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INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS

No documento VANESSA BATISTA MORAIS (páginas 53-81)

3 MATERIAL E METODOS

3.5 INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS

assumir diversas formas. Pode caracterizar-se como informal, quando se distingue da simples conversac;ao apenas por ter como objetivo basico a coleta de dados Pode ser focalizada quando, embora livre, enfoca tema bem especffico, cabendo ao entrevistadof esforc;ar-se para que o entrevistado retorne ao assunto ap6s alguma

digress~o

Pode ser oarcialmente estruturada, quando e guiada por relac;ao de pontes de interesse que c entrevistador vai explorando ao Iongo de seu curso. Pode ser.

enfiiTl. totalmente estruturada quando se desenvolve a partir de relac;ao fixa de perguntas Nesse caso. a entrevista confunde-se com o formulario.

Foi util;zado como instrumento de coleta de dados entrevista nao estruturada. ot;servac;:ao. pois, por se tratar de uma pesquisa explorat6ria e de carater quaiitativo dernanda obter e analisar a subjetividade do objeto em estudo.

Para que os dados da pesquisa sejam livres de erros introduzidos pelos pesquisadores, ou por outras pessoas, e necessaria supervisionar : ;gorosamente a equipe coletora de dados. Primeiramente. e precrso garantir que os pesquisadores sejam honestos e nao coletem dados enJ:esados. Selec;:ao rigorosa dos pesquisadores. realizada por profissionais, podera eliminar a maier parte dos problemas dessa natureza ... Tambem ja foi lembrado que os pesquisadores devem ser oevidamente treinados. No entanto, e necessaria tambem,

a

medida que OS

dados sejam coligidos,examina-los para verificar se estao completes. claros.

coe ·entes e precisos. Pode ser conveniente selecionar alguns dos elementos ja pesquisados e reaplicar o instrumento. A medrda que se

·;e:·r~rca alguma discrepancia, e conveniente discuti-la com o prrmerro pesquisador. Por meio desta discussao, sera possivel verificar se houve

!apso no preenchimento ou incapacidade do pesquisador na obtenc;:ao dos dados. A medida que isso e feito, torna-se possivel controlar muitas das deformac;:oes introduzidas durante a coleta de dados (GIL, 2002 p 125)

E!"': pnncip1o, o mstrumento escolhido para coleta de dados era a entrevista semiesrrL!Wr3da. dev;do a interac;ao entre pesquisador e informante. No entanto, problerr:as se apresentaar·il:

a) Devido 2 alguns imprevistos no departamento, ocorreu um atraso de um mes no ir.icio da orientac;ao;

b ~~ Dev1do 20 pouco tempo para realizar a pesquisa de campo, o tempo para agendar ertrevistas ficou curta, e muitos dos atores sociais informantes devido a epoca do ana tornou dificil o cantata. No caso dos professores.

e perfodo de fim de semestre eo tempo fica escasso, o mesmo problema ocorre corn os empresarios par motivos diferentes esse perfodo e um que mercado mais Iuera. Portanto, devido

a

greve e meu atraso no inicio da orientac;ao comecei a coletar os dados no final de Novembro e inicio de Dezembro, pc;rtanto, perfodo complicado para quase todas as categorias c) Em decorrencia do que foi mencionado acima, a maioria recusou-se a

dar entrevista preferindo que a pesquisadora lhes retornasse e lhes dE:ixasse urn formulario com as questoes a serem respondidas.

Diante des~~e !rr:~revisto, optamos par elaborar formularies de pesquisa e distribui--los ac:) atcres sociais, dando-lhes um prazo para devoluc;ao.

E

evidente que esse forr11uia::o ~;asscu por um Pre-Teste, antes de sua aplicac;ao definitiva, com o obJetivo de va!!dar se:u conteudo, nos aspectos: adequac;ao/entendimento dos conceitos adotados: est'utura e tempo de resposta.

