos pensando em desenvolver políticas, leis e procedimentos para manter o telefone celular fora da escola. Entretanto, este esforço deveria ser feito no sentido de pensar as possibilidades de inte- gração deste recurso didático às práticas de ensino utilizadas na escola, para explorá-lo ao máximo, ampliando as possiblidades de internalização dos conteúdos conceituais durante as mediações pedagógicas das situações didáticas de aprendizagem.
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UTILIZANDO O ROLE PLAYING GAME (RPG) COMO UM RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA FÍSICA

UTILIZANDO O ROLE PLAYING GAME (RPG) COMO UM RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA FÍSICA

A utilização de novas metodologias em sala de aula é um assunto recorrente dentro das discussões sobre o ensino de geografia. Possuindo isso em mente, como produto da disciplina de Oficina em Geografia II da Universidade Estadual do Ceará (UECE) foi elaborado um material didático alternativo com objetivo de auxiliar os docentes na construção de um ensino contextualizado de Geografia. Essa pesquisa objetiva apresentar uma metodologia alternativa para o ensino de Geografia que visa praticar além da ação cognitiva de memorizar um conceito, trabalhando a interdisciplinaridade, a criatividade, o emocional e a cooperação. A proposta foi construir um RPG (Role Playing Game), que é um jogo que se utiliza da interpretação de personagens para criar e contar histórias coletivamente nas quais todos os agentes se tornam ativos dentro desse processo. Realizaram-se os seguintes procedimentos: revisão bibliográfica, seleção e adaptação do sistema de regras. Por fim, produziu-se a aventura de RPG intitulada “A busca pelo arco de Gelo”, que trabalha alguns aspectos físicos do nordeste brasileiro principalmente do estado do Ceará. Após a elaboração do material constatou-se a importância de trabalhar perspectivas para além do conteudismo. Sentiu-se a necessidade de aplicar no ensino básico para mensurar seu real impacto. Palavras-chave: Recurso Didático. RPG. Geografia Física.
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O USO DE MAQUETES COMO RECURSO DIDÁTICO PARA O ENSINO DA  GEOGRAFIA FÍSICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

O USO DE MAQUETES COMO RECURSO DIDÁTICO PARA O ENSINO DA GEOGRAFIA FÍSICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

A prática do ensino da Geografia enfrenta diversos desafios na educação básica, sobretudo, nos assuntos associados à geografia física. Essa problemática impulsiona os profissionais da área a pensarem em novas alternativas didático- metodológicas, que auxiliem, por um lado, os professores em suas práticas de sala de aula; por outro, desponte como recursos que possam facilitar a aprendizagem dos alunos. O objetivo da presente investigação é demonstrar como a utilização de maquetes contribui para o auxílio do ensino e aprendizagem da geografia física na educação básica. Realizou-se revisão bibliográfica na área do ensino da geografia física com intuito de apresentar algumas discussões sobre esse campo. Como etapa prática da pesquisa elaborou-seuma maquete para representar as unidades geomorfológicas da região sul do Brasil. Destarte, os resultados foram expostos aos discentes do Curso de Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA). Destacaram-se na maquete a apresentação de legendas com a finalidade de avaliação das características aparentes de cada estado; relevante, também, foi o uso de textura especial para a delimitação de rios importantes. O produto final da pesquisa, a maquete, apresentou aspectos que facilitam a compreensão de elementos geomorfológicos da região e, portanto, pode ser utilizada como um recurso didático ao processo ensino-aprendizagem na Educação Básica.
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A fotografia artesanal como recurso didático no ensino de Física

