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VARIÁVEIS DE ESTUDO

No documento Análise Temporal Linear 2008 a 2015 (páginas 86-97)

ANEXO 6 - PARECER CONSUBSTANCIADO DO CEP (COMISSÃO DE

3. MATERIAL E MÉTODO

3.5 VARIÁVEIS DE ESTUDO

As variáveis desta pesquisa foram extraídas das bases de dados relacionadas no subcapítulo anterior, e sua escolha foi centrada na relevância para o alcance dos objetivos propostos.

As variáveis selecionadas para o estudo, descritas como variáveis independentes, foram as relacionadas aos Nascidos Vivos com registro ou não de anomalias congênitas na DNV, e ao natimorto/óbito fetal. Todas disponibilizadas pelo DATASUS, através do SINASC e do SIM, alimentados a partir dos dados preenchimentos na DNV e DO, respectivamente.

As variáveis consideradas dependentes foram as relacionadas com as condições sociais maternas, à assistência pré-natal, ao parto e atendimento ao recém-nascido, além das socioeconômicas e ao uso de agrotóxicos. Estas também disponibilizadas pelo SINASC, SIM, SIAB, disponíveis no DATASUS, além das disponibilizadas pelo IBGE, IPARDES, CAGED e ADAPAR, para atender informações respectivamente relativas à aos fatores socioeconômicos, aos empregos formais (Quadro 7) e sobre o uso de agrotóxicos (Quadro 8).

Para avaliação da ocorrência dos nascimentos com anomalias congênitas foi necessário a realização de cálculos de indicadores de morbidade, discriminados em Coeficientes ou Taxas de Prevalência que são considerados, por Almeida-Filho e Barreto (2017), a expressão quantitativa do adoecimento na população. As Taxas se descrevem com inquérito epidemiológico, como um estudo das condições de morbidade de causas

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específicas. Na presente pesquisa a AC em uma população de nascidos vivos, de um período de oito anos.

O conceito de prevalência indica para a magnitude de um certo agravo, em uma determinada população. Define-se prevalência como a relação entre casos conhecidos de uma determinada doença e a população de origem dos casos, com referência a um lugar definido, multiplicando-se o resultado pela base referencial da população que é potência de 10. (ALMEIDA-FILHO e BARRETO, 2017).

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Nesta pesquisa optou-se por adotar o referencial metodológico da Organização Mundial de Saúde para a mensuração da ocorrência de anomalias congênitas. Em sua publicação de 2014, “Birth defects surveillance: a manual for programme managers”

é dito que na vigilância das AC a palavra incidência não é normalmente utilizada, para descrever a ocorrência das AC. Ressaltando-se que o conceito de incidência é referente a todos os novos casos de AC. Neste sentido, a explicação apontada pela OMS é relativa a ocorrência de aborto espontâneo devido a alguma AC, e o fato de esta ocorrência não ser, usualmente, monitorada com precisão. Com base neste pressuposto, sugere que a medida da ocorrência de AC seja Live Birth Prevalence (Prevalência de Nascido Vivo com AC) ou Birth Prevalence (Prevalencia de Nascido com AC) ou Total prevalence of congenital anomalies (Prevalência total das AC). E ainda, sugere que em um Programa de Vigilância de AC as prevalências devem ser calculada das seguintes maneiras (OMS, 2014):

1. Live birth prevalence of congenital anomalies = Nascidos vivos com AC

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A primeira proposta se iguala ao recomendado pelos autores Almeida-Filho e Barreto (2017). Entretanto, a seguinte evidência fato novo e importante, que é a inclusão de óbitos fetais devido causa básica registrada como AC. Devido a isto utilizou-se nesta pesquisa esta perspectiva de cálculo de Prevalência, ou seja, a prevalência de nascidos com AC, contabilizando-se para além dos nascidos vivos com AC, também os óbitos

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fetais que tiveram registro nas DO de Causa Básica de AC, cálculo dado pela razão a seguir apresentada.

2. Birth prevalence congenital anomalies - Prevalência de nascidos com anomalias congênitas:

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3. Total prevalence of congenital anomalies - Prevalência total de AC:

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Reitera-se que após a análise das três propostas da OMS, para o cálculo da AC, optou-se pela segunda. A terceira não foi escolhida pois inclui o cálculo do aborto. Sabe-se que no cenário brasileiro os dados referentes às causas de aborto ainda são obscuros, impossibilitando a realização da taxa de prevalência total para este estudo.

Para a análise estatística descritiva e caracterização dos nascimentos com AC no estado do Paraná, as variáveis foram organizadas de acordo com a faixa etária materna, e após separadas em quatro blocos de evidências relacionadas à mãe, ao RN, à assistência ao parto e nascimento e as anomalias congênitas propriamente dita (Figura 7).

