2.5. Programas de Mobilidade Estudantil
2.5.1. Programa Ciência sem Fronteiras (CSF)
Esta seção apresenta uma visão geral do programa, incluindo informações sobre países participantes, instituições participantes, quantitativo de alunos enviados ao exterior, entre outras informações disponíveis no Portal Ciência Sem Fronteiras
do Governo23 e, principalmente, do Painel de Controle do Programa CSF24,
disponível nesse portal. Esse Painel tem sido incrementado com melhorias, principalmente com filtros para recuperação da informação e apresentação de gráficos desde o início do programa.
O programa Ciência sem Fronteiras (CSF) foi instituído pelo Decreto nº 7.642, de 13 de dezembro de 2011, com o objetivo de:
propiciar a formação e capacitação de pessoas com elevada qualificação em universidades, instituições de educação profissional e tecnológica e centros de pesquisa estrangeiros de excelência, além de atrair para o Brasil jovens talentos e pesquisadores estrangeiros de elevada qualificação, em áreas do conhecimento definidas como prioritárias (BRASIL, 2011).
O artigo 2º do referido Decreto ainda define os seguintes objetivos:
I – promover, por meio da concessão de bolsas de estudos, a formação de estudantes brasileiros, conferindo-lhes a oportunidade de novas experiências educacionais e profissionais voltadas para a qualidade, o
23 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf>
empreendedorismo, a competitividade e inovação em áreas prioritárias e estratégicas para o Brasil;
II – ampliar a participação e a mobilidade internacional de estudantes de cursos técnicos, graduação e pós-graduação, docentes, pesquisadores, especialistas, técnicos, tecnólogos e engenheiros, pessoal técnico-científico de empresas e centros de pesquisa e de inovação tecnológica brasileiros, para o desenvolvimento de projetos de pesquisa, estudos, treinamento e capacitação em instituições de excelência no exterior;
III – criar a oportunidade de integração entre grupos de pesquisa brasileiros e estrangeiros de universidades, instituições de educação profissional e tecnológica e centros de pesquisa de reconhecido padrão internacional; IV – promover a cooperação técnico-científica entre pesquisadores brasileiros e pesquisadores de reconhecida liderança científica residentes no exterior por meio de projetos de cooperação bilateral e programas de fixação no país, na condição de pesquisadores visitantes ou em caráter permanente;
V – promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação;
VI – contribuir para o processo de internacionalização das instituições de ensino superior e dos centros de pesquisa brasileiros;
VII – propiciar maior visibilidade internacional à pesquisa acadêmica e científica realizada no Brasil;
VIII – contribuir para o aumento da competividade das empresas brasileiras; e
IX – estimular e aperfeiçoar as pesquisas aplicadas no País, visando ao desenvolvimento científico e tecnológico e à inovação.
Nota-se que este é um recente programa brasileiro de mobilidade, para instituições públicas e privadas, com aproximadamente quatro anos. Nota-se ainda um ponto relevante entre os objetivos do programa (inciso VI), que é a sua importância no processo de internacionalização da educação superior.
Nesse sentido, o programa busca consolidar, expandir e internacionalizar a ciência, tecnologia, inovação e competitividade do Brasil, através de atividades de intercâmbio e mobilidade internacional. Tal programa inclui ações conjuntas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério da Educação (MEC), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC (CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS, 2014).
Acordos e parcerias com instituições de ensino e pesquisa e agências de intercâmbio de diversos países foram estabelecidos, conforme o Quadro 6.
Quadro 6. Países com os quais o programa Ciência sem Fronteiras possui parcerias, por regiões.
Região País
América do Norte Canadá e Estados Unidos.
Europa Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Noruega, Polônia, Portugal, Reino Unido, República
Tcheca, Rússia, Suécia, Suíça e Ucrânia. Ásia China, Cingapura, Coreia do Sul, Índia e Japão.
Oceania Austrália e Nova Zelândia.
Fonte: Elaborado pelo autor, a partir de informações disponíveis no Portal CSF25.
As áreas contempladas pelo programa estão apresentadas no Quadro 7, portanto aprovam-se alunos com propostas e cursos associados à essas áreas.
Quadro 7. Áreas contempladas pelo programa Ciência sem Fronteiras.