0 PrE.-teste oco:·r·eu no perfodo de 16/11/2011 a 23/11/2011.

Devioo a :sse

c.

co1eta de dados transcorreu de 24/11/11 a 07/12/2011.

Quante 8 eiaborac;ao do formulario, o formulario era composto par 11 questoes a!gum2s de multipla escolha, no inicio havia colocado apenas questoes fechadas r:-oren: ap()s o pre-teste e sugestao de um gestor do Sebrae Parana foi decidido quE antE.'S cio tcr:-nulario deveria ter uma explicac;ao sabre o que e lnteligen('ia C>.;rrpE7'.it!,;r:

e

1v1onitoramento lnformacional, e que algumas questOes, deveriam ao 1rves rJe se:-~:m fechadas, alterar para de multipla escolha.

() ooj2tivo de formu!ario foi verificar a visao dos atores sociais, ou seja.

Gesto~es da <'l!"ea ?'"l)fessores, Alunos, Estilistas e Empresarios do segmento de Vestuario ::-ern r.;r,r:· do Parana.

I odos o:; at;:.,: es soc1ais receberam o mesmo formulario, para que se pudesse ana!:s;y a ~,·isar; de cada um sabre o tema estudado.

3.6 PROCt:CiME!\!l OS DE '/li,LIDA<;AO

Ncst2 c2sqeJis2 o que se tentou foi buscar informa<;oes e contatos com inst1turr;oes e Pessoa:; c!e credibilidade que atuam no setor de Vestuario. Apesar de somente ter cor~:ec;u;c~J 3 entrevista efetivamente, onde obtive informa<;oes muito relevantes e

a

qestora se colocou a disposi<;ao para colaborar com pesquisa, tanto o SEBRAE qua!,tc a tJ'liversidade Tuiuti colaboraram respondendo o questionario e se colocanr:~c:: a dispcsicao para esclarecer possfveis duvidas que pudessem surgir

F)ort:;nto rresrr:o com todos os imprevistos, obtive um retorno positive de

pratica~ler!t~ to::c:::. os ;:tores sociais envolvidos na pesquisa, somente nao obtendo retomc do C.ursr: !(~CliC"O em Estilismo e Confec<;ao Industrial do SENAI, o restante todos os atc:·:::s s:IC!3is selecionados para participar deste estudo participaram sejam dar:do e'l~re·, S'cclS. r':C~;~::::.ro]endo o formulario via internet. A gestora do SEBRAE nao pode me ater,der Pe~~soalmente, mas propos que se tivesse alguma duvida podra telefonac /~. :~.:!Cl(Ch':na!V·ra do curso de Design de Moda da Tuiuti colaborou de forma efe:I'!Ci ;:;, : :2~-!'n>.':!nJ;; u forTnulario para alguns professores e alunos. porem nao obtrve i'etc.rnu 'I estes ~o Tnularios encaminhados.

Oe q:Jci.':uer 1r:i:r-:--13 ao empregarmos a tecnica de Analise de Conteudo, na Pesquisa O:n!'tEi:·v:::. r-: ~,ui:o importante que os dados qualitativos sejam validados

·-;:-1\,"'ZCY:·:: i,_:j()Q p.90) ressalta quatro:

. ; ;:::ai:" iGadc. 1,:dependencia das analises meramente ideol6gicas do autor:

~:; Crs::i·~:1;,~:c:.c:.::: garantia de qualidade relacionada a exatidao e quantidade

(:c; r··r··c:,,:;· !2r'~"~·:; efetuadas:

?.\ Cr1ns1J··-·:;-• 1merna: lndependencia dos dados em rela9ao a :::';_·,:·\'":: <><lc::. C>casionalmente;