Esta organização é devida a adoção, como categorias analíticas, dos padrões evidenciados nas recomendações da Linha Guia Mãe Paranaense e as evidências da literatura. Nesta perspectiva, o perfil descrito para gestantes classificadas como de Risco Habitual, é entendido nesta pesquisa como as condições desejáveis, ou esperadas para que se tenha o processo gestacional, de trabalho de parto, e de nascimento com proteção a ocorrência de nascimentos com AC (Quadro 6), consideradas como variáveis dependentes. As gestantes de risco habitual são as que não possuem nenhum fator de risco individual, social, demográfico, de história reprodutiva, e de doenças ou agravos anteriores à gestação. (PARANÁ, 2012).

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FIGURA 7 - VARIÁVEIS DE ANÁLISE DESCRITIVA DOS NASCIMENTOS COM ANOMALIAS CONGÊNITAS SEGUNDO POPULAÇÃO (MÃES OU RECÉM-NASCIDOS, ASSISTÊNCIA E TIPO DE ANOMALIA, NO ESTADO DO PARANA, 2008 – 2015.

FONTE: A autora, Curitiba, 2018.

Para categorização da variável ocupação materna foi utilizada a Classificação Brasileira de Ocupação (BRASIL, 2010c), publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Este documento descreve as ocupações vigentes no mercado de trabalho brasileiro, com base nas orientações da Organização Internacional do Trabalho (OIT). E além disto, busca normatizar e codificar as ocupações, agregando-as em dez grandes grupos, a saber:

0. Membros das forças armadas, policiais e bombeiros;

1. Membros superiores do poder público, dirigentes de organizações de interesse público e de empresas, gerentes;

2. Profissionais das ciências e das artes;

3. Técnico de nível médio;

4. Trabalhadores de serviços administrativos;

5. Trabalhadores dos serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados;

6. Trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca;

7. Trabalhadores da produção de bens e serviços industriais;

8. Trabalhadores da produção de bens e serviços industriais;

9. Trabalhadores em serviços de reparação e manutenção.

Nesta obtiveram-se as informações da ocupação materna a partir das bases de dados do SINASC, disponíveis no DATASUS pelo sistema Tabwin®. Foram considerados estes dez grandes grupos para categorização da ocupação registrada para as mães das crianças que nasceram no período do estudo.

Quanto às condições socioeconômicas foram utilizadas variáveis que relacionam as condições de vida e desenvolvimento econômico dos municípios que compõem o

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estado do Paraná. E ainda, utilizadas variáveis da cobertura do Programa Estratégia de Saúde da Família (Quadro 8), também consideradas como variáveis dependentes.

E para a análise do uso de agrotóxicos, foram utilizadas as variáveis disponíveis pelo ADAPAR (Quadro 9), aonde pode avaliar o quantitativo de defensivos agrícolas comercializados, também variáveis dependentes.

93 QUADRO 6 DISTRIBUÃO DAS VARIÁVEIS CLASSIFICADAS EM MATERNAS, DO RECÉM-NASCIDO, ASSISTENCIAIS E ANOMALIAS CONGÊNITASAPRESENTADAS PELO SISTEMADE INFORMÃO DE NASCIDOS VIVOS (SINASC), SEGUNDO A CATEGORIA ESTABELECIDA E CRITÉRIOS PARA SUA INTERPRETAÇÃO DE ACORDO COM A LINHA GUIA MÃE PARANAENSE, PARANÁ, 2012. continua VARIÁVEISBASE DE DADOSCATEGORIZAÇÃOINTERPRETAÇÃO

VARIÁVEI S MAT

ERNAS

IDADE

SINASC Até 19 anos - Risco Intermediário 20-34 Risco habitual ≥ 35 anos - Risco IntermediárioA idade materna foi classificada de acordo com os extremos de idade, mãe adolescente (≤19 anos) e em idade avançada (≥ 35 anos). (RIBEIRO et al., 2014). Raça Branca - Risco Habitual Amarela - Risco habitual Parda - Risco habitual Negra - Risco Intermediário Indígena - Risco Intermediário

Esta variável deve ser autodeclarada pela mulher no momento de preenchimento da DN após o parto, e foi categorizada conforme as raças divulgadas pela base de dados. Situação conjugalCom parceiro - Risco habitual sem parceiro - Risco IntermediárioFoi considerado com parceiro mulheres que se declararam casadas ou amasiadas, sem parceiro as solteiras, viúvas ou separadas. Escolaridade Até 3 anos - Risco Intermediário 4 a 7 - Risco habitual ≥ 8 anos- Risco habitualEscolaridade até 3 anos é indicado baixa escolaridade, pois por lei essas mulheres o atingiram os anos de estudo obrigatório (PARANÁ, 2012). Filhos vivos Até 2 filhos -Risco Habitual ≥ 3 filhos ou mais - Risco Intermediário Filhos MortosUm filho Risco intermediário 2 ou mais alto risco

