(Arts. 42 ao 45; art. 110)
Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:
I - a bens culturais em formato acessível;
II -a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e
III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.
§ 1° É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual. § 2° O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional.
Art. 43. O poder público deve promover a participação da pessoa com deficiência em atividades artísticas, intelectuais, culturais, esportivas e recreativas, com vistas ao seu protagonismo, devendo: I - incentivar a provisão de instrução, de treinamento e de recursos adequados, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas;
II - assegurar acessibilidade nos locais de eventos e nos serviços prestados por pessoa ou entidade envolvida na organização das atividades de que trata este artigo; e
III - assegurar a participação da pessoa com deficiência em jogos e atividades recreativas, esportivas, de lazer, culturais e artísticas, inclusive no sistema escolar, em igualdade de condições com as demais pessoas.
Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento.
§ 1° Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2° No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento.
§ 3° Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário.
§ 4° Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência.
§ 5° Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor.
§ 6° As salas de cinema devem oferecer, em todas as sessões, recursos de acessibilidade para a pessoa com deficiência. (Vigência)
§ 7° O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas.
Art. 45. Os hotéis, pousadas e similares devem ser construídos observando-se os princípios do desenho universal, além de adotar todos os meios de acessibilidade, conforme legislação em vigor. (Vigência) § 1° Os estabelecimentos já existentes deverão disponibilizar, pelo menos, 10% (dez por cento) de seus dormitórios acessíveis, garantida, no mínimo, 1 (uma) unidade acessível.
Art. 110. O inciso VI e o § 1° do art. 56 da Lei no 9.615, de 24 de março de 1998, passam a vigorar com a seguinte redação:
§ 2° Os dormitórios mencionados no § 1° deste artigo deverão ser localizados em rotas acessíveis. Art. 56. Os recursos necessários ao fomento das práticas desportivas formais e não-formais a que se refere o art. 217 da Constituição Federal serão assegurados em programas de trabalho específicos constantes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além dos provenientes de: ...
VI - 2,7% (dois inteiros e sete décimos por cento) da arrecadação bruta dos concursos de prognósticos e loterias federais e similares cuja realização estiver sujeita a autorização federal, deduzindo-se esse valor do montante destinado aos prêmios;
...
1o Do total de recursos financeiros resultantes do percentual de que trata o inciso VI do caput, 62,96% (sessenta e dois inteiros e noventa e seis centésimos por cento) serão destinados ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e 37,04% (trinta e sete inteiros e quatro centésimos por cento) ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), devendo ser observado, em ambos os casos, o conjunto de normas aplicáveis à celebração de convênios pela União.
...
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, tem como principal objetivo assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais às pessoas com deficiências, visando à sua inclusão social e cidadania. Não diferente a este contexto, o direito ao esporte é um elemento fundamental que contribui para a inclusão e cidadania plena da pessoa com deficiência.
O direito ao esporte é afirmado em vários dispositivos legais que garantem a prática esportiva por todos, sem nenhuma distinção. A Constituição Federal em seu artigo 219; o Estatuto da Criança e do Adolescente em seu artigo 59; o Estatuto da Juventude nos artigos 37, 38 e 39 e a Resolução nº 05 de 14 de junho de 2005 do Ministério do Esporte são exemplos do direito ao esporte. Mas vale ressaltar, que em nenhum deles estão expressos claramente o recorte para a pessoa com deficiência. Na LBI, o capítulo IX do título II e o artigo 110, referem-se ao direito ao esporte para a pessoa com deficiência e é dividida em quatro blocos: I. O acesso ao esporte (art. 42); II. O poder público enquanto promotor da participação da pessoa com deficiência em atividades esportivas (art. 43); III. Acessibilidade em espaços esportivos para a pessoa com deficiência (art. 44), e; IV. Repasse de recursos financeiros, arrecadados dos concursos de prognósticos e loterias federais e similares, ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) (art. 110). É por meio da Lei Brasileira de Inclusão que o direito ao esporte para a pessoa com deficiência vem, de maneira mais específica, introduzir elementos mais concretos para este público.