'ic>Jde. possibilidade de estender as conclusoes a outros

(! i.' .:t~ c?~:tr'i cc~SC;l.i::>a compreendeu foi que, para OS fins do metodo qua:itativc c !:·:+~'n::::s~,r :.-? 2 irabalhar com varias tecnicas de coleta de dados, uma vez ?t..;e sor'-'f' 'c' c~~:-, y·,a tecnica ficaria diffcil compreender toda a complexidade

F'<::r:' t)"' :- ·::: ::•'::::0'.3 pesquisa, foram elencadas quatro variave1s descritas aba1;;,; l!'-'li a :;;:·r:''' ; :':.:L'::~:das analisadas e interpretadas

a

luz dos dados coletados Tais vall.c3'/P s '.'·_:,···!'-~·:c.:>! !::las em fun9ao dos objetivos da pesquisa.

,'\S pciPf"~CC.'.!'.:) 1l:OFiaV•2iS desta pesquisa sao:

? 1 1 e: <Y·2 ~, e;,tendida aqui como: No setor empresarial a palavra

+r":·· : ~- :.: 1 '• :;-~a que algo vai acontecer, mostra para onde as coisas

'"''"'·'· ::,1"' ·'<.~,,ra•:do. A tendemcia e muito importante, pois, proporc1ona

a;:[· .• ;;.:oc<Y ds problema e propoem solu9oes, e possibilita definir

Ple'r' .;,~:'. i::"':.:-3tsgias. Para identificar uma tendemcia e necessaria que se

c~· ~-;,-,·: ~:·:,-,·,c:'·o iugar o ambiente em questao, o publico alvo a qual :· ·:<: '·" c "~:~.:::: ::;e /\. B, C ou D, perceber as mudan9as do cenario nacional

• ': .···:.::·~ <P:-(: no neg6cio como aumento da renda de consumidores

·' ,, · 'n··, · -~·'''iT;'nada classe etc, ou seja, e preciso que se conhe9a muito

'·.::~. • :'/':;"n:·nlo oue se deseja atender.

t'; 'i';->r c:.~:c: .. '') .:;

e

rnuito importante ter conhecimento sobre 0 mercado

c.:~:' -c:., ~. c;:(,: rnssmo para poder administrar o neg6cio de forma mais

c:,:,- "·:; ~y::: a cartir do momenta que se tem informa9oes relevantes

c:r~t·r·

· ·

::c::~ ,-OL'e atua tra9ar estrategias se torna mais facil.

'~ · · ;: : - :.y--c;·, ~; _,,. ser um setor onde mudan9as ocorrem tao rapidamente,

"' ,,,,., ".lc'-:.:::Jade:: de produ9ao anual citada neste trabalho, deve-se :,:c,,.·: ''r:'c:: ·:· :7.s;' em novas tecnologias (setor Textillprodu9ao. software.

---:_:·, :·:c ',,_.,, s:c:• ajudar o setor a ter um melhor desempenho gastando

· · -"", , '•· ,., •Cia oferecendo alternativas mais econ6micas.

C' : ·::···:· :centificar quais os tipos de servi9os ofertados pelo setor.

r· ..,.,, .. ,~- <:::' ·:r- · ::,:-,·no explora-lo e muito relevante para os profissionais

t~ .i\NA.iiSE DOS IJADOS

c;!L (2002) af1rma que esta e a (lltima fase de um levantamento Log1camente, s6 pode ser efetivada depois que se disp6e de todos os dados

·:k~\tldamente coletados e analisados. Entretanto,

e

de toda conveniencia durante c;

~Ji<H:>::~J31'lento definir-se acerca da forma como serao apresentados os dadas

Portanto os dados desta pesquisa foram apresentados de forrn.":J categorizada e descritiva e analisados de forma interpretativa. c.on1 o au~ci1o d-:1

nat1vo para dentro do texto onde serao analisadas e interpretadas as suas faia~.>

~:.egundo Bardin (2002) apud GOLDEMBERG. OTUTUMI (2•JIJ8). a ana\:se ds conteuao aponta como pilares a fase da descrit;:ao ou preparac;:ao do rnatenai a

;;:;:e:·:c:ic• ou dedut;:ao e a mterpretac;ao. Dessa forma. os pr1ncipa1s pontJs da r.:.r~;.