Biodiversidade e Bioprospecção Formação de tecnólogos
Biologia, Ciências Biomédicas e Saúde Indústria Criativa (voltada a produtos e processos para desenvolvimento tecnológico e inovação) Biotecnologia Nanotecnologia e novos materiais Ciências do Mar Novas tecnologias de Engenharia Construtiva Ciências Exatas e da Terra Petróleo, Gás e Carvão Mineral Computação e Tecnologias da Informação Produção Agrícola Sustentável
Energias Renováveis Tecnologia Aeroespacial Engenharias e demais áreas tecnológicas Tecnologia Mineral
Fármacos Tecnologias de Mitigação e Prevenção de Desastres Naturais
Fonte: Elaborado pelo autor, a partir de informações disponíveis no Portal CSF26.
Nas instituições de ensino superior foi designada a figura do Coordenador Institucional do Programa Ciência sem Fronteiras. Também conhecido como Gestor Institucional do CSF, ele é responsável pela homologação, acompanhamento e avaliação dos candidatos e futuros bolsistas de graduação sanduíche. Para isso, a Capes e o CNPq disponibilizam para os coordenadores, através do Portal dos
Coordenadores do CSF27, informações sobre os bolsistas para acompanhamento e
avaliação, além de ferramentas colaborativas para compartilhar experiências, ideias e informações quanto aos procedimentos de acompanhamento dos estudantes do Programa. Também há ferramentas para organização do trabalho (agenda, lista de contatos, local para armazenar documentos pessoais, e-mail, entre outros).
25 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/paises>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
26 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/areas-contempladas>. Acesso em 29 de abril de 2014.
27 Disponível em: <https://sites.google.com/a/capes.gov.br/coordenador-csf/>. Acesso em 28 de janeiro de 2016.
As principais atribuições28 desse coordenador incluem:
• divulgar o programa CSF nas instituições que representam;
• homologar os candidatos à bolsa graduação sanduíche no exterior
vinculados à instituição à sua IES;
• acompanhar o andamento do processo de concessão de bolsas de
graduação e pós-graduação;
• ser o interlocutor entre a instituição que representa e as agências de
fomento Capes e CNPq ;
• ser o interlocutor entre a instituição que representa e as IES no exterior que
receberam seus alunos;
• verificar as disciplinas e estágios realizados pelos bolsistas vinculados à sua
instituição e a respectiva compatibilidade com os temas do programa e as realidades de curso e semestre para aproveitamento de créditos;
• acompanhar os bolsistas no exterior;
• avaliar os relatórios dos bolsistas e egressos de sua IES.
As modalidades de bolsas no exterior incluem: graduação, tecnólogo, desenvolvimento tecnológico, doutorado sanduíche, doutorado pleno, pós-doutorado e mestrado profissional. Já as modalidades de bolsas no Brasil incluem: atração de cientistas para o Brasil, pesquisador visitante especial e bolsa jovens talentos. Quanto a essas bolsas, as metas para serem alcançadas até 2015 do Programa CSF são apresentadas na Tabela 7, a seguir. A maioria das bolsas planejadas (63%) é ofertada a estudantes de graduação.
Tabela 7. Metas a serem alcançadas pelo programa Ciência sem Fronteiras até 2015, em número de bolsas.
Modalidade Número de Bolsas
Doutorado sanduíche 15.000
Doutorado pleno 4.500
Pós-doutorado 6.440
Graduação sanduíche 64.000
Desenvolvimento tecnológico e inovação no exterior 7.060 Atração de Jovens Talentos (no Brasil) 2.000 Pesquisador Visitante Especial (no Brasil) 2.000
Total 101.000
Fonte: Elaborado pelo autor, a partir de informações do Painel de Controle CSF29.
28 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/papel-no-programa>. Acesso em 28 de janeiro de 2016.
A maioria das bolsas (74%) oferecidas para estudantes e pesquisadores no País e no Exterior do CSF previstas nestas metas são financiadas com recursos do Governo Federal e o restante pela iniciativa privada.
São apresentados a seguir os gráficos disponíveis no Painel de Controle30 do
Programa do CSF, acessado em 28 de janeiro de 2016.
É crescente o número de bolsas implementadas conforme o Panorama Geral de Implementação de Bolsas por modalidade, totalizando 92.880 bolsas até Janeiro de 2016, atingindo assim 93% das metas previstas até 2015 (Figura 2). Destas a maioria (79%) na modalidade de graduação sanduíche no exterior, seguida de 5% bolsas de pós-doutorado sanduíche no exterior. Foram distribuídas 56% de bolsas para bolsistas do gênero masculino.
