E
m 1973, fiz minha primeira visia aos Esados Unidos. Durane essa visia, gasei vários dias com o pasor A. N. Marin, da Igreja Baisa riniy, em Monville, Esado de New Jersey. Um dos membros de sua igreja me deu um panfleo que apresenava dealhes sobre as pregações gravadas do pasor Mar- in, e havia ali um comenário que mudou minha vida para sempre. O panfleo dizia que os sermões do pasor Marin eram caracerizados por “exaidão exe- géica, coneúdo dourinário, esruura clara, ilusrações vívidas, aplicação penerane e urgência espiriual. Finalmene, eu inha uma lisa de avaliação dos ingredienes que consiuíam uma pregação excelene!Como você pode observar, embora eu enha acrescenado um capíulo sobre “Pregação Eficiene”, usei livremene essa lisa de avaliação, enquano escrevia ese livro. Enão, você poderia esperar que ese capíulo final se ini- ularia “Urgência Espiriual”. Mas ese não é o caso, e eis a explicação.
Em um capíulo, eu disse que reornaria ao assuno da paixão, emoção. Agora chegou o momeno para isso. Muio mais precisa ser dio a respeio
da necessidade de envolvimeno emocional, enquano pregamos. Escrevo ese livro na Inglaerra, no início do século XXI. Vivo em um empo em que muio em sido dio e escrio a respeio da pregação; e inúmeros cursos esão sendo organizados para ajudar os crenes a pregarem melhor. Mas não posso ocular minha convicção pessoal de que muio do que esá aconecen- do provavelmene arruinará a verdadeira pregação, em vez de resaurá-la.
A impressão que esá sendo ransmiida amplamene é a de que o pre- gador esá fazendo bem, se oferece uma explicação clara do exo bíblico e
o aplica às pessoas que o ouvem. Se o pregador ornou relevane e clara a sua exposição bíblica, cumpriu plenamene a sua responsabilidade. Ele não precisa fazer mais nada. A Palavra de Deus fará agora a sua obra singular.
Se esa idéia ganhar erreno e predominar, logo assisiremos ao funeral da verdadeira pregação. Seu corpo permanecerá (embora logo venha a apo- drecer), mas sua alma erá parido. Essa alma é consiuída de dois elemenos unidos de al modo que é impossível separá-los. “Urgência Espiriual” é um desses elemenos e se refere ao fao de que, ao ransmiir a Palavra de Deus, o pregador ransmie a sua própria alma � a mensagem esá revesida de paixão, seriedade, ineresse, preocupação, emoção, os quais esão oculos nos recessos da alma do pregador. O ouro elemeno é “Auoridade Sobre- naural”. Somene Deus pode revelar a Si mesmo, e, se o Espírio Sano não omar a mensagem e levá-la aos recessos ínimos dos ouvines � os reces- sos que nenhuma voz humana pode alcançar � a mensagem bíblica, ainda que seja bem apresenada, não poderá fazer coisa alguma.
Se o que esou dizendo lhe parece esranho, gosaria de pedir-lhe que pensasse sobre um bloco de aparamenos que esá sendo desruído por um incêndio. Ainda há um pouco de empo, enão você corre para denro do prédio, para avisar às pessoas que moram lá. O que você lhes cona é a verdade: o edifício esá realmene pegando fogo (exaidão exegéica). Você lhes diz que, se não saírem imediaamene, perecerão nas chamas (coneúdo dourinário). Você se expressa com clareza (esruura clara, ilusrações vívidas). Olha em seus olhos e fala com elas de modo pesso- al (aplicação penerane e pregação eficiene). Mas, o que aconecerá, se você fizer udo isso sem expressar urgência em seu om de voz ou em sua maneira de falar? O que aconecerá, se conar-lhes udo de um modo “in- diferene”? Você não lhes parecerá como um brincalhão? E que sucesso oberá com seus avisos?
