Em 2008, em ocasião dos cinquenta anos da gravação de Chega de Saudade e, portanto, cinquenta anos da bossa nova, uma série de comemorações começam. João se apresenta em São Paulo, no Rio, em Salvador e no Carnegie Hall.
Em 2009, a revista DownBeat elege João como um dos 75 melhores guitarristas da história do jazz.
Técnica
Baden Powell chegou a chamar João Gilberto de relógio suíço, voz e violão sendo um elemento só[54]. Jards Macalé cita as palavras de João, a música deve ter a precisão de um golpe de caratê[54].
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Inovações
Em sua estreia no 78 rpm Chega de Saudade, João Gilberto começou uma revolução na música popular brasileira. Munido apenas de voz, violão e da canção Chega de Saudade, mudou o rumo da música brasileira e fincou seu nome na história cultural do Brasil e do mundo.
Com a introdução do microfone e do amplificador no Brasil, João Gilberto percebeu que não a fonte sonora não precisaria emitir o som intensamente, no âmbito da voz e do instrumento, o que favorece as interpretações sutis e interiorizadas[60]. Por outro lado, na época das primeiras gravações da bossa nova, o Brasil ainda não possuía um equipamento de fidelidade suficiente para a reprodução de sonoridades mais complexas. Por esse motivo, João, juntamente com Tom Jobim, seu primeiro arranjador, elaboraram harmonias complexas, sob influência do música norte-americana, e, ao mesmo tempo, simplificavam a sonoridade geral, por causa da limitação dos equipamentos. Os gestos, tão antagônicos, entretanto, se aliam, para buscar o núcleo vital da canção[60].
João inova na gravação do Chega de Saudade ao pedir dois microfones, um para a voz e outro para o violão. O motivo é óbvio, apesar de choque que causou nos produtores do disco. Até então, gravava-se com apenas um microfone, com destaque para a voz em detrimento do violão. Além disso, é da própria natureza acústica do violão ficar restrito, em termos de volume de som, com qualquer instrumento de orquestra ou com o piano[60]. Com a voz, o violão pode concorrer de igual, se a voz se manter numa intensidade natural, pois com qualquer elevação de volume da voz já há um encobrimento do violão. Desse modo, é necessário a emissão da voz num volume próximo a da fala comum[60]. Com João Gilberto, voz e violão se mantém em igual intensidade de volume, com os microfones captando por igual ambas fontes sonoras e, em caso de necessidade, a alteração de volume de ambas seria em igual proporção[60].
Harmonia
O tratamento harmônico da música de João Gilberto é concebido exclusivamente para o violão[60]. No LP Chega de Saudade, por exemplo, a participação da orquestra acontece apenas em termos de pontuações ou fraseados breves, em algumas ocasiões[60]. Nos encadeamentos, ou ligações, harmônicos, João cria as dissonâncias tonais na sua mão esquerda, sobre o braço do violão, na construção dos acordes[60].
Em regravações de antigos sucessos, João Gilberto se caracterizou pela completa alteração da harmonia original, refazendo-a.
Ritmo
Quanto ao ritmo, que está ligada a mão direita de João, a batida é a tradicional do samba[60]. Entretanto, João Gilberto retira a obviedade da marcação do tempo forte, caracterizado no samba pela marcação periódica do surdo[60], num processo chamado por Walter Garcia como o esfriamento do samba. Por outro lado, João a deixa subentendida nos impulsos de toque médio[60], isto é, nos dedos indicador, médio e anelar.
Essa batida rompeu com a cadência do samba "quadrado", criando possibilidades harmônicas, antes impossíveis[45]. Desse modo, João pode atrasar ou adiantar o ritmo com sua batida compacta, forma que modernizou o samba[45].
