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Poliedros de padrão

No documento TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO B (páginas 52-58)

s poliedros de padrão cinco polígonos regulares dispostos

, um p-ágono

Para este tipo de padrão triângulo, pois se não o tivermos

βl+ βm+ β

Podemos assim assumir

Faces em torno de um triângulol, em um p Icosidodecaedro

Poliedros de padrão

de padrão k.l dispostos ao redor

ágono e um q- Para este tipo de padrão,

tivermos,

βp+ βq  5

assumir k = 3.

Faces em torno de um triângulol, em um p

Icosidodecaedro – poliedro de padrão 3.

de padrão k.n.m.p.q

k.l.m.p.q são

ao redor de cada vértice: -ágono.

k.l.m.p.q, devemos

∙ 90°  450

= 3.

Faces em torno de um triângulol, em um p

poliedro de padrão 3.

k.n.m.p.q

são aqueles ada vértice: um devemos ter 450°

Faces em torno de um triângulol, em um poliedro de padrão 3 poliedro de padrão 3.5.3.5

s nos quais um k-ágono, um

ter pelo menos

101 oliedro de padrão 3.l is temos ágono, um l- pelo menos um 101 .l.m.p.q

53

Observando a figura, vemos que no vértice B temos a configuração 3.l.m.p.q. Um triângulo, um polígono de l lados, outro de m lados, um quarto de p lados e um quinto polígono de q lados; no vértice B também temos a configuração de vértice 3.l.m.p.q, ou seja, um triângulo, um polígono de l lados, outro de m lados, um quarto de p lados e um quinto polígono de q lados se encontrando, e no vértice A temos um triângulo, um polígono de l lados, outro de ? lados, um quarto de # lados e um quinto polígono de l lados.

Logo, temos que l = q.

Portanto, temos que poliedro de padrão 3.l.m.p.q ocorre somente se l = q, ou seja, o poliedro tem um padrão 3.l.m.p.l. Mas precisamos de outro triângulo, pois caso contrário, teremos um mínimo de outros quatro ângulos retos em torno de um vértice.

Então podemos assumir que l (ou m) = 3, assim:

3∙ β3+ βm+ βp < 360° ⇒ βm+ βp < 360° − 180° ⇒ (102)

⇒ β+ βI < 180°

⇒ β= 60° e βp = 90° ou βm= 60° e βp = 108° Portanto, 3.l.m.p.l = 3.3.3.4.3 ou 3.l.m.p.l = 3.3.3.5.3

1. Para k = l = m = 3 e p = 4, devemos ter k.l.m.p.l = 3.3.3.4.3

Seja V o número de vértices, A o número de arestas e F o número de faces do poliedro.

Seja F3 o número de faces triangulares e seja F4 o número de faces quadradas deste poliedro. Temos então que o número total de faces é dado por:

F = F3 + F4

Percorrendo todas as faces do poliedro, contando o número de arestas em cada uma destas faces e somando todos os valores encontrados, obtemos 3F3 + 4F4 .

Porém, ao procedermos desta maneira, contamos duas vezes cada aresta do poliedro, pois cada aresta é comum a duas faces. Assim temos que

3F3 + 4F4 = 2A

Sabemos que em cada vértice do poliedro temos cinco extremidades de arestas adjacentes ao vértice. Então, o número total de extremidades de arestas é igual a 5V.

No entanto, cada aresta do poliedro tem duas extremidades, logo o número total de extremidades de arestas é 2A.

Portanto, 5V = 2A (103) Como temos quatro triângulos e um quadrado adjacentes a cada vértice do poliedro, a soma dos ângulos planos do poliedro adjacentes a cada vértice é igual a 4∙ 60° + 90° = 330°.

Logo, a soma dos ângulos planos do poliedro é V∙ 330°.

Sabemos, pelo teorema do capítulo I, que a soma total de todos os ângulos planos do poliedro é S= (V − 2) ∙ 360°, portanto,

(V − 2) ∙ 360° = V ∙ 330° ⇒ V ∙ 30° = 720° ⇒ V = 24 (104)

Assim, o poliedro tem vinte e quatro vértices.

