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Autoridade Sobrenatural

No documento 76901372 Pregacao Pura e Simples Stuart Olyott (páginas 130-146)

E

m 1973, fiz minha primeira visia aos Esados Unidos. Durane essa visia, gasei vários dias com o pasor A. N. Marin, da Igreja Baisa riniy, em Monville, Esado de New Jersey. Um dos membros de sua igreja me deu um panfleo que apresenava dealhes sobre as pregações gravadas do pasor Mar- in, e havia ali um comenário que mudou minha vida para sempre. O panfleo dizia que os sermões do pasor Marin eram caracerizados por “exaidão exe- géica, coneúdo dourinário, esruura clara, ilusrações vívidas, aplicação penerane e urgência espiriual. Finalmene, eu inha uma lisa de avaliação dos ingredienes que consiuíam uma pregação excelene!

Como você pode observar, embora eu enha acrescenado um capíulo sobre “Pregação Eficiene”, usei livremene essa lisa de avaliação, enquano escrevia ese livro. Enão, você poderia esperar que ese capíulo final se ini- ularia “Urgência Espiriual”. Mas ese não é o caso, e eis a explicação.

Em um capíulo, eu disse que reornaria ao assuno da paixão, emoção.  Agora chegou o momeno para isso. Muio mais precisa ser dio a respeio

da necessidade de envolvimeno emocional, enquano pregamos. Escrevo ese livro na Inglaerra, no início do século XXI. Vivo em um empo em que muio em sido dio e escrio a respeio da pregação; e inúmeros cursos esão sendo organizados para ajudar os crenes a pregarem melhor. Mas não posso ocular minha convicção pessoal de que muio do que esá aconecen- do provavelmene arruinará a verdadeira pregação, em vez de resaurá-la.

 A impressão que esá sendo ransmiida amplamene é a de que o pre- gador esá fazendo bem, se oferece uma explicação clara do exo bíblico e

o aplica às pessoas que o ouvem. Se o pregador ornou relevane e clara a sua exposição bíblica, cumpriu plenamene a sua responsabilidade. Ele não precisa fazer mais nada. A Palavra de Deus fará agora a sua obra singular.

Se esa idéia ganhar erreno e predominar, logo assisiremos ao funeral da verdadeira pregação. Seu corpo permanecerá (embora logo venha a apo- drecer), mas sua alma erá parido. Essa alma é consiuída de dois elemenos unidos de al modo que é impossível separá-los. “Urgência Espiriual” é um desses elemenos e se refere ao fao de que, ao ransmiir a Palavra de Deus, o pregador ransmie a sua própria alma � a mensagem esá revesida de paixão, seriedade, ineresse, preocupação, emoção, os quais esão oculos nos recessos da alma do pregador. O ouro elemeno é “Auoridade Sobre- naural”. Somene Deus pode revelar a Si mesmo, e, se o Espírio Sano não omar a mensagem e levá-la aos recessos ínimos dos ouvines � os reces- sos que nenhuma voz humana pode alcançar � a mensagem bíblica, ainda que seja bem apresenada, não poderá fazer coisa alguma.

Se o que esou dizendo lhe parece esranho, gosaria de pedir-lhe que pensasse sobre um bloco de aparamenos que esá sendo desruído por um incêndio. Ainda há um pouco de empo, enão você corre para denro do prédio, para avisar às pessoas que moram lá. O que você lhes cona é a verdade: o edifício esá realmene pegando fogo (exaidão exegéica).  Você lhes diz que, se não saírem imediaamene, perecerão nas chamas (coneúdo dourinário). Você se expressa com clareza (esruura clara, ilusrações vívidas). Olha em seus olhos e fala com elas de modo pesso- al (aplicação penerane e pregação eficiene). Mas, o que aconecerá, se  você fizer udo isso sem expressar urgência em seu om de voz ou em sua maneira de falar? O que aconecerá, se conar-lhes udo de um modo “in- diferene”? Você não lhes parecerá como um brincalhão? E que sucesso oberá com seus avisos?