A fotografia artesanal como recurso didático no ensino de Física

A fotografia artesanal, salientada na câmera Pinhole, constitui um recurso didático valioso para o ensino, especialmente de Física. O presente trabalho busca evidenciar essa mistura de técnica e arte, que quando organizada e sistematizada, pode ser aplicada em diversas situações do cotidiano educacional. No estudo das Ciências Exatas, fornecerá subsídios para trabalhar temas relacionados à Química, Matemática e naturalmente, à Física. Outrossim, garante a socialização destas ciências e permite que se relacionem com seus pares em outras áreas, inclusive nas Humanas. Em um contexto histórico onde torna-se cada vez mais complexo nutrir o interesse dos alunos com aulas tradicionais, faz-se necessário o uso de atividades pedagógicas que estabeleçam uma conexão entre diversas áreas, e neste tocante, apresenta-se a fotografia. Contudo, a fim de transformar este movimento em algo mais universal, propõe- se um retorno às práticas rústicas, originadas na antiguidade com a câmara escura, onde a participação em todos os estágios produtivos contribui para a interdisciplinaridade, promovendo uma aprendizagem significativa. Esta pesquisa visa, além de elucidar, abastecer com aportes teóricos e experimentais o ensino de Óptica, para que se realize de forma mais agradável e intuitiva. Com o auxílio desta obra, a fotografia artesanal apresentar-se-á mais próxima, concedendo espaço para a colaboração de outras disciplinas, favorecendo a ressignificação de conceitos e promovendo a enculturação.
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Telefone celular como um recurso didático: possibilidades para mediar práticas do ensino de física

Telefone celular como um recurso didático: possibilidades para mediar práticas do ensino de física

Na atualidade, existem diversos fatores que sugerem a necessidade de a escola rever as suas práticas de ensino: a rapidez com que as tecnologias de informação e comunicação – TIC – se alastram pela sociedade e, em especial, a utilização crescente do telefone celular por faixas etárias em idade escolar; o poder de convergência dessas TIC integrando recursos tecnológicos que podem ser utilizados como recursos didáticos; o fato de os estudantes atuais crescerem em um mundo tecnológico e apresentarem os seus padrões de pensamento funcionando de acordo com essa realidade; etc. Em contrapartida, observam-se: educadores, alheios à apropriação de TIC, apresentando, em muitos casos, resistência a elas; um descompasso entre como os sujeitos utilizam o celular, por exemplo, dentro e fora da escola; educadores, escolas, secretarias estaduais de educação posicionando-se contrários ao seu uso; projetos de lei e leis que regulamentam o seu uso no espaço educativo; etc. Por esses aspectos controversos investigou-se o uso do telefone celular como um recurso didático mediador em práticas do ensino de Física. Para tanto, desenvolveu-se uma pesquisa aplicada, com abordagem predominantemente qualitativa, de caráter exploratório quanto aos objetivos, e, participante quanto aos procedimentos técnicos adotados. Também foi utilizada a pesquisa documental e bibliográfica. Em seu desenvolvimento, inicialmente, via e-mail, foram coletados dados por meio de um questionário de múltipla escolha aplicados a professores de escolas particulares da Região Sul do Brasil, para identificar a realidade pesquisada e elaborar práticas de ensino possíveis de serem aplicadas na amostra estudada. As práticas construídas foram aplicadas em oficinas nas cidades de Ponta Grossa e Curitiba, estado do Paraná. Durante a aplicação, a coleta de dados ocorreu por meio de notas de campo do pesquisador, de gravação de sons e de um bate-papo ocorrido no msn messenger e de registros fotográficos. A análise dos dados foi realizada por triangulação. Os resultados mostraram a necessidade de se intensificarem cursos de formação continuada de professores e a produção de literatura nacional (artigos, dissertações, teses e livros) que explorem a temática do celular e suas funcionalidades em espaços educativos como recursos didáticos mediadores nas práticas do ensino de Física. Um livro foi organizado como produto final desta dissertação desenvolvida junto ao mestrado profissional do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia da UTFPR, Campus Ponta Grossa–PR, estado do Paraná.
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Atividade experimental no ensino de física : a montagem da Máquina Wimshurst como proposta de recurso didático no ensino de eletrostática

Atividade experimental no ensino de física : a montagem da Máquina Wimshurst como proposta de recurso didático no ensino de eletrostática