Onde não há emoção, ali não há persuasão. Iso é verdadeiro no que se refere a ese mundo e muio mais verdadeiro na dimensão espiriual. A pregação sem senimenos não é pregação de maneira alguma. E não so- mene isso, é ambém um insulo a Deus, como ichard Baxer enfaizava ão freqüenemene:
O quê? Falar com fieza como porta-voz de Deus, buscando a sal- vação dos homens? Podemos crer que os ouvintes serão convertidos ou condenados e, apesar disso, alar com um tom de sonolência? Em nome de Deus, irmãos, esorcem-se para despertar seu próprio coração, antes de subirem ao púlpito, a fim de que sejam capazes de despertar o coração dos pecadores. Lembrem-se: eles têm de ser despertados ou condenados, e um pregador sonolento não acordará pecadores que dormem. Embora você aça, com palavras, os mais
elevados louvores às coisas santas de Deus, você parecerá alguém que, por sua maneira de alar, está contradizendo o que acabou de afirmar sobre o assunto. Falar sobre as coisas sublimes (especial- mente, as mais sublimes) sem muita aeição ou ervor é um tipo de menosprezo dessas coisas. A maneira de alar, bem como as próprias palavras, tem de mostrar com clareza as coisas sublimes.1
Nossa necessidade do Espírito
A paixão, ou emoção, por si mesma, não pode realizar uma obra espi- riual. Iso é verdade aé quando falamos sobre a emoção que ransborda do coração de um crene piedoso. Embora seja uma emoção sanificada, ela ainda em um sabor humano e, por isso, não pode realizar a obra divina. Somene o Espírio de Deus pode realizar uma ransformação espiriual. Sem o oque do Espírio, a melhor pregação do mundo é nada. A men- sagem bíblica, por si mesma, ainda que seja correamene exposa, nada pode fazer por alguém. A verdade bíblica em de ser incuida no coração humano por meio do seu Auor divino. em de aconecer algo divino, para que o pregador fale com auoridade sobrenaural. Se isso não aconecer, os ouvines sempre receberão a Palavra de Deus como se fosse palavra de homens (ver 1 essalonicenses 1.5, 2.13).
Enão, como posso falar com urgência espiriual? Podemos aprender a falar com auoridade espiriual? Esas são as pergunas que agora emos de considerar.
Urgência Espiritual
Urgência Espiriual é o fruo de uma convicção simples. Quando esa convicção se apossa de um homem e o domina, ele não falhará nesa área. Qual é essa convicção? É a convicção de que eu tenho a verdade que homens e mulheres precisam ouvir.
Você crê nisso? Crê nisso verdadeira e profundamene? Crê nisso não somene quando você prega evangelisicamene, mas ambém quando pre- ga aquelas mensagens chamadas de “mensagens dourinárias”? Se você crê, falará muio bem, pois a convicção é a mãe da verdadeira eloqüência.
Os pregadores descrios na Bíblia falavam com urgência espiriual. Eles se levanavam e enregavam sua mensagem, reconhecendo que pos- suíam a verdade que as pessoas de odos os lugares inham de levar em cona. Paulo e imóeo ecoaram as palavras do salmisa, quando disseram: “endo, porém, o mesmo espírio da fé, como esá escrio: Eu cri; por isso, é que alei. ambém nós cremos; por isso, ambém falamos” (2 Co 4.13). Pedro e João, revelando o coração de odos os apósolos, disseram anos anes: “Não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (A 4.20). Eles falavam com senimenos! A pregação deles era consrangedo- ra! Conforme aprendi quando esava no seminário eológico: “Aquele que só sabe falar, falará a pessoas que só sabem ouvir”.
A parir do momeno que formos convencidos de que emos a verda- de que odos precisam ouvir, falaremos como homens fervorosos. Nossa mensagem será persuasiva, conforme o dizia Hywel Griffihs: “Somene o que vem do coração pode alcançar ao coração”. O om de voz, a expressão no roso e odo o nosso ser se combinarão para caivar a aenção do ouvin- e. A consciência dos ouvines lhes dirá que esão ouvindo a um homem que crê nas coisas que diz.
Pessoas de odos os lugares esão no perigo do fogo eerno. O impe- niene irá para o inferno, bem como odos aqueles que confessam serem crisãos mas não perseveram na fé. Nada, exceo a verdade, poderá livrá-los. Nada, exceo a verdade, os fará crescer na graça e conhecimeno de nosso Senhor Jesus Criso. E você em esa verdade! Se essa convicção ransbordar
em seu coração, você nunca deixará de desperar homens, mulheres, adoles- cenes e crianças que o ouvem, apesar de odas as imperfeições no coneúdo e apresenação de sua mensagem. Sua urgência se manifesará. Os pregado- res expressão esa urgência de maneiras diferenes, e um único pregador a expressará de maneiras variadas em ocasiões diferenes. Mas a sua urgência se manifesará. O espírio humano deeca a presença dessa urgência, e os ouvidos de nosso espírio começam a aenar à mensagem. Mas, precisamos observar, o espírio humano ambém deeca a ausência desa urgência e, nese caso, mergulha num sono de indiferença.
George Whiefield, o grande evangelisa do século XVIII, conhecia essa urgência espiriual. Quando as congregações educadas começavam a fazer ba- rulho e a sussurrar, ele baia o pé e lhes falava direamene, insisindo para que o ouvissem. Quando mulidões hosis recorriam a odas as áicas imagináveis para abafá-lo, ele erguia a voz, a fim de sobrepujá-los. Whiefield inha a ver- dade que eles precisavam ouvir para serem salvos! Não ficaria calado! De um modo ou de ouro, ele inroduziria sua mensagem nos ouvidos das mulidões! Sim, Whiefield lhes falava em palavras claras, usando figuras que eles pode- riam enender. Fazia aplicações adequadas aos seus ouvines. Mas, por rás de udo o que dizia, esava a inensa paixão que o impelia a coninuar e, com a bênção do Espírio, levava à conversão de milhares e milhares de pessoas.