Onde não há emoção, ali não há persuasão. Iso é verdadeiro no que se refere a ese mundo e muio mais verdadeiro na dimensão espiriual. A pregação sem senimenos não é pregação de maneira alguma. E não so- mene isso, é ambém um insulo a Deus, como ichard Baxer enfaizava ão freqüenemene:

O quê? Falar com fieza como porta-voz de Deus, buscando a sal- vação dos homens? Podemos crer que os ouvintes serão convertidos ou condenados e, apesar disso, alar com um tom de sonolência?  Em nome de Deus, irmãos, esorcem-se para despertar seu próprio coração, antes de subirem ao púlpito, a fim de que sejam capazes de despertar o coração dos pecadores. Lembrem-se: eles têm de ser despertados ou condenados, e um pregador sonolento não acordará  pecadores que dormem. Embora você aça, com palavras, os mais

elevados louvores às coisas santas de Deus, você parecerá alguém que, por sua maneira de alar, está contradizendo o que acabou de afirmar sobre o assunto. Falar sobre as coisas sublimes (especial- mente, as mais sublimes) sem muita aeição ou ervor é um tipo de menosprezo dessas coisas. A maneira de alar, bem como as próprias  palavras, tem de mostrar com clareza as coisas sublimes.1

Nossa necessidade do Espírito

 A paixão, ou emoção, por si mesma, não pode realizar uma obra espi- riual. Iso é verdade aé quando falamos sobre a emoção que ransborda do coração de um crene piedoso. Embora seja uma emoção sanificada, ela ainda em um sabor humano e, por isso, não pode realizar a obra divina. Somene o Espírio de Deus pode realizar uma ransformação espiriual. Sem o oque do Espírio, a melhor pregação do mundo é nada. A men- sagem bíblica, por si mesma, ainda que seja correamene exposa, nada pode fazer por alguém. A verdade bíblica em de ser incuida no coração humano por meio do seu Auor divino. em de aconecer algo divino, para que o pregador fale com auoridade sobrenaural. Se isso não aconecer, os ouvines sempre receberão a Palavra de Deus como se fosse palavra de homens (ver 1 essalonicenses 1.5, 2.13).

Enão, como posso falar com urgência espiriual? Podemos aprender a falar com auoridade espiriual? Esas são as pergunas que agora emos de considerar.

Urgência Espiritual

Urgência Espiriual é o fruo de uma convicção simples. Quando esa convicção se apossa de um homem e o domina, ele não falhará nesa área. Qual é essa convicção? É a convicção de que eu tenho a verdade que homens e mulheres precisam ouvir.

 Você crê nisso? Crê nisso verdadeira e profundamene? Crê nisso não somene quando você prega evangelisicamene, mas ambém quando pre- ga aquelas mensagens chamadas de “mensagens dourinárias”? Se você crê, falará muio bem, pois a convicção é a mãe da verdadeira eloqüência.

Os pregadores descrios na Bíblia falavam com urgência espiriual. Eles se levanavam e enregavam sua mensagem, reconhecendo que pos- suíam a verdade que as pessoas de odos os lugares inham de levar em cona. Paulo e imóeo ecoaram as palavras do salmisa, quando disseram: “endo, porém, o mesmo espírio da fé, como esá escrio: Eu cri; por isso, é que alei. ambém nós cremos; por isso, ambém falamos” (2 Co 4.13). Pedro e João, revelando o coração de odos os apósolos, disseram anos anes: “Não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (A 4.20). Eles falavam com senimenos! A pregação deles era consrangedo- ra! Conforme aprendi quando esava no seminário eológico: “Aquele que só sabe falar, falará a pessoas que só sabem ouvir”.