Diante das dificuldades na aprendizagem de física e as limitações dos professores em utilizar uma metodologia que minimize esse problema, a presente pesquisa tem como objetivo propor o uso da Máquina de Wimshurst como recurso didático no ensino de Física. Será apresentada a confecção da máquina, a partir de materiais de fácil obtenção, destacando seu funcionamento e aplicação, para que possa servir como auxílio ao professor durante explicações de temas relacionados à eletrostática. Com base nesse conteúdo, serão propostos experimentos alternativos a partir da máquina de Wimshurst. Essa pesquisa não tem o enfoque de avaliar a eficácia do recurso, mas, possibilitar uma alternativa do professor adotar a experimentação na prática pedagógica.
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Telefone celular como um recurso didático: possibilidades para mediar práticas do ensino de física

Telefone celular como um recurso didático: possibilidades para mediar práticas do ensino de física

PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 03 de janeiro de 2008. (RIO GRANDE DO SUL/ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA, 2008) Quanto a esses aspectos legais sinalizados, Prensky (2005) e Kolb (2008) acreditam que tempo, dinheiro e energia são gastos pensando em desenvolver políticas, leis e procedimentos para manter o telefone celular fora da escola; entretanto, esse esforço deveria ser feito no sentido de pensar as possibilidades de integração desse recurso didático às práticas de ensino utilizadas na escola, para explorá-lo ao máximo, maximizando a apreensão dos conteúdos conceituais durante as mediações pedagógicas das situações didáticas de aprendizagem.
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Histórias em quadrinhos como recurso didático para o ensino de física na educação de jovens e adultos

Histórias em quadrinhos como recurso didático para o ensino de física na educação de jovens e adultos

O Enem quer saber até onde vai a sua capacidade para entender as várias formas de linguagem, seja um texto em português, um gráfico, uma tira de história em quadrinho ou fórmulas cientificas. Você tem de demonstrar que conhece e entende os códigos verbais e não verbais. (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - Inep, 2008). O restante da presente dissertação está dividido da seguinte maneira: O segundo capítulo aborda a história da educação de jovens e adultos no Brasil e os trabalhos educacionais criados por Paulo Freire relacionados essa modalidade de ensino. Em seguida são apresentados os conceitos teóricos sobre as histórias em quadrinhos, buscando abordar suas técnicas de criação e uso nas aulas de Física.
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A Informática como recurso didático para a aprendizagem de Física no ensino médio

A Informática como recurso didático para a aprendizagem de Física no ensino médio

Conforme a experiência aqui relatada, a validade do Programa criado pode ser analisada através de profissionais da área, bem como pela utilização direta dos alunos, através de avaliações contínuas. Essa versão preliminar do Programa será, posteriormente, aprofundada e ajustada aos novos conteúdos, de maneira que, numa outra etapa do Programa, possa abranger todas as áreas da Física do Ensino Médio, atualizando-se também no sentido de utilizar outros métodos de apresentação, conforme as novas tecnologias desenvolvidas no mercado da informática.
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Construção de uma carta celeste: Um recurso didático para o ensino de Astronomia nas aulas de Física.

Construção de uma carta celeste: Um recurso didático para o ensino de Astronomia nas aulas de Física.

Inicialmente o m´etodo foi desenvolvido para res- ponder a solicita¸c˜ao dos alunos que queiram saber como s˜ao feitos os mapas do c´eu nos aplicativos dos smartphones. Posteriormente, observamos que ele ´e um recurso did´atico que pode ser utilizado para trabalhar conceitos de Astronomia nas aulas de f´ısica, geografia e matem´atica por se entender que o tema apresenta capacidade motivadora e ´e potencialmente capaz de permitir o estabelecimento de conex˜ oes com diferentes ´ areas do conhecimento. A Fig.1 ´e um esquema dos passos necess´arios para a constru¸c˜ao da carta. Observem que para cons- tru´ı-la s˜ ao necess´arias trˆes informa¸c˜oes de entrada - dados do astro, momento da observa¸c˜ao e o local da observa¸c˜ ao – que v˜ao produzir duas coordenadas na sa´ıda, azimute e altura. S˜ ao essas coordenadas, para cada uma das estrelas, que s˜ao utilizadas para construir o mapa do c´eu. O primeiro passo ´e calcular o Tempo Sideral Local (TSL), em seguida o ˆangulo hor´ario (AH) de cada uma das estrelas. Com essa informa¸c˜ao e conhecendo as coordenadas equatoriais das estrelas e as coordenadas geogr´aficas do obser- vador, podemos calcular as coordenadas horizontais das estrelas e construir a carta celeste.
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Robôs educacional Lego® Mindstorms : um recurso didático facilitador para o ensino de física