'-~:~o a !f.~!tura flutuante (pnrneiras leituras de contatrl oc: tRxto~l a pc;r;nli1;1 <"1u:, documentos (no caso os relatos transcritos). a formulac;:ao das hip6teses e obJetivos

:,rc!;_-:~clcYlaocs com a disciplina),

a

referenciarao dos ind1ces e eiabora~ao uc;:;

lndicadores (a frequencia cie aparecimento) e a prepaiac_:ao do material

Segundo Bardin (2002, p.3) apud GOLDEMBERG; OTUTUM! (2COBI c..

tratamento d·Js dados a tecnica da analise tematica ou categonai fo• utli!zada

Base1a-se em operac;:oes de desmemb;an,ePLJ au it::-\; ,_. . . . ::: : ,,,c . seja. descobrir os diferentes nucieos de sentido que const•tut:n, "

comunicac;:ao, e posteriormente reaiizar o ~.eu reagruparnento e:n C::ass::c>

c>LI r8teoorias. _Aiem disso. 8 ana!,se docurr.e:;t{3i t~rnhPrr1 r~~te· .. :r=> rr,~r.::r:.,.-,t~""

para facilitnr o rnanuseio das informac;:6es. Ja que tambe1'1 de a:ordo CO'" a

autora se constitui uma tecnica que visa representar o conteLJdO dP ,;,n

documentc diferente de seu formate original. ag1lizando consultas. AssH•~­

na fase seguinte, explorac;:ao do material, tem-se o periodo mais duradou.c.

a etapa da codifica<;:ao, na qual sao feitos recortes em unidades d•"

contexto e de registr·o , e e1 fase cla cJ.tC:Q~~:;;::-.. :.u~:~Lj_ r-;o c~~.;::.. · . .:..\~=- r:-·:---~~: -~

para uma boa categoria sa0 a exc!usao mutua. hornoge:1eJclac1e pert1rer:cia. objetividade e fidel1dade e produtiviciade Ja a ultima lase, oo

Po, se tratar de urna pesquisa exp!orat6ria de ca~·ater qu:Jittati'iO ~;c· .. J

qecessario que se utilize a analise de conteudo para uma maior compreensao dos res11IT8dos obtidos.

0 tratamento dos dados desta pesquisa recorreu

a

categonzacao

0 forn'!lilario foi aplicado nas cinco categorias Por se tratar de urna pesqu:sa qual1tanva, o numero de atores soc1ais pesquisados nao

e

tao relevante. rnas dev1do a aiguns imprevistos e ao curta prazo nao foi passive! aumentar o nuillero cl:::~

,:,, i• ;irit:· y:-; a ser estudado

" F ,yrnuiario - Categorias 1) c;estores do Segrnento,

2; Professor de Design de Moda;

3) Aluno de Tecnologia em Design de Moda, 4) Est1iista Paranaense;

5) Empresario do Segmento de Vestuario feminine em Curitiba.

G formi ... lar:o teve corno objetivo compreender ou nao a necess!dad.::~ de li'T:

Monttorarnento informac!onal no setor Textii e de Confecr;:ao no Parana/Vesruarto : ,;,.n;:nino. e c::::nsc;g;Jr captar a necess1dade e visao sob a pcrspe,::t:va cie cdLjd

