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EDITAL DE NOTIFICAÇÃO TERCEIROS E INTERESSADOS PRAZO: 30 DIAS AUTOS N.º 11518-32.2010.811.0041

ESPÉCIE: Ação Civil Pública->Procedimentos Regidos por Outros Códigos, Leis Esparsas e Regimentos->Procedimentos Especiais->Procedimento de Conhecimento->Processo de Conhecimento->PROCESSO CÍVEL E DO TRABALHO

PARTE AUTORA: MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO PARTE RÉ: ASSOCIAÇÃO DE MÃES DE CRIANÇAS HIPERATIVAS E SUPERATIVAS - ADMCHP - CNPJ 11.699.050/0001-25, NA PESSOA DE SUAS REPRESENTANTES, RAQUEL BEATRIZ DE OLIVEIRA - CPF. 926.131.521-68 E SUELI GARCIA DA SILVA - CPF 430.134.061-00.

INTIMANDO/CITANDO/NOTIFICANDO: EVENTUAIS INTERESSADOS A FIM DE QUE POSSAM INTERVIR NO PROCESSO COMO LITISCONSORTE DATA DA DISTRIBUIÇÃO DA AÇÃO: 12/4/2010

VALOR DA CAUSA: R$ 1.000,00

CIENTIFICAR TERCEIROS E INTERESSADOS da existência e do teor da ação judicial, acima indicada, consoante consta da petição inicial, a seguir transcrita em resumo, bem como da r. decisão proferida por este juízo abaixo transcrita a fim de que tomem conhecimento do deferimento liminar da medida pleiteada.

RESUMO DA INICIAL: Trata-se de Ação Civil Pública com pedido de tutela cautelar ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso em face da Associação de Mães de Crianças Hiperativas e Superativas - ADMCHP, objetivando a dissolução da entidade Ré, nos termos do art. 2º do Decreto-Lei nº 41/66.

LIMINAR DEFERIDA: Proibindo às representantes legais da Associação de Mães de Crianças Hiperativas e Superativas - ADMCHP, Raquel Beatriz de Oliveira e Sueli Garcia da Silva, de exercerem quaisquer atividades de comercialização ou arrecadação de recursos, oriundos de doações ou promoções sociais em nome da Associação, sob pena de multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) por dia de descumprimento.

DESPACHO: Vistos etc.Trata-se de Ação Civil Pública com pedido de tutela cautelar ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso em face da Associação de Mães de Crianças Hiperativas e Superativas - ADMCHP, objetivando a dissolução da entidade Ré, nos termos do art. 2º do Decreto-Lei nº 41/66. Instruíram a petição inicial os documentos de fls. 21/129. O Autor, defendendo a presença dos requisitos autorizadores para concessão de medida liminar, postula tutela cautelar para que as

