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AMBIENTE DA PESOUISA

No documento VANESSA BATISTA MORAIS (páginas 37-49)

3 MATERIAL E METODOS

3.1 AMBIENTE DA PESOUISA

3.1.1 Setor Textile de Confecc;ao

Segundo SVENDSEN (201 0). a mod a de vestuario teve sua origem no final do periodo medieval. possivelmente no inicio do Renascimento, talvez em conexao com a expansao do capitalismo mercantil. Entretanto nao se pode falar de moda na Antiguidade grega e romana no mesmo sentido que falamos hoje, pois, naquela epoca nao havia autonomia na escolha e estetica individual das roupas.

0

vestuario europeu tinha mudado relativamente pouco da era romana ate o seculo XIV.

Para SVENDSEN (201 0), mesmo que se possa afirmar que a moda comec;ou por volta de 1350, o correto e dizer que no sentido moderno, ocasionando mudanc;as rapidas e um desafio constante para que os individuos consigam se manter em dia com o seu tempo. Ela somente se tornou uma forc;a real no seculo XVIII, pois. foi nessa epoca que a burguesia emergiu, e comec;ou a disputar o poder com a aristocracia feudal. a roupa nesse contexte era usada para indicar urn status social. Foi nos entre os anos de 1770 e 1780 que surgiram as primeiras revistas de moda, a inglesa Lady's Magazine (1770) e a alema Journal de Luxus und der Moden (1786). Mas demorou um pouco para que uma revista fosse dirigida especificamente ao publico masculine, isso somente ocorreu no ano de 1920. E importante ressaltar que essas revistas serviram para tornar mais rapida a circulac;ao da moda, pois, a informac;ao sabre o que estava "in" e "auf' acabou sendo difundida muito mais depressa e para urn maior numero de pessoas que antes.

0 desenvolv1mento da moda representou um dos eventos ma1s dec1s1vos na h1st6na mundial, porque ind1cou a dire<;:ao da modern1aaaa.

Segundo o SEBRAE (2011 ), as prime1ras ln!Ciativas de construc;ao 'de uma Hldustna textil no Brasil foram frustradas com meoidas contrana~ lmposta pe~a:

familia real portuguesa

Para quem se 1nteressar em saber ma1s sabre a hist6na da Moaa. pode acessar ao site do SEBRAE1. onde relata como foi o m1cio da industria texti! no Brasil

3.1.2 Setor Textil e de Confec<;ao Parana

0 Estado do Parana e conhecido par ter sua economia baseada no setor agricola, porem, vern ocorrendo mudanc;as e o setor textil vern surgindo como urn setor com grande potencial. e que pode contribuir e muito com a economia paranaense.

De acordo com materia publicada no G1, Portal de noticias da Rede Globo (GLOBO.COM, 2011 ), a Industria Textil vem se destacando na economia Nacional e do Estado.

Associac;:ao Brasileira da Industria Textil (ABIT), que mede a participac;:ao do Produto Interne Bruto Textil e de Confecc;:ao, o Parana

e

o quarto estado no ranking nacional de produc;:ao textil. Depois da industria de agroalimentar, que mais emprega no estado, estao as fabricas de tecelagem e confecc;:ao, responsaveis por 15,3% dos empregos do segmento. (GLOBO.COM, 2011)

Ainda segundo informac;oes do G1 (GLOBO.COM), o setor textil paranaense produz 150 milhoes de pec;as, e tern urn faturamento que ultrapassa os 4 bilhoes.

No Parana, no setor texteis-confecc;oes existem os APL's (Arranjos Produtivos Locais), nas cidades de Maringa, Cianorte, Apucarana e Londrina.

De acordo com a definic;ao do SEBRAE (2011) os APL's sao:

Arranjos Produtivos Locais- sao aglomerac;:oes de empresas com a mesma especializac;:ao produtiva e que se localizam em um mesmo espac;:o geografico As empresas dos APL's mantem vlnculos de articulac;:ao,

1 Disponlvel em <http://www.sebrae.eom.br/setor/textil-e-confeccoes>

1nStitUic;:oes de :..:r2a1tc ens1nc. s peso~.;isa

Segundo dados da ECOPAR e do IPARDES esses arranJos produtfvos ~em resultados muito positives. po1s, o APL de confec<;oes de Maringa, onde a at1vidade fo1 responsavel por 6% do faturamento da atividade mdustna! no muniCiPIO 'jiB

Mannga e com elevada participa<;ao no emprego 1ndustna~ reg1onat, o qua:

representa 25%.

