Top PDF TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORESTAIS AMAZÔNICAS. I - ANGELIM PEDRA (DINIZIA EXCELSA DUCKE - LEGUMINOSAE, MIMOSOIDEAE).

Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de duas espécies florestais da Amazônia: I. Dinizia excelsa Ducke (Angelim-Pedra). II Cedrelinga catenaeformis Ducke (Cedrorana) - Leguminosae: Mimosoideae.

Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de duas espécies florestais da Amazônia: I. Dinizia excelsa Ducke (Angelim-Pedra). II Cedrelinga catenaeformis Ducke (Cedrorana) - Leguminosae: Mimosoideae.

Morfologia da plântula anormal - nos testes de germinação com sementes de cedrorana, em laboratório, verificou-se a ocorrência de plântulas anormais (Figuras 2J, K), que apresentaram raiz primária de tamanho normal, com pequenas lesões ao longo do seu comprimento ou, às vezes, de tamanho reduzido e deteriorada no ápice (Figura 2J); raízes secundárias mais longas do que a raiz principal, espessas quando comparadas com as raízes de uma plântula normal (Figura 2K). Hipocótilo e epicótilos aparentemente normais, porém com cotilédones parcialmente fechados e envolvidos pelo tegumento da semente (Figura 2K). Observou-se também raque com folíolos de tamanho e morfologia diferentes (heterofilia), além da ausência de epicótilo, conforme mostra a figura 2J. As plântulas anormais permaneceram viáveis durante o processo germinativo até 70 dias, após a semeadura. Os frutos de C. catenaeformis são facilmente observados na floresta Amazônica, apresentam-se em cadeias compridas, geralmente, composta por seis segmentos (legumes) planos e contorcidos. De acordo com Ducke (1949), C. catenaeformis apresenta uma das maiores árvores amazônicas, em comprimento e diâmetro do tronco, com aspecto semelhante aos cedros, por isso a denominação vulgar mais usada é cedrorana.
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Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Os tratam entos com ácido sul^ ur^ co zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA ( H^ so ^ ) pon. 20 a 50 m inutos e desponte daí, sem entes, no lado oposto ao da em issão[r]

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Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Após ter sido definido o melhor tratamento para superar a dormência das sementes testou-se a influência de temperaturas (25, 30, 35 e 20-30ºC) e substratos (areia, vermiculita e pó-de-coco) na germinação e no vigor de sementes de S. saponaria. A semeadura foi realizada a uma profundidade de 2cm em bandejas plásticas para cada substrato esterilizado em autoclave a 120ºC por duas horas e umedecidos com água destilada em quantidade equivalente a 60% da capacidade de campo. As bandejas foram mantidas em germinadores do tipo Biochemical Oxigen Demand (BOD) nas diferentes temperaturas, com fotoperíodo de 8 horas. As variáveis analisadas foram: germinação - as contagens foram realizadas aos 25 dias após semeadura, quando houve a estabilização da emergência das plântulas, cujo critério utilizado foi o de plântulas com os cotilédones acima do substrato e, os resultados foram expressos em porcentagem; primeira contagem - correspondeu ao número de plântulas emersas no 20 o dia após a semeadura,
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES FLORESTAIS DA AMAZÔNIA: VI - MUIRAJUBA Apuleia leiocarpa (VOG.) MACBRIDE VAR. molaris SPR. ex BENTH. (LEGUMINOSAE).

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES FLORESTAIS DA AMAZÔNIA: VI - MUIRAJUBA Apuleia leiocarpa (VOG.) MACBRIDE VAR. molaris SPR. ex BENTH. (LEGUMINOSAE).

com 12 tratamentos pré-germinativos: testemunha (sem tratamento); imersão em ácido sullürico concentrado (96%) por diferentes períodos (5, 10, 15, 20 e 30 minutos), imersão em água quen[r]