Texto
João Gilberto se caracteriza por priorizar a sonoridade do texto, em detrimento da sua semântica[60]. A ausência de tensões semânticas é percebida na sua escolha de repertório, com canções lírico-amorosas sem tensividade passional, como Chega de Saudade, canções quase infantis, como O Pato e Lobo Bobo, e suas próprias composições, como Bim Bom[60]. João se preocupa (preocupação esta tão comum no meio erudito) de tal forma com os detalhes do texto das canções que canta, valorizando excessivamente as unidades musicais da canção, que João mexe, altera, traduz idiossincraticamente os detalhes de duração, frequência, intensidade e texto, quando omite, acrescenta ou muda trechos ou palavras, das canções, mudando o efeito, mas não a essência e a identidade da canção[60]. Tanto isto é
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verdade que é muito comum o compositor se sentir lisonjeado por uma gravação de João, como Caetano Veloso com Sampa, que João alterou para gravar. João Gilberto é um recompositor[60], um cancionista-intérprete, cancionista sendo aquele que não executa o que o compositor criou, mas o que executa o que o compositor deixou de criar[60].
Canto
Essencial para o estilo criado por João, seu canto é outra marca da batida da bossa nova. Como já mencionado, João, com o uso do microfone, dispensa o excesso e cria um estilo apropriado para o uso do violão, com a emissão de voz próxima a da fala corriqueira[60]. A integração voz e violão formavam um todo, um único. Por vezes, João usa a voz como instrumento, adiantando ou atrasando o fraseado em relação ao violão[45].
Uma característica marcante do canto de João Gilberto é a ausência do uso de vibratos.
Criação
João Gilberto é um artesão de suas músicas[61], em eterno "estado febril" de criação, segundo Miúcha[54]. Passa horas, dias ou meses recompondo uma canção que ouviu durante a juventude. Considerado como um recompositor[60], João justifica sua diminuta obra autoral dizendo que "há tanta coisa bonita a ser consertada". Desde o início de sua carreira, João buscou o passado da música popular para sensibilizar o presente. Retrabalhou, logo no primeiro disco, Rosa Morena, de Dorival Caymmi, e É Luxo Só e Morena Boca de Ouro, antigos sucessos. Essa busca pelo passado se notabilizou durante toda sua carreira, em canções de compositores como Janet de Almeida, Herivelto Martins, Noel Rosa, Bororó, Geraldo Pereira, Wilson Batista, Lamartine Babo, etc[45]. Essa busca caracteriza-se pelo critério existencial do próprio João: a maioria dessas canções João ouviu durante a infância em Juazeiro, Aracaju, ou na juventude em Salvador e no começo de carreira no Rio.
Percebe-se na arte de João Gilberto em projeto nacional, uma aspiração do que o Brasil poderia ser[45].
Legado
Ainda se discute se a bossa nova é um movimento ou um estilo, um momento do jazz ou um capítulo da música popular brasileira[45].
Caetano Veloso chama João Gilberto de "mestre supremo". Chico Buarque passava tardes inteiras ouvindo os discos de João e tentando imitar os acordes no violão.
João ainda influenciou artistas como Rita Lee, Novos Baianos, Jorge Ben Jor.
Internacionalmente, João primeiro conquistou os músicos, e, depois, o público. Junto de Jobim, fez da bossa nova ser escutada nos quatro cantos do mundo.
Entre os grandes jazzistas fãs declarados de João estão Miles Davis, Stan Getz, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Dizzy Gillespie, Tony Bennet, entre outros. A influência de João Gilberto no jazz é consenso entre críticos de música. Fora do jazz, João recebe elogios de famosos como Madonna, Jacqueline Kennedy, Eric Clapton, Simone de Beauvoir, Jean-Paul Sartre[62], Bob Dylan, Beck, David Byrne[63], entre outros.
Na Europa, João desfrutou de grande sucesso, sobretudo na Itália, onde João fez inúmeros shows e, inclusive, especiais para a TV. Passou também por Holanda, Inglaterra, França, Portugal, Espanha.