Conforme OLIVEIRA et.al. (2007), o setor texti! e confec<;oes paranaense tern grande destaque na gera<;ao de emprego e renda no ambito do Estado do Parana. Alem disso, apresenta uma representatividade crescente na especial1zacao produtiva de alguns segmentos. entre os qua1s se destaca algumas agiomera~;oes

de empresas espec1alizadas em jeans (localizadas em Mannga. Londrina e Cianorte). Em paralelo. APL bones de Apucarana, responsavel por 86% da produc;:ao nacional deste acess6rio.

OLIVEIRA et.al. (2007) ainda afirma, que em meio

a

crise desencadeada pela abertura comercial promovida durante o Governo Coller, na decada de 1990, desestabilizou todo o setor confeccionista brasileiro, porem o segmento textil-paranaense conseguiu se reestruturar. E. na atual conjuntura apresenta cerca de 4.647 empresas, as quais empregam 67.426 trabalhadores industrials, represcntado

14% da mao de obra industrial no estado.

Contudo, ainda segundo OLIVEIRA et.al. (2007). o conjunto destas empresas do setor textil Paranaense produz cerca de 216 milhoes de pec;:as por ano e fatura anualmente R$ 3,5 bilhoes (exportac;:ao).

Outre dado importante, esta relacionado

a

produc;:ao de fios de seda, sendo que, o Parana eo maier produtor nacional de casulos verdes (cerca de 90%), sendo responsavel por 53% da industrializac;:ao, atraves de tres grandes empresas de fiac;:ao: a Cooperativa Cocamar ( Maringa), a Bratac (Londrina), a Kanebo Silk do Brasil (Cornelio Procopio). Ja a cotonicultura (cultura do algodao), perdeu dinamismo na decada de 1990. isto devido

a

concorrencia externa. os problemas climaticos e as pragas de lavouras.

OLIVEIRA et.al. (2007), ressalta que na decada de 80 o Parana posicionou-se como o principal produtor de algodao do pais. Sendo que, em 1985 foi responsavel por 1 milhao de toneladas (540 hectares plantados) em 199'1 che:~ou a

(615 hectares plantados) e em 1995 a produgao caiu para assustadores 487 mil, ou seja, correspondendo a apenas (297 hectares plantados). Ainda assim, a questao produtiva desta cultura, segundo a autora, declinou para indices mais baixos em 1999, chegando ao indice de 109 mil toneladas ou (48 hectares plantado) e o ultimo dado apr~sentado em 2004 apresentou apenas (47 hectares), ou 90

il

oneladas.

Para reverter este quadro, o segmento de beneficiamento e industrializac;ao do algodao contou com incentives fiscais do Governo do Estado do Parana. 0 segmento que tambem se deve ser citado, e a atividade de tecelagem no Estado do Parana, sendo que esta conta com 3 unidades fabris de tecidos pianos instaladas no Estado, sendo elas a Textilpar (brim), em Paranavai, a Textil Apucarana (Sarja), em Apucarana e a Charlex (elastano), em Curitiba.

Segue, abaixo, urn modelo basico (Figura 1) de como e estruturada a industria textil:

···

-Fonte IEI/HFMG.

CONFIGURA<;AO BASICA DA CADEIA PRODUTIVA T~XTIL E DE CONFEC<;6ES.

FONTE: IELI FIEMG

Segundo OLIVEIRA et.al. (2007), o segmento de confecc;oes no Estado do Parana vern conquistando postos de destaque na industria da moda nacional, vista que se firmou em 2003, como o segundo maior polo industrial de confecc;ao do pais, com produgao estimada em 216 milh6es de pegas por ano e faturamento anual de R$ 3,5 bilh6es (FIEP, 2005). Alem disso, nos ultimos anos, o setor de vestuario tern apresentado acelerado crescimento em numero de estabelecimentos e e 1 numero de postos de trabalho.