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Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - O sapotizeiro (Achras sapota L.) é cultivado principalmente para a produção de frutos, encontrando-se entre os mais apreciados pela população das áreas onde cresce. Sua propagação pode dar-se através de enxertia ou diretamente por sementes, dando origem aos chamados pés-francos. Considerando o fato de que muitas das espécies florestais e frutíferas apresentam o fenômeno de dormência, e diante da necessidade de se intensificar estudos que melhor expliquem tal processo, o objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de diferentes tratamentos pré-germinativos em sementes de sapoti, visando a acelerar e uniformizar a germinação de suas sementes. O ensaio foi conduzido em casa de vegetação do Departamento de Fitotecnia, CCA/UFPB, Areia-PB, sendo utilizados os seguintes tratamentos: imersão em água a 60°C por 1, 2 e 3 minutos; corte lateral (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte lateral+distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas e a testemunha (ausência de tratamento). Efetuados os tratamentos, foi realizada a semeadura em bandejas contendo areia lavada e autoclavada, utilizando-se de quatro repetições de 25 sementes. As características avaliadas foram: percentagem e índice de velocidade de emergência, comprimento de raiz e de hipocótilo e peso de matéria seca de planta. O delineamento experimental foi o Inteiramente Casualizado, e os contrastes entre as médias foram realizados através do teste de Duncan, ao nível de 5% de probabilidade. As sementes de sapoti exibiram maior emergência (81%) e índice de velocidade de emergência (0,58) quando submetidas ao corte lateral, sem embebição. O corte das sementes seguido de embebição por 24 horas não foi eficiente para acelerar a emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas de sapoti. A imersão em água a 60°C, independentemente do tempo utilizado, não deve ser recomendada como tratamento pré-germinativo para sementes de sapoti.
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Comportamento de espécies florestais amazônicas quanto à luminosidade

Comportamento de espécies florestais amazônicas quanto à luminosidade

com maiores alturas e diâmetros em plena !lbertura, foram Goupia glabra, Cedrelinga catenaefor- mis, Bagassa guianensls, Carapa guianensis, Jacaranda paraensis, Dipter[r]

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Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

As maiores unidades produtoras de madeira serrada do país se encontram nas Regiões Sul e Sudeste, e entre as espécies madeireiras que se destacam estão aquelas pertencentes ao gênero Pinus. Essas unidades utilizam madeira do gênero em questão como matéria-prima, porém, o baixo grau tecnológico e a mão de obra pouco qualificada tornam a atividade com baixa competitividade (ABIMCI, 2001). Além disso, Pinus taeda L. é de muita importância em programas de florestamento, reflorestamento e demais atividades ligadas ao setor madeireiro. Essa preferência pela espécie se deve, principalmente, ao fato de possuir crescimento rápido, atingindo grandes incrementos anuais em altura (SELLE et al., 1994). P. taeda costuma ser propagado por meio de sementes, já que estas são produzidas em grande escala. Sua madeira é usada para fabricação de barcos, postes e dormentes, na construção civil, serraria, laminação, produção de papel, entre outras. No Sul do Brasil, costuma ser cultivada nas regiões mais altas do planalto catarinense e na serra gaúcha (LORENZI et al., 2004), e, em algumas regiões, os plantios de Pinus permanecem como um dos poucos recursos financeiros viáveis para a população (BACKES e IRGANG, 2004). Segundo o Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF, 2002) existe, no setor florestal, a necessidade do desenvolvimento de técnicas ligadas à produção de clones melhorados para disponibilização no mercado. Atualmente, as sementes coletadas passam por rigoroso controle de qualidade, que se inicia na escolha das árvores que servirão como matrizes na coleta de sementes. Testes de geminação e de sanidade são necessários para garantir a qualidade deste tipo de propágulo (FERRARI, 2003).
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Interpretação fenológica de espécies lenhosas de Campina na Reserva Biológica de Campina do INPA ao Norte de Manaus.

Interpretação fenológica de espécies lenhosas de Campina na Reserva Biológica de Campina do INPA ao Norte de Manaus.

Fenologia de espécies flores- tais em floresta tropical úmida de terra firme na Amazônia Central. Fenologia de essências florestais amazônicas[r]

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Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

desempenho das plântulas, acelerando a velocidade de emergência de sementes de várias espécies. Segundo Khan et al. (1978), o uso de compostos químicos biologicamente ativos, como reguladores de crescimento, pode cessar ou diminuir o impacto de fatores adversos na qualidade e desempenho das sementes. O uso de giberelinas na fase de germinação pode melhorar a germinação de sementes de várias espécies, principalmente sob condições adversas (Cunha e Casali, 1989; Bevilaqua et al., 1993). As giberelinas desempenham papel chave na germinação de sementes, estando envolvidas tanto na superação da dormência como no controle de hidrólise das reservas, pela indução da síntese denovo da a-amilase, enzima responsável pela hidrólise do amido. O ácido giberélico, considerado ativador enzimático endógeno, promove a germinação (Levitt, 1974); a aplicação exógena deste promotor influencia o metabolismo proteíco, podendo dobrar a taxa de síntese de proteínas das sementes (McDonald e Khan, 1983). Segundo Salisbury e Ross (1991), na maioria das espécies, as giberelinas atuam no alongamento celular, fazendo com que a raiz primária rompa os tecidos que restringem seu crescimento, como o endosperma, o tegumento da semente ou estruturas do fruto.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