VARIÁVE L REC

ÉM-NASCIDO

Sexo

SINASC

Masculino - Risco Intermediário Feminino - Risco habitualNão há classificação de risco em relação ao sexo do bebê, mas nesta pesquisa utilizou-se como risco intermediário, o sexo masculino, pois ele se manteve em maior prevalência. Peso< 1.000g - Risco Intermediário Entre 1.000 a 2.499g - Risco Intermediário ≥ 2.500g - Risco HabitualO peso ao nascer é classificado como baixo (<2.500g) e recebe uma subclassificação de muito baixo peso (< 1.500g), ambos as faixas somadas em uma mesma categoria, e pôr fim ao extremo baixo peso (< 1000g). (BRASIL, 2009) Idade gestacional≥37 sem- Risco habitual < 37 a 32 sem - Alto Risco < 32 sem - Alto RiscoA idade gestacional foi classificada em a termo os maiores de 37s, pré-termo tardio com idade gestacional entre 32 e 36 s e o pré-termo extremo quando menor que 32s. (BRASIL, 2009)

94 QUADRO 6 DISTRIBUÃO DAS VARIÁVEIS CLASSIFICADAS EM MATERNAS, DO RECÉM-NASCIDO, ASSISTENCIAIS E ANOMALIAS CONGÊNITAS APRESENTADAS PELO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE NASCIDOS VIVOS (SINASC), SEGUNDO A CATEGORIA ESTABELECIDA E CRITÉRIOS PARA SUA INTERPRETAÇÃO DE ACORDO COM A LINHA GUIA MÃE PARANAENSE, PARANÁ, 2012. conclusão FONTE: Linha Guia Mãe Paranaense, 2012 (Organizado pela autora).

Apgar no 5º min.< 7 pontos7 pontosA nota aplicada maior ou igual a 7 sugere boas condições de boa vitalidade ao nascer a nota abaixo de 7 indica má condição de nascimento, indicando asfixia moderada ou grave (<3pontos).

VARIÁVEI S

ASSIST ÊNCIAI

S

Tipo de parto

SINASC Vaginal cirúrgicoVia de parto de escolha para o nascimento Início do pré-natalTrimestre 2º Trimestre 3º TrimestreO início do pré-natal no 1º Trimestre, ou seja, até a 12º semana de gestação é preconizada pelo ministério da saúde, indicando a qualidade da assistência no pré-natal (Brasil, 2012b) Número de consultaNenhuma 1 a 3 consultas 4 a 6 consultas 7 ou mais consultasRealização de no mínimo 6 consultas preconizado pelo Ministério da Saúde, indicando qualidade da assistência pré-natal (Brasil, 2011). Tipo de gestaçãoÚnica- Risco habitual Múltipla - Alto RiscoTipo única a presença de um único feto, e múltipla a presença de dois fetos ou mais.

ANOMA

LIAS ÊNIT CONG

AS

Anomalia congênita

SINASC Sim - Alto Risco Não - Risco habitualCampo 6, destinado a detecção de alguma anomalia congênita visível. Desc. Anomalia congênitaDescrição Anomalias de acordo com CID 10Espaço destinado à descrição da Anomalia Congênita detectada e classificada de acordo com CID 10, preenchida pelo médico assistente.

95 QUADRO 7- DISTRIBUIÇÃO DAS VARIÁVEIS DE NATIMORTOS COM E SEM ANOMALIA CONGÊNITA DE ACORDO COM O SIM (SISTEMA DE INFORMAÇÃO SOBRE MORTALIDADE) E COBERTURA DO ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FALIA, DE ACORDO COM O SIAB (SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA ATENÇÃO BASICA), POR BASE DE DADOS, ANOS DISPONÍVEIS, DEFINIÇÃO E ANÁLISE. PARANÁ, 2008 A 2015. VARIÁVELBASE DE DADOSANO DISPONÍVELDEFINIÇÃOANÁLISE Natimortos sem ACSIM2008 a 2015 Nascidos mortos por qualquer causa de acordo com a CID 10ª Revisão.

Quantidade expressa em meros Natimortos com ACSIM2008 a 2015 Nascidos mortos com causa descrita no Capitulo XVII da CID 1 Revisão.

Quantidade expressa em meros Cobertura ESFSIAB2008 A 2015 População coberta pela estratégia de saúde da família.Porcentagem (%) FONTE: SIM E SIAB. Organizado pela autora. Curitiba, 2018.