Vale lembrar que a autora destaca ainda as principais aglomera<;6es do setor textil, sendo que, estas estao localizadas em duas posi<;oes espaciais no Estado do Parana. Primeiro no chamado "Corredor da moda", eixo Londrina -Apucarana - Maringa - Cianorte (norte e o noroeste do Parana), que e constituido por uma aglomera<;ao de empresas do chamado complexo vestimentar -beneficiamento, fia<;ao, tecelagem, vestuario, uniformes, bones e lavanderias e servi<;os de acabamento. Outro item importante e que o setor vem adquirindo importancia nacional como maior produtor de jeans e de bones do pais

Ja em termos institucionais, o setor textil - confec<;ao come<;ou a se organizar com a cria<;ao da Associa<;ao Paranaense da Industria Textil e do Vestuario (VESTIPAR) em 1992. Esta entidade reune 9 sindicatos e tern o obJetivo de unificar as a<;oes e gerar desenvolvimento para o setor textil-confec<;oes do Parana. A articula<;ao institucional permitiu varios eventos, entre eles, o mas importante e o Parana Fashion, que em 2005 contou com R$ 1,5 milhao para a realiza<;ao do evento em Maringa. Ja os eventos regionais de maior expressao sao o Curitiba Fashion Business e a Feira de Fornecedores da Industria de Confec<;ao (CONFTEC), em Curitiba; o Fashion Art e o Esta<;ao Fashion, em Londrina: o Esta<;ao Fashion, em Maringa; a Expovest, em Cianorte; a Expobone. em Apucarana; a WestFashion, em Cascavel; a Sudoeste Mostra Moda, em Pato Branco e a Feira de Malhas de lmbituva (FEMAI).

E

relevante citar s institui<;oes que formam os profissionais da Moda no Estado seguem alguns locais onde sao ofertados Cursos na area de Moda no Estado, sendo elas: UEL, UEM, Cesumar, UNOPAR, UTFPR, Faculdades lntegradas Camoes, Pontificia Universidade Cat61ica do Parana, Universidade TUiutl do Parana, Uniandrade,SENAI entre outros.

Um estudo do SEBRAE (2008), com os Arranjos Produtivos Locais do setor de Constru<;ao Civil, Agroneg6cio e Vestuario onde avaliava o grau de inova<;ao desses setores, ficou comprovado que o setor que, mais inovou foi o setor de Vestuario, pais, o estudo ainda afirma que este ja era o resultado esperado. pais.

esta e uma area que demanda muita pesquisa e desenvolvimento. po1s. as mudan<;as ocorrem muito rapido e sempre necessaria estar um passo a frente. para se manter competit1va no mercado.

Portanto, fica clara que este e um setor que necessita de um projeto de IC.

pais. vern crescendo a cada ano e aumentando seu faturamento e gerando mais

empregos. Fica clara que ainda a muito a ser feito principalmente para os mercados.

ou seja. as lojas de atacados e varejos, pois, esse e area da cadeia que necessita de maior apoio.

MDIC e ABIT realizam pesquisa inedita sabre perfil do consumidor de vestuario, e como resultados obtiveram dados muito relevantes para o setor. Segue abaixo o que a pesquisa revelou:

Como o fato de que um em cada tres brasileiros costuma comprar roupas mensalmente, a maioria nao se informa sabre a origem do produto. e o dinheiro ainda e a principal forma de pagamento utilizada. Para realizagao da pesquisa foram ouvidas 1.900 pessoas que vivem nas principais capitais do pais.

A pesquisa teve por objetivo compreender o cenario atual da industria textil e de confecgao brasileira, que vern enfrentado a concorrencia de produtos importados.

0 que se espera corn isso e conseguir tragar estrategias para combater a concorrencia perante produtos vindos de outros paises.

Essa pesquisa confirma a necessidade de desenvolver um proJeto de I. C no estado, pois, o setor vive um momenta de crescimento mas tambem de desafios.

que eo de competir com produtos importados muitas vezes com custos mais ba1xos.

3.1.3 Eventos no segmento de Moda no Parana

3.1.3.1 Pa;ana Business Collection

A partir de inforrnagoes disponfveis no site do Parana Business Colection (2011 ). segue abaixo algumas consideragoes.

