• Nenhum resultado encontrado

(sólidos) ou a composição decorativa com elementos geométricos.

É de destacar que no curso do magistério infantil a disciplina de

Jogos educativos apresenta alguns conteúdos que apontam para a

iniciação do cálculo como o conhecimento de materiais, os jogos de cálculo e a didática da iniciação do cálculo, o conceito de número pelo sentido táctil muscular (enfiar contas, modelação, diferentes jogos), o conceito de número pelo sentido visual (lotos de botões, saquinhos de conchas, material froebeliano), o conceito de número pelo sentido auditivo, iniciação da memória visual dos números através de jogos diversos e a associação do sinal gráfico com o número.

Estes programas são a consolidação da grande redução curricular prevista em 1930129, com a constituição das escolas do magistério

primário. Se forem confrontados com os programas previstos em 1928, são excluídas as disciplinas que apresentavam uma componente de especialidade teórica, onde se inclui a disciplina de

Matemática, simplificando-se e acentuando-se o caráter

profissionalizante do curso, com uma redução ao que era considerado essencial.

Os programas publicados em 1943 vêm confirmar o previsto nos programas publicados em 1935, embora estes já sejam acompanhados de instruções gerais que permitem discriminar o que se pretendia em cada uma das disciplinas. Os conteúdos relacionados com a matemática passaram a ser essencialmente ensinados em Didática Especial. Nesta disciplina, a aritmética era abordada essencialmente a partir de um ponto de vista educacional, valorizando-se a dimensão didática. Os conteúdos matemáticos abordados eram sobretudo os do ensino primário, a começar pela análise dos programas desse nível de ensino. O programa da disciplina de Desenho e Trabalhos Manuais Educativos também tinha alguns conteúdos que se relacionavam com a matemática, especificamente com a geometria (tabela 2.3.4). Assim, nesta reforma não havia na estrutura do curso nenhuma disciplina de matemática com uma componente de especialidade teórica, passando os conteúdos de aritmética e de geometria a fazer parte da disciplina Didática Especial.

Tabela 2.3.4. Tópicos principais das disciplinas com conteúdos matemáticos, 1943.

Didática Especial Desenho e trabalhos manuais educativos

- Metodologia de ensino dos números inteiros e das respetivas operações

- Metodologia de ensino das frações e dos decimais

- Números complexos: medidas de tempo

- Regras de redação e técnicas de apresentação das situações problemáticas

- Técnicas de construção de testes diagnósticos e de testes

prognósticos.

- Linha reta, semirreta e segmento de reta. Retas paralelas e

perpendiculares

- Medição de ângulos. Construção de ângulos e a sua divisão. Traçado da bissetriz de um ângulo sem recorrer ao seu vértice - Polígonos: construção de triângulos e de quadriláteros - Desenho de circunferências de raio dado, passando por dois pontos dados

Fonte: Decreto n.º 32.629, 6 de janeiro, 1943.

A reformulação do curso efetuada em 1960130 veio reforçar a

componente das metodologias de ensino, quer através da separação da Didática Especial A, específica para o ensino das humanidades, da

Didática Especial B, com o ensino das ciências naturais e matemática,

quer fornecendo maior carga horária para estas disciplinas. A

Didática Especial B era ensinada por um professor generalista que se

especializava em metodologias do ensino da matemática. Esta especialização não significava que os professores tivessem obtido qualquer formação específica em metodologia de ensino desta disciplina. Significava apenas que esses professores acabavam por se especializar nessas metodologias, durante o exercício da sua prática. Apesar das alterações feitas no curso em 1960, os programas não foram alterados e continuou a não existir uma disciplina da componente de especialidade teórica de matemática.