 A parir do momeno que formos convencidos de que emos a verda- de que odos precisam ouvir, falaremos como homens fervorosos. Nossa mensagem será persuasiva, conforme o dizia Hywel Griffihs: “Somene o que vem do coração pode alcançar ao coração”. O om de voz, a expressão no roso e odo o nosso ser se combinarão para caivar a aenção do ouvin- e. A consciência dos ouvines lhes dirá que esão ouvindo a um homem que crê nas coisas que diz.

Pessoas de odos os lugares esão no perigo do fogo eerno. O impe- niene irá para o inferno, bem como odos aqueles que confessam serem crisãos mas não perseveram na fé. Nada, exceo a verdade, poderá livrá-los. Nada, exceo a verdade, os fará crescer na graça e conhecimeno de nosso Senhor Jesus Criso. E você em esa verdade! Se essa convicção ransbordar

em seu coração, você nunca deixará de desperar homens, mulheres, adoles- cenes e crianças que o ouvem, apesar de odas as imperfeições no coneúdo e apresenação de sua mensagem. Sua urgência se manifesará. Os pregado- res expressão esa urgência de maneiras diferenes, e um único pregador a expressará de maneiras variadas em ocasiões diferenes. Mas a sua urgência se manifesará. O espírio humano deeca a presença dessa urgência, e os ouvidos de nosso espírio começam a aenar à mensagem. Mas, precisamos observar, o espírio humano ambém deeca a ausência desa urgência e, nese caso, mergulha num sono de indiferença.

George Whiefield, o grande evangelisa do século XVIII, conhecia essa urgência espiriual. Quando as congregações educadas começavam a fazer ba- rulho e a sussurrar, ele baia o pé e lhes falava direamene, insisindo para que o ouvissem. Quando mulidões hosis recorriam a odas as áicas imagináveis para abafá-lo, ele erguia a voz, a fim de sobrepujá-los. Whiefield inha a ver- dade que eles precisavam ouvir para serem salvos! Não ficaria calado! De um modo ou de ouro, ele inroduziria sua mensagem nos ouvidos das mulidões! Sim, Whiefield lhes falava em palavras claras, usando figuras que eles pode- riam enender. Fazia aplicações adequadas aos seus ouvines. Mas, por rás de udo o que dizia, esava a inensa paixão que o impelia a coninuar e, com a  bênção do Espírio, levava à conversão de milhares e milhares de pessoas.

Emoção

Por que emos medo de emoções? Enquano forem direcionadas pela  verdade, e somente pela verdade, como podem ser perigosas? alvez, o pro-  blema eseja em nós? ememos ser chamados de loucos? (ver 2 Corínios 5.13)? Esamos resisindo ao espírio de nosso Senhor, expresso no zelo do salmisa: “O zelo da ua casa me consumiu” (Sl 69.9; cf. Jo 2.17)? Esamos nos disanciando do apósolo Paulo, cujo “espírio se revolava em face da ido- laria dominane na cidade” (A 17.16)? emos nos ornado ão hipócrias, que honramos homens como Daniel owland, mas esquecemos, convenien- emene, de que ele sempre pregava como alguém que esava “em fogo”?

 xava odos os seus ouvines consolados, aliviados e em paz. Esa era a razão por que as pessoas o amavam ano. A Palavra de Deus nos chama a rejeiar esse ipo de pregação. Ela nos exora a abandonar discursos suaves, que ran- qüilizam as pessoas com um falso senso de segurança ou iludem-nas com um profundo senso de saisfação pessoal. A Bíblia nos chama a pregar com convicção, fervor, energia e seriedade. Ela despreza oda pompa, exibição e falsa emoção, insruindo-nos a proclamar a verdade de Deus com senimen- os profundos, compaixão, ardor, vida e amor. Somos chamados a derrubar e edificar, ferir e curar, enrisecer e consolar, chorar, anelar, apelar e exorar. Não basa pregar a mensagem correa; precisamos estar na mensagem, in-  vesindo odo o nosso ser em sua proclamação.