0 objet1vo do concurso e fortalecer o Parana, reforgando a imagem de um dos mais importantes P61os da Confecgao do Brasil, isso atraves de um evento onde e passive! reun:r o que

ha

de melhor no setor do vestuario e acess6rio. e o melhor tudo isso na mesma data e local.

Busca ainda maier visibilidade da Moda Paranaense no cenano nacional.

v1sa destacar a qualidade. design dos produtos produzidos no estado.

Aiem de buscar confirmar a presenga do Parana no Calendario da Moda brasileira. buscando a participagao de estilistas do estado.

E

tambem uma grande oportunidade para empresarios do setor, pais o evento propicia debates, ciclos de palestras o que propicia uma troca de informac;oes e experier.cia

0 concurso se encontra na 5° edic;ao, que aconteceu em fevereiro de 2011, que apresentou as tendencias para o inverno de 2011.

3.1.3.2 Show Room de Neg6cios

A partir de informac;oes do site do Parana Business Collection (2011 ). o Show Room de neg6cios tem como objetivo de apresentar a industria textil e de confecc;ao paranaense. para os diversos compradores de todo pais. Nas araras sao expostas tendenc1as da tt:mporada, onde fica evidente sua diversidade e qualidade dos produtos expostos.

3.1.3.3 Semana da h/loda de Curitiba

A semana e uma das etapas do Curitiba LAB Moda (LAB - Semana de Moda de Curitiba, que reGne as principais marcas produzidas na cidade). e foi criado pelo empresario Junior Gabardo e par Daniel Sorrentino.

Segundo GABAt:~DO, em entrevista a sec;ao Viver Bem da Gazeta do Povo.

o projeto foi ideal1zado dev1do a constatac;ao que a cidade nEw possufa uma plataforma de rnoda que proporcionasse o crescimento profissional do segmento Gabardc ainda afirma que percebeu que existia uma grande lacuna entre o que era produzido e o consumidor final. E afirma que o objetivo do evento e envolver todo pessoal que atua neste mercado, proporcionando a melhoria de profissionalizar o setor. Nesta mesma entrev1sta SORRENTINO afirmam que nao estao falando apenas ce cf2S1Q.ner ~ (sst;i:stas) e costureiras, mas de todos que de alguma forma fazem parte do mercado como: modelos, sindicatos, jornalistas, cabeleireiros.

maquiadores Toda urr:a rede profissional especializada em moda que a cidade precisa ter Se9undo SC')RRENTINO, o evento nao compete com outros, pais, possui uma proposta difer:=:nc1aoa. E afirma que ha espac;o para todos crescerem, pais. o rnercado em Curitiba e~.ta em expansao.

Amda de acordCJ c..orn a reportagem o evento tera a terceira edic;ao em Abril de 2012.

0 Brasil conta com diversos concursos no segmento de Moda. um dos mais importantes

e

o Sao PaJ!o Fashion Week que ganha destaque internacionalmente.

talvez por ser cons1deracja a 5° maior Semana da Moda do Mundo, segundo dados da ABIT que apoia

o

eve1•.to. Mas, o Brasil vem crescendo e evoluindo no segmento e existem rnuitos outro::. E:'Jentos de Moda acontecendo no pais como o Fashion Rio e muitos aqu1 mesmo no nosso estado do Parana como foi mencionado anteriormsnte

31 3.4 Parana Criando tJioda

0 Estado do Parana vem crescendo neste segmento, e importante iniciativas que onde mcent1ven; e ap61em novas talentos, o Sindvest em parceira com a Federac;ao das lndusn-ias Jo Estado do Parana(FIEP), a prefeitura de Maringa entre outros colabcradores cr:a~am o Concurso Parana Criando Moda.

Abaixo segue :nformac;oes pesquisadas no site Parana Criando Moda (2011 ), onue 11:forrna 2 i·i!s;r';na do concurso:

a) f-Lswria

0 CO!Jcurso Fo1 criado em 2001, seu objetivo principal era divulgar o trabalho de est1iistas paranaens2s Conforme o tempo passou algumas mudanc;as foram sendo fertas de acordo com as necessidades do mercado paranaense. E foi a partir da 4° ed198o qu;:; ac: i:l'rt~s de divulgar profissionais ja formados passou a focar nos estudantes e recem formac!os. Atualmente o concurso e exclusive a estudantes e recem fmrnado, b•Jsca mostr3r aos empresarios do segmento a importancia de ter prof!SSIOr1aiS Dern ::J~~::.Jif ce:·JD:: em suas empresas.