Atraves da pesquisa concluiu que ja foi iniciado um proieto dR i C no FstC:Jrlo

J;:; acc1rc.io corn a Gestora da FIEP/U\CTEC, porern r;au

DLu ar1te

a

pesqu1sa tam bern se descobriu no site do SEBR!\E. que Jd exi~'~"" u1;,

Portantc como pode ser verificado na pesquisa o seornentr; ri0 \f::-,c:h :~rin c..vrno

cu11stante mova<;:ao par 1sso, rnon1torar

e

tao importame. po1s. se trata C.:t:: u: r;

que mterferem na organ1zagao e o cenario econ6mico, entre outros fatores

e

ma1s do

E. par se tratar de urna pesquisa explorat6ria e descritiva o que buscarr1os e ur.1 maior conhecimento da area estudada. e atraves das informacoes ob+1rlgs conseguirem contribuir de alguma forma para o segmento; ao transcrever. abaixo, as : :_::.>::.;ostas ~rincipais dos a to res pesquisados com a analise final (lnterpreta<;:8oi d<1

!,SY::icra er.--: n~gqto ao final de cada questionamento fRitc;

4 ? -, Categoria 1 - Gestores do Segmento

·1) Que tipo de monitoramento informacional o Sr(a). acredita ser

r~levante e por que?

Gerente do Sindicato da Industria do Vestuano de Mannga -- Nessa questao para a gerente do Sindvest. os Monitoramentos !:!forrnaclonals considerados mais importante sao o concorrenclal e Finanu:1ro

Gestora cio SEBRAE - Ja a gestora do SEBRl\E. cons1dera tudos ~:s

Mon\toramentos re!evantes. pais. deve ievar em ccnsideracao o cenar;c ,;

qua1 o grupo e segmento da industria textil pretendcm atender

Gestma da FIEP Tambem considerou todos os lit-JOS Lit:

Monitoramentos relevantes, pais, deve-se levar ern cons1deragao o contev:to

e

como

Ja

menc1onado acrm;:J qual o seqrnen!c· c;c:::· cJs 1

A partir das respostas obtidas ficou claro que o sind1cato possui uma v1sao mais direta, ou seja, por estar envolvido diretamente corn sewr !1'1<•", dando suporte consegue visualizar mais facilmente suas necessidadcs .;,;

quanto aos gestores possuem uma visao mais administrativa. ou se;a, mai:::

idl?!.11izada de como as coisas r:leveriam realmente ser feitas.

2) 0 que espera descobrir atraves do monitoramento?

Gerente do Sindicatc da Industria do Vestuario de Maringa --Compreender os aspectos de grande relevanc1a que lmpuls!Orl<:ml cl

c.onsumioor e do publico alvo a fm1 de rneltlorar as estraleg1as cJ~:

Gestora do Sebrae - Como as pequenas empre:;as terlt ditrcJirJoct; e:~-;

contratar oesquisas de merc::~do. o monitoramento P uma ferrt=lrr1entr~

1mportante para disponibilizar estas 1nforrna9bes

Gestora da FIEP - Verificar as perspectivas de mercado. observar as novas oportunidades, possibilidade de parcenas Na cade1a textil o setnr de vestuano e o elo mais fraco, pois. e compos to por mtuc e :>:;qu<-.: ,~::.

empresas Conseguir captar a parceria entre as industrias do setor tbxl'i que sao compostas por empresas de med1a e grands e u\;r "~ ,:

conseguir criar parcerias entre elas.

Na questao 2 observou-se que gestora da FIEP e do SEBRAE, tern urna preocupacao grande com as micro e pequenas e claro por serem o elo mais frac:o da cadeia como ja foi mencionado acima, mas tambem por ambas servirem apoio as lndustrias.

Ja a Gerente do Sindvest, se preocupa mais com a concorrencia do setor e claro com a estrategia a ser desenvolvida, identif1cando o publico aivc e s~jtisfazendo suas necessidades.

3) Como o monitoramento pode contribuir para area Textil e

Confecc.;oes! Moda Feminina- PR?