Como 5V = 2A, podemos deduzir que A = 60, logo, o poliedro tem sessenta e quatro arestas.

Substituindo estes valores na fórmula de Euler, temos:

V – A + F = 2 ⇒ 24 – 60 + F = 2 ⇒ F = 38 (105) Então, o poliedro possui trinta e oito faces.

Desta maneira, chegamos ao seguinte sistema de equações:

9 F3+ F4 = 38

3F3 + 4F4 = 2 ∙ 60: (106) A solução do sistema é F3 = 32 e F4 = 6, portanto, o poliedro tem trinta e dois triângulos eqüiláteros e seis quadrados.

pentagonais do poliedro. Temos então que o número total de faces é dado por: adjacentes a cada adjacentes a cada Figura 35 2. Seja F

pentagonais do poliedro. Temos então que o número total de faces é dado por: F = F3

Utilizando um raciocínio análogo 3F3 + 5F

Lembremos também que 5V = 2A

Como temos quatro triângulos equiláteros e um pentágono regular adjacentes a cada vértice do po

adjacentes a cada vértice é igual a

Logo, a soma dos ângulos planos do poliedro é Então,

V 

Portanto,

35. Cubo achatado

Para k = l

Seja F3 o número de faces triangulares e seja F

pentagonais do poliedro. Temos então que o número total de faces é dado por:

3 + F5

Utilizando um raciocínio análogo + 5F5 = 2A Lembremos também que 5V = 2A

Como temos quatro triângulos equiláteros e um pentágono regular vértice do po

vértice é igual a

Logo, a soma dos ângulos planos do poliedro é Então,

 2 ∙ 360° 

Portanto, o poliedro tem

Cubo achatado – poliedro de padrão 3.3.3.4

= m = 3 e p =

o número de faces triangulares e seja F

pentagonais do poliedro. Temos então que o número total de faces é dado por:

Utilizando um raciocínio análogo = 2A Lembremos também que 5V = 2A

Como temos quatro triângulos equiláteros e um pentágono regular vértice do poliedro, a soma dos ângulos planos do poliedro vértice é igual a 4∙ 60°

Logo, a soma dos ângulos planos do poliedro é

 V ∙ 348° ⇒

o poliedro tem sessenta

poliedro de padrão 3.3.3.4

p = 5, devemos ter o número de faces triangulares e seja F

pentagonais do poliedro. Temos então que o número total de faces é dado por:

Utilizando um raciocínio análogo ao anterior = 2A

Como temos quatro triângulos equiláteros e um pentágono regular liedro, a soma dos ângulos planos do poliedro

+ 108°  348

Logo, a soma dos ângulos planos do poliedro é

⇒ V ∙ 12° 

sessenta vértices.

poliedro de padrão 3.3.3.4

5, devemos ter k.l.m.p.l o número de faces triangulares e seja F5

pentagonais do poliedro. Temos então que o número total de faces é dado por:

ao anterior

Como temos quatro triângulos equiláteros e um pentágono regular liedro, a soma dos ângulos planos do poliedro

348°.

Logo, a soma dos ângulos planos do poliedro é V

 720° ⇒ V

vértices.

poliedro de padrão 3.3.3.4.3

k.l.m.p.l = 3.3.3.5.3 o número de faces pentagonais do poliedro. Temos então que o número total de faces é dado por:

Como temos quatro triângulos equiláteros e um pentágono regular liedro, a soma dos ângulos planos do poliedro

V∙ 348°.

⇒ V  60 107

55

= 3.3.3.5.3 o número de faces pentagonais do poliedro. Temos então que o número total de faces é dado por:

Como temos quatro triângulos equiláteros e um pentágono regular liedro, a soma dos ângulos planos do poliedro

cento e cinquenta

poliedro tem

oitenta triângulos eqüiláteros e doze pentágonos regulares.

Figu

Como cento e cinquenta arestas.