0 ocjet1vc pri:-K:;)al do concurso e divulgar novas talentos e incentiva-los. e clara ev1denc:ar a n:oda paranaense e consequentemente a brasileira Durante esses ·~ 1 a nos ~Jf':; co:·,c:Jrso ja teve 770 projetos inscritos, 106 estudantes selecion.'1jcs e :3\') traualnos oremiados. Todos os anos sao escolhidos um tema diferente c atJal.

TerrlJ 2Cl'l 1 ·. q;.;'est ce vous portez?" "- o que te veste?

0 tel'lci deste arro nos diz muito mais do que imaginamos, pais, a forma de se vestir quer dizer , .. hJ!1r.:; :'3cbre uma pessoa, a sua historia, momentos. uma epoca fase entre out1os

1/ivemos uma epoca de aceleragao de tempo, de novas tecnologias da co.-,lpetitividade. dos relacionamentos e do mix de culturas na qual a co-cri'lcao espelha o pensar o desejo de quem veste dando novos significados

30 3to de consumir. E a inovar;:ao e a chave mestra desta questao

'Pi1R.;N/I. CRIANDO MODA, 2011)

0 c,L2 chan1oJ i::l aten9ao e o fato de a lnova9ao ser colocada como pe9a chave neste processo once acelera9ao do tempo e as mudan9as ocorrem rapidamente

e

cada d:c; s,.;rge novas tecnologias, portanto, inovar e estar atento ao cenaqo c~ o que ce•ca

e

e~-::ser:cial para se manter competitive.

Segundo c Par:i!-·.3 Criando Moda (2011) ,os dez finalistas sao:

1 1 Ana CL:=waia ,;ablinski- UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA;

..c! Bruna ;::i.Jueiredo Rissato- UNIPAR CIANORTE;

3) Bruna Horner:-1 de Souza Osman- FACULDADES CATARATAS;

4\ [')!ana C3r-eck da Silva- UNIPAR CIANORTE;

5) Fab.u 1\rdre·,;;<e:;i Teixeira- UNIPAR CIANORTE;

e;:

helrj;~-.a St,·ot-:.,~; ,jorge- TECPUCPR;

7 \ Jessica N.:tacila Nascimento Cuypers - UNIVERSIDADE TUIUTI DO

2, L<ik\ n1a ~:~:~;c:n'2 Silva Lima- UEL;

9; C.)na,-rn,:s ~~c.-,;s · ~jEM CIANORTE;

, C:) Tha::u ,_~::; C;: ,·ei~a Gon9alves- UEL.

'Js~·cedci :::s ,-:' ::> :::c: iCJrso 2011:

J" H~:',r, ::<• S\!'(:Jl)ei Jorge- TECPUCPR

: .. " E';:,-~ r·,,: , '•;ellis- UEM CIANORTE

C: pi'~til!O r;:;;_~ ·:•', ·,:enc:edoras foi para OS 1°, 2o e 3o lugares respect1vamente com prer~:c:; d:j F<S ~, :r: , R$ 5 mil e R$ 3 mil, a primeira colocada ainda recebeu a licenr;a ,·;u :: :dw2 P .j,, <:iC.·si~y: de moda Kaledo Style e login e senha por seis meses para acess;,;;· o rr;.;:r c: c;:('2 oe pesquisa de moda, o WGSN.

A partir de informac;oes disponiveis no site do Parana Criando Moda.

verifica-se que o concurso e realizado pelo Sindvest com apoio da Prefeitura de Maringa. da FIEP, da Associac;ao dos Shoppings Atacadistas de Maringa (Modamix).

dos Corre1os e de empresas privadas. Conta ainda com a parceria do Bureau Sena1 Maringa. do Centro Tecnol6gico de Maringa, do APL (Arranjo Produt1vo Local) da Confecgao Cianorte/Maringa. da Associac;ao Comercial e Empresarial de Maringa (ACIM) e do Projeto Extensao Industrial Exportadora (Peiex).