Emoção
Por que emos medo de emoções? Enquano forem direcionadas pela verdade, e somente pela verdade, como podem ser perigosas? alvez, o pro- blema eseja em nós? ememos ser chamados de loucos? (ver 2 Corínios 5.13)? Esamos resisindo ao espírio de nosso Senhor, expresso no zelo do salmisa: “O zelo da ua casa me consumiu” (Sl 69.9; cf. Jo 2.17)? Esamos nos disanciando do apósolo Paulo, cujo “espírio se revolava em face da ido- laria dominane na cidade” (A 17.16)? emos nos ornado ão hipócrias, que honramos homens como Daniel owland, mas esquecemos, convenien- emene, de que ele sempre pregava como alguém que esava “em fogo”?
xava odos os seus ouvines consolados, aliviados e em paz. Esa era a razão por que as pessoas o amavam ano. A Palavra de Deus nos chama a rejeiar esse ipo de pregação. Ela nos exora a abandonar discursos suaves, que ran- qüilizam as pessoas com um falso senso de segurança ou iludem-nas com um profundo senso de saisfação pessoal. A Bíblia nos chama a pregar com convicção, fervor, energia e seriedade. Ela despreza oda pompa, exibição e falsa emoção, insruindo-nos a proclamar a verdade de Deus com senimen- os profundos, compaixão, ardor, vida e amor. Somos chamados a derrubar e edificar, ferir e curar, enrisecer e consolar, chorar, anelar, apelar e exorar. Não basa pregar a mensagem correa; precisamos estar na mensagem, in- vesindo odo o nosso ser em sua proclamação.
Muios sermões hoje em dia são ão monóonos quano o reinir de um sino de funeral. O coneúdo é saisfaório, mas o coração do pregador não pode ser viso no sermão. Não há o risco de que ais pregadores se- jam acusados de possuírem fogo esranho ou de fanaismo, pois não exise qualquer evidência de que alguma chama eseja ardendo em seu ínimo. Onde esão o zelo e os apelos cheios de paixão dos pregadores bíblicos? Onde esão as lágrimas dos apósolos e profeas? Quanos pregadores modernos podem dizer honesamene: “Não cessei de admoesar, com lágrimas, a cada um” (A 20.31)?
Procuremos ouvir um pregador evangélico caracerísico do século XXI. O que parece moivá-lo é o desejo de maner seus ouvines ineres- sados, e não o desejo de ver o Deus vivo sendo glorificado na conversão e no crescimeno espiriual deles. Durane mais ou menos rina minuos, ele ece uma mensagem bíblica que é basane agradável aos ouvidos. Mas ela não pode, de maneira alguma, ser descria como o aconecimeno mais ines- quecível da semana. Não mexe com ninguém, nem emociona seus ouvines. udo o que podemos dizer sobre o sermão é que esava correo. Nenhu- ma consciência foi aormenada, ninguém quis clamar com gozo inenso. Muios dos programas de elevisão da semana foram infiniamene mais re- cordáveis do que esa explanação da verdade de Deus!
Que desgraça! Nós, que pregamos, emos de buscar a Deus, confessan- do-Lhe nossa exrema perversidade. Pensamenos sublimes não envolvem a
nossa mene por compleo. Muias vezes, pregamos a verdade de Deus com frieza e mediocridade. Vemos as pessoas perdidas, e as deixamos sem apelo à conversão, e não nos dedicamos à persuasão incessane. O nosso coração não em esado em udo o que fazemos. Comunicamos a mensagem sem se- riedade e, às vezes, com leviandade. Nosso coração esá endurecido. emos de admiir que o anigo pregador esava correo, ao dizer: “Viso que há an- a insensibilidade no púlpio, há muio mais nos bancos da igreja”. Agradeça a Deus por que em Criso há perdão para homens como nós!
Autoridade sobrenatural
A auoridade sobrenaural é experimenada por pregadores dominados por uma convicção singular. Quando essa convicção se apossa de um ho- mem e governa odo o seu minisério, ele não deixa de conhecer esa bênção gloriosa. Qual é essa convicção? É a convicção de que a mensagem que eu pre- go não pode azer nenhum bem a qualquer pessoa, se não estiver acompanhada
do Espírito de Deus.