Fonte: Painel de Controle do programa Ciência sem Fronteiras31.
29 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/metas>. Acesso em: 28 de janeiro
de 2016.
30 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 4 de maio de 2014.
31 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
Figura 2. Tela da Painel de Controle indicando Bolsas Implementadas do CSF (2011 a Janeiro/2016).
A Tabela 8 apresenta o número de chamadas lançadas pelo Programa CSF, na modalidade de graduação sanduíche no exterior, no período 2011 a 2015.
Tabela 8. Quantidade de chamadas do Programa CSF modalidade de graduação sanduíche no exterior (2011 a 2015).
Ano Quantidade de Chamadas
2011 1 2012 28 2013 42 2014 26 2015 0 Total 97
Fonte: Elaborado pelo autor, a partir de dados do Portal CSF32.
A Figura 3 apresenta os gráficos de distribuição, no país, de bolsas implementadas por área prioritária. A maioria das bolsas concedidas foram para a área de Engenharias e demais áreas tecnológicas (44%), sendo 41.594 do total de 92.880 bolsas implementadas no CSF, seguida da área de Biologia, ciências biomédicas e da saúde (17%). A maioria das bolsas da área de Engenharias e demais áreas tecnológicas foram destinadas para a modalidade de graduação sanduíche (93%).
32 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/graduacao_result>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
Figura 3. Bolsas Implementadas por área prioritária do CSF (2011 a Janeiro/2016).
Fonte: Painel de Controle do programa Ciência sem Fronteiras33. .
Quanto à distribuição de bolsas de graduação por região do Brasil (73.373), desde 2011 até Janeiro de 2016, tem-se: 37.537 bolsas para a região Sudeste (51%); 14.529 bolsas para a região Nordeste (20%); 14.229 bolsas para a região Sul (19%); 4.971 bolsas para a região Centro-Oeste (7%); e 1.918 bolsas para a região Norte (3%).
São Paulo tem a maioria das bolsas (21%) concedidas por estado de origem dos bolsistas (Figura 4), seguido de Minas Gerais (17%). A maioria de bolsas de São Paulo (80%) é de graduação na modalidade sanduíche.
Nota-se uma predominância de bolsas concedidas para estados da região Sudeste (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro) e Sul (Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina), quando se consideram os 10 estados que mais receberam bolsas.
33 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
Figura 4.Bolsas Implementadas por Unidade de Federação de origem do Bolsista do CSF (2011 a Janeiro/2016).
Fonte: Painel de Controle do programa Ciência sem Fronteiras34.
Na área de engenharia e demais áreas tecnológicas a maioria das bolsas implementadas são em Minas Gerais (21%) e São Paulo (21%) – Figura 5.
34 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
Figura 5. Bolsas implementadas por unidade da federação, na área de engenharia e demais áreas tecnológicas (2011 a Janeiro/2016).
Fonte: Painel de Controle do programa Ciência sem Fronteiras35.
Os Estados Unidos foi o país de destino com maior quantidade de bolsas concedidas pelo CSF (30%). A área de Engenharias e demais áreas tecnológicas foi área que mais teve bolsas implementadas (31%).
Na concessão de bolsas por país de destino (Tabela 9) os países que mais receberam bolsistas foram Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Austrália, Alemanha, Espanha, Itália, Portugal, Irlanda, dentre outros. Embora o Canadá tenha sido o país que mais lançou chamadas (Tabela 10).
Tabela 9. Os 30 países que mais receberam bolsistas do CSF (2011 a Janeiro/2016).
País Quantidade País Quantidade Estados Unidos 27.821 Coreia do Sul 522
Reino Unido 10.740 Japão 520
Canadá 7.311 Noruega 358
França 7.279 Nova Zelândia 307
Austrália 7.074 China 296
Alemanha 6.595 Dinamarca 229
Espanha 5.025 Finlândia 216
35 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
País Quantidade País Quantidade
Itália 3.930 Suíça 168
Portugal 3.843 Áustria 132
Irlanda 3.387 Chile 43
Holanda 2.289 Em atualização 40 País Quantidade País Quantidade
Hungria 2.134 Polônia 34
Brasil 1.276
República
Tcheca 24
Bélgica 632 México 18
Suécia 547 África do Sul 16
Total A 89.883 Total B 2.923
Total (A+B) 92.806
Fonte: Elaborado pelo autor, a partir de informações do Painel de Controle CSF36.