João chegou até o Japão, em uma série de shows, onde lotou casas de espetáculos e recebeu aplausos de até 40 minutos do povo japonês. Lá, ouve-se mais João Gilberto que no Brasil.
Sua filha, Bebel Gilberto, desfruta de grande prestígio no exterior, sendo um cantora muito admirada. É inevitável perceber as influências de João no canto de Bebel.
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Carreira
Discografia
• Quando Você Recordar/Amar É Bom - 78 rpm single (Todamerica, 1951) • Anjo Cruel/Sem Ela - 78 rpm single (Todamerica, 1951)
• Quando Ela Sai/Meia Luz - 78 rpm single (Copacabana, 1952) • Chega de Saudade/Bim Bom - 78 rpm single (Odeon, 1958) • Desafinado/Hô-bá-lá-lá - 78 rpm single (Odeon, 1958) • Chega de Saudade (Odeon, 1959)
• O Amor, o Sorriso e a Flor (Odeon, 1960) • João Gilberto (Odeon, 1961)
• Brazil's Brilliant João Gilberto (Capitol, 1961)
• João Gilberto Cantando as Músicas do Filme Orfeu do Carnaval (Odeon, 1962) • Boss of the Bossa Nova (Atlantic, 1962)
• Bossa Nova at Carnegie Hall (Audo Fidelity, 1962) • The Warm World of João Gilberto (Atlantic, 1963) • Getz/Gilberto (Verve, 1963)
• Herbie Mann & João Gilberto (Atlantic, 1965) • Getz/Gilberto vol. 2 (Verve, 1966)
• João Gilberto en México (Orfeon, 1970) • João Gilberto (Philips, 1970)
• João Gilberto (Polydor, 1973) • The Best of Two Worlds (CBS, 1976) • Amoroso (Warner/WEA, 1977) • Gilberto and Jobim (Capitol, 1977)
• João Gilberto Prado Pereira de Oliveira (WEA, 1980) • Brasil (WEA, 1981)
• Interpreta Tom Jobim (EMI/Odeon, 1985) • Meditação (EMI, 1985)
• Live at the 19th Montreux Jazz Festival (WEA, 1986) • João Gilberto Live in Montreux (Elektra, 1987) • O Mito (EMI, 1988)
• The Legendary João Gilberto (World Pacific, 1990) • João (PolyGram, 1991)
• João (Polydor, 1991)
• Eu Sei que Vou Te Amar (Epic/Sony, 1994) • João Voz e Violão (Universal/Mercury, 2000) • Live At Umbria Jazz (EGEA, 2002)
• João Gilberto in Tokyo (Universal, 2004)
[1] Zuza Homem de Mello. Há 50 anos, João Gilberto estreou seu samba harmônico e sincopado (http://www1.folha.uol.com.br/folha/ publifolha/ult10037u363660.shtml). Página visitada em 19/02/2013.
[2] O Mito chega aos 70 anos (http://cliquemusic.uol.com.br/materias/ver/o-mito-chega-aos-70-anos).
[3] diniz, Edinha. Cronologia de vida e obra (em português). São Paulo: Cosac Naify, 2012. p. 451. (do livro João Gilberto de Walter
Garcia(Org.))
[4] castro, Ruy. Chega de Saudade: A história e as histórias da bossa nova. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. Capítulo: Prólogo: Juazeiro, 1948,
[5] Zuza Homem de Mello. Há 50 anos, João Gilberto estreou seu samba harmônico e sincopado (http://www1.folha.uol.com.br/folha/ publifolha/ult10037u363660.shtml). Página visitada em 19/02/2013.
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[6] CASTRO, Ruy. Capítulo 7: Em busca do ego perdido. In Castro, R. Chega de Saudade: A História e as Histórias da Bossa Nova. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. p. 147
[7] CASTRO, Ruy. Capítulo 7: Em busca do ego perdido. In Castro, R. Chega de Saudade: A História e as Histórias da Bossa Nova. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. p. 149
[8] CASTRO, Ruy. Capítulo 6: A turma, 1948. In Castro, R. Chega de Saudade: A História e as Histórias da Bossa Nova. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. p. 137 - 139.
