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MUSEUM ACCESSIBILITY: development poetic mediation for deaf people

José Vinícius de Melo Scheffer1 Curso de Licenciatura em Artes Visuais – CLAV/IFCE

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Resumo

O presente trabalha traz a concepção da mediação poética aplicada sobre a ótica da acessibilidade através da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, tornando uma mediação poética em LIBRAS um método utilizado pelo Arte-educador na mediação com alunos surdos do ensino médio. As questões trabalhadas foram estabelecidas na produção de um material de apoio que se constituiu a partir da observação da sinalização em LIBRAS de espaços da cidade na qual havia alguma escultura do artista Sérvulo Esmeraldo, homenageado na exposição em cartaz no museu. Palavras – Chave: Mediação Poética; LIBRAS; Museologia.

Abstract

The present work brings the conception of poetic mediation applied on the optics of accessibility through the Brazilian Sign Language - LIBRAS, making a poetic mediation in LIBRAS a method used by art educator in mediation with deaf high school students. The pertinent questions were established in the production of a support material that was constituted from the observation of signs in LIBRAS of city spaces in which there was some sculpture by artist Sérvulo Esmeraldo, honored in the exhibition.

Keywords: Poetic Mediation; LIBRAS; Museology.

1Autor: José Vinícius de Melo Scheffer. Licenciado em Artes Visuais pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – IFCE Campus Fortaleza. Pesquisador de Iniciação Cientifica vinculado à linha de Práticas Educativas do IRIS – Grupo de Estudo da Formação de Professores de Artes Visuais /CNPq. Assistente de Coordenação e Arte Educador do Museu de Arte Contemporânea do Ceará – MAC.CE do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - CDMAC. E-mail: [email protected]

Introdução

Este trabalho é sobre o processo de mediação museal para alunos surdos através da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, na qual analisaremos os processos de mediação poética de alunos específicos do ensino médio de uma escola de Fortaleza na visita ao museu.

O tema surge da necessidade encontrada pelo autor nos percursos profissionais inseridos na educação informal pelo qual o autor vivenciou durante sua trajetória enquanto arte - educador. Compreendendo as problemáticas de ensino que se relacionam com o processo de ensino – aprendizagem de surdos, a principal demanda se tem pelo processo de acessibilidade em espaços culturais, do qual o trabalho tem como objetivo geral.

Será analisado o Museu de Arte Contemporânea do Ceará – MAC.CE2 na área do setor Educativo através do projeto intitulado de Museu Acessível, com essa oportunidade, vindas do estágio remunerado que a empresa proporciona, compreendemos no primeiro momento como é importante para os alunos surdos o contato com a Língua de Sinais Brasileira – LIBRAS, nesse contexto, foi possível aplicar uma metodologia de mediação utilizando a sinalização em LIBRAS e a utilização da Escrita da Língua de Sinais.

A metodologia utilizada se baseia na abordagem qualitativa de pesquisa com ferramentas de diário de bordo e pesquisa ação que compreendemos na utilização de anotações e imersão do pesquisador no cotidiano dos alunos transformando não somente as atitudes do alunado como também do profissional que está em constante mudança e adaptação no modo de fazer.

A relevância da pesquisa está direcionada a comunidade surda, principalmente a crianças e jovens surdas que necessitam de um amparo acessível no seu processo de aquisição Cultural, demonstrado por pesquisa que a criança e jovens surdos precisam estar em contato direto com a cultura, com adultos que utilizam a língua de sinais e com colegas que possam interagir.