Os Exames de Estado

A legislação publicada em junho de 1927131, veio alterar a forma de

realização do exame final das escolas normais primárias, que estava definido desde 1922132. Considerava-se, então, que o decreto de

1922 não discriminava nem regularizava devidamente a forma de

130 Decreto-lei n.º 43.369. Diário do Governo, 279(2/12/1960), 2674-6.

131 Decreto n.º 13.792. Diário do Governo, 125(17/06/1927), 1002. 132 Decreto n.º 8.230. Diário do Governo, 134, (5/7/1922).

realização das provas, complicando os serviços e tornando-os dispendiosos. No entanto, a alteração limitou-se à constituição do júri que passava apenas a ser formado por seis professores eleitos pelo conselho escolar e pelo diretor, que presidia ao júri.

O decreto de criação das escolas do magistério primário de 1930133

vai alterar profundamente o modo como os exames finais se realizavam. Até então estes exames eram organizados localmente de acordo com a legislação de 1922134 mas agora os Exames de

Estado, segundo a nova denominação, seriam controlados a nível central, com júris determinados pelo Governo e incorporando seus representantes. Os Exames seriam constituídos por três provas:

a) execução de todos os serviços escolares de um dia letivo; b) crítica e argumentação sobre os planos das lições realizadas;

c) crítica e argumentação sobre as lições dadas.

A crítica e argumentação sobre o plano das lições deviam ser entregues ao presidente júri antes da prestação da prova de execução de um dia de serviço escolar, onde se incluíam as lições. O assunto a tratar nas lições era tirado à sorte com 48 horas de antecedência e os planos deviam ser acompanhados por um relatório justificativo dos motivos pedagógicos. O presidente do júri era o representante das escolas do magistério primário no Conselho Superior da Instrução Pública, acompanhado por um inspetor do ensino primário e por um professor efetivo da escola do magistério primário da cidade onde fosse realizado o exame. Na sessão de julgamento deviam estar na posse do júri todos os trabalhos escritos realizados pelos candidatos durante o estágio nas escolas de aplicação, que deviam ser tomados em conta para efeitos de classificação. As classificações obtidas durante o curso deviam ser tomadas em linha de conta na atribuição da classificação final. Com a reabertura das escolas do magistério primário em 1942135, o

Exame de Estado continuou a ser uma condição necessária para o exercício do magistério primário. Eram admitidos a este exame os candidatos que tivessem completado o estágio previsto para o último semestre do curso. As provas, que não eram discriminadas, eram prestadas perante um júri único, nomeado livremente pelo Ministro da Educação Nacional, entre professores de qualquer grau

133 Decreto n.º 18.646. Diário do Governo, 166(19/7/1930), 1443-50.

134 Decreto n.º 8.230. Diário do Governo, 134(5/7/1922), 667 com alterações pelo

Decreto n.º 13.792. Diário do Governo, 125(17/6/1927), 1002.

de ensino, inspetores do ensino primário, diretores de distrito escolar ou os seus adjuntos.

Em 1960136, explicita-se que o Exame de Estado era constituído

por uma parte escrita, uma parte prática e uma parte oral. Na parte escrita os candidatos tinham que prestar provas nas disciplinas de

Pedagogia, Didática Geral e História da Educação, Psicologia Aplicada à Educação e de Didática Especial, com a duração de 90 minutos para

cada prova. A parte prática constava de uma lição a uma classe do ensino primário. O candidato devia fazer e entregar o respetivo plano com 24 horas de antecedência, sendo-lhe concedidos 90 minutos para a concretização da aula planeada. A parte oral constava da crítica e discussão dos exames escritos e práticos e tinha a duração máxima de 30 minutos. As provas eram prestadas nas escolas do magistério perante um júri único que as classificava com uma escala de medíocre a muito bom, sendo eliminatória a classificação de medíocre. A classificação final era expressa numa escala numérica de 10 a 20. Na nota final era tida em conta a nota do exame de admissão, a média de frequência, relatório e informação do estágio, e as classificações atribuídas às várias provas do Exame de Estado. O júri único era constituído pelo diretor-geral do ensino primário, ou por um seu delegado, e pelos diretores das escolas do magistério primário. O júri era ainda constituído por professores de Didática e de Psicologia, por inspetores-orientadores, diretores do distrito escolar ou professores do ensino primário.