Robôs educacional Lego® Mindstorms : um recurso didático facilitador para o ensino de física

O trabalho descreve um procedimento metodológico para a construção de um Robô Volante inercial, utilizando a tecnologia educacional LEGO®. Apresentamos um produto educacional que foi desenvolvido a partir de uma experiência realizada com estudantes de terceiro ano do Ensino Médio da EREM – Presidente Tancredo Neves (Belém de Maria – PE). No texto descrevemos todas as teorias que fundamentam o trabalho, assim como detalhamos também os procedimentos teóricos, práticos e avaliativos realizados para a construção do robô, ao passo que apresentamos e discutimos conteúdos relacionados a Volantes inerciais e a Avaliação do produto e da metodologia de ensino aprendizagem. As teorias e conteúdos que fundamentam o nosso trabalho e que estão de alguma forma apresentados no texto são de cunho Sociointeracionista, Robótica LEGO® e Volante inercial. Nas considerações finais apresentamos como resultado relevante que, uma experiência com robótica LEGO®, bem planejada metodologicamente pode levar a uma melhoria no interesse dos estudantes pelos conteúdos trabalhados assim como incremento de aprendizagem. Ademais permite a construção de ferramentas metodológicas de ensino de ciências e tecnologia para os professores.
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Dinâmica ‘que dilatação sou eu?’, um recurso didático para o ensino de Física

Dinâmica ‘que dilatação sou eu?’, um recurso didático para o ensino de Física

Como metodologia de pesquisa, utilizou-se o estudo de caso (GIL, 2018) por se tratar da investigação sobre a aplicação de uma sequência didática em apenas uma turma específica de alunos, com características próprias. A saber, a escola envolvida é considerada de zona rural e atende parte dos alunos que moram em ‘ramais’, termo popularmente conhecido por locais distantes da rodovia principal que estão ligadas a esta por estradas de terra. Sobre este ponto, vale ressaltar que imprevistos como chuva ou mal tempo acarreta um número grande de ausente nas aulas, por causa da dificuldade dos alunos chegarem até a rodovia para esperar o ônibus da escola. Além disso, pelo fato de avaliar as percepções dos alunos sobre a metodologia utilizada na aula ministrada, a pesquisa tem característica qualitativa (LÜDKE; ANDRÉ, 2013). O trabalho, portanto, apresenta o relato da experiência (GIL, 2018) didática sobre a metodologia de ensino aplicada.
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O uso do aparelho celular como recurso didático

O uso do aparelho celular como recurso didático

Este trabalho foi idealizado a partir da grande preocupação que se vive em torno do uso das tecnologias de comunicação e informação, tomando por base a presença do telefone celular - tão venerado pelos jovens - no âmbito escolar. Com efeito, o objetivo do estudo foi investigar, através de pesquisa bibliográfica, as possibilidades de utilização do celular como recurso pedagógico e como este adentraria na sala de aula sem comprometer o processo de ensino aprendizagem. Por outro lado obter informações sobre tal instrumento, observando o surgimento dos nativos digitais, problematizar como os alunos estão usando seus aparelhos na sala de aula e sugerir formas de uso realizado a partir de pesquisa bibliográfica. O estudo embasou-se em autores como: Professor José Carlos Antônio, Fabiana Verza e Pedrinho A, Guaresche. Ao concluir a investigação percebeu-se que o celular está presente em toda parte e que os alunos já dispõem e sabem como operar, na verdade eles precisam de quem os ajudem a desenvolver suas capacidades e aptidões de forma benéfica para a vida e para si mesmo.
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O uso do telefone celular com o aplicativo Whatsapp como ferramenta no ensino de matemática