1. Fundamentação teórica

O processo de mediação museal encontrando na maioria dos museus de arte se estabelece a partir das desmamadas da exposição que estão em amostra nas salas expositivas. Normalmente, essas ações de mediação são elaboradas pelo setor educativo na busca do dialogo do público com as obras expostas, na atualidade a maior preocupação dos setores educativos, núcleo de ações educativas ou gestão de educação são de tornar acessíveis os espaços ou as mediações para o maior número de público possível. Essas questões partem de normativas como a lei Nº 13.146, de 6 de julho de 2015, Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) que no capítulo IX - do direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer no seu art. 42 diz:

2 O Museu de Arte Contemporânea do Ceará – MAC.CE foi inaugurado em 1999 junto com o espaço que o comporto conhecido como Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – CDMAC que abriga também o Museu de Cultura Cearense – MCC, um planetário, duas salas de cinema, um teatro e dois anfiteatros além de outros espaços, tudo gerenciado pelo Instituto Dragão do Mar – IDM e vinculado a Secretária de Cultura do Ceará – SECULTCE.

“A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos (BRASIL, 2015).”

A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - LBI conquistada pelas pessoas com deficiência, somada a demanda do Plano Nacional Setorial de Museus 2010/2020 - IBRAM que traz a diretriz de “Garantir a acessibilidade física, social, informacional e estética de todos os tipos de público aos museus de arte...”, orienta o projeto de acessibilidade implantado no Museu de Arte Contemporânea do Ceará intitulado de “Museu Acessível”, que funciona em três linhas a) Formação; b) Troca de Experiências; c) Acessibilidade Museal. Para a compreensão das demandas das pessoas com deficiência, o museu no eixo “Troca de Experiência” aproveitou a Primavera de Museus 2018, uma ação proporcionada pelo Instituto Brasileiro de Museus - IBRAM que em 2018 aconteceu de 17 a 23 de setembro com o tema “Celebrando a educação em Museus”, para articular o Fórum sobre Cultura Surda, Acessibilidade em Museu e Educação3, desse fórum, foi percebida questão levantada sobre a área da surdez, comunidade e identidade surda.

Recentemente, a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS foi reconhecida como língua materna dos Surdos, através da Lei Nº 10.436 de 24 de abril de 2002, o que proporcionou aos mesmos um reconhecimento perante a sociedade. O Decreto Federal n° 5626, de 22 de dezembro de 2005, estabelece que os alunos com deficiência auditiva tenha direito a educação da língua brasileira de sinais (Libras) e a língua portuguesa como sua segunda língua; logo as crianças devem ter acesso à língua materna o mais cedo possível. Esse processo de ensino caracteriza-se como bilinguismo, onde “o conceito mais importante que a filosofia bilíngue traz é de que os surdos formam uma comunidade, com cultura e língua próprias.” (GOLDFELD, 1997, p.43).

A mediação cultural, nos museus de arte, é considerada a atividade mais importante empregada ao Arte – educador, sendo planejada, pesquisada e aplicada por conceitos de mediação cultural que:

“... pode ser entendida como trabalho de aproximação entre sujeitos e os produtos e artefatos culturais, tais como obras de arte, livros, exposições, espetáculos e o acesso aos espaços culturais, tendo como figura-chave o mediador que promove essa transação entre o processo de produção, difusão e apropriação...” (PAULA, 2012, p. 58).

Atualmente, alinhada as funções do educador no museu, percebido como mediador no processo atribuído por muitos núcleos educativos, busca-se a prática da visita-descoberta que se compreende como:

3O Fórum sobre Cultura Surda, Acessibilidade em Museus e Educação que ocorreu no mês em que é celebrado o Orgulho Surdo, conhecido pela comunidade surda como Setembro Azul. Nesse encontro, marcado para dia 22 de setembro de 2018, será apresentado o que é Museu de Arte Contemporânea do Ceará - MAC/CE, como o museu tem pensado a acessibilidade para pessoas com deficiência e seu projeto de ações educativas. Esperamos que nessa ocasião se construam debates e proposições de pessoas surdas, com deficiência, pesquisadores, professores e interessados na área para as políticas de acessibilidade do MAC/CE.