Qualificações dos docentes dos cursos de formação inicial de professores do ensino primário

Em 1928137, os professores das Escolas Normais Primárias

passaram a ser agrupados em doze grupos de disciplinas, sendo o 6.º grupo o da Matemática e o 2.º grupo o da Metodologia. Uma análise das qualificações consideradas necessárias para a docência nas escolas de formação de professores do ensino primário mostra duas fases. Na primeira até 1930, a maioria dos professores que ensinavam matemática tinham uma habilitação específica em matemática, obtida em universidades, e tinham aprovação em disciplinas das Escolas Normais Superiores ou tinham frequentado um curso de Ciências Pedagógicas nas Faculdades de Letras.

136 Decreto-lei n.º 43.369. Diário do Governo, 279(2/12/1960), 2674-6. 137 Decreto n.º 16.037. Diário do Governo, 237(15/10/1928), 2094-100.

Em 1930138 as escolas de formação de professores do ensino

primário sofrem diversas alterações, sendo possível distinguir aqui uma segunda fase quanto às habilitações exigidas para a docência de conteúdos matemáticos nas escolas de formação dos professores do ensino primário. Uma das alterações prende-se com o plano de estudos de onde desaparece a disciplina de Matemáticas Elementares e o respetivo grupo de Matemática139. Conforme vimos anteriormente,

a formação nestas novas escolas tem um âmbito mais limitado, disponibilizando apenas saberes diretamente relacionados com a função letiva. Desaparece o objetivo de consolidação dos saberes adquiridos nos liceus, bem como o de aprofundamento de didáticas específicas através de especialistas dedicados. Os temas matemáticos apenas são agora mencionados na disciplina de

Didática. Os professores que pretendessem lecionar esta disciplina

tinham que prestar provas públicas, sendo selecionados de entre os diplomados pelas escolas normais superiores com Exame de Estado em qualquer grupo do ensino liceal ou deviam ter frequentado com aproveitamento as cadeiras de Psicologia Geral e Psicologia Experimental das Faculdades de Letras. Os temas relacionados com o ensino da matemática no ensino primário podiam agora ser lecionados por qualquer professor com formação para o ensino secundário tendo ou não uma formação específica em matemática. Esta situação não se vai alterar até 1974.

Alguns conteúdos matemáticos, principalmente da geometria, também eram tratados na disciplina de Desenho. Para esta disciplina, os docentes podiam ser recrutados entre os professores do ensino primário elementar que tivessem cadeiras de desenho de ornato, modelação de ornato, desenho de cabeça e tronco, desenho de estátua nas escolas de belas artes.

Com a reabertura das escolas do magistério primário em 1942140,

houve uma alteração na regulamentação de acesso à docência nestas escolas. Nas escolas do magistério primário podiam existir professores de nomeação vitalícia ou em comissão, professores contratados e professora da disciplina de educação feminina. Os professores de Didática Especial, disciplina onde eram abordados conteúdos relacionados com o ensino da matemática, podiam ser de nomeação vitalícia ou em comissão. Os professores de Didática

138 Decreto n.º 18.646. Diário do Governo, 166(19/7/1930), 1443-50 com alterações

introduzidas pelo Decreto n.º 20.254. Diário do Governo, 166(25/8/1931), 1942-5.

139 Desaparecem igualmente as disciplinas relacionadas com línguas, geografia,

história ou ciências.

Especial eram nomeados livremente pelo Ministro da Educação

Nacional, de entre indivíduos que estivessem habilitados para o magistério primário, com pelo menos 16 valores de diploma e cinco anos de exercício docente.

Com a reestruturação do plano de estudos em 1960141, a disciplina

de Didática Especial passou a ser ministrada por dois professores que iriam reger também a disciplina de Legislação e Administração

Escolares. A regulamentação não explicita quais as habilitações para a

docência destas disciplinas, apenas referindo que eles podiam obter a nomeação definitiva depois de dois anos de bom e efetivo serviço, tendo para isso de realizar concurso de provas escritas e orais sobre a matéria do programa das disciplinas que iam lecionar. A tabela 2.3.6 detalha os requisitos para a docência nas escolas de formação de professores do ensino primário, que eram especificados na legislação.

