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D

IFERENÇA ENTRE SUCO

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NÉCTAR E REFRESCO

• Néctar: é a bebida não fermentada, obtida da diluição, em água potável, da parte comestível da fruta/vegetal, adicionado de açúcares, destinado ao consumo direto. O néctar possui fruta, no entanto, a maioria dos néctares disponíveis no mercado não discrimina no rótulo o percentual de fruta que contém, nem o percentual exato de açúcares adicionados, de forma que tudo é descrito como carboidrato. • Suco: é a bebida não fermentada, obtida pela diluição, em água potável, da polpa da fruta, sem adição de

aromas e corantes artificiais. O limite para a adição de açúcares aos sucos é de no máximo 10% do peso total do produto.

• Refresco: também chamado de bebida de fruta, é a bebida não fermentada, obtida pela diluição, em água potável, do suco de fruta, polpa ou extrato vegetal de sua origem, com ou sem adição de açúcares. Dependendo do sabor, quantidades específicas devem ser respeitadas. Os refrescos de laranja, tangerina e uva, por exemplo, deverão conter no mínimo 30% em volume de suco natural.

De acordo com essas informações podemos notar que a principal diferença é o teor mínimo de polpa, isto é, da fruta em si, que cada tipo precisa ter. O suco é o que tem a maior concentração. Em seguida vem o néctar e, por último, o refresco, mas esses percentuais mínimos variam caso a caso, já que cada fruta tem uma particularidade e, à medida que o percentual de fruta diminui, a quantidade de açúcar adicionado tende a aumentar. (REDAÇÃO ÉPOCA, 2010).

F

AZENDO A MELHOR ESCOLHA PARA A SAÚDE

Buscando o melhor para a nossa saúde e um opção que seja saudável e acessível financeiramente, a dica dos nutricionistas é: comer a fruta sempre será a melhor opção. Ingerir a fruta torna-se compensável a ambos os aspectos devido o seu valor nutricional e alimentício serem o suficiente e, se ingeridos da forma mais natural possível, gera melhor aproveitamento para o corpo e a saúde de quem a consome. Mas para aqueles que fazem questão de ingerir suco, as melhores alternativas são o suco da fruta, o suco integral, o suco de polpa ou até o suco concentrado, pois apresentam a forma mais natural possível, não contêm conservantes e aditivos, e melhor se for consumido sem adição do açúcar refinado.

Vale ressaltar que, devido ao processo de fabricação, as bebidas industrializadas perdem grande parte de nutrientes e fibras, além de conter alto teor de açúcar. Além dos aspectos que proporcionam maléficos derivados do “suco de caixinha”, vale lembrar os casos em que muitos consumidores tiveram a indesejável surpresa de encontrar, nas caixas desses sucos, colônia de fungos, parafusos e outros “objetos estranhos”. (ARAÚJO, 2013).

I

NFLUÊNCIA DAS MARCAS

O poder da publicidade e do marketing é tão grande que uma simples embalagem pode levar o consumidor a crer que determinada bebida é tão saudável quanto a fruta in natura que originou o produto. O conhecimento prévio da marca também desempenha um papel crucial na determinação do conjunto de consideração: o pequeno conjunto de marcas que o consumidor dá mais atenção ao fazer uma compra (HOYER e BROWN,1990; KELLER, 1993 apud SOUKI,G.Q. et al., 2015). Numa situação em que o consumidor está ciente de uma série de marcas que se encaixam nos critérios relevantes, é pouco provável que se gaste muito esforço na busca de informações sobre marcas desconhecidas. A marca já conhecida em algum nível é muito mais provável de ser considerada e, portanto, escolhida, do que as marcas que o consumidor desconhece. (MACDONALD e SHARP, 2003 apud SOUKI,G.Q. et al., 2015). Os gestores das empresas, em relação aos consumidores, podem influenciá-los por meio da comunicação acerca das qualidades que eles queiram associar às narrativas ou histórias de suas marcas (THOMPSON, 2004 apud SOUKI,G.Q. et al., 2015). A aparência do suco também é um item importante na escolha da marca a ser consumida, tanto a espessura quanto a cor. Por conhecerem apenas as marcas mais vendidas, os consumidores consideram aquela marca como boa em relação à aparência, portanto, optam por adquirir o produto. (SOUKI,G.Q. et al., 2015). FONTES CONSULTADAS

ARAÚJO, Camila. Saiba o que você está comendo: Sucos de caixinha. 2013. Disponível em: <https://propaganut.wordpress.com/2013/05/13/saiba-o-que-voce-esta-comendo-sucos-de-caixinha/>. Acesso em: 03 jun. 2016.

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Sucos de caixinha podem não ser tão saudáveis quanto parecem. Revista Época. 2010. Disponível em:

<http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI121382-15257,00-

SUCOS+DE+CAIXINHA+PODEM+NAO+SER+TAO+SAUDAVEIS+QUANTO+PARECEM.html>. Acesso em: 03 jun. 2016. VINES, Juliana. São Paulo. Jornal Folha de São Paulo. Sucos de caixinha têm tantas calorias quanto refrigerantes. 2015. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/01/1574746-sucos-de-caixinha-tem- tantas-calorias-quanto-refrigerantes.shtml>. Acesso em: 03 jun. 2016.

Malefícios do suco de caixinha. 20??. Disponível em: <http://remediodaterra.com.br/maleficios-do-suco-de-

caixinha/>. Acesso em: 03 jun. 2016.

MARTINS, Aretha. Ig. Como escolher o melhor suco de caixinha. 20??. Disponível em: <http://saude.ig.com.br/alimentacao/2015-10-20/como-escolher-o-melhor-suco-de-caixinha.html>. Acesso em: 03 jun. 2016.

Suco de caixinha faz mal à saúde? A verdade revelada. 2015. Disponível em: <http://dietaenutricao.com.br/suco-

de-caixinha-e-saudavel-ou-nao/>. Acesso em: 09 jun. 2016.

Suco natural x suco artificial. 2015. Disponível em: <https://blog.dietbox.me/2015/05/12/suco-natural-x-suco-

artificial/>. Acesso em: 09 jun. 2016.

Conheça as vantagens de trocar o suco de caixinha pelo natural. Programa Via Saúde. 2014. Disponível em:

<http://www.programaviasaude.com.br/dicas/alimentacao/conheca-as-vantagens-de-trocar-o-suco-de-caixinha- pelo-natural>. Acesso em: 10 jun. 2016.

LOBO, Frederico. Suco de caixinha tem mais açúcar que refrigerante. 2011. Disponível em: <http://www.ecologiamedica.net/2011/03/suco-de-caixinha-tem-mais-acucar-que.html>. Acesso em: 10 jun. 2016. SOUKI, Gustavo Queiroga et al. Influência da marca sobre a percepção de qualidade dos produtos e as preferências de compra dos consumidores: Um teste cego com sucos prontos para o consumo. Revista de Tecnologia Aplicada,

S.i, v. 4, n. 1, p.41-54, abr. 2015. Disponível em:

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