C3erente do Sind1cato da Industria do Vestuano de Mannga - i'~.:lu

respondeu a esta questao:

C~estora do SEBR.AE - Principalmente no deser:volvimento de cc,iec;:c'•.::s com as informa96es de tendencia e mercado:

()estora da FIEP -· Auxiliando para que ocryr;:-n-:1 l\-'liT(;Itd~. tcntr·;o as n ' I ( :n e pequenas empresas como as de media e grande porte

Tanto a gestora do SEBRAE quanto a da FIEP responderam acreditJr qui'.' o Monitoramento pode contribuir para o setor, a visao do SfBRAE e n;i''' que contribua fornecendo informa~oes para desenvolvimento de cole~oes,

tendencias e mercado. Enquanto a gestora da FIEP acredita qur~ poderia iacilitar parceiras entre as micros e pequenas empresas e as de rned1o <~

qrande porte.

consideram mais relevantes?

Gerente do S1nd1cato da Industria do Vestuario de Mannga i\Jlercacio/Mark.eting e Serw;o

Gestora do SEBRAE - Mercado/Marketinq Tendenc1a Tecnolog:J.

Pesquisa e Desenvolvimento, Legislac;:ao

Gestora da FIEP- Tendencia, Marketing/Mercado Tecnologia

Nesta questao pode-se observar que todos se preocupam com lvlarketmg/ Mercado, somente a gestora do SEBRAE evidenciou a rmportanc1a de Pesquisa e Desenvolvimento e a Legislac:;ao, ja a Tendencia e a tecnologia foi mencionada tanto pelas gestoras da FIEP quanto do SEBRAE.

5) Qual o horizonte temporal deseja ser pesquisado?

Gerente do Sindicato da Industria do Vestuario de Marmga -- Su;JEIE:~ q y;

seja feita uma pesquisa dos pr6ximos 10 a nos;

Gestora do SEBRAE - Ultimos tres anos, a tT10de1

e

rnu;t.o versat1i. rnas depende logicamente do objetivo de cada pesquisa:

Gestora da FIEP- lnformou que as informa96es reievantes sao as do riiR a dJa, ou seJa, aquelas que acabam mfluenCian,jc) cJp;::-tarr·,:;:-~t,: '''·

processo de tomada de decisao. Exemp!o alteracao da iegislacao que interflra no setor.

Nesta questao cada urn teve urn ponto de vista bern distinto na

resposta, ja que, a Gerente do Sindvest sugeriu que seja feita uma pesquisa dos pr6ximos 10 anos, aqui fica claro que por ser urn Sindicato que da suportt:

aos empresarios do setor

e

necessario ter uma perspectiva do que vai acontecer daqw a alguns anos. A. gestora do SEBRAE sugeriu os ultimos tres anos, porem, ressa!tou que tudo val depender do ob,jetivo da pesqulsa no momenta. Por tim a Gestora FIEP evidenciou, um ponto importante, que

e

o

tato das informac:;oes que interessam aos empresarios sao aque:as que tr:rao impacto no seu neg6cio, ou seja, informa~oes do dia a dia como mudanca na legisia<;ao vigente entre outros fatores que podem afetar o processo de tom ada.

6) Corne a infonna<;ao deve ser apresentada?

Gestora do SEBRAE - Re!at6rios e Releases;

Gestora da FIEP- Diz que esses empresarios nao tern tempo par3 fic~ar

lendo relat6nos, portanto, o ideal sena alga bern d1narn1co

e

suc:nt,) ut1l1zando a tecnologia como ferramenta para atnlgir esss p::r.::l'CO

Gerente do Sindivest e do SEBRAE praticamente responderam ~

mesma coisa com excecao do SEBRAE nao ter selecionado resumo, portanto, o que fica ciaro

e

que necessario que as informat.;oes disponibilizadas sejam claras e precisas, nao muito extensas.

Ja

a gestora da FIEP tocou em urn ponto bern relevante. que

e

a falta d0 tempo dos empresarios para sentar e ler urn boletim. relat6rio sobre o segmento e sugeriu usar a tecnologia a favor tornando o processo ma1s d!nitmico

e

atingindo e satisfazendo realmente a necessidade dos ernpresarios, que

e

de informat.;oes relevantes para o processo de tomada de dedsao de forma simples.