Muios sermões hoje em dia são ão monóonos quano o reinir de um sino de funeral. O coneúdo é saisfaório, mas o coração do pregador não pode ser viso no sermão. Não há o risco de que ais pregadores se-  jam acusados de possuírem fogo esranho ou de fanaismo, pois não exise qualquer evidência de que alguma chama eseja ardendo em seu ínimo. Onde esão o zelo e os apelos cheios de paixão dos pregadores bíblicos? Onde esão as lágrimas dos apósolos e profeas? Quanos pregadores modernos podem dizer honesamene: “Não cessei de admoesar, com lágrimas, a cada um” (A 20.31)?

Procuremos ouvir um pregador evangélico caracerísico do século  XXI. O que parece moivá-lo é o desejo de maner seus ouvines ineres- sados, e não o desejo de ver o Deus vivo sendo glorificado na conversão e no crescimeno espiriual deles. Durane mais ou menos rina minuos, ele ece uma mensagem bíblica que é basane agradável aos ouvidos. Mas ela não pode, de maneira alguma, ser descria como o aconecimeno mais ines- quecível da semana. Não mexe com ninguém, nem emociona seus ouvines. udo o que podemos dizer sobre o sermão é que esava correo. Nenhu- ma consciência foi aormenada, ninguém quis clamar com gozo inenso. Muios dos programas de elevisão da semana foram infiniamene mais re- cordáveis do que esa explanação da verdade de Deus!

Que desgraça! Nós, que pregamos, emos de buscar a Deus, confessan- do-Lhe nossa exrema perversidade. Pensamenos sublimes não envolvem a

nossa mene por compleo. Muias vezes, pregamos a verdade de Deus com frieza e mediocridade. Vemos as pessoas perdidas, e as deixamos sem apelo à conversão, e não nos dedicamos à persuasão incessane. O nosso coração não em esado em udo o que fazemos. Comunicamos a mensagem sem se- riedade e, às vezes, com leviandade. Nosso coração esá endurecido. emos de admiir que o anigo pregador esava correo, ao dizer: “Viso que há an- a insensibilidade no púlpio, há muio mais nos bancos da igreja”. Agradeça a Deus por que em Criso há perdão para homens como nós!

Autoridade sobrenatural

 A auoridade sobrenaural é experimenada por pregadores dominados por uma convicção singular. Quando essa convicção se apossa de um ho- mem e governa odo o seu minisério, ele não deixa de conhecer esa bênção gloriosa. Qual é essa convicção? É a convicção de que a mensagem que eu pre-  go não pode azer nenhum bem a qualquer pessoa, se não estiver acompanhada

do Espírito de Deus.

Nenhuma mensagem pode fazer alguma coisa, se Deus não a abençoar. Podemos planar a semene, podemos regá-la, mas somene Deus pode dar- lhe vida (1 Co 3.6). Se pregarmos com fidelidade e não vermos conversões, qual é a explicação para isso? Se expusermos a Palavra e não presenciarmos a ransformação nos crenes por nossa mensagem, como poderemos jusificar isso? A resposa é sempre que Deus em reido o seu poder. Deus não fez o que somene Ele pode fazer.

Nenhuma obra espiriual pode ser realizada onde o Espírio de Deus não esiver agindo. A pregação sempre falhará, se Deus mesmo não agir por meio dela. Isaías enendeu isso: “Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do S�����?” (Is 53.1) As duas pergunas são, na reali- dade, apenas uma, e a segunda coném a resposa da primeira � se alguém realmene creu, isso aconeceu porque o braço do Senhor lhe foi revelado; mas, se alguém não creu, isso ocorreu porque o braço do Senhor não lhe foi revelado. Ninguém pode crer, se Deus não visiar o coração com grande poder. Nem mesmo a realização de milagres pode fazer com que pessoas

creiam (ver João 12.37-38). Algo em de ser realizado no íntimo das pessoas, e somene Deus pode fazer isso.

