• Nenhum resultado encontrado

Conheç a sua maior fonte de poder: a mente

No documento A-Vida-Inteligente - LIVRO ÓTIMO (páginas 122-127)

Já tivemos oportunidade de constatar que os desejos fortes que colocamos na mente em algumas ocasiões, acabaram se transformando em realidade mais tarde. Na época não ligamos uma coisa à outra, porém, após adquirir algum conhecimento a respeito e fazer uma retrospectiva, foi possível estabelecer a nítida relação entre os fatos.

Uma forma de verificarmos o poder da mente pode ser fazendo a experiência de se programar para acordar a certa hora, sem qualquer outro meio senão a própria mente. De fato, se repetirmos algumas vezes que precisamos acordar a tal hora, quando essa hora chegar, acordaremos. Se considerarmos

que a nossa mente não está conectada a nenhum relógio, ficaremos realmente intrigados com esse fato. Uma das explicações está no fato de que o subconsciente, como veremos mais adiante, funciona ininterruptamente, isto é, ele permanece “acordado” enquanto dormimos.

Diante de tais evidências, como podemos duvidar do poder da mente? Na verdade, sabemos muito pouco desse poder. Mas certamente é a grande força

que ainda está por ser descoberta e explorada.

O propósito deste estudo não é explorar o sistema mental sob o ponto de vista neurológico, mas discutir a mecânica da interação mente consciente e mente inconsciente ou subconsciente.

O consciente é a parte do nosso cérebro sobre a qual temos total controle. Opera com noções de tempo e espaço (pensamentos). É diretamente responsável pelo nosso poder de auto-sugestão ao subconsciente, influenciando assim os programas mentais que regem nossos atos, determinando

o que fazemos e porque fazemos. É a “porta de entrada” dos fatos em nossa mente. Daí vermos a tamanha importância de selecionar os pensamentos com que ocupamos nosso cérebro. Ao pensarmos em coisas po- sitivas (ou captá-las do ambiente), passaremos sugestões construtivas ao subconsciente, que, por sua vez, criará programas que trabalham a nosso favor. O mesmo

O subconsciente funciona

ininterruptamente ; ele permanece “acordado”

enquanto dormimos.

processo ocorrerá ao pensarmos ou captarmos coisas negativas, passando sugestões destrutivas ao subconsciente, só que criando programas que trabalham contra nós, pois o subconsciente não distingue entre o positivo e o negativo.

A mente consciente pode julgar o que é bom ou ruim, negativo ou positivo, construtivo ou destrutivo e, uma vez ciente da importância de tal julgamento, é capaz de escolher entre um ou outro, já que o esforço será o mesmo. Com isso, entendemos porque somos donos de nosso destino, podendo mudá-lo se necessário.

O subconsciente é a parte da mente que processa os pensamentos conforme é programada pela parte consciente. O subconsciente não tem noção de tempo e espaço, não diferencia realidade vivida ou imaginária (pode-se, então, imaginar estar doente e realmente ficar), nem a informação correta da incorreta. Segue regras específicas que funcionam igualmente em todos os indivíduos. Tais regras explicam por que e como nos programamos e agimos de determinada forma.

Além disso, o subconsciente é um campo da mente em que cada impulso de pensamento que alcança o consciente, por qualquer dos cinco sentidos, é classificado e arquivado e do qual se podem consultar ou retirar impressões,

como cartas de um fichário.

ciente qualquer plano, pensamento ou propósito que deseje tornar realidade, através do poder da auto-sugestão, que o seu subconsciente acabará trabalhando

▲ ▲

Como o subconsciente funciona constantemente, quer você queira ou não, quer esteja você dormindo ou acordado, precisamos carregá-lo de informações positivas para podermos usá-lo melhor.

O consciente e o subconsciente estão colocados no sistema mental de tal modo que os registros das impressões ocorrem nesta direção:

Sentido s Conscient e Subconsciente Po r seu lado , o resultad o da programaçã o ocorr e na direçã o

inversa: Sentido s Conscient e Subconsciente

Às vezes, devido à rapidez com que a mensagem é passada, ela escapa ao controle do consciente e vai diretamente ao subconsciente. Esse tipo de mensagem é chamada de subliminar e tem o poder de programar nossa mente sem nos darmos conta disso.

O consciente é a parte da mente ligada aos sentidos. Funciona como receptor e emissor de estímulos. Faz a triagem do que deve passar dos sentidos para o subconsciente e, deste, para os sentidos. O consciente é, portanto, o “porteiro” do subconsciente. Se ele não é muito alerta ou se não está de- vidamente treinado, deixa passar para o subconsciente coisas que não deviam passar, isto é, as coisas desfavoráveis à pessoa e que depois, mediante ordens do subconsciente, levarão a pessoa a agir de modo que não lhe interessa.

O subconsciente é o depósito, o arquivo das impressões levadas pelo consciente. Nem tudo que se passa no consciente fica “arquivado” no subconsciente. Isso depende da intensidade e da força com que o consciente trabalha. Para ficar “arquivado” no subconsciente, este precisa ser impressiona- do através da força e da intensidade com que o consciente trabalhar.

Assim, o subconsciente estimula o consciente a agir. Recupera impres- sões e as passa para o consciente. Quando a impressão envolve um desejo forte, aciona forças superiores para buscar soluções e leva o consciente a captá-las.

Tudo isso se passa sem que a pessoa perceba no nível consciente.

•Limitaçã o de temp o e espaço •Cinco sen tido s

• Filtra as sugestões •Aliment a o subconsciente

•Se m limite s de temp o e espaço •Númer o ilimitad o ou

desconhecid o de “sentidos”

• Aceita todas as sugestões que lhe são enviada s (positiva s ou negativas), sem filtrá-las

• Grava e executa todas as sugestõe s qu e sã o fortemente fixada s atravé s da repetiçã o ou da emoçã o qu e a

Como se sabe, uma vez impressionado, o subconsciente vai buscar formas de dar uma resposta e nos conduzirá para essas respostas. Portanto, todo cuidado é pouco com o que você deixa passar para o subconsciente. Quando se diz que “Deus dá o frio conforme o cobertor” ou que “o frio é psicológico”, se quer dizer que as coisas poderão ser mais ou menos ruins, conforme o modo que as encararmos.

No documento A-Vida-Inteligente - LIVRO ÓTIMO (páginas 122-127)