Objetivou-se com este trabalho, avaliar a eficiência de tratamentos pré-germinativos na superação da dormência de sementes de Hibiscus sabdariffa L. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro repetições de 50 sementes. Os tratamentos consistiram em: T1 - testemunha (sem tratamento pré-germinativo); T2 - pré-esfriamento das sementes sob temperatura de 10 ºC por 4 dias; T3 - escarificação térmica com imersão das sementes em água destilada a temperatura de 70 ºC por 10 min; e T4 - escarificação química com imersão das sementes em ácido sulfúrico a 98% por 5 min. As sementes foram avaliadas quanto ao teor de água, a germinação e ao vigor, primeira contagem de germinação, emergência de plântulas, índice de velocidade de emergência, comprimento e massa fresca de plântulas. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste Tukey a 5% de probabilidade. Diante dos resultados obtidos conclui-se que a escarificação química com ácido sulfúrico durante 5 minutos reduz a dormência e promove incrementos na germinação e no vigor das sementes de H. sabdariffa.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

muitas espécies produtoras de madeira, tem despertado o interesse para o uso industrial. A madeira é de cor creme claro, com boa estabilidade dimensional e caracter ísticas organolépticas aceitáveis, sendo de fácil manuseio e acabamento. A densidade básica varia conforme a localização geográfica, de 0,49 a 0,60 g.cm 3 (Loureiro e Siilva, 1979; Refosco e Santini, 1988). Essas caracter ísticas físico-mecânicas permitem a utilização da madeira de caixeta para diversos fins, como marcenaria, carpintaria , produção de compensados, forros, embalagens, palitos de f ósforo, lápis, construções gerais leves e ainda como pasta celulósica e papel (Reitz et al., 1988; Daniel et al., 1994). E, ainda, pelo seu fuste reto e crescimento r ápido, a espécie apresenta grande potencial silvicultural, revelado em alguns trabalhos de reflorestamento realizados na região amazônica, sendo, segundo Carvalho (1994), a espécie nativa mais usada em plantios comerciais desde 1979 e, recentemente, em plantios experimentais nos estados do Sul. Razões que a transformam em uma espécie com destacado potencial silvicultural e que devem ser consideradas em programas de conservação de recursos genéticos e de formação de bancos de germoplasma.
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REFERENCIAL SEMÂNTICO NO SUPORTE DA IDENTIFICAÇÃO BOTÂNICA DE ESPÉCIES AMAZÔNICAS MÁRCIO JOSÉ MOUTINHO DA PONTE

REFERENCIAL SEMÂNTICO NO SUPORTE DA IDENTIFICAÇÃO BOTÂNICA DE ESPÉCIES AMAZÔNICAS MÁRCIO JOSÉ MOUTINHO DA PONTE

A identificação botânica de espécies vegetais nativas da Amazônia é parte integrante do inventário florestal, imprescindível para o plano de manejo florestal e essencial para que a comunidade científica conheça mais e melhor a floresta Amazônica. No entanto, o processo usual de identificação botânica normalmente usa apenas o conhecimento empírico de nativos conhecedores da floresta (mateiros), os quais adotam nomes vernaculares (populares) na determinação das espécies, que por sua vez, apresentam divergêcias dos nomes científicos catalogados por taxonomistas. Tendo esta problemática como cenário de pesquisa, este trabalho propõe um modelo conceitual para suportar um referencial semântico que apoie o processo de identificação de espécies botânicas da Amazônia, com intuito de minimizar as divergências de conhecimento entre taxonomistas e mateiros, e consequentemente aumentar a acurácia do método de identificação. Para tal, são utilizados recursos semânticos (e.g. ontologia e vetores semânticos) na formalização do conhecimento capturado. Dois cenários de aplicação são usados para avaliar este trabalho, nomeadamente: (i) o cenário Inventário Florestal que utiliza como instrumento avaliativo o sistema especialista para identificação botânica por características; (ii) o cenário Imagem Madeira que utiliza como instrumento avaliativo o sistema especialista para classificação de imagem de madeira. Como parte dos resultados, estes cenários utilizam o reconhecimento de padrão no apoio à tomada de decisão usando ferramentas computacionais no auxílio ao processo de identificação de espécies florestais comercializadas na Amazônia, com taxas de acertos de 65% de reconhecimento em imagens de madeira. Por conseguinte conclui-se que o referencial semântico proposto neste trabalho contribui sobremaneira no âmbito ambiental, no que tange à produção de conhecimento sobre a Amazônia.
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VALIDAÇÃO DE MÉTODOS PARA TESTE DE GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORESTAIS COM MADEIRA EXPORTADA