[9] Registros caseiros de João Gilberto na web são fartos (http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u500938.shtml). Página visitada em 7 de fevereiro de 2013.
[10] Fita gravada em 1958 por João Gilberto vira hit na web (http://www.estadao.com.br/noticias/
arteelazer,fita-gravada-em-1958-por-joao-gilberto-vira-hit-na-web,320255,0.htm). Página visitada em 7 de fevereiro de 2013. [11] castro, Ruy. Chega de Saudade: A história e as histórias da bossa nova. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. Capítulo: 8, p. 167. [12] castro, Ruy. Chega de Saudade: A história e as histórias da bossa nova. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. Capítulo: 8, p. 199. [13] Mario Sergio Conti (2010 março). Há tanta coisa bonita a ser consertada (http://bravonline.abril.com.br/materia/
joao-gilberto-ha-tanta-coisa-bonita-ser-consertada). Revista Bravo. Página visitada em 16/02/13.
[14] Zuza Homem de Mello. Há 50 anos, João Gilberto estreou seu samba harmônico e sincopado (http://www1.folha.uol.com.br/folha/ publifolha/ult10037u363660.shtml). Página visitada em 19/02/2013.
[15]
[15] JOBIM, Antonio Carlos, "Texto de contracapa" do LP Chega de Saudade (1959)
[16] Zuza Homem de Mello (28/05/2011). Trilogia sagrada (http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,trilogia-sagrada,725031,0.htm) (em Portugues). Página visitada em 12/02/2013.
[17] Mario Sergio Conti (2010 março). Há tanta coisa bonita a ser consertada (http://bravonline.abril.com.br/materia/ joao-gilberto-ha-tanta-coisa-bonita-ser-consertada). Revista Bravo. Página visitada em 16/02/13.
[18] diniz, Edinha. Cronologia de vida e obra (em português). São Paulo: Cosac Naify, 2012. (do livro João Gilberto de Walter Garcia(Org.)) [19] Daniella Thompson (27/08/2004). The disc that no one reviewed (http://daniellathompson.com/Texts/Reviews/Bon_Gourmet.htm) (em
Inglês). Página visitada em 14/02/2013.
[20] castro, Ruy. Chega de Saudade: A história e as histórias da bossa nova (em português). São Paulo: Companhia das Letras, 1990. p. 315. [21] castro, Ruy. Chega de Saudade. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. p. 326.
[22] Ana Paula Amorim. 1962: bossa nova no Carnegie Hall (http://news.google.com/newspapers?id=vUpOAAAAIBAJ& sjid=U-4DAAAAIBAJ&hl=pt-BR&pg=5321,2709874). Página visitada em 16/02/2013.
[23] castro, Ruy. Chega de Saudade. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. p. 326.
[24] diniz, Edinha. Cronologia de vida e obra (em português). São Paulo: Cosac Naify, 2012. (do livro João Gilberto de Walter Garcia(Org.)) [25] Mario Sergio Conti. Há tanta coisa bonita a ser consertada (http://bravonline.abril.com.br/materia/
joao-gilberto-ha-tanta-coisa-bonita-ser-consertada). Página visitada em 16/02/2013.
[26] José Rezende Júnior. João Gilberto (http://www.joserezendejr.jor.br/reportag/joaogilberto.htm). Página visitada em 16/02/2013. [27] Marcos Silva. Parceria de Jorge Amado com João Gilberto (http://www.substantivoplural.com.br/
parceria-de-jorge-amado-com-joao-gilberto/). Página visitada em 20/02/2013.