Tabela 2.3.6. Habilitações para a docência nas escolas do magistério primário (1928-1974).

Ano Habilitações

1928 Para além de habilitação específica do respetivo grupo, os professores efetivos e agregados tinham que ter habilitação das escolas normais superiores para o magistério desse grupo. Os professores das escolas anexas eram professores do ensino primário.

1930 Os professores eram recrutados por concurso de provas públicas entre os diplomados pelas escolas normais superiores com exame de estado em qualquer grupo do magistério secundário, e que tivessem frequentado com aproveitamento as cadeiras de Pedagogia

Geral e Psicologia Experimental das Faculdades de Letras.

Os professores das escolas de aplicação teriam que ser

diplomados com o exame de estado em qualquer dos grupos das escolas normais superiores, ou com exame de estado do magistério primário, ou ainda com exame de habilitação das escolas normais primárias.

1931 Os professores das escolas do magistério primário teriam que ter aprovação em todas as cadeiras de ciências pedagógicas das Faculdades de Letras. Os professores do 3.º grupo, onde se incluía a Didática deveriam ter habilitação para o exercício do magistério primário ou um curso superior.

1942 Os professores de Didática Especial eram nomeados pelo Ministro da Educação Nacional, de entre os que tivessem obtido pelo menos 16 valores no curso e cinco anos de exercício docente.

Tabela 2.3.6 (continuação). Habilitações para a docência nas escolas do magistério primário (1928-1974).

Ano Habilitações

1960 A regulamentação não explicita quais as habilitações necessárias para docência destas disciplinas, mas refere que estes professores podiam ter nomeação definitiva depois de dois anos de bom e efetivo serviço, tendo para isso de realizar concurso de provas escritas e orais sobre a matéria do programa das disciplinas que iam lecionar.

Fonte: Legislação (1928, 1930, 1931, 1942, 1960).

Como consequência das alterações ao plano de estudos, neste período que vai de 1926 a 1974, é possível distinguir duas fases. Numa primeira fase que vai até 1930, e ainda na sequência do período anterior, existia no plano de estudos das escolas de formação de professores do ensino primário, uma disciplina de matemática, Matemáticas Elementares, e, por isso, exigia-se para a docência desta disciplina, um docente com habilitação específica para este grupo, que tivesse também a habilitação das escolas normais superiores. Como consequência da legislação publicada em 1930, e, posteriormente, em 1931, o plano de estudos destas escolas deixa de apresentar uma disciplina de matemática. A matemática passa a ser lecionada apenas do ponto de vista da didática, numa disciplina designada por Didática, e a partir de 1942, por Didática

Especial. Por esta razão, a estes docentes não era exigida qualquer

formação específica no âmbito da matemática. Inicialmente, em 1931, era exigida a habilitação para o exercício do magistério primário ou um curso superior, sendo também exigida aprovação em todas as cadeiras de ciências pedagógicas das Faculdades de Letras. A partir de 1942 passa a ser exigida a habilitação para o exercício do magistério primário.

Considerações finais

Traçou-se um quadro dos saberes matemáticos e do seu ensino desenvolvidos nas escolas normais durante o período em análise. Embora limitados às normas, no sentido de Julia (1995), podem-se estabelecer algumas conclusões.

No período de 1926 a 1974, no que diz respeito à admissão aos cursos de formação de professores do ensino primário, no início do período era exigido o exame de admissão ao segundo ciclo dos liceus (6.º ano). No entanto, com a reforma de 1930 e por um período de doze anos, foi necessário apenas o 4.º ano do ensino

primário elementar, o que foi alterado em 1942, passando a ser exigido o segundo ciclo dos liceus (9.º ou 10.º ano). Destaca-se aqui um largo período em que as habilitações mínimas exigidas são muito reduzidas, o que terá tido impacto nos conhecimentos matemáticos dos alunos.

