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3. Implementação do LARCI

3.4 Primeiro encontro com as crianças

A segunda etapa apresenta o primeiro ensaio com as crianças (27/02), realizado pelo pesquisador. Este foi o primeiro dia em que experimentamos as atividades planejadas e conhecemos as crianças. Após esse encontro ainda tivemos mais cinco

ensaios que fizemos baseados neste primeiro, todos com a intenção de convidar as crianças para as oficinas regulares durante o semestre. Havíamos combinado que, a partir do que observássemos neste ensaio, planejaríamos o que viria a seguir. Manteríamos essa estrutura para buscar sempre aperfeiçoar a condução das atividades. Este primeiro encontro seria o único em que eu faria a condução completa do ensaio; nos seguintes aconteceria um rodízio para que cada pessoa pudesse experimentar todas as funções.

A primeira categoria que será apresentada é a atuação do observador, já que foi o próprio que conduziu as atividades com as crianças. Este ensaio seria o principal tema a ser debatido no planejamento seguinte, assim, compreendo que é mais interessante e esclarecedor saber como ele ocorreu.

3.4.1 Mais reflexões do observador

Como eu fiz o primeiro ensaio com as crianças início o debate desta fase (primeiro encontro com as crianças) com o relato do diário de campo que representa as minhas impressões e escolhas para este dia.

Iniciei com a roda de apresentação. Quando comecei a falar da oficina de música, algumas crianças comentaram sobre os instrumentos que tinham em casa, principalmente ao verem o violão, despertando interesse para com o instrumento. Então, sugeri que na roda falássemos os nossos nomes e alguma música ou instrumento que gostávamos. A maioria delas falou que gostava de música, porém não sabia dizer exatamente o nome de uma. Percebo a complexidade desta resposta, já que normalmente as crianças pequenas escutam o que é oferecido, assim, não necessariamente escolhem as músicas que escutarão dificultando a memorização dos nomes. Também houveram várias respostas sobre possuir os instrumentos em casa, variando entre violões e guitarras.

Em seguida, expliquei o jogo das placas. Quando as crianças são um pouco mais velhas normalmente eu não mostro as placas antes, com a intenção de que elas de forma

autônoma consigam realizar as formas com o grupo. Neste dia decidi mostrar as placas antes para inicialmente discutir quais seriam as possíveis posições, já que não conhecia o perfil da turma resolvi facilitar. Observo que neste momento havia algumas estagiárias na roda e outros estavam de pé observando do lado de fora. Ocorreram também alguns atrasos, e quem chegou mais tarde não entrou na roda, com exceção de uma criança que participou assim que chegou na aula.

A professora da sala também estava na roda. Ela auxiliou nas respostas com as crianças. Ao meu ver, avaliei que era positivo ela se integrar e que eu não interferiria na participação dela em nenhum momento. Seria melhor observar primeiro como seria e em seguida, junto aos integrantes do LARCI, discutir durante o próximo planejamento. Ao mesmo tempo, com a professora da sala auxiliando nesta atividade eu não poderia observar como as crianças responderiam com autonomia. Após a explicação das placas começamos o jogo.

As estagiárias que estavam na roda junto com a professora brincaram com as crianças. Eu não interferi por que realmente não havia pensado isso antes. O jogo foi bem divertido e me pareceu bem eficaz, já que observei a participação motivada de todas as crianças. A última forma que eles montaram sugeria que o grupo formasse duas filas. Quando ela foi construída pelo grupo expliquei que aquela posição seria chamada de FILA CORAL e normalmente os corais cantavam nesta posição. Sugeri que as estagiárias que quisessem participar fossem para as filas de trás, para não se posicionar na frente das crianças (parecia óbvio, mas precisou ser dito).