O Decreto Federal nº 7.984, de 08 de março de 2013, que regulamenta a Lei Federal nº 9.615, de 24 de março de 1998 – Lei Pelé e institui as normas gerais do desporto vem na perspectiva de organizar as manifestações esportivas e sua gestão. No decorrer do decreto, observa-se que o mesmo é voltado para as necessidades dos esportes profissionais, especificamente, o futebol. No que tange ao paradesporto, limita-se apenas ao repasse de recurso financeiro. Este fato, assim como indicado por Galindo (2010), está na contramão de que os gestores em âmbito federal, estadual e municipal devem harmonizar a oferta e o desenvolvimento do esporte dentro das suas três manifestações:
desporto educacional, desporto de participação e desporto de rendimento, conforme art. 3 do Decreto nº 7.984, de 08 de março de 2013.
Art. 3º O desporto pode ser reconhecido nas seguintes manifestações:
I - desporto educacional ou esporte-educação, praticado na educação básica e superior e em formas assistemáticas de educação, evitando-se a seletividade, a competitividade excessiva de seus praticantes, com a finalidade de alcançar o desenvolvimento integral do indivíduo e a sua formação para o exercício da cidadania e a prática do lazer;
II - desporto de participação, praticado de modo voluntário, caracterizado pela liberdade lúdica, com a finalidade de contribuir para a integração dos praticantes na plenitude da vida social, a promoção da saúde e da educação, e a preservação do meio ambiente; e
III - desporto de rendimento, praticado segundo as disposições da Lei nº 9.615, de 1998, e das regras de prática desportiva, nacionais e internacionais, com a finalidade de obter resultados de superação ou de performance relacionados aos esportes e de integrar pessoas e comunidades do País e de outras nações. § 1º O desporto educacional pode constituir-se em:
I - esporte educacional, ou esporte formação, com atividades em estabelecimentos escolares e não escolares, referenciado em princípios socioeducativos como inclusão, participação, cooperação, promoção à saúde, coeducação e responsabilidade; e
II - esporte escolar, praticado pelos estudantes com talento esportivo no ambiente escolar, visando à formação cidadã, referenciado nos princípios do desenvolvimento esportivo e do desenvolvimento do espírito esportivo, podendo contribuir para ampliar as potencialidades para a prática do esporte de rendimento e promoção da saúde.
A LBI não amplia a visão e a preocupação das formulações da política pública de esporte para a pessoa com deficiência nas três manifestações, direciona o foco ao acesso, participação, acessibilidade e financiamento. Um dos motivos para este fato, deve-se a não construção de um Sistema Nacional de Esporte.
Andrade e Almeida (2012) em estudos realizados para analisar e compreender as políticas públicas de esporte para pessoa com deficiência, reforçam a ideia acima apresentada e acrescentam que, mesmo as normativas abordando as questões do paradesporto, elas ainda ficam de maneira inconsistente e não muito clara.
O artigo 110 da LBI refere-se aos recursos necessários para o fomento das práticas desportivas formais e não-formais. As práticas formais são regulamentadas por normas nacionais e internacionais e por regras da prática desportiva de modalidades aceitas pelas respectivas entidades nacionais
de administração do desporto e as não-formais são caracterizadas pela liberdade lúdica de seus praticantes.
A partir da nova redação proposta, a arrecadação bruta de concursos de prognósticos e loterias federais e similares passa a ser de 2,7% ante aos 2% anteriores à nova Lei.
A principal mudança em relação aos recursos é a distribuição dos recursos oriundos dos concursos e loterias federais e similares. No §1º do artigo 110 da LBI, a divisão entre o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e o Comitê Paralímpico Brasileiro (COP), passa a vigorar na seguinte proporção: COB – 62,96% e CPB – 37,04%, ante os 85% e 15%, respectivamente. Reis (2014) destaca que essa é a maior fonte de arrecadação de recursos do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Esse reordenamento de recursos faz-se necessário tendo em vista os resultados expressivos da Delegação Paralímpica Brasileira, nos Jogos Paralímpicos.
Os gráficos abaixo evidenciam um crescimento na participação e no número de medalhas do Brasil em participação nos Jogos Paralímpicos.
Total de Atletas Participantes
Fonte: o autor
No gráfico destacado acima, é possível verificar o crescimento significativo do número de atletas participantes nos Jogos Paralímpicos. Desde Barcelona 1992, o Brasil vem em uma crescente participação de atletas, com exceção de Londres 2012. Como o Brasil foi sede dos Jogos Paralímpicos em 2016, algumas modalidades estiveram classificadas automaticamente, assim, influenciando diretamente no crescimento em relação aos Jogos Paralímpicos anterior.