3 2 DEUNEAMENTO DA PESQUISA

Esta pesquisa caracteriza-se como pesquisa do tipo explorat6ria e descritiva, portanto, possui um carater qualitative, ou seja, visa estudar um determinado tema e se aprofundar a respeito, propondo soluc;oes acerca dele, alem de pesqu1sas bibl1ograf1cas e entrevistas nE:w estruturadas e observac;ao nao partic1pante

Segundo GIL (2002), uma pesquisa, tendo em vista seus objetivos, pode ser classiflcada da seguinte forma: Pesquisa Explorat6ria: Esta pesquisa tern como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torna-lo exp!lc:to Pode envolver levantamento bibliografico. entrevistas com pessoas experientes no problema pesquisado. Geralmente, assume a forma de pesquisa bib!:ograf1ca e estudo de caso.

Segundo GIL (1991 ), afirma que a pesquisa qualitativa pode quanta ao seus objetivos ser: Descritiva que tern como objetivo descrever determinada populac;ao.

ou ainda estabelecer relac;oes entre as variaveis. Este tipo de pesquisa envolve tecnicas padronizadas para coleta de dados sendo elas: questionario e observa<;:ao sistematica No final assume normalmente a forma de Levantamento

A pesquisa explorat6ria tern como uma de suas caracteristicas possibilitarem uma flexibilidade maior ao pesquisador, pais, permite abordar os diversos pontos do assunto pesquisado.

Estas pesquisas tem como objetivo proporcionar maior fam111andade com o problema, com vistas a torna-lo mais explic1to ou a constituir hlp6teses.

Pode-se dizer que estas pesquisas tem como o objetivo principal o aprimoramento de ldeJaS ou a descoberta de mtuic;:oes Seu planeJamento

e

portanto, bastante flexivel. de modo que possibil1te a considerac;:ao dos ma1s variados aspectos relativos ao fato estudado. Na maioria dos casos. essas

pesquisas envolvem: a) levantamento bibliografia; b) entrevistas com pessoas que tiveram experiencias praticas, com o problema pesquisado e c) analises de exemplos que ''estimulem a compreensao (SELL TIZ et.al., 1967.

p. 63).

Devido

a

pesquisa ser do tipo explorat6ria seguira, portanto os padr6es do metoda quailtativo. tal como sera aplicado nessa pesquisa conforme recomendac,:oes dos autores de metodologia de pesquisa. Os estudos de pesquisas qualitat1vas ci1ferem entre si quanta ao metoda,

a

forma e aos objetlvos.

GODOY (1995, p.62), ressalta a diversidade existente entre os trabalhos qualitativos e enumera um conjunto de caracteristicas essenciais capazes de identificar uma pesquisa deste tipo, a saber:

1) 0 ambiente natural como fonte direta de dados e o pesquisador como instrumento fundamental;

2) 0 carater descritivo;

3) o significado que as pessoas dao as co1sas e a sua vida como preocupac,:ao do investigador;

4) enfoque indut1vo.

Segundo CHURCHILL JUNIOR (1987) a pesquisa descnt1va objet1va conhecer e interpretar a realidade sem nela interferir para modifica-la Esse tipo de pesquisa se preocupa em observar fen6menos para descreve-los e interpreta-los.

'l .]

a pesquisa descritiva procura descobrir, com a precisao possivel, a frequencia com um fen6meno ocorre, sua relagao e conexao, com os outros, sua natureza e caracteristicas. correlacionando fatos ou fen6menos sem manipula-lo' (CERVO: BERVIAN, 1996, p. 49).

Portanto essa metodologia de pesquisa se adequa ao que foi proposto e feito neste projeto de pesquisa.

DEMO (2000, p. 151-152), afirma que sao cons1deradas metodologias qual1tativas pesquisa participante, pesquisa-agao. hist6ria oral, observac,:ao de carater etnometodol6g1co, hermeneutica, fenomenologia, levantamentos fe1tos com questionarios abertos ou diretamente gravados, analises de grupo que. como vemos, abrigam horizontes bastante heterogeneos.

GODOY (1995, p.21) aponta a existencia de. pelo menos. tres diferentes

GODOY (1995, p.21) aponta a existencia de. pelo menos. tres diferentes

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