Neste momento havia esquecido que haveria o jogo das estátuas e fui direto para o jogo do contrário. Iniciei a atividade para facilitar a compreensão com o morto-vivo ao contrário, isto é, quando eu dissesse vivo, as crianças teriam que fazer o morto. Após essa primeira proposta comecei a parte cantada. De forma gradativa as crianças conseguiram responder às sequências que eu criei. Neste momento observei também o potencial de afinação do grupo de forma bem positiva. Não houve dificuldades em cantar a 3º menor proposta neste jogo, mesmo com as alterações da tonalidade, já que cada vez que eu cantava subia de tom, e elas conseguiram acompanhar.

com o tema MAR (já estávamos na segunda metade do ensaio e fiquei preocupado que não daria tempo de aprender o repertório). Observei que as estátuas eram bem variadas e interessantes, resultado provável de atividades corporais deste tipo em contextos anteriores ao ensaio. Este jogo durou quatro rodas e o tema sempre foi o MAR, porém, solicitei que as crianças não fizessem sempre a mesma estátua. Ao fim mostrei a placa da fila coral e elas montaram sozinhas a formação. Destaco que a primeira experiência das crianças com o auxílio dos adultos nesta atividade resultou de forma positiva, já que neste segundo momento elas conseguiram realizar a atividade com autonomia.

Todas já nas filas, comentei sobre o Rio Catolé, que ficava localizado na Bahia. Algumas crianças comentaram que conheciam o Estado ou que já haviam estado em algum outro rio. Em seguida, cantei a canção inteira para as crianças. O meu objetivo era proporcionar um momento de apreciação do repertório antes do seu aprendizado. Saliento a importância das referências e quanto elas auxiliam no aprendizado musical. Decidi começar pela segunda metade da música, já que ela era mais curta. Cantei uma oitava abaixo daquela que seria executada pelas crianças. Na minha tessitura vocal este registro seria o mais possível de ser executado tecnicamente aplicado e de forma musical, já que sou tenor, resultando na melhor qualidade na minha performance e consequentemente na referência musical apresentada.

Em seguida, perguntei ao grupo se alguém lembrava o nome do Rio da música e muitas responderam CATOLÉ. Comecei então por esta frase, onde eu cantava e parava exatamente onde estaria a palavra Catolé para que eles completassem a frase. Elas responderam cantando, assim, decidi que por imitação eu ensinaria este final inteiro. Neste momento as estagiárias cantaram junto com as crianças. Foi bem positivo pois auxiliou na formação do som, além de desinibir o grupo. Entendo que para a criança, como todas as pessoas da sala estavam cantando, isto proporcionaria uma motivação para ela cantar também, incentivada pelo grupo.

Necessitamos algumas repetições para decorar a frase e, mesmo assim, senti que nem todas as crianças estavam cantando. Para não haver tanta repetição, podendo desgastar a atividade para a criança, sugeri que realizássemos repetições com vozes variadas. Isto é, cantamos com os dentes serrados, com a boca aberta, em uma tessitura

bem mais aguda e outra bem mais grave. O meu objetivo era que elas memorizassem a letra e também a melodia. Estas atividades também proporcionaram que as crianças explorassem os timbres possíveis da voz. Depois de quatro variações, contudo, começou a dispersão do grupo.

Para motivá-las sem que houvesse uma repreensão da minha parte decidi incorporar o jogo das estátuas na passagem do repertório. Enquanto a música tocava todas as crianças ficavam andando pela sala. Assim que eu desse um sinal, todos congelavam na posição de algum animal do mar e cantaríamos o refrão.

Depois de algumas rodadas novamente pedi que as crianças se organizassem novamente em fila coral e pedi para que o grupo cantasse com a voz normal e sem o auxílio de nenhum dos/as integrantes do LARCI. Avaliei o resultado positivo pois o trecho havia sido memorizado. Não houve a necessidade de correção da afinação pois percebi que o resultado sonoro do grupo estava positivo em execução da melodia. O timbre estava muito metálico, mas para o primeiro ensaio me dei por satisfeito.

Solicitei que ficássemos em roda e ensinei uma música de despedida que possui uma movimentação dos dedos da mão. Esta movimentação deixou o grupo curioso e foi possível repetir a canção algumas vezes com a participação atenta das crianças.