Total de Medalhas Conquistadas
Fonte: o autor
O mesmo fenômeno de crescimento ocorre também em relação ao número total de medalhas conquistadas. A partir de Barcelona 1992, o Brasil cresce em número de medalhas, com exceção de Londres 2012.
No quadro abaixo, estão demonstrados os dados gerais das participações do Brasil nos Jogos Paralímpicos desde Heildeberg na Alemanha em 1972. Vale ressaltar que, desde 2008, em Londres, ele está entre os dez primeiros colocados nos Jogos Paralímpicos.
Dados Gerais da Participação do Brasil em Jogos Paralímpicos
Cidade Ano Colocação Brasileira Nº de Atletas Brasileiros Ouro Prata Bronze Total de Medalhas
Heildeberg, Alemanha, 1972 1972 32º 20 0 0 0 0
Toronto, Canadá, 1976 1976 32º 33 0 1 0 1
Arnhem, Holanda, 1980 1980 42º 14 0 0 0 0
Nova Iorque, EUA, 1984 1984 24º 29 7 17 4 28
Seul, Coréia do Sul, 1988 1988 25º 62 4 9 14 27
Barcelona, Espanha, 1992 1992 32º 43 3 0 4 7
Atlanta, EUA, 1996 1996 37º 60 2 6 13 21
Sidney, Austrália, 2000 2000 24º 64 6 10 6 22
Pequim, China, 2008 2008 9º 188 16 14 17 47
Londres, Inglaterra, 2012 2012 7º 182 21 14 8 43
Rio de Janeiro, Brasil, 2016 2016 8º 279 14 29 29 72
É possível observar que a LBI reafirma o direito ao esporte, especificamente às pessoas com deficiências. Em normativas já apresentadas anteriormente, ou não são indicados, ou os que são referência são frágeis no tocante do esporte para pessoas com deficiência, sempre com a tendência de esporte de rendimento.
O artigo 110 é o exemplo claro, no qual, o paradesporto de rendimento é privilegiado em comparação ao esporte de participação e esporte educacional, pois o último, conforme o inciso II do artigo 219 da Constituição Federal, será de destinação de recursos públicos prioritários e somente em casos especiais ao esporte de alto rendimento.
Novamente, conforme Galindo (2010), faz-se necessário o equilíbrio na implementação da política pública de esporte nas três manifestações esportivas, assim como em seus respectivos orçamentos. Além disso, o esporte para a pessoa com deficiência ainda não é diferenciado na política de esporte, e tal fato, pode ser justificado, mais uma vez, pela falta de um Sistema Nacional do Esporte. A LBI, nesse sentindo, não traz contribuição para essa fragilidade, apenas tenta garantir o acesso, participação, acessibilidade das pessoas com deficiência no esporte e o seu financiamento.
Não obstante destacar que os Jogos Paralímpicos ocorrido neste ano no Brasil, contribuiu para a mudança do paradigma da pessoa com deficiência. Não eliminou totalmente o preconceito, mas trouxe visibilidade o potencial de pessoas com deficiência, em busca de superar e alcançar melhor performance, assim como fazem os demais atletas.
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O capítulo nove da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) afirma que as pessoas com qualquer tipo de deficiência física, sensorial, intelectual ou múltipla têm direito à cultura, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com os demais cidadãos, sendo-lhe garantido o acesso aos bens culturais independente do local onde os mesmos estejam salvaguardados e expostos; a monumentos e locais de importância cultural, ou mesmo tombados por órgãos de patrimônio mundial, federal, estadual, municipal e outros; a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais, independente do orçamento do produtor cultural, características de estrutura do local ou meio de exibição ou restrições de qualquer natureza e ainda a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais, sejam temporários, cedidos ou locados especificamente para eventos culturais.
