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CONCLUSÕES

No documento Gabriela do Valle Alvarenga (páginas 67-77)

representa uma área de limite setentrional da distribuição da espécie, que conta com alto número de registros na região pantaneira do Mato Grosso do Sul, e espécimes registrados esporadicamente no Pantanal do Mato Grosso (Campbell & Lamar 2004, Silva Jr. et al. 2016). Os registros do acervo da CHUFMT para região a estudada (localidades de Poconé e Nossa Senhora do Livramento) não sugerem, a princípio, maior abundância de Micrurus tricolor (cinco exemplares) em relação aos seus mímicos simpátricos, Erythrolamprus aesculapii (cinco exemplares) e Oxyrhopus trigeminus (15 exemplares), mas as limitações de dados de acervos, aleatórios e sem qualquer uniformidade de esforço, impedem especulações mais profundas. Estudos ecológicos voltados a estimar a abundância das espécies de serpentes de maneira direcionada na região de Poconé podem contribuir na elucidação desta questão.

Esforços neste sentido devem ser encorajados, principalmente para efeitos de comparação com aqueles de áreas livres do regime de cheias, onde o fenômeno do mimetismo em cobras-corais recebe sustentação pelo maioria dos experimentos utilizando réplicas de massa de modelar.

- Por concentrar presas e predadores em áreas restritas, os ciclos de inundação no Pantanal devem favorecer os encontros entre cobras-corais e predadores potenciais.

Neste contexto, predadores menos seletivos podem predar indistintamente cobras-corais verdadeiras e falsas, não favorecendo o estabelecimento de complexos miméticos, ao contrário do que acontece em outros tipos de paisagens conforme estudos anteriores.

- Partindo da premissa que o estabelecimento de complexos miméticos requer maior abundância do modelo tóxico em relação aos mímicos, a compreensão da alta incidência de ataques às réplicas do modelo tóxico na região do Pantanal depende de conhecer as relações de abundância entre a espécie venenosa presente na área (Micrurus tricolor) e seus respectivos mímicos (Erythrolamprus aesculapii e Oxyrhopus trigeminus), identificando áreas de alopatria e simpatria.

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