No fim uma das crianças pediu para cantar uma música. Esta mesma criança durante o ensaio em diversos momentos vinha me perguntar algo ou interrompia. A professora da sala auxiliou positivamente também quando alguma criança interrompia a fala de outra. Acredito que este já deve ser um combinado do grupo fora dos nossos ensaios. Por fim, a criança cantou o refrão da música Nossa Senhora do compositor Roberto Carlos. Ela cantou com voz de peito e de forma bem afinada e também comentou que foi sua vó que havia ensinado a canção. Todas as pessoas bateram palmas. Ela provavelmente queria cantar a música desde o início, caso eu tivesse proporcionado isto antes havia a possibilidade de que durante o ensaio ela não tivesse interrompido as outras crianças durante as demais atividades.

Como os grupos são normalmente grandes e existe grande preocupação com o aprendizado do repertório, isso dificulta que hajam momentos em que as crianças possam se colocar, expressar suas ideias e vontades. Porém, valorizando estes momentos, destaco que para a criança que cantou durante a roda final, este momento pode ter sido para ela o mais significativo de todo ensaio; e, por fim, ela cantou, uma das finalidades da prática coral. Além disso pude perceber seu potencial vocal. Por fim, me despedi e iniciamos a reunião de planejamento.

3.4.2 Debate das atividades

Após o ensaio iniciei a reunião de planejamento relatando para o grupo as minhas impressões sobre o ensaio.

De maneira geral achei o grupo motivado e as atividades foram interessantes. Reexpliquei que as crianças teriam faixas etárias variadas e que, por um lado, seria positivo, pois teríamos experiências com diferentes perfis de cantores. Porém, teríamos que sempre nos adaptarmos de acordo com os centros de interesse do grupo.

Desta forma, quando as crianças escolhessem as atividades que fôssemos conduzir, seria necessário levar em conta como grupos variados de crianças podem responder as mesmas atividades de formas variadas. Deveríamos tentar levantar hipóteses das possíveis ocorrências do ensaio ao invés de imaginar um contexto onde tudo que foi planejado ocorresse como esperado.

Exemplifiquei que as crianças do primeiro grupo eram as mais novas que teríamos e, dessa forma, isto significa termos tido a experiência da oficina com um determinado perfil: com outra classe poderia ser completamente diferente durante a participação das propostas. Minha experiência pessoal indica que crianças mais velhas poderiam assimilar os conteúdos apresentados com mais velocidade. Independentemente da faixa etária, contudo, alertei ao grupo de estagiárias/os que avaliassem constantemente o modo e a velocidade como as crianças iam se desenvolvendo durante o ensaio. Quando fosse

percebido que elas não estavam conseguindo executar algo, que fosse reexplicado de forma mais simples, não avançando no nível de dificuldade do desafio.

Em seguida retomamos o planejamento do que seria feito no próximo ensaio. Expliquei ao grupo que o desafio inicial se dá durante o processo de estimular as crianças a vocalizarem, isto é, existe a possibilidade de que seja proposto a elas que cantem algo e que poucas crianças de fato cantem. Algumas podem não querer cantar ou se sentirem constrangidas. Quando as crianças já estão habituadas a cantar em outras situações domésticas tendem a participar com mais facilidade deste tipo de atividade, diferentemente daquelas que não cantam, podendo estas últimas terem mais resistência para começar. Quem conduz o ensaio pode continuar pedindo a elas que cantem incansavelmente, porém, essa insistência pode criar um ambiente estressante tanto para as crianças quanto para o próprio regente.

Ressaltei o desafio de organizar o aprendizado do repertório ao longo do semestre com 50 minutos de ensaio. Toda a rotina do ensaio costuma ir mudando na medida em que as crianças sabem mais músicas do repertório. No começo do semestre teríamos mais tempo para realizar atividades que não tivessem necessariamente ligadas à passagem do repertório e, no fim do semestre, ficaríamos mais voltados para os ensaios da mostra. O começo é a chave do sucesso! Este período é que precisa ser focado no ensino do repertório, pois no final, dependendo da quantidade de músicas, só haveria tempo para a passagem das músicas e não teríamos tanto tempo para ensinar coisas novas.