“Na visita-descoberta, atividades ou jogos são propostos dentro do espaço expositivo. Ela possibilita a descoberta de novos elementos e olhares para um determinado conteúdo exposto. É o tipo de visita mais interativa, pois depende quase que exclusivamente do visitante para ser realizada.” (MARANDINO, 2018, p. 23).

Ressaltamos, que a experiências de educação em museu se dão no campo da educação não formal conceituada como:

“Educação não formal: qualquer atividade organizada fora do sistema formal de educação, operando separadamente ou como parte de uma atividade mais ampla, que pretende servir a clientes previamente identificados como aprendizes e que possui objetivos de aprendizagem.” (MARANDINO, 2017).

As questões citadas permeiam a formação de Arte - educadores, que devem ter no processo formativo a compressão de aspectos de pesquisa, de educação e artísticos que remete a uma postura de atuação baseada na a/r/tografia:

“A a/r/tografia é uma forma de representação que privilegia tanto texto (escrito) quanto a imagem (visual) quando eles se encontram em momento de mestiçagem ou hibridização. A/R/T é uma metáfora para: Artist (artista), Reserch (pesquisador) e teacher (professor) e graph (grafia: escrit/representação). Na a/r/tografia saber, fazer e realizar se fundem. Elas se fundem e se despeçam criando uma linguagem mestiça híbrida. Linguagem das fronteiras da auto e etnografia e de gêneros. A Artógrafo, o praticante da artografia, integra esses múltiplos e flexíveis papéis na sua vida profissional. Não está interessada em identidade, só papéis temporais. Vive em um mundo de intervalos tempo/espaço, em espaços liminares, terceiros espaços, entre- lugares. Buscar vários espaço desde aqueles que nem são isso nem aquilo e também aqueles que são isso e aquilo ao mesmo tempo. Buscar o diálogo, mediação e conversação.” ( DIAS e IRWIN, 2013, p. 25).

Essa proposta de atuação do Arte-educador no museu possibilita a ampliação das ações educativas, resultando em propostas como as Mediações Poéticas que é o conjunto dos processos de mediação cultural e da prática em poéticas visuais, compreendendo a poiética como “uma teoria filosófica da criação artística” (PASSERON apud GONÇALVES, 2009, p.142). Nesse sentido, o visitante produz um material, baseado na técnica, na poética e na experimentação relacionada aos trabalhos contextualizados na mediação. Essa mediação propõe sempre à aplicabilidade de uma produção poética ou um dispositivo que torne a mediação e a exposição mais relacional possibilitando a compressão prática/técnica das obras além de uma assimilação dos trabalhos com o pressuposto cultural do visitante.

Nesse processo, é importante a compressão do Arte – educador enquanto artista/professor/pesquisador visto que na prática estará exercendo as três funções enquanto mediador (teacher), pesquisador das ações e obras (reserch) e da produção poética junto aos visitantes (artist) além de colocar suas ações em escritos e registros como relatórios e avaliações.

2. Metodologia

Para essas atividades, tivemos algumas orientações vinda da proposta do programa educativo das exposições do 6º Prêmio Marcantonio Vilaça CNI SESI SENAI4, que trouxe para Fortaleza uma mostra itinerante com duas exposições e um artista homenageado, Sérvulo Esmeraldo, que é um artista local e:

“Além da produção cinética e concreta, Sérvulo Esmeraldo também foi autor de uma série de esculturas públicas que marcam cenários como a Beira Mar, de Fortaleza. Sempre geométrico, ele dizia que o círculo, o quadrado e o triângulo eram as bases dos trabalhos. “Esses três elementos estão presentes na maioria dos meus trabalhos, eles ganham um certo encaixe que se une, seria a imagem primeira do meu trabalho”, explicava.” (MACIEL, 2017)

Para o planejamento, as escolas tinham o compromisso de ficar 1h20min em cada museu para a realização das atividades, já que havia a ocupação de dois museus da cidade e a disponibilidade de ônibus para os translado, o Museu da Indústria e o Museu de Arte Contemporânea do Ceará, esse segundo sendo o lócus das ações aplicadas da pesquisa. As mediações eram previamente agendadas com as escolas, esse fator possibilitou ao arte-educador pesquisar a respeito do sujeito e do dispositivo que iriam aplicar à visita, além de haver tempo hábil para a parte prática, da produção contextualizada com os trabalhos vistos.