representantes legais da Associação Ré, Raquel Beatriz de Oliveira e Sueli Garcia da Silva, sejam proibidas de exercer qualquer atividade de comercialização ou arrecadação de recursos, oriundos de doações ou promoções sociais em nome da Associação de Mães de Crianças Hiperativas e Superativas – ADMCHP.À fl. 130, o Juízo sobrepujou a apreciação da medida liminar à citação da Associação Ré. Às fls. 131/370, o Ministério Público anexou novos documentos que corroboram com o vertido na exordial. As certidões de fls. 376 e 408 informam que houve mais de uma tentativa de citação da Ré, por meio de suas representantes legais, contudo o ato não se concretizou em razão da não localização destas. É o relato do necessário. Decido. Acerca da pretensão cautelar, preliminarmente impende colacionar a lição do professor José dos Santos Carvalho Filho, em sua obra Ação Civil Pública Comentários por Artigos, 6ª Edição, Ed. Lúmen Juris, Rio de Janeiro - 2007, páginas 106/107, ao discorrer sobre os pressupostos da tutela preventiva ensina: A fisionomia peculiar das ações cautelares conduziu a doutrina a consagrar dois pressupostos, ou, para outros, duas condições específicas para sua propositura: a plausibilidade do direito material (fumus boni iuris) e o risco de perecimento do direito em razão da demora em sua proteção (periculum in mora). A plausibilidade do direito enseja uma avaliação prévia e sem muita profundidade por parte do juiz; este não tem, ainda, a seu alcance todos os elementos de convicção capazes de levá-lo a uma definição sobre a controvérsia principal. O exame que faz, assim, dos elementos que lhe são oferecidos há de requerer um conhecimento sumário (summaria cognitio). Como bem acentua LOPES DA COSTA, bem lembrado por OVIDIO BATISTA DA SILVA, na ação cautelar os requisitos não são de certeza, mas de probabilidade, reclamando apenas um mínimo de persuasão. Completa o autor: As regras da avaliação da prova de plausibilidade são diversas das que norma a avaliação da prova que leva à certeza O segundo pressuposto – o periculum in mora – tem fundamento diverso, não se relacionando com a avaliação dos elementos de convicção. Significa que o autor da ação cautelar tem necessidade de evitar dano a seu direito e que, para tanto, é preciso considerar a influência do tempo na solução da controvérsia que vai apresentar em juízo. Tem fundado receio de que a demora na composição da lide possa comprometer a atuação do próprio Estado-juiz. Nessa circunstância, deve-se deixar assentado que o perigo de dano se refere ao interesse processual à obtenção do justo deslinde do litígio, o que não poderá ser alcançado na hipótese de ser consumado o dano temido. No que concerne a este último pressuposto, é importante destacar que a tutela preventiva só tem eficácia se o dano não foi perpetrado. Se já o foi, nenhuma medida preventiva terá valia. No que tange aos requisitos essenciais para o deferimento de providência liminar nas ações cautelares incidentais o E. Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, assim se posiciona: EMENTA - AGRAVO DE INSTRUMENTO - MEDIDA CAUTELAR INCIDENTAL - LIMINAR - AUSÊNCIA DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS - AGRAVO DESPROVIDO. A concessão de liminar em medida cautelar incidental depende da configuração do fumus boni iuris e do periculum in mora, devendo ser indeferida na ausência de um desses requisitos. (TJMT. 5ª Câmara Cível. Agravo de Instrumento nº 35542/2009. Rel.. DOUTOR JOSÉ M. BIANCHINI FERNANDES. Data do Julgamento: 13.01.2010) (sem destaques no original) EMENTA- AGRAVO DE INSTRUMENTO - PROVIDÊNCIA DE NATUREZA CAUTELAR INCIDENTAL - PROCESSO DE ANULAÇÃO DE ESCRITURAPÚBLICA - PLAUSIBILIDADE DO DIREITO ALEGADO E RISCO DE DANO IRREPARÁVEL OU DE DIFÍCIL REPARAÇÃO, ART. 273, § 7º, CPC - CONSERVAÇÃO DA EFICÁCIA DA CAUTELA - AGRAVO DESPROVIDO. Se os requisitos da plausibilidade do direito alegado e o risco da demora se encontram presentes, recomendável a conservação da eficácia da providência de natureza cautelar. (TJMT. 6ª Câmara Cível. Agravo de Instrumento nº 23280/2009. Rel. Des. Juracy Persiani. Data do Julgamento: 23.09.2009) (sem destaques no original) Pois bem, realizados os devidos esclarecimentos e delineados os pressupostos necessários para deferimento da medida de urgência, verifica-se que o pedido liminar perseguido pelo Autor é digno de acolhimento, uma vez que restou configurado, in casu, a presença dos requisitos autorizadores da tutela cautelar. O fumus boni iuris, conforme vertido pelo Autor, extrai-se do inciso III, do artigo 2º do Decreto-Lei nº 41/66, pois, a não localização da sede da Associação Ré, assim como de suas representantes legais, conforme informam as certidões das diligências efetuadas para citação, em sede de cognição sumária, denotam que aquela está sem a efetiva administração ou em estado de abandono. No que se refere ao segundo requisito, o periculum in mora,

infere-se que sua presença está cristalizada na documentação apresentada pelo Autor, em especial na "denúncia" e recibos de fls. 130/147 e 212/370, que demonstram que mesmo após a distribuição da petição inicial, não obstante as diligências realizadas para localização das representantes legais da Associação Ré, essas continuam angariando vantagens de terceiros de boa-fé com a utilização do nome da Associação em questão. Assim, à vista do exposto, sobejam presentes os requisitos da tutela de urgência, sendo dever deste magistrado o deferimento da medida pleiteada. Destarte, diante do exposto, defiro a pretensão liminar exposta, proibindo às representantes legais da Associação de Mães de Crianças Hiperativas e Superativas - ADMCHP, Raquel Beatriz de Oliveira e Sueli Garcia da Silva, de exercerem quaisquer atividades de comercialização ou arrecadação de recursos, oriundos de doações ou promoções sociais em nome da Associação, sob pena de multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) por dia de descumprimento; No mais, a fim de impulsionar o ora processado, em razão da não localização da Ré, defiro sua citação por edital, com prazo de 40 dias, conforme postulado pelo Autor. Para conhecimento de terceiros, determino a publicação de edital desta decisão no Diário da Justiça Eletrônico, facultando ao Autor, as suas expensas, a divulgação do respectivo edital em jornal de circulação Estadual. Intimem-se e cumpra-se. Eu, Valdirene Caetano de Araújo Kawafhara - Técnico Judiciário, digitei.