Substituindo estes valores na fórmula de Euler,

V – A + F = 2 poliedro tem noventa

Chegamos ao seguinte sistema de

9 F3

3F3 +

A solução do sistema é F

triângulos eqüiláteros e doze pentágonos regulares. Este poliedro é o

Figura 36. Dodecaedro achatado

5V = 2A arestas.

Substituindo estes valores na fórmula de Euler,

A + F = 2 noventa e duas faces.

Chegamos ao seguinte sistema de

3+ F5  92

+ 5F5  2 ∙

A solução do sistema é F

triângulos eqüiláteros e doze pentágonos regulares. Este poliedro é o

Dodecaedro achatado

A deduzimos que A =

Substituindo estes valores na fórmula de Euler,

A + F = 2 ⇒ 60 – 15 e duas faces.

Chegamos ao seguinte sistema de

92

150:

A solução do sistema é F3

triângulos eqüiláteros e doze pentágonos regulares. Este poliedro é o dodecaedro achatado.

Dodecaedro achatado

deduzimos que A =

Substituindo estes valores na fórmula de Euler,

150 + F = 2, obtemos F =

Chegamos ao seguinte sistema de equações:

:

= 80 e F5

triângulos eqüiláteros e doze pentágonos regulares. dro achatado.

Dodecaedro achatado – poliedro de padrão 3. deduzimos que A = 150, logo

Substituindo estes valores na fórmula de Euler,

0 + F = 2, obtemos F =

equações:

= 12, então, triângulos eqüiláteros e doze pentágonos regulares.

dro achatado.

poliedro de padrão 3.

logo, o poliedro tem

0 + F = 2, obtemos F = 92, então

(108

então, o poliedro tem

poliedro de padrão 3.3.3.5.3

, o poliedro tem

então, o

(108)

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Conclusão

Os estudos feitos neste trabalho mostram que existem somente cinco tipos possíveis de poliedros regulares, chamados de poliedros platônicos, e dentre os poliedros semirregulares, conhecidos como poliedros arquimedianos, além de uma infinidade de prismas a antiprismas, que são poliedros semirregulares.

Vimos que os cinco poliedros regulares possíveis são: (a) tetraedro - de padrão 3.3.3; (b) cubo - de padrão 4.4.4; (c) dodecaedro - cujo padrão é 5.5.5; (d) octaedro - 3.3.3.3, e (e) icosaedro - de padrão 3.3.3.3.3

Já nos ladrilhamentos semirregulares, vimos que:

1. Se o poliedro for do tipo k.l.m, com k ímpar, temos que l e m ambos pares, e ainda l = m. Então, os quatro poliedros possíveis são os de padrões: (a) 3.6.6 - tetraedro truncado; (b) 3.8.8 - cubo truncado; (c) 3.10.10 - dodecaedro truncado; (d) 5.6.6 - icosaedro truncado.

2. Se o poliedro for do tipo k.l.m, com k par, podemos ter três tipos de poliedros possíveis: (a) 4.6.6 - octaedro truncado; (b) 4.6.8 - grande rombicuboctaedro e (c) 4.6.10 - grande rombicosidodecaedro.

3. Se o poliedro for do tipo k.l.m.p, temos que ter a presença de triângulos. Podemos assumir então k = 3, e então teremos l = p. Com isto, os poliedros possíveis são os de padrões: (a) 3.4.3.4 - cuboctaedro; (b) 3.5.3.5 - icosidodecaedro; (c) 3.4.4.4 - pequeno rombicuboctaedro e (d) 3.4.5.4 - pequeno rombicosidodecaedro.

4. Se o poliedro for do tipo k.l.m.p.q, também precisamos da

presença de triângulos, assim, assumimos k = 3. Temos que ter l = q e ainda, k = l = m. Então, o poliedro precisa ter, necessariamente, um dos padrões: (a) 3.3.3.4.3 - cubo achatado e (b) 3.3.3.5.3 - dodecaedro achatado.

Apêndi

No documento TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO B (páginas 52-58)

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