Começamos a distribuir as funções do próximo ensaio (que será discutido no próximo sub tópico deste texto) e, de acordo com o interesse das/os participantes, todas as atividades foram rapidamente preenchidas.

Após a divisão das funções iniciamos nossas práticas com um exercício de marcação de tempo e gestual básico de regência. Focamos principalmente na precisão rítmica dos gestos, limpando possíveis movimentações desnecessárias. A maior dificuldade estava em marcar o tempo corretamente executando-o com a musculatura mais relaxada. Em seguida regemos, cantando e marcando as entradas e respirações.

Destaco que para a/o regente desenvolver o aprendizado musical do coral, incialmente é necessário dominar os conteúdos musicais necessários para a sua performance. Este estudo precisa ser minucioso, facilitando o processo de planejamento e organização das rotinas de ensaio. A formação em regência, ou até mesmo para quem for trabalhar na disciplina de arte da Educação Básica, quando não estrutura espaços que oportunizem o desenvolvimento técnico musical por meio de experiências concretas do fazer musical, reduz e desvaloriza um dos principais elementos dessa prática: o som.

Algumas estagiárias/os estavam com dificuldade de lembrar corretamente do gestual de regência, não conseguindo demonstrar com clareza os locais da canção onde deveriam ocorrer as respirações. Exercitamos algumas repetições. Enfatizei ao grupo que a execução vocal deveria ser bem articulada para valorizar a precisão rítmica, ao invés do canto legatto. Foram necessárias correções de afinação, além de indicar que seria necessário tentar fazer com que as crianças emitissem vogais menos metalizadas para auxiliar na afinação e no equilíbrio dos timbres.

Perguntei quem tinha interesse em reger o grupo.

A primeira estagiaria que se ofereceu para participar foi a regente que estava incumbida de ensaiar a canção Maré na próxima semana. Ao iniciar a simulação do discurso de recepção das crianças a estagiária espontaneamente não conseguiu explicar o que seria a aula:

Estagiária que propôs a atividade: Bom dia crianças, nós estamos aqui para fazer uma aula e… me perdi.

Ressaltei neste momento que precisamos praticar os procedimentos além de organizá-los apenas mentalmente, dando o seguinte exemplo: caso for necessário contar uma história para as crianças, faz-se necessário treinar as entonações e a própria narrativa para que no momento do ensaio não ocorram erros e tudo possa ser explicado da forma mais clara possível. Além do que, ao exercitarem oralmente a comunicação previamente, também é possível avaliar se a proposta está compreensível, já que é possível se escutar. Realizar este processo mentalmente pode não suprir todo o estudo da prática, mesmo porque a música na prática é sonora, sendo assim, faz parte a escuta para

a sua total compreensão.

A segunda estagiária também exercitou a explicação do jogo das placas. Inicialmente ela começou o seu discurso da seguinte maneira:

Estagiária que propôs a atividade: nós vamos fazer um jogo de estátuas e vocês precisam montar um cenário de uma lagoa.

Sugeri a ela que seria interessante explicar todas as regras do jogo antes de iniciá-lo, pois seria possível que, caso ela começasse falando que as crianças precisariam montar um cenário de lagoa, as crianças já se levantassem e começassem a atividade antes mesmo de escutar o restante da explicação. Desta forma, poderia ocorrer a dispersão da atenção das crianças.

A próxima simulação foi o exercício do contrário com a preparadora vocal. Ao iniciar cantando o primeiro intervalo ela começou cantando numa tonalidade muito grave. Retomei a necessidade de começarmos em uma tessitura mediana para o alcance das crianças, que nesta atividade poderia ser a partir do sol 3. A ideia era ir subindo a tonalidade aos poucos, mas caso iniciasse numa região muito grave iria demorar muito tempo para as crianças precisarem acessar o registro de cabeça.