Cuiabá - MT, 23 de setembro de 2011. SIRLENE RODRIGUES MACHADO GIMENEZ

Gestora Judicial EDITAL DE CITAÇÃO PRAZO: 40 DIAS

AUTOS N.º 11518-32.2010.811.0041

ESPÉCIE: Ação Civil Pública->Procedimentos Regidos por Outros Códigos, Leis Esparsas e Regimentos->Procedimentos Especiais->Procedimento de Conhecimento->Processo de Conhecimento->PROCESSO CÍVEL E DO TRABALHO

PARTE AUTORA: MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO PARTE RÉ: ASSOCIAÇÃO DE MÃES DE CRIANÇAS HIPERATIVAS E SUPERATIVAS - ADMCHP e RAQUEL BEATRIZ DE OLIVEIRA e SUELI GARCIA DA SILVA

CITANDO(A, S): ASSOCIAÇÃO DE MÃES DE CRIANÇAS HIPERATIVAS E SUPERATIVAS - ADMCHP - CNPJ 11.699.050/0001-25, NA PESSOA DE SUAS REPRESENTANTES, RAQUEL BEATRIZ DE OLIVEIRA - CPF. 926.131.521-68 E SUELI GARCIA DA SILVA - CPF 430.134.061-00.

DATA DA DISTRIBUIÇÃO DA AÇÃO: 12/4/2010 VALOR DA CAUSA: R$ 1.000,00

FINALIDADE: CITAÇÃO da parte acima qualificada, atualmente em lugar incerto e não sabido, dos termos da presente ação que lhe(s) é proposta, consoante consta da petição inicial a seguir resumida, para, no prazo de 15 (quinze) dias, contados da expiração do prazo deste edital, apresentar resposta, querendo, sob pena de serem considerados como verdadeiros os fatos articulados pela parte autora na peça vestibular.

RESUMO DA INICIAL: Trata-se de Ação Civil Pública com pedido de tutela cautelar ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso em face da Associação de Mães de Crianças Hiperativas e Superativas - ADMCHP, objetivando a dissolução da entidade Ré, nos termos do art. 2º do Decreto-Lei nº 41/66

LIMINAR DEFERIDA: Proibindo às representantes legais da Associação de Mães de Crianças Hiperativas e Superativas - ADMCHP, Raquel Beatriz de Oliveira e Sueli Garcia da Silva, de exercerem quaisquer atividades de comercialização ou arrecadação de recursos, oriundos de doações ou promoções sociais em nome da Associação, sob pena de multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) por dia de descumprimento.

DESPACHO: Vistos etc.Trata-se de Ação Civil Pública com pedido de tutela cautelar ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso em face da Associação de Mães de Crianças Hiperativas e Superativas - ADMCHP, objetivando a dissolução da entidade Ré, nos termos do art. 2º do Decreto-Lei nº 41/66. Instruíram a petição inicial os documentos de fls. 21/129. O Autor, defendendo a presença dos requisitos autorizadores para concessão de medida liminar, postula tutela cautelar para que as representantes legais da Associação Ré, Raquel Beatriz de Oliveira e Sueli Garcia da Silva, sejam proibidas de exercer qualquer atividade de comercialização ou arrecadação de recursos, oriundos de doações ou promoções sociais em nome da Associação de Mães de Crianças Hiperativas e Superativas – ADMCHP.À fl. 130, o Juízo sobrepujou a apreciação da medida liminar à citação da Associação Ré. Às fls. 131/370,