VALIDAÇÃO DE MÉTODOS PARA TESTE DE GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORESTAIS COM MADEIRA EXPORTADA

A exportação brasileira de madeira serrada de espécies tropicais entre 2006 e 2011 foi mais de 1,4 bilhões de quilogramas e o lucro, superior a US$ 1,08 bilhões. A preocupação de pesquisadores em regularizar o comércio de sementes de espécies florestais conduzindo pesquisas que informem a qualidade das sementes por meio de métodos de análise seguros e robustos objetivou a avaliação de plântulas normais, anormais e de sementes mortas do processo de validação para a análise da germinação de seis espécies. Pré-testes de germinação com as espécies Anadenanthera macrocarpa, Cedrela fissilis, Cedrela odorata, Handroanthus impetiginosus, Peltophorum dubium e Schizolobium parahyba var. amazonicum foram conduzidos com a finalidade de estabelecer protocolos com base em amostras de qualidade distintas (alta, intermediária e baixa qualidades). As sementes foram enviadas para, no mínimo, seis laboratórios credenciados ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), para que executassem a análise de germinação, repetindo o método do protocolo. O procedimento padrão da ISTA foi usado para análise estatística da germinação das sementes (plântulas normais): outliers nas variâncias; efeitos de laboratórios e lotes (Análise de variância); teste de médias para lote e laboratório (Tukey); repetitividade, reprodutibilidade, exatidão e robustez (estatísticas h e k de Mandel). Desses testes, efeitos dos laboratórios e lotes, e repetitividade e reprodutibilidade foram verificados para anormalidade em plântulas. As sementes mortas foram observadas em esquema gráfico. Plântulas anormais e sementes mortas tiveram resultados discrepantes entre e dentro de laboratórios. Provavelmente esse resultado para anormalidade se deva à dificuldade do analista em distinguir essa característica e em sementes mortas pela heterogeneidade dentro do próprio lote devido à variabilidade genética e ambiental. No entanto, os métodos propostos para teste das sementes das seis espécies foram validadas, pois apresentaram precisão, exatidão e robustez.
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Projeto de BD Relacional

Projeto de BD Relacional

Membro_Faculdade (Matrícula: Inteiro, Nome: string[50], Carga: Inteiro, IniContrato: data, Curso: string[30], professor: booleano, aluno: booleano). Membro Faculdade[r]

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Coloração do fruto, tratamentos pré-germinativos e sua relação com a germinação e a qualidade de mudas de Aegiphila sellowiana Cham

Coloração do fruto, tratamentos pré-germinativos e sua relação com a germinação e a qualidade de mudas de Aegiphila sellowiana Cham

Para obtenção dos extratos utilizou-se metodologia de Coutinho Mashimoto (1971) e Jackson; Willerseem (1976), apud Borges et al. (1993). Os frutos e as sementes foram secos em estufa a 80°C por 24 horas e acondicionados em embalagens de vidro bem vedadas. Depois foram moídos separadamente em cadinho, para obtenção de macerado. Em 5g do macerado, transferido para balão de fundo chato, adicionaram-se 50 mL de etanol a 80% e aguardou-se em repouso por 5 minutos. Em seguida os balões foram levados para a fervura, em chapa aquecedora a 70°C durante 90 min. Filtrou-se o extrato obtido em papel de filtro e o filtrado foi colocado em rotaevaporador a vácuo, a 45°C para se eliminar o etanol e finalmente completou-se, com água destilada, para 10mL, o volume do extrato bruto aquoso obtido. Prepararam-se as soluções de extratos diluídos 1:10 e 1:100 e procedeu-se o bioensaio, umedecendo o papel germitest com os extratos. O papel germitest da testemunha foi umedecido com água destilada. Sementes de alface, variedade Americana Delícia, foram colocadas para germinar sobre o papel germitest em placas de Petri, que foram mantidas em BOD a 25°C e fotoperíodo de 24 horas. A germinação foi avaliada no quinto dia após a semeadura e os resultados foram expressos em porcentagem de germinação.
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André Luiz do Vale Soares