A proposta de mediação poética se desenvolveu com alunos surdos do ensino médio do Instituto Filippo Smaldone5, para essa mediação poética em LIBRAS, foi proposto um material pedagógico de apoio que constituía a relação dos sinais em LIBRAS de espaços da cidade baseadas nas obras do artista homenageado Sérvulo Esmeraldo e escrita com a Escrita da Língua de Sinais.

A Escrita de Sinais vem como suporte para a aprendizagem de conteúdos, visando a aproximação com a LIBRAS e com o ensino bilíngue, sendo assim melhorando o processo de aprendizagem como bem observa Stumpf:

“Quando as crianças conseguem aprender uma escrita que é representação da sua língua natural têm oportunidade de melhorar todo seu desenvolvimento cognitivo... depois que as crianças aprendem os símbolos da escrita da língua de sinais, aparecem muitas ideias e variações na sua escrita, pois cada um está à vontade para expressar seus pensamentos, sem a insegurança de tentar encontrar a palavra da língua oral, que procura, e não

4 “O Prêmio Marcantonio Vilaça, uma iniciativa da indústria brasileira, é considerado uma das mais tradicionais premiações de arte do país e completa 15 anos em 2019. Em seis edições, 30 artistas e três curadores foram contemplados com bolsas para produção de trabalhos, que percorreram todo o Brasil em mostras itinerantes. A cada edição, o prêmio contempla cinco artistas, que, além da bolsa, têm sua produção acompanhada por um crítico ou curador de arte. Exposições itinerantes com obras dos artistas premiados percorrem capitais de diferentes regiões do país. Em paralelo ao Prêmio, a CNI, o SESI e o SENAI realizam o Projeto Arte e Indústria, que presta homenagem a artistas cujos processos de criação estão relacionados à produção industrial. Ao longo de suas três edições, foram homenageados os artistas brasileiros Abraham Palatnik, Amélia Toledo e Sérvulo Esmeraldo.”

5 “O Instituto Filippo Smaldone foi fundado em 1988, essa instituição filantrópica e pública abrange a cidade de Fortaleza e municípios vizinhos e tem como objetivo oferecer um atendimento educacional e de reabilitação a crianças e adolescentes com deficiência auditiva, através de parcerias e convênios com a Prefeitura Municipal de Fortaleza, a Secretaria de Educação e outras instituições privadas, oferecendo atividades pedagógicas, dança rítmica, fonoaudiologia, ensino de Libras e apoio psicossocial à família do indivíduo com surdez.”

encontra, quando encontra não sabe bem se era aquela a palavra certa.” (STUMPF, 2005, p.44)

A experiência de mediação poética, realizada com o suporte desenvolvido para a mediação, possibilitou a assimilação dos estudantes com as obras vistas na cidade e com o artista, visto que, muitos alunos não conhecem a historia dos bairros da cidade, porém, acabam refletindo sobre a criação do sinal dado ao bairro ou espaço pela visualidade, atribuídas ao monumento ou obra, tornando-se um sinal iconográfico.

Fotografia 1 – Mediação Poética com alunos surdos

Fonte: Registro do autor

O processo da mediação poética, parte então, da compressão da cultural visual do visitante, possibilitando ao visitante se tornar protagonista na mediação, produzindo algum material relacionado aos trabalhos expostos. Nesse caso, como o educador é professor do grupo visitante, a parte prática que normalmente é realizada no museu, se desenvolveu em sala de aula.