o Ministério Público anexou novos documentos que corroboram com o vertido na exordial. As certidões de fls. 376 e 408 informam que houve mais de uma tentativa de citação da Ré, por meio de suas representantes legais, contudo o ato não se concretizou em razão da não localização destas. É o relato do necessário. Decido. Acerca da pretensão cautelar, preliminarmente impende colacionar a lição do professor José dos Santos Carvalho Filho, em sua obra Ação Civil Pública Comentários por Artigos, 6ª Edição, Ed. Lúmen Juris, Rio de Janeiro - 2007, páginas 106/107, ao discorrer sobre os pressupostos da tutela preventiva ensina: A fisionomia peculiar das ações cautelares conduziu a doutrina a consagrar dois pressupostos, ou, para outros, duas condições específicas para sua propositura: a plausibilidade do direito material (fumus boni iuris) e o risco de perecimento do direito em razão da demora em sua proteção (periculum in mora). A plausibilidade do direito enseja uma avaliação prévia e sem muita profundidade por parte do juiz; este não tem, ainda, a seu alcance todos os elementos de convicção capazes de levá-lo a uma definição sobre a controvérsia principal. O exame que faz, assim, dos elementos que lhe são oferecidos há de requerer um conhecimento sumário (summaria cognitio). Como bem acentua LOPES DA COSTA, bem lembrado por OVIDIO BATISTA DA SILVA, na ação cautelar os requisitos não são de certeza, mas de probabilidade, reclamando apenas um mínimo de persuasão. Completa o autor: As regras da avaliação da prova de plausibilidade são diversas das que norma a avaliação da prova que leva à certeza O segundo pressuposto – o periculum in mora – tem fundamento diverso, não se relacionando com a avaliação dos elementos de convicção. Significa que o autor da ação cautelar tem necessidade de evitar dano a seu direito e que, para tanto, é preciso considerar a influência do tempo na solução da controvérsia que vai apresentar em juízo. Tem fundado receio de que a demora na composição da lide possa comprometer a atuação do próprio Estado-juiz. Nessa circunstância, deve-se deixar assentado que o perigo de dano se refere ao interesse processual à obtenção do justo deslinde do litígio, o que não poderá ser alcançado na hipótese de ser consumado o dano temido. No que concerne a este último pressuposto, é importante destacar que a tutela preventiva só tem eficácia se o dano não foi perpetrado. Se já o foi, nenhuma medida preventiva terá valia. No que tange aos requisitos essenciais para o deferimento de providência liminar nas ações cautelares incidentais o E. Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, assim se posiciona: EMENTA - AGRAVO DE INSTRUMENTO - MEDIDA CAUTELAR INCIDENTAL - LIMINAR - AUSÊNCIA DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS - AGRAVO DESPROVIDO. A concessão de liminar em medida cautelar incidental depende da configuração do fumus boni iuris e do periculum in mora, devendo ser indeferida na ausência de um desses requisitos. (TJMT. 5ª Câmara Cível. Agravo de Instrumento nº 35542/2009. Rel.. DOUTOR JOSÉ M. BIANCHINI FERNANDES. Data do Julgamento: 13.01.2010) (sem destaques no original) EMENTA- AGRAVO DE INSTRUMENTO - PROVIDÊNCIA DE NATUREZA CAUTELAR INCIDENTAL - PROCESSO DE ANULAÇÃO DE ESCRITURAPÚBLICA - PLAUSIBILIDADE DO DIREITO ALEGADO E RISCO DE DANO IRREPARÁVEL OU DE DIFÍCIL REPARAÇÃO, ART. 273, § 7º, CPC - CONSERVAÇÃO DA EFICÁCIA DA CAUTELA - AGRAVO DESPROVIDO. Se os requisitos da plausibilidade do direito alegado e o risco da demora se encontram presentes, recomendável a conservação da eficácia da providência de natureza cautelar. (TJMT. 6ª Câmara Cível. Agravo de Instrumento nº 23280/2009. Rel. Des. Juracy Persiani. Data do Julgamento: 23.09.2009) (sem destaques no original) Pois bem, realizados os devidos esclarecimentos e delineados os pressupostos necessários para deferimento da medida de urgência, verifica-se que o pedido liminar perseguido pelo Autor é digno de acolhimento, uma vez que restou configurado, in casu, a presença dos requisitos autorizadores da tutela cautelar. O fumus boni iuris, conforme vertido pelo Autor, extrai-se do inciso III, do artigo 2º do Decreto-Lei nº 41/66, pois, a não localização da sede da Associação Ré, assim como de suas representantes legais, conforme informam as certidões das diligências efetuadas para citação, em sede de cognição sumária, denotam que aquela está sem a efetiva administração ou em estado de abandono. No que se refere ao segundo requisito, o periculum in mora, infere-se que sua presença está cristalizada na documentação apresentada pelo Autor, em especial na "denúncia" e recibos de fls. 130/147 e 212/370, que demonstram que mesmo após a distribuição da petição inicial, não obstante as diligências realizadas para localização das representantes legais da Associação Ré, essas continuam angariando vantagens de terceiros de boa-fé com a utilização do nome da

Associação em questão. Assim, à vista do exposto, sobejam presentes os requisitos da tutela de urgência, sendo dever deste magistrado o deferimento da medida pleiteada. Destarte, diante do exposto, defiro a pretensão liminar exposta, proibindo às representantes legais da Associação de Mães de Crianças Hiperativas e Superativas - ADMCHP, Raquel Beatriz de Oliveira e Sueli Garcia da Silva, de exercerem quaisquer atividades de comercialização ou arrecadação de recursos, oriundos de doações ou promoções sociais em nome da Associação, sob pena de multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) por dia de descumprimento; No mais, a fim de impulsionar o ora processado, em razão da não localização da Ré, defiro sua citação por edital, com prazo de 40 dias, conforme postulado pelo Autor. Para conhecimento de terceiros, determino a publicação de edital desta decisão no Diário da Justiça Eletrônico, facultando ao Autor, as suas expensas, a divulgação do respectivo edital em jornal de circulação Estadual. Intimem-se e cumpra-se. Eu, Valdirene Caetano de Araújo Kawafhara - Técnico Judiciário, digitei.

Cuiabá - MT, 23 de setembro de 2011. SIRLENE RODRIGUES MACHADO GIMENEZ Gestora Judicial

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