Nenhuma mensagem pode fazer alguma coisa, se Deus não a abençoar. Podemos planar a semene, podemos regá-la, mas somene Deus pode dar- lhe vida (1 Co 3.6). Se pregarmos com fidelidade e não vermos conversões, qual é a explicação para isso? Se expusermos a Palavra e não presenciarmos a ransformação nos crenes por nossa mensagem, como poderemos jusificar isso? A resposa é sempre que Deus em reido o seu poder. Deus não fez o que somene Ele pode fazer.
Nenhuma obra espiriual pode ser realizada onde o Espírio de Deus não esiver agindo. A pregação sempre falhará, se Deus mesmo não agir por meio dela. Isaías enendeu isso: “Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do S�����?” (Is 53.1) As duas pergunas são, na reali- dade, apenas uma, e a segunda coném a resposa da primeira � se alguém realmene creu, isso aconeceu porque o braço do Senhor lhe foi revelado; mas, se alguém não creu, isso ocorreu porque o braço do Senhor não lhe foi revelado. Ninguém pode crer, se Deus não visiar o coração com grande poder. Nem mesmo a realização de milagres pode fazer com que pessoas
creiam (ver João 12.37-38). Algo em de ser realizado no íntimo das pessoas, e somene Deus pode fazer isso.
Nosso Senhor ensinou esa lição de modo basane claro. Foi uma lição que muios dos seus discípulos se recusaram a aceiar e, a parir do mo- meno que a ouviram, volaram para rás e deixaram de segui-Lo (Jo 6.66). Aqueles que aceiaram a lição coninuaram com Ele. Haviam aprendido o segredo mais fundamenal do minisério crisão. As palavras exaas de nosso Senhor foram esas: “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o rouxer... ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido” (Jo 6.44, 65). Se Deus mesmo não agir, nada poderemos fazer para razer uma única pessoa a Criso. Precisamos ter a sua bênção quando pregamos.
ichard Cecil aprendeu esa lição bem cedo em seu minisério e se ornou um dos mais poderosos pregadores do Avivameno Evangélico, do século XVIII, na Inglaerra. Eis o seu esemunho:
Certa vez, disse a mim mesmo, na tolice do coração: “Que sermão oi aquele que o apóstolo Pedro pregou, quando três mil pessoas se converteram de uma vez!” Que tipo de sermão? Um sermão como qualquer outro. Não tinha nada extraordinário. O eeito não oi pro- duzido pela eloqüência de Pedro, e sim pelo grande poder de Deus que acompanhou sua Palavra. É inútil ouvir um pastor após outro, ouvir um sermão após outro, se não rogarmos que o Espírito Santo acompanhe sua Palavra.2
Deus usa homens para levar avane sua causa, mas odo avanço deve ser aribuído a Ele. Como foi que aquelas primeiras esemunhas obiveram suces- so em Anioquia da Síria? “A mão do Senhor esava com eles, e muios, crendo, se convereram ao Senhor” (A 11.21). Por que Lídia foi a única converida naquela reunião de oração à beira do rio, em Filipos? “O Senhor lhe abriu o coração para aender às coisas que Paulo dizia” (A 16.14). Como podemos explicar a conversão imediaa de dezenas de genios e judeus em essalônica?
O nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção... Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é
que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com eeito, está operando eficazmente em vós, os que credes” (1 s 1.5, 2.13).
Com Deus, odas as coisas são possíveis. Sem Ele, nada é possível. Dois mil anos de hisória da igreja revelam que não basa ser um pregador cheio de alenos ou perfeiamene écnico, embora os dons e o rabalho árduo não devam ser rejeiados. Muios homens de dons modesos são usados por Deus para ransformar comunidades ineiras e, às vezes, nações. Em ceras ocasiões, uma simples senença conquisa os inimigos do evangelho, quando odos os argumenos falham. Às vezes, a Palavra vem com poder; às vezes, não. Porano, ao pregar, não devemos depender da qualidade de nossa pre- gação ou apresenação, embora esas coisas sejam imporanes. emos de confiar somene em Deus e jamais adoar qualquer abordagem que diminua nossa dependência dEle.
Paulo nos dá a abordagem correa, quando descreve o seu minisério em Corino:
Eu, irmãos, quando ui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este cruci- ficado. E oi em faqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em lin- guagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito
e de poder, para que a vossa é não se apoiasse em sabedoria huma- na, e sim no poder de Deus (1 Co 2.1-5).
Unção
Em 1961, deparei-me com um livro que, desde enão, enho lido uma vez por ano. O livro chama-se Power Trough Prayer (Poder Aravés da Oração), escrio por E. M. Bounds.3 Junamene com a Bíblia e o Breve Ca-
que qualquer ouro que já li. Enquano o lia, cheguei ao capíulo iniulado “Under he Dew of Heaven” (Sob o Orvalho do Céu). Ali, achei coisas que me assusaram. Esavam além da minha experiência. Eu não podia enender