O uso do telefone celular com o aplicativo Whatsapp como ferramenta no ensino de matemática

[...] o aplicativo de celular WhatsApp pode ser utilizado como auxilio a atividade docente, permitindo a troca de informações entre alunos/alunos e alunos/professor. Pensando no avanço tecnológico e no consumo por novas tecnologias sabe-se que os jovens são os primeiros a aderirem às redes sociais, [...] com o intuito de utilizar o aplicativo WhatsApp como ferramenta no auxilio da educação, foram solicitadas as opiniões sobre a utilização do aplicativo WhatsApp a alunos do segundo ano do ensino médio de uma escola da rede pública do sul de Minas Gerais através de um questionário e investigadas as práticas docentes de um professor de física de um curso preparatório em Guaratinguetá interior de São Paulo que utiliza o aplicativo WhatsApp como ferramenta auxiliar no ensino de sua disciplina analisando as suas anotações sobre a experiência aplicada. O trabalho mostrou que os jovens são adeptos ao aplicativo e os que não possuem gostariam de ter e utilizariam o mesmo. (HONORATO; REIS, 2014, p. 1)
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A utilização do celular como recurso didático no ensino de Inglês

A utilização do celular como recurso didático no ensino de Inglês

O Início do Século XXI marca o ápice de grandes transformações na humanidade, impulsionadas pelo avanço da tecnologia da comunicação que, de acordo com afirmações de autores como SANTAELLA (2008, p. 70), pode ser definida como Era Digital. A presença das máquinas na vida humana torna-se cada vez mais frequente, influenciando a cultura dos indivíduos em todas as partes do mundo. A carta sede espaço para o e-mail, o telefone liberta-se dos fios e ganha funções antes imaginadas apenas em filmes de ficção científica e o computador apresenta-se na vida das pessoas, anulando distâncias e interligando os povos através de uma grande rede mundial, onde texto, som e imagem são compartilhados a qualquer momento no piscar de um click.
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O uso do celular como recurso didático no ensino de geometria para alunos do ensino fundamental

O uso do celular como recurso didático no ensino de geometria para alunos do ensino fundamental

A atividade por nós elaborada – sequência didática – para ser desenvolvida, utilizando o GeoGebra, veio mostrar que é possível, sim, o celular adentrar a escola com finalidades outras do que, meramente, acessar redes sociais, jogos, fotos. Apesar da resistência de alguns professores, a nossa pesquisa evidenciou que, se bem planejada a sua utilização, o celular pode ser um aliado para combater a desmotivação dos alunos e ser uma possibilidade de ter uma resposta significativa no ensino e na aprendizagem dos alunos. No nosso caso, percebemos que propor uma metodologia nova – uso do celular – chamou a atenção dos alunos, foi atrativo e ajudou na visualização de conceitos da geometria como: ponto, reta, segmento, ângulos, polígonos, retas paralelas e retas perpendiculares. Alunos, que tinham dificuldades nesses conteúdos, acabaram conseguindo construir um conhecimento matemático através do GeoGebra, no celular.
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As cantigas populares no ensino de História como recurso didático