'7) 0 Sr.(a) tern preferE'mcia por formatos de fontes de informat.;oes?

Gerente do Sindicato da Industria do Vestuano de Maringa- On-tine Gestora do SEBRAE - On-line;

Gestora da FIEP -- Diz que seria interessante se tivesse a!gurn rnecanismo que enviasse mensagem de texto oar::1 o ce1ul8r dr;s empresarios. com informac;:oes precisas e relevantes sabre ce:to

Fica claro nesta questao que todos desejam algo dinamico e preciso, pois, esses empresarios nao disponham de tempo para ficar lendo relat6rios mUlto extensos, precisam de algo que apenas informe aqui!o que realmente

e

relevante e interfere nos neg6cios.

8) Periodicidade da dissemina<;ao?

Gerente do Sindicato da lnd(Jstria do Vesiuano de fVla;;nga

- Gestora do SEBRAE- Mensalmente:

Gestora da FIEP- Diariamente.

0 SEBRAE acredita que pode ser mensalmente.

Ja

gestora da FIEP e a 9erente do Sindvest concordam que a disseminat.;ao destas informat.;oes deve

intormac;oes devem repassadas de forma simples e clara atendendo a necessidade atual, que tudo acontece e muda tao rapidamente.

las?

9) Responder com base na questao 7, informar como desejam

mcebe-Gerente do Sindicato da Industria do Vestuario de Mannga ··· Unu pa,y ,c:

A.4:

Gestora do SEBRAE- E-mail.

Gestora da FIEP - Sugere que uma forma Interessante sena er1V!anoo mensagens ·.,ria celular 1nformando fatos relevantes do dia

Nesta questao fica claro que o setor necessita sim de informac;ao, mais precisa ser algo dinamico e que consiga atender as necessidades deste publico, a partir das respostas do questionario pode-se concluir que querem algo simples, sem muitas delongas e que va direto ao ponto que os interessa.

A gestora da FIEP/LACTEC fez uma sugestao bern interessante, devido a falta de tempo dos empresarios e profissionais que atuam no setor seria interessante ter algum aplicativo que enviasse as informacoes de forma direta.

curta

e

breve em forma de mensagens de texto.

1 0) Como o/a Sr(a). ve a moda e o design de roupas femininas no

Est~do

e

Pais, em termos de evoluc;ao?

Gerente do Sindicato da lndustna do Vestuario de Maringa- Amda ternos mUlto que melhorar em termos de design, porem a industria do vestuario no Bras!l tern se preocupado muito em adqLnnr kr.ow how internaciona! e

os produtos brasileiros sao muito bern vistas no rnercado externo A1:~d<1

temos que melhorar na questao do "time" do produto para garantir a competltividade especialmente com c mercado asiatica 0 produto nacional tern seu valor e caracteristicas que fazem dele um ob1eto de deseJo. Crescemos em questao de qual1dade e a mdustria textu l<~n;

permitldo grandes avanc;os no mercado da moda atraves das inoveit;:bc;s apresentadas para as industrias de confecgoes

Gestora do SEBRAE- 0 estado do Parana e o 3° produtor de moda no pais, esta crescendo a cada ano, mas ainda tem r:1u1to potenc1ai.

especialrnente oorque temos JOVens talentos.

- Gestora da Fiep -A gestora informou que nao se sent1a a pta a responder esta questao

A gerente do Sindvest nesta questao deu urn panorama geral do setor nacionalmente e afirmou que vern crescendo, e buscando aperfei<;oamento no

A gerente do Sindvest nesta questao deu urn panorama geral do setor nacionalmente e afirmou que vern crescendo, e buscando aperfei<;oamento no

No documento VANESSA BATISTA MORAIS (páginas 53-81)

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