[28] Getz/Gilberto (http://www.vervemusicgroup.com/artist/music/detail.aspx?pid=10366&aid=2856). Página visitada em 17/02/2013. [29] Leonardo Lichote (17/02/2013). Disco Getz/Gilberto completa 50 anos e se mantém influente (http://oglobo.globo.com/cultura/
disco-getz-gilberto-completa-50-anos-se-mantem-influente-7599249). Página visitada em 17/02/2013.
[30] Getz/Gilberto (http://www.allmusic.com/album/getz-gilberto-mw0000649528/awards). Página visitada em 17/02/2013. [31] This day in Music (http://www.billboard.com/articles/news/64704/this-day-in-music). Página visitada em 17/02/2013.
[32] diniz, Edinha. Cronologia de vida e obra (em português). São Paulo: Cosac Naify, 2012. p. 457. (do livro João Gilberto de Walter
Garcia(Org.))
[33] Getz/Gilberto (http://www.allmusic.com/album/getz-gilberto-mw0000649528/awards). Página visitada em 17/02/2013. [34] Estados Unidos preservam "Garota de Ipanema" (http://www.estadao.com.br/arquivo/arteelazer/2005/not20050407p4029.htm).
Página visitada em 17/02/2013.
[35] 'Garota de Ipanema' entra em arquivo histórico nos EUA (http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u41435.shtml). Página visitada em 17/02/2013.
[36] James H. Billington. The National Recording Registry 2004 (http://www.loc.gov/rr/record/nrpb/registry/nrpb-2004reg.html). Página visitada em 17/02/2013.
[37] diniz, Edinha. Cronologia de vida e obra (em português). São Paulo: Cosac Naify, 2012. p. 457. (do livro João Gilberto de Walter
Garcia(Org.))
[38] diniz, Edinha. Cronologia de vida e obra (em português). São Paulo: Cosac Naify, 2012. p. 458. (do livro João Gilberto de Walter
Garcia(Org.))
[39] diniz, Edinha. Cronologia de vida e obra (em português). São Paulo: Cosac Naify, 2012. p. 459. (do livro João Gilberto de Walter
Garcia(Org.))
[40] diniz, Edinha. Cronologia de vida e obra (em português). São Paulo: Cosac Naify, 2012. p. 458. (do livro João Gilberto de Walter
Garcia(Org.))
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[42] Marcos Silva. Parceria de Jorge Amado com João Gilberto (http://www.substantivoplural.com.br/ parceria-de-jorge-amado-com-joao-gilberto/). Página visitada em 20/02/2013.
[43] Fantástico 30 anos depois (https://www.youtue.com/watch?v=h2VEEQnX640). (em português) Acessado em 18/02/2013. [44]
[44] Lúcia Leme, João Gilberto:"não vou embora sem cantar o Brasil", in: Garcia, Walter (2012) João Gilberto, São Paulo: Cosac Naify. [45] Mario Sergio Conti. Uma promessa de felicidade (http://www.controversia.com.br/blog/uma-promessa-de-felicidade/). Página visitada
em 20/02/2013.
[46] João Gilberto, voz e violão ficam mudos sobre o Grammy (http://www2.uol.com.br/JC/_2001/2302/cc2302_1.htm). Página visitada em 21/02/2013.
[47] Maria Bethânia – Canto Do Pajé (http://www.discogs.com/Maria-Bethânia-Canto-Do-Pajé/release/3437193) (em Inglês). Página visitada em 20/02/2013.
[48] Release à imprensa: João Gilberto, o nº1 da Brahma (http://www.showbras.com.br/joaogilberto/joaoimprensa_files/joao-brahma release.pdf). Página visitada em 20/02/2013.
[49] PLÍNIO FRAGA (14/08/2008). Repórter relata noite em que foi mordomo de João Gilberto (http://www1.folha.uol.com.br/folha/ ilustrada/ult90u433384.shtml). Página visitada em 20/02/2013.
[50] Ficha Técnica: SHOW NÚMERO 1 - JOÃO E ANTÔNIO (http://memoriaglobo.globo.com/Memoriaglobo/ 0,27723,GYN0-5273-258286,00.html). Página visitada em 20/02/2013.