As cantigas populares no ensino de História como recurso didático

O presente artigo com o tema “As cantigas populares no ensino de história”, tem como finalidade propor a utilização das “Cantigas populares” (Patrimônio Oral) junto aos alunos, de forma contextualizada como instrumento lúdico formador de identidade cultural local e ao mesmo tempo como um veículo facilitador do conhecimento histórico no processo ensino- aprendizagem de História. A proposta do estudo vem a ser fornecer subsídios com base nos aspectos metodológicos e estratégicos que possam munir o educador em sua prática pedagógica, enriquecendo as discussões promovendo a construção do conhecimento de forma espontânea no ensino de História. Tendo como objeto tornar as aulas mais dinâmicas e a valorização dos bens culturais imateriais locais onde se inserem as escolas. Para tanto, nossa proposta esta fundamentada nas contribuições de autores como Freire (1996), Meihy (1998), Montenegro (2007), Nora (1995), entre outros, como também nos artigos de Calisse (2008), Frisch (1998), Lozano (1998) e, experiências no decorrer dos estágios supervisionados e, ainda em “Cantigas Populares” produzidas por cantadores repentistas como Raimundo Caetano, Valdir Teles e Louro Branco.
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A literatura de cordel como recurso didático no ensino de Geografia

A literatura de cordel como recurso didático no ensino de Geografia

Trabalhar com recursos didáticos, é perceber a necessidade de buscar inovar e pesquisar sobre os conteúdos abordados no livro didático. Não é necessário escolher os recursos mais utilizados pelos docentes, devemos adequar os recursos de acordo com a temática e a faixa etária dos nossos alunos e alunas. Façamos uma análise sobre as necessidades dos alunos (as), como assim transcorro nesta pesquisa, para adequar nossas metodologias e recursos para transformar essas necessidades em prioridades no ensino- aprendizagem. A literatura de cordel foi aplicada por uma necessidade de resgate cultural, falta de leitura pelos discentes e para adequar a localidade com os conteúdos da região Nordeste.
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A tecnologia como recurso didático para o ensino de geografia no EJA

A tecnologia como recurso didático para o ensino de geografia no EJA

Durante muitos anos a sociedade passou a viver uma série de transformações, desde a criação dos computadores pessoais, um novo conceito surgiram devido a essas novas tecnologias da informação, que foram absorvidas em todos os seguimentos da sociedade e principalmente na educação, uma grande mudança no modo de ensino e aprendizado. Diante dessa situação a educação enfrentou uma série de dificuldades, pois nos primórdios e por muito tempo não sofreu muitas alterações. As velhas lousas, livros e professores limitados, em uma perspectiva sem chances de explorar novos caminhos e métodos para um direcionamento de estudo.
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A experimentação como recurso didático no ensino do conceito de proteína

A experimentação como recurso didático no ensino do conceito de proteína

O Ensino de Biologia tem se respaldado em uma proposta educacional que prioriza as aulas expositivas, conduzindo a uma resistência entre os estudantes em estudar as Ciências da Natureza por conceberem o modo como é abordada como puramente tecnicista. No entanto, essa condição de tecnicismo pode ser superada através do uso, pelo educador, de recursos didáticos que facilitam que o estudante interaja com o meio em que vive, têm opiniões próprias, conhecimentos prévios e capacidade de estabelecer pontes de significado entre teoria e prática. Nessa perspectiva, objetivamos avaliar a eficiência da aula com experimentação como recurso didático na construção de aprendizagem sobre o conceito de proteína. Em um primeiro momento, aplicamos um questionário para identificação dos conhecimentos prévios que os estudantes tinham sobre o conceito de proteína e, neste as compreensões expressas foram bastante diversas, no entanto, não alcançaram a amplitude que envolve o conceito. Na segunda etapa da pesquisa, desenvolvemos uma aula com experimentação e reaplicamos o questionário a fim de identificar se houve formação de conhecimentos novos ancoradas na prática. Neste, as compreensões se mostraram mais ampliadas e aprofundadas, uma vez que os estudantes demonstraram uma preocupação maior em refletir e explicar suas construções. A ampliação dos conhecimentos explicitados sobre o conceito a partir do uso da aula com experimentação como recurso didático e dos conhecimentos prévios pertinentes aos estudantes evidencia a relevância das inovações metodológicas como opção à superação da condição de ensino-aprendizagem mecânico/reducionista/fragmentária.
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