Nosso Senhor ensinou esa lição de modo basane claro. Foi uma lição que muios dos seus discípulos se recusaram a aceiar e, a parir do mo- meno que a ouviram, volaram para rás e deixaram de segui-Lo (Jo 6.66).  Aqueles que aceiaram a lição coninuaram com Ele. Haviam aprendido o segredo mais fundamenal do minisério crisão. As palavras exaas de nosso Senhor foram esas: “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o rouxer... ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido” (Jo 6.44, 65). Se Deus mesmo não agir, nada poderemos fazer para razer uma única pessoa a Criso. Precisamos ter a sua bênção quando pregamos.

ichard Cecil aprendeu esa lição bem cedo em seu minisério e se ornou um dos mais poderosos pregadores do Avivameno Evangélico, do século XVIII, na Inglaerra. Eis o seu esemunho:

Certa vez, disse a mim mesmo, na tolice do coração: “Que sermão  oi aquele que o apóstolo Pedro pregou, quando três mil pessoas se converteram de uma vez!” Que tipo de sermão? Um sermão como qualquer outro. Não tinha nada extraordinário. O eeito não oi pro- duzido pela eloqüência de Pedro, e sim pelo grande poder de Deus que acompanhou sua Palavra. É inútil ouvir um pastor após outro, ouvir um sermão após outro, se não rogarmos que o Espírito Santo acompanhe sua Palavra.2

Deus usa homens para levar avane sua causa, mas odo avanço deve ser aribuído a Ele. Como foi que aquelas primeiras esemunhas obiveram suces- so em Anioquia da Síria? “A mão do Senhor esava com eles, e muios, crendo, se convereram ao Senhor” (A 11.21). Por que Lídia foi a única converida naquela reunião de oração à beira do rio, em Filipos? “O Senhor lhe abriu o coração para aender às coisas que Paulo dizia” (A 16.14). Como podemos explicar a conversão imediaa de dezenas de genios e judeus em essalônica?

O nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção... Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é

que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com eeito, está operando eficazmente em vós, os que credes” (1 s 1.5, 2.13).

Com Deus, odas as coisas são possíveis. Sem Ele, nada é possível. Dois mil anos de hisória da igreja revelam que não basa ser um pregador cheio de alenos ou perfeiamene écnico, embora os dons e o rabalho árduo não devam ser rejeiados. Muios homens de dons modesos são usados por Deus para ransformar comunidades ineiras e, às vezes, nações. Em ceras ocasiões, uma simples senença conquisa os inimigos do evangelho, quando odos os argumenos falham. Às vezes, a Palavra vem com poder; às vezes, não. Porano, ao pregar, não devemos depender da qualidade de nossa pre- gação ou apresenação, embora esas coisas sejam imporanes. emos de confiar somene em Deus e jamais adoar qualquer abordagem que diminua nossa dependência dEle.

Paulo nos dá a abordagem correa, quando descreve o seu minisério em Corino:

 Eu, irmãos, quando ui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria.  Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este cruci-  ficado. E oi em faqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em lin-  guagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito

e de poder, para que a vossa é não se apoiasse em sabedoria huma- na, e sim no poder de Deus (1 Co 2.1-5).

Unção

Em 1961, deparei-me com um livro que, desde enão, enho lido uma  vez por ano. O livro chama-se  Power Trough Prayer (Poder Aravés da Oração), escrio por E. M. Bounds.3 Junamene com a Bíblia e o Breve Ca-

que qualquer ouro que já li. Enquano o lia, cheguei ao capíulo iniulado “Under he Dew of Heaven” (Sob o Orvalho do Céu). Ali, achei coisas que me assusaram. Esavam além da minha experiência. Eu não podia enender

No documento 76901372 Pregacao Pura e Simples Stuart Olyott (páginas 130-146)

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