Estagiária que propôs a atividade: vocês acham que esta atividade não seria desinteressante para as crianças mais velhas?

Rafael: para tornar mais desafiador, seria necessário realizar sequencias de intervalos mais longos e progressivamente mais difíceis.

Decidimos então pelas seguintes possibilidades: João – Maria, dentro – fora, branco – preto, pão – queijo. Também foi sugerido que, se houvesse tempo, a atividade de seguir a regência com uma vogal poderia ser proposta. Destaquei que fosse utilizada a vogal U, já que ela também facilita o acesso da criança ao registo da voz de cabeça.

No momento do treino da regente, comecei solicitando que ela cantasse e regesse a música sozinha. Ela executou bem, porém, vocalmente ocorreu uma pequena dificuldade. A estagiária estava com dificuldade de cantar a parte mais grave da canção, pois ao executá-la, sua voz saía soprosa. Primeiro perguntei se ela percebia o que

acontecia neste trecho. Caso ela não tivesse notado inicialmente seria importante identificar que estava com um problema técnico vocal; mas como ela percebeu, sugeri que executasse a música inteira com a vogal I. Esse exercício auxiliou que ela mantivesse sua voz no foco, não ocorrendo a saída de ar.

Ressaltei que seria importante que, na primeira vez que a canção fosse cantada para as crianças, deveria ser executada musicalmente de forma correta e musical. Já os regentes masculinos que alcançassem as notas na tessitura da canção poderiam cantar a primeira vez uma oitava abaixo, para mostrarem para as crianças a melhor referência vocal possível.

O Laboratório propõe a possibilidade do exercício prático do planejamento das atividades. Quando é mantido o estudo do planejamento apenas no seu sentido teórico não há espaço para os conteúdos procedimentais, que envolvem diretamente a ação. Mesmo que fale sobre como fazer algo, o ato de executar exige outras habilidades que somente são desenvolvidas em exercícios práticos.

Após algumas correções nos procedimentos, perguntei ao grupo, por qual parte começaríamos ensinando a música. Sugeri que fosse por aquela que achássemos mais fácil.

Estagiária E: eu acho que o refrão é mais curto, então podemos começar por aí.

Não ocorreram objeções. Assim decidimos que iríamos priorizar o ensino da segunda parte da música para buscar uniformizar o que os grupos saberiam. Solicitei que ela praticasse em casa na frente de um espelho e com um gravador para que pudesse avaliar sua performance e aprimorar sua precisão rítmica e melódica, além de tirar os portamentos do seu canto.

Destaquei que, no caso do violão como instrumento correpetidor, o acompanhamento muito dedilhado poderia dificultar a assimilação das crianças do andamento da música. Assim iniciaríamos com um acompanhamento mais preciso e rítmico, simples e, na medida em que as crianças mantivessem o andamento com autonomia, poderíamos aperfeiçoar o arranjo da correpetição.

Começamos em seguida a dividir as funções para o próximo ensaio. Expliquei que, após a divisão, cada pessoa responsável simularia ali entre nós como proporia a atividade. Nós não precisaríamos simular cenicamente o comportamento das crianças, somente levantaríamos hipóteses e possíveis problemas para fomentar o debate e estimular que a/o regente desenvolvesse estratégias variadas para ensinar o mesmo conteúdo.

O primeiro cargo foi a produção. Neste momento sua única obrigação seria chegar mais cedo para poder verificar as salas comigo e montar a câmera. Também, para organizar o tempo do ensaio, seria responsabilidade da produção informar o tempo de cada atividade para a/o regente durante o ensaio, para auxiliar na organização da rotina. Além de ir buscar o violão no depósito. Mantivemos o violão como instrumento correpetidor para facilitar o transporte.

É interessante observar que os cargos que não têm o contato direto com as