No início do período de 1926 a 1974, e no que diz respeito às disciplinas do curso, destacavam-se a Matemática Elementar, visando a preparação científica e cultural dos professores, e a Metodologia, focada principalmente na didática do ensino da matemática. As alterações feitas na formação de professores do ensino primário em 1930 excluíram a matemática, enquanto disciplina teórica da componente de especialidade, da formação de professores deste nível de ensino, passando a centrar-se apenas na didática da disciplina no ensino primário. Mais tarde, com as alterações introduzidas em 1942 e em 1960, o caráter profissionalizante foi reforçado com a criação de uma nova disciplina, a Didática, posteriormente Didática Especial. Nesta análise destaca-se o empobrecimento curricular dos cursos das escolas do magistério primário, com a ausência de disciplinas da componente de especialidade com um caráter teórico ao nível da matemática. Isto acontece também a um nível mais geral nos cursos das escolas do magistério primário, onde Baptista (2004) salienta que a partir de 1930 o plano curricular fica reduzido aos elementos considerados essenciais à cultura profissional, excluindo-se muitas disciplinas de especialidade e formação geral. Mantêm-se apenas disciplinas da componente de especialidade e formação geral na área do desenho e trabalhos manuais por estas serem áreas consideradas muito necessárias à formação do docente do ensino primário (Baptista, 2004). Pintassilgo (2012) também destaca que o novo modelo de formação de professores do ensino primário esvaziava o currículo de aspetos que eram considerados mais complexos, num curso que se queria mais eficiente, com uma retórica tecnocrática.

No início do período em estudo, em 1928, os conteúdos das disciplinas de matemática iam para além do que o futuro professor teria que ensinar no ensino primário, para além de abordarem também conteúdos de metodologia. Nestas disciplinas havia também aplicações práticas dos conteúdos de matemática, tal como a cosmografia. Durante o período em estudo, os conteúdos começam a concentrar-se exclusivamente em aspetos didáticos, acentuando-se o caráter profissionalizante do curso das escolas do magistério primário. Conjugado com a diminuição das habilitações exigidas no acesso ao curso, que caracterizam também uma parte

deste período, isto significa uma deterioração dos conhecimentos teóricos, e das suas aplicações práticas, nomeadamente no que se refere aos conhecimentos matemáticos dos futuros professores do ensino primário.

Com o estabelecimento das escolas normais superiores em 1911, são alteradas as habilitações exigidas para a docência nas escolas normais. Passa-se a exigir a habilitação específica do respetivo grupo e o curso de habilitação da escola normal superior. A exigência destas habilitações mantém-se até ao final do período da 1.ª República, prolongando-se ainda pelos primeiros anos da ditadura militar, nomeadamente na legislação aprovada em 1928. Na legislação publicada em 1931, que, no que diz respeito às habilitações exigidas para a docência nas escolas de formação de professores do ensino primário, se manteria até ao final do período em estudo, aos candidatos à docência nestas escolas passava a ser exigida a aprovação nas cadeiras de ciências pedagógicas das Faculdade de Letras. Os professores de Didática, que teriam a ser cargo a lecionação de conteúdos relacionados com o ensino da matemática, deveriam ter habilitação para o exercício do magistério primário ou um curso superior. As habilitações exigidas a estes docentes refletem a extinção das escolas normais superiores, mas também a ausência de disciplinas com componente teórica de especialidade nos cursos das escolas do magistério primário.

Legislação principal

Decreto n.º 16.037. Diário do Governo, 237(15/10/1928), 2094-100. Decreto n.º 16.038. Diário do Governo, 237(15/10/1928), 2100-3. Decreto n.º 18.646. Diário do Governo, 166(19/7/1930), 1443-50. Decreto n.º 20.254. Diário do Governo, 197(25/8/1931), 1942-5. Decreto n.º 21.695. Diário do Governo, 229(29/9/1932), 1963-70.