[51] João Voz e Violão (http://www.vervemusicgroup.com/artist/music/detail.aspx?pid=10549&aid=2870) (em Inglês). Página visitada em 21/02/2013.
[52] 'Joao Voz e Violao' já é clássico (http://www.dgabc.com.br/News/9000086992/joao-voz-e-violao-ja-e-classico.aspx?ref=history). Página visitada em 21/02/2013.
[53] Mínimo máximo (http://epoca.globo.com/edic/20000117/cult1.htm). Página visitada em 21/02/2013.
[54] Gênio indomável (http://www.istoe.com.br/reportagens/31955_GENIO+INDOMAVEL+). Página visitada em 21/02/2013. [55] João Gilberto, voz e violão ficam mudos sobre o Grammy (http://www2.uol.com.br/JC/_2001/2302/cc2302_1.htm). Página visitada
em 21/02/2013.
[56] JOAO GILBERTO (http://www.vervemusicgroup.com/joaogilberto/bio/) (em Inglês). Página visitada em 21/02/2013.
[57] SÉRGIO DÁVILA. Em apresentação no Japão, João Gilberto continua nos detalhes (http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ ult90u44016.shtml). Página visitada em 21/02/2013.
[58] Conheça os técnicos japoneses que cuidam das turnês de João Gilberto (http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/ 1021456-conheca-os-tecnicos-japoneses-que-cuidam-das-turnes-de-joao-gilberto.shtml). Página visitada em 21/02/2013. [59] O paradoxo de João Gilberto: se repetir sem ser o mesmo (http://www.universomusical.com.br/materia.asp?matcomp2=sim&
cod=mp&id=325). Página visitada em 21/02/2013.
[60] Tatit, Luiz. O cancionista: composição de canções no Brasil (em Português). 2ª ed. São Paulo: EDUSP, 2002. 322 p. [61] Itaú traz João Gilberto de volta aos palcos brasileiros na homenagem aos 50 anos da Bossa Nova (http://ww28.itau.com.br/
imprensanet/midia/lernoticia.asp?id_noticia=4534). Página visitada em 20/02/2013.
[62] MIGUEL ARCANJO PRADO. Bossa Nova: João Gilberto "deu bolo" em Sartre e Simone de Beauvoir (http://www1.folha.uol.com.br/ folha/ilustrada/ult90u433078.shtml). Página visitada em 21/02/2013.
[63] Joao Voz E Violao (http://www.vervemusicgroup.com/artist/music/detail.aspx?pid=10549&aid=2870) (em Inglês). Página visitada em 21/02/2013.
Bibliografia
• ALBIN, Ricardo Cravo (Criação e Supervisão Geral). Dicionário Houaiss Ilustrado da Música Popular
Brasileira. Rio de Janeiro: Paracatu, 2006.
• CASTRO, Ruy. A onda que se ergueu no mar; novos mergulhos na Bossa Nova. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
• MORAIS JUNIOR, Luis Carlos de. O Sol nasceu pra todos:a História Secreta do Samba. Rio de Janeiro: Litteris, 2011.
• CASTRO, Ruy Chega de Saudade: A História e as Histórias da Bossa Nova. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
• DINIZ, Edinha. Cronologia de vida e obra, in GARCIA, Walter (Org.). João Gilberto. São Paulo: Cosac Naify, 2012. pp. 451 - 467.
• LEME, Lúcia. João Gilberto:"Não vou embora sem cantar no Brasil", in GARCIA, Walter (Org.). João Gilberto. São Paulo: Cosac Naify, 2012.
• TATIT, Luiz. O cancionista: composição de canções no Brasil. 2ª Edição. São Paulo: Edusp, 2002. ISBN: 8531402484
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Ligações externas
• Discografia de João Gilberto (http://joaogilberto.org) (em inglês)