96 QUADRO 8 -DISTRIBUIÇÃO DAS VARIÁVEIS EM DADOS SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS, SEPARADOS POR FONTE, VARIÁVEL, ANO DISPONÍVEL, DEFINIÇÃO E ANÁLISE. PARANÁ. continua VARIÁVELBASE DE DADOSANO DISPONÍVELDEFINIÇÃOANÁLISE Densidade demográfica

IBGE/ IPARDE S

2015É a medida expressa pela relação da população com a superfície do território, geralmente aplicada a seres humanos. É geralmente expressada em habitantes por quilômetro quadrado.

Número de habitantes por quilômetro quadrado Taxa de analfabetismo (> 15 anos) 2010Percentual de pessoas analfabetas acima de 15 anos idade que por lei a escolaridade seria obrigatória. É aquele indivíduo que se autodeclara incapaz de ler e escrever um bilhete simples, que apenas assinam o seu nome e que já aprenderam e ler, mas esqueceram.

Porcentagem (%) Índice de GINI1991/2000/2010 O coeficiente de GINI consiste em um número entre 0 e 1, onde 0 corresponde à completa igualdade e 1 corresponde à completa desigualdade.

É expresso em pontos percentuais (é igual ao coeficiente multiplicado por 100) População residente por cor ou raça2010Índice expressa a população de brancos, negros, pardos, amarelos e indígenas.Quantidade expressa em meros População residente segundo situação de domicílio e sexoMunicípios que as pessoas residem, separado por sexo. Quantidade expressa em meros Taxa de atividades por grupo de idadePessoas ativas conforme faixa etáriaQuantidade expressa em meros Rendimento mensal - paraná 2012-2016Renda média dos paranaenses (GERAL- NÃO É POR MUNICÍPIO)Rendimento real e taxa de desocupação População ocupada segundo os principais setores2010População ocupada segundo os principais setores, segundo os municípios do Paraná.Quantidade expressa em meros

97 QUADRO 8 -DISTRIBUIÇÃO DAS VARIÁVEIS EM DADOS SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS, SEPARADOS POR FONTE, VARIÁVEL, ANO DISPONÍVEL, DEFINIÇÃO E ANÁLISE. PARANÁ. conclusão IDHM - índice de desenvolvimento humano municipal

IBGE

1991 - 2010Agrega três dimensões importantes do desenvolvimento humano, longevidade, educação e renda.O índice varia de 0 a 1 e apresenta as seguintes faixas de IDHM: 0,000 a 0,499: Muito baixo; 0,500 a 0,599: Baixo; 0,600 a 0,699: médio; 0,700 a 0,799: alto; 0,800 e mais: muito alto. Grau de urbanização

IPARDES

2010Relação da população do Município que reside em zona urbana, rural e população total. Proporcionalidade IPDM - índice IPARDES de desempenho municipal2012 - 2013Agrega três dimensões importantes do desenvolvimento humano, longevidade, educão e renda.O índice varia de 0 a 1 e apresenta as seguintes faixas de IDHM: 0,000 a 0,499: Muito baixo; 0,500 a 0,599: Baixo; 0,600 a 0,699: médio; 0,700 a 0,799: alto; 0,800 e mais: muito alto. Empregos formais segundo sexo

MTE/

CAGED

2015 de homens e mulheres admitidos e desempregadosQuantidade expressa em meros FONTE: IBGE, IPARDES e CAGED, organizado pela autora (2017).

conclusão

98 QUADRO 9 DISTRIBUIÇÃO DAS VAAVEIS REFERENTES AO USO DE AGROTÓXICOS NO ESTADO DO PARANÁ, VOLUME COMERCIALIZADO, PERCENTUAL DE USO EM CULTURAS, PERCENTUAL DE CLASSIFICAÇÃO DO TIPO DE AGRATÓXICO E PERCENTUAL DE ATIVOS UTILIZADO, 2013 A 2015. BASE DE DADOSVARIÁVELANODEFINIÇÃOINTERPRETAÇÃO

ADAPAR Volume Comercializado 2013-15Quantidade de agrotóxicos vendidos por município.Toneladas (T) Percentual de Uso De Agrotóxicos por Culturas2013-15Percentual de uso de agrotóxicos por tipo de cultura, não está separado por município. Geral- não por município

% Percentual De Classificação2013-15Percentual da classificação do tipo de agrotóxico utilizada (fungicida, larvicida, etc.). Geral- o por munipio

% Uso De Ativos2013-15Percentual de ingrediente do ativo utilizado. Geral- não por município

% FONTE: ADAPAR, organizado pela autora (2018).

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No documento Análise Temporal Linear 2008 a 2015 (páginas 86-97)