Figura 1: Ilustração do material de apoio com a Escrita de Sinais

Fonte: Autoria própria

3. Considerações finais

A compreensão de educador em museus se faz necessária pela devida importância de seu papel, da formação e de pesquisas no campo da educação em museus valorizando o trabalho e aperfeiçoando metodologias e mediações.

Para isso, foi percebido que formação inicial e continuada para educadores de museu são necessárias, o espaço museal, também deve estar alinhada com pesquisas e inovações da área museológica e educacional.

Projetos e programas de acessibilidade podem estar envolvidos no setor educativo, mas devem também se ater a politica e regulamento do museu, pensando em acessibilidade desde a estrutura física do espaço até os processos de expografia e curadoria, mantendo assim, uma cultura de inclusão que se permeara entre todos os setores do museu. Ofertar processos de formação sobre acessibilidade, incluindo artistas e produtores culturais são de suma importância nesse desenvolvimento.

Criar redes e possibilitar trocas de experiências sobre acessibilidade, museologia e educação é oportunidades que os museus podem proporcionar para a comunidade e visitantes e estão previstas no plano nacional setorial de museus – 2010/2020.

Processos de mediação para surdos devem se planejados com respeito e pesquisa a construção da língua e cultural do sujeito, na grande maioria, as mediações são interpretadas por um profissional de tradução da língua de sinais brasileira, esse fato ocorre, devido a alguns museus não conseguirem ter em seu quadro de funcionários um educador surdo ou sinalizante, esse fato, acaba por gerar uma mediação traduzida, que pode acarretar em o interprete não ter referencial tradutório para o assunto ou o desconforto do educador com a mediação sendo traduzida, querendo resumir ou facilitar para melhorar a compreensão dos Surdos.

Esses fatos devem ser evitados, contratando profissionais da tradução com experiência no assunto ou dando ao profissional recurso antes da mediação. A formação do educador sobre a cultura surda, LIBRAS e o sujeito surdo, compreendo como pode ser realizada essa mediação interpretada para a língua de sinais.

Referências

BRASIL. Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe Sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá Outras Providências. Brasília, DF, jul 2002.

BRASIL. Lei n. 13.146, de 6 de julho de 2015, Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Brasília, DF, jul 2015.

BRASIL. MINISTÉRIO DA CULTURA, INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS - MinC/IBRAM. Plano Nacional Setorial de Museus - 2010/2020 (2010: Brasília – DF). Disponível em:

<http://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2012/03/PSNM-Versao-Web.pdf>. Acesso em:

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CNI SESI SENAI. Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas. Brasília – DF.

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http://www.portaldaindustria.com.br/sesi/canais/premio-marcantonio-vilaca-home/6-edicao-20172018/> Acesso em: 24 jul. 2019.

DIAS, Belidson, IRWIN, Rita L. (orgs). Pesquisa educacional baseada em arte: A/r/tografia. UFSM: Santa Maria, 2013.

GOLDFELD, M. Breve relato da educação de surdos. In _____. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, 1997. p. 24- 43

MACIEL, Nahima. Artista plástico Sérvulo Esmeraldo deixa como legado obra com invenções.

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<https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e

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legado-obra-com-invencoe.shtml> Acesso em: 24 jul. 2019.

MARANDINO, Marta (Org.). Educação em museus: a mediação em foco. São Paulo: Geenf / FEUSP, 2008.

MARANDINO, Martha. Faz sentido ainda propor a separação entre os termos educação formal, não formal e informal? Ciênc. educ. (Bauru) vol.23 no.4 Bauru Oct./Dec. 2017

PASSERON, René. “A poiética em questão”. In: Porto Arte, Porto Alegre: Instituto de Artes/ UFRGS, v.13 n.21, jul. 2004.

PAULA, Thais Regina Franciscon de. A mediação em museus: um estudo do projeto “Veja com as mãos” / Thais Regina Franciscon de Paula. – Marília, 2012

SMALDONE. Instituto Filippo. Fortaleza – CE

Audiolivro na remição de pena pela leitura: um estudo com