André Luiz do Vale Soares

É_Realizada n n (0,3) (0,n) Inscrição Nome RG Expedidor UF Data Média Tipo Nota Questões Número Área Sub-Área Avaliação 3 n Esquema ER para o banco de dados CONCURSO.. Modelo Entidade-Re[r]

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS - CAV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS MESTRADO EM PRODUÇÃO VEGETAL

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS - CAV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS MESTRADO EM PRODUÇÃO VEGETAL

As espécies brasileiras de Myrtaceae compreendem diversas plantas arbóreas e arbustivas que podem ser utilizadas na produção de frutos para consumo in natura ou para industrialização. Devido à importância dessas espécies, tanto para comercialização de produtos quanto para recomposição ambiental, e ao fato de serem propagadas principalmente via sexuada, a demanda por sementes em quantidade e qualidade adequadas é crescente. Objetivou-se com esse trabalho: testar diferentes substratos e temperaturas para realização do teste de germinação em sementes de Acca sellowiana (O. Berg) Burret. (goiaba-serrana), Campomanesia xanthocarpa O. Berg (guabiroba), Eugenia involucrata DC. (cereja-do-mato) e Eugenia pyriformis Camb. (uvaia); caracterizar o processo de germinação, e descrever e ilustrar as estruturas morfológicas externas das plântulas de A. sellowiana e P. cattleianum; verificar a capacidade das sementes de E. involucrata germinarem a partir do método de fracionamento e realizar a classificação fisiológica de sementes de A. sellowiana quanto a tolerância à dessecação e ao armazenamento, assim como, verificar a influência de métodos de secagem em sua qualidade. Para o teste de germinação foram testados os substratos sobre areia e rolo de papel tipo germitest e as temperaturas de 15 ºC, 25 ºC, 20-30 ºC, 30 ºC e 35 ºC. Na caracterização morfológica das plântulas foram realizadas ilustrações e analisadas características da raiz, do hipocótilo e epicótilo, dos cotilédones e protofilos. O estudo de fracionamento consistiu nos tratamentos: Controle (sem fracionamento) e Frações (sementes fracionadas transversalmente, onde metade permaneceu com hilo e outra metade sem hilo; sementes fracionadas longitudinalmente, onde metade permaneceu com hilo e outra metade sem hilo). A classificação fisiológica das sementes de A. sellowiana foi realizada por meio de secagens e armazenamento e o estudo sobre métodos de secagem foi conduzido por meio dos tratamentos: Controle (Sem Secagem), Secagem Lenta e Secagem Rápida. O teste de germinação pode ser conduzido na temperatura de 25 ºC e em substrato rolo de papel para E. involucrata e E. pyriformis, e em ambos os substratos para A. sellowiana, e a 25 ºC e alternada 20-30 ºC em substratos rolo de papel e areia para C. xanthocarpa. A germinação de
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André Luiz do Vale Soares Banco de Dados

André Luiz do Vale Soares Banco de Dados

Marca Vendedor Veículo Ford João Carro Ford João Caminhão Ford Mário Caminhão Fiat Mário Carro Chevrolet Felipe Carro Chevrolet João Carro Chevrolet João Caminhão.[r]

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Superação da dormência em sementes de visgueiro-do-igapó (Parkia discolor).

Superação da dormência em sementes de visgueiro-do-igapó (Parkia discolor).

Os trabalhos de germinação com sementes das espécies do gênero Parkia destacam a impermeabilidade do tegumento como causa da dormência e apontam varias sugestões de tratamentos pré-germinativos (Moreira e Moreira, 1996; Cruz et al., 2001a; Ramos e Varela, 2003). Alguns ressaltam como métodos de superação da dormência a escarificação química, ou mecânica (com desponte e lixamento), a estratificação, o choque de temperatura e a queima do tegumento com pirógrafo (Souza e Silva, 1998; CATIE, 1999; Souza et al., 2000; Cruz et al., 2001b; Smiderle e Sousa, 2003). Todos esses tratamentos apresentam vantagens e desvantagens, de modo que, cada um deles deve ser estudado, levando-se em conta, também, a sua praticidade de execução. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da aplicação de diferentes tratamentos pré-germinativos de escarificação mecânica e de
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