Todas as ofertas relacionadas acima devem, segundo o texto da LBI, estar disponíveis em formatos acessíveis, isso é, terem obrigatoriamente:
Espaços de acesso público com adequações de acessibilidade universal (reformas para eliminação de barreiras arquitetônicas, instalação de rampas, corrimãos, sinalização tátil, ampliada, piso podotátil, em alto contraste e tamanho adequado para pessoas com baixa visão e com uso de símbolos/pictogramas para pessoas surdas e com deficiência intelectual);
Mostras, exposições, centros de visitação, exibições de filmes, peças teatrais, espetáculos performáticos e de dança com recursos de acessibilidade comunicacional (audiodescrição, interpretação em Libras – Língua Brasileira de Sinais, recursos de mediação táteis e olfativos, textos explicativos e programas em Braille, caracteres ampliados, formato auditivo e Libras);
Canais de comunicação e publicações com informações em formatos acessíveis (site acessível segundo a norma W3C; página no Facebook com descrição de imagens e vídeos em Libras; folhetos informativos em Braille, caracteres ampliados e texto simplificado; catálogos, livros, cartilhas e materiais educativos em áudio, Braille, caracteres ampliados, Libras/vídeo).
Equipes de atendimento presencial, online e telefone capacitadas para atendimento, orientação e comunicação livres de barreiras atitudinais.
As recomendações acima também são aplicáveis a espaços de lazer e turismo como parques naturais, parques de diversão, espaços lúdicos, pontos turísticos, hotéis, pousadas, hostels e campings, terminais de ônibus, estações de trem e aeroportos e os meios de transporte que os conectam, não apenas no aspecto físico, mas também nos canais de atendimento e comunicação e na oferta de entretenimento.
Segundo o texto desse capítulo, a responsabilidade pelas adequações de acessibilidade dos espaços culturais alocados em bens imóveis tombados são de responsabilidade do poder público.
Ainda são de responsabilidade do poder público a garantia do direito à formação da pessoa com deficiência nas áreas artísticas, intelectuais, culturais e recreativas de forma equitativa com todos os recursos de comunicação, informação, programação e atendimento adequados as suas necessidades.
Nas salas de exibição de produção audiovisual, artes dramáticas e performáticas, bem como em arenas e auditórios devem ser reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência e no mínimo um acompanhante em diferentes setores, com boa visibilidade, próximos aos corredores, devidamente sinalizados e de acordo com as normas de acessibilidade vigentes em território nacional.
Os hotéis, hostels e pousadas devem ser construídos e adaptados seguindo a Norma Brasileira de Acessibilidade NBR 9050 e os princípios do desenho universal e disponibilizar no mínimo dez por cento de seus dormitórios acessíveis ou pelo menos uma acomodação acessível em rotas acessíveis do estabelecimento.
A garantia do direito de acesso à cultura para pessoas com deficiência promove uma nova dinâmica no universo da arte e das manifestações culturais, uma vez que acolhe e celebra a diversidade de nossa sociedade e elimina barreiras de atitude que ainda existem, mas que devem ser superadas por ações afirmativas.
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GALINDO, Alexandre G. Administração de políticas públicas de esporte: um ensaio sobre os fundamentos da ação do gestor. Lecturas: Educación Física Y Desportes. Buenos Aires, año 5, n.144, May. 2010. Disponível em:< http://www.efdeportes.com/efd144/administracao-de-politicas-publicas-de-esporte.htm>. Acesso em: out. 2016. REIS, Rafael Estevam. Políticas públicas para o esporte paraolímpico brasileiro, 114p. Dissertação de mestrado. Faculdade de Educação Física. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2014. Disponível em: http:// acervodigital.ufpr.br/handle/1884/36290. Acesso em: out. 2016.
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SARRAF, Viviane Panelli. Acessibilidade em Espaços Culturais: mediação e comunicação sensorial. São Paulo: EDUC, 2015.
Alann Scheffer Oliveira
Psicólogo do Esporte. Atuou como Psicólogo responsável pela implementação do programa de preparação psicológica de atletas da base e alto rendimento das escolinhas de formação desportiva do município de Hortolândia por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer da Prefeitura Municipal de Hortolândia e também no Clube Campineiro de Regatas e Natação. Atualmente é assessor social do Departamento de Assistência Social e referência técnica sobre a política pública de esporte da Fundação FEAC e Psicólogo voluntário da ONG “Projeto Águia Futsal de Hortolândia” – 2016.
Viviane Panelli Sarraf
Consultora especializada em Acessibilidade Cultural, doutora em Comunicação e Semiótica, pesquisadora de pós-doutorado em Museologia da Universidade de São Paulo - USP e diretora da empresa Museus Acessíveis.