Tabela 10. Quantidade de chamadas por país-destino.
País Quantidade de Chamadas
Polônia 1 Portugal 2 Áustria 3 China 3 França 3 Irlanda 3 Itália 3 Noruega 3 Nova Zelândia 3 Suécia 3 Alemanha 4 Espanha 4 Finlândia 4 Holanda 4 Hungria 4 Japão 4 Reino Unido 4 Coreia do Sul 5 Bélgica 8 Estados Unidos 8 Austrália 9 Canadá 12 Total 97
Fonte: Elaborado pelo autor, a partir de informações disponíveis no Portal CSF37.
36 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
37 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/graduacao_result>. Acesso em 28 de janeiro de 2016.
Nos Estados Unidos, o país que recebeu mais bolsistas (Figura 6), observa- se a distribuição de bolsas implementadas por instituição de destino (Tabela 11), considerando as 15 instituições que mais receberam bolsistas.
Tabela 11. Bolsas implementadas nas 15 instituições que mais receberam bolsistas, nos Estados Unidos (2011 a Janeiro/2016).
Instituição Quantidade Instituição Quantidade University of California System 1.196 University of Florida 378
California State University 949 University of Wisconsin System 364 State University of New York 762 Wayne State University 361 Arizona State University 701 University of Colorado 323 University of Nebraska 488 Southern Illinois University 311 University of Missouri System 424 Purdue Univeristy 310 University of Illinois 415 University of Arkansas 299 Illinois Institute of Technology 408 Total 7.689 Fonte: Elaborado pelo autor, a partir de informações do Painel de Controle CSF38.
Figura 6. Bolsas implementadas por país de destino do bolsista e instituição destino nos Estados Unidos (2011 a Janeiro/2016).
Fonte: Painel de Controle do programa Ciência sem Fronteiras39.
38
Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
39 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
O Estado do Espirito Santo ocupa a 14ª posição com 1% de bolsas implementadas (1.337 bolsas), seguindo a tendência nacional de concessão de maior quantidade de bolsas (57%) para estudantes das áreas de Engenharia e demais áreas tecnológicas. Também predomina, conforme a distribuição nacional, os bolsistas do gênero masculino (55%). São 15 as áreas contempladas com bolsas do programa de Ciências sem Fronteiras no Estado (Figura 7).
Figura 7. Bolsas Implementadas no Espírito Santo por área prioritária do CSF (2011 a Janeiro/2016).
Fonte: Painel de Controle do programa Ciência sem Fronteiras40.
Nota-se que as instituições federais de ensino concentram a maioria das bolsas concedidas no Estado. A Universidade Federal do Espirito Santo (UFES) concentra 66% de bolsas implementadas (891 bolsas) e o Instituto Federal do Espírito Santo possui 17% das bolsas (224). Na Universidade Federal do Espírito Santo 90% das bolsas foram destinadas para formação na graduação, sendo 806 bolsas na modalidade sanduíche no exterior, conforme apresenta a Figura 8.
40 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
Figura 8. Bolsas implementadas, por instituição de origem, no estado do Espírito Santo (2011 a Janeiro/2016).
Fonte: Painel de Controle do programa Ciência sem Fronteiras41.
As bolsas implementadas por país de destino, no estado do Espírito Santo são apresentadas na Figura 9. Os Estados Unidos concentram a maioria das bolsas (26%) e o Reino Unido (12%), seguindo a distribuição nacional de bolsas.
41 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
Figura 9. Bolsas implementadas, por instituição de destino, no estado do Espírito Santo (2011 a Janeiro/2016).
Fonte: Painel de Controle do programa Ciência sem Fronteiras42.
Na Universidade Federal do Espírito Santo, das 891 bolsas implementadas (dados até Janeiro de 2016), a maioria delas (25%, 231 bolsas), foi destinada para os Estados Unidos, seguida de 13% (123 bolsas) destinadas ao Reino Unido (Figura 10), na sequência de países da legenda do gráfico.
42 Disponível em: <http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/painel-de-controle>. Acesso em: 28 de janeiro de 2016.
Figura 10. Bolsas implementadas, por instituição de origem, no estado do Espírito Santo (2011 a Janeiro/2016).
Fonte: Painel de Controle do programa Ciência sem Fronteiras43.